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Fábio Mestriner*Fábio Mestriner

 Há décadas uma questão assombra aqueles que, como eu, sabem da importância que a embalagem tem para os negócios. Nós sempre nos perguntamos por que as empresas brasileiras não percebem este valor, e por que ainda não utilizam este recurso para potencializar o desempenho do produto no mercado.

Pesquisas realizadas por escolas e instituições do setor concluíram que os profissionais estão, em sua maioria, dedicados à redução de custos da embalagem, ao invés de se dedicarem a utilizá-la de forma melhor: aproveitando a contribuição que o investimento feito pela empresa neste item pode proporcionar, como por exemplo, a utilização da embalagem como ferramenta de marketing, veículo de comunicação e elo de conexão com a internet.

A embalagem é uma poderosa ferramenta de competitividade que não pode mais ser utilizada apenas para carregar o produto: ela precisa ajudar a impulsionar o negócio da empresa.

Não faço aqui uma crítica aos profissionais de embalagem, que muitas vezes são forçados pelas demandas de seus empregadores. O nó da questão deste artigo diz respeito ao porquê das empresas brasileiras não utilizarem todo o potencial de suas embalagens e, na maioria das vezes, nem sequer perceberem o valor que elas têm.

Demorou, mas finalmente encontrei uma hipótese que pode nos levar a um entendimento melhor sobre esta questão: precisamos mudar a mentalidade que se estabeleceu nas empresas, que as fazem enxergar a embalagem apenas como um custo, um insumo de produção como os demais. Um entendimento equivocado, que faz com que as companhias entendam como produto apenas aquilo que elas fabricam, ou seja, aquilo que vai dentro da embalagem, fabricada numa outra empresa que fica longe e está cadastrada em seu departamento de compras.

Eles não sabem que, para o consumidor, a embalagem e o conteúdo constituem uma única entidade indivisível, conhecida pelo nome de produto. Portanto, produto para o consumidor quer dizer embalagem e seu conteúdo, uma vez que uma coisa não existe sem a outra. É neste entendimento truncado que reside o nó da questão.

Não é fácil mudar mentalidades arraigadas e, para isso, todo o setor de embalagem, as empresas e profissionais que atuam na cadeia, precisam se dedicar a mudança do “mindset” pois, como ensinou o venerável sábio chinês Lao Tsé, “mais vale acender uma vela que maldizer a escuridão”.

Não adianta ficar reclamando que as empresas não dão valor para a embalagem e que estão obstinadamente dedicadas a redução de seu custo. Precisamos acender uma vela e lembrar em todas as oportunidades que, para o consumidor, o produto e a embalagem constituem uma única entidade indivisível. Além de lembrar a todos que esta entidade participa e interfere na percepção de valor que o consumidor forma sobre o produto. Quem sabe assim encontramos um ponto de partida para tentar desatar o nó.

*consultor da Ibema Papelcartão

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AlexandrePierroPor Alexandre Pierro*

A década de 20 está começando em meio a uma grande euforia em relação à inovação. Tecnologias exponenciais, startups milionárias e a certeza de que estamos vivendo a era da inovação ou morte. Mas, nem tudo é como ou mesmo na velocidade que imaginamos. Por isso, arrisco aqui alguns palpites sobre as sete maiores tendências para 2020.

1 – Big Data: A cada dia geramos mais dados que, quando bem interpretados se transformam em poderosas informações que ajudam na tomada de decisão de qualquer empresa. As soluções de Big Data, que permitem que profissionais de TI trabalhem com informações não-estruturadas a uma grande velocidade, deve se tornar ainda mais acessíveis. Um estudo realizado pelo Gartner aponta que 75% das empresas devem investir nessa tecnologia até o fim desse ano. O IDC – International Data Corporation – estima que 35 trilhões de gigabytes serão gerados em 2020. Processar esses dados é o desafio.

2 – LGPD: Enquanto o Big Data trabalha na interpretação de um volume cada vez maior de informações, a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que deve entrar em vigor em 16 de agosto de 2020, tenta nos proteger dos abusos e da invasão de privacidade. Ela afetará todas as empresas – brasileiras e estrangeiras – que coletarem, armazenarem ou processarem dados pessoais de indivíduos residentes ou localizados no Brasil. Partindo do pressuposto de que a maioria das empresas já tem montanhas de dados de clientes, será necessária não apenas uma mudança de sistema, mas sim de cultura para a captação e manipulação dessas informações.

3 – 5G: A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – confirmou que vai abrir a licitação de implementação da quinta geração de telefonia móvel (5G) até o final de março de 2020. E, engana-se quem pensa que o 5G e apenas uma versão melhorada do 4G. Trata-se de uma nova e disruptiva tecnologia que permitirá aplicações como carros autônomos, agricultura de precisão, cidades inteligentes, reconhecimento facial e principalmente a Internet das Coisas, onde objetos serão conectados entre si. A expectativa é que até 2025, 2,8 bilhões de pessoas sejam assinantes do 5G.

4 – Blockchain: Embora ainda esteja bastante associado ao mercado de criptomoedas, o Blockchain é uma tecnologia que irá muito além. Ele permite armazenar digitalmente registros de transações em redes descentralizadas, de forma segura e independente, conectando quem precisa de algo a quem tem, eliminando assim os intermediários. Nos próximos cinco anos, especialistas concordam que a solução se expandirá para várias aplicações pragmáticas no processamento de pagamentos, compartilhamento de dados, negociação de ações, manutenção e rastreamento de documentos. Seu impacto será tão grande que, de acordo com uma pesquisa da Deloitte, 77% dos 1.386 executivos de mais de 10 países indicaram que perderão vantagem competitiva se não adotarem essa tecnologia.

5 – China: E quando o assunto é tecnologia, a China reina quase que absoluta. O país que travou uma guerra contra os Estados Unidos em Inteligência Artificial em 2019, agora almeja sonhos literalmente mais altos: explorar Marte! A China acaba de lançar o terceiro exemplar do foguete Long March-5, um dos mais potentes do mundo. Os investimentos em infraestrutura também devem continuar por lá. Só em 2020, o país prevê um investimento de cerca de US$ 114 bilhões em transporte ferroviário, rodovias, hidrovias e aviação civil. Definitivamente, eles deixaram de ser a fábrica do mundo para se tornarem os grandes protagonistas.

6 – Zebras: Depois da febre dos unicórnios – empresas que valem mais de US$ 1 bilhão – agora parece ter chegado a hora das zebras. O movimento Zebras Unite, que surgiu nos Estados Unidos em 2017, por meio do manifesto “As zebras consertam o que os unicórnios quebram”, promete ganhar ainda mais força ao pregar o fim das rodadas milionárias de investimentos para empresas incapazes de gerar lucro. O professor de marketing da Universidade de Nova York, Scott Galloway, prevê um declínio de 50% no valor de “empresas unicórnio” de capital fechado em 2020. Ao que tudo indica, será o começo do fim das empresas que beneficiam apenas seus fundadores.

7 – ISO de inovação: Num contexto de mais resultados e menos euforia, especialistas como Arthur Igreja, do AAA, preveem a volta de termos como melhoria contínua, automação e revisão de processos. Será o back to the basic, ou seja, a volta ao básico, em vez de uma corrida desenfreada pela inovação. Nesse sentido, a ISO 56.002, de gestão da inovação, que foi lançada em julho de 2019, deve ser uma grande tendência para ajudar empresas de todos os portes e segmentos no seu processo de transformação. A norma visa garantir a geração de inovação por meio de valor, já que acredita que aquilo que não gera resultados financeiros trata-se apenas de invenção e não de inovação.

*Sócio-fundador da PALAS

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quimicaO Brasil importou US$ 3,5 bilhões em produtos químicos no mês de novembro. O valor representa uma redução de 17,6% em relação a outubro deste ano e de 14,1% na comparação com novembro de 2018. No acumulado do ano, por sua vez, as compras externas de produtos químicos somam US$ 41,1 bilhões, aumento de 3% frente ao mesmo período do ano passado.

Em termos de quantidades, as movimentações que superaram 43,8 milhões de toneladas, até novembro, significaram um aumento de 7% na comparação com o mesmo período de 2018. Os elevados níveis de aquisições farão de 2019, com projeção de mais de 47,5 milhões de toneladas, o terceiro ano em que se terá batido consecutivamente o recorde em volumes de compras externas de produtos químicos (anteriores eram de 45,2 milhões de toneladas em 2018 e de 43,1 milhões de toneladas em 2017), sobretudo em intermediários para fertilizantes, produtos que possuem plenas condições técnicas e econômicas de serem fabricados no País.

As exportações, de US$ 931,8 milhões, em novembro, foram 9% inferiores na comparação com outubro e 20,8% em relação ao mesmo mês de 2018. Entre janeiro e novembro deste ano, as vendas para o exterior totalizaram US$ 11,6 bilhões, recuo de 6,8% frente ao registrado em igual período do ano passado. As resinas termoplásticas, com vendas de US$ 1,7 bilhão, foram os produtos químicos mais exportados pelo País, apesar de uma queda de 11,2% de janeiro a novembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado.

O déficit na balança comercial de produtos químicos, no acumulado do ano, chegou a US$ 29,5 bilhões, 7,4% acima daquele registrado em igual período de 2018. Nos últimos 12 meses (dezembro de 2018 a novembro deste ano), o déficit de US$ 31,8 bilhões somente é inferior àquele do ano de 2013, então de US$ 32 bilhões.

“Pelo terceiro ano seguido, o volume das importações será recorde. As aquisições de mercadorias estrangerias deverão superar 47,5 milhões de toneladas em 2019, com uma participação, também recorde, de 42% de todo o consumo nacional de produtos químicos. Em um cenário como esse, se faz ainda mais crucial uma agenda de competitividade com entregas rápidas para a melhoria sistêmica do ambiente de negócios. Tanto o presente quanto o futuro de toda a indústria brasileira, especialmente a química, estão em pauta e é exatamente por isso que o setor químico defende um processo de inserção internacional amparado em negociações com parceiros estratégicos, avaliação de impacto econômico e regulatório, dialogado, transparente e condicionado à redução progressiva do Custo Brasil”, destaca Denise Naranjo, diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim.

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JoaoMarcosdeAndadePor João Marcos Andrade*

Para constatação de tal consideração basta buscarmos num passado recente a oscilação do real brasileiro frente ao dólar americano e, assim, perceber que a flutuação cambial tem sido provocada em grande parte por uma questão originada em uma relação conturbada entre as duas maiores potências econômicas mundiais atuais — justamente a da nação que o Sr. Trump preside, e a da China, outra superpotência.

Além da competição entre americanos e chineses, existem questões domésticas brasileiras que influenciam nesse quadro. Vale citar a demora na aprovação da reforma da previdência e a mudança de entendimento de leis por parte do Supremo Tribunal Federal brasileiro. Tudo isso, gera, de fato, desconforto e certa insegurança jurídica nos investidores, principalmente estrangeiros, que não sentem confiança em investir no país contribuindo para a oscilação da moeda. Esse anúncio do presidente Trump também demonstra um interesse político em agradar seu eleitorado, pois a medida de sobretaxa ao aço e alumínio nas importações dos E UA agrada muito o setor industrial estadunidense e protege de certa forma o produto nacional.

O fato é que os EUA são o principal mercado para as exportações do aço brasileiro e os impactos da sobretaxação podem de fato fazer com que o produto não mantenha as volumosas quantias exportadas nos últimos períodos. Isso traria reflexo imediato já no primeiro trimestre 2020 na balança comercial, que pode apresentar aumento no déficit cambial, motivado obviamente pela redução das vendas do aço e do alumínio aos americanos, diminuindo assim o superávit da balança comercial brasileira.

Com isso, para ser revertido economicamente é razoável afirmar que o tempo de recuperação é sempre maior que o tempo gasto com a fase de prejuízos, perdas e reorganizações dos negócios, pois a saída nestes casos sempre é desenvolver novas frentes de negócios, o que demanda investimento de recursos, novas tecnologias e o principal e mais valioso fator: tempo.

Para uma certa dose de alívio, é já fato que na tarde de 2 de dezembro deste ano, mesma data da declaração do Mr. Trump sobre a taxação do aço e do alumínio brasileiro e argentino, curiosamente a moeda americana se desvalorizava 0,64% frente ao real por aqui.

Isso tudo também obviamente em consonância com a repercussão no Brasil, inclusive com afirmação do presidente Jair Bolsonaro que consultaria seu ministro da economia, Paulo Guedes, e conforme o teor da conversa poderia manter contato com o presidente Donald Trump para uma reavaliação da situação como um todo.

A tendência é de que realmente seja revista, ao menos pela boa relação que há entre os dois presidentes — o que pode ser um certo conforto para empresários do setor, gerando uma motivação para que mantenham o foco nos contratos já firmados e os que ainda estão por vir.

*Professor do curso superior de Global Trading do Centro Universitário Internacional Uninter.

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carlos jungPor Carlos Jung*

O mundo está em busca de alternativas para se recuperar da crise econômica. Para países com redução do consumo interno, como os da América Latina, uma das melhores alternativas para retomada do crescimento econômico é a exportação. A exportação cria demanda para a volta da atividade nas fábricas, gera empregos e capta investimento estrangeiro para a retomada da economia.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) comprovam essa tendência. A América Latina e o Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A maior parte dos países está aberta para o comércio e o crescimento da exportação gera muitas oportunidades para diversas empresas, independente de seu tamanho. Os países da América Latina têm como principal fonte de produção matérias-primas e commodities, sendo que os alimentos são o mais forte segmento devido à multicultura privilegiada pela geografia e condições climáticas. Também somos grandes produtores de máquinas industriais, com uma participação importante na economia e presente em todas as cadeias produtivas, fortalecendo a produção nos parques fabris instalados em diversos países latino-americanos.

A competitividade faz parte do cotidiano de uma empresa e, para integrar um mercado, é preciso estar presente nos principais canais de visibilidade do segmento. Esse é um dos motivos pelo qual lançamos a Expo América Latina Negócios, feira que acontecerá de 13 a 16 de outubro de 2020, em São Paulo.

Ao reunir compradores e clientes em potencial do mercado de alimentos e máquinas industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, temos o objetivo de criar uma oportunidade em que compradores e fornecedores dos principais mercados latino-americanos interajam e fomentem a economia, gerando negócios entre os países. Quando uma empresa está pronta para exportar o melhor a se fazer é estar onde seus potenciais clientes possam te ver.

* Diretor presidente da Diretriz Feiras e Eventos e idealizador da Expo América Latina Negócios.

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oamazon2-trampO ar da Amazônia, considerado um dos mais puros do mundo, é inspiração e fonte da Ô Amazon Air Water – companhia que produz a primeira água condensada para consumo do planeta, feita a partir da umidade do ar da região. A bebida, que passa por processos de condensação e filtragem até se tornar própria para o consumo humano, é produzida na cidade de Barcelos, que fica às margens do Rio Negro, e é envasada em garrafa da Owens Illinois (O-I), líder mundial na fabricação de embalagens de vidro.

Idealizada desde 2012, a Ô Amazon Air Water será lançada em dezembro deste ano, com um lote de dez mil unidades totalmente produzidas no Brasil e, posteriormente, exportadas para a comuna de Le Havre, na França, onde será distribuída a diversos mercados ao redor do mundo por meio de e-commerce. O foco nesses países será comercializar a água em hotéis e restaurantes de alto padrão, além de free-shops.

A meta da empresa é que, após o terceiro ano do lançamento, o volume comercializado chegue a seis milhões de unidades, atingindo 12 países, 20 cidades e 200 pontos de venda na Europa. A decisão pelo continente europeu é estratégica, pois a região possui um mercado de águas premium já amadurecido, com consumidores que conhecem e têm o hábito de investir em bebidas únicas, com proposta sustentável e inovadora. Embora não vá estar imediatamente disponível no Brasil, o cliente brasileiro poderá comprar o produto por meio do e-commerce da marca. O preço sugerido é de 67 euros por garrafa.

“Surgiram muitos desafios quando começamos a empreender um projeto tão inovador no interior da Amazônia. Nossa missão é manter sempre o cuidado com as comunidades locais e o meio-ambiente, causando o menor impacto possível, o que inclui a escolha por garrafas de vidro, que são 100% recicláveis. Por isso a O-I – sendo líder no mercado mundial – é o nosso parceiro ideal”, comenta Cal Junior, um dos fundadores e presidente da Ô Amazon Air Water.

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expo1111111De 13 a 16 de outubro de 2020, São Paulo recebe a Expo América Latina Negócios, evento pioneiro que vai reunir em um só lugar compradores e clientes em potencial do mercado de Alimentos e Máquinas Industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, estimulando importações e exportações.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) justificam a realização da Expo América Latina Negócios. Afinal, América Latina e Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A internacionalização de negócios brasileiros de portes distintos é uma grande possibilidade para participantes, pois o ambiente do evento otimiza e facilita o contato entre os players dos mercados-alvo. Participam do evento oito países expositores – Brasil, México, Argentina, Chile Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai – que terão suas relações comerciais fortalecidas, além da visibilidade de produtos representativos em seus países, palestras, reuniões, eventos técnicos e outros atrativos.

Neste cenário favorável, o evento também conta com o olhar para a tecnologia e inovação. Startups estão convidadas a participar de um concurso, que vai premiar a melhor proposta para os segmentos-alvo do evento, além de promover o encontro entre as novas formas de pensar os negócios com empresários e expositores.

Mais informações: https://expoamericalatina.com.br/

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cbaA Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) acaba de conquistar as certificações internacionais ASI (Aluminium Stewardship Initiative) nos Padrões de Performance e de Cadeia de Custódia (CoC), relativas às suas diversas instalações no Brasil. As Certificações ASI abrangem as três unidades de bauxita da Companhia, no estado de Minas Gerais, uma refinaria de alumina, salas fornos, produção de anodos, tratamento de resíduos gerados na reforma de fornos, fundição e produtos transformados, bem como o escritório da CBA localizado em São Paulo.

“A conquista dessa certificação chancela o nosso compromisso com a sustentabilidade e nos remete a uma posição mais competitiva no mercado mundial do alumínio, gerando ainda mais valor a nossos clientes, empregados, fornecedores e comunidades onde estamos presentes “, diz Ricardo Carvalho, CEO da CBA. Para ele, o diferencial da empresa está no número de unidades e tipos de produtos certificados no âmbito dos Padrões de Performance e de Cadeia de Custódia, simultaneamente.

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anac dronesNo inicio deste mês,  a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) anunciou, durante o 8º Fórum Empresarial, a abertura da chamada para participação social do processo de tomada de subsídios sobre o futuro das aeronaves não tripuladas no Brasil, popularmente conhecidos como drones. As contribuições serão recebidas até 5 de fevereiro de 2020.

O fórum trouxe ao debate o uso das  geotecnologias e drones no contexto indústria 4.0 e seus desdobramentos em diversos setores econômicos no Brasil e no mundo, como o mapeamento de queimadas, agricultura, inspeções de obras e cidades inteligentes; as smart cities.

Após mais de dois anos de vigência do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), que dispõe sobre os requisitos gerais para aeronaves não tripuladas de uso civil, e considerando o desenvolvimento da aviação não tripulada e a proliferação dessa tecnologia em diversos setores, a Agência identificou a necessidade de rediscutir o assunto para permitir a contínua evolução do mercado em condições seguras.

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WhatsApp-Image-2019-10-16-at-17.37.43por Wanderson Leite*

A maioria das grandes empresas realiza treinamentos apenas uma vez por ano, colocando seus funcionários em uma sala fechada, com as luzes apagadas e um especialista passando slides. Mas, na era da tecnologia, celular 24h na mão e constantes transformações, esse tipo de situação pode se tornar contra produtiva.

Estas situações ficam ainda mais contraproducentes se o treinamento é realizado em um local distante da empresa, deixando os custos deste desenvolvimento ainda maiores. E esses custos só vem crescendo. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), em 2017, o investimento das empresas em treinamento aumentou 21%.

Pensando em facilitar os treinamentos corporativos para as empresas de maneira menos custosa, surgem as Edtechs, startups que utilizam a tecnologia para o desenvolvimento da educação. Elas não param de crescer. Segundo um mapeamento realizado em 2018, pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) em conjunto com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), as Edtechs crescem 20% ao ano.

O diferencial dessas Edtechs no ambiente corporativo é que, além da empresa gastar menos, já que há o custo-benefício de uma sala, os funcionários se mantém muito mais engajados e interessados. Isto se dá pela ampla gama de recursos apresentados, como podcasts para completar o conteúdo, gameficação para desenvolvimento de forma lúdica e até meditação para despertar mais foco e equilíbrio emocional.

Os podcasts são importantes ferramentas para manter esse interesse, já que o funcionário pode estudar intrigantes conteúdos, e até mesmo se divertir, de qualquer lugar que estiver, seja no ônibus, ao dirigir, no banho, na cozinha, ao caminhar e fazer exercícios, por exemplo. E, para o engajamento, nada melhor do que a competição gerada por um game, no qual muitas vezes o adversário é ele mesmo.

Ao ver seus resultados, o colaborador se instiga a conquistar cada vez mais, além de desenvolver o autoconhecimento. Ele começa a conhecer seus pontos fortes e fracos, e descobre onde precisa melhorar. E a evolução dele não para por aí. O gestor pode ter acesso a todos esses resultados e tomar decisões estratégias, realocando os melhores funcionários para as diferentes áreas. Afinal, é comum ter aquela pessoa que se destaca mais no trabalho manual, outra no estratégico, outra no relacionamento, entre outros.

Com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho, é importante que as empresas desenvolvam treinamentos mais atrativos. Não há nada melhor do que reter um talento por meio da qualificação que a própria empresa oferece. A solução que as Edtechs trazem não é a de apenas um treinamento por ano, mas sim de uma qualificação contínua. Com essa aproximação, o colaborador segue motivado, já que cria uma sensação de pertencimento em relação à companhia.

Para a empresa que quer investir nestes benefícios tecnológicos, a dica é procurar uma empresa, startup ou aplicativo que complemente os conceitos que a organização quer transmitir para a sua realidade, sem perder a essência. Para produzir resultados realmente satisfatórios, os treinamentos precisam ser constantes. Só assim é possível acompanhar o desenvolvimento de um colaborador e oferecer a ele as condições necessárias para que ele atinja seus objetivos e os da empresa.

*Fundador das empresas ProAtiva, app de treinamentos corporativos digitais, ASAS VR, que leva realidade virtual para as empresas e escolas; e Prospecta Obras, plataforma de relacionamento do segmento de construção civil.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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