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O que vamos beber?

Icone Opinião,Perspectivas | Por em 25 de setembro de 2018

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lucas moreiraPor Lucas Moreira*

Você já parou para pensar quantas vezes ao dia se alimenta? Muitas pessoas podem responder: “três vezes, Lucas.” Normalmente, as refeições diárias se dividem em almoço, jantar e o desjejum. O café da manhã, porém, é considerado a refeição mais importante por muitos especialistas. Tamanha responsabilidade é carregada também em seu nome. Não à toa é homônimo a segunda bebida mais consumida no mundo: o café. Não apenas ao acordar, mas é comum ver pessoas reenchendo canecas e canecas com café ao longo das 24 horas.

No ranking mundial de consumo, o Brasil fica em segundo lugar. Apenas em 2017, os brasileiros ingeriram 1,7 milhão de toneladas de café. E esse mercado só cresce. No primeiro semestre do ano, tivemos duas enormes movimentações no ramo lideradas por grandes marcas: Starbucks e Coca-Cola.

O Starbucks, com cerca de 29 mil lojas no mundo inteiro e faturamento de 22,4 bilhões de dólares (quase 80 bilhões de reais), vendeu para a Nestlé os direitos perpétuos de fabricar e vender café solúvel, em grão e moído, como também cápsulas da marca, por 7,15 bilhões de dólares. Lembrando que esse acordo não inclui as lojas nem bebidas prontas para consumo.

A Coca-Cola continua vislumbrando um futuro promissor para além dos refrigerantes, diversificando sua atuação e acreditando em uma das categorias com maior ascensão no mundo. A multinacional comprou a rede de cafeterias Costa Coffee, líder de mercado no Reino Unido e com cerca de 4 mil lojas espalhadas pelo mundo, por 5,1 bilhões de dólares (quase 20 bilhões de reais).

Mas não são só as grandes empresas que estão de olhos abertos. Em um País empreendedor como o Brasil, alguns empresários já estão antenados com a tendência e investindo no segmento. Como é o meu caso com a Splash, cafés e bebidas urbanas. Resolvemos investir no negócio de cafeterias com uma proposta similar a do Starbucks, porém com sabores de diversas regiões do Brasil. A empresa nasceu com o objetivo de ser o ponto de encontro e conexão entre pessoas, por meio, principalmente, de nossas bebidas exclusivas com o toque do café.

Sempre há uma oportunidade, basta conseguirmos enxergar o que nós mesmos estamos acostumados a fazer ou consumir e como oferecer produtos ainda inexistentes no mercado. Já sabemos que comemos, em média, três vezes ao dia, mas você tem ideia de quantos momentos são dedicados ao consumo de alguma bebida? Eu te convido, então, a pensarmos juntos. Mas, para isso, vamos tomar alguma coisa?

 

 

 

 

 

 

*Sócio-fundador da Splash

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IltechSolucoesO mundo é movido pelas inovações. Dia após dia, são elas que levam as pessoas a mudarem conceitos, hábitos e evoluir. E, quando o assunto é evolução, as startups são ótimos exemplos, pois servem de guias, apresentando novas formas de resolver problemas antigos ou lidar com situações surgidas a partir do mundo atual.

Exatamente com esse propósito, a  tem chamado a atenção do segmento de energia elétrica. Focada em encontrar soluções de eficiência energética, a startup vem conseguindo otimizar o processo de distribuição de energia elétrica, reduzindo as perdas ocorrentes durante a distribuição. Em geral, elas chegam aos 30%.

Conforme Marco Neuwiem, diretor de negócios da Iltech, a startup também trabalha no desenvolvimento de soluções de software para engenharia. “Elas permitem aos clientes a criação de projetos de transformadores de energia de modo otimizado. Associamos hardwares de monitoramento desses equipamentos com baixo custo, algo que ninguém está realizando no Brasil”, explica.

Com cerca de 50 clientes em diferentes regiões do país, a Iltech também está dando a largada a operações nos Estados Unidos e em Portugal. A startup ainda mantém conversas avançadas com empresas suecas, enquanto desenvolve novas soluções. Um deles abrange hardware e software para monitoramento de equipamentos de transformação com baixo custo, além da assessoria aos clientes baseada nas informações provenientes desses equipamentos.

Atualmente, a empresa está em aceleração na Spin, primeira aceleradora de startups no Norte Catarinense e uma das primeiras do país com foco no atendimento às necessidades das indústrias. Durante o processo, a Iltech lançou uma inovadora solução de Internet das Coisas (IoT). A Transformer Scan é voltada ao monitoramento online de transformadores de energia elétrica que permite avaliar performance, antecipar falhas e alertar equipes de manutenção para que não haja interrupção no fornecimento de energia.

 

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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