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Itália, segundo País maior fabricante de máquinas-ferramenta,robôs,sistemas de automação e equipamentos auxiliares da Europa e 4o maior do mundo, participará da Feimafe – Feira Internacional de Máquinas- Ferramentas e Sistemas Integrados de Manufatura. Esta feira é bienal e de grande manifestação sul-americana do setor industrial, de 23 a 28 de maio, Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo.

Em sua nona participação coletiva ao evento, a Itália vem com o objetivo de firmar novas parcerias e estimular o intercâmbio tecnológico. Numa área de 750 m², o Pavilhão Italiano reúne 48 empresas, líderes em seus setores de atividade, sendo a maior participação oficial estrangeira da feira e a maior participação italiana desde a primeira edição do evento.

 A iniciativa conta com a organização do ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior, entidade ligada ao Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico, em parceria com a UCIMU – Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas-Ferramenta, Sistemas de Automação e Robôs, entidade que representa 200 empresas, as quais contribuem com 70% da produção Made in Italy do setor.

 A expressiva participação italiana, tanto em área expositiva quanto em número de empresas,  justifica-se pelo tamanho do mercado brasileiro de máquinas-ferramenta, estimado em cerca de 1,3 bilhão de euros por ano, dos quais 55% fornecidos por empresas estrangeiras.

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O Ministro Aloizio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, que acompanha a presidente Dilma Rousseff na visita oficial à China, disse, na noite desta quarta-feira, 13, que entende a preocupação da ABINEE(Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) em relação à intenção da empresa Foxconn de investir US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos para produzir displays (telas de computador e tablets), prevendo a contratação de 100 mil profissionais.

O secretário executivo do MCT, Luís Antônio Elias, informou que Mercadante receberá Humberto Barbato,presidente da entidade, assim que voltar da viagem, para esclarecer os pontos referentes ao anúncio. O volume de investimentos e a intenção de contratação divulgados são vistos com cautela pelo presidente da ABINEE. Ele salienta que todo investimento produtivo no país é bem-vindo, porém destaca que os números são exagerados para a realidade do Brasil.

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Evento:Congresso ABVCAP

Icone Economia, Evento | Por Tatiana em 1 de abril de 2011

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O Congresso ABVCAP é o principal evento do setor de Private Equity & Venture Capital da América Latina. Seu objetivo é debater o posicionamento do Brasil nesta década, na qual deixou de ser o “País do Futuro” para se tornar a oitava economia do mundo. Além disso, pretende avaliar as expectativas de investimentos em Private Equity & Venture Capital no país, reunindo investidores, gestores de fundos, empresários, autoridades e prestadores de serviços.

O Congresso conta com o patrocínio da Apex-Brasil, KPMG, Citi, Deloitte, BM&FBOVESPA, Ernst & Young Terco, PwC, Zurich, Integration, Motta Fernandes Rocha Advogados e NSG Capital.

 

Serviço:

Congresso ABVCAP 2011

Inscrições: www.congressoabvcap.com.br

Data: 11 e 12 de abril de 2011

Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel

Avenida das Nações Unidas, nº 12.559 – Itaim Bibi

São Paulo – SP

Mais informações e inscrições pelo telefone (11) 3167-0821 ou pelo e-mail abvcap@pointcm.com.br

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Brasil negocia venda de urânio enriquecido

Icone Economia, Investimento | Por Tatiana em 8 de fevereiro de 2011

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Os primeiros compradores seriam China, Coréia do Sul e França

O governo brasileiro já negocia venda de combustível para usinas nucleares da China, da Coreia do Sul e da França. As negociações têm por base a perspectiva de aumento do número de usinas nucleares no mundo e o alto preço alcançado pelo combustível no mercado internacional. Ainda não há uma decisão oficial sobre a produção de urânio enriquecido para a exportação.

O Brasil é dono de uma das maiores reservas de urânio do mundo, porém, com tecnologia de produção do combustível ainda em pequena escala. O país apresentou a proposta de venda de elementos combustíveis para as 30 novas usinas em construção na China e para os clientes da multinacional francesa Areva, maior produtora de urânio enriquecido do mundo e parceira na construção de Angra 3.

Os contatos coincidiram com a conclusão de estudo sobre a viabilidade do enriquecimento de urânio no Brasil, feito pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo, ainda inédito, recomenda incisivamente a produção de excedentes de urânio enriquecido para a exportação e estima que o país faturaria US$ 1,5 bilhão por ano nesse mercado.

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Segundo Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, a maioria das empresas investe de maneira errada em processos de melhoria contínua. Para o especialista, deve-se focar em projetos que tenham visão a longo prazo, mas que ao mesmo tempo já tragam resultados rápidos.

Com o inicio do ano, muitas empresas aproveitam o momento para adotar um novo ciclo produtivo ou de gestão. É uma boa hora para renovar processos e preparar-se para novos desafios. Para muitos empresários, o processo de reorganização é vital, pois injeta um novo fôlego que pode, combinado aos esforços corretos, alavancar a expansão dos negócios. Na opinião de especialistas, as empresas brasileiras realmente estão investindo em diversos processos de melhorias, mas grande parte delas apenas consegue as chamadas melhorias popcorn, que surgem de todos os lados, porém sem que haja relação entre si, resultando em perdas financeiras ao invés de aumentar a produtividade e a eficiência do negócio. O que falta é foco na condução dos projetos e metas definidas previamente.

Outro fator fundamental para que uma ação como esta gere os resultados desejados é que a alta diretoria esteja diretamente ligada às mudanças pretendidas pela empresa. É necessário adotar um modelo de direcionamento de cima para baixo, mas que a construção e as ideias dessas melhorias venham de todos os departamentos, especialmente do chão de fábrica ou do nível operacional. Caso não exista um modelo certo, com metodologia e objetivo claros para todos, a empresa terá apenas ações isoladas, obtendo resultados pontuais, sem retorno no caixa.  Os grandes empresários precisam conhecer os processos de melhoria que estão sendo trabalhados atualmente e utilizá-los de forma estratégica para que os resultados de fato apareçam.

Outro equivoco cometido pelas empresas é pensar que um processo de melhoria ocorre do dia para noite. Em produtividade, não há milagre. Há empenho, atitude e comprometimento.

Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, pode ser fonte para esse tema. A metodologia Kaizen é focada na melhoria de produtividade e na integração de sistemas e processos que reduzam em até 50% das perdas, conforme o setor e a configuração da empresa.

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Indicadores são favoráveis e há projeção de crescimento econômico para a próxima década, mesmo assim, a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) analisa se realmente o Brasil tem condições plenas para ter uma fábrica de trilhos.

Segundo a Entidade, com a retirada dos impostos sobre a importação dos trilhos nos últimos dois anos, o mercado reagiu bem e tem mantido uma relação equilibrada. Contudo, montar uma fábrica de trilhos não é algo simples, pois exige alta tecnologia, investimento pesado e garantia de que haverá demanda.

Por meio da empresa Valec, o governo também tem mantido conversas com multinacionais chinesas para estimular a entrada de fabricantes no Brasil, mas até o momento as negociações não avançaram.

Para os fabricantes locais, um mercado passa a ser interessante quando atinge a marca de 500 mil toneladas de trilhos por ano. O Brasil chegou a 496 mil toneladas em 2010 e neste ano a projeção é de crescimento. Mesmo assim, a ANTF, atenta cautela, pensando no cenário atual e futuro.

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A Enfil S/A Controle Ambiental, empresa brasileira de soluções ambientais, fechou parceria com a fornecedora alemã Fisia Babcock Environment para trazer a América do Sul tecnologia de ponta para a cogeração de energia a partir do lixo urbano.  O processo traz dois benefícios para a comunidade: transforma grandes volumes de lixo em poucos quilos de cinza, evitando os lixões, e gera energia elétrica.

Franco Tarabini Jr, diretor da Enfil, diz que no passado a empresa já havia avaliado a possibilidade de atuar no setor, e se viu confrontada com o conceito generalizado de que a solução mais adequada era destinar o lixo para aterros sanitários.  “Hoje, o cenário é muito mais promissor, pois existe a clara percepção que não existem locais para esses aterros próximos aos grandes centros e a legislação está se tornando cada vez mais exigente”, explica Franco.

“O investimento para a implantação de um sistema de cogeração com capacidade para transformar 500 toneladas de lixo por dia, equivalente ao volume gerado por cerca de 500 mil pessoas, está na ordem de R$ 200 milhões”, informa o diretor da Enfil. A tecnologia da Fisia Babcock a ser aplicada pela empresa transforma essa quantidade de lixo em baixo volume de cinza inerte e gera 15 Megawatts de energia elétrica, o suficiente para abastecer 20 mil residências.

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira que o mundo vive uma “guerra cambial”, com os países buscando desvalorizar as suas moedas. Para Mantega, o Brasil tem mecanismos para impedir que haja uma valorização cambial exagerada no país.

“Vivemos hoje uma guerra cambial internacional, uma desvalorização cambial generalizada. Isso nos ameaça porque tira a nossa competitividade”, disse durante evento da Fiesp.

“Os países estão procurando desvalorizar as suas moedas para terem mais competitividade. Quando falo em países, falo também da União Européia, do Japão. Então os países avançados também estão empenhados em medidas para desvalorizar as suas moedas”.

Mantega disse que há outras medidas que podem ser tomadas caso seja necessário para impedir que haja uma sobrevalorização excessiva da nossa moeda. “Não pretendemos taxar investimento estrangeiro, que é muito positivo para o país. Continuaremos estimulando isso”, afirma o ministro.

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Considerado o maior investimento da história da empresa no Brasil, tem como intuito modernizar e aumentar a capacidade da fábrica de Sorocaba

A Johnson Controls,  multinacional fabricante de baterias automotivas, anunciou esta semana que vai investir US$ 51 milhões para expandir as suas operações em Sorocaba, Brasil.

“Este investimento nos permitirá atender ao crescimento previsto para a indústria automotiva e do segmento de motocicletas no Brasil”, disse Carlos Zaim, diretor-geral da América do Sul para a Johnson Controls Power Solutions. “Isso vai proporcionar capacidade adicional de 1,5 milhão de baterias automotivas e 1,5 milhão de baterias para motocicletas até 2013.”

A Johnson Controls possui sua consagrada marca no país de Heliar, entre outras, abastecendo tanto o mercado de peças originais, fornecendo para os fabricantes de automóveis e motocicletas, e também para o segmento de reposição. “O investimento que estamos fazendo no Brasil nos permite continuar a crescer e a consolidar nossa posição de liderança na América do Sul. Ampliaremos nossa capacidade para continuar a atender os requisitos das montadoras e a crescente demanda de peças para a reposição”, disse Zaim.

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Avanço de investimentos e contratação de pessoal atestam para clima favorável na economia brasileita

Em alta de 1,2 % no Produto Interno Bruto(PIB) no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano mostram que, em 2010, o avanço do PIB deve atingir 8 %, número maior desde os 10,2 % registrados em 1976. Segundo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e assessor do BNDES, Francisco Eduardo Pires de Souza,o avanço dos investimentos e contratação de pessoal atestam para crescimento econômico brasileiro considerável.

Souza enxerga o ritmo atual como seguro e explica que ajustes deverão ser realizados enquanto a economia se desenvolve rapidamente . “É muito mais fácil se equilibrar em uma bicicleta em movimento do que quando está parada, na economia é a mesma coisa”.

O professor também sinaliza alguns problemas que afetam esta boa maré econômica. Como é o caso da falta de mão de obra especializada para setores específicos, como construção civil e engenharia para operação do petróleo, por exemplo.

Fato é que o ritmo de crescimento continuará forte. Souza indica que no Brasil é muito caro demitir trabalhadores e manter máquinas paradas. Sendo assim, se há contratação e investimento é porque o empresário está em condições favoráveis para tais ações.

As obras da Copa do Mundo e Jogos Olímpicos abrem um leque de oportunidades para vários setores. O ramo de construção civil foi um dos responsáveis para o aumento do PIB nos últimos seis meses e também será, provavelmente, nos próximos anos por conta das construções ligadas ao esporte. Outros responsáveis pelo crescimento acelerado, além das obras de infraestrutura, são habitação e projetos de captação do pré-sal, no qual acontecerão indução indireta e/ou investimentos do poder público.

Fonte Jornal Valor Econômico 6 e 7 de setembro de 2010

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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