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autoRepresentantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil – desembarcaram no último dia 12 na Europa com a missão de visitar empresas fabricantes de autopeças e componentes de alta tecnologia a fim de atrai-las para a cadeia de produção do segmento de veículos premium no Brasil. As companhias a serem visitadas foram mapeadas pela própria agência, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e indicadas por Audi, BMW, Jaguar Land Rover e Mercedes-Benz, cujos projetos de fábrica já estão a todo vapor em solo brasileiro.

Para detectar as possíveis empresas a estabelecerem fábricas ou expandir operações no País, a Apex identificou junto às montadoras deste segmento os gaps na produção nacional e quais poderiam ter demanda agregada suficiente que interessasse a indústrias a abrir uma fábrica no Brasil. Entre as partes identificadas estão pneus, baterias, sistemas de injeção e componentes de segurança veicular.

“Ao abordar essas empresas da cadeia de automotiva premium, queremos reduzir os custos da indústria brasileira e aumentar sua competitividade frente a outras no mundo que já se consolidaram como grandes exportadores neste segmento”, explica David Barioni Neto, presidente da Apex-Brasil.

A missão liderada pela Apex prevê visitas a empresas de autopeças no Reino Unido, entre os dias 12 e 18, e na Alemanha, de 19 a 23 de outubro com o objetivo de apresentar as possibilidades de preencher lacunas da cadeia de fornecimento local.

Enquanto o mercado de carros de passeio em geral amargou perdas de 0,8% em média por ano entre 2010 e 2014, os veículos premium aumentaram suas vendas em 17,5% no mesmo período. O setor responde hoje por apenas 2% do total de vendas de automóveis no Brasil, mas especialistas da Apex-Brasil defendem o potencial do mercado brasileiro e a possibilidade de aumentar esse porcentual, e citam o México como exemplo, onde os modelos de luxo têm participação de 6% do mercado de veículos de passeio. A agência também cita o dado de que o número de pessoas das classes A e B no Brasil mais que dobrou em 11 anos, subindo de 13,3 milhões em 2003 para 27,1 milhões em 2014.

Fonte: Automotive Business

 

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A ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas-Ferramenta e Equipamentos Industriais) considera positiva a decisão do Governo de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as montadoras que aumentarem o conteúdo nacional, elevarem investimentos e produzirem veículos inovadores, anunciada no Plano Brasil Maior. Pela nova política industrial, os projetos da indústria automobilística que contemplarem estas exigências poderão ter a alíquota reduzida até julho de 2016. “A decisão atende o setor de autopeças, que é parte importantíssima da cadeia de produção. Será um estímulo efetivo para os empresários voltarem a investir em bens de capital e em meios de produção”, afirma Ennio Crispino, presidente da ABIMEI.  

 Os importadores de máquinas-ferramenta dependem majoritariamente do setor de autopeças e também vinham sofrendo os efeitos da importação de peças acabadas pelas montadoras. “O ritmo de produção do setor de autopeças reflete-se imediatamente no desempenho do nosso próprio segmento, que depende em pelo menos 60% dos fornecedores de peças para a indústria automobilística”, diz Crispino.

 Outra medida da nova política industrial destacada pelo presidente da ABIMEI diz respeito à fiscalização das importações na alfândega, que será intensificada com a atuação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), que terá livre acesso aos portos e aeroportos para testar a qualidade dos produtos importados. “Achamos a medida positiva, mas tememos pelo aumento da morosidade na liberação das importações”, pondera Crispino.

 Atualmente, as máquinas já demoram em torno de sete dias até serem liberadas, de acordo com o presidente da ABIMEI. Com uma etapa a mais na fiscalização, este prazo pode ficar maior. “A ABIMEI sempre defendeu as boas práticas na importação de quaisquer bens ou produtos, por isso nos consideramos aptos a contribuir com o INMETRO na formulação das regras que serão adotadas”. Crispino lembra que a entidade já mantém representantes nas comissões de tubos e conexões e de prensas do INMETRO e pode colaborar com o órgão normalizador nesta nova função. “Continuamos à disposição do Governo para colaborar no que for necessário. Nosso interesse é o mesmo do empresário brasileiro: aumento da produtividade e da eficiência da indústria nacional. Queremos estreitar ainda mais este relacionamento”, afirma.  

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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