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Abemi tem novo presidente

Icone Mudança, novidade | Por Erica em 30 de abril de 2010

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Em 30 de março último foi eleito, em chapa única, para ocupar a cadeira de presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial, Abemi, para gestão 2010/2012 o empresário Carlos Maurício Lima de Paula Barros. A defesa do “conteúdo nacional” em projetos de infraestrutura e o investimento na qualificação da mão de obra são as duas principais bandeiras da diretoria eleita. “Um das missões da Abemi é contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país. E o fortalecimento da engenharia industrial brasileira, assim como a formação de capital humano em todos os níveis têm muito ver com esse compromisso”, justifica Carlos Maurício.

Conheça a nova diretoria da ABEMI

Diretor Presidente: CARLOS MAURÍCIO LIMA DE PAULA BARROS – Empresa Brasileira de Engenharia S.A. – EBE

Diretor Vice-Presidente: MÁRCIO ALBERTO CANCELLARA – Projectus Consultoria Ltda.

 Diretores de Segmento Econômico

Petróleo e Gás: GUILHERME PIRES DE MELLO – Techint Engenharia e Construção S.A.

Química e Petroquímica: JOSÉ OCTÁVIO L. DE ALVARENGA – Promon Engenharia Ltda.

Mineração e Siderurgia: GABRIEL AIDAR ABOUCHAR – Enconsult Engenharia e Consultoria Ltda.

Energia: TADEU RODRIGUES MAIA – MPE – Montagens & Projetos Especiais S.A.

Papel e Celulose: OSCAR SIMONSEN – Montcalm Montagens Industriais S.A.

Indústrias em Geral: DALTON AVANCINI – Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A.

Diretores de Serviços

Sistema de Gestão: GERSON RICARDI – Construtora Norberto Odebrecht S.A. – CNO

Engenharia: ROBERTO KOCHEN – GeoCompany – Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente Ltda.

Fabricação: CRISTIAN JATY SILVA – Jaraguá Equipamentos Industriais Ltda.

Construção Civil: OTHON ZANOIDE DE MORAES FILHO – Construtora Queiróz Galvão S.A.

Montagem : FRANCISCO ASSIS DE OLIVEIRA ROCHA – UTC Engenharia S.A.

Manutenção: VALDIR LIMA CARREIRO – IESA Óleo e Gás S.A.

Diretores nomeados

Diretor Executivo Funcional AURÉLIO ESCUDERO – ABEMI

Diretor ANTONIO E. F. MÜLLER – AEM Serviços de Engenharia S/C Ltda.

Diretor MARCELO F. C. A. CORRÊA – REMAC Engenheiros e Consultores Ltda.

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Com o início da exploração da camada pré-sal, as demandas, de todos os gêneros, do setor de gás e óleo deverão crescer sobremaneira. Tanto é verdade que, no artigo abaixo, o autor já chama a atenção para a necessidade de mão de obra especializada. Acompanhe!

Prominp, PNQP e formação de mão de obra especializada

Joaquim Passos Maia*

O setor de óleo e gás é o que mais cresce na economia brasileira. Livre da crise e com promessas de investimentos públicos e privados que devem passar dos 200 bilhões de dólares – principalmente devido à descoberta da camada pré-sal – já há alguns anos a área demanda mais profissionais especializados do que o mercado oferece, trazendo à tona a necessidade urgente de formação de mão de obra. De acordo com consultores de recrutamento na área, a falta de talentos é percebida em todo o mundo, e o aquecimento do mercado deve continuar até 2020.

Para preencher essa lacuna foi criado o Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP), em 2006. O plano faz parte do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), criado pelo Governo Federal em 2003 com o objetivo de tornar a indústria nacional de bens e serviços mais competitiva na implantação de projetos de petróleo e gás no Brasil e no exterior.

O PNQP realiza cursos gratuitos em 80 entidades de ensino, distribuídas em 17 estados do país, e já beneficiou cerca de 45 mil pessoas. Estão contempladas 175 categorias profissionais, do nível básico ao nível superior.

Uma empreitada dessa magnitude não poderia sair do papel sem o comprometimento das grandes representantes do setor. O PNQP conta com a participação de nove entidades: ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial; Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP); Associação Brasileira de Consultoras de Engenharia (ABCE); Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB); Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ); Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE); Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (ABITAM); Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

A ABEMI foi escolhida para representar essas entidades na gestão do PNQP. Entre nossas atribuições, estão a verificação de turmas, acompanhamento de freqüência, notas, pagamento de bolsa-auxílio, produção e envio de material didático, vestuário e material escolar e a emissão de certificados, entre outros.

Mas talvez a mais importante atribuição da ABEMI seja mediar a relação entre empresa e escola, adequando o conteúdo programático dos cursos às necessidades do mercado, para permitir que os profissionais formados saiam dos bancos escolares prontos para começar a trabalhar. Tal esforço mostra-se eficaz: em pesquisa recente realizada junto ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged), constatou-se que 81% dos profissionais treinados estão empregados.

A meta da primeira fase do plano é capacitar 112 mil profissionais até março de 2010 para os segmentos de construção e montagem, operação e manutenção, engenharia e construção civil. Com isso, acreditamos que os profissionais e, consequentemente, as empresas que os empregam, poderão acompanhar as exigências e prioridades nos parâmetros das transformações das forças do mercado, que atualmente está vendo simultaneamente a saída gradual do Estado dos vários setores e a abertura do país às tendências globalizantes.

*Joaquim Passos Maia é diretor executivo do Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) pela ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial

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Recente pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), aponta que as empresas brasileiras do segmento de engenharia industrial, em especial do setor de óleo e gás, continuam a crescer e a gerar empregos, e vêem o ano de 2010 com muito otimismo.

De acordo com a associação, o panorama é resultado de uma enquete realizada entre as associadas da Abemi, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes.

Segundo a enquete, 54,84% das empresas ouvidas estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários.

Em relação à situação dos negócios, 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração.

O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado é coerente com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”, analisa.

Confira um resumo das respostas:

Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de Profissionais tem sido mantido?
Aumento 54,84%
Diminuição 16,13%
Estabilidade 29,03%

Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração?
Crescimento 51,61%

Retração 25,81%
Estabilidade 22,58%

Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim 77,42%
Não 22,58%

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Mais boas notícias, felizmente. Desta vez foi o material divulgado pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial, Abemi, que trouxe uma pesquisa bastante otimista. Ao realizar enquete entre suas associadas, a entidade – que reúne 117 das maiores empresas de engenharia, indústrias e construção – obteve o seguinte resultado:

- 54,84% das empresas ouvidas estão contratando e registram um aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários;

- 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento dos negócios, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração;

- 77,42% das empresas consultadas responderam que há possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil: “O resultado é coerente com uma certa paralisia nos segmentos industriais de siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”.

Resumo das respostas

1. Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de nível superior tem aumentado, diminuído ou sido mantido? 
Aumento

54,84%

Diminuição

16,13%

Estabilidade

29,03%

2. A situação do seu negócio é de crescimento ou retração? Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração? 
Crescimento

51,61%

Retração

25,81%

Estabilidade

22,58%

3. Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim

77,42%

Não

22,58%

Setor de atuação das empresas

Consolidado

Engenharia Construção Civil Montagem

34,48%

20,69%

44,83%

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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