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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior (MDIC) divulgou na segunda-feira (22) o saldo comercial registrado em fevereiro. Entre os dias 1º e 21 de fevereiro, a balança comercial brasileira acumulou um superávit (diferença positiva entre as exportações e as importações) de US$ 735 milhões, o que representou saldo médio diário de US$ 56,5 milhões.

Na primeira semana do mês houve déficit de US$ 172 milhões. De acordo com números divulgados na segunda-feira, na segunda semana de fevereiro houve superávit de US$ 691 milhões e, na terceira semana do mês, de US$ 216 milhões.

As exportações nas três semanas de fevereiro totalizaram US$ 8,768 bilhões, com média diária de US$ 674,5 milhões. Esse valor foi 26,6% maior que o verificado em fevereiro do ano passado, quando a média diária foi de US$ 532,6 milhões. Já em relação a janeiro de 2010 (média diária de US$ 565,3 milhões), o aumento foi de 19,3%.

Nas três semanas, as importações acumulam US$ 8,033bilhões (média diária de US$ 617,9 milhões), cifra que foi 42,1% maior que a registrada em fevereiro do ano passado e 7,7% acima da verificada em janeiro de 2010. O desempenho médio diário das importações em fevereiro de 2009 e janeiro de 2010 foram os seguintes: US$ 434,7 milhões e US$ 573,6 milhões.

Até a terceira semana de fevereiro, a corrente de comércio – que é a soma das operações de exportação com as de importação – foi de US$ 16,801 bilhões, o que representou movimentações médias diárias de US$ 1,292 bilhões.

De janeiro à terceira semana de fevereiro, as empresas brasileiras exportaram US$ 20,073 bilhões, com média diária de US$ 608,3 milhões. Esse valor é 22,7% maior que o verificado no mesmo período de 2009 (média de US$495,6 milhões).

As importações totalizaram US$ 19,504 bilhões, com média diária de US$ 591 milhões. Por esse critério, houve incremento de US$ 25,1% na comparação com o mesmo período de 2009, quando o desempenho médio diário dos desembarques brasileiros foi de US$ 472,6 milhões.

No ano, o superávit acumulado é de US$ 569 milhões, ou seja, média diária de US$ 17,2 milhões. Esse saldo é 25,2% menor que o registrado no mesmo período de 2009, quando a média diária foi de US$ 23,1 milhões.

Na mesma comparação, a corrente de comércio cresceu 23,9%. No ano passado era de US$ 34,856 bilhões, com média diária de US$ 968,2 milhões, e, de janeiro à terceira semana de fevereiro de 2010, chegou a US$ 39,577 bilhões (média de US$ 1,199 bilhão).


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O crescimento de 15,9%, para R$ 4,63 bilhões, da receita do setor de máquinas e equipamentos em janeiro com relação ao mesmo mês do ano passado, acabou nem sendo o destaque da coletiva de imprensa promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 24 de fevereiro, para divulgação dos números do segmento.

A boa notícia ficou mesmo por conta da expectativa de que os investimentos do setor em 2010 deverão atingir R$ 8,9 bilhões, 20% mais do que os R$ 7,43 bilhões de 2009. Do total de recursos aplicados no ano passado, a maior parte, 36,8%, priorizou modernização tecnológica. Em seguida vieram troca de máquinas defasadas, 28,1%, e ampliação de capacidade, 26,4%.

Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela entidade com os fabricantes de bens de capital mecânicos.

Mais números – Mesmo o faturamento tendo retraído 26,1% em janeiro sobre dezembro, as contratações no primeiro mês do ano apresentaram alta de 0,8% no comparativo com dezembro, para 1 987 vagas líquidas. Atualmente, 235 925 pessoas compõem o quadro dos fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos.

Já a balança comercial do setor encontra-se deficitária. Em janeiro, as importações superaram as exportações em US$ 1,14 bilhão, patamar superior em 8,6% ao saldo negativo registrado em janeiro de 2009, que foi de US$ 1,05 bilhão.

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Câmara da Abimaq cria pool para importar aço

Icone Sem categoria | Por Erica em 18 de fevereiro de 2010

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A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, CSMIA, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, importará aço por meio de um pool formado pelas associadas. O motivo: a indústria brasileira de máquinas agrícolas está perdendo competitividade devido à valorização excessiva do real em comparação ao dólar e ao alto preço do aço no mercado interno, principal insumo para a cadeia produtiva.

Após ver o faturamento do setor retrair 28,2% em 2009 e as exportações 52,6%, a câmara pensou em um meio de tornar seus produtos mais competitivos. A iniciativa é um dos principais focos de atuação da CSMIA neste início de ano.

Com o esperado crescimento da demanda para este ano a tendência que já se observa é o aumento de preços pelas indústrias de aço para recuperar margens. “O aço aqui é muito mais caro que na Europa, China e Estados Unidos. E isso não é devido somente à alta carga de impostos no país”, afirma Celso Casale, presidente da CSMIA.

Em outros mercados, é possível encontrar chapas de aço com qualidade semelhante ao produto brasileiro até 50 % mais barato, chegando aqui com valor pelo menos 20% inferior ao produzido no Brasil, mesmo incluindo os custos com transporte, impostos e demais despesas com importação.

Em 2009, o governo brasileiro impôs uma barreira alfandegária de 12% para a maioria dos tipos de aço comercializados aqui. A medida ainda vigora sob alegação de garantia dos empregos do setor durante a crise econômica sem considerar os efeitos adversos nos setores dependentes do aço para produzir bens com alto valor agregado.

“O aço no mercado externo continua sendo mais barato que no Brasil o que não deveria acontecer já que somos o maior produtor de minério de ferro no mundo. Não podemos ficar reféns das siderúrgicas nacionais e devemos buscar alternativas para acelerar a recuperação do setor no pós-crise.”

Até o momento cerca de 30 empresas se cadastraram para fazer parte do pool para importação em conjunto. O setor de máquinas e implementos agrícolas, excluído o segmento de tratores e colheitadeiras, usa aproximadamente 60 mil toneladas de aço/mês.

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A indústria nordestina passa por um momento de grandes investimentos. Diversos projetos estão em andamento com finalização prevista para esse ano. Além disso, variados polos industriais caminham a passos largos, com crescimento acima da média nacional. Por esse motivo, economistas da Datamétrica, consultoria especializada no mercado nordestino, prevêem um crescimento de 4,73% no ano de 2010, um valor maior que o projetado para a média do Brasil, que é de 4%. Apenas em Pernambuco, os investimentos da indústria em geral passam dos US$ 22 bilhões. Além disso, a manutenção e modernização das plantas já existentes confirmam as estimativas.

No setor sucroenergético, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, os quatro estados mais representativos para o setor, possuem 58 usinas, com previsão de produção de cerca de 55 milhões de toneladas de cana para a próxima safra, segundo dados da STAB Regional Setentrional – Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil. Para Djalma Euzébio Simões Neto, presidente da STAB Regional Setentrional, “a implantação de novas plantas, após a finalização do Canal do Sertão, deve aumentar a produção de cana em cerca de 10 milhões de toneladas.”

O Canal do Sertão é considerado o maior projeto de irrigação do Nordeste e vai permitir uma expansão em cerca de 110 mil hectares de área irrigada só em Pernambuco. Com isso, há o fortalecimento do fluxo de cargas para a Transnordestina.
Feiras

Visando facilitar a entrada de empresas fornecedoras da indústria sucroenergética e de diversos outros segmentos em expansão, duas feiras de negócios foram implantadas para atingir o Nordeste todo e tornarem-se o local onde os donos de indústrias podem ter acesso a máquinas e equipamentos de última geração para montagem, manutenção e modernização de suas fábricas. É o caso da SUCRONOR – Mostra de Fornecedores do Setor Sucroenergético e FORIND NE – Feira de Fornecedores Industriais da Região Nordeste, que acontecem simultaneamente de 13 a 15 de abril de 2010 no Centro de Convenções de Pernambuco.

Para Fernando Barbosa, diretor da Multiplus Feiras e Eventos, promotora das Feiras, “a criação desses dois eventos, com grande apoio de entidades setoriais, trouxe para os empresários de todo o Brasil uma oportunidade de entrarem em um mercado com um potencial de expansão que surpreende o país inteiro. É o momento de investir no Nordeste. A Multiplus identificou isso e criou essa oportunidade para o fornecedor industrial crescer junto com a região.”

As duas Feiras acontecem simultaneamente ao 14° Seminário Regional Sobre Cana-de-Açúcar, promovido pela STAB Regional Setentrional. Para mais informações acesse http://www.sucronor.com.br ou www.forind.com.br.

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Indústria em alta

Icone Divulgue esta notícia!, Economia, Pesquisa | Por Erica em 26 de janeiro de 2010

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Nos últimos seis dias, 21 e 26 de janeiro, a Confederação Nacional das Indústrias, CNI, divulgou os resultados de duas pesquisas com resultados bastante positivos para o segmento industrial. Veja nos links abaixo a íntegra das duas matérias, com os resultados, publicadas nos site da entidade:

Otimismo da indústria é o maior em 11 anos

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), alcançou 68,7 pontos em janeiro, uma alta de 2,8 pontos ante outubro e de 21,3 pontos em relação a janeiro do ano passado, quando, atingida pela crise internacional, a confiança do empresário para 47,9 pontos.

Indicadores Industriais confirma crescimento

O desempenho da indústria brasileira em novembro passado confirmou a retomada do crescimento econômico. O faturamento do setor cresceu 1,3% em relação a outubro na série com ajuste sazonal. Foi o sétimo mês consecutivo de expansão do indicador. Na comparação com novembro de 2008, o faturamento teve alta de 8,4%, informa a pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Semana Rio Industrial em agosto!

Icone Economia, Feira, Oportunidade | Por Erica em 21 de janeiro de 2010

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De 4 a 7 de agosto, ocorre a II Semana Rio Industrial, edição 2010, que acontece no Rio Centro – Pavilhão 4 no Rio de Janeiro, RJ. A novidade deste ano é a inclusão da Feira Nacional de Soluções Tecnológicas, Salutec, que abrange as áreas de tecnologia da informação, energia solar, logística, mecânica, eletrônica, setor automobilístico, náutico, aéreo, nanotecnologia, robótica e meio ambiente.

Ao todo, o evento contará com quatro eventos simultâneos: Feira Sul-Brasileira da Indústria Metal Mecânico, Expomac , Feira Brasileira de Indústria Elétrica, Eletrônica e Automação Industrial, Elétron, e Feira Brasileira de Embalagens, Feipack.

A Semana Rio Industrial acontece a cada dois anos e em 2010 terá o dobro do tamanho do evento anterior, segundo a organização. Estima-se que 250 indústrias participem, recebam 20 mil visitantes e gerem R$ 110 milhões em negócios.

Mais informações sobre o evento, acessar www.diretriz.com.br.

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Na terça-feira, 12 de janeiro, o Estadão publicou matéria sobre PRODUTIVIDADE INDUSTRIAL (de autoria de Marcelo Rehder), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento do números, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, aponta resultado bastante interessante, e importante de ser acompanhado. Veja:

Indústria quer maior produtividade

Depois de ver a produtividade de suas fábricas ir para o ralo com a crise financeira mundial, a indústria brasileira se prepara para dar a volta por cima em 2010. Em um ano de crise, entre setembro de 2008 e setembro de 2009, a produtividade do trabalho industrial caiu 4,1%, puxada pelo recuo da produção, que despencou 8%. A redução do pessoal ocupado foi menor, de 4,1%. Agora, com a previsão de crescimento da economia superior a 5%, as empresas pretendem ampliar a produção em ritmo superior ao das contratações, recuperar o terreno perdido e ainda ganhar eficiência.

Os números são de levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feito com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A produtividade é medida pela capacidade que a empresa ou o setor da economia tem de produzir mais com a mesma quantidade de um determinado insumo, que no caso do estudo da Fiesp é representado pela mão de obra.

Considerada a base da competitividade do produto brasileiro, a produtividade fortalece as empresas e permite que concedam aumentos reais de salários e preços mais acessíveis ao consumidor, o que amplia o mercado interno.

Para o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, que coordenou o estudo, o emprego industrial deverá superar os níveis alcançados no período anterior à crise somente no segundo semestre ou no ano que vem, mesmo com a economia crescendo entre 5% e 6%.

Nesse quadro, as empresas geralmente tomam como primeira medida a utilização de horas extras, observa Roriz Coelho. Depois, fazem contratações temporárias, além de colocar novamente em operação os equipamentos desativados na crise. Antes de investir e contratar gente nova, ainda podem terceirizar parte da produção.

Sondagem divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) confirma a tendência de recuperação do emprego em porcentual inferior ao do crescimento da produção e do investimento. Das 762 empresas entrevistadas, 69% projetam aumento de vendas para este ano, enquanto só 8% falam em retração. No entanto, é menor o porcentual de empresas que querem contratar: 40%. Além disso, outras 12% pretendem fechar postos de trabalho.

REPARTIR OS GANHOS

Atentos, os sindicalistas prometem cobrar a parte dos trabalhadores nos ganhos de eficiência das empresas. “Como a produtividade vai crescer muito este ano, nossa expectativa é não só garantir grandes aumentos reais de salários, como obter conquistas inéditas, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais”, diz o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva.

O estudo da Fiesp mostra que, nos meses de crise, a produtividade do trabalho chegou a cair até 16% nos setores de fumo e produtos elétricos. De um total de 26 setores analisados, apenas 8 aumentaram a produtividade no período. No entanto, os fabricantes de máquinas de escritório e equipamentos de informática, celulose e papel e equipamentos de transportes aumentaram a produtividade por meio da queda de pessoal ocupado.

Em contrapartida, produtos químicos, bebidas e perfumaria foram os únicos setores que aumentaram a produtividade sem diminuir o emprego. A produtividade na fabricação de produtos de perfumaria cresceu 10,8%, acompanhada de aumento de 11,4% na produção e de 0,5% no emprego.

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O Ministério da Agricultura anunciou nesta sexta-feira, 8, que as exportações do agronegócio no País caíram 9,8% em 2009 na comparação com o ano anterior. Obviamente, o motivo foi a crise financeira mundial.

Para este ano, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, prevê um crescimento nas exportações em volumes. No entanto, ele evita fazer estimativas sobre preços. “Acredito que uma projeção de 5% para este ano é bastante plausível”, declarou o ministro.

Em 2009, as importações de produtos agropecuários caíram 16,9%, passando de US$ 11,8 bilhões em 2008 para US$ 9,8 bilhões, deixando o superávit da balança do agronegócio em US$ 54,9 bilhões.

Segundo o ministério, a diminuição das exportações agropecuárias foi menor que a dos demais produtos exportados pelo Brasil, que apresentaram queda de 30%. A participação do agronegócio nas exportações totais brasileiras aumentou de 36,3% em 2008 para 42,5% em 2009.

No último mês de 2009, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 4,981 bilhões, uma alta de 4,4% em relação ao mesmo período de 2008 e o melhor resultado para o mês, segundo o comunicado do ministério.

As importações alcançaram US$ 1,005 bilhão, 13,2% a mais que em dezembro de 2008, e a balança comercial registrou um superávit de US$ 3,975 bilhões.

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Escrevo para acrescentar uma informação sobre a produção industrial brasileira de novembro divulgada na quarta-feira, 6. Hoje, os jornais estampam mais um dado relevante sobre o estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção industrial naquele mês subiu em nove das 14 regiões do País. O destaque ficou com Goiás, cuja produção aumentou 11,6% no período, “devolvendo o recuo de 9,9% observado no mês anterior”.

Os demais locais que registraram resultados positivos em novembro foram a Bahia (alta de 3,9%), Ceará (2,8%), Rio Grande do Sul (1,9%), São Paulo (1,6%), Amazonas (1,6%), Região Nordeste (1,6%), Pernambuco (1,0%) e Rio de Janeiro (0,2%).

Houve queda na produção industrial no Espírito Santo (baixa de 1,6%), Minas Gerais e Pará (ambos com recuo de 0,6%) e Paraná e Santa Catarina (ambos com queda de 0,1%).

De acordo com os técnicos do IBGE, “esse movimento evidencia não só a recuperação do setor industrial, num contexto de maior confiança no ambiente econômico, mas também a baixa base de comparação, em função dos ajustes de estoques ocorridos no final do ano passado”.

O resultado de São Paulo – alta de 1,6% da produção industrial em novembro ante outubro – foi bem melhor que o registrado pela média nacional (baixa de 0,2%). O aumento apurado na indústria paulista representa a quinta expansão seguida na comparação com o mês anterior. Na comparação com novembro de 2008, a indústria paulista também registrou crescimento, de 2,1%. Neste caso, a alta ficou abaixo da média nacional (5,1%).

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A produção industrial brasileira em novembro de 2009 cresceu 5,1% na comparação com o ano anterior, informou o pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 6. No entanto, se o índice for comparado ao mês de outubro do ano passado, a indústria recuou 0,2%.

Antes dessa queda de bem menos de 1%, a produção industrial registrou dez altas consecutivas, na série com ajuste sazonal.

Se pensarmos de janeiro a outubro, a produção industrial acumulou crescimento de 19,4%, com taxas positivas em todos os meses. Na comparação com 2008, a produção industrial registrou queda de 9,3%.

De acordo com o IBGE, o setor de veículos automotores foi um dos principais responsáveis pela queda da produção industrial em novembro ante outubro. O segmento registrou queda de 2,2% na comparação com o mesmo mês de 2008, após acumular expansão de 107,6% nos dez primeiros meses de 2009. O pior resultado de novembro ante outubro foi registrado em bens de consumo duráveis (- 4,8%).

A produção do setor de máquinas e equipamentos registrou em novembro o oitavo aumento consecutivo ante o mês anterior, com alta de 6,1% na comparação com outubro. Na comparação com novembro de 2008, o segmento manteve desempenho negativo (- 2,5%). O resultado mostra uma redução no ritmo de queda, já que em outubro a produção do setor despencou 16,8%.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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