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Os preparativos para a 1ª Rodada de Negócios, a Rodada 10, promovida pela Editora Banas e direcionada ao setor industrial, estão a todo vapor. O evento, que acontecerá em 31 de agosto, das 9h às 19h, conta com a parceria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp – Distrital Sul, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai e da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

Com foco na geração de oportunidades e fomento de negócios, profissionais qualificados do mercado industrial participarão de reuniões dinâmicas, nas quais poderão expor seus produtos/serviços e conceitos, explorando a assertividade em seus diálogos.

Entenda melhor a dinâmica deste dia, papel dos participantes, assim como a operacionalização do evento:

- Empresas âncoras participantes: Importantes representantes do mercado industrial, dispostas a firmar relacionamento e fomentar negócios futuros entre as empresas ofertantes. As mesas serão presididas por empresas como Bronzinox, Alptec, Art des Caves, Blantech, Bodycote, Cervera Alpargateria, De Angelis, Debony Usinagem e Precisão, Extramatic, Farat, Giroflex, HGK, IMAB, Inarco, Kron Medidores, Oxigel, Sprimag, Peugeot.

- Os ofertantes: Serão 200 empresas do setor industrial interessadas em oferecer seus produtos e serviços, trocando ideias e conhecimentos. Uma oportunidade de selar parcerias importantes por meio do contato direto com os âncoras, assim como com outras empresas que podem tornar-se clientes e futuros fornecedores.

- Operacionalização: Cada mesa terá 1 empresa âncora e 10 ofertantes. A troca será em forma de rodízio, totalizando, portanto, 11 empresas por mesa.

Em cada reunião as âncoras terão 2 minutos para apresentação. Ofertantes contarão com 1 minuto para divulgar de forma clara e objetiva seus produtos e serviços. Tanto ofertantes como âncoras poderão distribuir seus cartões de visita e materiais publicitários, se assim preferirem.

Sendo assim, a duração de cada rodada será de 12 minutos. Antes do início das atividades, todos os participantes receberão um roteiro da dinâmica do evento. Essa dinâmica prevê troca de mesas de modo que não haja repetição na mesa dos âncoras visitados.

Ofertantes e âncoras terão a oportunidade única de conhecer todos os participantes do evento, difundindo assim seus conceitos, produtos e serviços para grandes nomes do setor industrial nacional.

Coquetel de fechamento: Este momento foi inserido à programação para proporcionar aos participantes mais uma chance de aproximação, para que a troca não se restrinja apenas àquela desenvolvida nas mesas de rodadas, inclusive comerciais. Um momento informal que dá suporte à formação de parcerias.

Informações

Local: Esporte Clube Banespa (Avenida Santo, 5355, São Paulo).
Contatos: (11) 3500-1900 / (11) 3500-1912 ou publicidade@banas.com.br.
Vagas limitadas! Acesse: www.rodada10.com.br.
Siga-nos pelo http://twitter.com/@rodada10.

(Tatiana Gomes)

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A CeMAT- Feira Internacional de Movimentação de Materiais e Logística chegou à América do Sul. Realizada em países como Alemanha (a principal), China, Rússia, Turquia e Índia terá sua primeira edição sul-americana no Brasil, de 4 a 7 de abril de 2011, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. E já com presença confirmada de importantes players do setor, dentre os quais Still, Jungheirich, Yale, Paletrans, Linde, Hyster, Byg Transequip e Clark.

“Com a maioria dos espaços já vendidos, e a enorme procura pelas áreas remanescentes a dez meses da data de sua realização, nossa estimativa é reunir 250 empresas em 20 mil m² de exposição”, informou Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs Sulamerica, empresa organizadora da feira no País.

Referência mundial desse mercado e realizada tradicionalmente em Hannover, na Alemanha, assim como a versão alemã, a CeMAT South America reunirá todos os segmentos de movimentação de materiais, logística e intralogística destacando as últimas novidades desses setores. “Nosso objetivo é que a feira, em São Paulo, torne-se o principal canal de desenvolvimento tecnológico e de alavancagem de negócios do setor no Brasil e em toda a América do Sul”, explicou Bäumle.

A realização da CeMAT South America é parte da estratégia da Deutsche Messe AG – maior promotora de feiras do mundo, representada no Brasil pela Hannover Fairs – de realizar investimentos no País em feiras de alto padrão voltadas para mercados chave. Por isso, a feira será promovida em cooperação com a Câmara Setorial de Equipamentos para Movimentação e Armazenagem de Materiais (CSMAM) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

“Reunimos esforços para fazer no Brasil a maior feira de movimentação e logística da América do Sul e possivelmente das Américas”, declarou Frank Bender, presidente da CSMAM, durante evento de apresentação da feira a empresários, nesta terça (27/7), em São Paulo.

“O fato de a feira ser organizada por uma empresa especializada em atrair públicos de negócios em seus eventos, além de possuir renome internacional, acentua ainda mais as nossas expectativas positivas”, comentou Augusto Zuccolotto, vice-presidente da CSMAM dizendo estar satisfeito por ter encontrado um parceiro que compreendesse as necessidades reais do setor.

No Brasil, o evento conta ainda com parceiros como a Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos (VDMA), a Associação dos Engenheiros Alemães (VDI) e a alemã Logistics Association (BVL). Segundo o diretor da Hannover Fairs Sulamerica, o objetivo é atrair compradores não só do Brasil e países vizinhos, mas do mundo todo.  “A CeMAT South America será a primeira das edições da feira fora da Alemanha a contar com o German Pavillion, que reunirá empresas alemãs numa área de 350 m²”, disse.  Outra ação focada na internacionalização do evento é a divulgação maciça realizada em 100 países através dos representantes e filiais da Deutsche Messe AG, sendo que 17 países se destacam pelo grande potencial de participação: Alemanha, Áustria, Bulgária, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Índia, Itália, Japão, Coréia do Sul, Holanda, Portugal, Suécia e Taiwan.

Mais informações sobre o programa da CeMAT, acesse cemat@hanover.com.br

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Entenda todo o funcionamento da parceria firmada entre a Abimaq e a Apex para promover as exportações do setor de máquinas e equipamentos.

ABIMAQ E APEX: PROJETO AMBICIOSO DE PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES DO SETOR

 “Em uma parceria que teve início em 1999, mas que só veio a se firmar como um projeto efetivo de promoção de exportações a partir de meados de 2007, estamos anunciando um projeto que tem nos próximos (três) dois anos uma previsão orçamentária de R$ 8 milhões e prevê a participação do setor em (45) 24 feiras no exterior, beneficiando diretamente mais de 200 empresas”, com essas palavras, o diretor estratégico de Comércio Exterior da ABIMAQ, Nelson Delduque, anunciou no último dia 18 o projeto

ABIMAQ/APEX 2010-2012.

Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ, em seu pronunciamento na ocasião da assinatura do novo projeto de incremento às exportações do setor, lembrou que há três anos houve um efetivo comprometimento no sentido de fazer o projeto acontecer. “E – argumenta – o projeto que finalizamos esse mês, reflete as mudanças previstas, e é o primeiro que chega ao final tendo alocado o total dos recursos previstos na ordem de R$ 15 milhões, dos quais a APEX participou com R$ (7,9) 8 milhões”. Para Delduque, foi a boa gestão das finanças do projeto que permitiu a expansão das atividades previstas, que evoluíram de 42 para 54 ações, sendo que  o projeto teve início com 76 empresas e, ao final, verificou-se que as suas ações beneficiaram um total de 175 empresas. “Nesse período – explicou – foram 31 feiras realizadas, 8 projetos comprador, 5 projetos vendedor e 8 projetos Imagem”. Lamentavelmente, na opinião do diretor de mercado externo, embora o projeto tenha produzido resultados mais do que satisfatórios do ponto de vista da promoção de exportações e de sua gestão administrativa, as exportações das empresas apoiadas refletiram os problemas que afetaram todo o setor de bens de capital durante a crise que se instalou entre 2008 e 2009 e que até hoje faz sentir seus resultados.

 TRANSIÇÃO

Delduque chama a atenção para o fato de que a APEX esteve sempre atenta às necessidades das empresas exportadoras que foram atingidas pela crise econômica e disponibilizou aos seus parceiros produtos inovadores para reforçar as ações promocionais das empresas brasileiras:”a ABIMAQ se empenhou na incorporação dessas inovações ao novo projeto, em um processo de transição entre o que está sendo concluído e o que terá início a partir da assinatura para o novo período”. Dentro dessa linha, os setores de inteligência comercial da APEX e da ABIMAQ desenvolveram um importante trabalho de identificação de mercados prioritários com as (26) 27 Câmaras Setoriais, com base em dados quantitativos e qualitativos que avaliaram percepção de mercado, ambiente de negócios, adequação de produto e barreiras não tarifárias, e que permitirá, na execução do novo projeto, focar as ações e concentrar os recursos nos nichos de mercado que garantirão os melhores retornos.

Klaus Curt Muller, diretor executivo de comércio exterior da ABIMAQ, elencou países como África do Sul, (Alemanha), Angola, Argentina, Chile, (China), Colômbia, Peru, Venezuela, México, Estados Unidos, India e Russia (Itália) como mercados(-alvo) prioritários para o novo projeto e informou que com a finalidade de dotar o novo projeto de um instrumento de comunicação eficaz, a ABIMAQ desenvolveu, com o apoio técnico e recursos da APEX um novo site para abrigar, com exclusividade, o elenco de informações relativas ao projeto e aos mercados (-alvo) selecionados, em espanhol e inglês (http://www.brazilmachinery.com). Para dar mais visibilidade ao projeto, investiu-se também na construção de uma (logo) marca para o setor de máquinas e equipamentos “Com esse trabalho, espera-se posicionar o setor brasileiro no mercado internacional como um parceiro competente, criativo e profissional, diferenciado pela qualidade dos produtos que oferece. Tentou-se desvincular a imagem dos produtos brasileiros dos estereótipos criados em torno de certas características do País, desfavoráveis à promoção de produtos de alta tecnologia”, considerou Delduque.

Brazil Machinery Solutions Delduque concluiu dizendo que estão desenvolvendo um trabalho junto à ABNT para que ela incorpore essa marca como selo de qualidade Brasil, principalmente porque o grande desafio consiste em promover no mundo a ideia de um Brasil tecnológico. A Top Brands foi a criadora da imagem que passa a identificar o setor brasileiro de bens de capital. A partir de entrevistas com 30 exportadoras e de várias sessões de trabalho conjunto, a empresa chegou a algumas conclusões.

Embora o Brasil seja um mercado exportador e estável, com amplo e diversificado tecido industrial (o segundo maior das Américas), disponibilidade de matéria-prima de primeira linha e grande capacidade de customizar soluções, existem fragilidades importantes que arranham a imagem do País: o “custo Brasil”levantado pela ABIMAQ e a falta de investimentos mais consistentes em pesquisa e desenvolvimento representam entraves aos fabricantes de bens de capital.

 Outro aspecto identificado

O setor brasileiro de bens de capital é altamente pulverizado, com empresas de perfis muito diversos. O mercado carece também de empresas com postura exportadora. “A intensa demanda interna absorve a atenção dos fabricantes. A exportação acontece na exceção, sem estratégia de médio prazo, o que gera uma imagem negativa no exterior quanto à prestação de serviços pós-venda”, diz a sócia consultora da Top Brands, Valerie Engelsberg. Para ela, há oportunidades inquestionáveis para o desenvolvimento do setor brasileiro no cenário mundial. “Políticas de desenvolvimento na América do Sul e na África vêm transformando os mercados, abrindo possibilidades de investimentos estrangeiros. A baixa e pouco diversificada produção de bens de capital nessas regiões também incentiva a intervenção do Brasil como país exportador”, diz Valerie. “O setor de bens de capital do Brasil é desconhecido para o mundo. A imagem do País que predomina no exterior é a da festividade, da riqueza de flora e fauna, além de outras características. Por isso devemos promover este outro Brasil: industrial, técnico, inovador, eficiente e confiável”, analisa Valerie.

 AÇÕES

As ações sugeridas na estratégia desenvolvida pela Top Brands prevê gerar, em três nos (prazo de duração do PSI), um diferencial de crescimento de 5% nas exportações das empresas participantes em relação às que não são apoiadas pelo projeto. Espera-se ainda registrar igualmente au mento de 5% sobre o atual market share de bens de capital nos países prioritários da América do Sul e elevar em também 5% o montante de  exportadoras consideradas intermediárias (iniciantes) e a inclusão de novas empresas no PSI. Estabeleceu-se a meta de subir, em cinco anos, cinco posições no ranking mundial de países exportadores de bens de capital.

 METAS

O presidente da ABIMAQ, Luiz Aubert Neto, falando sobre os objetivos e metas lembrou que programas como o PSI ajudam especialmente a pequena e a média empresa, que correspondem a cerca de 80% das associadas da ABIMAQ. “Não existe país desenvolvido que não tenha um setor de bens de capital consolidado. Temos um grande potencial de inclusão desse universo de empresas na atividade exportadora”.

Aubert afirmou que a associação tem como meta reverter a queda de 40% registrada nos volumes exportados. “Na década de 1980 éramos o quinto maior fabricante de bens de capital do mundo. Hoje somos o 14º, mas acredito que, com a as novas circunstâncias externas, podemos voltar a ter condições de competir. O mais importante é que as empresas não percam o interesse no mercado lá fora, o que seria muito prejudicial ao País”. Aubert foi contundente ao afirmar que o setor não deve “perder o viés  exportador”. Ele continua: “Do nosso faturamento, 30% são gerados pela exportação. No ano de 2008 exportamos quase US$ 13 bilhões. Desses embarques, metade seguiu para países do primeiro mundo, mostrando que temos qualidade”. Segundo ele, neste primeiro quadrimestre, o volume de exportações do setor caiu 38% e o das importações aumentou 8%. “Perdemos mercado lá fora e aqui dentro; temos que agir para reverter essa situação”.

Nesse momento, ele lembrou o projeto chamado ABIMAQ 2022, que tem por objetivo conseguir a desoneração total sobre o investimento. “O Brasil é o único país que tributa quem compra uma máquina. Queremos ter linhas de financiamento de longo prazo e fomentar, além da exportação, a inovação tecnológica”. O presidente da APEX-BRASIL, Alessandro Teixeira, acrescentou que, “na atual conjuntura internacional, com esse projeto pretende- se fazer a manutenção de mercados já conquistados pela indústria de máquinas e ampliá-los. Se não contássemos com iniciativas como a da ABIMAQ, que insistentemente participa de eventos internacionais, em dois ou três anos estaríamos deslocados dos nossos mercados de atuação.

Vários países que não produziam máquinas e equipamentos ou que tinham um market share pequeno vêm fazendo um esforço para entrar em mercados nos quais éramos players importantes.

Precisamos fortalecer o setor e nos posicionar de forma definitiva no cenário internacional. Pela primeira vez estamos com uma marca, com uma imagem unificadora e com uma estratégia comum”.

Durante entrevista coletiva à imprensa, o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, assinalou que o grande desafio será encorajar as exportações das empresas de pequeno e médio porte, que correspondem a 80% dos associados da entidade. “Nós pedimos para que essas empresas participem dessas feiras”, disse. De acordo com ele, a iniciativa é um passo direcionado a mitigar a baixa nas exportações do setor, que sente uma perda de competitividade no exterior devido à valorização do real e à carga tributária elevada. “Não podemos deixar que as empresas [de fora] percam o interesse no Brasil”, disse o presidente da entidade.

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Leia na íntegra comunicado da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, divulgado no fim da tarde desta quinta-feira, 1º de julho, a respeito da prorrogação da alíquota zero para o setor.

Governo atende Pleito da ABIMAQ

Decreto prorroga alíquota zero de máquinas e equipamentos

Atendendo pleito encaminhado pela ABIMAQ, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, editou o Decreto nº 7.222, de 29 de junho de 2010, publicado na edição extra do Diário Oficial da União (DOU), de mesma data, prorrogando até 31 de dezembro de 2010, a vigência dos anexos I, V e VIII do Decreto nº 6.890, de 29 de junho de 2009, alterado pelo Decreto nº 7.032, de 14 de dezembro de 2009.

Com essa medida, 57 itens de máquinas e equipamentos de vários capítulos da TIPI (Tabela do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI) continuam beneficiados com alíquota zero do imposto.

“No sentido da desoneração tributária dos investimentos, grande parte dos itens relativos a máquinas e equipamentos já se encontra contemplado com alíquota zero do IPI, sem prazo determinado”, salienta Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

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O déficit da balança comercial preocupa. Este foi o tema mais comentado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 23 de junho, durante coletiva de imprensa para divulgação do balanço do setor nos cinco primeiros meses do ano. Enquanto as exportações registraram alta de 6,6%, para US$ 3,3 milhões no período em comparação com mesmo intervalo do ano passado, as importações alcançaram US$ 8,7 milhões, expansão de 9,9%.

“É a desindustrialização do segmento de máquinas e equipamentos crescendo a cada dia. O câmbio e a taxa de juros esgotam qualquer esforço. Sou uma voz no deserto, mas não deixarei de falar sobre isso sempre que puder. Não tem condição uma máquina produzida no Brasil custar 36% mais em relação a uma importada. Isso acaba com a indústria”, argumenta Aubert afirmando que a solução está no remodelamento dos tributos e no incentivo à produção local.

E mesmo o faturamento do setor tendo registrado aumento de 15,9% nos primeiros cinco meses do ano sobre igual período de 2009 (R$ 27,8 milhões), o presidente da entidade teme que o crescimento para o ano não chegue aos anunciados 15%. No comparativo dos meses de maio deste e do ano anterior, houve aumento de 12,9% (R$ 5,9 milhões), e dos cinco primeiros meses de 2008, antes da crise economica, e de 2010, o faturamento do setor obteve retração de 11,64%.

O crescimento de 2010, para o executivo, dá apenas uma falsa sensação de melhora no setor. “Comparado aos péssimos resultados de 2009, qualquer ano comum significaria crescimento.”

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A Assosciação da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, realizou, em 27 de maio último, o seminário intitulado “O Desenvolvimento Brasileiro: O Modelo Atual e as suas Aleternativas”, no qual reafirmou seu comprometimento com um projeto de país. Leia abaixo o conteúdo extraído do evento:

Projetar um país. Esta foi a principal conclusão de um auditório totalmente lotado para a realização do seminário. José Velloso, diretor de mercado interno e vice-presidente da Abimaq, abriu os trabalhos falando da satisfação de realizar um seminário com tema tão polêmico e convocou a todos para reflexão e atitudes no sentido de garantir que o crescimento do mercado brasileiro seja sustentado por produtos fabricados no País.

Ao passar a palavra para Fernando Bueno, diretor de competitividade que apresentou o trabalho elaborado pela Abimaq – O DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO: O MODELO ATUAL E AS SUAS ALTERNATIVAS, Velloso afirmou:”não há dúvida que o Brasil vai crescer, a questão central aqui hoje é se ele vai crescer com conteúdo nacional”.

O Ministro Interino de Assuntos Estratégicos, Luiz Alfredo Salomão, que falou logo após a apresentação dos trabalhos por Fernando Bueno, disse que com estrutura adequada o Brasil poderá crescer a taxas de 6 ou 7% ano ano, mas questionou a elevação dos juros iniciada pelo Banco Central. “Se a sociedade quer crescer, nós temos que conter as taxas de juro a níveis compatíveis com o resto do mundo, em especial países que nem o nosso”.

Fernando Bueno, também insistiu nessa temática na sua apresentação, colocando que o relativo sucesso do modelo econômico atual vem de pelo menos 20 anos, uma vez que mais que um modelo de desenvolvimento é um modelo de estabilização econômica baseado essencialmente em abertura comercial e financeira, câmbio flutuante; controle da inflação e superavit primário.

“Nesse aspecto – explicou Bueno – ele já cumpriu o seu papel, com as contas macroeconômicas razoavelmente ajustadas, modesto crescimento do PIB, relativa distribuição de renda e maior inclusão social, redução da vulnerabilidade externa e uma inflação dentro da meta”.

A ideia inicial da implantação desse modelo econômico, ainda de acordo com o estudo, era que o desenvolvimento seria consequência do plano de estabilização econômica, uma vez não ocorrendo, o governo lançou mão especialmente nos últimos anos, de políticas de desenvolvimento, como a PDP – Política de Desenvolvimento Produtivo; PAC – Programa de Aceleração do Crescimento; PRÉ-SAL – investimentos da Petrobras em O&G e PSI – Programa de Sustentação do Investimento – BNDES .

Mesmo assim, o estudo aponta que as taxas de investimento ainda estão longe do desejável e a tendência de diminuição da participação da indústria no PIB não se alterou substancialmente. “A situação atual – explicou Bueno – remunera mais o ócio que o trabalho, o que podemos concluir que o modelo atual está esgotado”

ALTERNATIVAS

Dentro da característica da Abimaq de não só apontar os problemas, mas também as alternativas, o estudo aponta uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento que implica na redefinição dos objetivos das políticas macroeonômica, industrial, de Comércio Exterior e educacional que devem ser focadas na obtenção das metas previstas e que tem por objetivo alcançar a sexta posição no ranking mundial de fabricantes de bens de capital em 2022.

Antonio Carlos de Lacerda, professor doutor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que elogiou o trabalho apresentado por Fernando Bueno disse que o Brasil só será bem sucedido se a indústria de transformação tiver futuro, alertando que teremos um risco fortíssiomo em 2011 se não forem revistas as políticas atuais de câmbio e juro alto. “Está na hora de pararmos para pensar qual é o tipo de País que queremos e partirmos para um projeto de muitas alianças que garantirão o embasamento necessário para as mudanças que o País precisa”, afirmou.

MUDANÇAS

José Ricardo Roriz Coelho, Diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp e presidente da ABIPLAST,

Ao falar também do tipo de País que queremos mencionou a carga tributária brasileira como a maior amarra ao investimento e o custo do capital como segundo forte impecilho ao investimento, elecando na sequência o câmbio e a falta de políticas claras em relação à educação. “Isso sem falar ainda na corrupção, excesso de burocracia e falta de infra-estrutura”, afirmou Roriz.

De acordo com as informações fornecidas por Roriz, 76% das empresas brasileiras apresentam como o principal problema brasileiro a carga tributária. “Se levarmos em conta o tamanho da cadeia produtiva – argumentou Roriz – veremos que os custos dos impostos incidem sobre toda a indústria, acarretando dificuldade em todos os setores”.

“IMPOSTO É SALÁRIO INDIRETO”

O Ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, também presente ao evento, ao concordar com os palestrantes que o antecederam provocou a platéia e os seus colegas se referindo ao imposto no Brasil como uma forma de salário indireto.

E coloca no fortalecimento do mercado interno uma das saídas para o desenvolvimento do País. “Sempre digo e repito – explicou Bresser Pereira – o investimento só depende de oportunidades lucrativas para o empresário, que é um ser fascinante, corre riscos, mas a oportunidade do investimento depende da demanda economicamente ativa, que só pode existir com o crescimento dos salários internos”.

Bresser Pereira, a partir dessa tese elogiou o modelo econômico atual e a política do governo com relação ao salário mínimo, a bolsa família e o crédito consignado, dando como exemplo de acerto do modelo o SUS, que na sua opinião é eficiente e a bolsa família, que também na sua opinião  é extremamente adequada.

Paulo Rabello de Castro, economista da RC Consultores, por sua vez,brincou com o Ministro Bresser Pereira dizendo que ele devia estar usando muito o SUS ultimamente e se colocando radicalmente contrário à atual política tributária do governo e ironizando que  o Seminário promovido pela ABIMAQ tinha encontrado finalmente o culpado pela atual situação econômica vivida no Brasil, que eram os economistas.

Depois das brincadeiras iniciais, Rabello de Castro elogiou muito o trabalho apresentado pela ABIMAQ, dizendo se tratar do bom senso puro, abandonando o palavrório e sendo extremamente prático.

E que se o governo levasse as alternativas apresentadas ao pé-da-letra talvez pudéssemos viver um ciclo de desenvolvimento econômico muito próximo do sonho daqueles que querem ver o Brasil crescer. “O Brasil precisa mesmo de um choque de gestão e o trabalho apresentado pela Abimaq nos demonstra de forma prática como poderemos fazer isso”, concluiu

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Em 26 de maio, empresas da Baixada Santista participaram da 1ª Sessão de Negócios do setor de tecnologia da informação e comunicação, TIC, no Parque Balneário, em Santos, SP.

A iniciativa nasceu de um conjunto de ações do projeto de fortalecimento do setor e teve o apoio da Agência Metropolitana da Baixada Santista, Agem, da prefeitura de Santos, da Associação Comercial da cidade e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Ciesp.

O evento fez parte de um sistema de reuniões comerciais, organizadas pelo Sebrae-SP, com o intuito de integrar empresas. Além de terem a oportunidade dos encontros, tiveram como divulgar seus materiais promocionais (CD-Rom, catálogos etc).

Os participantes avaliaram o evento como dinâmico e produtivo. O que prova a eficácia de Rodadas de Negócios nos mais diversos setores, principalmente pela interação entre as empresas. (Tatiana Gomes)

Serviço

Informações sobre a Rodada 10, rodada de negócios que acontece em 15 de julho, no Clube Banespa, em São Paulo, e é promovida pela Editora Banas, com o apoio do Ciespe-Sul, Senai e Abimaq, acesse www.rodada10.com.br, ou siga-a no twitter:  http://twitter.com/rodada10.

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Acompanhe no material abaixo, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na terça-feira, 25 de maio, como se comportou o setor de máquinas e equipamentos nos primeiros quatro meses do ano. O faturamento registrou crescimento, mas a balanço comercial continua preocupando…

Embora o faturamento nominal do setor de máquinas e equipamentos continue crescendo, registrando um aumento de 15,8% no primeiro quadrimestre de 2010 em relação ao ano anterior, para Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ, o déficit da balança comercial continua sendo uma das maiores ameaças não só sobre o setor de máquinas e equipamentos como também sobre o parque industrial brasileiro como um todo.

“Enquanto as exportações registraram crescimento de 1,8% em relação ao ano anterior, passando de US$ 2554,54 milhões FOB para US$ 2599,43 milhões FOB, as importações cresceram 4.2% no mesmo período, passando de US$ 6463,62 FOB para US$ 6737,48 FOB”, afirma Aubert, que não tem poupado esforços junto ao governo no sentido de conter as importações, inclusive, e principalmente, de máquinas usadas, que representam outra grande ameaça ao setor.

Embora os indicadores sejam todos favoráveis, é importante que não se perca a capacidade de análise dos números como um todo para que não se crie um clima de otimismo sem embasamento, até porque registramos crescimento no número de empregos, de 4,4%, subindo de 232.755 em abril de 2009 para 242.885 em abril de 2010 e no nível de utilização da capacidade instalada que evoluiu 1,7%, passando de 80,16 para 81,55. “Mas não podemos perder de vista – alerta Aubert – que esses números referem-se a apenas utilização da capacidade instalada de um turno, restando ainda dois para serem preenchidos”.

Ainda segundo a associação, os pedidos em carteira também mostram um crescimento acima do faturamento nominal, atingindo 22,1%, evoluindo de 18,10 para 22,10 de semanas em média para atendimento dos pedidos.

Exportação

Entre os setores que apresentaram maior crescimento nas exportações durante o período, de acordo com a entidade, destaque para o segmento de máquinas para logística e construção civil, que obteve crescimento de 38,3% na venda de produtos para o mercado internacional, em comparação com o primeiro quadrimestre de 2009. As indústrias de máquinas para agricultura e máquinas para bens de consumo, com crescimento de 32,9% e 30,4%, respectivamente, completam a lista dos setores que mais venderam para o mercado externo. Entre os destaques negativos, os itens que representam as maiores perdas foram os destinados à indústria de máquinas para petróleo e energia renovável, com déficit equivalente a 56,5%, representando apenas 0,1% de todas as exportações do setor de máquinas e equipamentos.

No topo do principal destino dos produtos da indústria de máquinas nacional, os EUA receberam, entre janeiro e abril deste ano, cerca de US$ 398.908.626 FOB, valor 19,9% inferior ao registrado no mesmo intervalo de um ano atrás. Argentina, Holanda e México aparecem, nesta ordem, entre outros destinos que mais demandaram dos equipamentos da indústria de máquinas brasileira.

Importação

No setor de importação, o segmento que mais importou produtos durante os quatro primeiros meses de 2010 foi o de componentes para indústria de bens de capital, que cresceu 39,8% e chegou a mais de US$ 1 bilhão FOB.

Os países que mais exportaram seus produtos para o mercado doméstico nacional foram: EUA, Alemanha, China e Japão.

Destaques

Os setores que apresentaram maior desempenho no faturamento nominal, no acumulado até o mês em análise sobre mesmo quadrimestre do ano anterior, os maiores destaques foram a indústria de máquinas e equipamentos para madeira, que obteve crescimento de 97,6%, máquinas para artigos plásticos, com 86,7%, máquinas para acessórios têxteis, com 81,7% e bombas e motobombas, com 41,7%. A maior baixa foi vista na indústria de materiais de mecânica pesada, com déficit de 14,6%.

Fonte: Assessoria de Impresa

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Rodada 10 abre oportunidades para empresas ofertantes terem contato direto com grandes marcas do mercado industrial

A Editora Banas, vanguardista em jornalismo econômico no Brasil, divulgou o lançamento do evento Rodada 10 na 28ª edição da Feira Internacional da Mecânica, realizada de 11 a 15 de maio últimos, e já recebeu confirmações de executivos interessados nos benefícios do evento para seus negócios. A Rodada 10 consiste em uma sessão de negócios diferenciada, com foco na formação de parcerias entre importantes empresas compradoras e fornecedoras do mercado industrial brasileiro. Será sediado no Esporte Clube Banespa (Av. Santo Amaro, 5355, São Paulo, SP), no dia 15 de julho, das 9h00 às 19h00.

Serão cerca de 600 profissionais, de mais de 220 importantes empresas nacionais, a interagir em reuniões com executivos qualificados do setor. Nestas reuniões, as empresas poderão ofertar produtos e serviços e vender seu conceito de maneira objetiva. Durante a dinâmica, o local contará com uma área de crédito onde entidades financeiras estarão à disposição das empresas para consultas.

A programação inclui, ainda, dois workshops com assuntos relevantes ao setor. Em Tendências do Mercado Brasileiro de Consumo e o Impacto de Novas Regras Tributárias, com o palestrante Nelson Bruxellas Beltrame, a proposta é inserir o público no contexto econômico brasileiro atual e fazer uma projeção dos próximos seis meses. No segundo workshop, Sustentabilidade Ecosocial, com José Luis F. Ferreira e Fátima Helou, a discussão será a relação custo x benefício e sua ligação direta com aspectos de responsabilidade social. Ao final do evento será organizado um coquetel, momento para ampliar contatos, agendar reuniões, estimular relacionamento e gerar negócios.

Entre as empresas âncoras participantes estão Bronzinox, Alptec, Ancona Ferramentas de Precisão, Art des Caves, Blantech, Bodycote, Bohler Aços Especiais, Cervera Alpargateria, De Angelis, Debony Usinagem e Precisão, Extramatic, Farat, Giroflex, HGK, IMAB, Inarco, Kron Medidores, Oxigel, Sprimag, entre outras.

A Rodada 10 tem o apoio do Ciesp Distrital Sul, do Senai e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq. “A Rodada 10, além de ser um encontro de negócios, é um evento de troca de experiências e conhecimento do setor”, salienta Cristina Banas, Diretora Executiva da Editora Banas. (Tatiana Gomes)

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O clima de otimismo apresentado pelo setor de máquinas e equipamentos desde março, quando o faturamento alcançou R$ 7,2 bilhões, considerado o maior da história entre todos os meses de março, conforme estatísticas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, se reflete nos negócios já realizados durante o primeiro dia da 28ª Feira Internacional da Mecânica, que acontece até sábado, 15 de maio.

A distribuidora Cosa Intermáquinas fechou a venda de seis máquinas, cujo valor ultrapassa a casa de R$ 1 milhão. Segundo o gerente de vendas da empresa, Alex Fernandes Robi, a expectativa é fechar negócios na ordem de R$ 10 milhões até o final do evento. Para o outro gerente de vendas da Cosa, Daniel Lapastini, responsável pelos negócios com injetoras, a expectativa é vender de 8 a 10 máquinas na Mecânica, tanto para injeção de alumínio como de zamac.

Já o Grupo Bener, distribuidor de máquinas para usinagem, ferramentaria e estamparia, fechou negócios em torno de R$ 200 mil, o que representa 10% das expectativas de vendas até o final do evento, que devem ficar entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, segundo Paulo Lerner, diretor do grupo.

Lerner diz que a retomada da economia já era sentida antes da feira, mas que o evento vem consolidar este cenário.

Finame-PSI – A tendência de retomada do setor está diretamente ligada às linhas de financiamento do Programa de Sustentação de Investimento, PSI, que teve sua prorrogação anunciada até o final deste ano, com taxas de juros passando de 4,5% para 5,5% ao ano a partir de julho próximo. “O PSI vem estimulando fortemente as vendas de máquinas-ferramenta e isso pode ser visto na feira”, afirma o diretor de vendas da Ergomat, Alfredo Ferrari. A empresa, fabricante de tornos automáticos, também registrou vendas no primeiro dia da Mecânica.

Ferrari ainda destacou a presença de um público altamente qualificado circulando pelo evento logo no primeiro dia. “Isso demonstra o interesse do mercado por equipamentos e máquinas industriais”, comemora. “É uma ótima oportunidade para impulsionar a renovação do parque industrial brasileiro que tem uma média de idade de 17 anos.” Essa percepção também é compartilhada pelo gerente de vendas da Trumpf, Walter Mello, que se surpreendeu com o número de visitas e a qualidade do público presente no primeiro dia. “Ficamos surpresos e muito satisfeitos com o volume de visitação um público qualificado e focado, com amplo interesse em novas tecnologias.”

Fonte: Assessoria de imprensa (Meccanica de Comunicação)

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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