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blog indO mercado de trabalho no Brasil deverá registrar um notável crescimento em 2018. A expectativa para este ano é que 87% das empresas abram novas vagas de trabalho, conforme Análise de Tendências e Salários do Brasil 2018, estudo publicado pela Hays.

De acordo com a análise, o setor de óleo e gás, que foi um dos mais afetados pela crise política brasileira e global, deverá voltar a se recuperar em 2018. Desde setembro e outubro de 2017, o mercado se esforça para registrar crescimento no país. A retomada do setor será impulsionada principalmente por empresas internacionais que estão voltando a atuar no Brasil.

Em 2017, um dos desafios enfrentados pelo mercado foi a questão salarial. As empresas  passaram a oferecer bônus cada vez menores, além de reduzirem salários e benefícios. “Mesmo com as reduções salariais, os especialistas desse setor tiveram dificuldade em encontrar oportunidades de trabalho no ano passado. Isso fez com que profissionais sêniores optassem por ocupar posições mais juniores, reduzindo sua faixa salarial”, afirma Raphael Falcão, diretor da Hays Experts.

Ainda conforme o estudo, a retomada do crescimento do mercado de óleo e gás acontecerá de forma gradativa. A tendência é que as empresas ofereçam processos seletivos mais demorados para novas vagas de trabalho. Para esse setor, os perfis mais procurados são os que tenham inglês e espanhol, assim como profissionais generalistas com experiências internacionais.

Em 2018, a demanda por posições de avaliações sísmicas poderá voltar a crescer, principalmente por conta das rodadas de 2017. Segundo a Análise e Tendências e Salários do Brasil deste ano, o setor ainda precisa de tempo para se reerguer, mas já está apresentando indicativos de melhora.

As posições mais solicitadas para o setor este ano são:

-       Geólogo

-       Geofísico

-       Petrofísico

-       Analista/Gerente econômico/Operacional para O&G

-       Gerente regulatório

 

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feimecOs visitantes do estande exclusivo do Instituto Mauá de Tecnologia na FEIMEC 2018 – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 24 a 28 de abril, no São Paulo Expo, poderão vivenciar a demonstração do processo de integração de máquinas antigas com as mais modernas do mercado, robótica e equipamentos para controle de qualidade e gestão dos processos produtivos.

Para que a experiência dos participantes seja ainda mais completa, a linha de produção montada exclusivamente pela Mauá produzirá e personalizará uma caixa de ferramentas que será entregue aos convidados.

“Desmistificar a aplicação dos conceitos de manufatura avançada no âmbito nacional, inclusive para pequenas e médias empresas, é essencial para a economia do País. Acreditamos que esse estande na FEIMEC seja uma oportunidade de apresentar – de forma não comercial – esses recursos, bem como suas vantagens e os caminhos para implementar e obter os ganhos da adoção deles nos ambientes produtivos”, destaca o coordenador do curso de Engenharia de Controle e Automação do Instituto Mauá de Tecnologia e também, coordenador do projeto, prof. Fernando Silveira Madani.

O Instituto Mauá de Tecnologia participa também do Parque de Ideias, um espaço que reúne algumas das principais universidades do País. Com o projeto “Padrões de comunicação para manufatura inteligente”, em parceria com a AMT – American Manufacture Technology e Beckhoff, o instituto vai mostrar como uma empresa consegue visualizar e quantificar a produção de seu negócio de forma remota. Para isso, serão apresentados quais os padrões de comunicação utilizados pelos equipamentos nas fábricas, como utilizá-los e quais benefícios trazem para as companhias.

Além disso, a participação da Mauá na FEIMEC será uma oportunidade de deixar os alunos da instituição cada vez mais próximos das ações do mercado de trabalho. E, em ações conjuntas, alunos dos cursos das Engenharias e Design serão responsáveis por fases importantes da montagem do estande e programação dos equipamentos.

 

FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Horário: Das 10h às 19h (dia 28, das 9h às 17h)

Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Mais informações: www.feimec.com.br

 

 

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economiaApesar da recuperação lenta da economia, a indústria começa a desatar um nó importante para a volta dos investimentos. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que 52,4% dos setores da indústria de transformação já voltaram ou estão perto de voltar ao padrão histórico de ocupação da capacidade das fábricas.
A ocupação das linhas de produção vem acontecendo de forma gradual e ainda há pesos-pesados, como as indústrias de automóveis e metalúrgica, entre os retardatários do processo. Mas, desde novembro, a indústria vem usando por volta de 78% de sua capacidade produtiva, um nível de aproveitamento que não era visto havia 20 meses.
Apesar de mostrar muita oscilação, o dado engatou trajetória de alta quando, no começo do ano passado, o consumo dos produtos no Brasil começou a sair do buraco e se encontrou com o crescimento das exportações, até então a válvula de escape das empresas diante da falta de demanda interna.
Com isso, alguns setores já voltaram a operar dentro de um nível considerado normal de utilização da capacidade produtiva. Números calculados pela CNI a pedido do Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostram que, entre novembro e fevereiro, cinco dos 21 ramos da indústria de transformação operaram em patamar parecido ou até acima da média histórica de uso da capacidade instalada – entre eles, as indústrias de papel e celulose e farmacêutica.
Outros seis setores – numa lista que inclui as fábricas de produtos têxteis, de vestuário e de móveis – estão perto de voltar à normalidade, apresentando uma ociosidade inferior a 1% em relação à média histórica. As fábricas, vale observar, costumam preservar uma folga em relação ao potencial máximo de produção para não serem surpreendidas por momentos de superaquecimento de demanda. “Alguns setores já estão conseguindo colocar o nariz para fora d’água”, disse Marcelo Azevedo, economista da CNI.
Distância
Abaixo dessa “linha d’água”, dez atividades estão mais longe de resolver a questão da ociosidade deixada pela crise. Esse grupo inclui setores de grande peso na atividade industrial, casos das indústrias automobilística, metalúrgica e de produtos químicos, assim como os fabricantes de alimentos e bebidas. Somados à indústria de máquinas e equipamentos, e a outros ramos também presentes nessa lista, representam 41% do PIB industrial.
“Ninguém quer administrar novamente uma situação de excesso de estoque nos pátios das fábricas porque isso significa grande prejuízo. Para religar máquinas e contratar mais, as empresas precisam ter certeza sobre o que vem pela frente”

 

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O conceito da Indústria 4.0 (ou manufatura avançada) precisa chegar às pequenas e médias empresas brasileiras para que possam ter sucesso em acompanhar esse processo de evolução que atinge o mundo todo. A opinião é do vice-presidente da Schneider Electric, Cristiano dos Anjos, que será um dos palestrantes durante o Encontro de Líderes da Indústria, que acontece entre os dias 24 e 27 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, durante a MECÂNICA  Manufacturing Experience.

“A Schneider fala há 50 anos sobre automação. Sempre estivemos atentos ao que ocorre no mundo e buscamos nos atualizar”, lembra o executivo. Cristiano defende  a “democratização” dessa evolução. “No Brasil, assim como nos demais países, uma parte considerável da produção industrial está concentrada nas médias e pequenas indústrias, sendo que em vários seguimentos é a maior parte. Então, não podemos pensar em Indústria 4.0 sem incluí-las nesse processo”, garante.

Para Cristiano, é preciso ter um plano de digitalização – olhando para dentro, “para o chão de fábrica”, antes de pensar na internet, nas conexões com o restante do mercado. “A digitalização, com a interconexão dos processos e equipamentos internos, é o primeiro passo”.

Por esse motivo que o executivo garante que é possível o engajamento de todos nestas mudanças. “Se olharmos o conceito como um todo ele pode demandar um grande investimento inicial, mas se houver um planejamento bem definido, a implantação poderá ser feita em etapas”, garante.

Para Cristiano, todo o processo se resume em sustentabilidade, conexão com o mundo digital e planejamento com cyber segurança. “Inovar não é só colocar um produto no mercado, mas também é a maneira como se faz gestão, a maneira que se controla. Utilizar um recurso e tecnologia de uma maneira diferente é algo inovador dentro da indústria”, afirma. Para ele, a gestão de pessoas também tem que ser incluída nessa discussão. “O tema é válido porque é extremamente relevante preparar a população que trabalha dentro das fábricas ou que está conectada à indústria de modo geral, para que saiba lidar com a inovação.  A inovação é necessária em nosso dia a dia, seja em termos de tecnologia ou de fazer novos negócios, novas maneiras, novos modelos de gestão. Orientar, preparar, treinar e capacitar o pessoal de indústria é fundamental.”

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A primeira apresentação de um Demonstrador de Manufatura Avançada numa feira setorial no Brasil se deu na edição inaugural da FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, em 2016. Desde então, o conceito de Indústria 4.0 continuou avançando em termos de novas tecnologias integradas e se tornou uma realidade no processo industrial de uma série de setores que buscam ganhos de competitividade.

Toda essa evolução se fará presente na FEIMEC 2018, de 24 a 28 de abril, no São Paulo Expo. Em sua terceira edição – a segunda foi na feira EXPOMAFE, no ano passado – o novo Demonstrador de Manufatura Avançada, liderado pela ABIMAQ (Associação Brasileira dos Fabricantes de Máquinas e Equipamentos), volta ainda mais moderno.

A principal novidade deste ano são os clusters de empresas, universidades e institutos de pesquisa, que permitirão ao público vivenciar de forma mais detalhada os conceitos e tecnologias envolvidos na Indústria 4.0. Entre outras experiências imersivas, os clusters oferecerão uma visão de Realidade Aumentada, Comunicação Máquina a Máquina, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Realidade Virtual que reproduz uma célula idêntica à física por meio de óculos HTC VIVE/WS.

Outra novidade desta edição é que a célula fabril instalada no pavilhão vai produzir um porta gadgets composto de três módulos. O principal (módulo fixo) é uma luminária de led acrílica, em que os convidados poderão incluir um texto personalizado – como o nome da sua empresa, por exemplo. A ele são agregados dois outros módulos, ligados por imãs, entre quatro opções disponíveis: porta-celular, relógio, porta-trecos (clipes, borracha) ou porta lápis e caneta, sendo estes módulos também passíveis de customização por meio da escolha da cor (azul ou vermelho).

O Demonstrador de Manufatura Avançada da FEIMEC 2018 é composto pela linha de produção propriamente dita, um cockpit com os sistemas de controle e gestão do processo produtivo, e os clusters para apresentação das tecnologias empregadas.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

A linha de produção é dividida nos seguintes módulos/etapas:

  1. Cadastro e Identificação por Reconhecimento Facial: é nesta etapa que, por meio de identificação com biometria facial, o convidado faz o “pedido” para dar start ao processo produtivo, introduz o texto a ser impresso na luminária e seleciona os dois módulos opcionais do porta gadgets.
  2. Usinagem: um centro de usinagem, um sistema inteligente de armazenamento de matérias-primas e um robô de alimentação e retirada customizam as peças de acordo com o pedido do convidado.
  3. Controle de qualidade: Uma máquina de Medição Tridimensional CNC verifica com exatidão as dimensões críticas do produto, analisa estatisticamente os dados e gera informações para controle e melhoria de processo.
  4. Manufatura Aditiva: A partir de uma Impressora 3D, os acessórios para compor o porta gadget são fabricados.
  5. Gravação a laser: alimentada por robô, a máquina faz a gravação do texto personalizado na peça acrílica que compõe a luminária.
  6. Montagem do produto: dois robôs e um sistema de armazenamento de acessórios montam o módulo de acordo com a configuração escolhida pelo convidado.
  7. Embalagem: uma solução de automação com sistema de manipulação eletropneumático, sensores de presença e rastreabilidade por RFID (Identificação por Radiofrequência) embala o produto.
  8. Entrega do produto por robótica colaborativa: Ao final da linha, é feita a identificação por meio da biometria facial e o convidado recebe seu produto diretamente de um robô colaborativo.

SISTEMAS INTEGRADOS

O cockpit mostra uma série de sistemas integrados à planta que visam ao controle do processo produtivo, compartilhamento das informações gerenciais, ganho de produtividade, economia de recursos, testes em ambiente virtual, entre muitos outros. São eles:

ERP (Enterprise Resource Planning): controla, integra e gerencia os dados, recursos e processos para melhorar a tomada de decisão;

MES (Manufacturing Execution Systems): gerencia as atividades de produção e estabelece a ligação entre planejamento e chão de fábrica;

PLM (Product Lifecycle Management): integra desde a concepção do produto, design, projeto detalhado, simulação, fabricação, uso, manutenção, descarte ou reciclagem dos produtos;

Comissionamento Virtual: permite testar uma linha de fabricação no ambiente virtual para validação;

Sistema de Medição e Gerenciamento de Energia: visa à otimização do consumo de energia;

Realidade Aumentada: tecnologia utilizada para inserir objetos virtuais no ambiente físico em tempo real;

Sistema de Manutenção Inteligente: plataforma de gestão de manutenção com Mobilidade, Histórico e Inteligência, que integra sinais analógicos e digitais em IoT (Internet das Coisas); e

Inteligência Artificial: Modelo com machine learning aplicado e também um sistema dirigido de inteligência artificial orientado para as principais respostas demandadas pelos diferentes segmentos de negócio.

COMUNICAÇÃO DE DADOS

Da mesma forma que em uma planta fabril real com conceitos da Indústria 4.0, no Demonstrador de Manufatura Avançada um dos pontos cruciais é a Comunicação de Dados.

O projeto instalado na FEIMEC 2018 vai evidenciar esse recurso pelo uso de redes seguras e flexíveis com cabeamento de fibra óptica, Wi-Fi e firewall para garantir a segurança (Cyber Security). O protocolo de comunicação para a integração de todos os equipamentos de diversos fabricantes parceiros do projeto é o OPC-UA. As mensagens trocadas entre as máquinas utilizam o conceito desenvolvido pela OMAC (Organization for Machine Automation e Control), que padroniza o chamado “Estado de Máquina”.

 

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quimicos indOs dados preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim apurados para os dois primeiros meses do ano indicam que as vendas internas de produtos químicos de uso industrial fabricados no Brasil cresceram 6,25% no bimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os índices também são positivos na comparação mensal: em janeiro o crescimento foi de 7,85% em relação a janeiro de 2016 e em fevereiro o índice subiu 4,53% em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o volume de importações dos produtos analisados exibiu recuo de 26,4%, sobre igual período do ano passado.

O efeito combinado da melhora das vendas e da queda das importações está refletido no ganho de share do produtor local no atendimento da demanda interna. Nos dois primeiros meses do ano, a participação das importações sobre o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção nacional mais a importação e menos a exportação, foi de 34,7%, no mesmo período do ano passado as importações representavam 40,9%.

O índice de produção, no entanto, apresentou resultados negativos no bimestre, acumulando recuo de 14,2% sobre o patamar de dezembro do ano passado. Na comparação com os dois primeiros meses de 2016 houve um recuo de 5,91%, que é creditado à ocorrência de paradas programadas para manutenção e pelo menor número de dias úteis de 2018, uma vez que o carnaval de 2017 ocorreu em março.

O menor volume de produção também está refletido no índice de utilização da capacidade instalada, que ficou em 68% em fevereiro de 2018 e em 72% na média do primeiro bimestre do ano, contra 77% nos dois primeiros meses do ano passado. Como resultado dos problemas recentes na produção e também do recuo da importação, ocorreu uma diminuição no crescimento do CAN, que subiu apenas 1% nos últimos 12 meses, contra 6% de janeiro a dezembro de 2017.

Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2018, o índice de produção cresceu 0,47%, enquanto o de vendas internas apresentou elevação de 0,49%, invertendo a trajetória negativa nas vendas internas. No mesmo período a parcela de vendas destinadas ao mercado externo, no entanto, exibiu recuo de 6,7%, após quase três anos consecutivos de elevação. No que se refere às importações, houve elevação de 5,8% no volume nos últimos 12 meses. Deve-se destacar que, no período, os números estão sendo impactados pelo grupo de produtos intermediários para fertilizantes, cujo peso é consideravelmente elevado, especialmente em volume de importações. Entre o final do ano passado e início deste ano, em razão de estoques esporádicos elevados, nas mãos de produtores agrícolas, houve forte recuo na parcela de importações

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreiro, infelizmente a indústria química vem perdendo espaço para o produto importado há algum tempo. Fátima alerta que o setor químico foi surpreendido pelo anúncio de “hibernação” das fábricas de fertilizantes das FAFENs em Sergipe e na Bahia. “O fechamento dessas plantas se soma aos demais que ocorreram, infelizmente, desde que a Abiquim, em 2009, conseguiu convencer o governo federal e o congresso nacional sobre a importância de se ter uma política para o uso do gás natural matéria-prima. A implantação de uma política poderia ter salvo essas unidades e as demais, mas não só isso, teria sido o exemplo positivo que o setor químico necessita para voltar a investir no País”, conclui.

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Superbid, empresa de tecnologia que oferece soluções de e-commerce para bens de capital e de consumo duráveis, está promovendo a venda de diversas máquinas e equipamentos industriais da Newton, empresa pioneira em fabricação de máquinas para indústria em geral no Brasil. Os bens estão disponíveis para arremate até o dia 10 de abril.

 Entre os lotes destaca-se um torno convencional Romi ES-40, com lance inicial de R$ 25 mil, além de uma prensa dobradeira HB-1031, com valor inicial de R$77 mil. O leilão ainda conta com lotes de mandriladoras, plainas de mesa, brunidoras, fresadoras, entre outros equipamentos industriais.

 O acesso a todas as informações do leilão, bem como os lances podem realizados pelo site https://www.superbid.net/.

                

SERVIÇO

Leilão de bens da Newton

Data e horário: 10 de abril, às 11h.

Link: https://www.superbid.net/leilao/lista/ofertas.htm?pager.offset=0&auction_id=65032

 

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Mesmo com a retração da atividade e do emprego, os empresários da indústria da construção apostam na recuperação do setor nos próximos seis meses. O Índice de Confiança dos Empresários da Construção subiu para 57 pontos em março e está 4,1 pontos acima da média histórica de 52,9 pontos. Pela primeira vez desde fevereiro de 2013, o indicador de percepção sobre as condições atuais ficou em 50,3 pontos, em cima da linha divisória dos 50 pontos.

Isso mostra que os negócios pararam de piorar, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira, 26 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de expectativa aumentou 0,7 ponto em relação a fevereiro e ficou em 60,5 pontos, mostrando que os empresários estão otimistas com o desempenho do setor nos próximos seis meses. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando ficam acima de 50 mostram que os empresários estão confiantes.

“A retomada da economia e a queda da taxa básica de juros são essenciais para a recuperação do setor e contribuem para as perspectivas positivas dos empresários”, diz a economista da CNI, Flávia Ferraz.

Além do aumento da confiança, a pesquisa mostra que os empresários apostam no aumento no nível de atividade, na contratação de novos empreendimentos e serviços, no crescimento das compras de matérias-primas e insumo e do número de empregados nos próximos seis meses. Todos os indicadores de expectativa ficaram acima dos 50 pontos em março. O de nível de atividade subiu para 56,5 pontos e o de número de empregados aumentou para 54 pontos.

INVESTIMENTOS E ATIVIDADE – Mas os empresários continuam pouco dispostos a investir. O indicador de intenção de investimentos caiu 1 ponto em relação a fevereiro e ficou em 31,1 pontos em março. O índice varia de zero a cem pontos e quanto menor o indicador, menor é a propensão para o investimento.

Uma das causas para a baixa intenção de investir é a a elevada ociosidade do setor.  O nível de utilização da capacidade instalada na indústria da construção ficou em 57% em fevereiro.  Ou seja, 43% das máquinas, equipamentos e do pessoal do setor ficaram parados no mês passado.

De acordo com a pesquisa, a atividade e o emprego na construção continuaram caindo em fevereiro. O indicador de nível de atividade ficou em 46,2 pontos e o de número de empregos alcançou 44,1 pontos.

Os índices variam de zero a cem. Quando estão abaixo dos 50 pontos mostram queda da atividade de do emprego. No entanto, a CNI observa que o ritmo de retração está diminuindo. Na comparação com fevereiro do ano passado, o indicador de atividade aumentou 5,9 pontos e o de emprego, 5,2 pontos.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 13 de março com 599 empresas. Dessas, 203 são pequenas, 265 são médias e 131 são de grande porte.

 

 

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saneamento*Elias Oliveira

 

Apesar de um leve avanço, a situação do saneamento básico no Brasil ainda é muito grave e faz com que metade da população ainda não tenha acesso a esgoto tratado: são mais de 100 milhões de pessoas afetadas, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Além disso, segundo a instituição, 34 milhões de brasileiros não recebem água tratada.

Também preocupa o fato de o país produzir cerca de 9 mil toneladas por dia de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) – essa é a parcela orgânica dos efluentes dos esgotos domésticos. Desse total, apenas 39% são removidos pelas Estações de Tratamentos de Esgoto (ETEs), de acordo com levantamento divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Ministério das Cidades, no “Atlas Esgotos: Despoluição de Bacias Hidrográficas”.

Ao avaliar todas essas informações, podemos concluir que a situação de saneamento em nosso país é bem crítica. Assim, devemos utilizar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater o assunto, pois a situação impacta diretamente na saúde da população, sobretudo com a proliferação de mosquitos transmissores e o consequente aumento dos casos de febre amarela, dengue, chikungunya e vírus zika.

Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito. Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.

Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro, ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções à base de cloro já são aplicadas há mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

 

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

É membro da Comissão de Estudo de Produtos Químicos para Saneamento Básico, Água e Esgoto da ABNT; Membro da Comissão de Manuseio e Transporte da ABICLOR (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados); Membro do Comitê Gestor Prodir (Processo de Distribuição Responsável) da ASSOCIQUIM; Membro da Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo; e Coordenador da Sub Comissão de Estudos e Prevenção de Acidentes no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos da Região de Campinas.

 

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stratasyseckhartA Stratasys ,  marca global em soluções de tecnologia aditiva aplicada, e a Eckhart, Inc. anunciaram um acordo de colaboração exclusiva de três anos com o intuito de avançar na adoção da impressão 3D para fabricação de ferramental na América do Norte.

Por cerca de 60 anos, a Eckhart tem fabricado ferramentas para tornar as suas linhas de produção mais seguras e eficientes. As soluções de manufatura avançada da empresa são usadas pelos maiores fabricantes do mundo para assistir e automatizar processos de montagem em indústrias como a automotiva, aeroespecial, construção pesada, médica e outras.

As ferramentas ergonômicas de elevação e de redução de torque da Eckhart permitem que um técnico execute tarefas como levantar e posicionar um motor de carro enquanto ele é aparafusado ao chassi. As ferramentas produzidas pela empresa também permitem que os fabricantes concluam processos de montagem de torque alto, onde o espaço e o formato da peça limitam o acesso.

A Eckhart acredita que a indústria de ferramentaria está madura para a mudança acarretada pela introdução da tecnologia de manufatura aditiva, que ajudará a redesenhar as ferramentas industriais.

“Na Eckhart, acreditamos que, com a manufatura aditiva, há uma oportunidade real de reinventar o modo como as ferramentas industriais são projetadas, produzidas e utilizadas pelos consumidores”, afirma Andy Storm, presidente e CEO da Eckhart.

Três Maneiras de como a Manufatura Aditiva Pode Ajudar

Com base na capacidade única da manufatura aditiva em ajudar a impulsionar a inovação da ferramentaria industrial da próxima geração, a Eckhart vê três maneiras principais de os processos aditivos ajudarem essa indústria:

Leveza e Ergonomia: Quanto mais leve e de formato mais orgânico uma ferramenta for, mais fácil ela é de ser operada e de se deslocar pelo ambiente de montagem. Um ponto forte da manufatura aditiva é sua capacidade de produzir peças de formato orgânico que são mais leves do que os projetos convencionais, produzidos em metal, e mais fortes. O nylon reforçado com fibra de carbono da Stratasys (FDM Nylon 12CF) tem uma relação resistência-peso que lhe permite substituir metal em muitas aplicações.

Melhoria da Linha de Visão: a manufatura aditiva pode ser usada para projetar partes vazias em uma ferramenta. As ferramentas produzidas pelos métodos tradicionais geralmente possuem material extra e sem função. Ao reduzir o material desnecessário, a linha de visão é melhorada. Ao eliminar material, é possível ver mais da operação de montagem.

 Estrutura de Construção e Lista de Materiais Simplificadas: a manufatura aditiva pode ser usada para reduzir significativamente a contagem de partes de uma montagem. Ao redesenhar um processo de montagem de numerosas peças para uma única peça, produzida por impressão 3D, os designers podem reduzir a contagem de peças e, assim, simplificar tanto a estrutura de construção quanto a lista de materiais para fabricação.

 “Nossa intenção é substituir completamente as ferramentas de metal existentes por equivalentes impressas em 3D”, diz Storm. “O potencial de inovação em economia de peso, simplificação da lista de materiais e melhora da visibilidade do operador que a manufatura aditiva oferece não têm precedentes”.

 “Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Eckhart para ajudar a redesenhar uma nova geração de ferramentas de fábrica”, afirma o vice-presidente sênior de vendas da Stratasys para a América do Norte, Patrick Carey. “Ambas as empresas não só têm um grande negócio para oferecer uma à outra, mas muito para aprender mutuamente também. Como a Eckhart, a Stratasys acredita que este acordo exclusivo de três anos tem o potencial de trazer inovações disruptivas para o mercado de ferramentaria industriais na América do Norte”.

O laboratório de impressão 3D da Eckhart está localizado no Centro de Tecnologia Avançada recentemente inaugurado em Warren, Michigan. Como parte da parceria com a Stratasys, o laboratório inclui impressoras que usam o processo de impressão 3D de modelagem por fusão e deposição (FDM) da Stratasys. O laboratório possui as impressoras 3D da Stratrasys Fortus 450mc, F370 e Fortus 250mc, projetadas para produzir peças sob demanda, alavancando a produção de termoplásticos e ferramentas de fabricação avançadas. A Eckhart também usa uma variedade de materiais Stratasys, incluindo o Nylon reforçado com fibra de carbono (FDM Nylon 12 CF).

Além de acelerar a adoção da impressão em 3D, a parceria visa alavancar a experiência de ambas as empresas em mercados adjacentes para promover a adoção da indústria 4.0 e o uso de microssensores em ferramentas impressas em 3D. O objetivo é começar a integrar diagnósticos avançados que permitirão a existência das “fábricas inteligentes” do futuro.

“Os avanços significativos em microssensores e tecnologias de localização nos proporcionam a oportunidade de mudar a forma como nossos clientes monitoram e gerenciam a ‘saúde’ de sua linha”, diz Storm. “Estamos nos associando ao líder global de impressão em 3D, cuja tecnologia está transformando como, quando e onde as coisas são feitas, para integrar essa tecnologia avançada em nosso conjunto de soluções e oferecer valor real, ajudando os clientes estratégicos da Eckhart a acelerar a adoção da indústria 4.0″.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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