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basfffIncentivar, estimular a participação, promover o acesso e reforçar a importância do tratamento igualitário para ampliar a presença das mulheres nos campos da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Estes são alguns dos propósitos do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e celebrado em 11 de fevereiro.

A Unesco estima que atualmente 30% de cientistas do mundo sejam mulheres. E entre as pessoas que estão em formação, os estudantes matriculados em cursos de Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemática, 35% são mulheres. Preocupada com a representatividade, a Academia Brasileira de Ciências promoveu ativamente uma mudança e elegeu em 2022 mais cientistas mulheres do que homens para o quadro titular de acadêmicos. Ao todo, oito dos treze novos membros do quadro titular são pesquisadoras e reforçam o intuito de criar referência para atrair cada vez mais as jovens para a carreira científica.

A BASF, como uma das maiores indústrias Químicas do mundo e que tem aplicado anualmente mais de 2 bilhões de euros em Pesquisa & Desenvolvimento, BASF busca promover a equidade de gênero, empoderar mulheres em diversos níveis hierárquicos, desenvolvendo talentos e as incentivando a ocuparem cargos de liderança. Mais de 33% do quadro de colaboradores da BASF na América do Sul já são mulheres — 35% em cargos de liderança, segundo o Relatório Anual de 2021 e muitas delas trabalhando diretamente com a produção científica, nos laboratórios de aplicação e de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia.

A engenheira Bioquímica, Gabriela Budemberg, é uma das cientistas que está à frente dos trabalhos de Pesquisa e Desenvolvimento no segmento de soluções para Mineração da BASF. Foi ao conseguir o estágio na companhia, aos 22 anos, quando cursava o 5º ano de Engenharia Bioquímica na Universidade de São Paulo que conheceu o universo da mineração, que é ainda predominantemente masculino. O trabalho no desenvolvimento de soluções nos laboratórios abriu um universo de possibilidades e despertou a paixão pela área. Inclusive seguiu com o Mestrado voltado para a síntese de novos materiais na USP.

Seu trabalho em desenvolvimento na companhia oferece a liberdade de criação, a busca por novas possibilidades, resolver problemas — especialmente os específicos de cada cliente. Construiu uma carreira sólida e hoje é responsável pelo desenvolvimento global de flotação de não-sulfetos (fosfato, nióbio e minério de ferro), e faz a troca constante com especialistas da BASF em outros países. “Apesar do preconceito estar arraigado na nossa sociedade, vejo que com o tempo e paciência veremos as mudanças acontecendo. O mais importante é a mudança cultural, que é construída aos poucos”, considera. Na área de Mineração na América do Sul da BASF, as mulheres ocupam 50% dos cargos de liderança.

Aos 27 anos, a engenheira Química Gabriela Uchôna foi finalista num prêmio de Inovação da companhia para a América do Sul pelo desenvolvimento de um solvente de origem vegetal e biodegradável que atua na proteção contra contaminação por bactérias e fungos — evita mau odor em esponjas e roupas, por exemplo. Há 6 anos a jovem cientista desenvolve soluções para produtos de limpeza doméstica na companhia. “A cada ano fui percebendo o número de mulheres crescendo na faculdade, numa área que era historicamente dominada por homens” considera. “Acredito que a ciência pode solucionar a maioria dos problemas do mundo, depende apenas de interesse e investimento, inclusive para a formação das pessoas desde o ensino básico”, defende.

Recém-chegada aos laboratórios de Formuladores Industriais, a estagiária de aplicação Isabely Fernanda dos Santos Ribeiro está muito feliz com a autonomia e liberdade para sugerir ideias e a possibilidade se integrar completamente em projetos em aditivos para agro e formulações para a indústria de álcool e açúcar. “Entendo que as mulheres já estão presentes na ciência, ao menos na minha faculdade e aqui na BASF. É uma realidade que já está acontecendo e espero que aconteça cada vez mais”.

Essas histórias mostram que há um terreno fértil para as mulheres se desenvolverem e crescerem ainda mais no mundo da ciência. Cada dia é uma nova oportunidade para tomar decisões, e essas mulheres, cada uma a partir de seu papel, de sua paixão, mostram o espaço que existe para que as histórias sobre mulheres na ciência continuem a ser criadas e contadas.

 

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Áureo Bordignon, CEO da Golden IT

As projeções divulgadas no último relatório Focus, do Banco Central, no fim do ano passado, elevaram as expectativas da inflação para 2023 e 2024. Isso significa que o preço dos alimentos — dentro e fora do lar — deve subir igual ou até mais do que nos últimos quatro anos, quando foi possível sentir na pele (e no bolso) um percentual de 57%, do café da manhã às demais refeições diárias, bem acima, até mesmo, dos 30% da inflação geral do período.

Então, com o custo de alimentos ascendente e inibindo a quantidade de produtos na mesa das famílias, a tendência é que as pessoas poupem recursos e comprem somente o indispensável. Ademais, a crise internacional, a guerra da Rússia contra a Ucrânia e os altos custos de produção são fatores que acendem um sinal amarelo para a indústria de alimentos não operar com prejuízo.

Neste sentido, há quem pense que funcionar no vermelho é uma exclusividade das pequenas empresas no setor, mas infelizmente grandes estabelecimentos são frequentemente afetados por falta de atenção ou prudência, essencialmente quando o assunto diz respeito aos procedimentos internos. A perda de matéria-prima é um dos principais obstáculos aqui. Uma vez que estamos falando de produtos perecíveis e de alto nível de destrutibilidade em transportes e manuseio, esse erro é um dos que mais causam desperdícios e danos nas indústrias.

Áureo Bordignon, CEO da Golden IT, especialista em sistemas ERP para a indústria alimentícia, chama atenção para estoques sem planejamento, vencimento das datas de validades e até mesmo superprodução de produtos, muitos dos quais não serão consumíveis. A saída, segundo ele, para reverter esse cenário está na automação de processos, em que não há necessidade de interação humana ou de automatização (a qual necessita desse tipo de relação). “Felizmente, após a pandemia, os negócios estão voltando à normalidade, e as empresas necessitam recuperar os prejuízos, é claro, mas é importante evitar novos. Com isto, muitos estabelecimentos estão investindo em máquinas e equipamentos mais eficientes e autônomos”.

O problema é que, com a evolução da tecnologia, quando uma nova ideia é implementada, dentro de pouco tempo o que era inovação já está obsoleto. “Isso não quer dizer que a solução esteja ultrapassada, mas que é necessário estar sempre investindo em tecnologia. E as empresas do segmento de alimentos devem sempre contar com profissionais preparados para aprender novas tecnologias. Na maioria dos casos, as pequenas empresas não conseguem manter estes profissionais no quadro de funcionários. Então, a solução é ter parcerias com empresas que forneçam estes profissionais”, comenta Áureo.

Para o processo de automação, são necessários diversos recursos que necessitam de várias empresas para colocá-lo em prática. E, sabendo disso, a Golden IT fechou parcerias com distintas empresas, desde fabricantes de equipamentos a importadores e consultores especializados em OEE (Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global do Equipamento). “Uma empresa que investe em automação consegue produzir mais com menos operadores. Isto se traduz em redução de custos e aumento de produtividade”, explica Áureo, salientando que, se uma empresa não investir em automação, vai chegar um tempo que não terá preço competitivo para se manter no mercado.

A automação em uma indústria de alimentos ainda supre a carência da mão de obra básica, não especializada. Porque, em um processo industrial em que há dez operadores, com a automação, são necessários somente dois. Outra vantagem, neste sentido, é a facilidade em treinar os profissionais em um processo automatizado em relação a um processo manual.

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RayflexMuito além da corrida científica em busca de medicamentos e vacinas eficazes contra doenças da atualidade, há ainda um enorme desafio a ser encarado pelas instituições e governos: a disponibilidade e distribuição eficiente desses materiais pela logística farmacêutica. Como os noticiários mostram diariamente, diversos países – incluindo o Brasil – ainda têm um longo caminho a percorrer para garantir uma imunização suficiente.

É preciso, em primeiro lugar, desenvolver um plano estratégico e contar com uma infraestrutura adequada para que estes imunizantes cheguem a todos os cidadãos, em tempo e com a devida integridade. Uma das empresas que contribui para isso é a Rayflex, referência nacional na fabricação de portas rápidas no Brasil e América Latina para a indústria.

“Acredito que a principal peculiaridade é que a logística farmacêutica tem uma responsabilidade tão grande quanto a das indústrias que fabricam as vacinas ou medicamentos. Isso porque a cadeia de suprimentos é corresponsável para que todo o processo, desde a pesquisa clínica até a chegada desses produtos para a população, ocorra de forma eficaz”, afirma Giordania R. Tavares, CEO da Rayflex.

As empresas que hoje atuam na linha de frente da logística são companhias com certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para armazenamento, fracionamento e transporte desse tipo de produto, que passaram por uma série de adequações. No caso das portas rápidas Rayflex, o cliente pode contar com equipamentos autônomos e inteligentes que funcionam de forma integrada, sem a dependência humana para abrir e fechar, reconhecendo movimentações e abrindo somente quando necessário, fazendo com que o ambiente fique o menor tempo possível aberto.

“Temos acompanhado uma atuação mais forte e presente da Anvisa com relação ao monitoramento da temperatura, seja no armazém ou no transporte de produtos médicos. A Agência tem disponibilizado novas resoluções que obrigam todos os elos da cadeia, desde o fabricante ao operador logístico, a se adequarem para garantir à população que todos os medicamentos e produtos utilizados na saúde foram armazenados e transportados corretamente, de acordo com as boas práticas internacionais. Essa é uma tendência e acredito que nos próximos anos mais normas e fiscalizações vão ocorrer para garantir que o consumidor tenha cada vez mais segurança”, comenta Giordania.

A empresa possui ainda modelos de portas automáticas que atendem salas limpas ou classificadas, como também são conhecidas, e auxilia no controle dos três principais requisitos para evitar contaminações de quaisquer tipos: controle de umidade, temperatura e de partículas. Outro fator primordial é que existe tecnologia exclusiva de dupla autorreparação, que faz com que ela retorne as guias de forma automática após sofrer colisões de veículos, evitando assim manutenções e porta parada.

“As portas são barreiras sanitárias que dividem os ambientes limpos dos sujos. Nós sempre tivemos a consciência de que o toque das mãos para abertura e fechamento das portas poderiam levar muita contaminação para dentro deles, por isso adotamos sistemas inteligentes que não necessitam de contato físico, como por exemplo os sensores de pisos, que permitem a entrada de carrinhos, ou as botoeiras ‘no touch’, que apenas pelo movimento do braço ou mãos são acionadas para liberar a passagem, sem necessitar de toque”, conclui Giordania.

Hoje, mais como nunca, a logística farmacêutica tem ganhado destaque no mercado e se tornou fator essencial no combate à pandemia da Covid-19. E como já esperado, novos desafios, normas e tendências passam a surgir diariamente para as empresas e instituições dedicadas a este setor.

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SingkhamSchneider Electric, anunciou o recrutamento de 2.500 especialistas em Field Service em todo o mundo, reforçando a economia verde global.

O último relatório do IPCC observa que as emissões de gases de efeito estufa devem atingir o pico até 2025. Para dar ao planeta a chance de limitar o aquecimento futuro a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais, são necessárias em nível industrial, sugere o documento.

Os especialistas em ‘field service’ influenciarão positivamente as decisões de energia dos clientes

A função do engenheiro de serviços combina operações baseadas em ferramentas para corrigir e manter a infraestrutura do cliente com tecnologias digitais, que simplificam o desempenho do trabalho e fornecem informações e serviços adicionais aos clientes.

Eles usarão o poder das plataformas IoT e EcoStruxure para digitalizar e descarbonizar instalações, além de fornecer conselhos sobre estratégias de sustentabilidade e aquisição de energia, bem como segurança cibernética e desempenho. Esses profissionais trabalharão ao lado dos clientes para projetar e implementar estratégias de gestão de energia e circularidade, fornecer eficiência em suas instalações e sustentar os resultados ao longo do tempo. Acelerando na contribuição na economia de CO2, as equipes de serviços visam reduzir a pegada dos clientes em mais de 10 milhões de toneladas de CO2 até 2025.

Os engenheiros de serviço sustentável da Schneider Electric já economizaram 1 milhão de toneladas de CO2 para os clientes em 2021, melhorando a segurança e a confiabilidade do equipamento para fontes de alimentação ininterruptas (UPS).

Isso inclui o trabalho com a Danone Evian, no qual 315 toneladas métricas de CO2 equivalente e 372 m3 de água foram economizados pelos engenheiros. Eles simultaneamente reduziram o consumo de energia em 34% por litro de água e melhoraram a continuidade de energia. Isso ajudou o cliente a receber a certificação de neutralidade de carbono do Carbon Trust.

Para Frederic Godemel, vice-presidente executivo de Power Systems e Services da Schneider Electric, o crescimento da economia verde está desempenhando um papel significativo no combate às mudanças climáticas em grande escala. “Criar empregos verdes que influenciam as organizações a usar tecnologias mais verdes e fazer a diferença para o planeta, ao mesmo tempo que atendem aqueles que trabalham neles, é uma das melhores maneiras de atingir metas críticas.

“Os novos engenheiros de serviço da Schneider Electric devem ser poderosos influenciadores e facilitadores de soluções verdes no coração das organizações que mais precisam deles. Estamos entusiasmados em apoiar essas 2.500 pessoas e muitas outras que ajudarão, visto que todos trabalhamos para um futuro mais verde com melhor uso da eletricidade. Como afirmam os princípios da Electricidade 4.0, um mundo mais elétrico e digital é a chave para um futuro sustentável e resiliente” afirma Godemel.

As próprias iniciativas de sustentabilidade da Schneider Electric incluem um suporte para ajudar os clientes a reduzir o uso futuro do gás de efeito estufa mais potente do mundo, o hexafluoreto de enxofre (SF6). A companhia desenvolveu um conjunto inovador de tecnologias digitais e ambientalmente superiores para o mercado que evitam o uso de SF6, substituindo-o por ar puro.

Para se candidatar a uma posição  de ‘Field Service expert’ na Schneider Electric, acesse:

https://brpcareers-se.icims.com/jobs/42171/campanha-get-real—consultor-de-vendas/job?mode=view&mobile=false&width=1263&height=500&bga=true&needsRedirect=false&jan1offset=-120&jun1offset=-180

https://brpcareers-se.icims.com/jobs/42181/campanha-get-real—t%C3%A9cnico-de-campo/job?mode=view&mobile=false&width=1263&height=500&bga=t

Foto: Singkham

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rockwellA demanda por mão de obra na indústria deve continuar em alta nos próximos anos ao redor do mundo e, para continuar crescendo, o setor deve priorizar o fortalecimento da cultura das organizações e uso de tecnologia para impulsionar a produtividade das plantas, avaliaram especialistas da Rockwell Automation, dedicada à automação industrial e transformação digital durante a Automation Fair 2022.

Apenas nos Estados Unidos, mais de 2 milhões de vagas no setor não devem ser preenchidas até 2030, segundo projeções do The Manufacturing Institute. Para Veena Lakkundi, vice-presidente sênior de estratégia e desenvolvimento corporativo da Rockwell, o déficit de mão de obra e o crescimento na demanda industrial estão exigindo das empresas não apenas investimentos em tecnologias, mas ir além nas suas iniciativas de recursos humanos para atrair talentos e diversidade no setor industrial.

“Existem diversos estudos que mostram que ter mais mulheres e mais diversidade nas empresas realmente levam a melhores resultados de negócios. Portanto, o objetivo agora é não nos mantermos satisfeitos com a maneira como sempre fizemos nosso trabalho, mas procurar novas formas de transformar a mão de obra na indústria”, afirma a executiva.

Pensando nisso, a Rockwell tem direcionado seus esforços para quatro pilares: diversidade, equidade, inclusão e sustentabilidade. Segundo Lakkundi, a pandemia foi um catalisador para mudanças nos recursos humanos, e essa é uma tendência que deve ganhar força nos próximos anos.

“Pense no que aconteceu na pandemia, com o fardo dos cuidados domésticos recaindo sobre as mulheres em todo o mundo. Na Rockwell, temos programas que apoiam o horário de trabalho flexível justamente para enfrentarmos desafios como esse. A responsabilidade pelas pessoas é tão importante quanto alcançar resultados de negócios e atuamos nessas duas frentes de forma alinhada”, ressalta.

Para manter o ritmo de crescimento global, a cultura das empresas no setor industrial também deve priorizar, cada vez mais, uma abordagem holística, com mais espaço para diálogo sobre os desafios diários, seguidos de planos de ação, com relevância para o papel dos gerentes.

“É preciso avaliar como capacitamos nossos gerentes, mas também como os responsabilizamos pela liderança das equipes de forma coerente e consistente, cuidando uns dos outros, já que é por meio da liderança que conseguimos transmitir e valorizar a cultura em toda a corporação”, explica Candace Barnes, diretora global para programas de diversidade, equidade e inclusão na Rockwell.

Na Rockwell, o senso de comunidade foi aprimorado com a criação de grupos de colaboradores em diferentes frentes. Entre eles, grupos com foco nas equipes que trabalham nas plantas fabris, em mulheres e pessoas pretas com o objetivo de explorar a troca de informações sobre os desafios diários através da escuta ativa em espaços de discussões.

“Esse trabalho interno que estamos fazendo é muito importante. Buscamos cada vez mais engajar e educar os colaboradores nesses grupos a fim de termos mais aliados unidos em prol dessa transformação”, comenta Lakkundi. A companhia conta ainda com um método de contratação que busca eliminar vieses inconscientes do processo de seleção para expandir a diversidade na empresa. Tecnologias como inteligência artificial, cloud computing, automação e robótica serão fundamentais para essa transformação do mercado de trabalho.

A Automation Fair 2022 é a maior feira global de inovação e transformação digital para a indústria e reuniu mais de 15 mil pessoas em Chicago no início de novembro, incluindo especialistas dos quatro cantos do planeta para apresentar tendências e inovações para a indústria 4.0.

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honeywellUma das principais líderes globais no fornecimento de tecnologia para a indústria de O&G, a Honeywell (NASDAQ: HON) apresenta na Rio Oil & Gas novas soluções avançadas para a produção de biocombustíveis e para o futuro da refinaria. A Rio Oil & Gas é o maior evento do setor da América Latina, reunindo 350 expositores, durante quatro dias, no Rio de Janeiro, entre os dias 26 e 29 de setembro.

A Honeywell está presente no processo de refino de mais da metade da gasolina consumida diariamente no mundo. Por isso, vem reforçando seu comprometimento com a maximização da eficiência energética, aliada a uma constante preocupação em minimizar emissões e criar ferramentas para que seus clientes atinjam maior sustentabilidade em suas operações.

Por meio do processo Honeywell UOP EcofiningTM é possível transformar ativos subutilizados em lucro, desenvolvendo combustíveis verdes. Já a Honeywell UOP SeparexTM permite maximizar a monetização do gás natural com menor custo de implementação e operação. São exemplos de uma série de soluções que vêm moldando a evolução do setor num mundo sustentável.

“A refinaria do futuro só pode existir com digitalização integrada à segurança e sustentabilidade aliada à alta tecnologia, e a Honeywell está equipada para impulsionar seus parceiros nessa direção, de forma integrada”, diz Jose Fernandes, presidente da Honeywell Materias de Performance e Tecnologias para a América Latina.

No Brasil há mais de 50 anos, a Honeywell acompanhou a história da indústria de O&G e hoje está presente nas operações mais avançadas do setor na América Latina. A Petrobras é responsável por cerca de 25% de todo o carbono capturado anualmente no planeta, usando tecnologia Honeywell. Já o Grupo ECB, que constrói a biorrefinaria Omega Green, no Paraguai, com 100% tecnologia Honeywell, já tem contratos para fornecimento de biocombustíveis avançados para a BP e a Shell.

“Graças a décadas de expertise global, a Honeywell pode hoje oferecer aos maiores players da indústria de O&G soluções que geram aumento de eficiência, segurança e rentabilidade e, ao mesmo tempo, reduzem impacto ambiental por meio de tecnologias avançadas de redução de emissões e captura de carbono”, complementa Fernandes.

As soluções criadas pela Honeywell em suas diferentes unidades de negócios somaram USD 34,2 bilhões em vendas globais no ano passado, sendo as operações no setor de energia responsáveis por USD 10 bilhões deste total. Comprometida com o ambiente, a Honeywell tem hoje 60% de seus investimentos em desenvolvimento de novos produtos e soluções direcionados a valores de ESG. Desde 2004, a Honeywell já reduziu a sua emissão de carbono em mais de 90%.

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cadeiraderodasNa última quinta-feira, 18, a Indústria Xperience liberou mais um webinar, on demand, para falar da inclusão de pessoas com deficiências e competências. A plataforma 100% digital apresentou o episódio que faz parte da série ESG da Indústria Xperience, que trata de um conjunto de práticas, diretrizes e estratégias expressando o compromisso das empresas com o impacto social e ambiental de suas operações.

A psicóloga, coach e educadora, Cristina Jorge Dias, apresentou neste episódio histórias de superação de atletas do Centro Paraolímpico Brasileiro, que conta com instalações esportivas, indoor e outdoor, para treinamentos, competições e intercâmbios de pessoas de alto rendimento com deficiências. Cristina afirmou que a competência das pessoas no esporte pode ser também aproveitada na indústria e no chão de fábrica. A psicóloga citou diversos conceitos paralelos entre as dificuldades dos atletas e colaboradores da indústria, e a mensagem deixada é que funcionários com deficiências não devem ser subestimados. 

Dias ainda apresentou o técnico da Seleção Brasileira de Paraolímpiadas, Felipe Silva, e, referindo-se a pessoas anãs, voltou a afirmar que tamanho não é documento na hora de contratar um novo colaborador. “Como os atletas com deficiências são competitivos em seus esportes, no trabalho, e em outros papéis assumidos, eles levam essa alta performance para o seu dia a dia”, disse a educadora. Outra história de superação trazida por Cristina é a de Daniel Dias, nadador paraolímpico e recordista mundial. Daniel nasceu com má formação de seus membros superiores e inferiores e, mesmo assim, conquistou 30 medalhas de ouro para-panamericanas.  

Cristina também citou a cartilha que explica como uma empresa poderá se tornar patrocinadora de um esporte paraolímpico e os benefícios institucionais para investimento em iniciativas que valorizam a inclusão e a qualidade de vida. Em 2021, nos jogos paraolímpicos de Tóquio, o Brasil trouxe para casa 72 medalhas, sendo 22 de ouro, dando intensa visibilidade também para as empresas que investiram nos atletas. 

Ela também é autora do livro Inclusão: Conceitos, Histórias e Talentos das Pessoas com Deficiência. A obra apresenta conceitos sobre a inclusão de pessoas com deficiências no mercado de trabalho. Ela também apresentou outras duas obras de sua autoria: Compartilhar Jogos e Vivências e Jogos Pedagógicos e Histórias de Vida: Promovendo a Resiliência.

“Se os gestores forem preparados para serem cada vez mais resilientes em relação às dificuldades e obstáculos nas suas vidas pessoais e profissionais, poderão, sem dúvida, repassar esse conhecimento a todos seus colaboradores, tornando-os também mais resilientes”, afirma a coach, que fornece apoio socioemocional para deficientes visuais.

O próximo webinar da Indústria Xperience está programado para acontecer no dia 08 de setembro, às 17h, com o tema DFM: Desafio da integração entre produto e processo. A transmissão acontece pela plataforma da Indústria Xperience. Para fazer sua inscrição e conferir todos os episódios, gratuitos, acesse o link e acompanhe mais informações pelo site.

Foto: CIMM

 

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07A Mitsubishi Electric do Brasil já entregou mais de 20 mil certificados em 23 cursos de sua plataforma de treinamentos gratuitos à distância, desde fevereiro de 2021. A organização já vinha investindo, desde 2017, na oferta de cursos presenciais, formando cerca de mil alunos por ano. Com a chegada da pandemia, o modelo foi adaptado para EAD, atraindo milhares de pessoas em busca de conhecimento sobre automação industrial.
Inicialmente, os cursos eram ministrados nas escolas técnicas e universidade e, posteriormente, passaram a ser feitos nas instalações da Mitsubishi Electric, em Barueri (SP).

Hélio Sugimura, gerente de marketing da Mitsubishi Electric Brasil, comenta que muitas pessoas, contudo, tinham interesse pelas formações e não conseguiam comparecer presencialmente. A possibilidade de realizar os cursos de forma on-line ampliou o acesso a engenheiros, técnicos e para o público geral.

“Ampliamos nossa cobertura geográfica, oferecemos flexibilidade de horário e recebemos diversos depoimentos de alunos de outros estados e até de outros países de língua portuguesa, como Portugal e Angola”, conta Sugimura.

Thiago Turcato, gerente de suporte técnico e de treinamentos, explica que os cursos surgiram da necessidade de transformar a teoria em prática e que, no estudo para o formato on-line, foram priorizadas as simulações. “A proposta é pegar uma máquina, embarcar uma simulação em um software e, a partir disso, desenvolver exercícios. Com isso, o aluno tem um software demo que simula o real e, em termos de aprendizado, tem uma experiência muito mais rica”, destaca Turcato.

O engenheiro mecânico Otávio Basílio, de Belo Horizonte, Minas Gerais, é um dos alunos que têm aproveitado a plataforma de cursos para se atualizar e aplicar o conhecimento. “Como consultor, a minha atuação é multidisciplinar. Com a experiência, você adquire conhecimento, mas sempre fica faltando informação. O primeiro curso que fiz foi o Inversor de Frequência e agora já fiz todos os cursos, tanto do módulo Iniciante quanto do Básico e do Intermediário. Também participo dos webinars e do Digital Talks”, comenta.

De olho no mercado de trabalho

Os cursos da plataforma EAD da Mitsubishi Electric Brasil também servem como atividades extracurriculares em muitas universidades e colégios técnicos. “Ainda existe uma grande dificuldade de inserção no mercado por falta de experiência. O que nós provemos para essas pessoas é uma certa experiência, é algo adicional, que vai contribuir para que elas tenham mais oportunidades no mercado de trabalho, com sucesso”, acrescenta Turcato.

Os cursos também são muito procurados por profissionais que buscam uma recolocação no mercado de trabalho. “Os cursos sempre foram abertos a todos os interessados, não importa se é um jovem aprendiz ou um profissional em busca de atualização. E o mercado também gosta muito, porque sabem que poderão contar com profissionais com conhecimento nos equipamentos”, aponta Sugimura.

Atualmente, a plataforma EAD disponibiliza 23 cursos gratuitos, entre os níveis Iniciante, Básico e Intermediário, com entrega de certificado após avaliação. A cada dois meses um novo curso é inserido na plataforma, e os temas são definidos a partir da demanda do mercado pelos produtos e lançamentos.

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hyperrrrrA Hypertherm muda, a partir de hoje, o nome corporativo para Hypertherm Associates, que representa a evolução da empresa, fabricante de produtos de corte a plasma, para um fornecedor multitecnológico de soluções de corte industrial, com os funcionários (“Associates”) no centro de tudo o que faz para apoiar e resolver os desafios dos clientes.

A Hypertherm Associates continuará a oferecer a linha líder do setor de soluções de corte industrial, incluindo plasma, jato de água, software e muito mais, organizadas em quatro negócios distintos. A Hypertherm® continuará como a marca de soluções de corte a plasma, enquanto a OMAX® permanecerá como o nome dos sistemas de corte a jato de água líderes de mercado. Dois grupos recém-definidos, o Hypertherm Associates Software Group e o Hypertherm Associates Aftermarket Group, abrangerão marcas de produtos como ProNest®, Robotmaster®, laser Centricut® e peças de jato de água AccuStream®.

“Queríamos que nosso novo nome corporativo refletisse nossa cultura com foco nas pessoas como uma empresa 100% de propriedade dos funcionários. Nossos fundadores estabeleceram uma paixão pela inovação tecnológica com foco no cliente, colocaram o desenvolvimento e o bem-estar de nosso pessoal — nossos Associates — no centro da equação e, em seguida, deram a propriedade da empresa a esses funcionários para levar essa visão adiante”, explicou Evan Smith, presidente e CEO da Hypertherm Associates. “Isso reforça nosso enfoque nas pessoas, desde nossos clientes, parceiros e comunidades próximas até nossos funcionários, que são donos da empresa. Isso consolida nosso compromisso de longo prazo e foco na inovação tecnológica e parceria com foco no cliente e em nossas comunidades, em vez de acionistas ou investidores externos.”, completa Smith.

Junto com o novo nome, a Hypertherm Associates está apresentando um novo logotipo corporativo e logotipos atualizados para suas marcas de tecnologia. O logotipo da Hypertherm Associates, concebido para lembrar um agrupamento de peças, serve para vincular visualmente a marca corporativa às respeitadas marcas de produtos e tecnologia da empresa. Ao mesmo tempo, demonstra a liderança industrial e tecnológica da empresa — e seu compromisso com a manufatura enxuta, práticas sustentáveis e engenharia inovadora — bem como a força das ofertas de tecnologia cruzada que resolvem os desafios dos clientes.

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peppersTodos os que quiserem travar as alterações climáticas não poderão evitar o hidrogênio. O primeiro elemento da tabela periódica é um fator-chave na descarbonização do transporte e da indústria – desde que o gás seja extraído sem emissões de CO2. A cadeia de valor desde a turbina eólica até à estação de abastecimento de hidrogênio é longa e está repleta de desafios técnicos.

A descarbonização trará inúmeras alterações, particularmente na forma como geramos, armazenamos, distribuímos e consumimos energia. O hidrogênio “verde” desempenhará um papel fundamental na produção de energia e na descarbonização da indústria e dos veículos pesados no futuro. Para garantir que os processos automatizados são seguros, são necessários componentes e sensores protegidos contra explosão com uma variedade de diferentes funções.

A Pepperl+Fuchs tem muitos anos de experiência na área da tecnologia de sensores industriais e proteção contra explosão, tornando-a no parceiro certo e num elemento unificador na cadeia do hidrogênio – desde a produção de energias renováveis, compressão de alta pressão após eletrólise, transporte e armazenamento até à utilização industrial em grande escala e estações de abastecimento de hidrogênio.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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