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Pela primeira vez a Dystray, empresa que atua no mercado desde 1985 no ramo de injeção em termoplásticos, ferramentaria e desenvolvimento de produtos, participa como âncora de rodada de negócios, anteriormente, só apresentavam seus produtos na condição de ofertante.

Segundo Eduardo Paes, diretor da empresa, o retorno deste tipo de evento é de médio prazo. Para o executivo, eventos como Rodada 10 propiciam contatos e parcerias nas quais o âncora estuda os fornecedores e clientes, levando em contas exigências técnicas, o que faz do processo de seleção mais analítico.

“O segmento da Dystray necessita de empresas sólidas e com grande capacidade técnica. Vimos na Rodada 10 uma oportunidade perfeita para localizar fornecedores com essas características”, afirma Paes.

Por sua exeperiência em dinâmicas como esta, a Dystray avalia a postura ideal de um ofertante durante as reuniões. Acreditam que ações naturais, sem forçar uma situação que não é real à empresa, são diferenciais de abordagem. Mostrar uma predisposição para solução de problemas também é um ponto forte.

Comentando o momento atual da empresa, Eduardo Paes interpreta como uma fase de reestruturação,“Passamos por um momento de desequilíbrio com a crise mundial mas nos estruturamos e traçamos novos objetivos com prazos e metas ponderadas, com apresentação de novos produtos e investimento no marketing.”

O Evento

Rodada 10 tem o objetivo de fomentar negócios aproximando empresários da indústria. Profissionais qualificados do setor industrial, representando 220 empresas com faturamento aproximado de R$ 6 bilhões, estarão reunidos no dia 31 de agosto de 2010, no Clube Banespa (Av. Santo Amaro, 5355, São Paulo, SP), em sessões de negócios para fomentar parcerias de curto, médio e longo prazos.

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Com 100 anos de história documentada o Grupo Bambozzi comemora sua trajetória com ações voltadas ao constante crescimento da empresa

Quando os irmãos Bambozzi, imigrantes italianos, iniciaram a primeira oficina de reparos em carroças, carroções e implementos básicos para a agricultura não imaginavam que iriam alcançar seu centenário, como “empresa orgulhosamente brasileira”. Para compartilhar a trajetória destes 100 anos a empresa investiu em um vídeo institucional comemorativo que relata a história em uma retrospectiva com imagens e depoimentos, desde a sua criação até os dias de hoje.

O roteiro conta a história detalhadamente, desde 1910, zona rural de Matão, interior de São Paulo, quando a Bambozzi iniciou suas atividades. Percorrendo década por década o espectador faz uma verdadeira viagem no tempo, como na década de XX, em plena época de industrialização que o mundo passava, na qual a empresa fabrica os primeiros aparelhos frigoríficos do país: balcões, geladeiras e geradores de energia elétrica.

Ou como durante a 2ª Guerra Mundial, 1939, quando a Bambozzi precisou se reinventar. O gás sulfuroso, presente na fabricação de geladeiras, foi proibido em todo mundo. Neste mesmo ano, com a descoberta do primeiro poço de petróleo do país em Salvador/BA, a empresa firmou parceria com a Petrobrás. No final da guerra, 1945, a Bambozzi entra em uma nova era, reconhecida mundialmente com o advento da máquina de solda e alternadores.

As máquinas Bambozzi foram responsáveis por grandes obras brasileiras: Construção de Brasília (1956), refinaria de Duque de Caxias(1ª do Brasil – 1961), Ponte Rio-Niterói(1968), Usina de Itaipú(1971), linha do Metrô de São Paulo Jabaquara-Santana(1974), Gasoduto Brasil-Bolívia(1999) e Jogos Panamericanos no Brasil, no Rio de Janeiro(2007). Desde então, a empresa acompanha as tendências de mercado, se adaptando às mudanças que o mundo atravessa.

Hoje o Grupo mantém 41% do mercado de soldas e 75% de lembrança de marca entre os consumidores, que através de pesquisas comprova ser líder no segmento. Para 2015 a meta é alcançar 50% deste mercado.

Pensando na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, ambos eventos esportivos que terão sede no Brasil, a empresa se prepara para dar estrutura e suporte às futuras construções com toda sua linha de produtos que atendem este segmento. “Hoje somos os maiores fornecedores de máquinas para a Petrobrás”, dia Marcos Pavarina, gerente de marketing da empresa, quanto se refere a constante evolução e cobertura de mercado do Grupo Bambozzi.

No setor de eventos a empresa tem presença marcada com seus produtos e lançamentos nas feiras Mecânica, Feimafe, Agrishow, Movimat e Metalmecânica.

A Bambozzi, empresa de administração familiar, se orgulha de não depender de capital estrangeiro, mesmo nos períodos de crise e promete grandes investimentos na área de marketing e publicidade para este ano.

Em comemoração ao centenário, a empresa selou parceria com o Sport Club Corinthians Paulista (que também completa 100 anos em 2010) e tem participação prevista para setembro em comerciais televisivos. “O sonho não é sonho, tem que ser realidade” é a frase de Wagner Bambozzi, conselheiro administrativo do Grupo que define os próximos 100 anos da empresa.

 Acesse o site e assista o vídeo : http://www.bambozzi.com.br/inst_bamb_hd.wmv

Por Tatiana Gomes

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A área de automação industrial da Siemens celebra 30 anos de criação do primeiro modelo do Sistema Digital de Controle Distribuído (SDCD) da empresa, o TELEPERM M. A solução foi desenvolvida na década de 80 para suprir as necessidades de controle e operação das indústrias de processo. O DCS evoluiu e se transformou no SIMATIC PCS 7 – Process Control System 7.

O equipamento atende de forma mais abrangente, aberta e econômica todas as demandas de automação de processo, de acordo com o conceito de Automação Totalmente Integrada (TIA) da Siemens. A solução é capaz de oferecer um sistema baseado em componentes padronizados do portfólio SIMATIC – voltado para atender todas as demandas da indústria.

Com o SDCD SIMATIC PCS 7, desenvolvido em 1997, tornou-se possível a integração de sistemas de controle de processo e energia, incluindo a instrumentação de campo, os centros de controle de motores (CCMs) inteligentes, sistemas instrumentados de segurança (SIS) e os dispositivos de média tensão. A partir daí, a automatização das fábricas ficou mais completa e simples, aumentando a visibilidade geral do processo produtivo para os níveis de gestão.

A solução apresenta um sistema moderno de visualização, controle e operação de processo, com funcionalidades como gerenciamentos de ativos, de alarmes, de energia e controle avançado, além de permitir que cada cliente configure o SDCD de forma personalizada.

“Ao longo desses 30 anos, a Siemens conquistou clientes mundiais e nacionais dos segmentos petroquímico, químico, óleo & gás, metalúrgico, mineração, papel & celulose, farmacêutico, alimentos e bebidas, além de outros importantes mercados. São cerca de 10 mil sistemas instalados no mundo e mais de 100 referências no Brasil”, afirma Carlos Fernando Albuquerque, gerente de Marketing Regional para a América do Sul.

História da automação

Há 30 anos, o SDCD TELEPERM M tinha como função principal controlar processos contínuos e de grande escala, melhorar a produtividade industrial, diminuir custos de produção e aperfeiçoar a qualidade dos produtos, operações e segurança. Com uma arquitetura clássica SDCD composta por controladores, rede de comunicação e estações de operação Siemens, o sistema controlava e supervisionava as operações de produção de unidades de processo de forma distribuída, independente e integrada, com alta disponibilidade e confiabilidade, com instalações em operação até os dias de hoje.

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Como tirar proveito de uma feira?

Icone Economia, Evento | Por Erica em 13 de julho de 2010

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Estande padrão da revista P&S

A edição de julho da revista “Pequenas Empresas Grandes Negócios” traz uma reportagem bastante curiosa sobre as feiras setoriais. Apesar da matéria usar como referência uma feira de varejo, algumas lições são universais quando o assunto é extrair ao máximo uma participação num evento como esse.

Ao ler a reportagem na íntegra (leia no site da publicação, aqui), tomei a liberdade de copiar parte dela, a qual reproduzo abaixo com algumas observações:

Para os marinheiros de primeiro estande que querem participar de feiras de vendas, algumas dicas importantes para não investir em vão. Primeiro é preciso ter foco e escolher o melhor evento para o seu produto, sempre levando em consideração os gastos. “É impossível logística e financeiramente participar de muitas feiras”, diz o consultor Fernando Lucena.

Leia-se: Qual será o seu objetivo em determinada feira? Há estratégia?

Lembre-se de que o cliente está ali para se atualizar e conseguir novos contatos comerciais. Para isso, um estande que se destaque é um diferencial. “Vale fazer sorteios, oferecer brindes e promoções, mas não pode ‘viajar na maionese’ e querer algo inexequível, como contratar o ator Thiago Lacerda para um desfile quando o cachê dele vai ser uma grande parcela do valor das vendas feitas no próprio evento”, afirma Lucena.

Ou seja: aposte em ações pontuais que atraiam os visitantes, mas não extrapolem o orçamento para aquela feira.

Na hora de vender, esses eventos ainda seguem o formato tradicional de sentar, conversar e fazer negócios. “Para vender bem nessas feiras é preciso contar com uma equipe objetiva e que tenha sido previamente treinada, para que com algumas perguntas saiba exatamente o que o cliente em potencial quer”, afirma o consultor do Grupo Friedman. Nada de atendentes fazendo o conhecido “corpo mole” ou apenas entregando panfletos e informações padrão.

Não importa se você vai entrar para vender ou fazer marketing. No fim, estar cercado de pessoas rápidas e capazes acaba fazendo a diferença. “Acho que o maior pecado que existe nesse tipo de evento é a falta de cuidado com o treinamento das pessoas que vão trabalhar no estande. Os possíveis clientes não estão ali para perder tempo, então você precisa de uma equipe ágil.”

Não esqueça: é preciso capacitar e treinar os colaboradores/expositores que estarão no estande. Eles são o cartão de visita da sua empresa.


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A Feira Internacional da Mecânica, encerrada no sábado (15), em São Paulo, serviu de cenário para que a equipe comercial da Messe Brasil amarrasse a comercialização da Intermach 2011.

“O desempenho positivo do setor de máquinas e equipamentos no primeiro trimestre de 2010 e o bom momento da economia tendem a ampliar o investimento das indústrias em eventos e ações de divulgação das marcas, o que deve refletir positivamente nos números da Intermach 2011”, comentou Richard Spirandelli, gerente de marketing da Messe Brasil, por meio de nota.

A Messe Brasil quer ampliar a presença de empresas de outros países no evento do próximo ano. “Estamos identificando grupos industriais interessados em ampliar sua presença no mercado brasileiro e trazê-los para a feira”, explicou Spirandelli.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o emprego industrial registrou crescimento de 0,7% em março comparado a fevereiro e 2,4% acima do mesmo período de 2009. O setor de máquinas e equipamentos também apresentou crescimento de 0,7% em comparação ao mês anterior, totalizando a abertura de 1.622 postos de trabalho. Se comparado ao mesmo período de 2009, o incremento foi de 2.7%, o que representa mais 6.336 pessoas empregadas. O atual quadro de pessoas com carteira assinada na indústria de bens de capital mecânico em março de 2010 é de 241.335 pessoas.

Portanto, meus  amigos, preparem-se para os próximos eventos.

Intermach 2011 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metal-mecânica
Data: de 12 a 16 de setembro de 2011
Local: Expoville – Joinville/SC

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Empresa de matriz americana, subsidiada em Guarulhos-SP, a Hypertherm teve forte representação nesta edição da Feira Internacional da Mecânica. A Oxipira, Oxibras, White Martins, Messer, Oximaq, Tectronix, Ferramentas Gerais, Alumaq, Suasolda e Unistamp, todas distribuidoras da Hypertherm, expuseram suas linhas de produtos.

“Mesmo sem estande nossa empresa esteve presente na feira através do plano de comunicação em parceria com os distribuidores, reforçando a marca Hypertherm no mercado “, esclarece Fernanda Lemos, especialista em marketing da empresa. As vendas mais significativas na feira até agora são as linhas powermax e a hyperformance.

A empresa projeta e fabrica plasma e sistemas de corte para uso na indústria. Possui uma linha de produtos que inclui sistemas de plasma manual, mecânico e de consumo, assim como o movimento CNC e controles de altura.(Tatiana Gomes)

 

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“Viver para melhorar o que já existe”, diz Tiago Apipi, gerente de marketing, reafirmando o lema da Atlasmaq. Com uma gestão de perfil inovador, arrojado e com um grupo de  jovens executivos, os quais grande parte estão na faixa de 30 a 45 anos, a empresa aposta em dinâmica, acertividade nos negócios e fidelização de clientes através de suporte técnico de qualidade .

A Atlasmaq deixa sua marca na mídia regularmente, veiculando seus produtos sempre acompanhados por depoimentos de seus clientes, mostrando sua satisfação e afirmando assim sua confiabilidade. A empresa busca trabalhar esta postura como um diferencial no mercado industrial, captando novos clientes com uma estratégia de vendas agressiva, porém flexível, segundo Tiago Apipi.

Produtos: Os principais produtos da Atlasmaq são as fresadoras ferramenteiras, as guilhotinas e os tornos automáticos. Os lançamentos nesta edição da feira da Mecânica são as mandrilhadoras . A empresa também fabrica uma linha de tornos CNC, tornos mecânicos , afidoras, geradoras de engrenagens, entre outros.(Tatiana Gomes)

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O Lapp Group, empresa com matriz alemã, fabricante de cabos, acessórios e conectores, marca sua estreia na Feira da Mecânica 2010. Possui escritório no Brasil com 12 pessoas e  já sente a boa aceitação de seus clientes, fabricantes de máquinas industriais. A intenção da empresa no evento é divulgar seus produtos, criar parcerias e buscar novos negócios. “Conseguimos expor só este ano. Aqui é muito disputado. É difícil conseguir espaço nesta feira”, afirma Luciene Romandini, responsável pelo marketing no escritório do Brasil.

O carro-chefe da Cabos Lapp é a linha Ölflex de cabos de ligação e controle: Ölflex Servo 709 CY UL/CSA, Ölflex Servo FD 760 CP/770 CP, EPIC H-B 10 AGS-LB, EPIC CIRCO LS1. A empresa produz também as linhas HITRONIC-Condutores de fibra ótica, SILVYN-Sistemas de proteção e guia para cabos, EPIC-Conectores industriais, UNITRONIC-Linha de dados, SKINTOP- Prensas-cabo, FLEXIMARK-Sistemas de indentificação e ETHERLINE-Componentes para tecnologia de redes ativas.

Grande – Por ser a primeira participação na Feira Internacional da Mecânica do Lapp Group, a expectativa é grande. “Estamos deixando que nossos clientes nos conheçam primeiro e vejam nossos produtos” afirma Luciene Romandini. (Tatiana Gomes)

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A Merax, empresa importadora e distribuidora de máquinas e equipamentos para os setores petrolífero, químico, metalúrgico e de engenharia de montagens industriais, acompanha a retomada do mercado e acredita que a Feira da Mecânica reflete bem este momento. A direção da empresa estima faturamento em torno de R$ 1 milhão, com a feira este ano.

Para o gerente de marketing da Merax, Luiz A. Lacreta, o público está mais objetivo em suas buscas, são mais profissionais e exigem maior qualidade e especificações técnicas mais precisas: “ Em 2008, havia muita euforia, o público procurava mais novidades, sem um foco específico”.

O executivo observou, ainda, aumento significativo do número de pessoas do Norte e Nordeste do Brasil, que procuraram o estande nestes três dias, e crê que seja em função dos investimentos e incentivos realizados pelo governo federal em 2010.

A Merax lança a rosqueadeira portátil MX-02 C composta por material mais leve e a linha de desentupidoras industriais: CQ – 75, GQ – 200 e GQ – 600 e domésticas, de uso manual, com ou sem furadeira acoplada para tubulações de até 75 mm. (Tatiana Gomes)

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Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo, ACSP, e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela internet, principalmente as da indústria e do atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).

Negócios pela internet:

O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente. Gráfico abaixo:

A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra. Gráfico abaixo:

As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:

· Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.

· Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.

· Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).

SELO DE SEGURANÇA:

A ideia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:

E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi . Gráfico abaixo:

Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail. Gráfico abaixo:

Presença na web:

60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores. Gráfico abaixo:

· Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.

· Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.

· Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses.

Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:

Metodologia e amostragem:

47% dos respondentes eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:

- 00 a 19 funcionários = Micro

- 20 a 99 funcionários = Pequena

-100 a 499 funcionários = Média

- 500 ou mais funcionários = Grande

Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de micro a empresa de grande porte, dos segmentos: indústria, construção, serviços, varejistas, atacadistas e instituição financeira.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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