Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

BNDES terá estande na ForInd NE

Icone Competição, Economia, Evento | Por Kleber em 4 de março de 2010

0

Na segunda-feira (1), a organização das feiras ForInd NE – Feira de Fornecedores Industriais e II SUCRONOR – Mostra Sucroenergética da Região Nordeste, anunciou a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) nos eventos, que acontecem de 13 a 15 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

A parceria entre a promotora e o BNDES tem o objetivo de orientar sobre os produtos, programas e linhas de financiamento disponíveis.Com isso, a promotora facilitará o acesso dos visitantes a equipamentos e serviços em exposição nos eventos em um momento em que a economia industrial do Nordeste encontra-se em ritmo acelerado e as expectativas de crescimento até o final de 2010 estão acima da média nacional.

O atendimento no estande do BNDES será feito por uma equipe técnica do banco formada por economistas, analistas financeiros e administradores que irá informar ao empresário visitante qual a melhor opção disponível para ele. A operação financeira pretendida será solicitada ainda durante as feiras, mas deve ser liberada apenas após avaliação de um departamento específico do BNDES.

Durante a ForInd Nordeste e a SUCRONOR, o  Banco vai informar sobre as seguintes linhas de financiamento: BNDES Finame, Cartão BNDES, BNDES Finame Agrícola, BNDES Finame Leasing,  BNDES Automático, BNDES Finem, BNDES Exim.

“A parceria e a presença de um estande do BNDES nas feiras vai projetar, juntamente com o ENF – Encontros de Negócios, resultados ainda melhores que os de 2009, que gerou contratos na casa dos R$ 50 milhões  durante os dias do evento e nos doze meses seguintes”, afirmou Fernando Barbosa, diretor da Multiplus Feiras e Eventos.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

A inauguração da fábrica de semicondutores do Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada, Ceitec, no dia 5 de fevereiro último, em Porto Alegre, RS, compõe a ação nº 14 – Centros Tecnológicos, do Programa do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, TIC, da Política de Desenvolvimento Produtivo, PDP. O Programa de TIC da PDP é coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, MCT. Os investimentos na unidade da Ceitec de Porto Alegre foram da ordem de R$ 400 milhões.

Lançada em maio de 2008 pelo governo federal, a PDP reúne 34 programas de ação dos mais diversos setores produtivos, tendo como foco investimentos em inovação e incremento da competitividade de médio e longo prazos da indústria nacional. A PDP é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com apoio da Secretaria Executiva, formada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABDI, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, e Ministério da Fazenda, MF.

TAGS: , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Pelo que mostram os números, o setor de máquinas e equipamentos começa a se levantar do tombo que sofreu por conta da crise econômica mundial durante o ano passado. No comparativo dos meses de dezembro de 2008 e 2009 os ganhos somaram R$ 6,26 bilhões, alta de 7,3%. Sobre novembro último houve aumento de 0,6%, o que indica o movimento de retomada. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 3 de fevereiro, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq.

Para este ano, a entidade já aposta em expansão de 15% a 18% — contra índices de 10% a 15% estimados pelo presidente Luiz Aubert Neto em dezembro do ano passado (veja aqui entrevista com Aubert Neto) –, podendo chegar a faturamento da ordem de R$ 75 bilhões, semelhante ao alcançando em 2008.

O presidente ressalta que, dentre os fatores que impulsionaram o crescimento no setor, o Programa de Sustentação do Investimento, PSI (financiamentos a juros de 4,5% ao ano), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, tem desempenhado papel muito importante: “Caso este benefício, que deve terminar em junho deste ano, perdurasse até dezembro, juntamente com a desoneração dos investimentos e outros incentivos que ainda devem ser concedidos, o setor ganharia muito”.

Por outro lado, apenas o cenário apresentado acima não será capaz para garantir a recuperação de todas as perdas sofridas desde o inicio da crise. Uma recuperação “real”, nas contas da entidade, vislumbra crescimento de, no mínimo, 25%. Fatores que podem prejudicar o setor de máquinas e equipamentos estão ligados à medida do governo que concede isenção total para refinarias importarem equipamentos, mesmo que existam produtos similares no Brasil.

2009 – No ano passado, o faturamento do segmento foi de R$ 64,26 bilhões, redução de 17,9% perante o consolidado em 2008. As exportações responderam por boa parte da queda, com retração de 40,5% no mesmo período. O segmento bombas e motobombas foi o único a registrar crescimento expressivo: 18,1% em 2009. A explicação para tal desempenho vem do aumento da demanda do setor de petróleo e gás. Já o setor com maior queda foi o de máquinas para madeira, com recuo de 53%.

Emprego – A elevação no nível de emprego é outro fator considerado na caminhada para a retomada do setor. No ano passado, apresentou retração de 3,7% diante 2008. Mas, em dezembro, houve pequena elevação de 0,1%. Aubert Neto afirma que a entidade aposta na tendência de ascensão.

TAGS: , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

Abimaq Inova em outubro

Icone Divulgue esta notícia!, Evento | Por Erica em 14 de setembro de 2009

0

Acontecerá em outubro, no dia 21, a segunda edição do Abimaq Inova. Uma realização do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, e da própria Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o evento, que ocorrerá na sede da entidade, tem como principal objetivo apresentar às associadas exemplos de cases de sucesso e diferenciação de mercado por meio da inovação tecnológica.

O Abimaq Inova, que conta com o patrocínio do Sebrae, mostrará nessa oportunidade quais foram os instrumentos utilizados pelas empresas para inovar, mesmo em meio à maior crise enfrentada pelo setor nos últimos 20 anos.

Como na edição passada, realizada em 2008, a questão da obtenção de recursos foi apontada como uma das principais dificuldades pelos empresários que adotaram o caminho da inovação, agora, a entidade busca justamente desmistificar o impasse com a participação de várias instituições, como Fapesp, BNDES, Abimaq Cred, Tecpar, Finep, dentre outras.

O evento contará ainda com a realização de oficinas e participação de convidados especiais.

Serviço

Data: 21 de Outubro

Local: Sede da Abimaq, em São Paulo, SP

Informações e inscrições: Disque Inovação 0800.7700897

TAGS: , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

fenasucro_logo_blog_industrialDesde março deste ano, a Areva Koblitz, divisão de bioenergia do grupo Areva, trabalha numa iniciativa desenvolvida a partir de uma necessidade dos usineiros: conseguir crédito para manter as usinas sucroalcooleiras funcionando.

O modelo Retrofit visa uma sociedade entre o usineiro e a sede brasileira do grupo francês para levantar uma central de cogeração de energia, investimento que toma, em média, 30% do capital investido numa indústria da cana.

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Segundo José Romero Rêgo, diretor comercial da Areva no Brasil, a parceria se faz por meio de uma sociedade de propósito específico (SPE), onde o grupo detém 40% do empreendimento. “Cuidamos de 100% do financiamento da usina por meio dos bancos de fomento do governo (BNB ou BNDES). Para o usineiro, que fica com 60% do negócio, nossa proposta o deixa tranquilo para desenvolver outras áreas”, argumenta Rêgo.
A Areva tem como meta conseguir até o ano que vem 10 Memorandos de Entendimento – nome dado à negociação antes da assinatura da SPE – somente no nordeste. “Até o momento já temos seis em andamento”, gaba-se o diretor comercial.
A primeira SPE de cogeração de energia começará a funcionar em setembro de 2010. Trata-se da Usina Seresta, em Alagoas. “Estamos falando em cerca de R$ 100 a R$ 120 milhões em investimento para produção de 50 mega watts. Esse valor pode ser financiado em 12 meses, por exemplo”, pontua Rêgo.

Assim que fechar os 10 memorandos no nordeste, a Areva formatará o modelo de negócio para sul e sudeste do País, “mas isso só deve acontecer por volta de 2011”, acredita o representante do grupo francês.

De olho na América Latina, a Areva abriu recentemente um escritório no Panamá para levar o Retrofit para países vizinhos.

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

Anote na agenda! Novo Programa BNDES

Icone Economia | Por Kleber em 17 de agosto de 2009

0

Luciano Coutinho, Demian Fiocca e Luiz Aubert Neto juntos? Isso mesmo. Na quarta-feira, 19, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o presidente do Banco Nossa Caixa e o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) se reunirão em São Paulo para anunciar o novo Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI).

Muito tem se falado sobre este programa, que deve ajudar indústrias de pequeno e médio portes. Em nota, a Abimaq informou que na ocasião também serão abordados temas referentes ao capital de giro e cartão BNDES, além do anúncio de mais duas linhas de financiamentos para empresas e agronegócio.

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

3

A principal reivindicação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, não foi contemplada no pacote divulgado pelo governo federal nesta segunda-feira, 29: “Não entendemos o porque o governo não liberou a devolução imediata dos créditos de PIS-COFINS gerados nas compras de máquinas e equipamentos, a exemplo do que acontece no mundo todo. Essa seria a questão principal”, lamentou o vice-presidente da entidade, Fernando Bueno. “Entretanto, queremos crer que este pacote já estava pronto na semana passada quando estivemos em Brasília e que ainda possa acontecer alguma movimentação nesse sentido”.

Para o dirigente, esse tipo de atitude por parte do governo estaria em linha com o pensamento da indústria, que é estar bem no presente, mas acreditar no futuro, não apenas gerando condição temporária de investimento: “A aquisição de uma máquina, seja para qual segmento for, tem ligação com produção e geração de empregos, significa vislumbrar mais à frente. Por isso, denominamos o projeto da Abimaq como modernização do parque industrial brasileiro. São medidas que contemplam, portanto, não apenas o setor de bens de capital, mas quem precisa comprar máquinas. Perdemos a batalha, mas não a guerra”.

Por outro lado, Bueno não deixou de elogiar a iniciativa relacionada às condições de financiamento mais favoráveis para a compra de máquinas e equipamentos. O governo reduziu a Taxa de Juro de Longo Prazo, TJLP, utilizada na concessão de crédito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, de 6,25% para 6%. Trata-se do menor índice histórico do taxa: “Finalmente um programa de juros mais terráqueo. Indiscutivelmente 6% são bem melhores do que os 12% que tínhamos disponíveis”.

Já a redução de IPI estendida para mais setenta itens para ele “é marginal”. De acordo com o vice-presidente, a ação tem pouco efeito uma vez que há mais de 15 anos 97% dos produtos já têm tarifa zero. “Até pode beneficiar alguns por classificação de produtos. Por exemplo, para um produtor de bombas dependerá de para qual fim ele fornecerá seu produto: se para a indústria ou para uma piscina residencial.”

O estímulo tem data marcada: vigorará até o dia 31 de dezembro de 2009.

Impacto – Resultados efetivos para o setor com as medidas devem aparecer mesmo em 2010. Mas como têm data para começar e acabar, Bueno acredita que quem tem intenção de investir precisará correr. 

A estimativa da entidade é que a redução de taxa de juros torne os investimentos mais baratos em 12% a 15%. No entanto, caso fossem aprovadas a depreciação e a devolução imediata do crédito de PIS-COFINS, o investimento do Brasil hoje ficaria 30% mais em conta.

TAGS: , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Ao folhear o jornal hoje pela manhã (19/06/2009), a manchete do caderno Dinheiro da Folha de S.Paulo saltou aos olhos Planalto vai socorrer setor de máquinas. Minha primeira dúvida: que tipo de máquina, agrícola? Não que não fosse importante o socorro ao segmento também, afinal são muitos os setores necessitados. E como agradável surpresa para uma sexta-feira, era mesmo aquilo para o que torcia: a indústria de bens de capital será beneficiada com medidas do governo na área de crédito. Finalmente! Veja abaixo a íntegra da matéria escrita por Denyse Godoy e Guilherme Barros:

Planalto vai socorrer setor de máquinas

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que o governo em breve apresentará novas medidas para reduzir o custo do investimento para que as empresas pensem em expandir as suas atividades “e o Brasil surja, no pós-crise, com uma economia mais forte”. Ele não quis dar detalhes das providências que estão em em análise, mas adiantou que entre elas há decisões “na área de crédito”.

Luciano Coutinho, presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), afirmou que o setor de máquinas e equipamentos deve ser o principal beneficiado pelas novidades por ser “estratégico” e “o primeiro a entrar e o último a sair” das crises. “Estamos conversando com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior sobre maneiras de estimular o empresariado a retomar o investimento”, disse Coutinho, após participar, com Mantega, em São Paulo, da premiação Destaque Agência Estado Empresas.

Segundo a Folha apurou, o setor de bens de capital já tem reuniões marcadas para a próxima semana com os governos federal e estaduais para discutir as medidas que podem ser adotadas. Entre os pedidos, está o de ampliar a concessão de créditos de PIS/Cofins e de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para quem adquire máquinas.

Após Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), reclamar bastante da situação do setor, durante a reunião do grupo de acompanhamento da crise em Brasília, anteontem, Mantega encomendou à SPE (Secretaria de Política Econômica), do ministério, um estudo sobre o que pode ser feito.

O ministro argumentou, no encontro, entretanto, que talvez seja melhor lançar mão de outras medidas que estimulem a demanda por equipamentos, em vez de socorrer a indústria de máquinas diretamente. Isso poderia ser feito por meio da abertura de linhas especiais de crédito do BNDES para a aquisição de bens de capital. Desonerações estão praticamente fora de cogitação.

“O segmento está sofrendo um processo de desindustrialização. Já houve demissões de 17 mil funcionários desde outubro, e mais 35 mil podem ser cortados até o final do ano, o que levaria o nível de emprego a retornar ao que era em 2006, com aproximadamente 200 postos de trabalho”, disse Aubert Neto à Folha. “Por conta da carga tributária elevada e do dólar baixo demais, os fabricantes importam maquinário da China e somente colocam a sua marca aqui.”

Em maio, conforme dados preliminares da Abimaq obtidos com exclusividade pela Folha, o faturamento da indústria de máquinas caiu 22,6% ante o mesmo mês de 2008, para R$ 5 bilhões. Nos primeiros cinco meses de 2009, o faturamento acumulado ficou em R$ 23,7 bilhões, montante 24,4% menor do que o registrado no mesmo período de 2008. No mesmo intervalo, as exportações recuaram 29,6% na comparação anual, para US$ 3,125 bilhões. As importações tiveram baixa de 1,8%, chegando a US$ 7,917 bilhões no período.

Para Mantega, a crise “amainou” no Brasil. No entanto, não é hora de comemorar, pois “ainda há muito a fazer” para que a economia do país efetivamente se recupere. Na sua previsão, o PIB (Produto Interno Bruto) em 2009 será “fraco, porém positivo”. Em 2010, segundo ele, é possível crescer 4%, e, no ano seguinte, 5%.

TAGS: , , , , , , ,

Deixe seu comentário

Cartão BNDES

Icone Economia, Feira, Investimento | Por Kleber em 18 de maio de 2009

0

Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), comentou nesta manhã, na coletiva de abertura da Feimafe, que está muito satisfeito com os US$ 500 mil que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizou para a indústria nacional no primeiro trimestre de 2009, por meio do cartão BNDES. “Quero parabenizar o banco por essa ajuda. Já temos R$ 250 milhões de máquinas vendidas por conta desse auxílio”, comentou ele, emendando que “financiamento é o oxigênio para o setor de máquinas-ferramenta”.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Com a falta de crédito que assola o Brasil neste momento de crise econômica, pipocam a todo o instante notícias de linhas de financiamento com ofertas das mais variadas. Entretanto, o que quase nunca fica claro é que as exigências para os empréstimos são tantas e as taxas tão altas que, na maioria das vezes, o pequeno e médio empresário, principalmente (já que de longe é o mais afetado diante deste cenário), continua na mesma, sem conseguir o dinheiro necessário para girar seu negócio.

Com vistas exatamente nesse tipo de situação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, ampliou o valor máximo no Programa Especial de Crédito, PEC, de R$ 50 milhões por empresa beneficiária para R$ 200 milhões, limitada a 20% da Receita Operacional Bruta, ROB, do último exercício fiscal. Para fins de cálculo desse limite de 20% será considerada a ROB individual da própria beneficiária, ainda que ela pertença a um grupo econômico.

O PEC é uma linha de crédito destinada ao financiamento de capital de giro de empresas brasileiras, com dotação orçamentária de R$ 6 bilhões e prazo de vigência até 31 de dezembro próximo. Essa linha tem por objetivo promover a competitividade das empresas dos setores de indústria, comércio e serviços.

A direção do BNDES assegura que essa medida visa suprir a escassez de crédito no mercado, contribuindo, assim, para o desenvolvimento e fortalecimento da atividade produtiva do País. Os financiamentos serão concedidos pelo BNDES de forma indireta, por meio da rede de agentes financeiros credenciados pelo banco de fomento. Também serão possíveis operações diretas com fiança bancária.

TAGS: , , , , , , , , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

ARQUIVO

editora banas exportação crédito câmaras Abimaq Perspectivas importação Anpei máquinas balanço IBGE sustentabilidade FIESP atividade industrial tecnologia Pesquisa Revista P&S inovação Investimento emprego mercado equipamento máquina máquinas e equipamentos abimaq Lançamento crise indústria Feimafe Economia Feira