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Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, do BNDES

“O Programa de Sustentação de Investimento (PSI) mudou a realidade das operações do BNDES. Com sua continuidade, mesmo com taxas mais altas, haverá um novo ciclo de desenvolvimento, alavancando as vendas de bens de capital”, afirmou o superintendente da área de operações indiretas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, durante o primeiro dia do Simpósio Internacional Mecânica 2010. O evento faz parte da 28ª Feira Internacional da Mecânica, que ocorre de 11 a 15 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

O recente anúncio da prorrogação do programa de financiamentos para a compra de máquinas e equipamentos até 31 de dezembro de 2010, com aumento de 22,2% na taxas de juros ao ano a partir de 1º de julho – de 4,5% para 5,5% -, deve aumentar a busca por créditos no BNDES e em outros bancos. Segundo a organização da feira, a Mecânica 2010 pode ser uma das últimas oportunidades para aquisição de máquinas com taxas menores. “Para agilizar o processo, o BNDES aceitará, até 30 de junho, as homologações feitas até um mês antes, já que entre a homologação e a liberação de recursos conta-se 30 dias”, garantiu Moraes.

superintendente do BNDES informou que o PSI está pulverizado entre todas as empresas, independente do porte. “A demanda por máquinas e equipamentos está reprimida, é preciso ousar e aproveitar a oferta de financiamento com taxas competitivas”, ressaltou.

De acordo com ele, a carteira do BNDES é da ordem de R$ 124 bilhões para investimento até o dia 31 de dezembro de 2010. Desse total, R$ 36,3 bilhões já foram desembolsados. O maior volume se destina a projetos de bens de capital, R$ 62 bilhões, com R$ 12,6 bilhões já liberados. Para ônibus e caminhões, os recursos atingem R$ 28 bilhões e os desembolsos somam R$ 12,2 bilhões. “Isso significa que ainda há muitos recursos a serem liberados neste ano”, admitiu Moraes.

Ele entende que a demora entre aprovação de financiamento e desembolso se deve ao grande número de operações, 478 mil até abril de 2010, quadruplicadas em relação aos últimos anos. “Esse gargalo, fonte de reclamações de empresas, deve ser solucionado com novas ações do BNDES, que está reformulando seus processos, contratando novos gestores e especializando seu corpo técnico para agilizar as demandas do setor de bens de capital”, finalizou.

Fonte: Meccanica de Comunicação

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A Nasajon Sistemas, empresa especializada em soluções informatizadas de gestão empresarial, informa que a partir de agora é fornecedora credenciada do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES. Com isso, micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) terão acesso, por meio do Cartão BNDES, a financiamentos especiais, com juros menores, para realizar investimentos em softwares de gestão da Nasajon.

As empresas que possuem o Cartão BNDES com a bandeira Visa ou MasterCard e que desejam investir em softwares de gestão por meio de financiamento podem entrar em contato com o departamento de vendas da Nasajon pelo número 0800 021 7070 (ligação gratuita) e usufruir desse benefício. Aquelas que ainda não têm o cartão devem buscar informações no Portal de Operações do banco, no www.cartaobndes.gov.br.

Portadores do cartão podem efetuar compras exclusivamente no portal, procurando os produtos da Nasajon de seu interesse expostos no Catálogo de Produtos, seguindo os passos indicados para a compra. O cartão BNDES está disponível para micro, pequenas e médias empresas – com faturamento bruto anual de até R$ 60 milhões – que estejam em dia com o INSS, FGTS, RAIS e tributos federais.

As vantagens oferecidas pelo BNDES para quem adquirir o cartão são:

- limite de crédito de até R$ 500 mil por cartão, por banco emissor;

- prazo de parcelamento de 3 a 48 meses, e

- taxa de juros pré-fixada (informada na página inicial do Portal).

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O balanço do primeiro bimestre do ano divulgado ontem, 24 de março, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, embora positivo, não agradou muito o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto. No período, o faturamento bruto cresceu 21,6%, para R$ 10 bilhões, sobre o realizado em janeiro-fevereiro de 2009. “Não podemos falar que foi um desempenho ruim, mas a base de comparação é fraca por conta da crise economica no ano passado. Diante de 2008, que foi um ano bom para nossa indútria, teve queda de 13,9%.”

Analisando fevereiro isoladamente, a receita de R$ 5,29 bilhões representou expansão de 24% na comparação com o mesmo mês de 2009, e de 11,5% perante janeiro. O consumo aparente de máquinas e equipamentos – soma da produção e das importações menos as exportações – também cresceu no primeiro bimestre deste ano contra o anterior 10,4%, para R$ 13,8 bilhões.

A balança comercial também preocupa Aubert, que teme pelo avanço da China, que já aparece na terceira colocação na tabela dos países que exportam máquinas e equipamentos para o Brasil. Quem também amedronta é a Índia ná décima posição. “Não se assustem se a China daqui três, quatro meses passar a tradicional Alemanha. Nem a India que dentro de, no máximo, três anos figurará como um dos principais forcedores para o país.”

As exportações do setor em fevereiro somaram US$ 567 milhões, avanço de 21,9% com relação a janeiro e retração de 5% sobre fevereiro de 2009. Nos mesmo comparativo as importações atingiram US$ 1,548 bilhão, queda de 3,5% e alta de 11,3%, respectivamente.

No bimestre, o déficit da balança comercial do setor de máquinas e equipamentos atingiu US$ 2,1 bilhões, resultado de importações de US$ 3,152 bilhões e exportações de US$ 1,032 bilhão. Em relação ao primeiro bimestre de 2009, o déficit foi 15% maior. As exportações caíram 19% e as importações subiram 1,1%.

PSI - A renovação do Programa de Sustentação do Investimento, PSI, de acordo com Luiz Aubert Neto, é condição para que o setor reaja e consiga retomar o caminho do crescimento, verificado em 2008. Com data de vencimento marcada para junho próximo, o programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, financia bens de capital com juros de 4,5% ao ano. “Só conseguiremos crescer de 15% a 20% este ano se o PSI for prorrogado. Por isso, todos os dias ligo para cobrar o governo!.”

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Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social, BNDES, divulgou neste início de março alterações nos critérios de classificação quanto ao porte das empresas beneficiárias a serem observados nos financiamentos no âmbito dos programas do banco. Entre as mudanças estão: modificação nas faixas das categorias de porte de beneficiárias a serem observadas para seu enquadramento nas condições de financiamentos, inclusão da categoria médias-grandes empresas e classificação quanto ao porte das pessoas físicas conforme sua renda anual para efeito de enquadramento nas condições de financiamento.

Segundo o BNDES, o porte das empresas é determinado pela receita operacional bruta anual ou anualizada:

- Microempresas – Até R$ 2,4 milhões
- Pequenas Empresas – Entre R$ 2,4 milhões e R$ 16,0 milhões
- Médias Empresas – Entre R$ 16,0 milhões e R$ 90,0 milhões
- Médias-Grandes Empresas – Entre R$ 90,0 milhões e R$ 300,0 milhões
- Grandes Empresas – Acima de R$ 300,0 milhões

Credenciamento para Finame e BNDES Automático

Para credenciar sua empresa, é necessário apresentar as informações discriminadas no Programa de Credenciamento, disponível no site do BNDES

As informações de cadastro podem ser enviadas via e-mail para cfi_credenciamento@bndes.gov.br(*), ou apresentadas em CD. A documentação requerida em papel deve ser enviada pelo Correio para o seguinte endereço:

BNDES
Área de Operações Indiretas
Departamento de Credenciamento e Financiamento a Máquinas e Equipamentos
Av. República do Chile, 100, 17º andar
20031-917 – Rio de Janeiro – RJ
(*) O endereço eletrônico cfi_credenciamento@bndes.gov.br é exclusivo para solicitações de credenciamento.

Demais questões devem ser enviadas para credenciamento@bndes.gov.br.

Consulta a Fabricantes e Produtos enquadrados para Finame e BNDES Automático estão disponíveis no site do BNDES.

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BNDES terá estande na ForInd NE

Icone Competição, Economia, Evento | Por Erica em 4 de março de 2010

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Na segunda-feira (1), a organização das feiras ForInd NE – Feira de Fornecedores Industriais e II SUCRONOR – Mostra Sucroenergética da Região Nordeste, anunciou a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) nos eventos, que acontecem de 13 a 15 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

A parceria entre a promotora e o BNDES tem o objetivo de orientar sobre os produtos, programas e linhas de financiamento disponíveis.Com isso, a promotora facilitará o acesso dos visitantes a equipamentos e serviços em exposição nos eventos em um momento em que a economia industrial do Nordeste encontra-se em ritmo acelerado e as expectativas de crescimento até o final de 2010 estão acima da média nacional.

O atendimento no estande do BNDES será feito por uma equipe técnica do banco formada por economistas, analistas financeiros e administradores que irá informar ao empresário visitante qual a melhor opção disponível para ele. A operação financeira pretendida será solicitada ainda durante as feiras, mas deve ser liberada apenas após avaliação de um departamento específico do BNDES.

Durante a ForInd Nordeste e a SUCRONOR, o  Banco vai informar sobre as seguintes linhas de financiamento: BNDES Finame, Cartão BNDES, BNDES Finame Agrícola, BNDES Finame Leasing,  BNDES Automático, BNDES Finem, BNDES Exim.

“A parceria e a presença de um estande do BNDES nas feiras vai projetar, juntamente com o ENF – Encontros de Negócios, resultados ainda melhores que os de 2009, que gerou contratos na casa dos R$ 50 milhões  durante os dias do evento e nos doze meses seguintes”, afirmou Fernando Barbosa, diretor da Multiplus Feiras e Eventos.

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A inauguração da fábrica de semicondutores do Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada, Ceitec, no dia 5 de fevereiro último, em Porto Alegre, RS, compõe a ação nº 14 – Centros Tecnológicos, do Programa do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, TIC, da Política de Desenvolvimento Produtivo, PDP. O Programa de TIC da PDP é coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, MCT. Os investimentos na unidade da Ceitec de Porto Alegre foram da ordem de R$ 400 milhões.

Lançada em maio de 2008 pelo governo federal, a PDP reúne 34 programas de ação dos mais diversos setores produtivos, tendo como foco investimentos em inovação e incremento da competitividade de médio e longo prazos da indústria nacional. A PDP é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com apoio da Secretaria Executiva, formada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABDI, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, e Ministério da Fazenda, MF.

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Pelo que mostram os números, o setor de máquinas e equipamentos começa a se levantar do tombo que sofreu por conta da crise econômica mundial durante o ano passado. No comparativo dos meses de dezembro de 2008 e 2009 os ganhos somaram R$ 6,26 bilhões, alta de 7,3%. Sobre novembro último houve aumento de 0,6%, o que indica o movimento de retomada. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 3 de fevereiro, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq.

Para este ano, a entidade já aposta em expansão de 15% a 18% — contra índices de 10% a 15% estimados pelo presidente Luiz Aubert Neto em dezembro do ano passado (veja aqui entrevista com Aubert Neto) –, podendo chegar a faturamento da ordem de R$ 75 bilhões, semelhante ao alcançando em 2008.

O presidente ressalta que, dentre os fatores que impulsionaram o crescimento no setor, o Programa de Sustentação do Investimento, PSI (financiamentos a juros de 4,5% ao ano), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, tem desempenhado papel muito importante: “Caso este benefício, que deve terminar em junho deste ano, perdurasse até dezembro, juntamente com a desoneração dos investimentos e outros incentivos que ainda devem ser concedidos, o setor ganharia muito”.

Por outro lado, apenas o cenário apresentado acima não será capaz para garantir a recuperação de todas as perdas sofridas desde o inicio da crise. Uma recuperação “real”, nas contas da entidade, vislumbra crescimento de, no mínimo, 25%. Fatores que podem prejudicar o setor de máquinas e equipamentos estão ligados à medida do governo que concede isenção total para refinarias importarem equipamentos, mesmo que existam produtos similares no Brasil.

2009 – No ano passado, o faturamento do segmento foi de R$ 64,26 bilhões, redução de 17,9% perante o consolidado em 2008. As exportações responderam por boa parte da queda, com retração de 40,5% no mesmo período. O segmento bombas e motobombas foi o único a registrar crescimento expressivo: 18,1% em 2009. A explicação para tal desempenho vem do aumento da demanda do setor de petróleo e gás. Já o setor com maior queda foi o de máquinas para madeira, com recuo de 53%.

Emprego – A elevação no nível de emprego é outro fator considerado na caminhada para a retomada do setor. No ano passado, apresentou retração de 3,7% diante 2008. Mas, em dezembro, houve pequena elevação de 0,1%. Aubert Neto afirma que a entidade aposta na tendência de ascensão.

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Abimaq Inova em outubro

Icone Divulgue esta notícia!, Evento | Por Erica em 14 de setembro de 2009

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Acontecerá em outubro, no dia 21, a segunda edição do Abimaq Inova. Uma realização do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, e da própria Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o evento, que ocorrerá na sede da entidade, tem como principal objetivo apresentar às associadas exemplos de cases de sucesso e diferenciação de mercado por meio da inovação tecnológica.

O Abimaq Inova, que conta com o patrocínio do Sebrae, mostrará nessa oportunidade quais foram os instrumentos utilizados pelas empresas para inovar, mesmo em meio à maior crise enfrentada pelo setor nos últimos 20 anos.

Como na edição passada, realizada em 2008, a questão da obtenção de recursos foi apontada como uma das principais dificuldades pelos empresários que adotaram o caminho da inovação, agora, a entidade busca justamente desmistificar o impasse com a participação de várias instituições, como Fapesp, BNDES, Abimaq Cred, Tecpar, Finep, dentre outras.

O evento contará ainda com a realização de oficinas e participação de convidados especiais.

Serviço

Data: 21 de Outubro

Local: Sede da Abimaq, em São Paulo, SP

Informações e inscrições: Disque Inovação 0800.7700897

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fenasucro_logo_blog_industrialDesde março deste ano, a Areva Koblitz, divisão de bioenergia do grupo Areva, trabalha numa iniciativa desenvolvida a partir de uma necessidade dos usineiros: conseguir crédito para manter as usinas sucroalcooleiras funcionando.

O modelo Retrofit visa uma sociedade entre o usineiro e a sede brasileira do grupo francês para levantar uma central de cogeração de energia, investimento que toma, em média, 30% do capital investido numa indústria da cana.

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Segundo José Romero Rêgo, diretor comercial da Areva no Brasil, a parceria se faz por meio de uma sociedade de propósito específico (SPE), onde o grupo detém 40% do empreendimento. “Cuidamos de 100% do financiamento da usina por meio dos bancos de fomento do governo (BNB ou BNDES). Para o usineiro, que fica com 60% do negócio, nossa proposta o deixa tranquilo para desenvolver outras áreas”, argumenta Rêgo.
A Areva tem como meta conseguir até o ano que vem 10 Memorandos de Entendimento – nome dado à negociação antes da assinatura da SPE – somente no nordeste. “Até o momento já temos seis em andamento”, gaba-se o diretor comercial.
A primeira SPE de cogeração de energia começará a funcionar em setembro de 2010. Trata-se da Usina Seresta, em Alagoas. “Estamos falando em cerca de R$ 100 a R$ 120 milhões em investimento para produção de 50 mega watts. Esse valor pode ser financiado em 12 meses, por exemplo”, pontua Rêgo.

Assim que fechar os 10 memorandos no nordeste, a Areva formatará o modelo de negócio para sul e sudeste do País, “mas isso só deve acontecer por volta de 2011”, acredita o representante do grupo francês.

De olho na América Latina, a Areva abriu recentemente um escritório no Panamá para levar o Retrofit para países vizinhos.

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Anote na agenda! Novo Programa BNDES

Icone Economia | Por Erica em 17 de agosto de 2009

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Luciano Coutinho, Demian Fiocca e Luiz Aubert Neto juntos? Isso mesmo. Na quarta-feira, 19, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o presidente do Banco Nossa Caixa e o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) se reunirão em São Paulo para anunciar o novo Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI).

Muito tem se falado sobre este programa, que deve ajudar indústrias de pequeno e médio portes. Em nota, a Abimaq informou que na ocasião também serão abordados temas referentes ao capital de giro e cartão BNDES, além do anúncio de mais duas linhas de financiamentos para empresas e agronegócio.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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