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Prêmio FINEP de Inovação 2011

Icone Evento, Prêmio | Por Tatiana em 6 de julho de 2011

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O Prêmio FINEP de Inovação foi criado para reconhecer e divulgar esforços inovadores realizados por empresas, instituições científicas e tecnológicas e inventores brasileiros, desenvolvidos no Brasil e já aplicados no País ou no exterior. Podem concorrer ao Prêmio as empresas que tenham a inovação como elemento relevante em suas estratégias de atuação.

 As empresas e instituições inovadoras são aquelas que desenvolvem soluções em forma de produtos, processos, metodologias e/ou serviços novos ou significativamente modificados, que estejam no mercado há pelo menos 3 anos.

Serviço:

As inscrições encerram-se em 6 ou 14 de outubro, conforme a categoria.

Informações:  http://www2.finep.gov.br/premio/index.php?pg=regulamento

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Criada em 2008 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a MEI tem como meta até 2013 conscientizar 30 mil empresas para o desafio de inovar e realizar atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I).  Convênio de cooperação técnica e financeira na ordem de R$ 48 milhões pretende capacitar 15 mil empresas ao final de 2013.

Neste sentido, será lançado durante o evento da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) nesta sexta-feira (22), a partir das 9h, o Núcleo de Inovação Paulista, composto pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, Sesi e Senai-SP, Sebrae-SP  e Secretaria de Desenvolvimento do Gesp.

O objetivo é utilizar recursos na capacitação em inovação das indústrias presentes nos 15 Arranjos Produtivos Locais (APLs) atendidos atualmente pelo Projeto do BID (BID/Sebrae-SP/Fiesp/SD Gesp), atuantes nos seguintes setores: móveis; cerâmica; têxtil e confecção; artigos de cama, mesa e banho; calçados; jóias; artigos médicos-odontológicos; plásticos; etanol; petróleo e gás.

A estrutura de governança da MEI é composta por um Comitê de Líderes Empresariais e uma Secretaria Executiva, composta pelas instituições CNI, Sebrae, BNDES, MCT e ABDI. Além destes, há o Comitê Gestor Nacional da RNI, constituído por representantes da CNI, Sesi/DN, Senai/DN, IEL/DN, Sebrae/NA e CNPq.

Além dos representantes destas instituições, também comporão a governança do Núcleo Estadual o Comitê Empresarial da Inovação da MEI, formado por representantes das empresas: Natura; Brasilata; Embraer; Usiminas; Siemens; Vitopel; Grupo Ultra; Recepta Biopharma; Metalúrgica Fundex; MRS Indústria e Comércio; PPE Fios Esmaltados e Usina São Martinho.

Fonte: Assessoria de Jornalismo Institucional

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Com novo projeto gráfico, a Editora Banas reafirma seu compromisso em melhorar continuamente seus produtos e serviços acompanhando as tendências e tecnologias

“Garantir a melhoria contínua dos nossos produtos e serviços, preservando os três princípios que norteiam a empresa desde a sua fundação: honestidade, verdade na informação e ética”. A política de qualidade da Editora Banas norteia todas as mudanças que aconteceram e acontecem ao decorrer destes 60 anos de comprometimento com o jornalismo econômico, pois o objetivo de superar expectativas dos clientes (leitores e anunciantes) só é alcançado com ações arrojadas, criativas, versáteis e atuais. Um verdadeiro legado da Editora para a história da imprensa do país.

A Banas, sempre conhecida pela sua postura inovadora, criou em seu início o Boletim Econômico, a primeira revista em formato de boletim com visão macroeconômica do cenário mundial, que se tornaria Revista Banas. Fazendo uma breve retrospectiva, desde então surgem os Anuários Setoriais com títulos como: Brasil Industrial, Brasil Financeiro, Imagem do Brasil e América Latina, Anuário de Química e Petroquímica, Anuário Metalmecânico além de Quem é Quem na Indústria.

Na década de 70, conforme as tendências mundiais, a Banas lança a revista tablóide P&S Produtos e Serviços voltada ao setor de bens de capital. Nos anos 80 surge a revista Controle de Qualidade, Banas de Qualidade, seguida pela Pack, Metrologia e Instrumentação e a Pack Agroindústria. E na década de 90 a Pack Embalagens.

Em 2010 a Banas consolida sua característica vanguardista anunciando ao mercado a nova identidade visual de sua publicação P&S. O lançamento deste projeto aconteceu durante a Rodada 10, rodada de negócios voltada ao setor industrial brasileiro, ocorrida ontem no Clube Banespa, São Paulo, anunciado por Cristina Banas,diretora executiva da Editora e também por Paulo Galante,diretor comercial. Um evento inovador, realizado pela primeira vez por uma editora, que contou com o apoio da Abimaq, Cies Sul e Senai.

Dentre as alterações do projeto gráfico estão a padronização, harmonização e leveza à revista, por conta do formato das colunas, cores e fonte, proporcionando também mais clareza nas informações. A disposição do editorial, notas técnicas, entrevistas também passarão por mudanças, para que tenham o devido destaque. A logomarca da revista muda de azul para laranja, cor que remete sucesso, estímulo, criatividade e produtividade. A edição de outubro já estará no novo formato.

Uma nova marca denota novo posicionamento. Esta é a mensagem que a revista P&S deixa ao mercado e ao público, no ano em que completa seus 60 anos. Diretamente ligada ao aperfeiçoamento e adequação ao mundo globalizado atual, a Banas respeita e acompanha as  tendências e resume o conceito destas mudanças em uma frase: Inovamos e criamos a revista do presente.

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A BASF, fabricante de defensivos agrícolas, participará da 43ª edição do Congresso Brasileiro de Fitopatologia, que está acontecendo (dias 15 a 19 de agosto em Cuiabá-MT), região de grande importância na produção de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. “Vamos divulgar as novas tecnologias no controle e manejo de doenças em cultivos agrícolas, com enfoque no gerenciamento da ferrugem asiática da soja, doenças do algodoeiro e milho”, explica o Gerente de Desenvolvimento Técnico de Mercado Brasil, Sérgio Zambon. Também nesta edição, o evento discutirá a difusão dos resultados de pesquisa e extensão em Fitopatologia, de acordo com as necessidades do setor produtivo.

A BASF destacará seu portfólio de tecnologias e inovações para o manejo em diversos cultivos. Além disso, estará presente o Coordenador Desenvolvimento Mercado – Cereais Centro Nordeste da BASF, José Carlos Silva Perez, que apresentará a palestra “Novas Tecnologias no controle de doenças em plantas”, a ser ministrada no dia 18 de agosto, a partir das 14h. “Esperamos que o público participe ativamente durante o congresso para que possamos trocar experiências e entender suas reais necessidades acerca do manejo de doenças em alguns cultivos, em especial ao controle da ferrugem asiática no cultivo da soja. Assim também contribuímos para difusão de novas tecnologias” acredita Perez.

Durante o evento, a BASF também fará demonstração do Digilab, que auxilia o agricultor na identificação precisa dos sintomas das principais doenças em diferentes culturas, através de um microscópio digital que captura a imagem com aumento de até 200 vezes. A ferramenta utiliza uma biblioteca virtual de saúde vegetal para consulta e comparação das imagens capturadas.

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Com 100 anos de história documentada o Grupo Bambozzi comemora sua trajetória com ações voltadas ao constante crescimento da empresa

Quando os irmãos Bambozzi, imigrantes italianos, iniciaram a primeira oficina de reparos em carroças, carroções e implementos básicos para a agricultura não imaginavam que iriam alcançar seu centenário, como “empresa orgulhosamente brasileira”. Para compartilhar a trajetória destes 100 anos a empresa investiu em um vídeo institucional comemorativo que relata a história em uma retrospectiva com imagens e depoimentos, desde a sua criação até os dias de hoje.

O roteiro conta a história detalhadamente, desde 1910, zona rural de Matão, interior de São Paulo, quando a Bambozzi iniciou suas atividades. Percorrendo década por década o espectador faz uma verdadeira viagem no tempo, como na década de XX, em plena época de industrialização que o mundo passava, na qual a empresa fabrica os primeiros aparelhos frigoríficos do país: balcões, geladeiras e geradores de energia elétrica.

Ou como durante a 2ª Guerra Mundial, 1939, quando a Bambozzi precisou se reinventar. O gás sulfuroso, presente na fabricação de geladeiras, foi proibido em todo mundo. Neste mesmo ano, com a descoberta do primeiro poço de petróleo do país em Salvador/BA, a empresa firmou parceria com a Petrobrás. No final da guerra, 1945, a Bambozzi entra em uma nova era, reconhecida mundialmente com o advento da máquina de solda e alternadores.

As máquinas Bambozzi foram responsáveis por grandes obras brasileiras: Construção de Brasília (1956), refinaria de Duque de Caxias(1ª do Brasil – 1961), Ponte Rio-Niterói(1968), Usina de Itaipú(1971), linha do Metrô de São Paulo Jabaquara-Santana(1974), Gasoduto Brasil-Bolívia(1999) e Jogos Panamericanos no Brasil, no Rio de Janeiro(2007). Desde então, a empresa acompanha as tendências de mercado, se adaptando às mudanças que o mundo atravessa.

Hoje o Grupo mantém 41% do mercado de soldas e 75% de lembrança de marca entre os consumidores, que através de pesquisas comprova ser líder no segmento. Para 2015 a meta é alcançar 50% deste mercado.

Pensando na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, ambos eventos esportivos que terão sede no Brasil, a empresa se prepara para dar estrutura e suporte às futuras construções com toda sua linha de produtos que atendem este segmento. “Hoje somos os maiores fornecedores de máquinas para a Petrobrás”, dia Marcos Pavarina, gerente de marketing da empresa, quanto se refere a constante evolução e cobertura de mercado do Grupo Bambozzi.

No setor de eventos a empresa tem presença marcada com seus produtos e lançamentos nas feiras Mecânica, Feimafe, Agrishow, Movimat e Metalmecânica.

A Bambozzi, empresa de administração familiar, se orgulha de não depender de capital estrangeiro, mesmo nos períodos de crise e promete grandes investimentos na área de marketing e publicidade para este ano.

Em comemoração ao centenário, a empresa selou parceria com o Sport Club Corinthians Paulista (que também completa 100 anos em 2010) e tem participação prevista para setembro em comerciais televisivos. “O sonho não é sonho, tem que ser realidade” é a frase de Wagner Bambozzi, conselheiro administrativo do Grupo que define os próximos 100 anos da empresa.

 Acesse o site e assista o vídeo : http://www.bambozzi.com.br/inst_bamb_hd.wmv

Por Tatiana Gomes

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Em 1810 a família francesa Peugeot inicia sua trajetória através de uma iniciativa arriscada: mudar o setor de negócio da família. Transformar o moinho de farinha em uma fundição de aço fino e molas.

Surge então a sociedade Peugeot-Frères e Jacques Maillard-Salins, que após alguns ajustes ao decorrer dos anos, percorreu um longo caminho até o sucesso que é hoje no ramo automobilístico.

Com a missão pautada em criar serviços diferenciados e crescimento da organização, incluindo pessoas e comunidade, a Peugeot tem em sua história o saldo de ser a primeira marca a introduzir pneus de borracha na produção de automóveis.

Este ano a empresa, seguindo a mesma linha de inovação, lança no mercado seu novo slogan “Motion & Emotion” e logotipo, sempre fiel ao Leão que acompanha o legado da Peugeot há mais de um século.

Em 1850 o símbolo do Leão foi registrado em cartório como logomarca da Peugeot. Uma iniciativa no mínimo visionária, já que a preocupação com a identidade visual é um assunto atual, mas não tão comum há 160 anos atrás.

O símbolo está com suas linhas mais suaves, em três dimensões, postura mais enfática, possui tratamento metalizado e fundo branco. Esta modificação acompanha a reformulação do universo visual e reafirma os conceitos de valorização e coerência de expressão da marca.

“O mercado automotivo apresentou um enorme crescimento. O contexto atual é muito favorável e, diante disso, a prioridade na Peugeot é acelerar as suas ações em busca dos resultados propostos.  A meta da empresa para 2010 é comercializar 110 mil veículos, com a ambição de mudar a dimensão da Marca em curto prazo. Para tanto, é necessário empregar uma ação imediata, ou seja, com uma política comercial dinâmica e com forte presença de comunicação”, salienta Rodrigo Tramontina, Assessor de Imprensa da Diretoria de Relações Externas e Peugeot Sport .

Em 2010 a Peugeot já realizou dois lançamentos: picape compacta Hoggar; a primeira do gênero concebida e desenvolvida especialmente pela Marca para o mercado nacional, e o monovolume Partner, remodelado em sua versão Furgão, com inédita configuração de Passeio. Segundo Tramontina, a Peugeot pretende apostar este ano em uma dinâmica de forte impulso comercial, aumentando seu volume de vendas, agregando novos clientes e dando maior fluxo à sua rede de concessionárias.

Um ano de mudanças importantes para a empresa. Embora a Peugeot tenha passado por oito modificações em sua logomarca desde seu início, tal alteração implica em uma era de novos projetos e nova postura da empresa como um todo. 

Por Tatiana Gomes

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“Viver para melhorar o que já existe”, diz Tiago Apipi, gerente de marketing, reafirmando o lema da Atlasmaq. Com uma gestão de perfil inovador, arrojado e com um grupo de  jovens executivos, os quais grande parte estão na faixa de 30 a 45 anos, a empresa aposta em dinâmica, acertividade nos negócios e fidelização de clientes através de suporte técnico de qualidade .

A Atlasmaq deixa sua marca na mídia regularmente, veiculando seus produtos sempre acompanhados por depoimentos de seus clientes, mostrando sua satisfação e afirmando assim sua confiabilidade. A empresa busca trabalhar esta postura como um diferencial no mercado industrial, captando novos clientes com uma estratégia de vendas agressiva, porém flexível, segundo Tiago Apipi.

Produtos: Os principais produtos da Atlasmaq são as fresadoras ferramenteiras, as guilhotinas e os tornos automáticos. Os lançamentos nesta edição da feira da Mecânica são as mandrilhadoras . A empresa também fabrica uma linha de tornos CNC, tornos mecânicos , afidoras, geradoras de engrenagens, entre outros.(Tatiana Gomes)

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Um dos destaques desta edição da Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), marcada de 26 a 28 deste mês, será a apresentação de quatro casos de sucesso de MPEs (Micro e Pequenas Empresas), selecionadas pela entidade e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). São elas Saneabas – Sociesc, Samalou (Brazilian Berrie), HI Technologies e MTA – Senai/Pr.

Segundo o Coordenador da X Conferência, Mario Barra, o Sebrae está focado em divulgar a importância da inovação por entender que esse tema é prioritário para o crescimento das MPEs e, ano passado, realizou, com o apoio do Anpei, vários workshops sobre “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação”, com a participação de 19.022 empresários de todo o País.

Os trabalhos foram selecionados para mostrar os benefícios que a inovação pode trazer as MPEs e estão marcados para primeiro dia da X Conferência ANPEI, na sede da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba/PR. Além dos casos de sucesso, haverá ainda a apresentação de duas palestras, uma ministrada pelo presidente da Amata, Roberto Waack, cujo tema é “Inovação Sustentável feita em Cooperação com as MPEs” e uma proferida pelo SEBRAE a respeito de “Soluções Inovadoras”.

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Pequenas e médias empresas brasileiras sabem que inovar é indispensável para seu funcionamento e permanência no mercado. Isso é o que mostra o resultado da pesquisa do Comitê Inovação nas Pequenas e Médias Empresas (PME) da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), realizado em Outubro de 2009.

De acordo com a pesquisa, é o mercado dinâmico e competitivo que impulsiona as empresas a investirem principalmente em inovação.

Uma inovação bem sucedida representa melhor posicionamento no mercado e, até mesmo a sobrevivência de uma empresa. As PME inovam, principalmente,  para aumentar a eficiência e produtividade por conta das oportunidades de mercado e como reação  à concorrência. A procura por maior lucratividade e a exigência dos clientes também estão entre os fatores que motivam a inovação.

A informática tem se mostrado uma poderosa ferramenta na melhoria, controle e medição dos processos. Ferramentas antes utilizadas somente pelas grandes empresas hoje, são objetos de procura das médias e até pequenas instituições que querem se organizar para o futuro.

Nos últimos anos, essa busca pela inovação vem contribuindo para a crescente aquisição pelas empresas de sistemas de Gestão Empresarial, também conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning).

Os sistemas baseados em ERP possuem a capacidade de propiciar a troca rápida de informações entre os setores da empresa, também integram as informações decorrentes das operações que agregam valor na cadeia produtiva, facilitando sua análise para efeito de tomada de decisões empresariais. É uma ferramenta destinada a modelar e automatizar os processos básicos de negócios, integrando as informações resultantes das operações realizadas e tornando-as disponíveis, em tempo real, para os tomadores de decisões da empresa, com isto, asseguram uma vantagem competitiva às empresas.

Uma pesquisa divulgada em dezembro de 2009 pelo SEBRAE – SP mostra que os pequenos e médios empresários paulistas pretendem aumentar os investimentos nos negócios em 2010. O estudo constatou que 72% dos donos de empresa acreditam que o faturamento irá crescer e 71% planejam gastar, principalmente, em inovação tecnológica, compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações.

Acompanhando esse crescimento nos investimentos, pesquisas do IDC (International Data Corporation) estimam que o mercado de ERP fechou 2009 com receita de R$ 2,5 bilhões, com aumento de 17% comparado aos negócios gerados no ano anterior. Em vista ao cenário otimista as previsões são de que as vendas de ERP registrarão crescimento anual de 8,39% até 2013.

Para tanto, uma das grandes saídas para diminuir a fragilidade desse segmento PME, é a adoção de ações inovadoras, dentre elas àquelas referentes aos sistemas ERP focados em Pequenas e Médias Empresas . Essas soluções permitem aumentar a lucratividade, consolidar a competitividade e com isso, promover a sobrevivência sustentável da própria empresa.

Cristiano Mesquita dos Santos é economista e atua como consultor de negócios da ABC71 Soluções em Informática Ltda.

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De 8 a 10 de março, a Escola de Marketing Industrial, EMI, centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências no relacionamento entre empresas sob a ótica da inovação, realiza o programa “Foco do Cliente”.

O objetivo da iniciativa é decodificar o universo do cliente por meio do Marketing Industrial, mostrando uma forma reveladora de pensar e agir, a qual é possível perceber por meio da leitura e percepção das reais necessidades do cliente, que nem sempre são verbalizadas.  A partir desse entendimento, conceitos e práticas são discutidos para permitir se antecipar a essas necessidades e criar soluções de valor inovadoras.

Os participantes terão a oportunidade de discutir temas relevantes como:

- tarefa empresarial das empresas válidas;

- cliente industrial e suas Identidades;

- mundo das contrariedades;

- mundo das necessidades;

- diferenças entre foco NO cliente e foco DO cliente;

- subsistemas empresariais;

- leituras de ambientes;

- valor percebido e

- plano de marketing.

Este programa é realizado em três dias, durante período integral, em uma única fase. Os resultados esperados são o fortalecimento e enriquecimento das relações da empresa com os seus clientes, utilizando-se da visão inovadora do Foco do Cliente; a identificação de desafios e oportunidades e a troca de experiências entre os executivos que atuam na área de marketing corporativo.

Serviço

Local: Escola de Marketing Industrial

Agenda: 8 a 10 de março

Público alvo: profissionais que buscam conhecer, ordenar e sistematizar os esforços de Marketing Industrial no Foco do Cliente

Investimento: R$ 4.860,00

Informações: no site www.emkti.com.br, pelo tel.: (11) 4613-8653 ou e-mail bernadete@emkti.com.br.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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