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Em junho de 2012, líderes de 193 países debaterão, no Rio de Janeiro, o futuro da sustentabilidade ambiental do planeta durante a Conferência Rio+20 sobre Desenvolvimento Sustentável. Entre as diversas etapas de discussão preparatória, promovidas por vários segmentos da sociedade brasileira, acontece no dia 9 de fevereiro próximo, em São Paulo, no Hotel Maksoud Plaza, o “Despertar para a Rio +20”. Promovido pela ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, o Fórum reunirá, num café da manhã, especialistas governamentais ligados aos ministérios de Relações Exteriores, do Meio Ambiente e da Agricultura, que estão diretamente envolvidos com a preparação do encontro no Rio.

Participarão do Fórum o embaixador André Correa do Lago, chefe do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Ministério das Relações Exteriores; Fernando Antonio Lyrio Silva, chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério do Meio Ambiente; e Erikson Camargo Chandoha, secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Todos estão trabalhando na preparação da Rio +20.

O principal objetivo do encontro dos especialistas com as lideranças empresariais do agronegócio brasileiro é antecipar como se encaminhará a discussão em relação a um dos temas centrais da Rio+20, que é o do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza. Tal ponto, a ser discutido no evento, que comemora os 20 anos da realização da conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, promovida em 1992 na capital carioca, tem relação direta com o agronegócio na medida em que a própria ONU estabeleceu que ele deve ser tratado no contexto da economia verde, definida como aquela que resulta em melhoria do bem-estar das pessoas, em razão de uma maior preocupação com a equidade social, com os riscos ambientais e com a escassez dos recursos naturais.

Os analistas econômicos e de sustentabilidade lembram ainda que o desenvolvimento sustentável envolve três áreas que enfrentaram graves crises nos últimos anos. A saber: a econômica, pela instabilidade financeira que assola os países desenvolvidos e desafia o crescimento do mundo em desenvolvimento; a social, em que a estabilidade dos empregos e o acesso aos bens básicos ainda não são possíveis à grande parte das pessoas; e a crise do meio ambiente, pelas pressões sobre os recursos naturais e as consequências da mudança do clima.

 

Serviço:

Fórum ABAG – “Despertar para a Rio+20”

Data: 09 de fevereiro de 2012 (5ª feira)

Local: Hotel Maksoud Plaza – Al. Campinas, 140 – Sala Brasil – São Paulo

Horário: 8:30 às 11:30 horas

Inscrições franqueadas pelo telefone (11) 3285-3100

gislaine@abag.com.br

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Uma das mais tradicionais empresas do segmento de tratamento de águas e efluentes do Brasil, a Argal Química traz para o Brasil uma forma avançada de tratamento químico para água com produtos sólidos, lançada no mercado mundial em 2002 pelo Grupo APTech.

Os produtos Argalsov não requerem cuidados especiais nos transportes como nos de produtos químicos perigosos. Outro ponto essencial é que o uso de caminhões é eliminado, portanto o efeito dessa eliminação na diminuição da emissão de carbono seria o equivalente a retirar 52 mil automóveis a cada ano de nossas estradas.

O tratamento químico para água com produtos sólidos Argalsolv  permite a mistura de vários componentes e os resumem a apenas um, sem a adição de produtos químicos perigosos.

Porém, o diferencial é que esses novos produtos químicos sólidos podem ser aplicados diretamente nos tanques, não sendo necessário fazer misturas. A grande diferença é no conceito de embalagem e de manuseio. Os produtos sólidos são mais fáceis de aplicar, evitam derramamento, contaminações de solo e são considerados verdes, visto que não há riscos com o transporte de derramamento, bem como não há riscos de manuseio.

Assim, os produtos Argalsolv  dispensam o uso de uma variedade de diferentes embalagens dependendo das necessidades dos sistemas.

  • A unidade de dissolver é montada sobre uma parede e conectada a uma linha de água de 3/8”.
  • O tubo da Argalsov é colocado na bacia da unidade de dispensa.
  • O padrão do jato é otimizado para permitir uma dissolução consistente do produto.
  • As bombas e controladores já utilizados pelos clientes alimentam o sistema com o produto.

 

Ao longo do processo de tratamento Argalsov  de água com produtos sólidos, é evitado a mistura de vários componentes químicos em um mesmo recipiente com resíduos sólidos. Os produtos Argalsov  de tratamento de água em “estado sólido” são produzidos em concordância com as melhores misturas, com comprovada combinação de tratamento químico de água.

 Além disso, é reduzido o risco potencial de crescimentos microbiológicos, tais como a Legionella  que causa pneumonias graves e até a morte.

Esses ingredientes são mais ambientalmente corretos, pois o processo registrado remove a água da parte química. O produto fica em uma forma sólido-pastosa e é embalado em um galão reciclável, garrafa plástica, podendo ser encontrado também em “discos” e “bastão”.

Como vantagens, todas as limitações de produtos químicos são minimizadas ou eliminadas, além do descarte mais seguro do que o de produtos químicos líquidos, existe a redução da preocupação com o descarte no meio ambiente e adoção da Filosofia Green.

Além do mais, o tratamento químico para água com resíduos sólidos proporciona alguns benefícios diretos e indiretos que pode dar assistência à sua organização no sentido de se qualificar para a certificação LEED, como:

  • sem líquidos, não há derramamento
  • sem produtos em pó, não há irritação
  • sem odores agressivos à saúde
  • embalagem é reciclável

 

Os benefícios para as empresas que utilizarem esses produtos são zerar os custos com o descarte das embalagens, os custos relacionados a licença ambiental (CADRE), transportes etc. Outro benefício importante é que as empresas que utilizam essa tecnologia ganham pontos no LEED, como Empresa Verde. Esse tratamento é utilizado no tratamento de águas de caldeiras e torres de resfriamento em qualquer segmento industrial, porém onde apresenta os melhores benefícios são no segmento institucional (hotéis, condomínios comerciais, shopping centers e hospitais) onde há uma grande dificuldade no manuseio de bombonas.

Para o meio ambiente o ganho é no descarte das embalagens já que as bombonas e tambores são difíceis e caras para o descarte. As embalagens do ArgalSolv são pequenas e reutilizáveis. É muito comum haver acidentes com derramamento de produtos ou no transporte ou na própria empresa com os tratamentos tradicionais, isto sem dúvida contamina solos e rios. Com os produtos sólidos esse risco não existe.

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Prêmio da Dow reconhece projetos acadêmicos que apresentam soluções inovadoras para um mundo mais sustentável

Hoje, 15 de dezembro, a Dow Brasil premia as vencedoras da terceira edição do Desafio Estudantil de Inovação e Sustentabilidade que reconhece trabalhos acadêmicos de pesquisa que busquem soluções sustentáveis para alguns dos maiores desafios sociais, econômicos e ambientais do planeta. Três trabalhos da Universidade de São Paulo (USP) receberam prêmios de R$ 18.000,00 a serem pagos pela Fundação Dow, sediada nos Estados Unidos.

“Soluções sustentáveis não são apenas um impulso aos negócios e à inovação, são a chave para resolver os desafios mais urgentes do mundo”, disse John Biggs, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dow. “Eu falo por todos na Dow quando digo o quanto estamos orgulhosos em reconhecer o pensamento inovador e a colaboração apresentada por uma nova geração de cientistas e líderes trabalhando juntos em direção a um futuro mais sustentável”, conclui.

Iniciado em 2009, em alinhamento às Metas Globais de Sustentabilidade da Dow 2015, o Desafio Estudantil de Inovação e Sustentabilidade ocorre por meio de parcerias da Dow com oito universidades – quatro nos Estados Unidos e quatro em outras regiões do mundo, dentre elas a USP, no Brasil. Os 46 vencedores do prêmio global foram selecionados por meio de um processo interno das universidades participantes com a orientação de critérios fornecida pela Dow. Alice Dantas Brites, Thalita Peixoto Bass e Ana Luiza Silva Spínola foram as representantes brasileiras selecionadas por suas pesquisas.

As pós-graduadas reconhecidas foram:

Alice Dantas Brites, com sua dissertação “Monitoramento dos efeitos ecológicos e socioeconômicos da comercialização de produtos florestais não madeireiros”, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP.

Dra. Ana Luiza Silva Spínola, com sua tese “Inserção das áreas contaminadas na gestão municipal: desafios e tendências”, defendida na Faculdade de Saúde Pública.

Thalita Peixoto Basso, com sua dissertação “Atividade celulolítica de fungos isolados de bagaço de cana-de-açúcar e serapilheira em comparação com cepas de Trichoderma reesei, defendida na ESALQ – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.

Além destes três ganhadores, a Comissão indicou para Menção Honrosa os seguintes três acadêmicos:

Aloisio Coelho Junior, com sua dissertação “Otimização da criação de Anagasta kuehniella(Zeller, 1879), hospedeiro alternativo de Trichogramma spp., baseando-se na temperatura, densidade larval e concentração de dióxido de carbono”, defendida na na ESALQ – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.

Dr. Marcelo Chuei Matsudo, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, com o trabalho “CO2 from Alcoholic Fermentation for Continuous Cultivation of Arthrospira (Spirulina) platensis in Tubular Photobioreactor Using Urea as Nitrogen Source”, publicado no Biotechnology Progress Journal.

Mauro Prato, com a dissertação “Ocorrência natural de sexuados, produção in vitro de rainhas e multiplicação de colônias em Tetragonisca angustula (Hymenoptera, Apidae, Meliponini)” defendida na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto.

 

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Os negociadores do Brasil, África do Sul, Índia e China (países que compõem o grupo Basic) na 17ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP 17), em Durban, na África do Sul, declararam nesta terça-feira, 06.12, que apóiam um segundo período do Protocolo de Kyoto e têm esperança de que o acordo aconteça até o final desta COP, daqui a três dias.

O anúncio, feito em coletiva de imprensa conjunta, reforça a recente mudança de posição da China, que até antes do início da COP17 era contra assinar um acordo legalmente vinculante (obrigatório) que prorrogue o Protocolo de Kyoto. O primeiro período do protocolo, assinado em 1997, entrou em vigor em 2008 e termina no ano que vem.

A analista de Meio Ambiente da CNI Paula Bennati, que acompanha em as negociações em Durban, avalia que a mudança de posição da China e o endosso da Índia, que nos últimos dias vinha se mostrando contrária ao acerto, devolve à mesa a possibilidade de se chegar a um acordo. “O grupo Basic é importante para as negociações, inclusive porque tem o mesmo posicionamento que o Grupo dos 77+ China. Uma pressão do Basic e da União Europeia pode forçar os Estados Unidos a reverem sua posição e aceitar algum acordo”, analisou.

Para a analista de Meio Ambiente da CNI, a consolidação do posicionamento conjunto dos países dos Basic e a eventual mudança de posição dos Estados Unidos podem trazer a bordo também Japão, Canadá, Rússia e Austrália, signatários do acordo inicial mas que declararam oficialmente que não ratificarão o segundo período de compromisso.

“Estamos trabalhando duramente para a renovação do Protocolo de Kyoto. Estamos dispostos a um esforço extra para garantir o segundo período”, declarou, na coletiva de imprensa, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty, negociador-chefe do Brasil na COP 17. Quando questionado por jornalistas sobre o que seria “esforço extra”, Figueiredo respondeu que é “construir pontes” entre os países reticentes ao acordo.

Segundo Paula Bennati, a declaração da ministra do Meio Ambiente da África do Sul, Edna Molewa, de que o grupo Basic está negociando a adesão ao mapa do caminho (Road Map, na expressão em inglês) proposto pela União Europeia também adiciona otimismo às negociações.

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A ServMelt, empresa que prestadora de serviços da Inductotherm, Grupo que atua em processos de fusão e aquecimento por indução, anunciou hoje,06 de dezembro, sua transferência para Indaiatuba,interior de São Paulo, após 13 anos sediada em Diadema. A empresa investiu um montante de US$ 2,5 milhões nesta nova instalação e prevê gerar 50 empregos diretos.

A unidade da Inductotherm Group está no Brasil desde 1972 e mudou-se para Indaiatuba em 1998. A escolha da cidade deu-se, entre outros motivos, ao acesso fácil às principais rodovias do País, proximidade do aeroporto de Viracopos. O presidente da Inductotherm Group Brasil, Edison da Cunha Almeida ainda ressalta que a cidade tem boa estrutura urbanística.  

Para o próximo ano, a ServMelt projeta crescimento de 10% na demanda, até 30% nos próximos 3 anos. “Esperamos este aumento devido à elevação da produção de automóveis, equipamentos agrícolas e ainda a aceleração das obras do PAC, com vista para a Copa de 2014”, completa Almeida.

Com as duas unidades do Grupo ocupando o mesmo espaço, Grupo prevê redução de custos, além do aumento de produtividade e qualidade de seus processos/produtos.

Meio ambiente

Preocupada com a questão ambiental e base na implantação do Sistema A ServMelt ISO 14001, a empresa trabalha a gestão de seus resíduos praticando ações como coleta de lixo seletivo, descarte de materiais líquidos, política ambiental com a conscientização de seus colaboradores e sistema de reuso de água nas duas unidades.

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A Caterpillar Brasil encerra suas comemorações de 35 de produção em Piracicaba com um presente para a população. Traz para a cidade a primeira apresentação do projeto cultural e ambiental Código H20, desenvolvido em parceria com a The Nature Conservancy (TNC) e a Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria de Ação Cultural e Secretaria de Educação. O projeto foi produzido pela Guerilla Construction, conta com incentivo do Ministério da Cultura e tem entrada gratuita.

A água é o destaque de uma grande instalação temática que ocupará a marquise da Estação Paulista, a partir deste sábado, dia 11 de novembro. Com uma abordagem artística e criativa, tratará de questões relacionadas aos recursos hídricos e apresentará soluções inovadoras para os problemas enfrentados atualmente.

O projeto promove o diálogo cultural para encontrar soluções para os problemas relacionados à água. A estratégia para atingir tal objetivo é proporcionar um espaço para expressões artísticas relacionadas às essas questões, de maneira que informação e conhecimento sejam trocados. Ilustrações, fotografias, materiais audiovisuais e artes cênicas são as ferramentas empregadas para levar essa mensagem além das fronteiras do dia-a-dia.

A instalação CÓDIGO H2O visa estimular crianças e adultos para que informações relacionadas à água sejam criadas, trocadas e disseminadas na comunidade, envolvendo famílias, escolas e organizações civis.

Em uma área aproximada de 500 metros quadrados, os visitantes terão acesso a exposição multimídia, cinema e teatro, todos com conteúdos exclusivos desenvolvidos especialmente para o projeto. 

De maneira didática e interativa, a exposição multimídia permite conhecer todos os aspectos da água, suas características físicas, sua presença e papel no desenvolvimento das civilizações, os problemas sociais enfrentados pela dificuldade de acesso a este recurso natural e projetos inovadores que trazem soluções a esses problemas, entre outros temas abordados.

O Cine Água oferece um espaço de reflexão e contemplação sobre a questão da preservação e conservação dos recursos hídricos. Um filme de curta duração leva o público a considerar seu papel e responsabilidade no mundo atual.

Crianças e famílias também têm um espaço especial na instalação – o Teatro H2O, onde poderão assistir, gratuitamente, ao espetáculo infanto-juvenil A Fantástica Jornada, uma história emocionante e bem-humorada de um garoto e seu pai que embarcam em uma verdadeira aventura em busca da última fonte de água do mundo.

O projeto Código H2O propõe a formação de uma nova consciência, motivando a população a exigir de si mesma, de empresas e órgãos responsáveis, atitudes de conservação e preservação, além de repensarem a própria maneira de compreender e de se relacionar com o meio-ambiente. As informações contidas na instalação são um complemento importante para as aulas de Geografia, Ciências e Ecologia.  

 

“CÓDIGO H2O”

 De 11 a 27 de novembro de 2011

Local: Centro Cultural e de Lazer “Estação Paulista”

Endereço: Av. Dr. Paulo de Moraes, 1680 – Paulista – Piracicaba/SP – 13400-971

Horários da exposição: de segunda a domingo das 9h às 20h

Funcionamento Teatro H2O: terça a domingo – espetáculos às 10h e às 15h

Duração do espetáculo: 45 minutos – classificação livre

*  Retirada de ingressos com uma hora de antecedência *

 AGENDAMENTO DE GRUPOS E VISITAS ESCOLARES:

Das 13:30h às 17h pelo telefone (19) 3436-0466 ou pelo e-mail grupos@codigoh2o.com.br

Transporte gratuito para escolas sob consulta

 Entrada gratuita

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Empresa fornecerá tecnologia de refrigeração para cumprimento de metas acordadas entre Ministério do Meio Ambiente e Unilever

Representantes da Metalfrio e Unilever assinaram nesta quarta-feira, com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), uma iniciativa voluntária para substituir o uso de gases de refrigeração e de expansão de espuma de poliuretano, nocivos ao meio ambiente, por gases naturais que não agridam a camada de ozônio e reduzam o potencial de aquecimento global. O compromisso, assinado pela Unilever, tem a Metalfrio como interveniente, empresa fornecedora dos equipamentos de refrigeração.

            A “iniciativa voluntária conservadoras” integra o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, do MMA, em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em agosto de 2010. Está alinhada, também, com o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs, que integra a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.

            Pelo acordo, a empresa assume a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, incentivando melhores práticas ambientais e a adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo.

A empresa se compromete a substituir as substâncias HCFCs (Hidroclorofluorcarbonos) e HFC (Hidrofluorcarbonos), utilizadas como fluidos frigoríficos e agente expansor de espumas, por gases naturais, como R290 e o cicloisopentano, já utilizados pela Metalfrio em suas conservadoras e refrigeradores.

Pelas metas estabelecidas, a substituição de substâncias danosas ao meio-ambiente por outras com potencial zero de destruição da camada de ozônio e baixo potencial de aquecimento global deverá ser de 80% até o final de 2020, data que marca o término de vigência do acordo. Para 2012, a substituição deverá ser de 20%. A partir daí, a meta prevê a substituição de 15% das substâncias, a cada dois anos.

O pacto prevê ainda que a reutilização e/ou reciclagem dos componentes das conservadoras devem atingir 100% até 2020.

De capital nacional, mas uma das empresas mais internacionalizadas do País, a Metalfrio tem uma tradição de inovação e pioneirismo na adoção de práticas sustentáveis. Em 1998, a empresa eliminou totalmente de seus produtos e instalações os gases CFC, tornando-se a primeira fábrica de refrigeradores totalmente ecológica da América Latina. Entre outras práticas ambientalmente amigáveis, eliminou o setor de pintura da fábrica através do uso de chapas pré-pintadas, extinguindo todos os processos com componentes danosos ao meio ambiente; implantou coleta seletiva do lixo gerado em suas fábricas; adotou a reciclagem de componentes e o uso do cicloisopentano  (gás agente expansor)  e do gás refrigerante R290 e R744 , insumos que não prejudicam a camada de Ozônio e reduzem sensivelmente (cerca de 99%) a emissão direta de gases de efeito estufa.

 

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          A substituição de adesivos PU convencionais (que necessitam que a sola de SBR ou TR esteja previamente halogenada, antes da aplicação deste) por adesivos base água de alta performance destinados à colagem de solados de SBR e TR (sem halogenação prévia), tem sido foco de pesquisas permanentes dentro o Grupo FCC.

         Na tarde de quinta-feira, 6 de outubro, o Doutor em Química, Ramão Fernandes, responsável pelo desenvolvimento da tecnologia aquosa da empresa, apresentou um resumo do sucesso obtido pela indústria, em palestra no 16o Seminário de Atualidades Tecnológicas: Plásticos, Elastômeros e Adesivos, evento promovido pela FIERGS/Senai.

         Desenvolvida especialmente para atender o setor calçadista, a linha Acquafort  traz para a produção das indústrias de calçados o fim da etapa de halogenação no processo de colagem de SBR e TR. Além de agilizar o processo, a tecnologia de colagem inovadora contribui de forma real para a questão da sustentabilidade, na medida em que acaba com a geração de VOC (composto orgânico volátil) pois são adesivos base água com alto teor de sólidos em sua composição. O pesquisador Ramão Fernandes, salienta que “para cada 10 gramas de adesivo base solvente aplicado na sola, em média, 8 gramas são de solvente-veículo, e somente 2 gramas são de material colante. Então, os 80% de solventes ficam no ambiente da fábrica gerando VOC”. O objetivo do trabalho de pesquisa para o desenvolvimento de adesivos base água de alta performance “é justamente contribuir para a melhora do ambiente de trabalho dos operários diretamente envolvidos no processo, sem perder a qualidade do funcionamento do produto”, afirma o pesquisador.

         O trabalho de substituição começou em 2010, quando foi lançado o Acquafort 9500 SBR (que já de início ganhou dois prêmios nacionais no segmento). Em 2011, a FCC introduziu o 9500 TR, aumentando a fatia de participação de adesivo aquoso no processo de colagem de calçados.

         O lançamento mais recente ainda está em processo de consolidação junto ao mercado, mas com níveis de aceitação muito elevados, por sua resposta altamente positiva.

         Outro grande diferencial dos adesivos da linha Acquafort da FCC está no fato de que eles apresentam excelente performance quanto à resistência térmica, resistência à hidrólise e ao envelhecimento.

         As tecnologias (9500 SBR e 9500 TR) que eliminam: o primer halogenante, o solvente do adesivo, e o isocianato do reticulador, estão patenteadas pela FCC. São sistemas que geram a redução de uma etapa no processo de colagem na esteira, além de reduzir a necessidade de operários no processo.

         O impacto na redução do custo de produção por par de calçado é muito grande, além da sua contribuição para o meio-ambiente e sustentabilidade.

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A fábrica da Siemens em Manaus – AM, responsável pela produção de materiais elétricos como disjuntores, fusíveis e botões de acionamento, passa a integrar o Programa Brasileiro GHG Protocol ao publicar seu primeiro inventário de emissão de gases de efeito estufa (GEE). A divulgação oficial do relatório da Siemens acontece hoje em São Paulo, durante o Evento Anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, quando a empresa recebe o selo ouro conferido a empresas que, além de contabilizar todas as emissões de GEE, ainda são verificadas por uma terceira parte independente.

Idealizado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), em parceria com o World Resources Institute – WRI, o Programa permite às empresas participantes estabelecer uma cultura permanente de divulgação de suas emissões por meio de uma plataforma pública e transparente de publicação dos dados. A certificação confirma a preocupação da Siemens com relação à elaboração correta e auditada do inventário, que traz o cálculo de todas as emissões de gases de efeito estufa em uma de suas principais unidades fabris no Brasil.

“Trata-se de um reconhecimento que fortalece a credibilidade da Siemens. Gerenciar as emissões de GEE é fundamental para garantir a sustentabilidade dos negócios e a melhoria de processos e geração de eficiências numa economia globalizada. Tema que ocupa espaço cada vez mais relevante em nossos planos de ação no Brasil”, afirma Victor Batista, diretor da área de Sustentabilidade da Siemens no Brasil.  

Sobre o Programa Brasileiro GHG Protocol

O Programa Brasileiro GHG Protocol é uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), em parceria com o WRI e apoio do CEBDS, WBSCD e MMA. O Programa trabalhou na adaptação da metodologia do GHG Protocol para o contexto nacional em a colaboração com 27 Empresas Fundadoras da iniciativa, as quais participaram diretamente do desenvolvimento das Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol (EPB) e publicaram seus primeiros inventários no ano de 2009. Atualmente o Programa permite a transferência gratuita da metodologia e do know-how para o cálculo de emissões, ambos compatíveis com as normas ISO 14064-1 e as metodologias de quantificação do IPCC.

Os inventários referentes ao ano de 2010 a serem apresentados pelas empresas este ano, contabilizam as emissões gases provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, como por exemplo, as emissões de combustão de caldeiras, fornos, veículos da empresa ou por ela controlados. Em segunda escala, são consideradas as emissões indiretas de GEE de energia, isto é, são contabilizadas as emissões provenientes de energia elétrica e térmica consumida pela empresa.

Há ainda a terceira etapa da análise, em que as emissões indiretas que são consequências das atividades da empresa, mas ocorrem em fontes que não pertencem ou não são controladas pela companhia. Como por exemplo: extração de produção de materiais e combustíveis adquiridos, atividades relacionadas ao transporte, transporte de materiais, viagens de negócios, todas as outras emissões resultantes de atividades diretas da empresa, mas que ocorrem em fontes que não pertencem ou não são controladas pela companhia.

 

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A única destinação legal deste resíduo perigoso ainda é pouco conhecida no Brasil

O óleo lubrificante usado em carros e máquinas industriais não pode ser descartado de qualquer maneira ou em qualquer lugar. O descarte inadequado do produto pode prejudicar o meio ambiente e a saúde das pessoas. Para evitar esta situação, o rerrefino é considerado o único destino legal para este perigoso resíduo, de acordo com a lei do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Resolução Nº362/CONAMA). Por meio do rerrefino, o óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC) se transforma em óleo mineral básico. Este processo resgata as propriedades originais do produto, que é uma matéria-prima proveniente do petróleo (um recurso não renovável), usada na fabricação de óleos lubrificantes acabados e, desta forma, cumpre o princípio para a sustentabilidade quando retorna ao mercado, garantindo o reabastecimento, sem danos ambientais. Neste contexto, a Lwart explica que o óleo lubrificante acabado, pronto para ser usado em veículos ou máquinas industriais, é composto por 90% de óleo mineral básico e 10% de aditivos. Com o uso, os aditivos se degradam, enquanto a base mineral continua com suas propriedades preservadas, possibilitando que seja recuperado e reutilizado após o rerrefino. Neste caso, embora exista o reaproveitamento do produto usado, o rerrefino não pode ser classificado como reciclagem, pois o processo industrial é semelhante ao do primeiro refino de petróleo em complexidade e tecnologia. No setor de coleta e rerrefino de óleos lubrificantes usados ou contaminados, a liderança de mercado na América Latina é da Lwart Lubrificantes, empresa com sede fabril em Lençóis Paulista (SP) e uma filial em Feira de Santana (BA). Para a captação, a Lwart conta com 16 centros distribuídos por regiões estratégicas do Brasil, que concentram a coleta realizada em milhares de postos de gasolina, oficinas mecânicas, indústrias, propriedades rurais, transportadoras, entre outros locais. Para isso, utiliza uma frota de 300 caminhões, conduzidos por motoristas rigorosamente treinados para manuseio e transporte de produtos perigosos. A empresa foi a primeira no País a receber o registro de coletor autorizado da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e rerrefina anualmente cerca de 140 milhões de litros de óleo lubrificante usado, o que corresponde a 45% do volume que é disponibilizado para a coleta no Brasil. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais (Sindirrefino), o País gera, atualmente, 550 milhões de litros de óleo usado ou contaminado e, deste montante, 330 milhões (60%) são destinados ao rerrefino, conforme determinação da lei. A alta eficiência da Lwart Lubrificantes neste processo industrial faz com que o aproveitamento do óleo coletado seja total. Os subprodutos gerados são reutilizados como insumos em outras empresas do Grupo Lwart, a Lwart Química e a Lwarcel Celulose, ambas em Lençóis Paulista. Meio Ambiente O processo de rerrefino diminui a necessidade de extração de petróleo – recurso natural que não terá outra safra – e evita o descarte inadequado do óleo lubrificante usado que pode trazer enormes danos ao meio ambiente. Apenas um litro de óleo lubrificante usado pode contaminar 1 milhão de litros de água, quantia que uma pessoa leva 14 anos para consumir. O óleo lubrificante usado é um resíduo perigoso que, se descartado no meio ambiente, permanece por décadas e contamina o solo, que fica inutilizável para agricultura. Ele também pode contaminar a água e os lençóis freáticos e, caso seja descartado na rede de esgoto, inviabiliza o seu tratamento. Os prejuízos causados pelo descarte inadequado também causam danos à saúde, como intoxicações, anemia, falha nos rins entre outros sintomas graves. A queima indiscriminada do óleo pode agravar o efeito estufa e causar danos à pele e ao sistema respiratório em razão da liberação de gases tóxicos.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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