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Bombas Geremia aproveita bem Feira Mecânica

Icone Evento, Feira | Por Erica em 20 de maio de 2010

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A participação da Bombas Geremia/Johnson Screens na 28ª Feira Internacional da Mecânica foi muito proveitosa. Esta é a avaliação dos responsáveis pela área comercial da empresa. O estande da JS, no Anhembi, em São Paulo,  expôs bombas helicoidais de três linhas: WHS (sanitárias), WHD (dosadoras) e WHT (transferência).

De acordo com Daniel Erbes, Coordenador de Engenharia de Aplicação e Vendas da empresa, a Feira Mecânica é um evento que garante retorno nos investimentos realizado neste âmbito. “Esta é uma das feiras de maior circulação de clientes e possíveis compradores no Brasil e na América Latina. Por ocorrer apenas a cada dois anos gera muita expectativa e todos querem conhecer as novidades do mercado e fazer contatos nos mais diversos segmentos industriais”, destaca.

O próximo evento que a empresa participará é a Fispal Tecnologia, de 8 a 11 de junho, também em São Paulo.

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Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social, BNDES, divulgou neste início de março alterações nos critérios de classificação quanto ao porte das empresas beneficiárias a serem observados nos financiamentos no âmbito dos programas do banco. Entre as mudanças estão: modificação nas faixas das categorias de porte de beneficiárias a serem observadas para seu enquadramento nas condições de financiamentos, inclusão da categoria médias-grandes empresas e classificação quanto ao porte das pessoas físicas conforme sua renda anual para efeito de enquadramento nas condições de financiamento.

Segundo o BNDES, o porte das empresas é determinado pela receita operacional bruta anual ou anualizada:

- Microempresas – Até R$ 2,4 milhões
- Pequenas Empresas – Entre R$ 2,4 milhões e R$ 16,0 milhões
- Médias Empresas – Entre R$ 16,0 milhões e R$ 90,0 milhões
- Médias-Grandes Empresas – Entre R$ 90,0 milhões e R$ 300,0 milhões
- Grandes Empresas – Acima de R$ 300,0 milhões

Credenciamento para Finame e BNDES Automático

Para credenciar sua empresa, é necessário apresentar as informações discriminadas no Programa de Credenciamento, disponível no site do BNDES

As informações de cadastro podem ser enviadas via e-mail para cfi_credenciamento@bndes.gov.br(*), ou apresentadas em CD. A documentação requerida em papel deve ser enviada pelo Correio para o seguinte endereço:

BNDES
Área de Operações Indiretas
Departamento de Credenciamento e Financiamento a Máquinas e Equipamentos
Av. República do Chile, 100, 17º andar
20031-917 – Rio de Janeiro – RJ
(*) O endereço eletrônico cfi_credenciamento@bndes.gov.br é exclusivo para solicitações de credenciamento.

Demais questões devem ser enviadas para credenciamento@bndes.gov.br.

Consulta a Fabricantes e Produtos enquadrados para Finame e BNDES Automático estão disponíveis no site do BNDES.

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Para fechar a semana, reproduzo um artigo enviado por Nuno Rebelo dos Santos, integrante do Instituto de Marketing Industrial e consultor da JCTM Marketing Industrial. Neste texto, ele argumenta que profissionais motivados e integrados têm melhores ideias, são mais produtivos e mais eficientes no cumprimento de objetivos e metas, por consequência mais felizes. Confira!

A seleção natural destaca os mais aptos, mas estes podem não ser os melhores para o desenvolvimento da espécie ou da sociedade a médio e longo prazo. O desafio humano é superar os limites impostos pela seleção natural integrando os “menos aptos”, que também têm contribuições importantes a dar e que hoje não são devidamente valorizadas. Isto pode causar um retrocesso à sociedade e aos negócios, pois todas as pessoas e aptidões são necessárias, dentro de um espírito de colaboração e aceitação, para a evolução social e econômica.

“Nos negócios, como na vida, existem direitos universais que devem ser respeitados e considerados na definição de metas e objetivos de médio e longo prazo. Valorizar as pessoas, seus diferentes pontos de vista e contribuições, ser sustentável na essência da palavra e capaz de identificar diversas alternativas em qualquer situação são determinantes para o sucesso ou fracasso de uma iniciativa empresarial”, afirma Nuno Rebelo dos Santos, integrante do Instituto de Marketing Industrial e consultor da JCTM Marketing Industrial.

Ele ressalta que a vida humana vale por si só e que é essencial permitir a cada pessoa realizar-se como ser humano e como profissional. “Qualquer resultado depende de um trabalho em grupo e cada participante tem o seu valor e deve ser reconhecido por isto. O problema é a tendência de só se valorizar o líder e os mais competitivos”, esclarece o executivo.

O cenário corporativo atual apresenta uma competição desleal e descontrolada, visando resultados e lucros imediatos e deixando de lado muitas vezes fatores essenciais como a história da empresa, sua filosofia e legado para o futuro. “A tecnologia dá poder, facilita processos e ajuda a estabelecer diferenciais estratégicos, mas sua má utilização traz conseqüências catastróficas. Em sua implementação é sempre necessário considerar as pessoas, que de fato asseguram o valor da companhia diante de seus clientes”, diz Rebelo dos Santos.

Outro aspecto controverso é a postura de muitas companhias de só valorizar os talentos mais competitivos e que se destacam dentro de determinado grupo, deixando de perceber e de considerar a contribuição dos demais integrantes das equipes, que também detém conhecimentos e habilidades importantes para a obtenção de bons resultados e, por conseqüência, para a evolução da companhia.  

Para Rebelo dos Santos, a trajetória de qualquer corporação depende hoje de uma revisão destes e de outros equívocos empresariais, como os bloqueios às iniciativas individuais, os excessos de regulamentação e o constrangimento muitas vezes da ação e da criatividade. “É óbvio que o trabalho em equipe deve ser valorizado, mas cada pessoa contribui de maneira única para o desempenho e deve ser incentivada. É preciso sempre motivar a ação e a criatividade, para que mudanças benéficas ocorram em todas as esferas da organização, evitar o excesso de regras e de fiscalização, bem como a homogeneização de atitudes e ideias”, acrescenta ele.

Ele acredita que, ao propiciar um ambiente de trabalho saudável e dar liberdade para que as pessoas se expressem, as empresas ganham agilidade e eficácia, assim como melhor percepção de seu valor atribuído por seus talentos, clientes e fornecedores. “Profissionais motivados e integrados, reconhecidos como seres humanos, se empenham mais em suas ações, trabalham na mesma direção e buscam aperfeiçoamento constante, o que resolve parte do dilema atual das empresas que é manter um sistema complexo de regras e segurança ou focar-se na qualificação e responsabilização dos responsáveis pelos diferentes projetos. Estes dois aspectos precisam e devem andar juntos”, esclarece Rebelo dos Santos. 

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A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) anunciou na terça-feira (26) que sua diretoria de Responsabilidade Socioambiental (RSA) lançou o Projeto Carbono Zero, com o objetivo de provocar uma reflexão sobre o modelo de gestão adotado pelas empresas associadas e favorecer a diminuição de emissão de carbono (CO2).

Alessandra Bernuzzi, diretora de RSA, explica que existem várias ferramentas que viabilizam a diminuição de emissão de CO2 e a escolhida para a primeira fase do Projeto foi o Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs), desenvolvido pela Brazilian Carbon Bureau (BCB) – consultoria que atua no mercado nacional de créditos de carbono.

“Nós temos responsabilidade com o meio ambiente, que deve ser alvo contínuo de intervenções e ações em prol de sua conservação. O nosso Projeto Carbono Zero visa não só nivelar o conhecimento sobre responsabilidade socioambiental, mas também promover uma reflexão sobre este conhecimento”, explica Bernuzzi.

Outro foco do projeto é a viabilização de negócios via sustentabilidade porque o inventário pode e deve auxiliar as empresas a enxergar com mais clareza a questão e desenhar uma estratégia de redução e/ou compensação de emissão de CO2 na atmosfera.

“O inventário pode incentivar uma reflexão que promova o desenvolvimento de novos modelos de gestão, com adoção de medidas como redução de consumo e de desperdícios de matérias-primas, sistemas energéticos mais eficientes, alteração de combustíveis pelos chamados ‘mais limpos’ e até plantio de árvores, por exemplo. Cabe às empresas identificar maneiras de emitir menos carbono, com projetos de engenharia reversa”.

A Abimaq firmou uma parceria com a BCB que vai elaborar os inventários de GEEs para as associadas, gerando a oportunidade de desenvolver ações gerais e localizadas em benefício da sustentabilidade. A associada RTS Válvulas participou do projeto piloto e já recebeu seu inventário de GEEs.

A metodologia de trabalho da BCB segue critérios e padrões de órgãos internacionais, como o Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) e da norma ISO 14064 (relacionada à quantificação e verificação de GEE).

João Marcelino, contador da RTS e responsável pelo projeto dentro da empresa, diz que para se fazer o inventário, é importante ter informações sobre consumo de energia, frete, lixo, entre outras.

“Nós respondemos a um questionário que abordava estas e mais outras questões sobre a empresa. Pudemos perceber que a empresa já tinha ações sustentáveis, como por exemplo, destino correto ao lixo e tratamento de efluentes líquidos. Mas identificamos que mesmo assim, geramos CO2 de forma direta e indireta, o que será compensado com plantio de árvores”, conta Marcelino.

“Não tínhamos nenhuma idéia de como era feito o inventário. Percebemos que todos nós temos responsabilidade e devemos compulsoriamente ou voluntariamente assumir a nossa parte, pois a continuidade dos recursos naturais do amanhã depende de nossas ações hoje”, finaliza.

Durante a divulgação do segundo inventário nacional de emissões, no último dia 25, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, anunciou que as emissões brasileiras de gases de efeito estufa aumentaram 62% entre 1990 e 2005. Todos os setores registraram crescimento nas emissões e a indústria como um todo é o quarto setor que mais emite GEEs. Nesses 15 anos, o aumento de emissões foi de 39%, embora a participação do setor para as emissões nacionais tenham caído de 2% para 1,7%.

Especialistas afirmam que o Brasil tem condições de assumir um importante papel nas discussões sobre emissões de carbono, por ter uma matriz energética mais limpa que a dos países desenvolvidos – e de emergentes como a China.

Apesar desse aumento, o Brasil domina tecnologias estratégicas para o futuro, como a dos biocombustíveis – com destaque para o etanol, que além de poluir menos, promove um significativo seqüestro de carbono da atmosfera, durante o cultivo da cana-de-açúcar.

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A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebe até a próxima quarta-feira (20) – gratuitamente – inscrições para o Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água. Pelo quinto ano consecutivo, o prêmio incentiva a difusão das práticas que promovem o uso eficiente da água, resultando em redução do consumo e gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

Podem participar empresas industriais com sede no Estado de São Paulo, independente de seu porte. Os interessados deverão preencher o formulário e, também, encaminhar os projetos para o Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Fiesp até a data limite de 10 de fevereiro de 2010.

Os vencedores receberão troféu, selo com o registro do Prêmio, além de placas de menção honrosa. Todas as empresas receberão um certificado de participação. O resultado final será divulgado durante solenidade da premiação, em cerimônia a ser realizada na sede da Fiesp, em comemoração ao Dia Mundial da Água, no mês de março.

Mais informações no endereço http://www.fiesp.com.br/premioagua/

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Você acredita que a web pode ajudar seus colaboradores a promover novos negócios? Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult, acredita que sim e disseca no artigo “TI2: é hora de resolver a equação para ampliar os negócios” como otimizar o uso da rede na empresa. “Atualmente um dos meios mais eficientes de comunicação é a Web 2.0. As diversas redes sociais, os inúmeros blogs, os sites que surgem a cada dia, tem tornado esse ambiente mais dinâmico e atrativo”, exemplifica Arevolo.

Confira parte do artigo: 

Como criar filtros de comunicação para monitorar e capturar informações realmente relevantes, confiáveis, e de qualidade para suportar as decisões de negócios? E mais, como organizar esse conteúdo e convertê-lo em valor quantificável para o business? Vale lembrar que toda a informação da internet ainda deve ser somada ao conteúdo gerado pelos veículos tradicionais, tais como rádio, TV e jornais. Embora eles utilizem uma abordagem mais unidirecional de comunicação com seus públicos, já apresentam exemplos práticos de interação, confirmando a tendência para um relacionamento mais colaborativo que une a combinação e a utilização integrada dos meios de comunicação.

Um número crescente de companhias em todo o mundo está adotando modelos híbridos para aproximarem-se dos clientes, potenciais clientes, parceiros e fornecedores com o objetivo de intensificar o processo de conversão das informações originalmente desestruturadas em conhecimentos valiosos, serviços mais completos e produtos ainda mais alinhados as expectativas e variáveis competitivas do mercado.

Todo esse avanço levanta outra dúvida para as empresas em relação as redes sociais . Liberá-las para o uso dos colaboradores internos ou não? A resposta afirmativa é inevitável, tanto sob o ponto de vista tático quanto estratégico para os seus negócios: Os funcionários, melhor dizendo: reais colaboradores, fazem parte do seu “ecossistema de negócios” e como parte importante do seu capital social, devem ser motivados a aproximarem-se ainda mais dos clientes, entender melhor o mercado e saber o que se passa com seus competidores.

Com a Web 2.0 todos os seus colaboradores internos, independentemente de seus cargos e títulos, devem ser encarados como parte ativa de sua força de venda, de campanhas de marketing, de recrutamento de novos talentos e de seu centro de inovação. Do contrário, como as empresas ganharão credibilidade e interatividade com seus clientes, se os seus próprios colaboradores são colocados a margem dessas iniciativas?

O primeiro passo é conscientizar todos os funcionários que a empresa realmente quer tê-los como reais colaboradores e co-responsáveis pelo sucesso da empresa. Na prática Isso significa orienta-los e motiva-los para que utilizem seus conhecimentos e propaguem informações em benefício da própria empresa assim, conseqüentemente beneficiarem-se financeiramente e socialmente com a empresa na quais colaboram. Com essa transição cultural a nível corporativo, todos os colaboradores se sentem responsáveis pelos resultados e pela reputação da imagem da empresa no mercado, ou seja, além das tradicionais políticas e procedimentos para proteger a reputação da empresa, a “monitoração dinâmica e colaborativa” das informações e interações geradas interna e externamente solucionará rapidamente qualquer comportamento inapropriado de um de seus colaboradores ou de qualquer evento externo, pois todos eles sentem-se realmente envolvidos nas situações que podem beneficiá-los ou prejudicá-los através dos resultados e da reputação da empresa.

O segundo passo, utilizando os colaboradores internos e externos (clientes, parceiros e provedores) é gerar contextos realmente interativos nos quais todos os participantes consigam rapidamente encontrar a razão pela qual estão colaborando, a importância de interagem com a empresa e o que realmente estão ganhando com essa ação. Desta forma, será muito mais fácil e natural converter as informações e conhecimentos obtidos nesses relacionamentos em produtos melhores, serviços mais eficientes e negócios inovadores e rentáveis. Lembre-se também que interatividade e contexto andam juntos, e que no caso da geração e organização do capital social em benefício dos negócios da sua empresa o “I” de informação será muito mais relevante que o “T” de tecnologia.

As pequenas, médias e grandes empresas que atraírem rapidamente clientes para essa realidade mais dinâmica e construtiva para ambos os lados (colaboradores e negócios) serão aquelas que ganharão maior competitividade e manterão a concorrência cada vez mais distante do seu mercado. Cabe resolver a equação da (TI2) e uma sugestão: Atraia e retenha melhor o capital social de seu ecossistema proporcionando informação com interatividade, antes que alguém faça isso por você.

 

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Recente pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), aponta que as empresas brasileiras do segmento de engenharia industrial, em especial do setor de óleo e gás, continuam a crescer e a gerar empregos, e vêem o ano de 2010 com muito otimismo.

De acordo com a associação, o panorama é resultado de uma enquete realizada entre as associadas da Abemi, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes.

Segundo a enquete, 54,84% das empresas ouvidas estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários.

Em relação à situação dos negócios, 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração.

O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado é coerente com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”, analisa.

Confira um resumo das respostas:

Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de Profissionais tem sido mantido?
Aumento 54,84%
Diminuição 16,13%
Estabilidade 29,03%

Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração?
Crescimento 51,61%

Retração 25,81%
Estabilidade 22,58%

Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim 77,42%
Não 22,58%

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Você sabe inovar?

Icone Opinião, Perspectivas | Por Erica em 18 de setembro de 2009

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Quando a pauta das reuniões é inovação, o primeiro pensamento dos executivos é: inovação = novos produtos. Mas, inovação se resume mesmo apenas à criação de novos produtos?

Valter Pieracciani, MSc (Master of Science), sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor do livro “Usina de Inovações – Guia Prático para Transformação da sua Empresa”, coloca dez questões para você e sua equipe pensarem.

Para Pieracciani, seguindo este pequeno roteiro, ao desenvolver uma gestão de inovação integrando as quatro dimensões, produtos, processos, negócios e gestão, a organização se transformará em uma “Usina de inovações”, capaz de transformar ideias em negócios.

Confira abaixo e boa reflexão!

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Festo e a filosofia corporate design

Icone Análise | Por Erica em 6 de julho de 2009

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No último dia 30 de junho foi realizada primeira edição do evento Competindo com Design, promovida pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Ipdmaq). Executivos da Festo, multinacional alemã e líder no mercado de automação industrial presente no Brasil desde 1968, participaram da reunião.

Weeney Bolfaine, gerente de marketing da empresa, iniciou a palestra “Design como Diferencial Competitivo” falando sobre a importância da identidade visual da Festo e como a empresa traduz isso em qualidade, tecnologia e inovação para seus clientes.

“A filosofia do Corporate Design, como é conhecida, está presente desde a arquitetura da sede e das filiais até o extenso portfólio de produtos e soluções, reconhecidos mundialmente por suas linhas limpas e pelo inconfundível ‘azul e cinza’”, explicam os executivos.

Já Paulo Roberto dos Santos, diretor de engenharia, explorou o diferencial do design dos produtos desenvolvidos pela alemã não só na aparência, mas também no desempenho e na modularidade, agregando ainda mais valor às soluções para seus clientes.

O evento Competindo com Design aconteceu na sede da Abimaq em São Paulo e reuniu mais de 200 pessoas no local e outras 250 mundialmente por meio de videoconferência, pelo site da associação.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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