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O MD REP é um controle de ponto desenvolvido exclusivamente para acatar as demandas da portaria 1.510

A fabricante de controles de ponto e acesso, Madis Rodbel, participa da 36ª edição do CONARH ABRH 2010, Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas da América Latina e Exposição Internacional de Produtos e Serviços para Áreas de Gestão de Pessoas, que acontece de 17 a 20 de agosto, em São Paulo.

Durante o CONARH, a empresa apresentará o equipamento que atende a portaria 1.510 do Ministério do Trabalho e Emprego, de 21 de agosto de 2009, que requer o uso do relógio de ponto eletrônico.

Esta regulamentação será necessária e torna obrigatória a impressão de registro do ponto todas as vezes que o funcionário fizer alguma marcação no equipamento. Para tal, o equipamento possui saída USB, que facilita a fiscalização. A portaria 1.510, torna obrigatória a impressão de um ticket toda a vez que o funcionário registrar o seu ponto. E fica proibida a marcação do ponto por meio de login no sistema ou a marcação de ponto por meio de controles de acessos. O prazo para as empresas trocarem seus equipamentos é dia 26 de agosto de 2010 e o prazo da fiscalização punitiva foi prorrogado.

O MD REP-Madis Rodbel, aprovado e homologado por órgão certificador determinado pelo governo, foi projetado com o objetivo de facilitar as rotinas operacionais das empresas. As impressões, por exemplo, serão realizadas em papel térmico e cada bobina poderá imprimir cerca de 6.000 tickets.

“O equipamento possui ainda um sistema inteligente que informa ao usuário quando há necessidade de substituição do papel e sua impressora funciona com uma guilhotina que garante o corte correto dos tickets evitando assim desperdício e garantindo uma maior comodidade ao usuário”, explica Rodrigo Pimenta – vice-presidente da Madis Rodbel.

A Madis Rodbel investiu cerca de 2,7 milhões em desenvolvimento de produtos, tecnologias e treinamento de pessoal para atender a demanda da portaria. O objetivo da empresa é alcançar uma market share de pelo menos 25%, que hoje está em 18% do mercado. O faturamento da empresa em 2009 foi de 27 milhões de reais.

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Linha de Usinagem Thyssen DVT 400

A Genaral Motors colocará em leilão no próximo dia 11 de agosto algumas máquinas da sua linha de usinagem e também pneus de testes novos e seminovos como renovação do seu parque industrial. A venda será realizada por meio de leilão oficial online e presencial promovido pela Superbid, empresa especializada em recuperação de capital, fazendo a gestão da venda de ativos industriais obsoletos e em desuso.

Todos os 61 lotes estão localizados nas unidades de São Caetano do Sul/SP, São José dos Campos/SP e Indaiatuba/SP e são destaques: 02 Linhas de Usinagem Thyssen DVT 400; Torno Plana Do-All D-824-12; Centro de Usinagem 6 Estações Huller Hile Diedesheim Diaflex; Fresadora Copiadora Hosoi; 20 Pneus Automotivos “novos e semi-novos” das marcas: Continental Premium Contact/Bridgestone Turanza Potenza/Good Year Eagle; entre outros.

Vale lembrar que os bens serão vendidos no estado em que se encontram e sem garantia.

O encerramento acontecerá no próximo dia 11 de agosto a partir das 13h30min, mas a utilização da internet no processo proporciona que interessados possam participar de imediato, oferecendo os lances através do site da Superbid www.superbid.net

Como Participar

As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site www.superbid.net Para ofertar lances, é necessário estar cadastrado e solicitar habilitação – todo o processo pode ser online. Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a Central de Atendimento da Superbid, através do Telefone: (11) 2163-7800 ou via e-mail: cac@superbid.net

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Vem ai a Movimat

Icone Evento, Feira, Oportunidade | Por Erica em 22 de julho de 2010

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De 3 a 6 de agosto, acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, a 25ª edição da Feira de Logística, Movimentação, Armazenagem e Embalagem de Materiais – Movimat, uma das mais importantes neste segmento na América do Sul.

Relevante para essa indústria, o setor de empilhadeiras – máquinas utilizadas na movimentação de cargas paletizadas – representa cerca de 15% da intralogística (logística interna) das empresas. O resultado reflete o forte mercado de fabricação de máquinas do Brasil. 

O consumo dos equipamentos no mercado brasileiro é dividido em duas categorias: elétricas e de combustão. Nas elétricas, a participação dos fabricantes nacionais é de 57%. Já nas de combustão o índice nacional representa 41%. 

Este e outros assuntos serão abordados durante o evento.

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Entenda todo o funcionamento da parceria firmada entre a Abimaq e a Apex para promover as exportações do setor de máquinas e equipamentos.

ABIMAQ E APEX: PROJETO AMBICIOSO DE PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES DO SETOR

 “Em uma parceria que teve início em 1999, mas que só veio a se firmar como um projeto efetivo de promoção de exportações a partir de meados de 2007, estamos anunciando um projeto que tem nos próximos (três) dois anos uma previsão orçamentária de R$ 8 milhões e prevê a participação do setor em (45) 24 feiras no exterior, beneficiando diretamente mais de 200 empresas”, com essas palavras, o diretor estratégico de Comércio Exterior da ABIMAQ, Nelson Delduque, anunciou no último dia 18 o projeto

ABIMAQ/APEX 2010-2012.

Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ, em seu pronunciamento na ocasião da assinatura do novo projeto de incremento às exportações do setor, lembrou que há três anos houve um efetivo comprometimento no sentido de fazer o projeto acontecer. “E – argumenta – o projeto que finalizamos esse mês, reflete as mudanças previstas, e é o primeiro que chega ao final tendo alocado o total dos recursos previstos na ordem de R$ 15 milhões, dos quais a APEX participou com R$ (7,9) 8 milhões”. Para Delduque, foi a boa gestão das finanças do projeto que permitiu a expansão das atividades previstas, que evoluíram de 42 para 54 ações, sendo que  o projeto teve início com 76 empresas e, ao final, verificou-se que as suas ações beneficiaram um total de 175 empresas. “Nesse período – explicou – foram 31 feiras realizadas, 8 projetos comprador, 5 projetos vendedor e 8 projetos Imagem”. Lamentavelmente, na opinião do diretor de mercado externo, embora o projeto tenha produzido resultados mais do que satisfatórios do ponto de vista da promoção de exportações e de sua gestão administrativa, as exportações das empresas apoiadas refletiram os problemas que afetaram todo o setor de bens de capital durante a crise que se instalou entre 2008 e 2009 e que até hoje faz sentir seus resultados.

 TRANSIÇÃO

Delduque chama a atenção para o fato de que a APEX esteve sempre atenta às necessidades das empresas exportadoras que foram atingidas pela crise econômica e disponibilizou aos seus parceiros produtos inovadores para reforçar as ações promocionais das empresas brasileiras:”a ABIMAQ se empenhou na incorporação dessas inovações ao novo projeto, em um processo de transição entre o que está sendo concluído e o que terá início a partir da assinatura para o novo período”. Dentro dessa linha, os setores de inteligência comercial da APEX e da ABIMAQ desenvolveram um importante trabalho de identificação de mercados prioritários com as (26) 27 Câmaras Setoriais, com base em dados quantitativos e qualitativos que avaliaram percepção de mercado, ambiente de negócios, adequação de produto e barreiras não tarifárias, e que permitirá, na execução do novo projeto, focar as ações e concentrar os recursos nos nichos de mercado que garantirão os melhores retornos.

Klaus Curt Muller, diretor executivo de comércio exterior da ABIMAQ, elencou países como África do Sul, (Alemanha), Angola, Argentina, Chile, (China), Colômbia, Peru, Venezuela, México, Estados Unidos, India e Russia (Itália) como mercados(-alvo) prioritários para o novo projeto e informou que com a finalidade de dotar o novo projeto de um instrumento de comunicação eficaz, a ABIMAQ desenvolveu, com o apoio técnico e recursos da APEX um novo site para abrigar, com exclusividade, o elenco de informações relativas ao projeto e aos mercados (-alvo) selecionados, em espanhol e inglês (http://www.brazilmachinery.com). Para dar mais visibilidade ao projeto, investiu-se também na construção de uma (logo) marca para o setor de máquinas e equipamentos “Com esse trabalho, espera-se posicionar o setor brasileiro no mercado internacional como um parceiro competente, criativo e profissional, diferenciado pela qualidade dos produtos que oferece. Tentou-se desvincular a imagem dos produtos brasileiros dos estereótipos criados em torno de certas características do País, desfavoráveis à promoção de produtos de alta tecnologia”, considerou Delduque.

Brazil Machinery Solutions Delduque concluiu dizendo que estão desenvolvendo um trabalho junto à ABNT para que ela incorpore essa marca como selo de qualidade Brasil, principalmente porque o grande desafio consiste em promover no mundo a ideia de um Brasil tecnológico. A Top Brands foi a criadora da imagem que passa a identificar o setor brasileiro de bens de capital. A partir de entrevistas com 30 exportadoras e de várias sessões de trabalho conjunto, a empresa chegou a algumas conclusões.

Embora o Brasil seja um mercado exportador e estável, com amplo e diversificado tecido industrial (o segundo maior das Américas), disponibilidade de matéria-prima de primeira linha e grande capacidade de customizar soluções, existem fragilidades importantes que arranham a imagem do País: o “custo Brasil”levantado pela ABIMAQ e a falta de investimentos mais consistentes em pesquisa e desenvolvimento representam entraves aos fabricantes de bens de capital.

 Outro aspecto identificado

O setor brasileiro de bens de capital é altamente pulverizado, com empresas de perfis muito diversos. O mercado carece também de empresas com postura exportadora. “A intensa demanda interna absorve a atenção dos fabricantes. A exportação acontece na exceção, sem estratégia de médio prazo, o que gera uma imagem negativa no exterior quanto à prestação de serviços pós-venda”, diz a sócia consultora da Top Brands, Valerie Engelsberg. Para ela, há oportunidades inquestionáveis para o desenvolvimento do setor brasileiro no cenário mundial. “Políticas de desenvolvimento na América do Sul e na África vêm transformando os mercados, abrindo possibilidades de investimentos estrangeiros. A baixa e pouco diversificada produção de bens de capital nessas regiões também incentiva a intervenção do Brasil como país exportador”, diz Valerie. “O setor de bens de capital do Brasil é desconhecido para o mundo. A imagem do País que predomina no exterior é a da festividade, da riqueza de flora e fauna, além de outras características. Por isso devemos promover este outro Brasil: industrial, técnico, inovador, eficiente e confiável”, analisa Valerie.

 AÇÕES

As ações sugeridas na estratégia desenvolvida pela Top Brands prevê gerar, em três nos (prazo de duração do PSI), um diferencial de crescimento de 5% nas exportações das empresas participantes em relação às que não são apoiadas pelo projeto. Espera-se ainda registrar igualmente au mento de 5% sobre o atual market share de bens de capital nos países prioritários da América do Sul e elevar em também 5% o montante de  exportadoras consideradas intermediárias (iniciantes) e a inclusão de novas empresas no PSI. Estabeleceu-se a meta de subir, em cinco anos, cinco posições no ranking mundial de países exportadores de bens de capital.

 METAS

O presidente da ABIMAQ, Luiz Aubert Neto, falando sobre os objetivos e metas lembrou que programas como o PSI ajudam especialmente a pequena e a média empresa, que correspondem a cerca de 80% das associadas da ABIMAQ. “Não existe país desenvolvido que não tenha um setor de bens de capital consolidado. Temos um grande potencial de inclusão desse universo de empresas na atividade exportadora”.

Aubert afirmou que a associação tem como meta reverter a queda de 40% registrada nos volumes exportados. “Na década de 1980 éramos o quinto maior fabricante de bens de capital do mundo. Hoje somos o 14º, mas acredito que, com a as novas circunstâncias externas, podemos voltar a ter condições de competir. O mais importante é que as empresas não percam o interesse no mercado lá fora, o que seria muito prejudicial ao País”. Aubert foi contundente ao afirmar que o setor não deve “perder o viés  exportador”. Ele continua: “Do nosso faturamento, 30% são gerados pela exportação. No ano de 2008 exportamos quase US$ 13 bilhões. Desses embarques, metade seguiu para países do primeiro mundo, mostrando que temos qualidade”. Segundo ele, neste primeiro quadrimestre, o volume de exportações do setor caiu 38% e o das importações aumentou 8%. “Perdemos mercado lá fora e aqui dentro; temos que agir para reverter essa situação”.

Nesse momento, ele lembrou o projeto chamado ABIMAQ 2022, que tem por objetivo conseguir a desoneração total sobre o investimento. “O Brasil é o único país que tributa quem compra uma máquina. Queremos ter linhas de financiamento de longo prazo e fomentar, além da exportação, a inovação tecnológica”. O presidente da APEX-BRASIL, Alessandro Teixeira, acrescentou que, “na atual conjuntura internacional, com esse projeto pretende- se fazer a manutenção de mercados já conquistados pela indústria de máquinas e ampliá-los. Se não contássemos com iniciativas como a da ABIMAQ, que insistentemente participa de eventos internacionais, em dois ou três anos estaríamos deslocados dos nossos mercados de atuação.

Vários países que não produziam máquinas e equipamentos ou que tinham um market share pequeno vêm fazendo um esforço para entrar em mercados nos quais éramos players importantes.

Precisamos fortalecer o setor e nos posicionar de forma definitiva no cenário internacional. Pela primeira vez estamos com uma marca, com uma imagem unificadora e com uma estratégia comum”.

Durante entrevista coletiva à imprensa, o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, assinalou que o grande desafio será encorajar as exportações das empresas de pequeno e médio porte, que correspondem a 80% dos associados da entidade. “Nós pedimos para que essas empresas participem dessas feiras”, disse. De acordo com ele, a iniciativa é um passo direcionado a mitigar a baixa nas exportações do setor, que sente uma perda de competitividade no exterior devido à valorização do real e à carga tributária elevada. “Não podemos deixar que as empresas [de fora] percam o interesse no Brasil”, disse o presidente da entidade.

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Leia na íntegra comunicado da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, divulgado no fim da tarde desta quinta-feira, 1º de julho, a respeito da prorrogação da alíquota zero para o setor.

Governo atende Pleito da ABIMAQ

Decreto prorroga alíquota zero de máquinas e equipamentos

Atendendo pleito encaminhado pela ABIMAQ, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, editou o Decreto nº 7.222, de 29 de junho de 2010, publicado na edição extra do Diário Oficial da União (DOU), de mesma data, prorrogando até 31 de dezembro de 2010, a vigência dos anexos I, V e VIII do Decreto nº 6.890, de 29 de junho de 2009, alterado pelo Decreto nº 7.032, de 14 de dezembro de 2009.

Com essa medida, 57 itens de máquinas e equipamentos de vários capítulos da TIPI (Tabela do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI) continuam beneficiados com alíquota zero do imposto.

“No sentido da desoneração tributária dos investimentos, grande parte dos itens relativos a máquinas e equipamentos já se encontra contemplado com alíquota zero do IPI, sem prazo determinado”, salienta Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

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O déficit da balança comercial preocupa. Este foi o tema mais comentado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 23 de junho, durante coletiva de imprensa para divulgação do balanço do setor nos cinco primeiros meses do ano. Enquanto as exportações registraram alta de 6,6%, para US$ 3,3 milhões no período em comparação com mesmo intervalo do ano passado, as importações alcançaram US$ 8,7 milhões, expansão de 9,9%.

“É a desindustrialização do segmento de máquinas e equipamentos crescendo a cada dia. O câmbio e a taxa de juros esgotam qualquer esforço. Sou uma voz no deserto, mas não deixarei de falar sobre isso sempre que puder. Não tem condição uma máquina produzida no Brasil custar 36% mais em relação a uma importada. Isso acaba com a indústria”, argumenta Aubert afirmando que a solução está no remodelamento dos tributos e no incentivo à produção local.

E mesmo o faturamento do setor tendo registrado aumento de 15,9% nos primeiros cinco meses do ano sobre igual período de 2009 (R$ 27,8 milhões), o presidente da entidade teme que o crescimento para o ano não chegue aos anunciados 15%. No comparativo dos meses de maio deste e do ano anterior, houve aumento de 12,9% (R$ 5,9 milhões), e dos cinco primeiros meses de 2008, antes da crise economica, e de 2010, o faturamento do setor obteve retração de 11,64%.

O crescimento de 2010, para o executivo, dá apenas uma falsa sensação de melhora no setor. “Comparado aos péssimos resultados de 2009, qualquer ano comum significaria crescimento.”

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Acompanhe no material abaixo, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na terça-feira, 25 de maio, como se comportou o setor de máquinas e equipamentos nos primeiros quatro meses do ano. O faturamento registrou crescimento, mas a balanço comercial continua preocupando…

Embora o faturamento nominal do setor de máquinas e equipamentos continue crescendo, registrando um aumento de 15,8% no primeiro quadrimestre de 2010 em relação ao ano anterior, para Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ, o déficit da balança comercial continua sendo uma das maiores ameaças não só sobre o setor de máquinas e equipamentos como também sobre o parque industrial brasileiro como um todo.

“Enquanto as exportações registraram crescimento de 1,8% em relação ao ano anterior, passando de US$ 2554,54 milhões FOB para US$ 2599,43 milhões FOB, as importações cresceram 4.2% no mesmo período, passando de US$ 6463,62 FOB para US$ 6737,48 FOB”, afirma Aubert, que não tem poupado esforços junto ao governo no sentido de conter as importações, inclusive, e principalmente, de máquinas usadas, que representam outra grande ameaça ao setor.

Embora os indicadores sejam todos favoráveis, é importante que não se perca a capacidade de análise dos números como um todo para que não se crie um clima de otimismo sem embasamento, até porque registramos crescimento no número de empregos, de 4,4%, subindo de 232.755 em abril de 2009 para 242.885 em abril de 2010 e no nível de utilização da capacidade instalada que evoluiu 1,7%, passando de 80,16 para 81,55. “Mas não podemos perder de vista – alerta Aubert – que esses números referem-se a apenas utilização da capacidade instalada de um turno, restando ainda dois para serem preenchidos”.

Ainda segundo a associação, os pedidos em carteira também mostram um crescimento acima do faturamento nominal, atingindo 22,1%, evoluindo de 18,10 para 22,10 de semanas em média para atendimento dos pedidos.

Exportação

Entre os setores que apresentaram maior crescimento nas exportações durante o período, de acordo com a entidade, destaque para o segmento de máquinas para logística e construção civil, que obteve crescimento de 38,3% na venda de produtos para o mercado internacional, em comparação com o primeiro quadrimestre de 2009. As indústrias de máquinas para agricultura e máquinas para bens de consumo, com crescimento de 32,9% e 30,4%, respectivamente, completam a lista dos setores que mais venderam para o mercado externo. Entre os destaques negativos, os itens que representam as maiores perdas foram os destinados à indústria de máquinas para petróleo e energia renovável, com déficit equivalente a 56,5%, representando apenas 0,1% de todas as exportações do setor de máquinas e equipamentos.

No topo do principal destino dos produtos da indústria de máquinas nacional, os EUA receberam, entre janeiro e abril deste ano, cerca de US$ 398.908.626 FOB, valor 19,9% inferior ao registrado no mesmo intervalo de um ano atrás. Argentina, Holanda e México aparecem, nesta ordem, entre outros destinos que mais demandaram dos equipamentos da indústria de máquinas brasileira.

Importação

No setor de importação, o segmento que mais importou produtos durante os quatro primeiros meses de 2010 foi o de componentes para indústria de bens de capital, que cresceu 39,8% e chegou a mais de US$ 1 bilhão FOB.

Os países que mais exportaram seus produtos para o mercado doméstico nacional foram: EUA, Alemanha, China e Japão.

Destaques

Os setores que apresentaram maior desempenho no faturamento nominal, no acumulado até o mês em análise sobre mesmo quadrimestre do ano anterior, os maiores destaques foram a indústria de máquinas e equipamentos para madeira, que obteve crescimento de 97,6%, máquinas para artigos plásticos, com 86,7%, máquinas para acessórios têxteis, com 81,7% e bombas e motobombas, com 41,7%. A maior baixa foi vista na indústria de materiais de mecânica pesada, com déficit de 14,6%.

Fonte: Assessoria de Impresa

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Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, do BNDES

“O Programa de Sustentação de Investimento (PSI) mudou a realidade das operações do BNDES. Com sua continuidade, mesmo com taxas mais altas, haverá um novo ciclo de desenvolvimento, alavancando as vendas de bens de capital”, afirmou o superintendente da área de operações indiretas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, durante o primeiro dia do Simpósio Internacional Mecânica 2010. O evento faz parte da 28ª Feira Internacional da Mecânica, que ocorre de 11 a 15 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

O recente anúncio da prorrogação do programa de financiamentos para a compra de máquinas e equipamentos até 31 de dezembro de 2010, com aumento de 22,2% na taxas de juros ao ano a partir de 1º de julho – de 4,5% para 5,5% -, deve aumentar a busca por créditos no BNDES e em outros bancos. Segundo a organização da feira, a Mecânica 2010 pode ser uma das últimas oportunidades para aquisição de máquinas com taxas menores. “Para agilizar o processo, o BNDES aceitará, até 30 de junho, as homologações feitas até um mês antes, já que entre a homologação e a liberação de recursos conta-se 30 dias”, garantiu Moraes.

superintendente do BNDES informou que o PSI está pulverizado entre todas as empresas, independente do porte. “A demanda por máquinas e equipamentos está reprimida, é preciso ousar e aproveitar a oferta de financiamento com taxas competitivas”, ressaltou.

De acordo com ele, a carteira do BNDES é da ordem de R$ 124 bilhões para investimento até o dia 31 de dezembro de 2010. Desse total, R$ 36,3 bilhões já foram desembolsados. O maior volume se destina a projetos de bens de capital, R$ 62 bilhões, com R$ 12,6 bilhões já liberados. Para ônibus e caminhões, os recursos atingem R$ 28 bilhões e os desembolsos somam R$ 12,2 bilhões. “Isso significa que ainda há muitos recursos a serem liberados neste ano”, admitiu Moraes.

Ele entende que a demora entre aprovação de financiamento e desembolso se deve ao grande número de operações, 478 mil até abril de 2010, quadruplicadas em relação aos últimos anos. “Esse gargalo, fonte de reclamações de empresas, deve ser solucionado com novas ações do BNDES, que está reformulando seus processos, contratando novos gestores e especializando seu corpo técnico para agilizar as demandas do setor de bens de capital”, finalizou.

Fonte: Meccanica de Comunicação

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Waldomiro Modena

Após um 2009 “não muito bom”, nas palavras do presidente da Festo, Waldomiro Modena, a empresa começou 2010 a todo vapor, anunciando investimentos de R$ 25 milhões para os próximos dois anos. O valor será aplicado na construção de novo prédio de 4 700 m2, previsto para ficar pronto em 2012. A ação servirá para triplicar a capacidade de produção da planta de 44 000 m2 localizada na Via Anchieta, em São Paulo, SP.

Com a expansão, o atual quadro de 600 funcionários, diretos e indiretos, aumentará 35% e abrangerá as áreas de manufatura, engenharia de processos, planejamento de produção, administração e vendas. As ações devem se refletir também no faturamento da Festo, que projeta receita da ordem de R$ 250 milhões para este ano, valor que representa retorno para os níveis de 2008, ano considerado muito positivo pela empresa. Em 2009 houve queda de 12% sobre 2008.

“A recuperação das exportações, prioritariamente, para as américas e a prorrogação do PSI-Finame pelo governo federal auxiliarão muito para que alcancemos nosso objetivo como, também, na retomada da indústria brasileira de máquinas e equipamentos em 2010”, finalizou o presidente da Festo durante coletiva para a imprensa realizada nesta terça-feira, 11 de maio, na Feira Internacional da Mecânica.

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Conforme já divulgado neste Blog Industrial, este ano será realizado, pela primeira vez juntamente com a Feira Internacional da Mecânica, que acontece de 11 a 15 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, SP, o Simpósio Internacional Mecânica 2010, que trará, segundo seus organizadores, as principais tendências e diretrizes da indústria. Veja a seguir alguns dos nomes já confirmados:

- Ana Lúcia Vitale Torkomian, Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Ministério da Ciência e Tecnologia

- Guilherme Paulus,Presidente do Conselho Administrativo da CVC Turismo

- Robert “Buzz” Kross (EUA), Vice-Presidente Sênior da Autodesk, Divisão de Soluções para Manufatura

- David Sagarma Diaz (Alemanha), Area Sales Manager – WittGasetechnik GmbH & Co. KG

- Adalberto Febeliano, Diretor de Relações Institucionais, Azul Linhas Aéreas

- Yuri Nogueira Feres, Gerente de Sustentabilidade, Walmart Brasil

- Newton Chakib Camis, Assessor de Engenharia de Vendas – Máquinas- ferramenta Pesadas, Indústrias Romi

- Juliano Battella Gotlib , Sócio da Azevedo Sette Advogados

- Levi Girardi, Diretor de Design da Questto Design

- Adriano Roberto de Lima, Fundador e Consultor de Inovação, A.R. Lima Consulting

Informações e Inscrições

Acompanhe a programação no site e reserve seu lugar agora mesmo. Para informações e inscrições, entre em contato com a área atendimento a clientes pelo telefone (11) 3717 0737 ou via e-mail para mecanica.inscricao@reedalcantara.com.br.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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