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A inauguração da fábrica de semicondutores do Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada, Ceitec, no dia 5 de fevereiro último, em Porto Alegre, RS, compõe a ação nº 14 – Centros Tecnológicos, do Programa do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, TIC, da Política de Desenvolvimento Produtivo, PDP. O Programa de TIC da PDP é coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, MCT. Os investimentos na unidade da Ceitec de Porto Alegre foram da ordem de R$ 400 milhões.

Lançada em maio de 2008 pelo governo federal, a PDP reúne 34 programas de ação dos mais diversos setores produtivos, tendo como foco investimentos em inovação e incremento da competitividade de médio e longo prazos da indústria nacional. A PDP é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, com apoio da Secretaria Executiva, formada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ABDI, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, e Ministério da Fazenda, MF.

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Na última sexta-feira (29/01), postei aqui no blog um artigo de um especialista sobre como o marketing industrial pode colaborar para os negócios das pequenas às grandes empresas. Segundo Nuno Rebelo dos Santos, o especialista em questão, “profissionais motivados e integrados têm melhores ideias, são mais produtivos e mais eficientes no cumprimento de objetivos e metas, por consequência mais felizes.”

Nesta semana, listo alguns cursos sobre o tema que estão sendo oferecidos ao longo de 2010. Se a sua intenção é melhorar os negócios, saiba que um pouco de capacitação pode alavancar – e muito – as vendas.

A Escola de Marketing Industrial (EMI), centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências no relacionamento entre empresas sob a ótica da Inovação e do Valor, instiga os executivos a repensarem suas formas de enxergar o mundo empresarial.
Este objetivo é alcançado por meio de programas focados em diversas áreas essenciais à boa aplicação do marketing como gestão, estratégia, fundamentos e programas instrumentais, essenciais aos bons resultados.
Bons estudos!

Foco do Cliente

Este programa decodifica o universo do cliente por meio do Marketing Industrial, mostrando uma forma reveladora de pensar e agir, que só será possível por intermédio da leitura e da percepção de reais necessidades – nem sempre verbalizadas. A partir desse entendimento, conceitos e práticas são discutidos para propiciar a criação, por antecipação, de soluções de valor inovadoras.

Os participantes têm a oportunidade de discutir temas relevantes como Tarefa Empresarial das Empresas Válidas; Cliente Industrial e suas Identidades; Mundo das Contrariedades; Mundo das Necessidades; Diferenças entre Foco no Cliente e Foco do Cliente; Subsistemas Empresariais; Leituras de Ambientes, Valor Percebido e Plano de Marketing.

Este programa é realizado em três dias, durante período integral, em uma única fase. Os resultados esperados são o fortalecimento e enriquecimento das relações da empresa com os seus clientes, utilizando-se da visão inovadora do foco do cliente; identificar desafios e oportunidades e promover a troca de experiências entre os executivos que atuam na área de marketing corporativo.

Público alvo: Profissionais que buscam conhecer, ordenar e sistematizar os esforços de Marketing Industrial no Foco do Cliente
Agenda: 8 a 10 de março, 17 a 19 de maio, 20 a 22 de setembro e 6 a 8 de dezembro.
Investimento: R$ 4.860,00

Executivo em Marketing Industrial

Trata-se de um programa que visa aprofundar saberes e práticas de gestores de diferentes áreas da empresa na compreensão e aplicação, de maneira estruturada, de conceitos e estratégias inovadoras de Marketing Industrial. O objetivo é criar e sustentar diferenciais competitivos únicos nos processos de relacionamentos duradouros com seus clientes,

O conteúdo inclui temas como Tarefa empresarial das empresas válidas; Questões fundamentais para o marketing industrial; Ambiente de negócios e sua evolução; Estratégias diferenciadoras de marketing industrial; Construção de Alianças no Marketing Industrial; Gestão e Mobilização de Talentos para a construção de Valor. Outros assuntos abordados são Tecnologia Comercial no Marketing industrial; Comunicação em Marketing Industrial; Gestão da Marca em Marketing Industrial; Gestão de Projetos; Finanças em Marketing Industrial; Sistemas de Gestão em Marketing Industrial; Gestão do Capital de Valor e Desenvolvimento de Produtos no Foco do Cliente.

O programa é desenvolvido em 12 dias, em período integral, sendo dividido em duas fases. Os participantes terão a oportunidade de aprimorar a habilidade de gerir ações estratégicas voltadas à construção de relações com clientes, e as empresas o benefício de ter profissionais mais preparados para a geração de resultados superiores decorrentes do reconhecimento e da admiração conquistados junto aos clientes.

Público alvo: Profissionais em função executiva que, independentemente de suas áreas de atuação, têm envolvimento direto nos processos de construção de relações com os clientes.
Agenda - No primeiro semestre, a primeira fase será no período de 12 a 16 de abril; a segunda ocorrerá de 17 a 21 de maio.
Investimento: R$ 18.200,00

Innovation Marketing Management

Este programa amplia o conhecimento e o domínio mercadológico dos executivos que investem na geração dos resultados superiores e autossustentados por meio de alianças com suas empresas-clientes, contemplando questões estratégicas de longo prazo e a gestão da cultura empresarial comprometida com a construção de relações significativas.

Entre os temas desenvolvidos estão: Macroambiente; Gestão Financeira e Mercadológica; Alianças Mercadológicas; Processos Continuados de Desenvolvimento Mercadológico; Ação Mercadológica em Ambientes Culturais Diversificados; Processos de Comunicação na Relação Mercadológica.

Este programa ocorre em duas fases de cinco dias durante período integral e permite aos participantes a construir e dominar conhecimentos inovadores, criando vantagens competitivas com base na preferência  de clientes selecionados.

Público alvo: presidentes, vice-presidentes e diretores responsáveis pela definição estratégica de negócios e organizações.
Agenda: Primeira fase no período de 10 a 14 de maio e a segunda de 7 a 11 de junho.
Investimento: R$ 27.400,00

Vendas Consultivas

Este programa trata do conhecimento de um conjunto de técnicas de vendas. A arte de vender está relacionada à capacidade e ao propósito, por parte do fornecedor, de compreender desafios empresariais  dos clientes. Nesse contexto, a ação de vendas deve estar orientada para ampliação da contribuição da empresa para o sucesso de seus clientes.

O conteúdo inclui temas como Tarefa empresarial das empresas válidas; Conceitos Fundamentais de Marketing Industrial; Foco do Cliente; Vendas para consumo; Vendas para Empresas; Conceito de valor; Vendas Empresariais; Diferentes Momentos da venda; O Papel do Vendedor; Leitura de Ambientes; Etiqueta nos Negócios; Seleção de Clientes Empresariais; Percepção e Realidade; Ofertas de Valor.

O programa é desenvolvido em uma única fase de quatro dias, em período integral. Ao participar, os profissionais terão a oportunidade de entender melhor seu papel na construção de relações duradouras com os clientes, na criação de ofertas a partir de percepção do que é valor para o cliente e na promoção de troca de experiências de profissionais que atuam no campo do marketing industrial.

Público alvo: Profissionais atuando na linha de frente, bem como na administração de ações de vendas para clientes empresariais.
Agenda - No primeiro semestre será realizado no período de 6 a 9 de abril e no segundo ocorrerá duas vezes: de 10 a 13 de agosto e de 8 a 11 de novembro.
Investimento: R$ 6.500,00

Gestão de Projetos em Marketing Industrial

Este programa estabelece os fundamentos da condução eficaz de projetos voltados à implementação de ações de marketing industrial, de forma estruturada e orquestrada, compromissados com a adoção de práticas inovadoras que, incorporadas à operação permanente da empresa, contribuem de forma decisiva para a consolidação de relacionamentos baseados na criação de valor no foco dos clientes.

Entre os temas abordados estão Leitura e Análise de Ambientes Mercadológicos; Escolha e Priorização de Ações de Alto Impacto; Soluções Diferenciadas via Criatividade e Inovação; Condução de Projetos – Organização e Estrutura; Aporte de Competências por meio de Equipes Multidisciplinares de Projetos; Agenda Técnica e Comportamental; Execução e Gerenciamento de Projetos de Marketing Industrial.

O programa é desenvolvido em uma única fase de três dias em período integral. O objetivo é que os participantes  dominem a metodologia específica, voltada para condução e implementação de projetos estruturados de marketing; as variáveis que influenciam a identificação de ações consideradas prioritárias e a forma mais adequada para o seu tratamento. Além disso, se capacitem para a gestão de equipes multidisciplinares, mobilizadas para a concepção de alternativas de ações de marketing e sua efetiva instalação; e literalmente começam a “fazer acontecer”.

Público alvo: Gestores diretamente envolvidos na condução de equipes de implementação de projetos estruturados de marketing voltados para a construção de relações prósperas com clientes.
Agenda - De 16 a 18 de agosto
Investimento: R$ 6.850,00

Técnicas e Ferramentas de Marketing Industrial

É um programa que apresenta uma abordagem prática e enriquecedora, na qual se aprimoram a seleção e utilização inteligente do rol de técnicas e ferramentas mercadológicas mais atuais, visando o melhor desempenho das ações de marketing e a obtenção de melhores resultados empresariais.

Os participantes têm a oportunidade de discutir temas como Tarefa Empresarial das Empresas Válidas; Conceitos Fundamentais de Marketing Industrial; Relacionamento com Clientes; Pesquisas e seus Diferentes Enfoques; Resgate da Tecnologia Comercial; Gestão da Base de Clientes; Desenvolvimento de Produtos; Processos de Comunicação Interna e Externa; Avaliação da Satisfação de Clientes; Avaliação do Esforço Global de Marketing.

Este programa é realizado em duas fases de cinco dias, em período integral, e possibilita que os participantes tenham uma visão abrangente das ferramentas de marketing industrial disponíveis para suas atividades; conhecimento e capacidade de utilização das ferramentas mercadológicas para gerar real valor ao negócio.

Público alvo: Profissionais de diferentes áreas com experiência e atuação em marketing industrial.
Agenda - A primeira fase ocorre no período de 20 a 24 de setembro e a segunda de 18 a 22 de outubro.
Investimento: R$ 12.500,00
Os interessados podem obter mais informações no site: www.emkti.com.br, pelo tel.: (11) 4613-8653 ou e-mail: bernadete@emkti.com.br.

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Pelo que mostram os números, o setor de máquinas e equipamentos começa a se levantar do tombo que sofreu por conta da crise econômica mundial durante o ano passado. No comparativo dos meses de dezembro de 2008 e 2009 os ganhos somaram R$ 6,26 bilhões, alta de 7,3%. Sobre novembro último houve aumento de 0,6%, o que indica o movimento de retomada. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 3 de fevereiro, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq.

Para este ano, a entidade já aposta em expansão de 15% a 18% — contra índices de 10% a 15% estimados pelo presidente Luiz Aubert Neto em dezembro do ano passado (veja aqui entrevista com Aubert Neto) –, podendo chegar a faturamento da ordem de R$ 75 bilhões, semelhante ao alcançando em 2008.

O presidente ressalta que, dentre os fatores que impulsionaram o crescimento no setor, o Programa de Sustentação do Investimento, PSI (financiamentos a juros de 4,5% ao ano), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, tem desempenhado papel muito importante: “Caso este benefício, que deve terminar em junho deste ano, perdurasse até dezembro, juntamente com a desoneração dos investimentos e outros incentivos que ainda devem ser concedidos, o setor ganharia muito”.

Por outro lado, apenas o cenário apresentado acima não será capaz para garantir a recuperação de todas as perdas sofridas desde o inicio da crise. Uma recuperação “real”, nas contas da entidade, vislumbra crescimento de, no mínimo, 25%. Fatores que podem prejudicar o setor de máquinas e equipamentos estão ligados à medida do governo que concede isenção total para refinarias importarem equipamentos, mesmo que existam produtos similares no Brasil.

2009 – No ano passado, o faturamento do segmento foi de R$ 64,26 bilhões, redução de 17,9% perante o consolidado em 2008. As exportações responderam por boa parte da queda, com retração de 40,5% no mesmo período. O segmento bombas e motobombas foi o único a registrar crescimento expressivo: 18,1% em 2009. A explicação para tal desempenho vem do aumento da demanda do setor de petróleo e gás. Já o setor com maior queda foi o de máquinas para madeira, com recuo de 53%.

Emprego – A elevação no nível de emprego é outro fator considerado na caminhada para a retomada do setor. No ano passado, apresentou retração de 3,7% diante 2008. Mas, em dezembro, houve pequena elevação de 0,1%. Aubert Neto afirma que a entidade aposta na tendência de ascensão.

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A indústria nordestina passa por um momento de grandes investimentos. Diversos projetos estão em andamento com finalização prevista para esse ano. Além disso, variados polos industriais caminham a passos largos, com crescimento acima da média nacional. Por esse motivo, economistas da Datamétrica, consultoria especializada no mercado nordestino, prevêem um crescimento de 4,73% no ano de 2010, um valor maior que o projetado para a média do Brasil, que é de 4%. Apenas em Pernambuco, os investimentos da indústria em geral passam dos US$ 22 bilhões. Além disso, a manutenção e modernização das plantas já existentes confirmam as estimativas.

No setor sucroenergético, Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, os quatro estados mais representativos para o setor, possuem 58 usinas, com previsão de produção de cerca de 55 milhões de toneladas de cana para a próxima safra, segundo dados da STAB Regional Setentrional – Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil. Para Djalma Euzébio Simões Neto, presidente da STAB Regional Setentrional, “a implantação de novas plantas, após a finalização do Canal do Sertão, deve aumentar a produção de cana em cerca de 10 milhões de toneladas.”

O Canal do Sertão é considerado o maior projeto de irrigação do Nordeste e vai permitir uma expansão em cerca de 110 mil hectares de área irrigada só em Pernambuco. Com isso, há o fortalecimento do fluxo de cargas para a Transnordestina.
Feiras

Visando facilitar a entrada de empresas fornecedoras da indústria sucroenergética e de diversos outros segmentos em expansão, duas feiras de negócios foram implantadas para atingir o Nordeste todo e tornarem-se o local onde os donos de indústrias podem ter acesso a máquinas e equipamentos de última geração para montagem, manutenção e modernização de suas fábricas. É o caso da SUCRONOR – Mostra de Fornecedores do Setor Sucroenergético e FORIND NE – Feira de Fornecedores Industriais da Região Nordeste, que acontecem simultaneamente de 13 a 15 de abril de 2010 no Centro de Convenções de Pernambuco.

Para Fernando Barbosa, diretor da Multiplus Feiras e Eventos, promotora das Feiras, “a criação desses dois eventos, com grande apoio de entidades setoriais, trouxe para os empresários de todo o Brasil uma oportunidade de entrarem em um mercado com um potencial de expansão que surpreende o país inteiro. É o momento de investir no Nordeste. A Multiplus identificou isso e criou essa oportunidade para o fornecedor industrial crescer junto com a região.”

As duas Feiras acontecem simultaneamente ao 14° Seminário Regional Sobre Cana-de-Açúcar, promovido pela STAB Regional Setentrional. Para mais informações acesse http://www.sucronor.com.br ou www.forind.com.br.

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Grande parceiro da Editora Banas na realização de cursos, o Instituto Mauá de Tecnologia, IMT, tem agora três laboratórios credenciados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP — em 2009, foi realizado o primeiro curso, também em conjunto com Senai Escola Suiço-Brasileira, outra parceira, de Cronoanálise. Foi um sucesso. E ao longo de 2010, serão realizados diversos cursos com temas de interesse do segmento industrial.

Mas voltando ao assunto deste post, o IMT, com a certificação, passa a ser reconhecido formalmente pela ANP como uma instituição capaz de realizar Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) nas áreas de Energia e Refino e, dessa forma, colaborar com o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional de gás, petróleo e biocombustíveis. O credenciamento na ANP é necessário para que a Mauá possa obter da Petrobras recursos financeiros visando o desenvolvimento de projetos de pesquisa nas áreas habilitadas.

Os três laboratórios credenciados são: Laboratório de Engenharia Química e Alimentos, Laboratório de Engenharia de Bioquímica e Laboratório de Micro-ondas. Entre as atividades desenvolvidas em cada um dos laboratórios foram aprovados serviços específicos. Nos laboratórios de Engenharia Química e Alimentos e Micro-ondas, por exemplo, foram certificados os serviços tecnológicos para o desenvolvimento de produtos e processos, respectivamente nas áreas de Energia e Refino. Já o Laboratório de Engenharia Bioquímica – que também está habilitado para atuar na área de Energia – poderá realizar serviços voltados para o desenvolvimento de produtos e processos para monitoração, manejo e conservação do meio ambiente.

Com o credenciamento, resultado de uma série de avaliações realizadas em diversas etapas, incluindo visitas técnicas, a Mauá passa a estar formalmente apta para desenvolver projetos de pesquisa para a Petrobras que, por sua vez, irá avaliar se os mesmos estão de acordo com seus interesses tecnológicos e com a qualidade técnica exigida, podendo vir a financiar totalmente o desenvolvimento dessas pesquisas. Para o pró-reitor acadêmico do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, professor Roberto de Aguiar Peixoto, o credenciamento de três anos ressalta ainda mais a capacidade da Instituição em desenvolver novas tecnologias. “Para a Mauá é um grande reconhecimento de sua competência tecnológica e da qualidade de sua infraestrutura para a execução dos serviços tecnológicos credenciados”, afirma.

Embora o credenciamento seja recente, a professora dos cursos de Engenharia Química e de Engenharia de Alimentos, Cynthia Jurkiewicz Kunigk revela que uma proposta de projeto já foi enviada para avaliação da Petrobrás. Intitulado ‘Aproveitamento de glicerina obtida como co-produto da produção de biodiesel para a obtenção de concentrado protéico (Candida utilis)’, que tem como objetivo transformar a glicerina, um co-produto da produção do biodiesel, em proteína microbiana por meio de um processo biotecnológico.

“O projeto consiste em desenvolver e otimizar o processo de produção desse concentrado protéico (Candida utilis), que poderá ser utilizado como complemento na alimentação humana e de animais ou como agente realçador de sabor em produtos alimentícios”, explica. Em relação à qualidade técnica, a proposta já obteve aprovação da estatal. A Mauá aguarda, agora, a resolução formal para que o laboratório possa dar início ao desenvolvimento da pesquisa.

Muito em breve, os demais laboratórios também apresentarão propostas de projetos para avaliação da companhia, relacionados aos serviços tecnológicos credenciados, “Estudo de processos químicos incentivados por micro-ondas” e “Produção de Bioenergia no tratamento de águas residuárias e adequação ambiental dos efluentes e resíduos gerados”.

Com informações da assessoria de imprensa

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Para fechar a semana, reproduzo um artigo enviado por Nuno Rebelo dos Santos, integrante do Instituto de Marketing Industrial e consultor da JCTM Marketing Industrial. Neste texto, ele argumenta que profissionais motivados e integrados têm melhores ideias, são mais produtivos e mais eficientes no cumprimento de objetivos e metas, por consequência mais felizes. Confira!

A seleção natural destaca os mais aptos, mas estes podem não ser os melhores para o desenvolvimento da espécie ou da sociedade a médio e longo prazo. O desafio humano é superar os limites impostos pela seleção natural integrando os “menos aptos”, que também têm contribuições importantes a dar e que hoje não são devidamente valorizadas. Isto pode causar um retrocesso à sociedade e aos negócios, pois todas as pessoas e aptidões são necessárias, dentro de um espírito de colaboração e aceitação, para a evolução social e econômica.

“Nos negócios, como na vida, existem direitos universais que devem ser respeitados e considerados na definição de metas e objetivos de médio e longo prazo. Valorizar as pessoas, seus diferentes pontos de vista e contribuições, ser sustentável na essência da palavra e capaz de identificar diversas alternativas em qualquer situação são determinantes para o sucesso ou fracasso de uma iniciativa empresarial”, afirma Nuno Rebelo dos Santos, integrante do Instituto de Marketing Industrial e consultor da JCTM Marketing Industrial.

Ele ressalta que a vida humana vale por si só e que é essencial permitir a cada pessoa realizar-se como ser humano e como profissional. “Qualquer resultado depende de um trabalho em grupo e cada participante tem o seu valor e deve ser reconhecido por isto. O problema é a tendência de só se valorizar o líder e os mais competitivos”, esclarece o executivo.

O cenário corporativo atual apresenta uma competição desleal e descontrolada, visando resultados e lucros imediatos e deixando de lado muitas vezes fatores essenciais como a história da empresa, sua filosofia e legado para o futuro. “A tecnologia dá poder, facilita processos e ajuda a estabelecer diferenciais estratégicos, mas sua má utilização traz conseqüências catastróficas. Em sua implementação é sempre necessário considerar as pessoas, que de fato asseguram o valor da companhia diante de seus clientes”, diz Rebelo dos Santos.

Outro aspecto controverso é a postura de muitas companhias de só valorizar os talentos mais competitivos e que se destacam dentro de determinado grupo, deixando de perceber e de considerar a contribuição dos demais integrantes das equipes, que também detém conhecimentos e habilidades importantes para a obtenção de bons resultados e, por conseqüência, para a evolução da companhia.  

Para Rebelo dos Santos, a trajetória de qualquer corporação depende hoje de uma revisão destes e de outros equívocos empresariais, como os bloqueios às iniciativas individuais, os excessos de regulamentação e o constrangimento muitas vezes da ação e da criatividade. “É óbvio que o trabalho em equipe deve ser valorizado, mas cada pessoa contribui de maneira única para o desempenho e deve ser incentivada. É preciso sempre motivar a ação e a criatividade, para que mudanças benéficas ocorram em todas as esferas da organização, evitar o excesso de regras e de fiscalização, bem como a homogeneização de atitudes e ideias”, acrescenta ele.

Ele acredita que, ao propiciar um ambiente de trabalho saudável e dar liberdade para que as pessoas se expressem, as empresas ganham agilidade e eficácia, assim como melhor percepção de seu valor atribuído por seus talentos, clientes e fornecedores. “Profissionais motivados e integrados, reconhecidos como seres humanos, se empenham mais em suas ações, trabalham na mesma direção e buscam aperfeiçoamento constante, o que resolve parte do dilema atual das empresas que é manter um sistema complexo de regras e segurança ou focar-se na qualificação e responsabilização dos responsáveis pelos diferentes projetos. Estes dois aspectos precisam e devem andar juntos”, esclarece Rebelo dos Santos. 

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No dia 2 de fevereiro, o escritório Motta e Advogados Associados fará seminário gratuito sobre recuperação de créditos e redução de tributos direicionado à indústria de máquinas e equipamentos. O evento acontecerá no Renaissance São Paulo Hotel, em São Paulo, SP, das 8h30 às 10h30.

Empresários, executivos e diretores dessas empresas poderão acompanhar temas como a alteração do SAT (Seguro Acidente do Trabalho) para 2010, cuja mudança primeira já se deu com a introdução do Fator Acidentário de Prevenção. Além da substituição tributária do ICMS e a comprovação de créditos PIS e COFINS para finalidade de compensação.

De acordo com os organizadores, o planejamento tributário, incluindo medidas preventivas, a recuperação de créditos tributários e a adequada legislação tributária, habilitam as empresas do setor a serem competitivas em tempos de alta concorrência.

Serviço

Seminário sobre RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS E REDUÇÃO DE TRIBUTOS
Data:
2 de fevereiro
Horário: das 8h30 às 10h30
Local: Renaissance São Paulo Hotel

Mais informações
Motta e Advogados Associados
Telefax: (11) 3262-1126
www.motta.srv.br

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A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) anunciou na terça-feira (26) que sua diretoria de Responsabilidade Socioambiental (RSA) lançou o Projeto Carbono Zero, com o objetivo de provocar uma reflexão sobre o modelo de gestão adotado pelas empresas associadas e favorecer a diminuição de emissão de carbono (CO2).

Alessandra Bernuzzi, diretora de RSA, explica que existem várias ferramentas que viabilizam a diminuição de emissão de CO2 e a escolhida para a primeira fase do Projeto foi o Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs), desenvolvido pela Brazilian Carbon Bureau (BCB) – consultoria que atua no mercado nacional de créditos de carbono.

“Nós temos responsabilidade com o meio ambiente, que deve ser alvo contínuo de intervenções e ações em prol de sua conservação. O nosso Projeto Carbono Zero visa não só nivelar o conhecimento sobre responsabilidade socioambiental, mas também promover uma reflexão sobre este conhecimento”, explica Bernuzzi.

Outro foco do projeto é a viabilização de negócios via sustentabilidade porque o inventário pode e deve auxiliar as empresas a enxergar com mais clareza a questão e desenhar uma estratégia de redução e/ou compensação de emissão de CO2 na atmosfera.

“O inventário pode incentivar uma reflexão que promova o desenvolvimento de novos modelos de gestão, com adoção de medidas como redução de consumo e de desperdícios de matérias-primas, sistemas energéticos mais eficientes, alteração de combustíveis pelos chamados ‘mais limpos’ e até plantio de árvores, por exemplo. Cabe às empresas identificar maneiras de emitir menos carbono, com projetos de engenharia reversa”.

A Abimaq firmou uma parceria com a BCB que vai elaborar os inventários de GEEs para as associadas, gerando a oportunidade de desenvolver ações gerais e localizadas em benefício da sustentabilidade. A associada RTS Válvulas participou do projeto piloto e já recebeu seu inventário de GEEs.

A metodologia de trabalho da BCB segue critérios e padrões de órgãos internacionais, como o Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) e da norma ISO 14064 (relacionada à quantificação e verificação de GEE).

João Marcelino, contador da RTS e responsável pelo projeto dentro da empresa, diz que para se fazer o inventário, é importante ter informações sobre consumo de energia, frete, lixo, entre outras.

“Nós respondemos a um questionário que abordava estas e mais outras questões sobre a empresa. Pudemos perceber que a empresa já tinha ações sustentáveis, como por exemplo, destino correto ao lixo e tratamento de efluentes líquidos. Mas identificamos que mesmo assim, geramos CO2 de forma direta e indireta, o que será compensado com plantio de árvores”, conta Marcelino.

“Não tínhamos nenhuma idéia de como era feito o inventário. Percebemos que todos nós temos responsabilidade e devemos compulsoriamente ou voluntariamente assumir a nossa parte, pois a continuidade dos recursos naturais do amanhã depende de nossas ações hoje”, finaliza.

Durante a divulgação do segundo inventário nacional de emissões, no último dia 25, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, anunciou que as emissões brasileiras de gases de efeito estufa aumentaram 62% entre 1990 e 2005. Todos os setores registraram crescimento nas emissões e a indústria como um todo é o quarto setor que mais emite GEEs. Nesses 15 anos, o aumento de emissões foi de 39%, embora a participação do setor para as emissões nacionais tenham caído de 2% para 1,7%.

Especialistas afirmam que o Brasil tem condições de assumir um importante papel nas discussões sobre emissões de carbono, por ter uma matriz energética mais limpa que a dos países desenvolvidos – e de emergentes como a China.

Apesar desse aumento, o Brasil domina tecnologias estratégicas para o futuro, como a dos biocombustíveis – com destaque para o etanol, que além de poluir menos, promove um significativo seqüestro de carbono da atmosfera, durante o cultivo da cana-de-açúcar.

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Indústria em alta

Icone Divulgue esta notícia!, Economia, Pesquisa | Por Erica em 26 de janeiro de 2010

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Nos últimos seis dias, 21 e 26 de janeiro, a Confederação Nacional das Indústrias, CNI, divulgou os resultados de duas pesquisas com resultados bastante positivos para o segmento industrial. Veja nos links abaixo a íntegra das duas matérias, com os resultados, publicadas nos site da entidade:

Otimismo da indústria é o maior em 11 anos

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), alcançou 68,7 pontos em janeiro, uma alta de 2,8 pontos ante outubro e de 21,3 pontos em relação a janeiro do ano passado, quando, atingida pela crise internacional, a confiança do empresário para 47,9 pontos.

Indicadores Industriais confirma crescimento

O desempenho da indústria brasileira em novembro passado confirmou a retomada do crescimento econômico. O faturamento do setor cresceu 1,3% em relação a outubro na série com ajuste sazonal. Foi o sétimo mês consecutivo de expansão do indicador. Na comparação com novembro de 2008, o faturamento teve alta de 8,4%, informa a pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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O Sensor Econômico referente a dezembro de 2009 apresentou elevação de 2,3 pontos em relação a novembro, tendo registrado 31,5 pontos. Esse resultado do indicador das expectativas do setor produtivo sobre o futuro da economia, medido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), representa um crescimento da confiança no crescimento econômico e na melhoria social, ainda que pequeno.

As expectativas entre novembro e dezembro melhoraram, principalmente nos aspectos contas nacionais e desempenho das empresas. O índice do desempenho das empresas passou de 23,6 pontos em novembro para 29,0 em dezembro, para o que contribuíram expectativas de mais contratações e ampliação da capacidade produtiva. No mesmo período, os índices dos parâmetros econômicos e do aspecto social apresentaram variação positiva, mas pouco significativa.

Desde janeiro de 2009, quando o Sensor registrou 6,8 pontos, apontando apreensão, o indicador evoluiu consideravelmente. A melhora das expectativas foi maior a partir de junho: o Sensor apresentou crescimento acelerado entre junho e agosto e moderado a partir de setembro, tendo passado da faixa de apreensão à faixa de confiança. A análise por aspecto revela que, ao longo de 2009, os índices das contas nacionais e desempenho das empresas tiveram o maior crescimento; aspecto social experimentou elevação menor, enquanto o índice dos parâmetros econômicos recuou.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

KLEBER PINTO

Jornalista com oito anos de experiência em jornalismo online. É editor dos sites da Editora Banas Pack, P&S e Radar Industrial. Foi repórter e editor nos portais UOL, Terra e Globo.com, nas editorias de cultura, saúde, cidades e tecnologia.

ERICA MUNHOZ

Jornalista pós-graduada em Teoria da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero com 10 anos de experiência. É editora-chefe da revista P&S. Atuou durante nove anos como repórter, editora executiva e assessora de imprensa na indústria automobilística.

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