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* Claudio Nasajon

Fala-se continuamente em apagão de mão de obra, mas o termo está errado. O que está havendo é uma valorização da mão de obra em função do aumento da demanda. E isso é bom!

Para as corporações sempre foi conveniente tratar empregados como escravos modernos, estabelecendo o menor valor possível para os salários. Por outro lado, a febre de empreendedorismo que se instalou no mundo passou a oferecer aos empregados uma alternativa que permite não só remover os limites da remuneração, como também estabelecer as suas próprias condições de trabalho, incluindo local e horário das jornadas.

Claro que empreender não é para todos e tem seus pontos desfavoráveis. Estatisticamente, a maioria dos empreendimentos dura menos de três anos e não conheço um único empreendedor que trabalhe menos do que 12 horas por dia na fase inicial. Mas, o simples fato de existir a alternativa permite um “leilão” mais justo das condições de trabalho.

Segundo a FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do RJ), o Rio de Janeiro é o estado que atrai o maior volume de investimentos públicos e privados do país. Serão cerca de R$ 180 bilhões até 2013, fazendo do Rio o maior concentrador de investimentos do mundo. As consequências são visíveis. Em 2011, a movimentação no mercado de trabalho fluminense foi caracterizada pelo contínuo aumento das contratações no setor de Serviços, gerando quase 29 mil novos postos de trabalho somente na capital. Os profissionais disponíveis passaram a ser disputados a tapa pelas empresas. Os salários subiram. As exigências de qualidade aumentaram e as novas demandas levaram a uma busca por maior capacitação. Criou-se um círculo virtuoso de qualificação da mão de obra que é espetacular para o futuro do país.

Por outro lado, como as Instituições de Ensino Superior levam tempo para reagir aos estímulos, a solução passa por importar empregos. O ritmo de criação de novos cursos e formação de mão de obra não acompanha o crescimento da economia, mesmo que no momento a crise externa esteja nos castigando com um período de baixa expansão do PIB. Uma das soluções é usar a cara mão de obra local para serviços de inteligência de alto nível, contratando os serviços de execução de baixo nível no exterior, mediante plataformas de teletrabalho como e-lance, o-desk ou freelance, por exemplo. Estamos deixando de ser como a Índia, que presta serviços em escala industrial a preço absurdamente baixo para outros países, e vamos nos equiparando à Bélgica, que tem um dos maiores índices de desenvolvimento humano do planeta.

Como empresário do bem, educador, pai e principalmente como cidadão brasileiro, apoio esse movimento. Digo SIM à valorização do trabalho, não pela via da imposição de leis trabalhistas, mas pela muito mais poderosa mão das leis da oferta e da demanda no livre mercado.

* Claudio Nasajon é Presidente da Nasajon Sistemas, Professor da PUC-Rio e Presidente do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

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O senador Clésio Andrade alega que o estado de Minas Gerais sofre esvaziamento no cenário nacional nos últimos anos

O senador Clésio Andrade reclama perda de espaço político institucional de Minas na última década e relaciona uma série de fatos que justificam esta situação, assim como possíveis soluções. Andrade diz que, enquanto outros estados receberam grandes empreendimentos e obras públicas, como a instalação do Porto de Suape em Pernambuco, a Usina Nuclear Angra 3 no Rio de Janeiro, entre outros, em Minas tiveram apenas obras médias, como a duplicação da BR-050, entre Uberaba e Uberlândia, e a duplicação da BR-262, entre Betim e Nova Serrana.

O parlamentar também cita montadoras como Nissan, Honda, Peugeot, Ford, Hyundai  terem se instaladas em várias regiões do País, exceto Minas, que inclusive perde a segunda fábrica da Fiat, cujo novo endereço será Pernambuco. Em seu manifesto enviado para a imprensa, fala também da dívida do Estado com a União, que nos últimos anos passou de R$11 bilhões para R$64,5 bilhões (2010).

A área de agronegócios também é lembrada com preocupação. Andrade afirma que neste setor, em especial o cultivo de café, Minas produz mais de 50%da produção nacional e  perdeu muito do apoio que tinha, ficando sem direcionamento desde a extinção do IBC (Instituto Brasileiro do Café).

Alternativas

Como propostas de melhoria, o senador cita a instalação de seis empreendimentos de grande porte no estado, a compensação financeira pela exploração de recursos minerais(CFEM), que inclui elevar o percentual dos royalties do minério de ferro de 2% para 4%.

Uma alternativa citada também é a renegociação da dívida do Estado com a união, além da criação da Empresa Brasileira do Café (EBC), com sede em Minas, para fomentar a cultura do café e incentivar políticas industriais que agreguem valor ao café para exportação, entre outras.

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O Programa de Logística Reversa de Pilhas e Baterias de Uso Doméstico da ABINEE completou um ano de atividade em novembro de 2011. Neste período, foram coletadas cerca de 120 toneladas de pilhas e baterias, por meio dos 1054 postos de coleta espalhados em todo o Brasil.

O programa, criado conforme estabelecido pela Resolução Conama 401, prevê o recebimento das pilhas usadas, devolvidas pelo consumidor ao comércio, e encaminhamento, por meio de transportadora certificada, a uma empresa que faz a reciclagem desse material. Desta forma, a GM&C, empresa de logística contratada pelos fabricantes e importadores legais, cumpre estritamente todas as exigências para o transporte dos produtos.

O custo do transporte das pilhas recebidas nos postos de coleta é de responsabilidade das empresas fabricantes e importadoras. As pilhas e baterias de uso doméstico coletadas nos postos de recolhimento estão sendo encaminhas à empresa Suzaquim Indústria Química, localizada na região metropolitana da Grande São Paulo, e os custos desta destinação final também são arcados pelos fabricantes e importadores.

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O Brasil é um dos países que menos vem sofrendo com a crise econômica mundial desde 2007, a estabilidade financeira e as boas expectativas para 2012 tem atraído grandes investimentos nacionais e estrangeiros em diversos setores, especialmente na construção civil. Segundo Tercio Luis presidente da Construtora Costa Feitosa “O Brasil tem se tornado cada vez mais um grande canteiro de obras, basta cruzar qualquer rodovia para ver grandes construções em execução”.

Em 2011 o setor da Construção Civil no Brasil registrou um crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior e acredita-se que esse setor será “o grande player de 2012”, segundo a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção). Este crescimento deve-se também a entrada de investimentos de empresas multinacionais no país, que encontraram no Brasil um mercado estável, ou seja, uma oportunidade para expandir seus negócios.

Além da estabilidade do mercado nacional, recentemente o governo brasileiro adotou uma medida que beneficia a vinda de investimentos estrangeiros, reduzindo de 6% para 0% a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para as aplicações de estrangeiros em titulo privados (debêntures) de longo prazo, com prazo de vencimento superior a quatro anos.

A construtora do segmento de construção Industrial, Construtora Costa Feitosa, viu neste ano um crescimento de 38,76% em relação a 2010, e acredita em um crescimento ainda maior para 2012. Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa houve uma grande inversão no perfil do negocio, que a três anos tinha 70% de seus clientes brasileiros e hoje tem uma carteira quase que exclusivamente estrangeira.

Não é exagero dizer que o Brasil é a “bola da vez”, e com a proximidade de grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016), isso tem se tornado cada vez mais evidente. É valido lembrar que o setor da construção civil, é um dos elementos da economia, que tem ajudado e continuará a ajudar o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise mundial.

As expectativas do setor de construção civil para 2012 são otimistas no Brasil, e com a estagnação dos mercados Europeus e Norte Americanos, grandes investidores têm apostado fortemente em nossa economia, gerando divisas e encontrando no Brasil uma forma de continuar seus investimentos e obter lucros.

Segundo o presidente da Construtora Costa Feitosa, “Os orçamentos em andamento apontam para um faturamento de mais de 100 milhões em 2012”.

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O forte crescimento das economias do Brasil, China e Índia está provocando uma inversão total na divisão do mercado mundial de máquinas e equipamentos utilizados no setor de construção e de obras de infraestrutura. Segundo um estudo de várias fontes nacionais e internacionais consolidado pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, em 2015, 60% das vendas mundiais de equipamentos para esse segmento acontecerão no Brasil, China e Índia. “A crise de 2008 acelerou um processo de concentração desse mercado nos países emergentes”, diz Brian Nicholson, consultor econômico da entidade. Além do Estudo de Mercado da própira Sobratema, Nicholson usou dados da Off-Highway Research, de Londres, e da Abimaq.

Essa participação prevista representa uma inversão total da situação vivida em 2004. Naquele ano, os três países juntos representavam apenas 23% da demanda por máquinas e equipamentos para construção e obras de infraestrutura. O consultor salienta ainda que a tendência deverá se acentuar ainda mais com o agravamento da crise na Europa e os bons números do desempenho nos países emergentes, especialmente os referentes à economia chinesa.

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Uma das mais tradicionais empresas do segmento de tratamento de águas e efluentes do Brasil, a Argal Química traz para o Brasil uma forma avançada de tratamento químico para água com produtos sólidos, lançada no mercado mundial em 2002 pelo Grupo APTech.

Os produtos Argalsov não requerem cuidados especiais nos transportes como nos de produtos químicos perigosos. Outro ponto essencial é que o uso de caminhões é eliminado, portanto o efeito dessa eliminação na diminuição da emissão de carbono seria o equivalente a retirar 52 mil automóveis a cada ano de nossas estradas.

O tratamento químico para água com produtos sólidos Argalsolv  permite a mistura de vários componentes e os resumem a apenas um, sem a adição de produtos químicos perigosos.

Porém, o diferencial é que esses novos produtos químicos sólidos podem ser aplicados diretamente nos tanques, não sendo necessário fazer misturas. A grande diferença é no conceito de embalagem e de manuseio. Os produtos sólidos são mais fáceis de aplicar, evitam derramamento, contaminações de solo e são considerados verdes, visto que não há riscos com o transporte de derramamento, bem como não há riscos de manuseio.

Assim, os produtos Argalsolv  dispensam o uso de uma variedade de diferentes embalagens dependendo das necessidades dos sistemas.

  • A unidade de dissolver é montada sobre uma parede e conectada a uma linha de água de 3/8”.
  • O tubo da Argalsov é colocado na bacia da unidade de dispensa.
  • O padrão do jato é otimizado para permitir uma dissolução consistente do produto.
  • As bombas e controladores já utilizados pelos clientes alimentam o sistema com o produto.

 

Ao longo do processo de tratamento Argalsov  de água com produtos sólidos, é evitado a mistura de vários componentes químicos em um mesmo recipiente com resíduos sólidos. Os produtos Argalsov  de tratamento de água em “estado sólido” são produzidos em concordância com as melhores misturas, com comprovada combinação de tratamento químico de água.

 Além disso, é reduzido o risco potencial de crescimentos microbiológicos, tais como a Legionella  que causa pneumonias graves e até a morte.

Esses ingredientes são mais ambientalmente corretos, pois o processo registrado remove a água da parte química. O produto fica em uma forma sólido-pastosa e é embalado em um galão reciclável, garrafa plástica, podendo ser encontrado também em “discos” e “bastão”.

Como vantagens, todas as limitações de produtos químicos são minimizadas ou eliminadas, além do descarte mais seguro do que o de produtos químicos líquidos, existe a redução da preocupação com o descarte no meio ambiente e adoção da Filosofia Green.

Além do mais, o tratamento químico para água com resíduos sólidos proporciona alguns benefícios diretos e indiretos que pode dar assistência à sua organização no sentido de se qualificar para a certificação LEED, como:

  • sem líquidos, não há derramamento
  • sem produtos em pó, não há irritação
  • sem odores agressivos à saúde
  • embalagem é reciclável

 

Os benefícios para as empresas que utilizarem esses produtos são zerar os custos com o descarte das embalagens, os custos relacionados a licença ambiental (CADRE), transportes etc. Outro benefício importante é que as empresas que utilizam essa tecnologia ganham pontos no LEED, como Empresa Verde. Esse tratamento é utilizado no tratamento de águas de caldeiras e torres de resfriamento em qualquer segmento industrial, porém onde apresenta os melhores benefícios são no segmento institucional (hotéis, condomínios comerciais, shopping centers e hospitais) onde há uma grande dificuldade no manuseio de bombonas.

Para o meio ambiente o ganho é no descarte das embalagens já que as bombonas e tambores são difíceis e caras para o descarte. As embalagens do ArgalSolv são pequenas e reutilizáveis. É muito comum haver acidentes com derramamento de produtos ou no transporte ou na própria empresa com os tratamentos tradicionais, isto sem dúvida contamina solos e rios. Com os produtos sólidos esse risco não existe.

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Consulado está presente em 20 Estados brasileiros, beneficiando mais de 2300 mulheres mpreendedoras Os empreendimentos populares assessorados pelo Instituto Consulado da Mulher, ação social da marca Consul, alcançaram faturamento de R$ 5,8 milhões em 2011, valor 38% maior do que em 2010. Atualmente, 2306 mulheres geram renda a partir de projetos e com a assessoria de profissionais do Instituto. Esse número é 28% superior à meta estipulada para o ano e 64% maior do que o de 2010.

O Consulado está presente em 20 Estados brasileiros e 77 municípios, por meio do Programa Mulher Empreendedora, que atua nas quatro cidades onde o Instituto Consulado da Mulher possui equipes de trabalho – Manaus, Rio Claro, Joinville e São Paulo -, e do Programa Usinas do Trabalho, que objetiva fortalecer a atuação de instituições parceiras que já trabalham com o incentivo à geração de renda em pequenos empreendimentos em todo o Brasil. Somente na região Nordeste são 1315 empreendedoras, individuais e coletivas, assessoradas, que atuam nas áreas de alimentação, artesanato, costura, lavanderia, reciclagem, imagem pessoal, entre outros.

Em Manaus, por meio do Programa Mulher Empreendedora, o faturamento acumulado dos 24 empreendimentos assessorados na região foi de R$719.983, com renda média mensal de quase R$500 por assessorada. Já em São Paulo, os empreendimentos lucraram no último ano quase um milhão de reais.

 “Por meio dos nossos programas de assessoria às mulheres de baixa renda, para que encontrem oportunidades de geração de recursos para a melhoria da qualidade de vida, alcançamos resultados bastante significativos. Fazer com que a mulher seja o agente de transformação, por meio da geração de renda, também propicia a mudança do seu entorno. Ao entender as oportunidades para ampliação de sua renda, ela percebe uma nova forma de viver e relacionar-se com o mundo, multiplicando esse conhecimento para a família”, destaca Leda Böger, diretora executiva do Instituto Consulado da Mulher.

Mulheres Empreendedoras

No Programa Mulher Empreendedora, 80% dos empreendimentos assessorados nesse ano iniciaram a assessoria em 2010 e, em comparação com o ano passado, a renda foi ampliada em mais de 200%. “A renda média em novembro de 2010 era cerca de R$200 e em dezembro de 2011 a renda está próxima de R$400, um grande avanço, que mostra o amadurecimento dos empreendimentos e das mulheres assessoradas, que já poderão ser emancipadas no próximo ano, gerindo o negócio independentemente, alcançando, então, o objetivo principal de nossa assessoria”, destaca a diretora.

Também houve melhora significativa nos indicadores qualitativos, que mostram os índices de desenvolvimentos dos empreendimentos assessorados. Com relação à organização do trabalho, por exemplo, de fevereiro de 2010 a setembro de 2011, houve uma melhora no indicador de quase 15%; valor similar na questão de autogestão. Outro fator também acompanhado são as relações de gênero, ou seja, ao trabalhar com mulheres de baixa renda, a atuação do Consulado da Mulher considera as necessidades e questões que fazem parte do cotidiano dessas mulheres, como cuidados com os filhos, acúmulo de atividades e, inclusive, relações de poder estabelecidas dentro do âmbito familiar. São fatores que se não considerados, de acordo com Leda, dificultam ou impedem a participação das mulheres no processo de assessoria para geração de renda.

 “A Educação em Gênero está presente em todas as atividades do Consulado e visa transpor essas situações, ao envolver as mulheres assessoradas e suas famílias no processo de geração de renda. Trabalhamos com as assessoradas questões como divisão igualitária de tarefas domésticas, relações de poder entre homens e mulheres, entre outras, para que as práticas adotadas nos empreendimentos possam também fazer parte das práticas das famílias, contribuindo com a melhoria das relações e da qualidade de vida dessas pessoas”, ressalta. Nas relações de gênero, os índices qualitativos apontam uma melhora de 5% de fevereiro de 2010 a setembro de 2011.

Outro dado importante é que houve aumento, também, nas questões ligadas à responsabilidade ambiental: em setembro deste ano, 20% dos empreendimentos já haviam implantado melhores práticas ambientais e questões ligadas à segurança trabalho. Fonte:Imagem Corporativa

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Investimento em segurança se dá nas residências, negócios e no uso do automóvel A preocupação com segurança fez o segmento de monitoramento e rastreamento registrar um crescimento de aproximadamente 20% no ano de 2011. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Monitoramento e Rastreamento – Gristec. No Rio Grande do Sul, a Volpato acompanhou o mesmo ritmo atingindo um percentual semelhante no setor de monitoramento e crescimento ainda maior no caso do rastreamento, por se tratar de uma atividade mais recente da empresa. Em rastreamento houve um incremento estimado de 80% nas vendas, comparado com o ano passado. Um dos motivos apontados por especialistas é a demanda aquecida no transporte de cargas, o que provoca um maior número de viagens a serem monitoradas. Outro fator que tem sido decisivo é a visão de empresários que passou a enxergar o valor aplicado em segurança não como despesa, mas como investimento. A Volpato atua com produtos voltados para residência, empresa e veículo. No segmento residencial e comercial a empresa oferece tecnologias como o alarme com pronta resposta, cerca elétrica e monitoramento via internet. O rastreamento veicular conta com atualização a cada minuto, visualização web, bloqueio em caso de emergência, entre outras facilidades.

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O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos para o setor de construção e de obras de infraestrutura no País segue crescendo num ritmo bastante forte. Segundo estimativa feita pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção do total de máquinas vendidas no País, 30% se destinam ao mercado de locação. Com esse percentual, o mercado brasileiro segue uma tendência mundial de maior participação dos equipamentos alugados. Nos países europeus e nos Estados Unidos, o percentual de equipamentos que é destinado ao mercado de locação é de 60%.

A explicação para o expressivo crescimento do mercado de locação de equipamentos está no aumento da frota nas locadoras e também em razão do surgimento de novas empresas no segmento, atraídas pelas boas oportunidades de negócios existentes no mercado.

A direção da Sobratema detectou ainda uma pulverização de investimentos na área de locação no Brasil, acompanhando os projetos de grandes obras, que estão espalhadas por diversas regiões. Diante desse cenário promissor, o segmento de locação sustenta a firme disposição de continuar investindo, a despeito de uma diminuição na rentabilidade registrada este ano. A expectativa para 2012, no entanto, é de melhoria na rentabilidade, até pelo fato de que a totalização da receita do setor, considerando todas as empresas, registra certo crescimento.

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Segundo pesquisa do Banco Central, perspectiva antes estava em 3,48%

A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2012 fechou em 3,30%, conforme dados da pesquisa semanal realizada pelo Banco Central e analistas de mercado, a Focus.

A pesquisa diz que a expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 3,40% para 3,30%.

Com a economia mais fraca, todos os setores são influenciados, assim como a indústria. Para 2011, a expectativa de expansão do segmento caiu de 0,82% para 0,78%. Há um mês, o mercado apostava em avanço industrial de 0,94% em 2011. Para 2012, os números não foram alterados, com a previsão de crescimento de 3,43%, ante 3,46% de um mês atrás.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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