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O forte crescimento das economias do Brasil, China e Índia está provocando uma inversão total na divisão do mercado mundial de máquinas e equipamentos utilizados no setor de construção e de obras de infraestrutura. Segundo um estudo de várias fontes nacionais e internacionais consolidado pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, em 2015, 60% das vendas mundiais de equipamentos para esse segmento acontecerão no Brasil, China e Índia. “A crise de 2008 acelerou um processo de concentração desse mercado nos países emergentes”, diz Brian Nicholson, consultor econômico da entidade. Além do Estudo de Mercado da própira Sobratema, Nicholson usou dados da Off-Highway Research, de Londres, e da Abimaq.

Essa participação prevista representa uma inversão total da situação vivida em 2004. Naquele ano, os três países juntos representavam apenas 23% da demanda por máquinas e equipamentos para construção e obras de infraestrutura. O consultor salienta ainda que a tendência deverá se acentuar ainda mais com o agravamento da crise na Europa e os bons números do desempenho nos países emergentes, especialmente os referentes à economia chinesa.

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Empresa caxiense será responsável por tornar o Estado referência em transporte público no Brasil

O Grupo Voges entregou na última sexta-feira, 2 de dezembro, o painel de controle do Aeromóvel. O projeto, que fará a ligação direta entre a Estação Aeroporto e o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, apresenta um sistema rápido, seguro, confortável, econômico e sem prejuízo para o meio ambiente. A Voges participa no projeto com uma solução de acionamento que une motor elétrico e inversor de frequência. A entrega do painel, na sede da Voges Motores, em Caxias do Sul, contou com a presença do diretor-presidente do Aeromóvel e idealizador do projeto, Oskar Coester, do diretor-presidente do Trensurb, Humberto Kasper, e do diretor-presidente do Grupo Voges, Osvaldo Voges, entre diretorias e gerências de projetos, engenharias e equipes técnicas das três empresas.

Para o projeto, a Voges forneceu um motor de 500 HP, 2 polos, carcaça 355. O motor, de alto rendimento, customizado e desenvolvido especificamente para a aplicação, é o responsável por acionar o ventilador que promove o fluxo de ar que impulsiona o Aeromóvel. Na parte de inversores, a linha Unidrive SP, desenvolvida em parceria com a Emerson Control Techniques, aciona eletronicamente o motor, controlando a velocidade e o fluxo de ar do sistema.

A participação da Voges no Aeromóvel está acertada desde o surgimento da ideia, quando o engenheiro Oskar Coester, na década de oitenta, contatou a ainda Eberle Motores Elétricos, fabricante do primeiro motor brasileiro, para integrar o projeto. “A opção pela solução Voges deu-se pela referência histórica muito positiva dos 27 anos de operação da Linha Piloto do Aeromóvel em Porto Alegre, operada com os motores da então Eberle, tradicionalmente associados com robustez e confiabilidade em aplicações de alto compromisso”, comenta Coester.  O engenheiro faz ainda referência à pujança da cidade em engenharia e soluções de projetos e do pioneirismo na captação e inovação de produtos. “Caxias do Sul, como um polo industrial de referência nacional, tem se destacado na composição do arranjo produtivo da empresa Aeromovel Brasil S.A., com geração de empregos e renda no Rio Grande do Sul, reafirmando o potencial deste estado em desenvolver soluções tecnológicas competitivas e inovadoras”, diz Coester.

O diretor-presidente da Trensurb,  Humberto Kasper, ficou surpreso com a potência das fábricas Voges e parabenizou o presidente pela tecnologia e investimentos em inovação e novos negócios. “ É um orgulho ter uma empresa gaúcha deste nível sendo a responsável por fazer voar nosso aeromóvel”, comentou Kasper.

Para o diretor-presidente do Grupo Voges, Osvaldo Voges, participar de um projeto de vanguarda como é o Aeromóvel, que está em plena sintonia com a sustentabilidade, a inovação e a eficiência energética, missões do Grupo Voges, é um orgulho. “Nestes anos que estamos à frente da segunda maior fábrica de motores elétricos da América Latina, herdeira de uma tradição centenária e referência em todo o setor, conseguimos impulsionar a Voges para que participe cada vez mais de projetos que ofereçam soluções em energia. E entregar o painel que vai ser o responsável por colocar o Aeromóvel  em movimento é motivo de orgulho, ainda mais na semana em que conquistamos a ISO 14001, que reconhece o nosso Sistema de Gestão Ambiental.”

O projeto do Aeromóvel vai possibilitar uma maior integração para o transporte público da região Metropolitana de Porto Alegre, colocando o estado do Rio Grande do Sul como referência no transporte público brasileiro.

O projeto Aeromóvel e seus benefícios

O Aeromóvel é um meio de transporte 100% automatizado (sem condutores a bordo) que funcionará em via elevada, ligando a estação da Trensurb ao aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão percorrer 944 metros em apenas 90 segundos. Estão previstos modelos para 150 e 300 passageiros por viagem, cuja escolha dependerá da demanda do período. A tecnologia que será utilizada no projeto foi desenvolvida no Brasil e demonstra excelente aplicação na capital da Indonésia, Jacarta, onde funciona há 21 anos.

A ligação direta entre a Estação Aeroporto e o Aeroporto Salgado Filho, feita em um sistema rápido, seguro, confortável, econômico e sem prejuízo ao meio ambiente foi idealizada em um projeto que trará mais integração para o transporte público da região metropolitana de Porto Alegre, e que demonstra o compromisso da Trensurb na melhoria da infraestrutura da cidade para a Copa de 2014.

Seus principais diferenciais e vantagens se concentram nos quesitos a economia e segurança.

Economia pois a tecnologia de construção e operação é 100% nacional, com baixo custo de energia e possuirá veículos leves com capacidade para 150 e 300 passageiros.

Segurança justificada por ter veículos totalmente automatizados, sem condutores a bordo, funcionamento em via elevada com veículos trafegando em diferentes trechos, sistema de propulsão a ar movido por ventiladores elétricos e tecnologia “limpa”, sem a emissão de poluentes, preservando o meio ambiente.

Além disso, o sistema de freio pneumático de alta confiabilidade, oferece mais conforto no deslocamento, com veículos silenciosos, sem ruído de motores, acessibilidade universal, com espaço para cadeirantes e idosos.

Outro foco do aeromóvel também é o cuidado com o meio ambiente. Além de e atender às legislações ambientais vigentes, o aeromóvel trabalhará com tecnologia “limpa”, com motores elétricos e sem a emissão de poluentes gasosos. Suas estruturas serão elevadas e menos espessas, motores dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas evitando poluição sonora;

Em suma, um projeto que eleva a qualidade de vida e do transporte público da Grande Porto Alegre, pensando na melhoria da infraestrutura da cidade para a Copa de 2014.

*Crédito da Foto Grupo Voges. Na foto Coester,Voges e Kasper.

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Subsidiária do grupo Thales foi homenageada durante 4o Prêmio Top Engenharias

 Engenheiros, altos executivos de empresas líderes do mercado e formadores de opinião elegeram a Omnisys, empresa de alta tecnologia sediada em São Bernardo do Campo (SP), a melhor do Brasil em 2011 nas categorias Engenharia Mecânica (Mecânica, Aeroespacial, Aeronáutica, Industrial) e Tecnologia em Proteção de Vôo/Radares/Telecomunicações. Desde 2005, a Omnisys vem se destacando extraordinariamente no mercado nacional, com a crescente participação do grupo Thales, integrando-se por total em julho deste ano.

“É um orgulho para a Thales que o talento de sua equipe brasileira seja reconhecido desta forma. Para nós, o capital humano é o nosso maior patrimônio. Com uma equipe de engenheiros de reputação incontestável, a Omnisys já integra nossa rede internacional de centros de excelência em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Além disso, a Omnisys será responsável pela transferência de tecnologia prevista para os grandes programas a serem lançados no Brasil nos próximos anos”, explica Laurent Mourre, diretor geral da Thales no Brasil.

A escolha da Omnisys foi feita a partir de pesquisa conduzida pela Associação dos Ex-Alunos da Escola de Engenharia da UFMG (AEAEE). Com presença do governador do estado de Minas Gerais, Antônio Anastasia, e principais empresários do setor, a cerimônia de entrega do prêmio aconteceu ontem, dia 25 de agosto. Trata-se da quarta edição do Prêmio Top Engenharias, que reconhece pessoas e empresas que contribuem para o desenvolvimento da engenharia do país.

A premiação da AEAEE abrange profissionais e empresas fornecedoras dos setores de Construção Civil, Construção Pesada, Metalurgia, Telecomunicações, Automotivo, Infraestrutura, Energia, Naval, Indústria de Base, entre outras.

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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, aprovou as medidas do Plano Brasil Maior, mas propôs avanços, sobretudo para conter a valorização cambial. O programa, anunciado pelo governo federal nesta terça-feira, 02.08, estabelece medidas de estímulo à produção, investimentos, inovação e defesa comercial.

Segundo Andrade, o plano é “um pontapé inicial”, com iniciativas práticas, na sua avaliação, como a vantagem de 25% de produtos brasileiros em compras governamentais. “Para o setor de confecções, por exemplo, que perde negócios com o governo por diferenças de até 10%, é muito positivo”, destacou.

Defendeu, porém, como necessárias, “ outras medidas pontuais”, alinhando entre elas a especialização dos portos por produtos e a possibilidade de laboratórios privados também certificarem produtos importados,  função restrita pelo plano ao Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

“O  plano é positivo, mas não será capaz de tirar a indústria do sufoco, porque persistem problemas a serem sanados, como o câmbio, os juros altos e a elevada carga tributária”, completou.

Andrade informou que a CNI vai monitorar os resultados do plano e auxiliar o governo na identificação de gargalos por setor. “O plano precisa valorizar ainda mais ações específicas para cada segmento industrial. Um dos setores que está em situação de alerta é o de máquinas e equipamentos, que sofre grande concorrência de produtos vindos de outros países”, declarou.

Bolsas de estudo – Em discurso no lançamento do Plano, no Palácio do Planalto, o presidente da CNI elogiou a iniciativa do governo de oferecer 75 mil bolsas de estudo no exterior até 2014 e se comprometeu a mobilizar o setor industrial para oferecer outras 25 mil bolsas. Sugeriu, porém, que o governo criasse mecanismos para os estudantes voltarem ao Brasil para trabalhar por um período mínimo. “É uma forma de fazer com que os investimentos feitos nesses profissionais retornem ao país”, sublinhou.

O Plano Brasil Maior determina, entre outras medidas, a desoneração da folha de pagamento dos setores de confecções, calçados, móveis e softwares, que será substituída por alíquotas no faturamento; a devolução imediata dos créditos do PIS/Pasep/Cofins na compra de máquinas e equipamentos; a prorrogação até dezembro de 2012 do Programa de Sustentação do Investimento (PSI); a intensificação da defesa comercial.

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A PFERD, empresa de origem alemã, presente no País desde 2000, divulga na Feimafe 2011 (23 a 28 de maio, no Anhembi,São Paulo) seu novo conceito focado no usuário – a ergonomia – já usada nas soluções da Alemanha.

A ergonomia, ou human factors, relaciona-se ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema com o intuito de otimizar o tempo, com foco no bem-estar humano e desempenho geral de todo o processo.

Em relação a PFERD, a ergonomia consiste em uma experiência sensorial, que abrange tato, som 3D, vibração, emissão, audição, sendo estas características determinantes para o desenvolvimento de suas tecnologias. Em suma, bem estar do usuário, preocupação com o meio ambiente, otimização de seu tempo, praticidade, precisão e qualidade excepcional fazem parte dos produtos da PFERD.

O estande da empresa possibilita que os visitantes comprovem esta experiência sensorial na demonstração de produtos. O novo conceito é aplicado nas ferramentas de alta tecnologia para corte, desbaste, acabamento e polimento de materiais.

Como é o caso do novo Benchmark, o X-Slim da PFERD, que possibilita um corte mais fino, com desempenho sem precedentes, mais velocidade e conforto. Nesta espessura, 0,8 resina, só a empresa possui no mercado atualmente.

Os discos de desbaste CC-Grind exemplificam também o conceito de ergonomia. São especiais para remoção profissional de material, com máxima rentabilidade, troca rápida de ferramenta e baixa temperatura de desbastes, por conta do sistema de refrigeração patenteado. Assim como o CC-Grind, o Disco Lamelar POLIFAN-Curve, exclusivo da empresa, trabalha esta idéia para solda de canto. Composto por grão cerâmico tem poder de remoção justificado pelo desbaste rápido e agressivo e perfeição na remoção de solda de canto.

A VSM é um dos líderes mundiais neste mercado. Especializada em soluções Premium para processos de lixamento na indústria de metal-mecânica, o plano de atuação da VSM é baseado numa estratégia com foco no sucesso de seus clientes, com alta tecnologia.

Tecnologia Premium

A PFERD Rüggeberg do Brasil Ltda., é sediada em Curitia- Paraná, filial da AUGUST RÜGGEBERG GmbH & Co.KG. – Alemanha, e tem o objetivo de manter um estoque local dos principais produtos PFERD, contando também com profissionais para suporte técnico/comercial, disponibilizando desta forma a solução PFERD. Como fabricante de produtos “premium” , a PFERD investe em serviços e ferramentas para clientes que valorizam produtos de alta qualidade e rendimento. Esta é a razão que a empresa “não tem concorrência com chinês(mercado)”,conforme afirma Cezar Antunes Diretor da PFERD Rüggeberg do Brasil.

O diretor complementa dizendo que seus clientes reconhecem a marca como atestado de qualidade. Por este motivo, a PFERD investe continuamente não só no produto, mas no usuário, conforme o conceito, foco nas pessoas/usuários.

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O Ministro Aloizio Mercadante, de Ciência e Tecnologia, que acompanha a presidente Dilma Rousseff na visita oficial à China, disse, na noite desta quarta-feira, 13, que entende a preocupação da ABINEE(Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) em relação à intenção da empresa Foxconn de investir US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos para produzir displays (telas de computador e tablets), prevendo a contratação de 100 mil profissionais.

O secretário executivo do MCT, Luís Antônio Elias, informou que Mercadante receberá Humberto Barbato,presidente da entidade, assim que voltar da viagem, para esclarecer os pontos referentes ao anúncio. O volume de investimentos e a intenção de contratação divulgados são vistos com cautela pelo presidente da ABINEE. Ele salienta que todo investimento produtivo no país é bem-vindo, porém destaca que os números são exagerados para a realidade do Brasil.

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A presidente Dilma Rousseff  visita a China amanhã, a partir de hoje,11 de abril, para firmar acordos diplomáticos entre Brasil e China, que envolvem as áreas de tecnologia e infraestrutura, com o intuito de que a China seja mais do que uma compradora de terras, soja e minérios.

A presidente solicitou ao Itamaraty que agendasse visitas a empresários e empresas de tecnologia digital. Dilma pretende voltar com contrato de US$ 200 milhões para que a ZTE (eletroeletrônica) comece a se instalar em Hortolândia (SP).

Para a assinatura dos presidentes destes países há três acordos envolvendo grandes empresas estatais e que são relevantes para a captação de tecnologia. Segundo o jornal Estado de São Paulo de hoje,a Eletrobrás e a State Grid irão desenvolver linhas de transmissão de energia a longa distância. A Petrobrás e a Sinopec fecharão acordos nas áreas de tecnologia de prospecção e pesquisas geológicas.

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Durante o Fórum ABINEE TEC, realizado nesta segunda-feira (28), o presidente mundial da IEC – International Electrotechnical Commission -, Klaus Wucherer, fez uma apresentação sobre o tema As Normas Internacionais como Facilitadoras do Comércio Internacional.

Segundo ele, a importância das normas no mercado globalizado cresce cada vez mais e o seu papel é harmonizar regras, especificações e recomendações de performance para bens eletroeletrônicos. “As normas servem para estabelecer um mercado global e competitivo justo”, disse. Wucherer citou um estudo norte-americano apontando que países que aplicam normas diferentes das internacionais têm impacto negativo de cerca de 3% em suas exportações.

Durante sua exposição, o presidente da IEC destacou exemplos de trabalho da comissão, como no que diz respeito ao crescimento do consumo de energia, que gera uma série de desafios. “A IEC contribui para o uso eficiente da energia elétrica e a substituição de tecnologia pouco eficientes”, afirmou.

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 A Expoforest 2011 – Feira Florestal Brasileira, primeira feira florestal dinâmica da América Latina, que será realizada de 13 a 15 de abril de 2011, no Horto Florestal Mogi Guaçu (SP), vai reunir em 118 hectares de eucalipto clonal mais de 120 expositores. Caterpillar, Komatsu, John Deere, Ponsse, Hyundai, New Holland, Mercedez Benz, Scania, Volvo, Iveco, Massey Ferguson entre outras marcas, já anunciaram lançamentos para atender esse mercado. O objetivo é que os visitantes tenham acesso a novas tecnologias, equipamentos, máquinas e serviços para a produção de florestas plantadas. O evento faz parte da II Semana Florestal Brasileira, que começa com três eventos técnicos, em Campinas, nos dias 11 e 12 de abril.  

 A feira estará dividida em três áreas: estática, dinâmica de colheita e dinâmica de silvicultura. Nesses espaços, será possível conhecer os principais lançamentos de 2011 para o segmento. Para um dos coordenadores do evento, Ricardo Malinovski, contar com a chancela das principais empresas do setor é uma conquista e uma responsabilidade. “A decisão de transformarmos a Expoforest em uma feira dinâmica partiu de uma demanda dos próprios expositores”, diz Malinovski.  

Serviço:
Expoforest 2011
Data:
de 13 a 15 de abril de 2011
Local: Horto Florestal Mogi Guaçu, São Paulo, Brasil
Horário de visitação: das 9h às 17h

 

II Semana Florestal Brasileira
XVI Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal
II Encontro Brasileiro de Silvicultura
5º Simpósio Sul-Americano Sobre Controle de Incêndios Florestais
Data: 11 e 12 de abril
Local: Royal Palm Campinas – Av. Royal Palm Plaza, nº 277 – Jd Nova Califórnia Campinas, São Paulo, Brasil

Mais informações: www.expoforest.com.br / +55 41 3049.7888

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Indicadores são favoráveis e há projeção de crescimento econômico para a próxima década, mesmo assim, a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) analisa se realmente o Brasil tem condições plenas para ter uma fábrica de trilhos.

Segundo a Entidade, com a retirada dos impostos sobre a importação dos trilhos nos últimos dois anos, o mercado reagiu bem e tem mantido uma relação equilibrada. Contudo, montar uma fábrica de trilhos não é algo simples, pois exige alta tecnologia, investimento pesado e garantia de que haverá demanda.

Por meio da empresa Valec, o governo também tem mantido conversas com multinacionais chinesas para estimular a entrada de fabricantes no Brasil, mas até o momento as negociações não avançaram.

Para os fabricantes locais, um mercado passa a ser interessante quando atinge a marca de 500 mil toneladas de trilhos por ano. O Brasil chegou a 496 mil toneladas em 2010 e neste ano a projeção é de crescimento. Mesmo assim, a ANTF, atenta cautela, pensando no cenário atual e futuro.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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