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ARTIGO – Uma dose de otimismo

Icone Análise,Artigo,Opinião | Por em 17 de fevereiro de 2017

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esrancaPor Ingo Pelikan

Criatividade se tornou palavra de ordem em 2016, um ano extremamente complicado para a indústria automotiva, marcado por uma queda brusca de volumes. Ao longo destes 366 dias, todos os segmentos do setor foram obrigados a serem criativos para sobreviver e, apesar de toda a dificuldade, conseguiram administrar bem o cenário.

Em função da incerteza de quando poderia haver uma retomada do crescimento, todos os elos jogaram um pouco na defensiva. Assim, fizeram uma série de ajustes para que realmente não houvesse impactos na qualidade dos processos produtivos. De fato, a princípio, não há indicadores que apontem para uma queda neste quesito, mas existe uma séria preocupação com a cadeia de fornecedores.

O que esperar deste novo ano? Embora ainda seja um pouco cedo para fazer alguma estimativa, seja para mais ou para menos, por conta do atual cenário político-econômico que ainda é incerto, previsões já apontam para uma pequena retomada, no sentido de, no mínimo, estabilizar no atual patamar e ter um pequeno crescimento.

Já existe aí um pequeno otimismo, capaz de estimular o crescimento da indústria. Uma dose de otimismo é fundamental para que todos voltem a acreditar em nosso potencial enquanto Brasil e estejam preparados para um possível aumento de demanda.

Já em preparação para uma eventual retomada, as organizações precisam entender que este é um importante período para revisar todos os processos de manufatura enxuta, responsáveis por atacar fortemente os desperdícios. São quatro os pilares que geram excelência operacional: processos, produtos, serviços e pessoas.

Se os quatro pilares forem bem trabalhados com objetivo de aprimorar a qualidade da marca, certamente serão maiores as chances de aproveitar melhor as oportunidades com a retomada. Dentro desse conceito, é preciso oferecer qualidade com alto desempenho, que contemple todas as demandas do cliente e não gere dores de cabeça.

O setor também precisa estar cada vez mais próximo para debater as dificuldades, alinhar os conceitos e desenvolver trabalhos em conjunto. Todos os elos devem estar integrados para que no momento da retomada não haja a procura de culpados, mas se tenha a solução na mão, já debatida com antecedência.

Neste cenário, a qualidade made in Brazil deve ser aperfeiçoada constantemente pelo setor, afinal a expectativa de crescimento não é restrita ao mercado interno, mas envolve as exportações. O produto nacional precisa ser competitivo globalmente para que a qualidade made in Brazil seja reconhecida em todos os lugares.

O País lida com a forte concorrência de países emergentes, que certamente investem nos mesmos aspectos e talvez não sofram um abalo político-econômico tão forte como o Brasil nos últimos três anos. Países como Índia, Rússia e México tiveram período um pouco mais tranquilo para se preparar para o aumento dessa demanda global.

Agora é a hora de intensificar estes princípios e praticá-los definitivamente porque a velocidade da retomada é imprevisível. Ao longo dos processos de crescimento, muitas organizações acabam ficando para trás. É hora de cada empresa fazer uma autoavaliação sobre onde chegou e o que precisa fazer daqui em diante. Vamos em frente!
*Ingo Pelikan é presidente do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva

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A indústria da reciclagem de plásticos terá lugar de destaque na FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, um segmento que possui mais de mil empresas recicladoras no país e emprega mais de 10 mil trabalhadores, segundo informações da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). Empresas como Wortex Máquinas, Wisewood Soluções Ecológicas, Pallmann e By Engenharia levam à Feira equipamentos e soluções para renovação e reaproveitamento de materiais plásticos proporcionando mais opções de sustentabilidade ecológica à cadeia de produção.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. O setor de “Reciclagem” é um dos mais importantes entre as empresas expositoras, juntamente com “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Resinas Sintéticas”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

As empresas especializadas em reciclagem que participam da FEIPLASTIC 2017 terão a disponibilidade de mostrar produtos e serviços para um público esperado de 70 mil visitantes. A Wortex, por exemplo, vai mostrar sua segunda geração das linhas Challenger Recycler e Compounder, que oferece melhor ganho de produtividade e de performance em reprocessamento de plásticos. A Wisewood, especializada em reaproveitamento do plástico pós-uso, é pioneira na produção de madeira plástica em escala industrial e referência na fabricação de resina termoplástica reciclada no país.

A Pallmann é uma fábrica que fornece máquinas e sistemas completos para trituração, preparação, moagem, micronização, aglomeração e reciclagem dos mais diferentes materiais para indústrias. No caso da By Engenharia, a especialidade é em tecnologia para extrusão e desenvolvimento na transformação de plásticos.

Operação Reciclar

Dada a importância dos temas relacionados à reciclagem e sustentabilidade, a FEIPLASTIC 2017 organiza mais uma vez a Operação Reciclar paralelamente ao evento. Essa operação visa incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações da resina plástica em diversos segmentos da indústria. Durante os dias do evento, todo o resíduo plástico gerado na feira, desde a montagem, até a desmontagem, será coletado e armazenado em containeres. Parte desse material será reciclado.

De acordo com a Abiplast, associação que representa os fabricantes de produtos plásticos e recicladores no Brasil, o potencial ambiental e econômico desperdiçado com a destinação inadequada de plástico é em média de R$ 5,8 bilhões por ano. Outro dado importante para o setor refere-se a um mapeamento da indústria de reciclagem realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração da USP/SP), em conjunto com a cadeia – (Iniciativa PICPLAST – ABIPLAST e Braskem), estimando que são retirados do meio ambiente 681 mil toneladas de resíduos plásticos pós-consumo, o que originam mais de 615 mil toneladas de materiais plásticos reciclados”.  E para aproveitar o potencial ambiental e econômico da reciclagem, a Abiplast vem desenvolvendo intenso trabalho para fomento da atividade de reciclagem e facilitando a vida da população que deseja dar um destino ambientalmente correto para seus resíduos plásticos. Está disponível gratuitamente o aplicativo “Reciclagem de Plásticos” que aponta onde estão localizados os PEV´s (postos de entrega voluntária) as cooperativas e comércio atacadista de materiais recicláveis aptos a receber resíduos plásticos para posterior reciclagem.

Entre os visitantes da FEIPLASTIC, os assuntos reciclagem e sustentabilidade possuem grande importância de acordo com pesquisa realizada pela Reed Exhibitions.   A reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como segmento que gera maior interesse na FEIPLASTIC, o que significa que esses visitantes deverão comparecer ao evento especialmente para conhecer de perto as novidades desse setor.

feiplastic-logo

Serviço

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.feiplastic.com.br

 

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okNa noite de 18 de janeiro, dealers e jornalistas da América Latina participantes da 17ª edição do EFI Connect se reuniram no restaurante LAVO, em Las Vegas, para um jantar exclusivo. Durante o evento, os parceiros que mais se destacaram em vendas na região foram homenageados com o Prêmio Award for Sales Excelence.

O diretor de vendas para América Latina da EFI, Ernande Ramos, fez uma breve apresentação, brindou as conquistas da EFI em 2016 e o sucesso de mais uma edição do Connect e falou sobre as expectativas da empresa para 2017. “O último ano foi de muitos desafios para toda a indústria, mas estamos otimistas com a melhora da economia latino-americana. Acompanhamos de perto o trabalho de nossos dealers e notamos o compromisso em buscar o crescimento no cenário atual”, disse o executivo.

O Senior Regional Manager da EFI, Javier Rodriguez, foi responsável pela entrega do prêmio de Dealer of the Year na América Central ao representante da empresa INKTRADE S.A., Thomas Lange. Já a placa de Dealer of the Year na América do Sul foi entregue pelo Gerente de Vendas para a linha de Inkjet da América do Sul, Carlos Henrique Leão, ao dealer da Nova Print S.A., Pablo Graña.

“Este prêmio reforça o compromisso da EFI com o sucesso de trabalho de nossos parceiros”. O jantar para dealers da América Latina foi uma pausa na intensa programação do EFI Connect 2017, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de janeiro, no hotel Wynn, em Las Vegas, reunindo mais de mil participantes, incluindo nove jornalistas latino-americanos que também participaram do jantar.

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colchaoPara Maurício Cohab, Diretor da Trisoft, maior fabricante de produtos com lã de PET da América Latina, é inadmissível que a legislação ainda permita que um produto tão inflamável e tóxico como a espuma seja utilizado amplamente, tanto em novos estabelecimentos como nos mais antigos, principalmente em locais de grande fluxo ou permanência de pessoas, como hotéis, hospitais, restaurantes e casas noturnas. Mas ele explica: “existe uma alternativa, extremamente acessível e economizadora para a indústria, um produto auto extinguível e atóxico, ou seja, que não propaga chamas nem emite gases tóxicos”.

O Petfom, produzido e patenteado pela Trisoft, é a evolução da espuma de PU e alternativa viável para enchimento de colchões, estofados e outros produtos.  “Com o Petfom”, explica Maurício, “eliminamos o problema de forma definitiva, e podemos ir além, evitamos que haja queima de colchões em rebeliões que acontecem em presídios, por exemplo. Tudo isso de uma forma sustentável e que favorece o mercado”, enfatiza. A Trisoft também tem o Isosoft, usado para tratamento temo acústico em paredes e forros, e que também tem as mesmas características, tornando as construções e os ambientes mais seguros.

Maurício enfatiza: “constantemente, somos bombardeados por notícias sobre incêndios, recentemente, tivemos um hotel no litoral paulista, que felizmente não teve vítimas. Porém, no caso da Boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, que completa 4 anos nesse dia 27 de janeiro, foram mais de 240 mortes, 100% delas, conforme os laudos, por inalação de gases tóxicos e não por queimaduras”. Cohab explica: “nossos produtos, além de serem atóxicos, têm baixíssima densidade ótica de fumaça, o que também facilita a fuga de locais em chamas, ao contrário da fumaça preta e tóxica provocada pela espuma de poliuretano”.

As preocupações da Trisoft são de eliminar o “lixo” do planeta – segundo Cohab, a palavra nem deveria mais existir: “lixo nada mais é do que matérias primas nobres não utilizadas, descartadas ao invés de serem reaproveitadas”, explica – até criar um produto que seja favorável para as empresas, em termos de custo e qualidade e que ofereça inúmeras garantias ao consumidor. Para saber onde está o produto Trisoft e se proteger, em breve será muito fácil: a empresa lançou, em 2016, um selo de qualidade, que estará visível no produto final de seus clientes, como colchões e estofados, e que será a garantia de um produto reciclado, 100% reciclável, que não retém umidade, não prolifera mofo ou bactérias e é atóxico, entre muitas outras qualidades, como não propagar chamas. Os produtos da Trisoft foram testados no IPT e tiveram sua performance comprovada e atendem à norma IT10 do corpo de bombeiros do estado de SP, sendo classificados como IIA, aprovados para uso em qualquer tipo de edificação.

 

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A Açovisa, empresadeacovisa distribuição de aço, nasceu da concretização do sonho de dois irmãos, Andreis Bassi e Francis Bassi de Melo. Fundada em 1995, cresceu em meio a um mercado já consolidado, mas com a proposta de ser diferente. Os irmãos identificaram a falta de uma distribuidora de aço que agregasse qualidade e agilidade aliados a personalização no atendimento.Com um espaço reduzido, em um pequeno galpão, os irmãos deram início a realização do sonho. Investindo continuamente nos colaboradores, com programas de incentivo e capacitação profissional, a Açovisa se expandiu ao longo dos anos até estabelecer, em 2009, uma moderna sede com 15.000 m² equipada com laboratório químico e metalográfico que conta com profissionais capacitados e equipamentos de ponta para realizar ensaios, análises e emissão de documentação, como certificados de qualidade.

“Nosso maior objetivo sempre foi atender cada cliente e cada segmento de forma especifica e estruturada. A personalização no atendimento é o nosso principal diferencial, sempre priorizando a relação humana”, diz o sócio, Andreis Bassi.

O aço se tornou a matéria prima mais reciclável do mundo e é imprescindível para os mais diversos setores. Como a Açovisa dispõe de um estoque permanente, consegue atender essa variedade de setores que buscam soluções em aço como indústria agrícola, automobilística, rodoviária e ferroviária, além de sistemas de transmissão de energia, entre outras.

Além da variedade de aços, a empresa dispõe de equipamentos de última geração que são capazes de garantir cortes precisos que oferecem infinitas possibilidades e aplicações, além de assegurar ao cliente o aproveitamento completo da barra, sem desperdícios.

O sócio Francis Bassi explica que as máquinas de corte permitem atender a necessidade do cliente com precisão, já que cortam no tamanho que for necessário, seja para uma produção em longa escala ou para peças individuais. “Como fazemos o corte preciso, conseguimos atender todos os segmentos e tipos de cliente, desde as grandes indústrias até pequenos revendedores”, afirma Francis.

Hoje, a Açovisa é reconhecida pela qualidade do aço Gerdau, maior fabricante de aço bruto no Brasil, e certificada com as normas ISO 9001. Possui unidades de atendimento e escritórios distribuídos por diversos estados como: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Espírito Santo entre outros, para garantir uma cobertura estratégica.

Com uma frota própria e central de logística desenvolvida pela própria empresa, o Centro de Controle Operacional (CCO) faz o rastreamento em tempo real, via satélite, dos materiais em trânsito até a entrega final. Todos esses sistemas de produção, qualidade e controle tornam a Açovisa referência em distribuição de aço no Brasil.
Em dezembro de 2016, a Açovisa completou 21 anos e não para de crescer. Sempre em busca de aperfeiçoar os seus processos e em constante expansão visando atendimento aos seus clientes em todas as regiões do Brasil.

 

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AnprotecA Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), entidade fundada em 1987 e líder do movimento do empreendedorismo inovador no Brasil, consolidou neste mês de dezembro a fusão com a Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimento (Abraii) fundada em 2014 e principal associação empresarial do ecossistema de empreendedorismo.

Resultado da iniciativa de aproximação da Associação – que hoje reúne incubadoras de empresas e parques tecnológicos de todo o Brasil – com novos atores do movimento, a fusão possibilitará que as 21 aceleradoras ligadas à Abraii sejam somadas ao quadro de 345 associados da Anprotec. Essa união ampliará o apoio e a representatividade da Anprotec em todo o ecossistema de inovação. Com isso, a Associação dá mais um passo na promoção e no fortalecimento do empreendedorismo inovador, eo principal caminho para construção da nova economia e uma das saídaa para a crise econômica atual.

Para o presidente da Anprotec, Jorge Audy, a união entre a Anprotec e a Abraii pode potencializar o crescimento econômico e o desenvolvimento nacional, tendo a inovação e o empreendedorismo como o principal motor desse processo. “A crise econômica atual nos oferece é uma grande oportunidade: usarmos a inovação, o empreendedorismo, a geração de startups e a criação de novas empresas que utilizam a tecnologia como principal fator, como plataformas para o desenvolvimento no século XXI, assim, nos inserindo na sociedade cada vez mais digital, seja por meio dos diversos mecanismos de geração de empreendimentos ou por meio dos ecossistemas de inovação”, afirma Audy.

Já para o novo diretor de ambientes de inovação da Anprotec e também diretor executivo da Abraii, Alex Jacobs, a fusão representa o mais importante movimento recente do empreendedorismo inovador brasileiro. “Essa ação vai ao encontro de um desejo de toda a sociedade: aproximar a academia do mercado. Esse esforço, que une duas forças tão relevantes do empreendedorismo e da inovação, é essencial para que consigamos dar o salto que todos desejam para o desenvolvimento de novos negócios do Brasil da Economia Pós-Digital.”, explica Jacobs.

Crescimento em escala

As aceleradoras são mecanismos de geração de empreendimentos inovadores com atuação recente no Brasil e no Mundo. Oferecem investimento, capacitação, mentoria continua, acesso ao mercado e sua rede de relacionamentos, geralmente em troca de um equity ou outra forma de remuneração. Inicialmente eram focadas apenas em negócios altamente escaláveis – que apresentam potencial de crescimento rápido – e atrativos para o capital de risco. Surgiram depois aceleradoras voltadas para negócios de impacto social, com ou sem fins lucrativos e mais recentemente surgiram as aceleradoras corporativas como via de mão dupla entre as grandes empresas e o empreendedorismo inovador. /As aceleradoras ofertam geralmente turmas(5 a 15 empresas) de 3 a 12 meses e tem como meta principal transformar a startup em uma empresa autossustentável financeiramente e pronta para receber rodadas de investimento profissional e para enfrentar os desafios de um mercado competitivo. Seu processo de seleção é marcado por uma alta taxa de proponentes por cada equipe selecionada e normalmente acelera startups que já tem uma forte equipe de empreendedores e um modelo de negócios desenvolvido. A Abraii se dedica à articulação junto a demais entidades e associações do ecossistema, órgãos públicos e toda sociedade  na promoção de ações que apoiem o ecossistema empreendedor brasileiro, incluindo a captação de recursos para startups, criação de políticas para o setor,  programas de fomento ao empreendedorismo, e na divulgação das atividades das aceleradoras brasileiras. Ao unir esforços com a Anprotec cria-se uma estrada direta sem desvios entre a academia, o conhecimento, a pesquisa, a inovação, o empreendedorismo e o mercado + investimento.

 

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tributosA carga tributária no Brasil com certeza é assustadora, com altos índices e poucos retornos aos empresários. Contudo, com um trabalho de elisão fiscal, é possível encontrar diversas formas de redução dos custos a pagar com taxas, tributos e impostos em geral.

“O primeiro passo para redução dos impostos que se paga é realizar uma análise do tipo de tributação a qual sua empresa é optante. As formas de aplicar ações de redução tributária dependerão do enquadramento tributário de cada empresa, contudo, essas geralmente se dividem em dois grupos, as empresas Simples Nacional e as empresas no lucro real e lucro presumido”, conta o advogado especializado na área tributária, Gilberto Bento Jr., sócio da Bento Jr Advogados. Veja a seguir análise montada por ele:

Como reduzir no Simples

Quando tratamos de empresas Simples Nacional, por essas já pagarem tributos normalmente menores, se limitam as opções de redução de custo tributário. O que parece mais importante nesse caso é acertar a opção de CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) em relação ao objeto social da empresa (motivo pela qual a empresa nasceu). Cada CNAE gera uma alíquota distinta de tributação, então com uma análise ponderada pode economizar muito dinheiro. O custo será uma alteração de contrato social, ou seja, baixo custo e muita segurança na aplicação.

A partir de certo ponto de evolução nos negócios a empresa deve considerar a migração de regime tributário para lucro presumido ou lucro real, mas antes dessa decisão deve consultar um bom contabilista e fazer projeções de cálculos para saber se esta mudança é acertada. O ideal é tratar este assunto no segundo semestre do ano a partir julho e no máximo até novembro, pois a data de opção é sempre em janeiro e em dezembro os órgãos públicos entram em recesso, assim você terá um serviço prestado com atenção sem a correria do fim do ano.

Para todas empresas

Para empresas Simples e para as demais, existem opções interessantes como pedir de volta os valores do adicional da multa de FGTS (aquele que passou de 40% para 50% para pagar pelos erros de nosso governo, mas que já foram pagos e continuam cobrando), isso significa que se você teve alguns funcionários dispensados pode ter um bom dinheiro a recuperar e ainda vai ter o direito de reduzir os custos em caso de dispensa.

Podendo também usar os aproveitamentos de crédito em contas de energia elétrica para aqueles que consumiram mais R$ 30.000,00 (trinta mil) por mês, com retorno em dinheiro para a empresa Simples, lucro presumido e lucro real.

Opções para empresas do Lucro Real e Presumido

Quando a empresa está em lucro presumido ou lucro real aumentam as opções de aproveitamento de créditos tributários (a maioria das empresas tem créditos a utilizar, que os contadores não usam por excesso de conservadorismo, lembramos que a função principal do contador é receber, processar e transmitir as informações da empresa em declarações exigidas pelos governos e autarquias, e disso, originam as guias para pagamentos de impostos). Exemplos são créditos de ICMS, IPI, PIS, COFINS, entre muitos outros. Usar os próprios créditos da empresa para reduzir os custos tributários é a maneira mais barata que existe. Cuidado, pois, para fazer de forma segura, se deve um profissional experiente que fará uma apuração comprovada do que existe e dará instruções para utilizar, lembre-se de contabilizar toda a informação em qualquer operação. Normalmente o profissional adequado para o trabalho é um advogado tributarista com boas noções contábeis.

A utilização de créditos próprios vai custar basicamente os honorários do profissional contratado e algumas taxas de viabilização pagas a órgãos administrativos ou poder judiciário, em resumo vai te gerar uma economia, próxima de 80% do que gasta com tributos mensais por um bom período de tempo, dependendo da quantidade de créditos que você tiver.

E para quando você terminar de utilizar seus créditos você pode se valer de créditos de terceiros (precatórios) e economizar algo próximo de 40% do dinheiro que você paga de tributos.

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contabilidadeCom a Legislação Tributária brasileira em constante mudança em busca da modernização dos processos e a necessidade das empresas de um posicionamento estratégicos sobre tributos e obrigações acessórias a serem cumpridas, o antigo ‘guarda livros’ cada vez mais dá lugar à contabilidade moderna.

São muitas as novidades já implantadas pelo governo e outras ainda estão sendo ajustadas em função de sua complexidade. Dentre essas se destacam Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Escrituração Contábil Digital, Escrituração Contábil Fiscal, eSocial e Bloco K.

“Muito se falou que a contabilidade das empresas ia mudar, todavia, o que se viu foi o contador assumindo um papel totalmente diferente do passado e muito mais importante e estratégico. Hoje mais que uma empresa que ofereça a simples contabilidade os administradores necessitam de profissionais que ofereçam algo mais, isto é, tecnologia e consultoria em relação a esses assuntos”, alerta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Segundo Domingos, é grande a busca das contabilidades de São Paulo pela modernização das empresas, podendo assim oferecer o melhor para seus clientes. “Nós da Confirp, por exemplo, investimos pesadamente em nosso campo tecnológicos e profissionais de TI nos últimos anos, para que possamos estar sempre à frente das mudanças que ocorrem. Para se ter um exemplo, já temos um aplicativo que fornece todas informações de forma simplificada”, explica.

Tecnologia é sinônimo de lucro

Isso porque, a Confirp já tem números que comprovam que quando essas novas exigências do governo, se bem geridas pelas empresas podem se transformar em uma ótima oportunidade de crescimento, com a agilidade nos processos, e a possibilidade de uma visão mais estratégica dos negócios, além de poupar tempo e dinheiro.

“As grandes empresas já sabiam e utilizavam a tecnologia ao seu favor, agora com a necessidade de adequação das demais empresas, essas também poderão se beneficiar”, explica o diretor.

Assim, além da modernização da contabilidade, é importante reforçar que para empresas também é importante uma adequação tecnológica. A primeira coisa que se recomenda para quem quer sofrer pouco com essas mudanças é implantar Sistemas ERP´S de gestão, já que esses possibilitarão vantagens estratégicas como integridade das informações maior, menores prazos para obtenção e envio de informações e possibilidade de direcionamento do profissional contábil para ações estratégicas.

Ponto importante é que, mesmo que implantação desses sistemas ainda não seja obrigatória em todas as empresas, logo todos terão que se adequar. E as vantagens se dará muito além do âmbito contábil, isso porque os sistemas ERP’s (Recurso de Planejamento Empresarial) são compostos por módulos ou uma base de dados única que suportam diversas informações de atividades das empresas. Importante é que para implantação desses sistemas são necessários diversos cuidados, para que seja possível a parametrização dos dados.

Diminuição de custos

Hoje, o contador também deve auxiliar na decisão do valor de tributo a pagar está na hora que se emite a nota, infelizmente a maioria das empresas não se preocupam com os custos tributários.

Por mais que os impostos pagos por uma empresa sejam certos, dá para analisar e muitas vezes reduzir o quanto se pagará. “Esse é um resultado básico, quando existe uma proximidade muito grande entre contabilidade e cliente, pois sempre existirão provocações, com busca de informações que busque o menor tributo”, explica o diretor da Confirp.

A redução dos custos tributários de forma legal por meio da elisão fiscal, dentro de um planejamento tributário é uma realidade de muitas empresas, o que faz com que se tornem mais competitivas. Por parte do administrador também é necessário um acompanhamento mais próximo dessa área.

Resumindo, no mercado atual uma contabilidade moderna é estratégica. E a solução para micro, pequenas, médias e grandes empresas, cada vez mais passa pela terceirização adequada desse processo. Assim esse trabalho deve ser bem avaliado, já que, a qualificação é imprescindível para que se ajuste à empresa, reduza riscos e aumente a lucratividade.

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2017 Calender on the red cubesDe acordo com o primeiro Boletim Focus de janeiro, divulgado pelo Banco Central, a inflação anual para 2017 deve ser de 4,87%. Já o PIB – Produto Interno Bruto deve ter uma alta de 0,50%, em relação a 2016. A taxa Selic deve fechar o ano em 10,25%. O dólar ficará em torno de R$ 3,48, segundo as previsões. Já as tarifas de serviços básicos de infraestrutura, como: luz, água e transporte, continuam subindo.

A queda dos juros e da inflação pode ser o primeiro sinal do fim da crise recessiva pela qual atravessa a economia brasileira. FIESP/CIESP, entidades representativas da indústria acreditam que o conjunto de medidas anunciado pelo governo é um começo para estimular a economia. Tanto que as previsões são otimistas: para a indústria geral haverá um impulso de 1%, e para indústria de transformação, o crescimento será de 2%. A construção civil também dará sinais de melhoras ao longo de 2017.

Segundo Ricardo Martins, diretor titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), Distrital Leste, “O Brasil hoje precisa alavancar negócios, para dar uma amplitude maior ao empresariado e gerar oportunidades. O CIESP está de portas abertas para melhorar os negócios das empresas”, ressalta.

Para Martins, ”não resta outra saída a não ser acreditar que, com a disposição do governo Temer de arrumar a casa, contendo os gastos públicos, fazendo as reformas necessárias, flexibilizando as leis trabalhistas, melhorando as condições de crédito, a indústria pode vislumbrar um sinal de melhora em ritmo lento, mas gradual.”

Conforme o diretor do CIESP Leste, o empresário brasileiro precisa de uma nova injeção de confiança. “A confiança está sendo retomada, mas é preciso mais. Vamos nos unir e colocar este país para andar novamente, exigir que se apurem todos os desvios de conduta e de dinheiro ocorridos nos governos, para que não se repitam novamente no futuro”, sentencia.

No setor imobiliário, a CBIC – a Câmara Brasileira da Indústria da Construção estima que o setor deve ficar estagnado em 2017. “A nossa estimativa é de crescimento muito próximo de zero. Mas por que o otimismo? Porque estávamos afundando. A partir do momento que você não afunda mais e vai buscar o crescimento, mesmo crescendo zero é muito bom”, afirma Adalberto Valadão, da CBIC.

Para quem for investir no sonho da casa própria, os preços de casas e apartamentos tendem a ficar estáveis em 2017, após uma queda real de 6,25% nos últimos 12 meses. Incorporadoras ainda têm estoque de imóveis prontos e cobrarão preços mais acessíveis para fazer girar o mercado imobiliário.

No entanto, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências aconselha cautela antes de fechar o negócio. “É importante que o futuro mutuário analise as condições do pagamento das prestações, o ideal é que o parcelamento não ultrapasse 30% da renda familiar; também é preciso certificar-se do valor da taxa de juros do contrato, que deve ser no máximo de 12% ao ano; o comprado deve pedir uma planilha de cálculo com a projeção de todas as parcelas até o final do financiamento. Também é recomendável conversar com a família e ver as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamentos de prestações, entre outros gastos”, aconselhaTathiana Cromwell, diretora da entidade.

A advogada esclarece que nos contratos feitos pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), regido pelo decreto lei 70/66, após o atraso de três prestações, o dono do imóvel é notificado para realizar o pagamento. Já no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), regido pela lei 9514 (alienação fiduciária), o aviso pode chegar após 30 dias de atraso. “Se não for realizada a quitação das parcelas, será consolidada a propriedade em nome do agente financeiro e o imóvel poderá ir a leilão extrajudicial, ou seja, sem passar pelo juiz natural, cuja constitucionalidade está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já com quatro votos pela inconstitucionalidade apenas dois votos pela recepção desse Decreto”, informa a diretora da AMSPA.

Para Tathiana, todo cuidado é pouco: “em caso de atraso no pagamento das parcelas do financiamento, o banco aceita negociar com o inadimplente uma vez, mas fecha as portas de negociação caso ele fique em atraso de novo”, afirma.

Após um ano de retração na economia, até notícia de estagnação é bem-vinda. Significa que paramos de cair. O pior já passou, saímos da UTI, mas saúde financeira dos brasileiros ainda inspira cuidados. Continuamos na corda bamba, mas o Brasil mostra sinais vitais positivos! Feliz ano bom!

 

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feimafeEm sua 16ª edição, a FEIMAFE –  Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, tem entre os seus expositores e key-partners importantes líderes da indústria.  Muitas dessas empresas já estão utilizando a plataforma digital da feira para se relacionar com os visitantes qualificados que fazem parte do banco de compradores da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora e promotora do evento, que acontece de 20 a 24 de junho, no Expo Center Norte, na capital paulista.

A feira tem o aval de parceiros-chave confirmados como as empresas 3D Systems, BLM Group, Deb’Maq, Erwin Junker e  Muratec, que preparam novidades e lançamentos dedicados a atender os novos processos de manufatura para diversos segmentos da indústria.

Realizada a cada dois anos, a FEIMAFE também recebe apoio institucional da ABAL – Associação Brasileira do Alumínio; ABFA – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas, Abrasivos e Usinagem; ABIMEI – Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais; Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica; ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas; ABIFER – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária; ABS – Associação Brasileira de Soldagem; AMT Brasil; o CEISE Br – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis e o Simmepe – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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