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otimismoCrises e oportunidades podem andar juntas se tiverem o devido respaldo de uma visão estratégica e cuidadosamente forjada nas mais prementes necessidades do mercado, leia-se inovação, eficiência e qualidade com redução de custo.

Sabemos que isso ainda é pouco para quem planeja prosperar no mercado brasileiro tal como ele é, no melhor estilo montanha russa – cheio de curvas e ladeiras íngremes nas quais não se pode enxergar mais de um palmo adiante.

Evidentemente, no mundo empresarial a diferença entre naufragar com as estatísticas de economias decadentes e surfar nas ondas que tentam nos derrubar também depende de coisas como olhar para dentro. Avaliar nossas próprias proficiências e identificar rigorosamente cada uma de nossas fragilidades para então tratar de saná-las é indispensável para qualquer empresa em qualquer circunstância.

Dito isto ainda resta acreditar – otimismo é mesmo muito importante – e investir. Foi exatamente assim que conseguimos alçar em nossa empresa, 100% brasileira, o crescimento de 52% em serviços a projetos de engenharia em 2016, puxados principalmente por testes na área automotiva. Não foi uma tarefa fácil, como devem imaginar.

Dentro desse escopo projetamos para 2017 crescer mais 25%, respaldados por investimentos na expansão da estrutura de testes, no aumento e na capacitação do capital humano especializado – de que o mercado não dispõe – e em novos segmentos de negócios.

Cremos que fazer engenharia no Brasil seja uma chave importante para melhorar a eficiência e diminuir os obstáculos ao desenvolvimento mais rápido do setor produtivo brasileiro. Como players, temos apostado, com sucesso, na estratégia de trazer para o mercado serviços de suporte a processos de engenharia que não se encontravam por aqui.

No mundo corporativo não há quem ignore que a incrível lacuna existente no Brasil quanto ao suporte local a processos de engenharia, notadamente em segmentos industriais de alta complexidade como o automotivo, ainda gera muitos contratempos e dores de cabeça.

Não bastasse a eterna pressão para preços mais competitivos ante o custo Brasil, as empresas ainda sofrem as consequências de terem de mandar suas amostras ao Exterior para validação e testes, enfrentando trâmites alfandegários, despacho aéreo e marítimo e filas para a execução de testes, que podem levar meses se houver problemas na execução.

Não precisa ser assim. O desenvolvimento da economia brasileira acontecerá, e ainda temos imenso potencial a ser explorado com perspectivas positivas. Basta apostar no Brasil.
*Ricardo Nogueira é presidente da SMARTTECH, empresa 100% brasileira especializada em tecnologia e serviços de apoio a projetos de engenharia.

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PX119-brOs transmissores de pressão da série PX119, oferecidos pela OMEGA™ no Brasil, são compactos e resistentes para diversas aplicações como içamento e transporte de materiais, equipamentos móveis e aplicações críticas que não requerem alto nível de precisão, entre outras.

Lançada globalmente, como por exemplo nos EUA, Europa e Ásia, a série PX119 de transdutores reúne flexibilidade e complexidade em um produto que apresenta a melhor relação entre custo e benefício desta categoria no mercado destes países.  Eles trabalham em faixas de pressão de 15 a até 5000 psi e em temperaturas de – 40º até 135º celsius. Além disso, atendem parâmetros de proteção ambiental IP65 e da certificação CE, são ideais para espaços reduzidos e têm acuracidade de 0,5% BSL.

O corpo do PX119 é uma única peça de aço inoxidável para promover a proteção dos sensores eletrônicos internos, como o sensor cerâmico que permite uma excelente compensação térmica. As especificações completas do PX119 podem ser encontradas por meio do link (br.omega.com/PX119). Outros equipamentos, artigos, e-books e manuais técnicos também são acessíveis no site (br.omega.com).

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mercado-alemaoO supermercado alemão REWE, localizado na cidade de Dortmund-Hörde, está apostando em um determinado tipo de frescor: não apenas nos alimentos que vende, mas também para o ar que respiramos. Em vez de refrigerantes químicos, os aparelhos de refrigeração do supermercado estão agora usando apenas CO2 natural (R744) como refrigerante. Isso garante uma redução significativa das emissões de gases com efeito estufa: o sistema de refrigeração reduz as  emissões nocivas por 110 toneladas por ano.

Os operadores têm adicionalmente integrado um sistema de ar condicionado e uma bomba de calor para aquecer todo o complexo, que compreende cerca de 1.950 m² de espaço de varejo e inúmeras áreas adjacentes. O sistema fornece os expositores e gavetas refrigerados, os congeladores, o sistema de aquecimento, o sistema de água quente e sistema de ar condicionado para o espaço de varejo. O conceito de design é o primeiro de seu tipo na Alemanha. Na verdade, existem atualmente apenas quatro sistemas instalados em todo o mundo. Schretzenmaier Kältetechnik implementou o conceito por meio da instalação de um sistema de refrigeração de CO2 com componentes da Danfoss.

Com o seu novo sistema de refrigeração, o supermercado REWE em Dortmund não só poupa dinheiro, mas também cerca de 20% das emissões anuais de CO2 em comparação com um sistema de R404A. Em outras palavras, as tecnologias Danfoss estão ajudando o supermercado a refrigerar seus produtos de forma mais eficiente e fazer mais para o meio ambiente, tudo com menos energia.

Um sistema de refrigeração deste tipo deve estar de acordo com os mais elevados padrões de segurança. Por exemplo, alarmes de gás tiveram que ser instalados na sala de máquinas e na câmara frigorífica para avisar sobre qualquer perigo de asfixia. Outro aspecto que o operador teve que considerar durante o planejamento é a alta pressão de operação do sistema. O CO2 condensa-se a uma pressão mais elevada do que os refrigerantes convencionais. A tubulação e os componentes devem, portanto, ser capazes de resistir a pressões de até 120 bar. Tubos de cobre convencionais não são aprovados para tais pressões, o que significa que o sistema exige tubos de aço inoxidável resistentes à pressão no lado de alta pressão.

Gerenciador simplifica a configuração do sistema

O gerenciador de sistema Danfoss AK-SM 850 é especialmente dedicado às necessidades do setor de varejo de alimentos. A solução oferece todas as funções e as ferramentas necessárias para controlar e monitorar equipamentos de refrigeração. Graças ao seu recurso de gerenciamento de alarme e a documentação de ações de alarme, a deterioração do produto pode ser evitada, já que a temperatura correta é assegurada em todos os momentos. O recurso de otimização de energia contínua melhora as configurações do  sistema, reduzindo assim os custos de energia dos supermercados.

O AK-SM 850 coordena todos os componentes relevantes do sistema, tais como o sistema de ar condicionado, os balcões de refrigerados e de congelados, bem como a iluminação dos  expositores. O usuário pode configurar as definições de forma rápida e fácil com o Web Assistant. O AK-SM 850 oferece suporte às conexões de tanto Modbus e Lon RS485. Uma conexão USB flash drive integrada torna mais fácil atualizar o firmware e salvar o banco de dados.

Recuperação efetiva de calor

O controlador de rack de compressor AK-PC 781 garante a recuperação eficiente de calor. A função principal do AK-PC 781 é controlar o compressor e o condensador, de tal maneira que eles operam sob a maioria das condições de pressão energeticamente eficientes possíveis em todos os momentos. Os sinais de tensão emitidos pelo transmissor de pressão permitem o controle exato de ambas as pressões de sucção e de condensação. O controlador é equipado com controle de óleo, uma função de recuperação de calor, bem como controle de pressão de gás CO2.

O controlador do rack de compressor controla a saída de até oito compressores. Além disso, pode lidar com monitoramento de segurança de alta pressão, baixa pressão e temperatura do tubo pressurizado. Além de regulação de capacidade, os controladores podem transmitir sinais para outros controladores sobre as condições pré-definidas de operação, por exemplo, o fechamento forçado das válvulas de expansão, bem como os sinais e mensagens de alarme. A principal vantagem desta série de controladores é que são fáceis de expandir juntamente com a planta.

Os módulos do mesmo tipo podem ser montados no controlador do rack de compressor,  conforme necessário, permitindo ao operador adaptar o sistema. Até quatro monitores externos podem ser adicionalmente conectados, com e sem teclas de operação. Eles podem exibir diferentes valores de medição, tais como a pressão de aspiração, pressão do condensador ou a temperatura do trocador de calor.

Regulagem protege sistema e poupa energia

Em sistemas de refrigeração sem controle de velocidade, o compressor está funcionando constantemente em plena capacidade e seus estados só operam ligados ou desligados, independentemente da capacidade de refrigeração realmente necessária. Uma válvula de expansão sempre tenta preencher o evaporador de forma otimizada pelo projeto; tal ciclo do compressor provoca uma mudança na pressão da evaporação, fazendo assim com que o evaporador oscile. O evaporador nunca é devidamente preenchido e opera de forma ineficiente. A consequência é a capacidade de refrigeração do refrigerante abaixo do ideal. O controle preciso do compressor utilizando um conversor de frequência para ajustar a velocidade aumenta a estabilidade e o desempenho do sistema, já que o evaporador é preenchido de forma otimizada em todos os momentos.

A pressão de evaporação não se altera como resultado de tal controle, o que significa que ele é capaz de aproveitar a capacidade de resfriamento do refrigerante da forma mais eficiente  possível. É por isso que o supermercado REWE instalou um conversor de frequência da Danfoss para controlar o compressor que atende os expositores refrigerados, e uma unidade adicional para controlar a área de ultracongelados.

O Drive é projetado especialmente para o controle de unidades de equipamentos de refrigeração. Os dados sobre os refrigerantes comumente usados são pré-carregados no conversor. O usuário simplesmente insere o ponto de ajuste da temperatura da  pressão de evaporação utilizando o painel de controle. Também é possível configurar um refrigerante definido pelo usuário. Além disso, graças à alternância do ponto de ajuste automático entre a operação diurna e noturna, o VLT® Drive pode reduzir significativamente o consumo de energia, já que velocidades mais baixas são necessárias durante a noite.

Menos startups e paradas graças à operação do conversor

O startup é uma fase crítica no que se refere à operação do compressor. Se o compressor inicia imediatamente em plena potência, ele retira todo o gás e imediatamente se fecha por falta de reabastecimento. O ajuste de velocidade variável permite que o compressor ligue de uma forma mais controlada. No entanto, se for absolutamente necessária uma inicialização mais rápida, o VLT® Drive pode abrir uma válvula de alívio de pressão, permitindo que o compressor ligue rapidamente no estado ocioso sem carga.

Na faixa de baixa velocidade, no entanto, a lubrificação de compressores pode não ser suficiente. Longos tempos de partida ao iniciar o compressor significam aceleração lenta e longa operação na faixa crítica. A fim de evitar esta fonte de desgaste do sistema, o VLT® Drive oferece uma partida de início separada para run-up.Uma vez fora da faixa crítica e lubrificação suficiente assegurada, o VLT® muda automaticamente para uma partida mais lenta e suave.

Além disso, ajustes durante o processo reduzem o número de partidas e paradas necessárias para o mínimo. Também é possível especificar um número máximo de ciclos de partidas e paradas para um determinado período de tempo utilizando o painel de controle. O VLT® Drive tem ainda um recurso para evitar as frequentes partidas e paradas dos compressores da fonte de alimentação.

No caso de um conversor de frequência não ser mais capaz de controlar o compressor de velocidade variável, por exemplo, devido a um alarme, ainda assim, ele poderá manter o controle dos compressores por meio de sua fonte de alimentação.

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A indústria brasileira enfrenta dificuldades para retomar a atividade. Mas há sinais positivos no horizonte. A produção do setor voltou a cair e alcançou 45,8 pontos. O índice de evolução do número de empregados ficou estável em 46,5 pontos em setembro, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta sexta-feira, 21 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores a pesquisa variam de zero a cem.

Quando estão abaixo de 50 indicam queda na produção e no emprego. Com isindso, quase um terço do parque industrial ficou ocioso no mês passado. O indicador de nível de utilização da capacidade instalada permaneceu em 66%, o mesmo registrado em setembro de 2015, e um dos mais baixos da série histórica mensal que começou em janeiro de 2011. No entanto, os estoques continuam ajustados. Isso significa que a produção voltará a crescer assim que a demanda aumentar. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 49,6 pontos em setembro. O indicador varia de zero a cem e quando está próximo dos 50 pontos mostra que os estoques efetivos estão de acordo com o planejado pelas empresas.

DESACELERAÇÃO DOS PREÇOS – Outro dado positivo é que diminuiu a insatisfação dos empresários com a situação financeira e a margem de lucro das empresas. “Após atingirem seus mínimos históricos no primeiro trimestre, os índices de satisfação com a margem de lucro e com a situação financeira aumentaram pelo segundo trimestre consecutivo”, diz a pesquisa da CNI. O indicador de situação financeira foi de 41,5 pontos e o de margem de lucro operacional alcançou 36,4 pontos no terceiro trimestre. Ambos, contudo, continuam abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a satisfação da insatisfação. Além disso, o índice de evolução dos preços de matérias-primas recuou para 59,3 pontos no terceiro trimestre. “Trata-se do quarto recuo consecutivo do indicador, ou seja, o ritmo de crescimento dos preços vem se desacelerando desde o quarto trimestre de 2015. No período, o índice acumula recuo de 9,9 pontos”, afirma a Sondagem Industrial. De acordo com a pesquisa os estoques ajustados e a melhora, ainda que pequena, dos indicadores da situação financeira das empresas são importantes porque aumentam as possibilidades de recuperação da indústria no futuro.

PROBLEMAS E EXPECTATIVAS – A Sondagem Industrial também aponta os principais obstáculos enfrentados pelas empresas no terceiro trimestre. A elevada carga tributária, com 43,7% das respostas, ficou em primeiro lugar. Em seguida, com 41,8% das menções, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar, com 27,9% das assinalações, os empresários citaram a taxa de juros elevadas. Em outubro, as perspectivas dos empresários em relação aos próximos seis meses estão menos otimistas do que em setembro. O índice de expectativa de demanda caiu 2,6 pontos em relação a setembro e ficou em 52,3 pontos. O indicador de expectativa de compras de insumos e matérias-primas caiu para 49,7 pontos e o de exportações recuou para 50,8 pontos. “Não há mais expectativa de aumento de compras de matérias-primas ou de aumento da quantidade exportada”, diz a pesquisa.

O indicador de expectativa de evolução do número de empregados também caiu para 46 pontos, o que significa que os empresários não pretendem contratar nos próximos seis meses. Os indicadores de expectativa variam de zero a cem pontos. Abaixo que 50 mostram que as perspectivas são de queda. Com perspectivas menos otimistas, a disposição dos empresários para investir continua baixa. O índice de intenção de investimento ficou em 43,5 pontos em outubro. Embora esteja 4,2 pontos abaixo da média histórica, o indicador não apresenta queda há seis meses consecutivos e está 2,8 pontos acima dos 40,7 pontos registrados em outubro do ano passado.

A Sondagem Industrial foi feita entre 4 e 14 de outubro com 2.457 empresas. Dessas, 1.011 são pequenas, 886 são médias e 560 são de grande porte.

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efiA Electronics For Imaging, Inc. anunciou que a operação de software Optitex e a PTC, localizada em Needham, Massachusetts, apresentará uma oferta integrada de suas soluções para disponibilizar ao mercado varejista de vestuário a capacidade de conexão da plataforma 3D Visual Platform EFI™ da Optitex com a solução FlexPLM® da PTC.

O software EFI Optitex é a tecnologia integrada de Produtos Digitais 3D e CAD 2D para a indústria têxtil, e a PTC é a fornecedora mundial de soluções de gerenciamento de ciclo de vida de produtos (PLM, Product Lifecycle Management), juntamente com a plataforma de tecnologia Internet (IoT, Internet of Things) da ThingWorx®. A oferta integrada da Optitex e da PTC permitirá que varejistas de vestuário potencializem a tecnologia 3D para analisar e validar suas coleções em poucas semanas, em vez de levar diversos meses. Além disso, dinamizará a produção interna e com fornecedores elevando o tempo para alterações no design, na tomada das melhores decisões e na fabricação de produtos de qualidade elevada.

Integração completa em todo o ciclo de vida do produto

Com a crescente adoção de amostragem digital em 3D no setor de moda e vestuário, a integração de uma plataforma 3D com um sistema de gerenciamento do ciclo de vida de produtos (PLM) permite que todo o conteúdo seja gerenciado no âmbito de PLM empresarial, tanto interna quanto externamente, proporcionando às empresas uma solução completa para planejar, criar, desenvolver, originar e calcular custos em todo o ciclo de vida do produto.

Está agendado para este ano o lançamento de uma oferta integrada, cuja primeira versão deve fornecer um controle e gerenciamento completo de documentos, sincronização em biblioteca de tecidos, arte final e conjuntos de cores, além de nota de extração de materiais diretamente do software da EFI Optitex.

“Produtos digitais em 3D estão tornando-se uma vantagem competitiva na indústria da moda, minimizando o tempo de desenvolvimento e análise da coleção”, declarou Asaf Landau, gerente geral da EFI Optitex. “Encaramos a integração de PLM como um passo crucial para permitir que nossos clientes potencializem sua 3D Visual Platform através do ciclo de vida do produto. Marcas e varejistas que utilizam PLM poderão agora tomar as melhores decisões em menos tempo. O resultado disso são produtos de vestuário com qualidade de produção elevada.”

“Estamos animados com a oportunidade de proporcionar aos nossos clientes essa importante integração entre a solução FlexPLM e a 3D Visual Platform da EFI Optitex”, comentou Eric Symon, gerente geral da Unidade de negócios de varejo, PTC. “Proporcionar soluções transformadoras que permitem que nossos clientes progridam para um paradigma de planejamento contínuo, gerando produtos personalizáveis com riqueza de detalhes, exige um alto grau de transparência com fornecedores. Essa integração orientará o modelo operacional de entrega e design de vestuário nessa direção, e nossos clientes estão igualmente animados para sua chegada ao mercado.”

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blogindustrialEscrito por Richard Landim,

 Especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil

 

O antigo ditado “tempo é dinheiro” se aplica em grande medida aos testes de cabos. Nos últimos 20 anos, o setor corporativo de  se beneficiou dos avanços das ferramentas e tecnologias de teste e certificação. Esses avanços reduziram o tempo de teste e certificação de cada enlaçe de cabo a apenas alguns segundos. Testadores mais rápidos certamente reduziram também os custos envolvidos. Ainda assim, há etapas adicionais em qualquer instalação que consomem um tempo valioso e que resultam em custos adicionais. Desta forma, empresários experientes e fornecedores de dispositivos compreenderam que ainda existem oportunidades reais para a redução do tempo gasto em muitas funções relacionadas com o teste, ajudando assim os integradores a obter novos lucros durante o processo.

Uma recente pesquisa da Fluke Networks realizada com instaladores de cabo sobre o tempo gasto para a realização das várias funções relacionadas aos testes revelou resultados surpreendentes. Um grande aprendizado: lidar efetivamente com os problemas e as ineficiências durante o processo de testes definitivamente aumenta a margem de lucro. De fato, algumas empresas relataram um aumento de até 10% no lucro final. Elas conseguiram isso utilizando sistemas que reduzem os elementos que desperdiçam tempo de teste. Esse lucro adicional significa mais receita para os instaladores de cabo ou, se eles optarem por repassar a economia aos possíveis clientes, ofertas mais competitivas.

Um estudo realizado com instaladores dos EUA relatou que 63% do tempo foi gasto efetivamente na instalação de cabos. Após o término da instalação, 14% do tempo normal de projeto envolviam tarefas relacionadas a testes, 6% se relacionava à elaboração de relatórios, 8% a retrabalho e 9% a contingências e outras atividades. As partes do trabalho não relacionadas à instalação, ou seja, testes, elaboração de relatórios, retrabalho e resolução de problemas, representam um terreno fértil para o corte de custos mediante a implantação de sistemas de testes com recursos expandidos.

As ações que as empresas citaram para reduzir os custos e aumentar os lucros foram reduzir os erros durante o planejamento e a configuração, eliminar os erros de teste causados por funcionários inexperientes, evitar os atrasos causados quando instaladores menos experientes estão ociosos e esperando mais ajuda de gerentes experientes, reduzir o tempo de resolução de problemas, reduzir a necessidade de novos testes, agilizar os processos ineficientes de elaboração de relatórios e evitar tempo de viagem desnecessário.

Testadores avançados melhoram a produtividade

Os instaladores de cabo que usaram testadores padrão relataram uma média de 20 horas gastas na resolução de problemas durante a conclusão de um trabalho habitual de 1000 links. Porém, eles conseguiram reduzir a média de horas gastas na resolução de problemas a apenas sete, com o uso de  sistemas de teste avançados, o que representa um ganho de produtividade de 65%.

A melhoria do planejamento e da configuração é um primeiro passo essencial para reduzir tempo e custos. Um sistema de testes que ofereça uma função única de gestão de tarefas para controlar todos os requisitos do trabalho desde o início pode proporcionar grandes dividendos durante o trabalho. Esse sistema pode definir eficientemente os requisitos e o andamento do trabalho, da configuração à aceitação dos sistemas, assegurando que todos os testes sejam concluídos com precisão.

Quando os parâmetros de teste podem ser configurados em um ponto central e transmitidos pela nuvem tanto por técnicos quanto pela equipe administrativa, temos como resultados economia de tempo e redução de erros. Os sistemas de teste avançados eliminam a ida e volta ao escritório para elaborar relatórios de teste, o que resulta em relatórios mais precisos e fechamento mais rápido do projeto.

Escassez de trabalhadores qualificados exige novos métodos para os testes de cabos

Os instaladores definitivamente não querem erros no campo e utilizam uma série de abordagens para minimizá-los. Um método é contratar mais funcionários habilitados. Entretanto, há escassez de trabalhadores que compreendam as nuances dos testes de cabo e fibra. 78% dos proprietários entrevistados na pesquisa da Fluke Networks relataram que é um desafio global encontrar bons trabalhadores.

Como o treinamento desses funcionários é caro e a contratação de trabalhadores mais experientes e mais gerentes de projeto para supervisioná-los consome grande parte dos lucros, uma abordagem melhor é projetar sistemas de teste, diminuindo espaço para erros.

Projetar e automatizar de modo mais inteligente algumas das funções de teste para evitar erros são ações essenciais para tornar o processo de teste mais eficiente. Mais de 800 instaladores em todo o mundo foram questionados e quase metade informou que tem de voltar a testar as ligações porque elas foram testadas com os limites errados. 37% relataram que lidam com medições de fibra de perda negativa (uma perda negativa em uma fibra é como registrar um tempo negativo em uma corrida de 100 metros rasos – evidentemente algo está errado).

Corrigindo a causa principal de muitos problemas de teste: a configuração inadequada

Definir os níveis de referência de fibra corretamente é essencial para fazer boas medições, mas é um processo relativamente complexo. Se alguma das etapas for realizada de forma inadequada, toda leitura feita a partir daquele ponto com o testador será incorreta. O próprio dispositivo de teste pode eliminar os erros, conduzindo o operador passo a passo pelo processo de configuração e verificando se ele está correto. A sequência de telas abaixo mostra algumas das etapas do processo. Assim que cada uma é concluída, o testador verifica e apresenta a próxima etapa. Observe que a utilização de um código de cores no cabeamento ajuda ainda mais a reduzir as chances de erro.

Outra etapa do processo de certificação de cabo que exige mais tempo do que o necessário é a resolução de problemas quando eles se acumulam. Segundo mais de 300 prestadores de serviço que participaram de nossa pesquisa, um dos maiores fatores de desperdício no processo de teste é o tempo que as equipes têm que esperar até que o técnico mais experiente resolva o problema: em média, 4,6 horas por mês para cobre e 3,8 horas por mês para fibra.

A pesquisa da Fluke Networks apontou que apenas 30% dos técnicos conseguiam configurar os limites personalizados para testes de fibra; e 64% das empresas relataram atrasos nos seis meses anteriores enquanto aguardavam que um técnico configurasse os limites personalizados para fibra.

Tornando mais eficiente a elaboração de relatórios

Outro grande fator de desperdício de tempo é a elaboração ineficiente de relatórios. Um grande problema para muitas empresas é o tempo que gastam todos os meses para transportar os testadores até os PCs para que os resultados possam ser baixados para criar os relatórios necessários. Elas informam que 4,4 horas por mês são gastas simplesmente fazendo com que as informações sejam colocadas no local adequado. Um sistema de testes que gerencie todos os resultados de vários testadores através da nuvem pode acessar facilmente os dados do testador para monitorar o andamento e gerar relatórios. Os custos totais dos relatórios foram reduzidos à metade pelas empresas que usaram sistemas de teste com recursos avançados de elaboração de relatórios – de 4% do custo total do projeto para 2% em relação a um trabalho habitual de 1000 links.

 

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feiraCom atuação de 10 anos em importações para o setor de aviação executiva, empresa oferece solução completa, com serviços logísticos, operacionais, jurídicos, financeiros e tributários, que podem resultar em até 14% de economia nas aquisições

 A Cisa Trading, uma das maiores empresas de comércio exterior do País e a maior em volume de importação, apresenta, na LABACE 2016 (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), o maior evento de aviação executiva da América Latina, suas soluções de importação customizadas para atender às diferentes demandas das empresas do setor aéreo.

Atuando há 10 anos neste mercado, a Cisa Trading oferece serviços operacionais, logísticos, jurídicos, financeiros e tributários. Ou seja, uma solução de ponta a ponta, com coordenação de todo o processo de aquisição e de importação – o que inclui a encomenda, emissão de documentos e contratos junto ao exportador, compra, logística internacional e nacional, até o desembaraço aduaneiro e faturamento no Brasil.

“A LABACE é um evento empresarial muito exclusivo e dinâmico, porque reúne os principais players e fornecedores do mercado de aviação executiva para efetivamente fazer negócios. Por isso, consideramos esta uma excelente oportunidade para apresentar os diferenciais de nossos serviços de importação”, explica Felipe Videira, diretor executivo de Negócios da Cisa Trading.

Segundo ele, o mercado de aviação executiva no Brasil, como toda a economia, passa por um período de retração. Mas o segmento deve se recuperar com a melhora da economia, o que poderá gerar bons negócios na LABACE.

Os bons resultados do segmento nos últimos anos se justificam pela segurança propiciada pelo amplo conhecimento da empresa sobre as negociações mundiais neste setor e pelo fato da Cisa Trading integrar o grupo de empresas contempladas pelo Ato COTEPE ICMS 60/14, que possibilita que consiga reduzir em até 14% os custos de importação de aeronaves, se comparado a uma importação direta realizada por um cliente.

Com profissionais dedicados ao segmento, a Cisa oferece uma solução completa para importação de aeronaves executivas, incluindo parcerias estratégicas com os principais bancos brasileiros e estrangeiros, de forma a atender as demandas de financiamento de seus clientes.

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image007Marca bastante conhecida no mercado brasileiro por conta de suas ferramentas, a Black+Decker lança dois modelos de parafusadeiras/furadeiras de impacto: a HP12 e a HP14, produtos de alta qualidade, resistentes e ideais para trabalhos em concreto, metal e madeira.

Os equipamentos contam com bateria 1,5Ah de íon lítio, são bivolt, têm luz de LED e porta-brocas de mandril rápido para troca fácil de acessórios. Ambas acompanham carregador e uma bolsa de náilon.

Com sistema de duas velocidades e 22 posições de torque, as novas parafusadeiras/furadeiras da Black+Decker garantem ao consumidor eficiência em seu trabalho.

 

 

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Artigo: Grandes desafios!

Icone Artigo,Economia,máquina | Por em 29 de julho de 2016

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abiPor João Carlos Marchesan
Estamos assumindo a Presidência do Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ com a convicção de que temos enormes desafios pela frente.
Infelizmente, o cenário econômico não é dos melhores. Informações recentes mostram que a atividade econômica continua estagnada, o que diminui a confiança dos empresários, dos consumidores e, consequentemente, faz com que a intenção de realizar investimentos fique em segundo plano. O resultado disso é que a economia brasileira caminha para mais um ano de recessão.
O governo interino do presidente Michel Temer  tem pela frente uma economia em recessão, pressão inflacionária, investimentos em queda, juros altos, superávit primário baixo e um saldo da balança comercial melhorado em função de um quadro recessivo e não pelo aumento das exportações.
Para recolocar a economia nos trilhos, o governo precisa adotar medidas nada convencionais e até impopulares, pois já está mais do que comprovado que o atual quadro de recessão não poderá ser enfrentado com os atuais juros elevados e a apreciação cambial. Essas medidas, convencionais, além de não conter a inflação, trazem ainda mais recessão e agravam o processo de desindustrialização, em curso há anos.
Somos um país de 200 milhões de habitantes com 12 milhões de pessoas desempregadas, o que está esgarçando o tecido social. É preciso inverter urgentemente este quadro, sendo a geração de emprego e renda os principais instrumentos para a saída da crise.
Portanto, este governo tem que ter a coragem de adotar medidas que possam mexer na estrutura da economia brasileira, promovendo, efetivamente, as reformas institucionais que tanto o país necessita, aumentando a eficiência do Estado, promovendo uma verdadeira reforma orçamentária, com redução dos gastos públicos e sem aumento de impostos, sendo que o déficit fiscal não pode ser combatido via aumento da carga tributária, pois a sociedade já está estrangulada. Ao mesmo tempo, é preciso sinalizar para o aumento da taxa de investimento público e estímulo e desobstrução ao investimento privado, com diminuição da taxa de juros e desvalorização do Real frente ao dólar, a fim de dar competitividade ao setor produtivo.
Nos últimos anos, a ABIMAQ obteve conquistas importantes para o setor de máquinas e equipamentos, as quais foram capazes de dar algum fôlego à nossa indústria. Nós vamos dar continuidade a esse trabalho, apresentando propostas e cobrando do governo, seja ele qual for, a adoção de medidas que possam trazer efetiva competitividade ao país.
Por isso, estamos motivados e continuaremos engajados em implementar e propor  ações que possam contribuir para a retomada da economia brasileira, além de atuar para ampliar a força e representatividade da ABIMAQ.
Vamos juntos, diretoria, associados e colaboradores, continuar a nossa missão em defesa da indústria de máquinas e equipamentos!
João Carlos Marchesan, Presidente Conselho de Administração, ABIMAQ / SINDIMAQ

 

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Julio Molinari_ Presidente da Danfoss na América Latina* Por Julio Molinari

Não bastassem as consequências da crise econômica pela qual o Brasil atravessa, fatores como elevada carga tributária, precárias estruturas logísticas para recebimento de matéria prima e escoamento de produtos, limitações da capacitação profissional e, sobretudo, a baixa eficiência de processos comprometem significativamente a produtividade e a competitividade da indústria brasileira.

Nas indústrias de processos, a eficiência não só é um diferencial, mas uma questão de sobrevivência, pois se as empresas não investirem em eficiência, podem ter perdas em torno de 30%. A ineficiência no sistema acarreta indisponibilidade, falhas de equipamentos, paradas não programadas, setups extras de máquinas, tempos inativos, redução da velocidade, além de perdas e rejeitos.

A tendência para otimizar os processos é aumentar a inteligência de automação embarcada nas máquinas, tornando-as mais autônomas em manutenção e inspeção. Isso inclui a adoção de novas tecnologias, como equipamentos eletroeletrônicos e softwares para controle de processos, que geram aumento da produtividade, bem como ganhos com eficiência energética.

A digitalização é o próximo passo para a indústria entrar em um novo patamar tecnológico. Em maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou a primeira pesquisa nacional sobre o uso de tecnologias digitais relacionadas à era da Manufatura Avançada, conhecida como Indústria 4.0, cujo termo refere-se à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor nos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso.

De acordo com o levantamento, feito com mais de duas mil empresas de todos os portes, a maior parte dos esforços realizados pelas indústrias no Brasil, no que se refere à adoção de tecnologias digitais, concentra-se nos processos industriais: 73% dos consultados afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital na etapa de processos, 47% utilizam na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e somente 33% o fazem em novos produtos ou negócios.

A pesquisa da CNI mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que ela pode ter na competitividade. Em outros países onde a indústria 4.0 está mais avançada, já se registra aumento da produtividade, redução de custos de manutenção de equipamentos e do consumo de energia e aumento da eficiência de modo geral.

Por outro lado, o alto custo de implantação é a principal barreira interna para 66% das empresas. Neste sentido, há uma necessidade para que o governo exerça o seu papel de promover a infraestrutura digital, investindo e estimulando a capacitação profissional, além de criar linhas de financiamentos específicas.

* Julio Molinari é presidente da Danfoss na América Latina

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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