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Fabricante americana aumenta consideravelmente seus lucros do terceiro trimestre, graças a América Latinae Ásia

A fabricante americana de equipamentos industriais, Caterpillar Inc., anunciou na semana passada que ficou próxima a dobrar seus lucros no terceiro trimestre, que atesta a América Latina como um dos mercados que mais dá lucro para empresas industriais mundiais.

A receita americana das exportações de commodities (exemplo: minério de ferro, cobre e soja) alimenta investimentos em rodovias, aeroportos, entre outros, e cresce cada vez mais.

Segundo dados fornecidos pela Caterpillar, o aumento do lucro neste terceiro trimestre justifica-se pela força das economias asiática e latino-americana. A empresa também elevou sua projeção de lucro para este ano.

Meredith Taylor, analista em Nova York do Barclays, segundo o jornal The Wall Street Journal, afirma que a necessidade do Brasil de melhoria nas estradas, ferrovias, portos e habitação de baixo custo devem continuar estimulando as vendas dos fabricantes de equipamentos de construção, mineração, agricultura e outros nos próximos anos.

Mesmo com as políticas econômicas populistas ainda desestabilizando alguns países da região da América Latina, em especial a Venezuela e Argentina, outros países evoluem sas economias e posturas mercadológicas. Nos anos 90 o Brasil cortou a dívida pública, equilibrou os livros do governo e introduziu uma nova moeda que é negociada hoje livremente no mercado, o Real.

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Você sabe quais são os principais objetivos em uma rodada de negócios? Independentemente do setor a que ela está ligada, fica claro que o fomento de negócios, assim como a venda de produtos e serviços, é o principal foco dos participantes dessas reuniões. Porém, existem outras causas, não menos relevantes.

Para os ofertantes os benefícios são inúmeros. Dentre eles, a oportunidade de identificar e captar novos fornecedores, compradores e parceiros, a possibilidade de contato direto com empresas importantes de seu segmento, a troca de informações importantes, o conhecimento de novos mercados, o intercâmbio em âmbito nacional e internacional. E, além de tudo, difusão da marca da empresa pelo contato direto com outras do mesmo segmento em um curto espaço de tempo, e, consequentemente, aumento do volume de vendas.

Os âncoras, por sua vez, podem divulgar seu marketing institucional, fazer integração com a comunidade empresarial, buscar novas parcerias, identificar novos fornecedores no curto prazo e se situar com o momento pelo qual passa o mercado.

Esse tipo de evento proporciona aproximação entre grandes empresas com possíveis fornecedores, estimulando, assim, parcerias. Por outro lado, o intercâmbio comercial e tecnológico é quase tão importante quanto vendas futuras, já que dá acesso a novos mercados, gerando sempre oportunidades.

Contudo, postura e habilidade compatíveis são essenciais para que ocorram negociações consistentes. A articulação de um diálogo assertivo, mais ousado, com capacidade de persuasão, que mostre mais flexibilidade são pontos importantes para resultados posteriores. Nas reuniões, é importante que o empresário atente-se aos objetivos não só individuais, mas também os coletivos, o que exige muitas vezes quebra de paradigmas. Tal comportamento torna a empresa mais competitiva e a qualifica com um diferencial interessante. (Tatiana Gomes)

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AWika do Brasil – Tecnologia em Soluções para Medição de Pressão e Temperatura participa da 28ª Feira Internacional da Mecânica com  expectativa de reaquecimento do mercado para o setor em 2010. O otimismo vem do resultado esperado para este primeiro trimestre, algo em torno de 15% a 20% sobre o consolidado em 2008 e 2009.

Para Paulo Bachir, gerente da engenharia de produto da empresa, a retomada do ritmo de crescimento é das mais positivas, o que estimula futuros investimentos: “E assim faremos, já que centralizamos nossa gestão em cumprir objetivos para contínua expansão da nossa participação no mercado brasileiro”.

Na feira, a Wika lança os novos pressostatos eletrônicos PSD-30 com interface de comunicação IO-Link e os transmissores de pressão modelo C-2, desenvolvidos especificamente para compressores de ar. “Nossos objetivos no evento é, além de mostrar novidades, manter contatos com nossos clientes”, afirma Bachir, ponderando que a maioria de seus clientes também expõem na feira, o que facilita as oportunidades de negócios. (Tatiana Gomes)

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A matéria escrita por Fabiana Corrêa e publicada na edição 0139 de Você S/A aborda, mais uma vez, um tema que temos publicado bastante neste Blog nos últimos dias: necessidade de mão de obra especializada. Até então, falamos mais sobre profissionais para o setor de óleo e gás, por conta do inicio da exploração da camada pré-sal. Mas, pelo conteúdo do texto, percebemos, felizmente, que muitas áreas necessitarão de profissionais. O négocio é se preparar!

Acompanhe:

Vai faltar gente?

Se as previsões de crescimento econômico para este ano se confirmarem, as empresas irão retomar a briga pelos talentos

A previsão de retomada econômica trouxe de volta uma discussão que foi posta de lado em 2009: a guerra por talentos. A disputa por bons profissionais voltará a se acirrar caso se confirme a projeção de Produto Interno Bruto acima dos 5% para este ano. Diante do cenário positivo, as empresas começam a se movimentar para encontrar, internamente ou externamente, profissionais para sustentar seu crescimento. Uma pesquisa feita pela consultoria Empreenda, de São Paulo, em conjunto com a HSM, que promove seminários sobre negócios, com 1 065 líderes no Brasil, dá uma prévia do que pode vir.

Entre os entrevistados, 63% estão preocupados por não ter gente suficiente para pôr em prática sua estratégia corporativa nos próximos cinco anos. “Falta gente qualificada no mercado”, diz o consultor César Souza, presidente da Empreenda. A DBM, consultoria de recolocação de executivos com sede em São Paulo, divulgou que, no terceiro trimestre de 2009, a procura por gerentes, diretores e presidentes cresceu 36% em relação ao mesmo período de 2008, quando a crise financeira fazia estragos no país.

De olho nos bons indicadores, as empresas estão acelerando a formação de profissionais ou a busca por eles no mercado. A CPFL Energia investirá 600 000 reais na preparação de 30 funcionários que devem assumir cargos de liderança nos próximos anos. “No ano passado, 58% das vagas foram preenchidas com gente de fora”, diz Lucilaine Bellacosa, gerente de desenvolvimento de pessoas da CPFL, com sede em Campinas, interior de São Paulo.

Quem vai procurar no mercado também já começou. No fim do ano passado, o publicitário Nizan Guanaes, à frente do grupo ABC, que reúne algumas das maiores agências de publicidade do país, recomendou aos seus executivos que ficassem de olho nos talentos. “Em 2010 vai ser mais difícil encontrar gente boa disponível”, diz. Até mesmo o Google, que é sonho de carreira de estagiários a executivos, está se precavendo. A empresa de internet está mapeando as qualidades essenciais da carreira de vendas em diversos países para criar um recrutamento interno que funcione globalmente.

Tudo para não ficar restrito à oferta de mão de obra local, insuficiente para preencher as vagas abertas. Em dezembro, eram 60 posições em diversas áreas. Com a retomada da disputa por profissionais, o poder de negociação do candidato na hora de decidir por uma vaga volta a crescer.

A crise tinha feito o pêndulo ir para o lado do empregador. O engenheiro Daniel Terra, de 30 anos, acabou de ser promovido a gerente de contas na Siemens Enterprise, depois de receber uma proposta para ocupar uma gerência em outra multinacional. Antes, ele tinha um cargo técnico na área de serviços. “Fui conversar com minha chefia, que acabou me promovendo para a área que eu planejava”, diz Daniel. “Nos últimos quatro meses, fizemos outras duas ações de retenção para manter nossos funcionários”, diz Malena Martelli, diretora de recursos humanos da companhia para a América Latina.

“Estamos enfrentando um cenário de competitividade do mercado pelos profissionais disponíveis”, diz João Menezes, gerente-geral de RH da mineradora Vale, a respeito dos engenheiros que trabalham em seus projetos no norte do país. A companhia vem investindo na formação de gente e, em dezembro, contratou todos os 29 alunos de seu curso de pós-graduação em engenharia ferroviária em São Luís, no Maranhão. No setor de infraestrutura a guerra por talentos deve ser acirrada.

Isso porque os investimentos previstos pelo governo para Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016) devem criar uma infinidade de novos empregos e, claro, não há gente sendo formada em número suficiente pelos cursos de turismo e administração hoteleira. O mesmo fenômeno acontece para engenheiros, economistas e administradores nos segmentos de varejo, construção civil e energia. “Acredito que a busca em 2010 será por líderes experientes, gente de peso”, diz Francisco Ramirez, diretor da ARC, consultoria de busca de executivos, de São Paulo. O headhunter aposta que, em setores recém-consolidados, como alimentos e bancos, o cenário não será tão favorável. “Nessas fusões, sempre fica sobrando gente.”

OS SALÁRIOS SOBEM?
A disputa por gente só não serviu ainda para inflacionar os salários nos níveis executivos — um fenômeno que perdurou até meados de 2008. “Não prevemos uma guerra salarial, mas as empresas que estão com os salários congelados e as que fizeram reajustes abaixo dos 6% correm riscos de perder seus funcionários”, diz Gustavo Tavares, consultor de remumeração do Hay Group, em São Paulo.

Entre os clientes da consultoria, um terço fez algum tipo de congelamento de salários ou promoções no ano passado. “Agora, todos os aumentos e contratações que ficaram parados devem vir de uma vez só, em forma de contratações e aumentos, acirrando a disputa.”

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Veja a seguir o resumo do estudo desenvolvido pela diretoria de competitividade da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, com propostas para mudar o atual cenário de desindustrialização do País. O trabalho sugere medidas destinadas ao setor de bens de capital que incidirão em uma movimentação de toda a cadeia produtiva, de maneira horizontal, de acordo com a entidade.

Em nome do Presidente Luiz Aubert Neto, encaminhamos o estudo que concluímos nesta semana (19/06/2009), no qual apresentamos o impacto do “Programa de Modernização da Indústria Brasileira” na arrecadação dos Tributos Estaduais, especificamente no Estado de São Paulo (ICMS).

Também, encaminhamos o trabalho Programa de Modernização da Indústria Brasileira”, que demonstra que o Brasil, infelizmente, caminha para um processo de desindustrialização.

Nossos comentários adicionais: a regulamentação do decreto nº. 54.422/09, que permite aos adquirentes de bens de capital o crédito total e imediato do ICMS demonstra a sensibilidade do Governo do Estado de São Paulo para a necessidade de estimular a realização de investimentos no setor produtivo, o que resulta, consequentemente, na geração de mais riquezas e aumento de postos de trabalho. Contudo, apesar de meritória, lamentavelmente a medida não produzirá os efeitos desejados pelo Governo do Estado, pois a maioria dos potenciais setores adquirentes de bens de capital não foi contemplada, o que fará com que os investimentos em máquinas e equipamentos continuem engavetados, tornando a medida de pouco efeito prático.

Vale ressaltar que a abrangência do Decreto é restrita a poucos setores e com duração de apenas 06 meses. A nossa proposta, ao contrário, abrange todos os setores industriais e durante 01 ano.

Neste contexto, face ao baixo custo de carregamento (conforme amplamente demonstrado no estudo anexo), estamos pleiteando ao Governo do Estado que amplie a lista de setores beneficiados pelo Decreto 54.422/09, para contemplar todos os setores adquirentes de máquinas e equipamentos, de todos os segmentos industriais, fazendo com que, efetivamente, a medida possa produzir os efeitos desejados pelo governo do Estado, ou seja, a efetivação de investimentos por parte do setor produtivo, o que resultará na retomada do nível de atividades, com maior geração de empregos e renda.

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Metaltex anuncia nova parceria na FIEE

Icone Feira, Lançamento | Por Erica em 4 de junho de 2009

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Participantes desde a primeira Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação, FIEE, a Metaltex, empresa do segmento de componentes e automação industrial, divulga nesta edição 2009 sua mais nova parceria: a partir de agora fornecerá no Brasil equipamentos para sistemas de movimentação, como inversores, servodrives e servomotores, da marca alemã Lenze. “Daremos suporte comercial e técnico”, explica Gilberto A. Jana Filho, gerente de engenharia de aplicações da Metaltex.

Outras novidades apresentadas na feira são as interfaces a relé (acopladores) da marca Metaltex, além da linha de contatores ampliada e reformulada, com visual mais moderno. “Esta é a principal feira do ano para o nosso segmento. Estamos com todo o gás e apostando que essa nova parceria nos trará ainda mais oportunidades de negócios.”

Negócios esses que devem fazer com que a empresa retome em 2010 a curva ascendente que vinha mantendo antes de a crise econômica mundial explodir. Jana Filho conta que a queda no faturamento foi grande, mas agora já recuperaram parte: “Ainda não estamos como gostaríamos, mas trabalhando para fechar este ano no equilíbrio”.

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Escolha sua manchete

Icone Economia, Opinião | Por Erica em 1 de junho de 2009

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 Meu post desta segunda-feira será breve. Quero apenas dividir com você, internauta, as manchetes de alguns jornais desta manhã:

1) Indústria tem 4ª alta mensal consecutiva

2) IBGE: produção industrial sobe 1,1% em abril ante março

3) Produção industrial: alta de 1,1% e queda de 14,7%

Qual delas você prefere?

Todas remetem as previsões esperadas dos analistas e consultores – alguns pontos para mais ou para menos, é verdade, mas nada muito distante disso.

O fato é que a indústria retoma lentamente seu rumo. Face ao mesmo mês de 2008, abril apresentou queda de 14,7%, mas devemos considerar que o ano passado foi excepcional. Crescer 1,1% pode ser pouco, mas é algum sinal.

Dos 27 segmentos da indústria monitorados pelo índice do instituto, 16 apresentaram alta em abril. As principais altas foram verificadas pelos setores de veículos automotores (3,3%), metalurgia básica (5,1%), borracha e plástico (6,7%), ), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,3%), produtos de metal (6,8%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (5,2%).

Lembro ainda que a temporada de feiras já começou e, se tudo correr bem, o resultado delas será sentido no segundo semestre.

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Para voltar ao patamar de 2008

Icone Análise, Economia, Opinião | Por Erica em 27 de maio de 2009

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Como todos os meses, hoje foi realizada a coletiva para a imprensa na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, para divulgação dos números do setor. E como – de novo – todos os meses o encontro foi marcado por reclamações e apelos da diretoria da entidade aos governos.

Confesso que quando peguei o release para ler, fiquei meio down, ainda mais depois do clima positivo que saí da Feimafe. Os números (veja abaixo) estão praticamente todos negativos e em porcentuais de dois dígitos. Ouvimos, eu e os demais jornalistas, várias explicações do vice-presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, sobre os números em queda, até que comecei a reparar nos gráficos mostrados durante a apresentação do balanço.

Levando em conta muito do que ouvimos, eu e Kleber, nas entrevistas com executivos durante a Feimafe e em outros lugares, e vendo as barrinhas dos gráficos, pensei ser realmente difícil que as indústrias mantenham os mesmo volumes de 2008. Claro, porque 2008 foi um ano excepcional. É o que todos dizem, e foi mesmo.

Então, não quero desmerecer a preocupação do segmento, ao contrário. Mas também não quero “comprar” toda e qualquer ideia que me vendam. Os níveis deste ano, até agora, são muito semelhantes aos de 2006 e 2007. Agora resta acompanhar como se comportarão daqui para frente.

Para voltar ao patamar de 2008, considerado um bom ano pela entidade, Pastoriza afirma ser preciso que o governo federal desonere urgentemente os investimentos em, pelo menos, 25%, porcentual referente aos impostos federal e estaduais pagos na compra de máquinas e equipamentos. “Não estamos pedindo renúncia, mas antecipação da devolução do dinheiro dos impostos, que hoje leva até 48 meses para voltar às mãos do comprador. Se retornar antes, antes ele terá fluxo de caixa. Haverá um “desengavetamento” do dinheiro.”

Balanço – Depois de aumentar 30,1% de fevereiro para março, o faturamento nominal da indústria de bens de capital voltou a cair no mês passado, para R$ 4,72 bilhões, volume 17,2% inferior comparado a março. Sobre a receita de abril de 2008, a baixa foi de 25%. No quadrimestre, o faturamento somou R$ 18,7 bilhões, retração nominal de 20% diante do mesmo período anterior.

Segundo a Abimaq, o consumo aparente do setor (produção – exportação + importação) caiu apenas 1,9% no primeiro quadrimestre, ao totalizar R$ 27,61 bilhões. No mesmo comparativo, as importações cresceram 3,6%, para US$ 6,458 bilhões, e as exportações decresceram 26,7%, a US$ 2,554 bilhões.

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Relacionamento, lançamento e reforço da marca. Esses são os motivos que levam a SEW-Eurodrive, empresa de soluções em acionamentos como motorredutores, conversores de frequência e redutores industriais, a participar de 27 feiras neste ano. E falando em lançamento, nesta Feimafe apresentou pela primeira vez o redutor de grande porte da Linha X, importado da matriz alemã.

Outras novidades ficaram por conta do redutor específico para extrusoras de plástico e de borracha e da linha de servo-motores focada para máquinas-ferramenta.

Mas a grande novidade com referência ao redutor X é que, a partir do segundo semestre deste ano, ele será produzido no Brasil na nova planta da empresa que entrará em funcionamento entre setembro e outubro próximos.

“Adquirimos um terreno de 300 mil m2 em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para levantar nossa nova fábrica. Nesta primeira fase, estamos construindo a área industrial de 30 mil m2, que só fabricará redutores de grande porte”, conta Alexandre dos Reis, diretor de vendas e marketing da SEW-Eurodrive.

O aporte faz parte do ciclo de investimentos de R$ 600 milhões aplicados no Brasil de 2006 a 2012 em renovação de máquinas, parque fabril e montadoras – unidades que a empresa possui em regiões brasileiras estratégicas.

Na mão inversa de muitas multinacionais, a SEW-Eurodrive, de acordo com o executivo, continua cumprindo seus planos de investimento neste momento de crise econômica mundial: “Estamos fazendo o caminho contrário, transformando turbulência em oportunidade. E não é só. Também trabalhamos na conquista de novos mercados, como o de plástico, na nacionalizando produtos e em equilíbrio de estoque para reduzir o prazo de entrega aos clientes”.

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Com 4 anos de mercado, a Merax, importadora e distribuidora  de máquinas e equipamentos para os setores petrolífero, químico, metalúrgico e de engenharia de montagens industriais, trouxe como principal novidade para a Feimafe 2009 sua perfuratriz de concreto, destinada a várias aplicações para perfurações com precisão. “Estamos trabalhando fortemente na divulgação desse produto e a Feimafe é um excelente lugar para isso”, explica Luiz Lacreta, do marketing da empresa.

Lacreta conta que o foco da Merax na feira é o contato, a divulgação institucional e a exposição da marca: “É muito importante estarmos aqui, principalmente em um momento de crise, para mostrar que estamos mais 1 ano no mercado, crescendo e dispostos a expandir fronteiras, trazendo cada vez mais clientes para dentro de casa”.

Para tanto, a empresa continua investindo em feiras, publicidade e equipe de vendas, movimentação que também tem auxiliado na superação do difícil momento econômico. O executivo destaca que o fato de a Merax atuar em vários mercados fez com que as vendas se mantivessem em níveis razoavelmente confortáveis: “Fecharemos 2009 com números positivos. Até o momento já crescemos 20%.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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