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reusoA Raízen, uma das maiores empresas de energia do Brasil, que atua na produção de etanol, açúcar e na distribuição de combustíveis, por meio da marca Shell, foi a vencedora da 12ª edição do prêmio Conservação e Reuso de Água da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A companhia concorreu com outras 191 organizações. O prêmio foi divulgado em um evento, nesta terça-feira (21), na sede da entidade, em São Paulo.

A Raízen levou a premiação pelo projeto ReduSa (REDução do USo da Água), implantado na safra 2015/2016. Ele é pioneiro no setor sucroenergético e visa a redução do consumo de água e redução de geração de efluentes. O projeto é um reflexo da preocupação da Raízen em adotar práticas sustentáveis para promover a conscientização do uso de recursos hídricos nas atividades indústrias.

“Esse prêmio é uma honra para a Raízen. Ele é mais uma demonstração de que atuamos de forma pioneira, sustentável, ética e na busca constante por inovação”, afirmou Ricardo Berni, diretor de Planejamento Integrado, Qualidade e Administrativo. “Esse é mais um exemplo de práticas inovadoras e de excelência operacional da Raízen, medidas essas que são nossos pilares e norteiam a companhia”, completou Berni.

A classificação geral se deu por uma somatória de pontos feita pela Comissão Julgadora, que avaliou ponderadamente diversos quesitos, como a otimização do uso de água, importância na conservação dos projetos e os programas para conscientização dos funcionários. O prêmio foi recebido por José Orlando Ferreira, gerente da Qualidade Integrada da companhia. “É um orgulho enorme receber de uma entidade como a FIESP o reconhecimento de que a Raízen está no caminho certo e contribuindo com a sociedade para a gestão hídrica”, destacou durante o evento.

O executivo apontou que a premiação é decorrência das políticas adotadas pela empresa. “O prêmio é bastante significativo para a Raízen, pois reconhece a nossa preocupação com os recursos hídricos, bem como os programas sustentáveis adotados pela companhia em sua operação industrial. É a concretização de um trabalho fantástico realizado por meio do ReduSa, uma iniciativa de gestão praticada no nosso dia a dia. Estendemos os parabéns a quem implementa de fato a sustentabilidade na Raízen: os nossos cerca de 30 mil funcionários”, concluiu Ferreira.

 

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PX119-brOs transmissores de pressão da série PX119, oferecidos pela OMEGA™ no Brasil, são compactos e resistentes para diversas aplicações como içamento e transporte de materiais, equipamentos móveis e aplicações críticas que não requerem alto nível de precisão, entre outras.

Lançada globalmente, como por exemplo nos EUA, Europa e Ásia, a série PX119 de transdutores reúne flexibilidade e complexidade em um produto que apresenta a melhor relação entre custo e benefício desta categoria no mercado destes países.  Eles trabalham em faixas de pressão de 15 a até 5000 psi e em temperaturas de – 40º até 135º celsius. Além disso, atendem parâmetros de proteção ambiental IP65 e da certificação CE, são ideais para espaços reduzidos e têm acuracidade de 0,5% BSL.

O corpo do PX119 é uma única peça de aço inoxidável para promover a proteção dos sensores eletrônicos internos, como o sensor cerâmico que permite uma excelente compensação térmica. As especificações completas do PX119 podem ser encontradas por meio do link (br.omega.com/PX119). Outros equipamentos, artigos, e-books e manuais técnicos também são acessíveis no site (br.omega.com).

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esgotosPor Yves Besse*

O conceito de cidades sustentáveis tem trazido novas visões na abordagem dos problemas de esgotamento sanitário urbano. Não se pensa mais unicamente em disposição final dos esgotos tratados em rios, lagos e mar, muito menos dos lodos em aterros sanitários. Até porque as legislações ambientais estão cada vez mais rígidas e essas soluções básicas estão se tornando cada vez mais inviáveis. Nascem, então, novos conceitos e tecnologias para atender as demandas ambientais.

O reúso do esgoto tratado em águas industriais, águas de lavagem de ruas, de molhagem de jardins ou até de recarga de lençol freático para aumento de disponibilidade de água bruta para produção de água potável tem se desenvolvido muito em decorrência de novas tecnologias cada vez mais eficientes e econômicas. Da mesma forma, a transformação do lodo do tratamento dos esgotos urbanos em energia – como calor, vapor ou eletricidade e até mesmo em adubos agrícolas – tem avançado muito.

Agora o mais interessante é integrar as estações de tratamento de esgoto à paisagem urbana. As opções incluem parques para lazer, áreas verdes, piscinões verdes para contenção de águas pluviais e prevenção de inundação e até mesmo áreas verdes para a limpeza dos rios urbanos, o que geraria valorização imobiliária – seja a partir de ETE em sistemas de jardins filtrantes ou compactas totalmente integradas a paisagem urbana.

Infelizmente o problema do esgoto no Brasil se resume apenas a sua coleta e ao seu tratamento – que ainda inexiste para mais de 70% da população urbana brasileira, ou seja, cerca de 130 milhões de pessoas. Ainda definimos a qualidade do esgoto tratado e, portanto, a tecnologia que devemos utilizar para o seu tratamento em função do seu corpo receptor (rio, lago etc.).  Quanto mais poluído o corpo receptor, menos exigente é a qualidade do esgoto tratado e menos tecnologia é utilizada para o seu tratamento. Criamos, então, um círculo vicioso no qual nunca despoluiremos o que já está poluído.

Para sairmos desse impasse, devemos modificar nossas normas técnicas para que possamos avançar mais e mais rapidamente. Isso somente ocorrerá se todas as partes relacionadas do saneamento trabalharem nesse sentido. Infelizmente as empresas públicas responsáveis por mais de 90% dos serviços de esgotamento sanitário à população urbana não estão preocupadas com isso e são, na sua grande maioria, utilizadas para fins políticos em detrimento do seu uso para fins de saneamento. Isso associado ao corporativismo de certas empresas públicas e de certos idealismos ultrapassados impedem que o setor enxergue e desenvolva soluções sustentáveis.

Dever-se-ia promover a conscientização política e da sociedade civil organizada e eliminar as ideologias populistas puras sobre a água – como as que dizem que a água é um direito humano universal – e substituí-las por ideologias realistas. A água é um direito humano sim, porém, é também um direito social, ambiental e econômico, totalmente diferente de um direito cívico, por exemplo, que não envolve as outras características, principalmente a econômica.

Se conseguíssemos num primeiro momento que as diretrizes da lei do saneamento de 2007 fossem cumpridas, já estaríamos numa situação muito melhor. Infelizmente elas têm sido postergadas sistematicamente ano a ano, o que faz que não se planeje, não se fiscalize, não se regule e não se regularize a prestação dos serviços públicos de água e esgoto urbanos.

Somente com maior rigor na aplicação da lei e a melhor utilização das diversas ferramentas disponíveis – como as PPPs, as concessões entre outras – é que poderemos acessar e utilizar as mais modernas ferramentas tecnológicas e de gestão existentes para atingirmos um índice de desenvolvimento urbano e passar de um país em desenvolvimento para a categoria de país desenvolvido.

*Yves Besse é diretor geral de Projetos para América Latina da Veolia Water Technologies

 

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bemisCom o objetivo de otimizar a produtividade de embalagens flexíveis, a Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, adquiriu uma impressora flexográfica europeia no valor de R$ 12 milhões, para a unidade de Londrina, no Paraná.

O equipamento está em operação desde o início de 2017 e já aumentou a capacidade produtividade da companhia na área de impressões em flexografia. Além de oferecer alta qualidade, quase comparada com impressões em rotogravura, também possibilita maior flexibilidade para os clientes da carteira e novos, devido a capacidade de imprimir em até 10 cores.

A nova impressora também realiza set ups muito mais rápidos, gerando ganhos em produtividade. “Este investimento ampliou nossa capacidade na produção de embalagens flexíveis para os mercados de proteínas e pet food, com incremento substancial em qualidade, flexibilidade e rapidez. Hoje entregamos nossos pedidos na metade do tempo que realizávamos antes desta impressora entrar em operação”, afirma Marcus Correa, gerente de Marketing para Produtos de Consumo.

 

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gUm dos maiores fabricantes brasileiros de equipamentos para a produção de embalagens e sacolas plásticas, a G4 Máquinas marcará presença na primeira edição da feira Plástico Brasil. Promovida pela Abimaq e Abiquim, a exposição será realizada de 20 a 24 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

 Em um estande com 150 m2, a G4 Máquinas apresentará uma completa linha de soluções para as indústrias do setor. Atualmente, a empresa fornece seis famílias de produtos (com larguras úteis entre 700 e 1.300 mm) e uma série de acessórios, como desbobinadores, mesas empilhadoras e gofradores.

 Embalagens Trapezoidais

 Os profissionais que visitarem a G4 Máquinas na feira Plástico Brasil também conhecerão o mais novo lançamento da marca. A Start TR 700 é o primeiro modelo trapezoidal projetado pela empresa. Oferece diversas vantagens para os fabricantes de embalagens para flores e hortaliças.

 Além de ser a máquina mais rápida do segmento (até 60 metros por minuto), é totalmente automatizada e conta com uma interface muito prática para o operador, com o uso de um monitor colorido touch screen. Sua construção foi pensada para garantir uma maior versatilidade e baixa manutenção.

 Ao contrário das máquinas tradicionais, a TR 700 tem como grande diferencial o uso de cabeçotes superior e inferior. Produz embalagens com solda fundo, beira-lateral ou solda lateral em sacos blocados. Em complemento, a G4 criou muitos opcionais exclusivos para o equipamento.

 Atendimento Diferenciado

 Ao longo da semana, as equipes de engenharia, vendas e suporte técnico da G4 Máquinas estarão de plantão no estande (espaço B040) para demonstrar os equipamentos, planejar unidades de produção, detalhar todas as opções de compra e apresentar a estrutura diferenciada de pós-vendas da marca.

 G4 Máquinas – Boy Service

 Fundada em 2001, a G4 tem as suas origens na Boy Service Máquinas, uma empresa que realizava serviços de manutenção em equipamentos do setor de embalagens plásticas. Há oito anos, lançou sua primeira máquina e investiu na construção de uma moderna fábrica na cidade de Agudos (SP).

 Atualmente, conta com uma ampla linha de produtos e segue desenvolvendo novas soluções para os empresários do segmento. Possui representantes em todo o Brasil e exporta seus produtos para vários países da América Latina, como o Chile, Costa Rica, Equador, México e Peru.

 Plástico Brasil 2017

 A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha será realizada pela primeira vez entre os dias 20 e 24 de março. A exposição acontecerá no novo centro de eventos São Paulo Expo. Os profissionais poderão conhecer as novidades das indústrias do setor das 10 às 19 horas.

 

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vigor okA Vigor Alimentos, que acaba de completar 100 anos de atuação no mercado brasileiro, renova sua estratégia de negócios e investe R$ 20 milhões no reposicionamento de sua marca institucional. A mudança está baseada em quatro importantes pilares: novo posicionamento, nova logomarca, novas embalagens e nova comunicação. O objetivo é consolidar a Vigor Alimentos como uma das maiores empresas de lácteos do mercado brasileiro. Nesse sentido, a companhia promete construir uma marca ainda mais inovadora, cada vez mais presente na mídia e no ponto de venda, ainda mais atraente e com produtos que combinam sabores, texturas e benefícios exclusivos.

De acordo com Gilberto Xandó, presidente da Vigor Alimentos, o reposicionamento da marca representa um momento histórico. “Temos muito orgulho pelos 100 anos da nossa trajetória. Mas chegou a hora de darmos passos mais largos. Estamos preparados para ser protagonistas do mercado brasileiro de alimentos”, diz. O executivo ressalta que a mudança reflete um ajuste macro na empresa e um grande passo para o futuro. “Vamos promover mudanças relevantes em todas as operações e mercados em que estamos presentes. O objetivo é sermos a melhor opção de nossos clientes e consumidores”.

Para isso, a empresa investiu em pesquisas junto aos consumidores. A mudança teve início pelo seu principal ícone: a logomarca. A Vigor adotou uma identidade visual mais contemporânea, clean e menos arredondada. A fonte também foi trocada por um estilo leve e agradável. Já a assinatura mudou para: “Vigor. Descubra esse Sabor”. Trata-se de um posicionamento que convida a experimentar e a descobrir toda a qualidade dos produtos da marca. “Nosso objetivo é criar uma experiência pessoal rica, estimulante e próxima do consumidor. Proporcionar sentimentos de admiração, prazer e confiança”, comenta Anne Napoli, diretora de Marketing da companhia.

A mudança proposta pela Vigor também prevê uma alteração completa de todas as embalagens que compõem o seu portfólio: dos requeijões e iogurtes até os queijos especiais e margarinas. A companhia quer colocar à mesa versões mais refinadas, desenvolvidas em São Francisco (Estados Unidos), pela Sterling Becker, uma das principais empresas de design do mundo. O que se pretende é ter opções mais atraentes no ponto de venda, reforçando o lado sensorial da Vigor. Em alguns casos ainda serão aplicados selos e ícones de utilização que garantam tanto a qualidade quanto a forma de uso de cada produto.

A nova trajetória da Vigor visa o longo prazo. “Poderíamos permanecer confortáveis nos segmentos em que dominamos, mas conhecemos o potencial do mercado brasileiro. Sabemos que ainda há muito espaço para crescer”, comenta Xandó. Uma das principais estratégias é buscar ser mais conhecidos pelo restante do País. Até o ano de 2009, 83% das vendas eram feitas somente na capital paulistana. Sete anos depois, o percentual caiu para 50%. A vontade da empresa é que esse número reduza ainda mais – cerca de 35% até 2020. “Miramos nosso crescimento fora do Estado. É isso que vamos perseguir de forma incansável”.

Novidades únicas no Brasil

Com sua visão inovadora, a Vigor é a empresa que que mais apresenta produtos exclusivos ao mercado brasileiro, a exemplo do iogurte grego. Só este ano, serão lançadas dez grandes novidades. O destaque fica por conta do indescritível Vigor Grego Pedaços: o único do país com generosos pedaços de frutas naturais, sem corantes e sem aromatizantes. Trata-se de um produto jamais visto nas gôndolas brasileiras. Cada colherada apresenta uma explosão de textura, pois os pedaços de frutas são bem grandes e misturados à massa. Os sabores são exóticos e diferenciados: Damasco, Coco e Cranberry.

Outro lançamento que promete surpreender o paladar de muitas pessoas é o Cream Cheese Danúbio Aerado, que também detém o título de primeiro e único do país. As bolhas de ar injetadas no produto se espalham mais facilmente no pão, por meio de uma textura macia que derrete na boca. A novidade passa por um processo que deixa o creme mais leve do que a versão tradicional. Além disso, carrega o sabor marcante, já conhecido pelos consumidores da marca.

 

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A Tetra Pak lança a campanha “Tô de Olho” com o objetivo de conscientizar os consumidores sobre o impacto que suas escolhas têm no meio ambiente. Protagonizados por crianças, os vídeos mostram como elas estão atentas para que os adultos assumam uma atitude responsável no momento da compra.

De acordo com Vivian Leite, Diretora de Marketing da Tetra Pak, apesar de ser uma empresa B2B, a decisão de falar diretamente com o consumidor veio da necessidade de informá-lo sobre o diferencial das embalagens, que são produzidas com materiais de fontes renováveis e 100% recicláveis.  “Abraçamos esse desafio de conscientizar a sociedade sobre a escolha da embalagem e optamos por uma comunicação leve e divertida, bem próxima da realidade”, afirma.

to de olhoReconhecida por promover iniciativas sustentáveis e educação ambiental, a Tetra Pak acredita que a campanha irá despertar no público o sentimento de responsabilidade individual pelo planeta. “Este é um tema muito importante, que deve ser tratado permanentemente. Precisamos estar atentos aos nossos hábitos para preservarmos o futuro das próximas gerações”, afirma Valéria Michel, Diretora de Meio Ambiente da Tetra Pak.

Com a performance ambiental no centro da estratégia global, desde 2008 as embalagens da Tetra Pak são certificadas pelo FSC® (Forest Stewardship Council®). Isso significa que é possível rastrear o caminho do papel desde a embalagem até a floresta que o originou e comprovar que ela foi manejada de forma responsável, respeitando padrões ambientais, sociais e econômicos pré-estabelecidos. Além disso, a embalagem também é produzida com polietileno feito a partir da cana-de-açúcar, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.

As embalagens também são 100% recicláveis e transformadas em placas de papelão, telhas, canetas e até em móveis.

Campanha
Voltada ao ambiente digital, a campanha foi criada pela Heads Propaganda e contará com um hotsitecuidedomeufuturo.com.br, além de peças e filmes que serão divulgados nas mídias sociais – Facebook e YouTube. Nas gôndolas, um QR Code na lateral das embalagens direciona o consumidor para a plataforma da campanha, permitindo que ele tenha acesso as informações completas.

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PapelcartãoAlguns veículos de comunicação brasileiros publicaram recentemente uma pesquisa americana divulgada em uma renomada revista científica. O estudo comparou amostras de embalagens onde são armazenados os alimentos depois de prontos e que são comercializados nos Estados Unidos. O resultado constatou que as embalagens continham substâncias cancerígenas, como o flúor, que contaminavam os alimentos. Além do câncer, a presença destes químicos foram relacionados ao surgimento de outras doenças como o diabetes.

Mas, e no Brasil, como isso funciona? Aqui existe um rigoroso protocolo de normas e especificações para embalagens alimentícias. “A indústria é orientada a seguir as regras ditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, inclusive, disponibiliza uma lista positiva que discrimina as substâncias aceitas para esta aplicação”, explica Fabiane Staschower, executiva de Inovação de Embalagens da Ibema.

A Ibema, um dos principais players do mercado brasileiro e latino-americano, possui um completo portfólio de papelcartão que inclui produtos para o mercado alimentício. As soluções direcionadas para este mercado são certificadas para o contato direto com alimentos pela Anvisa e ISEGA, instituto alemão que há mais de 45 anos realiza testes e certifica produtos para embalagens no mundo. “As certificações chancelam a utilização do nosso papelcartão e comprovam a sua segurança alimentar”, conclui a executiva de Inovação de Embalagens.

 

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consumidorInteresse cada vez maior por tudo que remete ao conceito de saudabilidade está entre as principais transformações

Celebrado na próxima quarta-feira, 15 de março, o Dia Mundial do Consumidor foi criado para proteger os direitos do consumidor e lembrar as empresas do compromisso de respeitar todas as leis que protegem os seus respectivos clientes. Instituída pela primeira vez no ano de 1962, pelo então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, a data foi oficializada em 1985 pela a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). Por aqui, no Brasil, a comemoração leva a uma reflexão e ao seguinte questionamento: O que mudou no perfil do consumidor brasileiro nos últimos anos?

Segundo David Oliveira, gerente de marketing da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis e com mais de 90 anos de atuação, dentre as principais transformações, destacam-se a maior exigência por melhores atendimentos, o interesse pela procedência dos produtos, a valorização de empresas e itens ecologicamente responsáveis, e a busca cada vez mais constante por tudo que remete ao conceito de saudabilidade. “Essa movimentação não é um modismo, mas sim uma tendência irreversível e mundial. Quando o cliente passa a adotar tais hábitos, ele não quer mais abrir mão”, afirma o executivo.

A tese de Oliveira é corroborada pelo estudo Alimentação Saudável – Tendências 2016, realizado pela Mintel, fornecedora global de pesquisa de mercado. De acordo com o levantamento, apenas 24% dos brasileiros afirmaram que não possuem interesse em seguir uma alimentação saudável. Outro relatório, este organizado pelo grupo varejista Tesco, com 18 mil voluntários de 18 países, revelou que cerca de 90% dos brasileiros acredita ser importante que os supermercados e a indústria os ajudem a fazer escolhas mais saudáveis, contra 58% e 56% dos consumidores com essa opinião nos Estados Unidos e no Reino Unido, respectivamente. “O número comprova que os brasileiros se mostram bem mais preocupados com a saúde que a média global”, pontua o gerente de marketing da Superbom.

Para David, as lojas, empórios e supermercados com atuação no país têm identificado de forma clara e objetiva a potencialidade do conceito de qualidade de vida e alimentos mais saudáveis. “Notamos que hoje há muitos vendedores que se especializaram em alimentação saudável, muitos deles eram generalistas e notaram que este mercado estava saturado e que havia uma demanda por estes produtos mais saudáveis, muitos vieram nos procurar e ao fazerem esta migração, passaram a vender mais e nós também”.

Variedade de produtos saudáveis

Anos atrás o mercado de alimentação saudável era concentrado quase que exclusivamente em frutas, legumes e verduras, e nos dias de hoje já existe uma infinidade de produtos naturais que também oferecem aquilo que realmente o consumidor deseja: saúde e bem-estar. “O brasileiro quer ser mais saudável, mas sem perder o prazer de comer bem. Por isso a Superbom tem se preocupado em trazer novidades a todo tempo. Com os lançamentos do ano passado, por exemplo, temos seis opções de sabores de queijos que fatiam e derretem, feitos a base de amido de batata e óleo vegetal de palma, sem lactose e colesterol, e sem nenhum item de origem animal na composição”.

Oliveira ainda destaca que a companhia também vem investindo  no mercado de produtos sem glúten, que cresce apoiado não apenas na necessidade dos portadores da doença celíaca, mas também no hábito crescente de consumir produtos mais saudáveis. A prova disso é que o estudo da Mintel constatou que apenas 6% dos brasileiros concordam com a afirmação de que produtos sem glúten são exclusivos para intolerantes. “Temos 15 produtos em nosso portfólio, entre cookies e snakcs, que se encaixam nesse perfil. São itens ideais para celíacos e para quem não possui a intolerância, mas busca na alimentação o ideal de saúde e longevidade”.

Para o futuro, esperam-se ainda maiores desafios que permitam  que as empresas do segmento cresçam e inovam, levando sempre ao cliente produtos de qualidade, com preços justos e bom atendimento. “Tudo isso, é claro, com os valores de saudabilidade e preocupação com as demandas do consumidor sempre agregados”, conclui Oliveira.

 

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raisO prazo para que empregadores entreguem a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Ano Base de 2016 vai até 17 de março.

A declaração é obrigatória para todas as pessoas jurídicas com CNPJ ativo na Receita Federal no ano passado, com ou sem empregados – neste caso ela deverá ser negativa -dos setores público ou privado e todos os estabelecimentos com Cadastro de Empresa Individual (CEI), que possuem funcionários.

Para os Microempreendedores Individuais (MEI) sem empregados, a declaração é facultativa.

A declaração da Rais é feita pelo programa GDRais 2016. O envio deverá ser feito somente via internet. Em caso de estabelecimento sem vínculos empregatícios no ano-base, deverá ser utilizado o formulário próprio de Declaração de Rais Negativa Web. Ambas as formas de declaração estão disponíveis no site www.rais.gov.br.

Quem não entregar o documento no prazo estabelecido ou fornecer informações incorretas pagará multa. Os valores variam conforme o tempo de atraso e o número de funcionários, e vão de R$ 425,64 podendo chegar a R$ 42.641,00.

A multa por atraso é calculada com percentual do valor máximo, fixado em R$ 42.641,00. Este percentual varia conforme a faixa de número de empregados, indo de 0% a 4% na faixa de até 25 empregados e até 20%, na faixa de mais de 500 empregados. Além desse valor, aplica-se um adicional de R$ 106,40, para cada bimestre de atraso e outros R$ 26,60 para cada trabalhador que deixou de ser declarado dentro do prazo.

Atualmente, existem no mercado soluções que ajudam a validar e gerenciar o envio de documentos para autoridades fiscais, reduzindo as chances de inconsistências.

A Sage, líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, oferece soluções com diversas funcionalidades que agilizam a rotina do departamento fiscal, trabalhista e contábil, como o download de guias de pagamento, a importação de Notas Fiscais, a atualização automática das leis aplicáveis, a emissão de relatórios. E, ainda, a integração com os sistemas das autoridades fiscais municipais, estaduais e federais.

Os sistemas Sage Gestão Contábil e Sage Cordilheira, por exemplo, atendem às necessidades da Rais. O módulo Folha de Pagamento dos sistemas permite gerar o arquivo considerando funcionários, diretores e autônomos, com os dados referentes aos processamentos realizados no sistema. Além disso, é possível emitir os Informes de Rendimentos para funcionários, diretores e autônomos.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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