É bom ou não é?
Análise | Por Erica em 15 de julho de 2009
O site da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) traz uma reportagem muito curiosa nesta semana a respeito da importação de máquinas e equipamentos ante a produção nacional.
Entre câmaras e institutos, a entidade ouviu a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). O que eles disseram? Diferentemente do esperado – principalmente em se tratando da CNI – , eles apoiaram a importação.
Para Flávio Castelo Branco, gerente executivo de políticas econômicas da CNI, “com a globalização, toda a cadeia produtiva é muito ligada ao exterior. Nem faz sentido querer ser completamente independente.”
No entanto, o executivo ponderou suas palavras: “mas é importante garantir a capacidade de produção do País, com desonerações tributárias, financiamentos e estímulo ao investimento”.
E mais: “Não somos anti-importação, trabalhamos por uma concorrência justa. Acredito que se uma máquina tem mais qualidade, tecnologia ou é mais adequada a um determinado projeto, ela deve ser escolhida por isso e não por concorrência desleal”, acrescentou Castelo Branco.
Já o presidente da Sindipeças, Paulo Butori, limitou-se a dizer que “no caso das máquinas, a importação de itens que não têm similares nacionais é necessária e bem-vinda”.
Leia no site da Abimei a íntegra das opiniões destas entidades.

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.