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abimaq3A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas – apoia incondicionalmente a aprovação da  MP.868, que trata da questão do Saneamento Ambiental. A MP permitirá a facilitação da participação da iniciativa privada nos serviços de Saneamento no País. O relatório  do senador Tasso Jereissati, que conta com apoio do Governo Federal, aprovado dia 7 de maio traz um enorme potencial a este setor que, hoje, deixa de atender a mais de 100 milhões de brasileiros, e condena à morte cerca de 6.000 recém-nascidos por ano.
Com a abertura do mercado (atualmente 94% concentrado por empresas públicas), será possível atrair investimentos da ordem de R$60 bi por ano – contra cerca de R$10bi investidos atualmente. Este volume de recursos será suficiente para, até 2033, universalizar o saneamento básico no Brasil, gerando mais de 700 mil empregos.

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europeanA BASF apresentou novas matérias-primas para a indústria de Tintas & Construção, durante a European Coatings Show 2019 (ECS), realizada em Nuremberg, Alemanha.  A ampla gama de produtos da empresa inclui dispersões, resinas, aditivos de formulação e de performance, pigmentos, endurecedores, agentes de cross-linking e solventes reativos.

 

“Nossos clientes da indústria de tintas e revestimentos enfrentam diversos desafios devido à constante mudança do contexto mercadológico, tais como novos requisitos do consumidor final e novas exigências de sustentabilidade. A exposição ECS é uma boa oportunidade de mantermos o diálogo próximo com os nossos clientes a respeito de necessidades do mercado e impulsionar a inovação”, explica Christoph Hansen, chefe da unidade de negócios Resinas e Dispersões da BASF Europa. A feira foi realizada no final do mês de março.

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automacaoA indústria 4.0 já é uma realidade em todo o mundo. Fábricas de diversos setores já procuram novas maneiras de integrar as informações do “chão de fábrica” aos sistemas corporativos, com o objetivo de garantir maior qualidade e produtividade no dia a dia e também melhor gestão na manutenção.

No segmento de máquinas-ferramenta, a Mitsubishi Electric  já faz isso com o Comando Numérico Computadorizado (CNC) por meio de tecnologias aplicáveis a indústria 4.0, como no caso a Interface MES (Manufacturing Execution System) e também com o protocolo MT Connect.

“Esses equipamentos podem ser integrados aos sistemas de Gestão de Tecnologia da Informação das empresas, com o objetivo de ajudar líderes a monitorarem, em tempo real, o status da produção, ajudando a aumentar ainda mais a inteligência nas empresas no dia a dia”, afirma Eduardo Miller, Engenheiro de Aplicação da Mitsubishi Electric.

Com uso predominante na indústria automotiva, esse equipamento ainda tem grande espaço para se expandir no Brasil. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o percentual de indústrias do país que utilizam pelo menos uma tecnologia digital passou de 63%, em 2016, para 73%, em 2018 e deve continuar crescendo nos próximos anos.

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Paulo-de-Godoy_Pure-Storage-Brasil-sitepor Paulo de Godoy*

Os dados são um catalisador para o crescimento e inovação, com o poder de transformar a maneira como uma empresa opera e atende seus clientes. No entanto, o grande volume de dados gerados atualmente cria uma sobrecarga nas organizações e a velocidade com que são gerados não está sendo acompanhada por um processo e por uma análise profunda.

Para colocar isso em contexto, de acordo com a IDC, o volume de dados gerados pela Internet das Coisas (IoT) será tão grande em 2025 quanto a quantidade total dados criados em 2020. Diante desse cenário, qual é a solução ideal para processar e analisar essa quantidade de dados? É aqui que a Inteligência Artificial (IA) pode ajudar.

Os dados são tão essenciais para as operações que um estudo recente que fizemos em parceria com o MIT Tech Review Insights constatou que 82% dos líderes empresariais acreditam que a Inteligência Artificial será um fator de mudança na forma como pensam e processam os dados.

Sem dúvidas, a IA pode ajudar as organizações a obter o máximo dos dados, porém, muitos mitos que a envolvem precisam ser dissipados. Esta é uma oportunidade estratégica para o canal trabalhar com seus clientes e ajuda-los a se livrar de qualquer equívoco ou relutância em relação à implementação da tecnologia.

Mito 1: Inteligência Artificial é uma tecnologia futura

Inteligência Artificial não é um conceito futurista ou material de ficção científica. Ela nos envolve aqui e agora. No entanto, os clientes podem ter dificuldades na hora de pesquisar, como encontrar uma lacuna de aplicativos de ponta e terminologia científica que não é baseada na realidade. Para combater isso, o canal deve ser capaz de demonstrar os casos de uso real que já estão entregando resultados nas empresas.

Nosso estudo com o MIT mostrou que 37% dos líderes apontaram os recursos e o talento como uma barreira à adoção de tecnologias de inteligência artificial e com a escassez de habilidades tecnológicas amplamente divulgada, essa é uma questão que parece não desaparecer em breve.

Para resolver isso, o treinamento começa em casa. Os revendedores de canal devem garantir que suas equipes sejam totalmente treinadas e conhecedoras da Inteligência Artificial, para que possam orientar os clientes na tomada de decisões. O treinamento de equipes específicas de IA deve começar agora para atender aos clientes a curto e longo prazo. Obtenha equipamentos para o seu laboratório e dê a sua equipe experiência prática. Nesses times deve haver pessoas que possam comunicar os benefícios das tecnologias em vários níveis, seja para o C-Suite, o gerente de TI ou até mesmo para um cientista de dados.

Mito 2: Percepção de Hollywood vs. Realidade

A percepção da IA é frequentemente derivada de como é apresentada na mídia. Tome como exemplo os filmes de Hollywood: a noção de uma “revolução dos robôs” contribui para que as pessoas pensem duas vezes antes de explorar as possibilidades da Inteligência Artificial. Na realidade, o termo é usado hoje para tratar de tecnologias como automação, Machine Learning Deep Learning. É o que estamos vendo hoje nas indústrias de impacto, eliminando tarefas que consomem tempo e permitindo que as empresas processem grandes quantidades de dados na velocidade da luz.

A IA está sendo usada, por exemplo, para realizar diagnósticos e análises de grandes quantidades de dados em segundos, ao invés dos dias que o ser humano levaria, ajudando a encontrar cura para doenças antes consideradas incuráveis. Existem inúmeros exemplos de uso de IA que têm um impacto positivo em quase todos os setores. A IA também está ajudando as seguradoras a analisar imagens de carros acidentados ou danos à propriedade para fornecer uma estimativa instantânea de um sinistro e os fornecedores de varejo estão aplicando a inteligência artificial ao vídeo para reconhecer e entender melhor o comportamento do cliente.

Os parceiros de canal devem ser capazes de demonstrar a realidade da IA, automação e Machine Learning e os benefícios que elas podem trazer para os negócios. Configurar um laboratório de demonstração aos clientes é uma ótima maneira de fazer isso. Somente quando as empresas puderem ver casos de uso real e as implicações dessas tecnologias no dia-dia, elas estarão inclinadas a adotá-las. Ter o senso prático de como as tecnologias de IA realmente funcionam também ajudará os líderes de negócios a vender os benefícios de volta à força de trabalho mais ampla.

Mito 3: Substituição de Emprego

Para muitos, o tópico da Inteligência Artificial desencadeia automaticamente o medo da substituição de empregos. Um exemplo é o estudo realizado pelo Centre for London, alertando que quase um terço dos empregos na cidade tem o potencial de ser realizado por máquinas nos próximos 20 anos. Enfrentar as questões e a resistência dos trabalhadores preocupados com esse tópico poderia criar outra barreira para a adoção da IA.

No entanto, onde há desafios, também há oportunidades, e a conversa precisa se afastar da “substituição” para a “evolução” do trabalho. Os líderes e os trabalhadores precisam se concentrar em como a inteligência artificial pode aumentar e melhorar suas funções – e é nesse ponto que o canal pode desempenhar um papel importante. Os revendedores podem oferecer programas de educação e treinamento sobre as novas tecnologias, não apenas para garantir que os negócios possam usá-las tecnologias em todo o seu potencial, mas também para suprimir quaisquer preocupações que envolvam a inteligência artificial. São esses tipos de serviços que posicionarão os revendedores como verdadeiros parceiros de negócios.

Enfim, a Inteligência Artificial chegou e está gerando um impacto positivo. Com tantas oportunidades quanto desafios (como acontece com qualquer nova tecnologia), muitos líderes estarão olhando para seus parceiros de canal para orientá-los. Se os revendedores puderem conscientizar seus clientes sobre os benefícios da IA, demonstrar seus impactos reais e se comunicar com qualquer nível de uma organização, eles se tornarão um parceiro confiável e altamente estratégico para ajudar as empresas em sua jornada de transformação digital.

*country manager da Pure Storage no Brasil

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Indústria 4.0: Motor do desenvolvimento

Icone Análise,Artigo | Por em 26 de novembro de 2018

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Liliane Bertoluci

Liliane Bertoluci

*Por Liliane Bortoluci

O estudo da Confederação Nacional da Indústria, “Indústria 4.0 e Digitalização da Economia” estima que, caso o Brasil mantenha a taxa média de crescimento do Produto Interno Bruto registrada na última década (1,6%), levará mais de meio século para alcançar o PIB per capita dos países desenvolvidos.

Para reduzir esse prazo, a entidade calcula a necessidade de, no mínimo, dobrar o PIB brasileiro nos próximos anos e, para que isso aconteça, é preciso ampliar – ou, pelo menos, não reduzir – o potencial de expansão da indústria. “A indústria tem o poder de estimular outros setores, além de ser um dos principais agentes da inovação tecnológica”, diz o estudo.

A solução passa indiscutivelmente pelo avanço da Indústria 4.0. Também chamada de Manufatura Avançada, Indústria do Futuro e Fábrica Inteligente, a Indústria 4.0 se caracteriza pela integração dos processos de produção com o ambiente virtual, por meio de modernas tecnologias, como Comunicação Máquina-Máquina, Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Armazenamento em Nuvem, Robótica Avançada e outras.

“O desenvolvimento da Indústria 4.0 tem sido fundamental nas estratégias de empresas líderes e na política industrial das principais economias desenvolvidas. A incorporação de tecnologias digitais é essencial para o aumento da produtividade e, consequentemente, para o crescimento do País”, alerta a CNI.

Tendo em vista que o desenvolvimento da Indústria 4.0 está no centro das estratégias de política industrial dos países desenvolvidos e da necessidade do Brasil em agilizar esse processo para diminuir o gap de competitividade no mercado internacional, o estudo, que integra um conjunto de documentos entregues pela CNI aos candidatos à presidência da República, faz algumas recomendações.

Entre elas: priorizar políticas de difusão e indução à adoção de novas tecnologias, disponibilizar mecanismos específicos para promover o desenvolvimento tecnológico, ampliar e melhorar a infraestrutura de telecomunicação (em especial a banda larga), aperfeiçoar os aspectos regulatórios que afetam o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil, facilitar a articulação entre os órgãos públicos responsáveis pelas políticas ligadas à Indústria 4.0 entre si e também com o meio empresarial.

Em que pese a urgência dessas medidas e muitas outras que têm por finalidade destravar o avanço da Indústria 4.0 no Brasil, é vital ressaltar que a iniciativa privada vem fazendo sua parte para “democratizar” o acesso à grande parte da tecnologia necessária.

Quem visitou a última edição da Feimec (Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos), em abril, pôde constatar o quanto a evolução das plantas fabris para os conceitos da Indústria 4.0 é viável. O Demonstrador de Manufatura Avançada em operação naquela feira foi desenvolvido pela ABIMAQ e um notável grupo de parceiros (públicos e privados) em apenas três meses, com equipamentos e sistemas disponíveis no Brasil e acessíveis a todos os segmentos.

A Robótica Avançada é uma das principais tecnologias da Indústria 4.0. Os robôs colaborativos tiveram forte presença não só no Demonstrador, mas também nos estandes de diversos fabricantes. Diferente dos modelos convencionais, que precisavam fazer uma única ação repetidas vezes, na Robótica Avançada os robôs são programados para executar diferentes tarefas simultaneamente.

Mais seguros e versáteis, eles desempenham funções no mesmo ambiente e até interagindo com os profissionais em diferentes áreas da indústria, sem necessidade de isolamento por cercas e proteções.

Grande parte dos fabricantes que estiveram na Feimec participa no próximo ano da EXPOMAFE, em maio, no São Paulo Expo, que tem a Automação Industrial entre seus focos principais (juntamente com as máquinas-ferramenta). Mais uma vez, o que se espera é uma exposição da mais alta tecnologia, num ambiente propício à negociação com grandes marcas nacionais e internacionais.

Há um longo e árduo caminho para o nosso País percorrer na corrida dos mercados mundiais e o novo governo, seja qual for, precisa estar sensível às demandas por uma política de desenvolvimento industrial que ajude a diminuir nossa desvantagem. Do lado de cá, estamos fazendo nossa parte para que a tecnologia chegue mais rápido, para mais empresas e nas melhores condições.

Do lado de cá, estamos fazendo nossa parte para que a tecnologia chegue mais rapidamente, para mais empresas e nas melhores condições, por meio do nosso canal de marketing digital, que mantém contato com o setor consumidor de máquinas-ferramenta e robôs durante os 365 dias do ano.

*Diretora da Informa Exhibitions, promotora da EXPOMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial.

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pensecomcalmaEra o ano de 1998. O Mossad Israelense precisava de ajuda em um projeto ultrassecreto o qual não tinha conhecimento técnico para realizar. Foi solicitada a ajuda do General de Brigada da unidade especial 8200 – a máquina de inovação de Israel. O desafio: não havia tempo hábil para desenvolver uma solução, ainda mais para algo tão complexo e com impacto direto na segurança nacional.

O General de Brigada se manifestou: “Nós temos uma solução para este problema e ela tem nome: Daniel Schnaider.”

Os membros das forças especiais do exército israelense foram treinados para resolver os desafios mais complexos e mais urgentes de uma nação em constante perigo existencial. Pense com calma, aja rápido é a essência da nossa metodologia, nossa forma de pensar e agir. Não se trata de algo de outro planeta, mas de uma forma diferente de raciocinar e executar, o que fará maravilhas por você e pela organização.

O Exército de Israel, mais especificamente sua unidade de inteligência, desenvolveu ao longo dos últimos 70 anos métodos de gestão avançados para lidar com inimigos que nunca param de evoluir em termos de tecnologia, recursos e estratégias políticas.

Entre 1996 e 1999, Daniel Schnaider teve a oportunidade de se aprofundar nessas técnicas. Tempos depois, adaptou e refinou muitas dessas metodologias para o mundo corporativo ao participar do processo de transformação de dezenas de empresas, ONGs e órgãos governamentais, e os resultados têm sido surpreendentes.

O livro “Pense com calma, aja rápido” é o resultado de mais de 20 anos de trabalho, pesquisa e desenvolvimento sobre as ferramentas mais eficientes para a gestão de organizações nesta nova era da revolução industrial.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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