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guringO segmento de Petróleo e Gás é um dos mais importantes da economia brasileira.  Atualmente o país está ranqueado como um dos 10 maiores produtores de petróleo do planeta. Para os próximos cinco anos (2022 a 2026) a Petrobras programou investimentos de US$ 57 bilhões somente na exploração e produção (E&P) de petróleo.  Para atender este mercado, a Gühring, uma das principais fornecedoras de ferramentas para o setor de usinagem, oferece um portfólio de soluções formado por brocas canhão, fresas, machos, mandris, entre outros.

“São ferramentas robustas e de alta tecnologia que suportam tolerâncias apertadas em furações profundas”, explica Neider Oliveira Soares, coordenador de engenharia e Inteligência de Mercado, da Gühring Brasil, empresa global com mais de 120 anos de experiência na produção de ferramentas rotativas.

Soares ressalta que os materiais mais comuns utilizados nesta indústria são: ligas de Inconel 718, aço inoxidável, Duplex ou Super Duplex usados na confecção de tubos, em cabeças de perfuração de rocha em aço níquel de alta resistência ou bombas de transferência em aço inoxidável.

Um dos destaques do portfólio é a linha de machos, em polegadas, produzida em HSS-E com passo de rosca a partir de 1 polegada de diâmetro. Fabricados conforme norma DIN/ANSI e com revestimento TiN. “Sua principal aplicação é para furos cego, por isso sua hélice é helicoidal com 40° e possui até 6 cortes, o que garante maior vida da ferramenta e controle do escoamento de cavacos. O setor petrolífero é um dos principais usuários desta linha, devido as características técnicas das peças produzidas por eles”, ressalta Soares.

A linha de fresas TMU SP, de rosca universal com rebaixo de pescoço é outra solução que se adequa ao setor petrolífero. É uma fresa para produzir diversos diâmetros de rosca.  A Gühring também disponibiliza machos para roscas em polegadas e métricas, passo normal e fino, ou seja, rocas M, MF, UNC e UNF, com cobertura TiCN, e sem problemas com a formação do cavaco. Seu uso é universal, para diferentes tipos de materiais além, é claro, do uso da refrigeração como diferencial para desempenho e qualidade.

O portfólio apresenta ainda várias soluções para este setor, como é o caso da broca intercambiável HT 800 WP, de alto desempenho, em aplicações que exijam diâmetros de furos que variam de 11,00 a 40,00 mm, com profundidades de perfuração1.5xD, 3xD, 5xD, 7xD e 10xD. Já a EB800 é indicada para furações profundas de até 1.500 mm, perfurando com velocidade e confiabilidade.

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hyperrrrrrrA Hypertherm, uma fabricante de sistemas e softwares de corte industrial, apresenta a PlateSaver™, uma nova tecnologia SureCut™ que maximiza automaticamente o número de peças em uma chapa, gerando mais lucro por chapa.

A PlateSaver está disponível por meio do ProNest® da Hypertherm e outros softwares autorizados, destinados a fabricantes que cortam aço-carbono em uma mesa CNC usando plasma X-Definition. Ela combina a estabilidade de arco do plasma X-Definition com os parâmetros de software especializados para ampliar consideravelmente o aproveitamento de material. Esses parâmetros fazem com que a PlateSaver use percursos mais curtos ao iniciar e finalizar um corte, o que diminui o espaço desperdiçado entre as peças. Além de percursos de entrada e saída mais curtos, a PlateSaver também leva em consideração o metal fundido, usando perfurações em movimento que fazem com que o respingo derretido caia em uma “área de respingo” previsível.

“Estamos animados em apresentar essa nova tecnologia SureCut, pois, com ela, os clientes poderão aumentar seus lucros por meio da redução de desperdício”, explica Tom Stillwell, gerente de produtos da Hypertherm. “Ao encaixar mais peças em uma chapa, os clientes desperdiçarão menos tempo e dinheiro comprando, movimentando e armazenando metais, e também menos tempo monitorando e fazendo contagem de estoque de chapas parcialmente usadas. ”, completa Stillwell.

A tecnologia SureCut maximiza o desempenho de corte, integrando automaticamente milhares de parâmetros de corte em produtos autorizados de hardware e software. Isso inclui True Hole® para furos prontos para cavilhas, True Bevel™ para simplificar o processo de corte de bordas chanfradas e Rapid Part® para reduzir significativamente o tempo do ciclo entre cortes. Para saber mais sobre a tecnologia SureCut, acesse o site.

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43Os sistemas de resfriamento a água para cortadores a plasma (PAC) usam água e líquido refrigerante, uma bomba, mangueiras de resfriamento e um permutador de calor para remover a energia da fonte de calor. Esse artigo abordará cada um desses componentes e descreverá procedimentos de localização de defeitos e de manutenção.

Mas antes disso, vale ressaltar que uma tocha a plasma, como um motor, é resfriada por uma combinação de radiação, convecção e condução.

“A energia sai do arco na forma de raios ultravioletas intensos. O calor converge para fora da tocha e das peças da tocha por meio do gás ou ar em movimento. E, por fim, o sistema de resfriamento a água conduz o calor para longe das peças da tocha para o líquido refrigerante”, explica Edson Urtado, gerente de vendas da Hypertherm.

Tocha a plasma

As tochas a plasma que operam a 100-150 A e além (15 kVA) exigem resfriamento a água, para evitar o superaquecimento da tocha e das peças.

Líquido Refrigerante

O líquido refrigerante da tocha é uma mistura de água deionizada, etileno ou propileno glicol para baixar o ponto de congelamento.

Motor da bomba

Em geral, os motores e bombas nos sistemas a plasma são acoplados diretamente. Normalmente, a durabilidade de um motor é longa, a menos que haja obstruções no sistema que façam com que o motor e a bomba trabalhem com dificuldade.

Linhas de resfriamento

As linhas de resfriamento são mangueiras que transportam o líquido refrigerante para e da tocha a plasma. Elas normalmente também incluem os cabos de alimentação CC.

Fluxostato

Os fluxostatos são projetados para evitar uma falha catastrófica da tocha e das peças caso o fluxo do líquido refrigerante esteja baixo.

Filtros

A maior parte dos sistemas usa um filtro de partículas para remover a contaminação do líquido refrigerante da tocha.

Permutadores de calor

Os permutadores de calor para sistemas de resfriamento a plasma geralmente são compostos por uma combinação de radiador e ventilador. Os ventiladores direcionam o fluxo de ar pelo radiador para remover o calor do líquido refrigerante da tocha.

Reservatórios de líquido refrigerante

O reservatório de líquido refrigerante é um tanque de plástico ou metal para armazenar o líquido refrigerante da tocha.

Localização de defeitos do sistema

Aqui está um guia passo a passo para verificar o fluxo de líquido refrigerante adequado e localizar defeitos ou problemas no fluxo.

CUIDADO! Sempre leia o seu manual do operador e conheça todas as precauções de segurança antes de realizar a manutenção e a localização de defeitos em um sistema a plasma.

• Remova as peças da tocha: Ao localizar os defeitos, comece pela tocha. Remova os consumíveis e verifique se há sinais de superaquecimento, contaminação ou danos.

• Ligue a bomba do líquido refrigerante. O líquido refrigerante deve fluir diretamente do centro do tubo de resfriamento para a tocha.

• Meça o fluxo de suprimento de líquido refrigerante para a tocha: use um balde para coletar o líquido refrigerante que é descarregado do tubo de refrigeração. Colete o líquido refrigerante com um intervalo de 30 segundos, então desligue a bomba. Meça o volume de líquido refrigerante em galões ou litros. Converta esse volume para uma faixa de fluxo, dividindo os galões coletados pelo intervalo de tempo (meio minuto) para obter a medida de galões por minuto (gpm) ou litros por minuto (lpm). O fluxo em uma tocha desobstruída (sem as peças) deve exceder bastante as especificações do fabricante. Se não for o caso, verifique os seguintes fatores:

• Pressão da bomba muito baixa – ajuste a bomba.

• Filtro de tela na bomba obstruído – limpe.

• Obstrução da linha de suprimento da tocha ou tocha.

• Monte a tocha novamente: Usando peças novas e limpas, monte a tocha novamente. As peças devem estar posicionadas corretamente para uma sincronização correta de verificação de fluxo.

• Meça o fluxo de retorno do líquido refrigerante a partir da tocha: a faixa de fluxo do líquido refrigerante deve ser medida no retorno ao reservatório de líquido refrigerante. Desconecte a mangueira de plástico do tanque do líquido refrigerante. Novamente, use um balde para coletar a água em um intervalo de 30 segundos, então desligue a bomba. Converta a medida para gpm. Se a faixa de gpm não exceder as especificações do fabricante, verifique os seguintes fatores:

• Pressão da bomba muito baixa – ajuste a bomba.

• Obstrução da linha de retorno do líquido refrigerante ou tocha.

• Radiador obstruído – use um lavador de alta pressão para limpar ou troque.

• Filtro de papel obstruído – troque ou remova para localizar os defeitos.

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leanbioproA Leanbio é uma empresa de desenvolvimento e produção por contrato, com sede em Barcelona, especializada em projeto e otimização de processos para desenvolvimento de medicamentos biológicos. A empresa oferece suporte em todo o ciclo de desenvolvimento, desde linhas de células, processos e desenvolvimento analítico, até fabricação.

A Leanbio trabalha com várias empresas farmacêuticas e de biotecnologia em projetos para aumentar a capacidade dos processos de fabricação de biológicos. A planta piloto é usada para testar inúmeros produtos diferentes, exigindo, portanto, equipamentos que sejam versáteis e evitem contaminações cruzadas. As bombas peristálticas da WMFTG oferecem uma solução versátil para reduzir os procedimentos de limpeza, ao mesmo tempo em que impedem a contaminação dos produtos e facilitam a reconfiguração dos equipamentos entre lotes.

Reputação confiável

Os integrantes da equipe da Leanbio já conheciam os produtos da Watson-Marlow Fluid Technology Group (WMFTG), pois 114 cabeçotes estão integrados em seus reatores Bionet. Como a equipe tinha comprovado em primeira mão a qualidade das bombas WMFTG, a escolha para a planta piloto foi fácil. A bomba 630S/R foi selecionada por ser de controle manual e oferecer vazões de até 16 L/min em até 2 bar de pressão, satisfazendo os requisitos da planta.

Promovendo a sustentabilidade

A Leanbio dá prioridade asoluções sustentáveis, promovendo uma “bioprodução enxuta”, que maximiza o sucesso do projeto, e ao mesmo tempo reduz os tempos de produção, custos e riscos. O ponto principal dessa abordagem é a qualidade do projeto como um todo, com processos mais eficientes que otimizam a produção biofarmacêutica dos clientes. As bombas WMFTG são conhecidas por sua confiabilidade e longa vida útil, o que reduz a necessidade de substituição da bomba no decorrer do processo e, portanto, diminui os tempos de parada, os custos e a perda de equipamentos por obsolescência.

Soluções completas

Ao escolher uma bomba peristáltica para minimizar a contaminação e facilitar a validação do processo, a Leanbio também precisava de mangueiras compatíveis que fossem de fácil instalação e uso. Os produtos especializados da WMFTG atendem ao sistema inteiro de vias de fluido, inclusive fornecendo as mangueiras ideais para uso com a 630S/R. A bomba possui roletes retráteis que facilitam a instalação da mangueira, simplificando o processo de troca entre produtos.

A Leanbio está testando atualmente a bomba em diversas aplicações de filtração e transferência de fluidos em sala limpa. Após conseguirem resultados impressionantes e ainda mais evidências da facilidade de uso
e confiabilidade da bomba, a equipe deseja expandir o seu uso para mais processos.
Para mais informações, visite o website da Leanbio: https://www.leanbiopro.com/

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solisA Win Energias Renováveis, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos pertencente ao Grupo All Nations, acaba de anunciar uma parceria com a chinesa Ginlong Solis para trazer ao País uma tecnologia de inversor que permite o controle de carga e de consumo de eletricidade para os usuários de energia solar no Brasil.

Trata-se do último lançamento do inversor “zero grid” da marca Solis, uma solução destinada para projetos fotovoltaicos em regiões isoladas da rede elétrica ou para funcionar como backup de sistemas conectados no fio da concessionária, seja para viabilizar o consumo nos horários de pico ou para proteger as instalações solares contra surtos e falhas de fornecimento.

A nova tecnologia permite gerenciar a energia produzida pelo sistema fotovoltaico, evitando a injeção na rede da distribuidora local ou controlando a capacidade que pode ser injetada. O inversor possibilita que o consumidor direcione a energia produzida em sistema grid zero para a demanda de um determinado quadro de distribuição ou para diversas atividades específicas.

“Trata-se de um sistema inteligente que controla a geração de acordo com a necessidade de cada consumidor em carga e consumo”, comenta Camila Nascimento, diretora comercial da Win Energias Renováveis.

A oferta da nova tecnologia no País integra o plano de expansão da empresa em novos projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos. A companhia registrou um aumento de 448% no faturamento com a comercialização de kits solares utilizados em residências e empresas entre janeiro e agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2020. O aumento nas vendas ocorre justamente no período de crise hídrica no setor elétrico e de elevação máxima na conta de luz com a nova bandeira tarifária de escassez hídrica.

A Win Energias Renováveis pretende figurar entre as TOP 3 empresas de distribuição de geradores fotovoltaicos no Brasil este ano. Ao longo dos dois anos de atuação, a empresa forneceu equipamentos fotovoltaicos para mais de 3,4 mil projetos de energia solar em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais no País, espalhados por todos os estados brasileiros, sendo muitos deles para consumidores de média e baixa rendas.

“Somos a distribuidora que possui uma das melhores ferramentas web de criação de gerador fotovoltaico e uma das poucas grandes que trabalham com todas as tecnologias de inversor: inversor de string, microinversor e otimizador SolarEdge, além de mantermos parceria com importantes marcas, como Fronius, Canadian e JA, que já fazem parte do portfólio de produtos”, conta Camila.

A distribuidora, sediada no Rio de Janeiro, consegue atender a todos os tipos de projetos dos integradores, desde sistemas em residências pequenas e médias, bem como em estabelecimentos comerciais e também para grandes usinas”, acrescenta.

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hypertherm3333Seja a plasma, a laser, a jato de água, a puncionamento entre outros, o corte automatizado envolve diversos processos em que a ferramenta de corte é movida pelo uso de meios mecânicos. Isso pode incluir corte em uma mesa XY, a utilização de robôs ou cortadores de tubo. Conheça agora os tipos de corte, como são utilizados e quais máquinas podem fazer esse trabalho:

Corte Robótico

Vários segmentos utilizam robôs de configurações variadas ou “células de trabalho” para realizarem tarefas que podem ser feitas de maneira mais eficiente e lucrativa do que o trabalho manual.

Focada em inovação, tendo em vista os desenvolvimentos de programação de software robótico recentes, a Hypertherm criou o Robotmaster® CAD/CAM. “Esse software reduz significativamente o tempo necessário para programar um trabalho – o que costumava levar semanas agora pode ser feito em minutos. Por isso, os robôs estão ficando cada vez mais comuns, à medida que mais empresas percebem que eles podem ser usados de maneira lucrativa em uma variedade de aplicações para trabalhos com pouco volume e grande variedade “, afirma Edson Urtado, gerente de vendas da Hypertherm.

Corte e goivagem X-Y-Z

O corte e a goivagem X-Y-Z, geralmente chamado de corte X-Y, é o uso de uma mesa equipada com controle numérico computadorizado (CNC) para o corte rápido e preciso de uma chapa plana. O CNC move a tocha ao longo dos eixos X e Y, enquanto um controle de altura regula o Z, ou o movimento para cima e para baixo, mantendo a tocha a uma distância ideal da chapa.

Tubos e tubulações

A função de corte giratório de tubos e tubulações agora está disponível por meio de máquinas separadas ou de opções de complementos para mesa de corte X-Y. Esses equipamentos oferecem a possibilidade de montar seções de tubos e tubulações e cortar perfis nas paredes dos tubos ou tubulações.

“Já o software de corte de tubos Rotary Tube Pro™ da Hypertherm foi projetado para as atuais aplicações mecanizadas, facilitando o projeto e os respectivos cortes de tubos e tubulações”, completa Urtado.

Processamento de punção

O processamento de punção de chapas ou lâminas achatadas geralmente é realizado usando um entre dois formatos de máquinas. Primeiro, as máquinas de punção independentes, conhecidas como punção com revólver, oferecem operações automatizadas, incluindo punção, corte de contornos (aparas) e abertura de roscas. Um segundo formato de máquina integra a capacidade de punção em um equipamento de plasma X-Y, laser ou de processamento de chapas.

Corte em linha e goivagem

O corte em linha e a goivagem são usados para fazer cortes longos e retos ou goivagens difíceis e demoradas para fazer a mão com a precisão necessária. O corte em linha às vezes é usado em locais de trabalho onde o material a ser cortado ou goivado é de um tamanho ou formato não compatível com uma mesa X-Y. Automatizar esses processos com um cortador em linha portátil aumenta a produtividade e resulta em cortes ou goivagens mais uniformes.

Máquinas de processamento de vigas

Tradicionalmente, a fabricação de vigas envolvia diversas máquinas de processamento, cada qual cumprindo uma função diferente. Hoje, as máquinas de processamento de vigas, que, em sua grande maioria, envolvem projetos robóticos ou com braços articulados, executam várias aplicações como cópias, chanfros, slots, furos, entalhes e marcações, todas na mesma máquina.

Saiba mais: https://www.hypertherm.com/pt

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hipertermA Hypertherm, líder na fabricação de sistemas e softwares industriais de corte, apresenta, nesse mês de outubro, três novos sistemas de plasma a ar chamados Powermax SYNC®. Com inteligência integrada e um revolucionário consumível de cartucho de peça única, a próxima geração dos sistemas Powermax65/85/105 é considerada diferente de qualquer outro plasma no mundo.

O sistema Powermax SYNC® e sua tocha SmartSYNC® substituem a tradicional pilha de consumíveis de cinco peças por um único cartucho codificado por cor. A tecnologia incorporada em cada cartucho define automaticamente a corrente, pressão de ar e modo de operação corretos e permite que os operadores saibam quando um novo cartucho é necessário. Além disso, os controles da tocha SmartSYNC permitem que os operadores ajustem a corrente e troquem o cartucho sem retornar à fonte de alimentação.

Vale destacar que o cartucho é produzido em uma única peça para que tudo dentro dele esteja perfeitamente alinhado e otimizado. Como resultado, esse cartucho terá a duração de até o dobro do tempo e fornecerá cortes mais limpos em comparação aos consumíveis tradicionais. O cartucho pode até rastrear dados, como tempo de partida e de atividade do arco, para identificar tendências e tornar a operação do usuário mais eficiente.

“A série Powermax SYNC® oferece uma incrível facilidade de uso, menor custo operacional e melhor desempenho do que qualquer outro plasma a ar anterior. Estamos entusiasmados em apresentar o que é realmente um produto inovador para o setor de fabricação. Esta operação simplificada serve para ajudar os fabricantes a resolverem muitos dos desafios que enfrentam hoje, eliminando erros do operador, tempo de máquina parada, localização de defeitos, desperdício e tempo de treinamento, enquanto oferece a mesma confiabilidade líder do setor pela qual todos os sistemas Powermax são conhecidos”, afirma Erik Brine, gerente geral da equipe Powermax da Hypertherm.

Para manter o compromisso da Hypertherm em oferecer atualizações de tecnologia aos proprietários de seus sistemas a plasma mais antigos, os engenheiros da Hypertherm desenvolveram um adaptador para tochas Duramax® e Duramax Lock. Isso permitirá que os proprietários dos sistemas Powermax45 XP e Powermax65/85/105 aproveitem alguns benefícios da plataforma de consumíveis de cartucho, como trocas mais rápidas, pedidos e rastreamento de estoque mais fáceis, vida útil mais longa e qualidade de corte aprimorada.

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 image001Hypertherm, uma fabricante de sistemas e softwares industriais de corte nos EUA, anunciou hoje três novos sistemas de plasma a ar chamados Powermax SYNC®. Com inteligência integrada e um revolucionário consumível de cartucho de peça única, essa próxima geração dos sistemas Powermax65/85/105 é diferente de qualquer outro plasma no mundo.

O sistema Powermax SYNC e sua tocha SmartSYNC® substituem a tradicional pilha de consumíveis de cinco peças por um único cartucho codificado por cor. A tecnologia incorporada em cada cartucho define automaticamente a corrente, pressão de ar e modo de operação corretos e permite que os operadores saibam quando um novo cartucho é necessário. Além disso, os controles da tocha SmartSYNC permitem que os operadores ajustem a corrente e troquem o cartucho sem retornar à fonte de alimentação.

“A série Powermax SYNC oferece uma incrível facilidade de uso, menor custo operacional e melhor desempenho do que qualquer outro plasma a ar anterior”, disse Erik Brine, gerente geral da equipe Powermax da Hypertherm. “Estamos entusiasmados em apresentar o que é realmente um produto inovador para o setor de fabricação. Esta operação simplificada serve para ajudar os fabricantes a resolver muitos dos desafios mais difíceis que enfrentam hoje, eliminando erros do operador, tempo de máquina parada, localização de defeitos, desperdício e tempo de treinamento, enquanto oferece a mesma confiabilidade líder do setor pela qual todos os sistemas Powermax são conhecidos.”

Para manter o compromisso da Hypertherm de oferecer atualizações de tecnologia aos proprietários de seus sistemas a plasma mais antigos, os engenheiros da Hypertherm desenvolveram um adaptador para tochas Duramax® e Duramax Lock. Isso permitirá que os proprietários dos sistemas Powermax45 XP e Powermax65/85/105 aproveitem alguns benefícios da plataforma de consumíveis de cartucho, como trocas mais rápidas, pedidos e rastreamento de estoque mais fáceis, vida útil mais longa e qualidade de corte aprimorada.

Acesse: https://www.hypertherm.com/pt/learn/about-our-products/powermax-plasma-cutting-and-gouging-systems/

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Hypertherm 3Algumas oficinas não possuem um cronograma regular de manutenção para seus sistemas de corte a plasma. Após um período de negligência, a máquina provavelmente não funcionará da forma esperada. Isso pode gerar um prejuízo financeiro para a empresa, já que o custo por hora de ocupação das máquinas de corte a plasma chega a uma média de até US$ 200. 

Sem a manutenção preventiva, as peças mecânicas se desgastam prematuramente, causando aspereza nos movimentos da máquina. Isso pode acarretar peças fora de tolerância e reduzir a qualidade de corte, especialmente nas altas velocidades.  Diante desse cenário, a Hypertherm preparou um guia com 12 dicas que servem como um ponto de partida para a manutenção preventiva:

1.      Limpe o corpo da tocha: remova as peças da tocha e examine o interior da tocha. Verifique se há sinais de danos mecânicos nas roscas. Limpe o interior da tocha com limpador de contatos elétricos e um cotonete. Desconecte a tocha do tubo de montagem e deslize o tubo de volta para revelar as conexões do cabo da tocha. Verifique se há vazamentos nas conexões;

2.      Limpe os cabos da tocha: tire o pó metálico e a sujeira acumulada de toda a extensão dos cabos da tocha. Verifique se há mangueiras torcidas ou desgastadas, cabos expostos, conexões rompidas ou outros danos;

3.      Limpe a fonte de alimentação: exclua o pó metálico acumulado usando ar de compressor seco e limpo. Cheque os filtros de ar no invólucro da fonte de alimentação e troque-os se necessário;

4.      Verifique os componentes da refrigeração da tocha: nas tochas resfriadas por água, avalie a corrente do líquido refrigerante no tanque e veja se há sinais de ar aspirado ou fluxo reduzido. Certifique-se de que o fluxo de retorno respeita a vazão de galões por minuto. Veja se os fluxostatos na linha de retorno funcionam corretamente — fluxo de líquido refrigerante insuficiente pode causar o superaquecimento da tocha. Verifique os filtros do líquido refrigerante e os filtros da bomba e limpe ou troque se necessário. Veja a resistividade do líquido refrigerante usando um medidor de condutividade. Na maioria dos sistemas, a resistividade não deverá exceder dez micro-ohms. Enxágue e reabasteça o líquido refrigerante a cada seis meses;

5.      Verifique a qualidade da água: a dureza da água não deve exceder 8,5 ppm ou 0,5 grãos. Use um amaciante de água comercial, se necessário. Se a água da mesa estiver altamente contaminada com escória e pó metálico, poderá haver dificuldades na partida da tocha de plasma;

6.      Verifique o plasma: para checar a qualidade do ar, segure um papel limpo sob a tocha enquanto limpa o ar do sistema no modo TEST. Verifique se há água, névoa de óleo ou contaminação de partículas. Observe os filtros toda semana; esvazie os coletores de umidade sempre que acumularem água;

7.      Limpe os componentes da máquina— trilhos, engrenagens, cremalheiras e afins. Use um agente desengordurante e uma esponja abrasiva para remover gordura, sujeira e pó metálico. Lubrifique as engrenagens com lubrificante seco, como pó de grafite. Se os rolamentos apresentarem conexões com graxa, lubrifique-as. Não lubrifique as seções dos trilhos;

8.      Nivele e alinhe os trilhos: verifique as juntas onde as seções dos trilhos se unem com um pedaço de aço temperado ou outra ferramenta de precisão com borda reta, para ver  se há desalinhamento. As distâncias entre os trilhos devem ser constantes em toda a extensão do sistema;

9.      Alinhe e ajuste as engrenagens e os rolamentos: ajuste o alinhamento da engrenagem para remover a folga entre as engrenagens e as cremalheiras. Faça esses ajustes para os acionamentos transversais e dos trilhos. Os rolamentos do alinhamento devem ter folga mínima entre eles e as superfícies dos trilhos ou trilhos transversais. Ajuste até que não seja possível ver luz entre o rolamento e a superfície do trilho. Não aperte demais. Com as engrenagens do acionamento desencaixadas, role a trave pelos trilhos para verificar se estão unidos. Ajuste corretamente, até que a trave role livremente com vibração mínima e pouca resistência;

10.  Verifique o enquadramento da tocha em relação à mesa e a peça de trabalho e o dispositivo de montagem da tocha: as colisões podem tirar as tochas do esquadro e desalinhá-las da peça de trabalho. Isso pode gerar vibração, levando a um corte ondulado;

11.  Verifique os limites de segurança: eles precisam operar adequadamente para garantir a segurança do operador e evitar danos à máquina. Mova a máquina para cada limite para testar as chaves. Veja se ela pára quando alcança cada chave. Inspecione as travas mecânicas para ver se estão funcionando corretamente;

12.   Ajuste o controle e os motores de acionamento: o ajuste do motor de acionamento pode ser necessário se os motores parecerem fora de sincronia — a tocha pode não retornar a sua posição de retorno, ou pode haver imprecisões nas peças de corte, especialmente em movimentos de combinação onde os acionamentos x e y estão em operação. As velocidades de cada eixo precisam ser iguais para o correto posicionamento da tocha. O deslocamento do motor também deve ser minimizado.

Acesse: https://www.hypertherm.com/pt

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pexels-pavel-danilyuk-8439094Cada vez mais robôs estão sendo introduzidos e utilizados para automação industrial. Segundo o relatório World Robotics 2020 Industrial Robots, lançado pela International Federation of Robotics (IFR), o uso de robôs industriais bateu recorde em 2019, com 2,7 milhões em operação.

China, Japão, Estados Unidos, Coréia do Sul e Alemanha são os cinco maiores mercados de robôs industriais. Na América do Sul, o Brasil é o País com maior número de instalações, mas ainda distante de países desenvolvidos. De acordo com levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a China, por exemplo, possui cerca de 300 robôs para cada 10 mil trabalhadores industriais, enquanto no Brasil essa relação é bem menor, com cerca de uma dezena de robôs para os mesmos 10 mil trabalhadores.

Segundo análise da organização, a perspectiva é de que a pandemia deve acelerar projetos de modernização e digitalização da produção. A automação permite que os fabricantes mantenham a produção em economias desenvolvidas, ou restaurem-na, sem sacrificar custos.

A Schmersal Brasil  aponta algumas informações para proteger robôs e células robôs.

Quais são as primeiras coisas que tenho que considerar quando penso em proteção de robôs?
Entender as normas e padrões relevantes que são exigidas para suas operações. Você precisará entender também a funcionalidade e limitações do robô. O que seu robô está fazendo e quais são os perigos associados a ele? Saiba quais princípios de guarda você quer usar que criarão a maior segurança para as pessoas a partir dos perigos associados ao manipulador robô, bem como qualquer equipamento adicional na área, não apenas o robô. No Brasil, a NR-12 dispõe de determinações que se referem à segurança para estes equipamentos, mais especificamente em seu item 12.1.12. Nele, consta que “Os sistemas robóticos que obedeçam às prescrições das normas ABNT ISO 10218-1, ABNT ISO 10218-2, da ISO/TS 15066 e demais normas técnicas oficiais ou, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis, estão em conformidade com os requisitos de segurança previstos nessa NR.”.

O que você quer dizer com funcionalidade e limitações?
Robôs industriais convencionais são definidos em espaços. Certifique-se de considerar isso de uma maneira tridimensional. Então pense no espaço em três níveis. Há um espaço máximo, que inclui a extremidade do braço. Há o espaço restrito, que é onde os limites de segurança são configurados com base em onde o robô está definido para operar: suas limitações de hardware ou software. E há o espaço operacional, que consiste no que você programa o robô para fazer e o espaço em que ele tem que trabalhar.
Para robôs industriais fixos, considere que a esgrima de qualquer tipo deve ser localizada completamente fora do espaço máximo do robô. Isso protege as pessoas da extensão total do sistema robô no caso de uma condição defeituosa. Para robôs colaborativos, entenda os diferentes tipos de sistemas colaborativos, pois alguns fornecem a segurança adequada com o controlador, enquanto outros precisam de mais considerações de guarda.

O que existem de mais modernos em recursos de segurança?
Cercas duras para proteção de perímetro, portas de acesso com interruptores de intertravamento de segurança, cortinas e grades de segurança, tapetes de segurança, três dispositivos de habilitação de posição, scanners a laser, sistemas de câmera de segurança e funções de reset duplo (para entrar e sair da área) são alguns dos mais usados. Novas tecnologias, como sistemas de radar tridimensional, estão surgindo, e sendo testadas e comprovadas em sistemas robôs. Com alguns robôs colaborativos, os recursos de segurança são incorporados no controlador que limita a velocidade e a força através das configurações do parâmetro de segurança.

Os controles robôs não estão equipados com funções de segurança?
Robôs mais antigos podem não ter as mesmas funções que os controles mais novos têm, o que significaria que você teria que cumprir os requisitos padrão de segurança usando uma variedade de outros métodos. Controles mais novos têm alguns elementos de segurança disponíveis, mas nem todos os controladores oferecem a mesma funcionalidade.

Robôs colaborativos são mais seguros em comparação com robôs industriais?
O pensamento geral é que eles são mais seguros por causa de todos os elementos e controles de segurança incorporados, mas você também tem que considerar as ferramentas que estão ligadas ao robô colaborativo. Por exemplo, uma ferramenta padrão de baixa pressão pode ser segura, mas uma lâmina de faca usada para abrir pacotes pode não ser. Considere ser cutucado ou raspado por uma ferramenta final com bordas afiadas ou saliências pontiagudas.

Considere também o que a ferramenta está manuseando. Por exemplo, se for o manuseio de um item quente, você não gostaria que isso tocasse sua pele. O ISO/TS15066 afirma que as operações colaborativas podem incluir um ou mais dos seguintes recursos de segurança: uma capacidade de monitoramento monitorada por segurança; operação limitante de energia e força; e/ou capacidades de orientação manual. Em um esforço para comparar um robô colaborativo versus um robô industrial, ele realmente está mais olhando para um sistema robô colaborativo em comparação com um sistema de robôs industriais. Em ambos os sistemas, uma avaliação efetiva de risco precisa ser realizada.

Imagem: Pavel Danilyuk

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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