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civilEm 26 de outubro é celebrado o Dia do Profissional da Construção e com o objetivo de homenagear as pessoas que trabalham todos os dias para construir o país, a IRWIN, uma das principais fabricantes de ferramentas manuais e acessórios do mundo, promove uma série de ações ao longo do mês. Neste ano, com o objetivo de mostrar a preocupação da marca com aqueles que utilizam os equipamentos no dia a dia, a empresa realizará ações em conjunto com as construtoras EZTEC; Plano&Plano e Riformao, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto da Construção (IC), o que vai beneficiar mais de 10 mil pessoas.

Há seis anos a IRWIN comemora mundialmente a data e, até o momento, já foram homenageados mais de 100 mil pedreiros, eletricistas, encanadores, carpinteiros, instaladores de piso, encanadores, marceneiros e tantos outros trabalhadores do setor. “Valorizar e incentivar a todos está no DNA da nossa marca. É importante lembrar que esses homens e mulheres são responsáveis pela transformação das nossas casas, escolas, pontes, entre outras tantas construções e reparações do dia a dia. Essa é a maneira que encontramos de contribuir com o crescimento humano dessas pessoas”, afirma Joana Kfuri, gerente sênior de ativação da IRWIN.

A empresa destaca também que a iniciativa é uma forma de estimular o trabalho dos profissionais do setor, pois após realizar um estudo, concluiu que nem sempre quem trabalha na área é admirado. “Infelizmente, quem realmente ‘põe a mão na massa’ nem sempre é valorizado como deveria. Queremos ajudar a mudar esse cenário”, ressalta Joana.

Dia do Profissional da Construção 2017

Para 2017, entre as iniciativas programadas no Senai e no IC, a IRWIN promove o encerramento da quarta edição do programa “Entre Profissionais”, que, ao longo do ano, realizou treinamentos em diversas unidades das instituições em todo o Brasil. Durante a iniciativa, os alunos participaram de cursos de capacitação sobre a aplicação das ferramentas no dia a dia das obras, com foco na forma correta de manuseio, conservação e armazenamento. “Agora, ao término do projeto, vamos prestar a nossa homenagem e entregar um kit especial para todos”, afirma Joana.

Já nas construtoras, a equipe de profissionais da IRWIN vai visitar três obras – uma da EZTEC, uma da Plano&Plano e outra da Riformato  –, todas em São Paulo. “Assim como fizemos nas escolas, vamos apresentar as técnicas que tornam o uso das ferramentas mais eficiente. Dessa forma, mostraremos que, ao aplicar essas estratégias no dia a dia, certamente, eles ganharão mais produtividade nas suas tarefas. Além disso, vamos presenteá-los com os kits”, declara Joana.

Joana ainda acrescenta “é uma honra para a IRWIN incentivar e valorizar esses profissionais tão importantes para o país. Afinal, eles são os responsáveis pela construção dos sonhos de muitas pessoas”.

 

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image002Multinacional alemã líder mundial em sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal desenvolveu um produto para detectar rasgos em transportadores de correia. Indicado para ambientes industriais pesados, com alta concentração de poeira, umidade, altas temperaturas, em regime de trabalho contínuo, o detector de rasgo TRC 461 mostra possíveis rompimentos, falhas ou problemas na emenda da carreia.

 Compacta, a solução da Schmersal é de fácil instalação e conta com resposta rápida na detecção de danos nos transportadores de correia. O sistema reduz os gastos provocados por rasgos longitudinais nos transportadores de correia, tanto em perdas de produção quanto em manutenção.

 Com fabricação nacional e produzido em alumínio injetado, a solução tem grau de proteção IP 67 e trabalha em temperatura de -30˚C a + 90˚C. O detector de rasgo TRC 461 é indicado para utilização em transportadores de correia nas indústrias de mineração, siderúrgica, portos, alimentícia, movimentação de grãos, naval e sucroalcooleira.

 Para mais informações sobre o detector de rasgo TRC 461 da Schmersal acesse http://www.schmersal.com.br/nc/produtos/automacao/produto/action/detail/product/rasgo-de-correia/.

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eskoEm seu estande na Labelexpo Europe 2017, a Esko anunciou o lançamento oficial de duas soluções simplificadas, o Automation Engine QuickStart e o WebCenter QuickStart, ambos para rótulos. As soluções ajudarão os convertedores de rótulos a melhorar sua produtividade e lucratividade. Estas soluções pré-configuradas e fáceis de usar vão de encontro a vários desafios enfrentados por este setor e que atrapalham o fluxo de trabalho e causam ineficiências na produção dos rótulos.

“Frente aos desafios enfrentados pelos impressores de rótulos, a ideia de simplificar o processo de produção ganhou total atenção da Esko. De fato, trabalhamos com foco total na simplificação da cadeia de embalagem (dentro do conceito Packaging Simplified)”, afirma Udo Panenka, Presidente da Esko. “Recentemente a Esko anunciou que oferecerá cada vez mais soluções-chave, mais rápidas e fáceis de serem aplicadas e ajustadas. Acreditamos que temos excelentes produtos, com investimentos atrativos, para oferecer para os convertedores de etiquetas iniciarem rapidamente o processo de automação de trabalho e de gerenciamento de projetos. Estamos falando de sistemas totalmente amigáveis e completos, que podem ser expandidos de acordo com a necessidade do fluxo de trabalho, sem qualquer dificuldade, sempre que necessário.”

Hoje os brand owners precisam que seus produtos sejam rapidamente identificados pelos consumidores, inclusive em experiências do tipo “me-experience” (experiência própria) a partir de produtos exclusivos. Isto tem levado à diversificação dos produtos, com a customização em massa e os designs mudando constantemente; há casos de personalizações de item a item para um determinado consumidor. Isto resulta em mais trabalhos, de menores quantidades, com ciclos de tempo menores. É preciso lembrar ainda que o volume de rótulos produzidos tem se mantido estável mesmo entre as marcas globais. Além disso, a qualidade, especialmente em relação à reprodução das cores, é um item não negociável. As marcas também buscam a redução de custos.

Para participar deste novo cenário, os convertedores lidam com a produção de mais itens, em pequenas quantidades, e em tempo mais reduzido. Isto justifica a adoção da tecnologia de impressão digital. Estima-se que cerca de 12% de todos os rótulos premium já sejam impressos digitalmente. Neste contexto, a Esko lançou o fluxo de trabalho QuickStart, uma série de ferramentas poderosas, pré-configuradas, para atender às necessidades de aplicações específicas. A grande vantagem é a fácil implementação e utilização; as ferramentas baseiam-se nas boas práticas adotadas por diversos convertedores de rótulos em todo o mundo nos últimos anos.

Durante a Labelexpo Europe, no final de setembro em Bruxelas (Bélgica), a Esko apresentou duas destas ferramentas pré configuradas para a conversão de rótulos:

·         O WebCenter QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de projetos que reúne todos os elos da cadeia produtiva de rótulos.

·         O Automation Engine QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de tarefas associadas aos fluxos de trabalho de pré-impressão.

WebCenter QuickStart para rótulos

A automação do processo de produção de etiquetas e rótulos economiza tempo e descarta o risco de erros. O WebCenter QuickStart para rótulos é uma solução “fora da caixa”, baseada em um software que fica na nuvem (SaaS) ou em fluxos de processos pré-configurados de acordo com premissas pré estabelecidas. São criadas ferramentas de revisão e aprovação de trabalho, em 2D e em 3D. O software gerencia um database de rercursos digitais centralizados que permite a busca e reordenação dos rótulos existentes. O sistema traz ainda um dashboard e relatório operacional. Uma vez instalado, o WebCenter QuickStart para rótulos leva a um processo sem papeis, que facilita tanto os convertedores como seus clientes a saberem exatamente em que estágio está o trabalho dentro do processo.

Automation Engine QuickSTart para rótulos

O sistema oferece as tarefas mais essenciais de pré-impressão de rótulos, incluindo preflight , adição e verificação de códigos de barras e de conteúdo, trapping, step and repeat e inserção de marcações e faixas de controle. Ele pode ser usado com qualquer tecnologia de impressão (digital, flexo, offset ou rotogravura) e também é escaneável. O sistema pode ser atualizado para mais funcionalidades, como controle de qualidade automatizado, gerenciamento de cor e controle do dispositivo de saída, que garante maior saída e que pode ser conectado ao sistema de negócio existente do cliente, se necessário. O software pode ser instalado e ativado com o treinamento total do operador em menos de três dias. O sistema foi especialmente desenvolvido para incluir impressoras de rótulo digitais, particularmente as HP Indigo, graças a um acordo de cooperação entre a Indigo e a Esko.

 

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A usina de Maracanaú (CE), mais conhecida como Gerdau Cearense, comemora neste mês 35 anos de atividade. A unidade é responsável pela produção de aços longos e perfis industriais para os mercados de construção civil, indústria, energia eólica e para exportação.

usinaA unidade foi a primeira usina produtora de aço do Ceará e é a maior recicladora de sucata ferrosa do Estado, sua principal matéria-prima.

 

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Por José Amauri Martins*

O período econômico em que o Brasil atravessa restringiu vários setores da economia. Com a construção civil não é diferente. Um dos setores mais importantes da economia, que gera grande número de empregos e ativa vários setores da cadeia produtiva passa por um momento de estagnação. Sabemos que é apenas um momento e o setor começa a apresentar os primeiros sintomas da saída da inércia, com pontuais lançamentos dos empreendedores mais arrojados, boas expectativas para o segundo semestre e a consolidação de vôos mais tranquilos em 2018. Este é o momento de arrumar a casa e estar atento às novas demandas do mercado e às exigências normativas.

Quanto aos elevadores utilizados em canteiros de obras – ferramenta indispensável na movimentação de pessoas e cargas nas construções verticais – é a hora de buscar informações e soluções para adequá-los, cabendo ao fabricante construir o elevador em conformidade com as exigências legais e normativas, evitando interdições nas horas indesejáveis, paralisando a obra e causando prejuízos incalculáveis.

Os elevadores utilizados em canteiros de obras são na maioria aqueles que têm como princípio de movimentação o sistema tipo cremalheira. As exigências técnicas legais são tratadas na Norma Regulamentadora 18 (NR 18) do Ministério do Trabalho e Emprego. No item 18.14 são tratadas de maneira explícita as exigências técnicas, sendo que alguns itens devem ser complementados com a norma técnica ABNT NBR 16200. Embora a utilização do elevador se concentre na indústria da construção civil, o equipamento não deixa de ser uma máquina. Deste modo, os aspectos de segurança em máquinas são tratados na Norma Regulamentadora 12, a NR 12.

Para melhor compreender as necessidades exigidas nos sistemas de segurança do elevador tipo cremalheira, deve-se orientar no capítulo da NR 12 que trata dos sistemas de segurança. As principais áreas de perigos do elevador tipo cremalheira são o controle do monitoramento dos movimentos, o controle das portas da cabine e as portas das cancelas instaladas nos pavimentos. O elevador é fixado na parte externa da edificação e sua altura vai aumentando conforme a obra vai se desenvolvendo. Em cada pavimento é necessário ter um sistema que impeça livremente o acesso ao elevador; chamado de cancela este sistema deve ser dotado de porta com intertravamento e chave de segurança com ruptura positiva monitorada por interface de segurança (rele de segurança).

A porta da cancela só é possível ser aberta quando o elevador estiver parado no pavimento. Quando o elevador chegar ao pavimento desejado, um sistema de chaves de fim de curso com ruptura positiva instalado na cabine do elevador indicará ao comando do equipamento o nivelamento da cabine em relação ao pavimento. Nesse momento o cabineiro tem permissão para abrir a porta da cabine do elevador para acessar o pavimento. Já o intertravamento com chave de segurança com ruptura positiva e com controle de inércia impede a abertura da porta do elevador enquanto o estiver se movimentando ou se não atingiu o nível do pavimento.

Com o elevador alinhado ao pavimento é possível abrir a porta da cabine. Com a abertura da porta, o sistema de segurança impede a movimentação do elevador e será possível abrir a porta da cancela. Nessa condição é possível fazer a retirada ou a entrada de materiais ou a saída de pessoas. Para que o elevador volte a se movimentar será necessário, primeiro, fechar a porta da cancela do pavimento, depois com a porta da cabine fechada os movimentos podem ser reestabelecidschemersalos.

São medidas de segurança necessárias para garantir a segurança na movimentação do elevador e manter todas as portas das cancelas dos pavimentos travadas. Trata-se de um conjunto de soluções que devem ter uma dinâmica e sequência de funcionamento lógico, porém simples. Contudo, exige conhecimento do profissional que vai projetar e implementar o sistema de segurança no conjunto elevador e cancelas de pavimentos. Esse profissional deve ter conhecimento em sistemas de comandos de segurança e ser habilitado para a execução do trabalho, se responsabilizando tecnicamente pela documentação, projetos e implementação, com a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

* José Amauri Martins é coordenador de treinamento de segurança da Schmersal

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quimicaO período menos instável na economia brasileira já surte efeitos negativos nos números da balança comercial dos produtos químicos. O déficit, que há poucos meses registrava recuo, voltou a crescer. As importações de produtos químicos por exemplo somaram US$ 3,2 bilhões em julho, aumento de 11,7% em relação ao mesmo mês de 2016, e movimentaram praticamente 4 milhões de toneladas, uma elevação de expressivos 38,1% na mesma comparação. Em relação ao mês imediatamente anterior, junho de 2017, foram registradas pequenas reduções de 3,3% em valor e de 1,6% em volume. Já as exportações, por sua vez, somaram US$ 1,1 bilhão e mais de 1,4 milhão de toneladas, aumentos de, respectivamente, 2,8% e de 7,3% em relação ao mês de junho.

No acumulado deste ano, entre janeiro e julho, as compras externas alcançaram US$ 20,4 bilhões, o que representa elevação de 7,2% em relação ao mesmo período de 2016. Na série de verificação entre 2010 e 2017, o ano de 2016 foi o único em que o valor importado não superou a marca de US$ 20,0 bilhões, no período de janeiro a julho. O volume de importações, de 24,8 milhões de toneladas, representa marca histórica para o período, com expressivo aumento de 23,6% na mesma comparação com janeiro a julho de 2016. As exportações, por sua vez, somaram US$ 7,6 bilhões, incremento de 11,3% em relação ao mesmo período de 2016, apesar do pouco significativo aumento de 1,4% nos volumes exportados, que foram de praticamente 9,7 milhões de toneladas.

Com esses resultados, o déficit na balança comercial de produtos químicos chegou, até julho, à marca de US$ 12,7 bilhões, uma retomada de 4,9% em relação ao mesmo período de 2016. Nos últimos 12 meses, de agosto de 2016 a julho deste ano, o déficit comercial atingiu a marca de US$ 22,6 bilhões e a perspectiva é de que, para o final de 2017, esse indicador seja de cerca de US$ 23 bi.

O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, faz um alerta: os dados da balança comercial do setor químico podem piorar com a recuperação econômica do Brasil. “Com a retomada da economia, que é obviamente algo para o qual todos nós torcemos, o consumo voltará a crescer, e consequentemente, as importações crescerão exponencialmente. O governo precisa trabalhar urgentemente em uma política industrial que estimule investimentos no Brasil, para que deixemos de vez de ser exportadores de matéria-prima e importadores de produtos acabados. Da forma como está hoje, estamos levando riqueza e emprego a outros países ao invés de aproveitar nossos recursos naturais e transformá-los em valor agregado aqui mesmo, dentro de casa”, ressalta.

A diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo, destaca alguns pontos positivos do comércio exterior do Brasil: As recentes atualizações normativas e a modernização em tecnologia de informação são medidas que estão começando a gerar efeitos competitivos positivos, mas, na avaliação de Denise, ainda é preciso que o governo acelere entregas nessas frentes de ação integrada de comércio exterior. “São indiscutíveis os ganhos para o setor privado com a desburocratização operacional, particularmente com o Portal Único de Comércio Exterior, que traz maior agilidade em trocas de informações sobre operações em ambiente seguro, e com a modernização do marco normativo aduaneiro e de controles administrativos. A indústria química entende que o baixo custo associado ao desenvolvimento e à implementação desse tipo de mudança poderia alavancar ainda mais a velocidade das entregas futuras dessas ferramentas que, associadas aos efeitos das negociações de comércio que permitam o acesso preferencial aos produtos brasileiros no mercado internacional, trarão um novo patamar de competitividade ao Brasil no mercado global”, destaca Denise.

 

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braskemA engenheira de automação Lívia Tizzo, integrante da Unidade de Insumos Básicos (UNIB 3) da Braskem, é a primeira mulher a fazer parte da diretoria do conselho mundial de usuários da Aspentech, importante parceiro tecnológico da petroquímica. “Este é um grande reconhecimento para a minha carreira, e estou muito feliz em representar a companhia, colaborando para a evolução continua do software que utilizamos”, afirma Lívia.

Anualmente são eleitos quatro novos membros para a diretoria, composta por oito pessoas de diferentes países. Lívia chegou à diretoria do grupo após a indicação de sua liderança na Braskem e votação aberta entre todos os usuários Aspetench.

“A Aspentech disponibiliza valiosas tecnologias que contribuem para a melhoria de nosso rendimento e é uma grande satisfação ter a Lívia nos representando no conselho mundial de usuários. Para a Braskem, é fundamental contribuir para o desenvolvimento de cada integrante e o reconhecimento de nossos pares é a comprovação de que estamos no caminho certo”, explica o líder da integrante, Daniel Santos Monasterios Morales, responsável por Automação nas unidades Sudeste da Braskem.

 

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xeroxA liderança da Xerox no mercado A3 em cores para escritórios foi o fator fundamental para a parceria com a Gomaq, distribuidora que ofertará os equipamentos da empresa para o mercado nacional. De acordo com dados do IDC, a Xerox ocupa a liderança já há alguns anos no segmento de impressão a laser em cores de 45 a 70 páginas por minutos.

A partir deste ano, a Gomaq trabalhará com todo o portfólio de equipamentos A3 da Xerox para qualquer tipo de demanda e outsourcing de impressão.

“A Gomaq tem uma capilaridade interessante para a Xerox, que traz uma oferta de equipamentos capazes de dar mais eficiência a empresas de diferentes setores do mercado, seja o corporativo ou o governamental”, avalia Marcos Maciel, gerente do portfólio de multifuncionais A3 da Xerox Brasil.

“A parceria com a Xerox é estratégica para a Gomaq por se tratar de uma empresa líder no mercado global de A3 colorido. Agora todas as soluções de ponta da Xerox para esse segmento poderão ser ofertadas pela Gomaq em todo brasil”, comenta Danilo Munhos, gerente de marketing da Gomaq.

Como parte da renovação do portfólio A3 da Xerox, a linha de impressoras multifuncionais AltaLink C8000 traz a mais alta tecnologia para diferentes tipos de negócios e locais de trabalho e já vem embarcada com a nova tecnologia ConnectKey 2017.

 

 

 

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açoOs resultados da indústria brasileira do aço no 1º semestre do ano reforçam o que já vem sendo alertado pelo Instituto Aço Brasil: não haverá retomada do mercado interno em 2017. O consumo aparente de aço no 1º semestre deste ano apresentou crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando que as vendas internas tiveram nesse mesmo período uma queda de 2%, a alta verificada no consumo aparente foi suprida pelo aumento das importações, que foi de 64,1%. De janeiro a junho desse ano, a produção apresentou um crescimento de 12,4%, canalizado basicamente para as exportações, que subiram 9,2%.

O significativo crescimento das exportações deve-se à entrada em operação, no 2º semestre de 2016, da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), focada nas exportações, e ao enorme esforço das demais usinas brasileiras que, por operarem, atualmente, com 40% de ociosidade, aumentaram suas exportações para evitar novos fechamentos de equipamentos e demissões de colaboradores. Apesar desse esforço e do aumento do faturamento, os resultados das exportações não remuneraram minimamente as empresas, devido à não competitividade provocada pelos resíduos tributários, custos financeiros e aumento dos custos de matérias primas para produção de aço.

O Instituto Aço Brasil prevê que a produção brasileira de aço bruto encerre o ano com um crescimento de 3,8% em relação a 2016, totalizando 32,5 milhões de toneladas. Já as vendas internas de produtos siderúrgicos devem ter queda de 1,3%, chegando a 16,3 milhões de toneladas, patamar similar ao de 2005. O consumo aparente de aço no País deve ser de 18,4 milhões de toneladas, o que representa acréscimo de 1,1% em comparação com o ano passado. Caso as previsões sejam confirmadas, serão mantidos os resultados de uma década atrás.

O fraco desempenho do mercado interno leva à conclusão de que o aumento das exportações é a única saída no curto prazo para evitar o agravamento da situação da indústria de aço no país. No entanto, para alavancar o nível das exportações é preciso equalizar minimamente a competitividade das empresas brasileiras com seus concorrentes de outros países. Para tal, o governo precisa restituir os tributos não recuperáveis embutidos nos produtos destinados à exportação através do mecanismo do REINTEGRA, elevando a alíquota dos atuais 2% para 5%.

Outra questão importante é a atuação do setor em conjunto com o governo brasileiro visando evitar restrições ao aço brasileiro diante da ofensiva dos Estados Unidos em impor tarifas à entrada do aço naquele país sob alegação de segurança nacional, com base na Seção 232 do Código de Comércio Americano.

Cabe destacar ainda que o aumento das exportações é a solução não só para a indústria brasileira do aço, mas também para a indústria de transformação de forma geral. As exportações podem contribuir de forma decisiva para a retomada rápida e sustentada do crescimento econômico do País.

Os dados consolidados do primeiro semestre de 2017 do setor do aço no Brasil estão publicados emwww.acobrasil.org.br/site2015/estatisticas.asp.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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