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Encontro abordou a modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, participou nesta segunda-feira (19/9) da reunião plenária do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), na capital paulista. Durante o encontro, foram debatidos assuntos como modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas de todos os setores varejistas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo e utilizarem recebíveis de cartão de crédito como garantia.

Gleisi Hoffmann ressaltou que a estabilidade econômica do Brasil é a grande meta da presidente Dilma Rousseff. “Não adianta fazermos inúmeros projetos se não houver desenvolvimento econômico. É preciso ter geração de empregos e distribuição de renda, mas para isso é preciso haver consumo. A presidente Dilma é muito preocupada com a retomada do crescimento, e a redução da pobreza foi fundamental para a elevação do consumo no Brasil. Ter um setor miserável da sociedade é muito vergonhoso para todos. Por isso, lançamos o Plano Brasil Sem Miséria, para tirar da linha da pobreza 16 milhões de brasileiros. A intenção da presidente é colocar o país na lista dos mais desenvolvidos do mundo”, explica a ministra, que também ressaltou a importância da educação para viabilizar este desenvolvimento. “Elaboramos diversos programas, inclusive com a distribuição de bolsas de estudos no exterior. A educação é um importante pilar que sustentará este desenvolvimento”.

Na reunião com os associados do IDV, a ministra afirmou que a presidente tem se dedicado muito à eficiência da gestão pública. “As áreas de saúde, justiça e transporte são focos importantes da atuação do governo. Além disso, a presidente Dilma tem desenvolvido várias ações no setor de infraestrutura, e grandes obras já estão sendo finalizadas”.

O presidente do IDV, Fernando de Castro, ressaltou a necessidade de haver um planejamento estratégico de longo prazo para o varejo. “O Programa Brasil Maior pode dar mais espaço para o varejo, e colocamos o IDV à disposição do governo”, finaliza Castro.

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Os investimentos diretos japoneses no Brasil deverão crescer cerca de 20% este ano e atingir US$ 12 bilhões. A previsão foi feita nesta quarta-feira, 10 de agosto, pelo superintendente da área internacional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Sérgio Foldes, em debate na XIV Reunião do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão. O encontro, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere japonesa, a Nippon Keidanren, reuniu durante dois dias, em Salvador, mais de 200 empresários dos dois países.

Segundo Foldes, os investimentos japoneses serão aplicados principalmente nos setores automotivo, eletro-eletrônico, siderúrgico e farmacêutico. Ele informou que o recente acordo firmado entre  BNDES e o Japan Bank For International Cooperation para uma linha de crédito de até US$ 3 bilhões em projetos de infraestrutura no Brasil deverá atrair mais empreendimentos japoneses para os segmentos de energia elétrica, petróleo e gás.

No painel do qual Foldes participou, sobre finanças, o diretor-presidente do Banco Sumitomo Mitsui no Brasil, Teruhisa Konish, queixou-se de que as altas taxas de juros cobradas no país afugentam a demanda por empréstimos a empresas, especialmente de longo prazo.

Outra queixa dos empresários japoneses – o fim de voos diretos entre São Paulo e Tóquio, desde março último, pelas dificuldades financeiras da Japan Airlines (JAL) – não terá solução no curto prazo.  O diretor-executivo da All Nippon Airways, Hiromichi Toya, que participou do painel, disse não estar nos planos da companhia a realização de voos diretos entre os dois países. Toya afirmou que a All Nippon Ayrways se limitará a estender para a Ásia voos da TAM. Os empresários afirmaram que a ausência de voos diretos dificulta não só o trânsito de dirigentes das empresas japonesas e brasileiras, como o intercâmbio de técnicos, com prejuízos à transferência de tecnologia.

Os empresários japoneses criticaram também a precariedade da infraestrutura brasileira, especialmente de ferrovias, e o sistema tributário do país, pela sua complexidade. De acordo com os presidentes da Multigrain, Nobuhiko Tomishima, e da Sumitomo Chemical do Brasil, Toshiaki Matsushita, são dois dos fatores que encarecem a produção agrícola. A crítica foi endossada pelo presidente da Associação Brasileira da indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, moderador dos debates sobre agricultura.

Ao final da XIV Reunião do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, os empresários dos dois países concordaram que a exploração de petróleo da camada do pré-sal e as obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 são ótimas oportunidades não apenas para ampliar os negócios bilaterais, como para promover a absorção de tecnologia de ponta japonesa.

“Espero que estas oportunidades sejam concretamente trabalhadas para que atinjam os resultados almejados”, declarou o presidente brasileiro do Comitê, José de Freitas Mascarenhas, ao encerrar a XIV Reunião. Mascarenhas também preside a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), anfitriã do encontro.

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O BNDES prorrogou o prazo de vigência do Finame Componentes, cujos pedidos deverão ser protocolados no BNDES até 30 de setembro de 2012. Este Programa financia a aquisição de peças, partes e componentes fornecidos para fabricantes cadastrados ao BNDES, para a incorporação em máquinas e equipamentos em fase de produção.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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