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Áureo Bordignon, CEO da Golden IT

As projeções divulgadas no último relatório Focus, do Banco Central, no fim do ano passado, elevaram as expectativas da inflação para 2023 e 2024. Isso significa que o preço dos alimentos — dentro e fora do lar — deve subir igual ou até mais do que nos últimos quatro anos, quando foi possível sentir na pele (e no bolso) um percentual de 57%, do café da manhã às demais refeições diárias, bem acima, até mesmo, dos 30% da inflação geral do período.

Então, com o custo de alimentos ascendente e inibindo a quantidade de produtos na mesa das famílias, a tendência é que as pessoas poupem recursos e comprem somente o indispensável. Ademais, a crise internacional, a guerra da Rússia contra a Ucrânia e os altos custos de produção são fatores que acendem um sinal amarelo para a indústria de alimentos não operar com prejuízo.

Neste sentido, há quem pense que funcionar no vermelho é uma exclusividade das pequenas empresas no setor, mas infelizmente grandes estabelecimentos são frequentemente afetados por falta de atenção ou prudência, essencialmente quando o assunto diz respeito aos procedimentos internos. A perda de matéria-prima é um dos principais obstáculos aqui. Uma vez que estamos falando de produtos perecíveis e de alto nível de destrutibilidade em transportes e manuseio, esse erro é um dos que mais causam desperdícios e danos nas indústrias.

Áureo Bordignon, CEO da Golden IT, especialista em sistemas ERP para a indústria alimentícia, chama atenção para estoques sem planejamento, vencimento das datas de validades e até mesmo superprodução de produtos, muitos dos quais não serão consumíveis. A saída, segundo ele, para reverter esse cenário está na automação de processos, em que não há necessidade de interação humana ou de automatização (a qual necessita desse tipo de relação). “Felizmente, após a pandemia, os negócios estão voltando à normalidade, e as empresas necessitam recuperar os prejuízos, é claro, mas é importante evitar novos. Com isto, muitos estabelecimentos estão investindo em máquinas e equipamentos mais eficientes e autônomos”.

O problema é que, com a evolução da tecnologia, quando uma nova ideia é implementada, dentro de pouco tempo o que era inovação já está obsoleto. “Isso não quer dizer que a solução esteja ultrapassada, mas que é necessário estar sempre investindo em tecnologia. E as empresas do segmento de alimentos devem sempre contar com profissionais preparados para aprender novas tecnologias. Na maioria dos casos, as pequenas empresas não conseguem manter estes profissionais no quadro de funcionários. Então, a solução é ter parcerias com empresas que forneçam estes profissionais”, comenta Áureo.

Para o processo de automação, são necessários diversos recursos que necessitam de várias empresas para colocá-lo em prática. E, sabendo disso, a Golden IT fechou parcerias com distintas empresas, desde fabricantes de equipamentos a importadores e consultores especializados em OEE (Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Global do Equipamento). “Uma empresa que investe em automação consegue produzir mais com menos operadores. Isto se traduz em redução de custos e aumento de produtividade”, explica Áureo, salientando que, se uma empresa não investir em automação, vai chegar um tempo que não terá preço competitivo para se manter no mercado.

A automação em uma indústria de alimentos ainda supre a carência da mão de obra básica, não especializada. Porque, em um processo industrial em que há dez operadores, com a automação, são necessários somente dois. Outra vantagem, neste sentido, é a facilidade em treinar os profissionais em um processo automatizado em relação a um processo manual.

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etienne-girardet-nxI4JyYosNY-unsplashA Schneider Electric lançou um apelo urgente para governos e empresas de todo o mundo para acelerarem suas ações de sustentabilidade que intensifiquem os investimentos em tecnologias que os ajudarão a reduzir suas emissões de carbono e reforçar sua segurança energética.

A chamada ocorre em meio ao aumento dos preços da energia, uma crise de fornecimento de energia e uma rápida aceleração das mudanças climáticas, que juntos representam grandes desafios para empresas, economias e sociedades em todo o mundo. Esses desafios formaram o pano de fundo da reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, de 16 a 20 de janeiro, da qual participaram executivos seniores da Schneider Electric.

“As crises climáticas e energéticas de hoje são uma realidade econômica para um número cada vez maior de pessoas. À medida que líderes empresariais e formuladores de políticas se reúnem em Davos, devemos agir de acordo com nossos próprios interesses de longo prazo, não de curto prazo”, afirmou Jean- Pascal Tricoire, presidente e CEO da Schneider Electric. “Não devemos evitar as decisões difíceis. Não há prosperidade de longo prazo sem uma transição energética completa. Na Schneider, nossa abordagem é ‘Digitalizar, Criar estratégias, Descarbonizar’ — empresas, governos e sociedades devem fazer isso agora, para cumprir os compromissos que assumiram.”

Com 38% das emissões globais de CO2 provenientes do ambiente construído e outros 32% da indústria, os produtos, softwares e serviços da Schneider Electric nas áreas de automação industrial e gerenciamento de energia ajudam empresas, indústrias, gerentes de edifícios e residências a descarbonizar e digitalizar seu uso de energia.

A Schneider Electric também oferece insights profundos sobre tendências e soluções de descarbonização, por meio de pesquisas e relatórios detalhados compilados pelo Schneider Electric Sustainability Research Institute.

Uma pesquisa independente com mais de 500 executivos de alto escalão encomendada pela Schneider no ano passado descobriu que os compromissos e investimentos em sustentabilidade corporativa são frequentemente prejudicados pela complexidade da descarbonização. Em média, o compromisso financeiro com iniciativas de sustentabilidade e descarbonização nas empresas pesquisadas foi inferior a 2% da receita projetada nos próximos três anos — apesar do fato de que esses investimentos costumam ser eficientes e econômicos, com retorno do investimento muitas vezes abaixo de um para três anos.

Os entrevistados destacaram o alinhamento das partes interessadas, orçamento, tecnologia, habilidades e regulamentação como desafios para a implementação da sustentabilidade. No entanto, a maioria observou que a automação industrial aprimorada e a atualização da infraestrutura elétrica formarão uma parte fundamental de seu plano de sustentabilidade para os próximos três anos.

A aquisição de energia renovável está entre as principais iniciativas do lado da oferta, enquanto a eletrificação — uma medida importante do lado da demanda — tem uma pontuação baixa entre as prioridades de sustentabilidade das organizações. Juntamente com a eletrificação, o fornecimento de maior eficiência na infraestrutura existente por meio da digitalização e automação estará entre as alavancas mais importantes na próxima década, sendo o meio mais rápido e eficiente em termos de capital para muitas organizações reduzirem as emissões.

Adotando nos negócios sustentabilidade com soluções digitais essenciais para navegar na crise global de energia

Um outro relatório recente da Schneider Electric sobre o potencial de eletrificação da UE descobriu que o foco em setores em que a eletrificação é viável e atraente poderia aumentar a participação da eletricidade no mix de energia de cerca de 20% para 50%. Por sua vez, a quota do gás natural e do petróleo cairia cerca de 50%, contribuindo significativamente para uma maior segurança energética. A Schneider Electric oferece soluções específicas e práticas para ajudar as empresas a navegar nessa transição com mais rapidez e eficiência.

A companhia aponta que a atual crise energética europeia segue décadas de energia segura, confiável, disponível e preços relativamente estáveis. Muitos estão experimentando, pela primeira vez, suprimentos de energia imprevisíveis e preços inacessíveis, demonstrando uma falha tanto na preparação para a segurança energética de longo prazo quanto na implementação de planos de descarbonização. Isso, por sua vez, ressalta a importância de reavaliar toda a equação energética, desde o lado da oferta (transição energética) até o lado da demanda (eficiência energética).

“O propósito e os lucros devem se alinhar para se tornarem forças poderosas na luta contra a mudança climática”, disse o Sr. Tricoire. “Já temos a tecnologia para evitar as crises energética e climática, também para fornecer distribuição e uso de energia segura, confiável e sustentável. Nossa abordagem baseada em dados, abrangendo automação industrial, digitalização e a tecnologia digital do metaverso corporativo, se combinam para destravar um futuro mais promissor, mais sustentável e mais próspero. A urgência por ação nunca foi maior do que agora.”

Foto: Etienne Girardet

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energiaComo uma alternativa para suprir a necessidade energética nacional, reduzindo os impactos ambientais de degradação, poluição e uso abusivo de recursos naturais, resultantes da utilização de combustíveis fósseis, as energias renováveis seguem em plena expansão no Brasil. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, as opções sustentáveis, renováveis e limpas já representam 83% da matriz energética brasileira, lideradas pela hidrelétrica (com mais de 63%), eólica (9,3%), biomassa e biogás (8,9%) e solar (1,4%); índices que posicionam o país como terceiro maior do mundo neste segmento.

Fator preditivo para frear os desdobramentos da ação humana no aquecimento global, o cenário positivo arquitetado pelo uso das energias renováveis chama a atenção do mercado e potenciais investidores. Segundo um estudo setorial realizado pela Redirection International, empresa especializada em fusões e aquisições, o volume dessas movimentações envolvendo empresas de energia renovável no Brasil deve crescer 19% em 2022, quando comparado a 2021. Panorama favorável, consequentemente, para a criação de novos postos de trabalho e expansão de indústrias de base da economia brasileira, como as fornecedoras de soluções em aço inoxidável.

“Considerado um material sustentável e ecológico, podendo ser reciclado em sua totalidade, o aço inox é uma alternativa de ótimo custo-benefício, resistente e durável, principalmente quando pensamos em grandes projetos como os que compõe a estrutura para geração de energia. Turbinas, exaustores, placas de captação de energia solar, reservatórios, tubulações – especialmente nas usinas de biomassa – são algumas das estruturas que contam com os benefícios deste material. Por isso, é importante que a indústria do aço esteja preparada para a demanda crescente por estas soluções”, destaca Marcos Barbosa, CEO da Krominox, líder nacional na produção de tubos em aço inoxidável.

Com um investimento de R$6,250 milhões, divididos entre a compra e reestruturação do negócio, a Krominox prevê um crescimento na casa dos 25% para os próximos anos, a partir da expansão dos negócios para novas vertentes da indústria que passarão a ser atendidas.  Diante da crescente demanda sustentável e a evolução do mercado de energias renováveis e limpas, a Krominox, que já conta com três unidades fabris em operação, investiu, além da aquisição, cerca de R$10 milhões em maquinários, ferramentas e fornos térmicos dedicados à produção de tubos de aço com costura para suprir as necessidades específicas do setor. Até o final de 2023, outros R$15 milhões estão previstos sob a mesma estratégia.

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EmauriSe automação de processos (o uso de robotização e inteligência artificial) pode soar algo caro, distante, para pequenas e médias empresas, um novo conceito em voga, o da hiperautomação, tende a parecer inacessível para elas. Mas não é. Na verdade, não raro a hiperautomação está presente em empreendimentos menores. O que falta é incorporar esse entendimento e implementar ações de maneira estratégica.

A avaliação é do pós-graduado em Tecnologia da Informação (TI) e em Análise e Projetos de Sistemas Emauri Gomes Gaspar Junior, que acumula experiência de mais de 25 anos na área. Investidor em empresas de Tecnologia e Cofundador da Run2biz, fabricante de software com unidade nos Estados Unidos e desenvolvedora de soluções em gestão de serviços de TI para empresas, Emauri Gaspar defende a simplificação do conceito e a importância de se construir uma nova mentalidade sobre o assunto.

“Podemos definir ‘hiperautomação’ como o uso de um conjunto de tecnologias combináveis, voltadas a eliminar, ou minimizar, o trabalho manual. Com isso, acelerando e intensificando tarefas, e diminuindo o risco de erros”, define o especialista. “E a hiperautomação não é algo caro, absurdo, inacessível a pequenas e médias empresas”, acrescenta.

Para Emauri Gaspar, o que precisa haver é a compreensão de que gastar com boas tecnologias deve ser entendido como investimento que dá resultados. Assim, para pequenas e médias empresas, que dispõem de menor potencial de aportes, o recomendável é partir para a hiperautomação de forma estratégica e, gradativamente, por etapas.

“Não é de uma hora para outra. É aos poucos. Identificar aquelas tarefas prioritárias, que podem ter sua execução manual ou operacional substituídas para serem incrementadas por soluções em robotização e inteligência artificial. Ir combinando as tecnologias, as soluções, de acordo com as necessidades imediatas”, afirma.

O passo seguinte na estratégia de se tornar um empreendimento hiperautomatizado é aplicar o retorno do investimento inicial na hiperautomação de uma outra tarefa ou setor dentro do negócio. “Então, o pequeno empresário investe numa primeira etapa, alcança resultados, e com esses resultados investe mais”, orienta o especialista.

Com a hiperautomação implementada, o pequeno e médio empresário pode direcionar os funcionários encarregados das antigas tarefas burocráticas, manuais ou repetitivas, para atribuições estratégicas. “Por exemplo, um colaborador deixar de ter o tempo tomado por essas tarefas ‘chatas’ e poder se dedicar à fidelização de clientes por contatos diretos e personalizados”, ilustra Emauri Gaspar.

Outro ponto a ser ressaltado, sublinha o executivo: a incorporação de tecnologias combináveis não demanda a presença de programadores, experts em TI. “Exceto para grandes corporações, com atuação e negócios muito específicos, as ferramentas costumam ser adaptáveis a empresas diferentes.” Além disso, muitas ferramentas geralmente têm funcionamento autoexplicativo.

Na prática, aponta o fundador e sócio da Run2biz, muitos pequenos negócios já lidam com certo grau de hiperautomação. Por exemplo, quando usam pacotes de software baseados em nuvem, que fazem integração de dados e operações. Os chamados SaaS (Software como Serviço), já bastante recorrentes, representam esse passo rumo à hiperautomação.

“Antes de mais nada, é preciso romper com a cultura de que investir em tecnologia da informação em uma empresa menor é ‘gastar demais’, ou seja, representa uma grande despesa. Não. É preciso mudar o olhar, como um investimento que diminui tarefas repetitivas, diminui erros e reduz o tempo das atividades que fazem a empresa funcionar. Ou seja, tem retorno”, sintetiza Emauri Gaspar.

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gerdaoA Gerdau  publica (21/07) seu Relatório Anual 2021, com informações sobre suas iniciativas de sustentabilidade, estratégia de negócios e desempenho financeiro. Pelo terceiro ano, os dados são baseados nas normas da Global Reporting Initiative (GRI), reforçando o compromisso da companhia com a transparência com seus públicos de interesse. Neste ano, a empresa também aderiu ao padrão da Sustainability Accounting Standards Board (Sasb) Iron & Steel Producers e Metal & Mining e submeteu o relatório a uma auditoria externa, a Bureau Veritas, com o objetivo de evoluir em nossa prestação de contas com transparência e equilíbrio.

O documento reúne dezenas de indicadores, entre conteúdo geral e desempenhos específicos, para orientar o leitor na análise do desempenho econômico, social, ambiental e de governança em 2021 da empresa. O material traz também a matriz de materialidade da Gerdau faz correlação entre os indicadores e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

“Com nosso esforço coletivo de olhar para o que importa, nos tornamos mais ágeis e eficientes nas soluções que o mundo pede, o que nos permitiu estar em áreas que antes não atuávamos. A Gerdau Next é o exemplo mais consistente nesse sentido. Ao apostar em segmentos como energia renovável, grafeno, logística e construtechs, estamos moldando um futuro melhor na perspectiva social e de sustentabilidade aliado ao sucesso empresarial e desempenho financeiro”, afirma Gustavo Werneck, diretor-presidente (CEO) da Gerdau. “Em 2021, por exemplo, anunciamos nossos planos para a construção de dois parques solares, um no Texas, nos Estados Unidos, e outro no Brasil, em Minas Gerais, que abastecerão nossos processos industriais com energia limpa.”

“Cada vez mais a agenda ESG está sendo levada em consideração no planejamento e nas nossas tomadas de decisão. Um exemplo é que, em 2021, fizemos dois importantes anúncios de investimentos em projetos de matriz energética limpa: a construção de parques solares no Brasil e nos Estados Unidos. Também acredito que nossa indústria deve avançar em suas iniciativas de diversidade e inclusão. Nesse contexto, estabelecemos a meta de chegarmos a 30% de mulheres em posições de liderança em 2025. Começamos com 17%, em 2017, e agora estamos com 23%”, afirma Gustavo Werneck, diretor-presidente (CEO) da Gerdau.

“Acredito que 2021 ficará marcado na história da Gerdau não só pelo aniversário de 120 anos, o que já é um marco extraordinário para uma organização empresarial, mas por mostrar que os alicerces dos próximos 120 anos da companhia estão fortes, sólidos e também flexíveis, assim como o aço”, completa Werneck.

O conteúdo completo do Relatório Anual 2021 da Gerdau pode ser acessado neste link. Abaixo, destacamos alguns dados ESG:

.R$ 638 milhões investidos na melhoria de práticas de ecoeficiência, em tecnologias para a proteção do ar, da água e do solo;

.Redução nas emissões de gases de efeito estufa de 0,93 tCO2e/t para 0,90 tCO2e/t de aço produzido, o que representa aproximadamente a metade da média global da indústria do aço; compromisso de reduzir as emissões para 0,83 tCO2e/ até 2031.

.Retomada das atividades em viveiro próprio a fim de potencializar a produtividade florestal;

.11 milhões de toneladas de sucata ferrosa reciclada pela Gerdau no mundo – 71% do aço produzido nas usinas da Gerdau é a partir de sucata (cada tonelada de aço produzida com sucata ferrosa equivale a deixar de emitir 1,5 tonelada de gases de efeito estufa);

.R$ 128 milhões investidos em programas sociais, para projetos de educação empreendedora, habitação e reciclagem, com mais de 4,2 milhões de pessoas beneficiadas, incluindo ações voltadas à pandemia da covid-19;

.Lançamento do G.Future, maior programa de trainees de todos os tempos, com 221 vagas em diversas áreas — sendo 46% preenchidas por mulheres e 33% por negros e negras — e recorde de 42 mil pessoas inscritas;

.Superação das metas de mulheres na operação (de 5% para 8% do contingente) e de mulheres em cargos de liderança (de 23% para 23,6%). A porcentagem de negros e negras em cargos de liderança ao fim de 2021 foi de 26%;

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abiPensar em indústria 4.0 e sustentabilidade é pensar não somente no presente, como também no futuro, principalmente diante de uma era voltada para automação industrial e integração de tecnologias como jamais visto. É impossível não falar sobre gestão de energia na indústria, uma vez que a automação pneumática é uma fonte tão presente em todas as funcionalidades do parque fabril e representa, em média, cerca de 20% do consumo elétrico na indústria de forma geral.

Apesar do fato dos sistemas pneumáticos serem responsáveis por uma grande fatia do consumo de energia elétrica das empresas, e que medidas de eficiência energética para sistemas de ar comprimido normalmente oferecerem grandes oportunidades para economia de energia e de seus custos, pouca atenção tem sido dada ao uso deste recurso. Há um grande potencial inexplorado para as indústrias.

A ABII – Associação Brasileira de Internet Industrial conversou com dois profissionais da empresa associada SMC: Marcos Silva, especialista de produto, e Waldemar Nicolau Junior, especialista do segmento de Energy Saving, para esclarecer algumas dúvidas sobre mensuração do consumo de ar comprimido e também sobre as soluções voltadas para o monitoramento e redução do consumo de energia propostas pela SMC.

A SMC nasceu no Japão pós-guerra em 1959, com a intenção de trabalhar de acordo com a sustentabilidade, além de propor a redução de custos e quantidade de material utilizado para fabricação dos produtos. Já na era da digitalização, o programa Energy Saving da SMC surgiu com a intenção de auxiliar os clientes a entender o seu consumo de energia na planta, tratar os dados coletados de forma adequada, e propor soluções para reduzir o consumo ineficiente.

Em síntese, isso acontece, por exemplo, ao mensurar o quanto o usuário gasta em quilowatts (kW) para gerar 1m³ de ar comprimido — unidades de medida referentes aos custos de geração e operações nas unidades de produção de qualquer segmento da indústria.

De acordo com Waldemar Nicolau Junior, a SMC dispõe de sensores de vazão, pressão e temperatura, que possibilitam monitorar o consumo de ar comprimido e as variáveis de processos em qualquer etapa. O objetivo é identificar aumentos na curva de consumo dos equipamentos, gerenciar seu número de ciclos, reduzir paradas de produção indesejadas e tomar rapidamente medidas para melhorar a eficiência e elevar os níveis dos processos, como por exemplo, nas manutenções preditivas, preventivas e corretivas.

Por meio de seu Programa de Gestão Sustentável das emissões de CO2, a SMC tem como compromisso utilizar como base a metodologia de “Processo de Projeto de Topologia Otimizada”, desenvolvendo assim produtos menores, mais compactos e com menor consumo de energia. Independentemente da aplicação e do tempo de existência das fábricas, os resultados dos clientes acabam sendo as reduções de consumo de energia e de emissões de CO2.

Case de sucesso com o gerenciamento do consumo de ar comprimido

Para exemplificar de forma prática, usaremos como exemplo um case de sucesso da SMC com um cliente da indústria automotiva no ano de 2021. No processo de manufatura automotiva existem diversas etapas que utilizam a tecnologia de vácuo para realizar a manipulação e movimentação das peças conforme necessidades.

Os geradores de vácuo utilizados nesta aplicação trabalham com o princípio de funcionamento do tipo Venturi Multiestágio, em que o ar comprimido é utilizado como fonte de energia para gerar vácuo. O desgaste dos componentes internos ao longo do tempo tem como consequência o aumento do consumo de ar comprimido, resultando em custos maiores no processo de fabricação.

A SMC atuou em conjunto com o cliente na substituição dos geradores de vácuo ineficientes e na análise da redução de custos que este trabalho resultaria. O trabalho constituiu-se da mensuração do volume de ar comprimido necessário para realizar a operação antes e depois desta substituição e, para isto, foram utilizados os sensores de monitoramento de vazão e pressão de ar comprimido.

Como resultado, houve uma redução de consumo elétrico anual de 372.812 KW/h, equivalente à diminuição de cerca de 28 toneladas de CO2e, e o retorno do investimento (ROI) ao final do projeto foi atingido em apenas seis meses.

A lição desse exemplo é que quando existe o monitoramento dos equipamentos e dos pontos de uso nas fábricas, é possível observar desvios no padrão de funcionamento, o que facilita a tomada de decisão para solucionar um problema que não estava tão evidente, evitando assim o aumento dos custos dos processos.

Relação entre a sustentabilidade e a indústria 4.0

Embora os CLPs, que marcaram a Terceira Revolução Industrial, desempenhem uma função crucial no processo, existem funções que são complexas de serem realizadas com este tipo de componente, como por exemplo a análise de uma quantidade massiva de dados, a definição de padrões desses dados obtidos e até mesmo a visualização gráfica de informações que possuam uma grande quantidade de informações.

A indústria 4.0 vem para aprimorar conceitos que já existiam na sua versão anterior, mas que não resolviam muitos problemas. Dentre suas características podemos destacar a integração entre as tecnologias de automação (OT), provenientes do chão de fábrica, com as tecnologias de informação (IT), como banco de dados e computação em nuvem.

Esta integração entre os dois sistemas permite elevar o nível de automação das fábricas e desempenhar funções que até então eram complexas de serem realizadas utilizando os conceitos da então indústria 3.0. Com todos esses recursos provenientes da indústria 4.0, existe um grande potencial no desenvolvimento de práticas que podem atuar diretamente nos problemas ambientais e de economia de energia.

Com a possibilidade de monitorar em tempo real as condições e variáveis dos processos, é possível proporcionar maior competitividade às indústrias e, ao mesmo tempo, auxilia-las no cumprimento de metas estratégicas relacionadas ao meio ambiente, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A indústria 4.0 influencia no desenvolvimento de produtos no sentido de que os fabricantes estão cada vez mais se preocupando em facilitar a disponibilização de dados desses produtos e a integração deles com os sistemas de TI. O que se vê é o surgimento e a adoção de inúmeras novas tecnologias de comunicação entre os dispositivos, como o IO-Link, OPC/UA e o MQTT, que por sua vez está cada vez mais sendo utilizado nas aplicações relacionadas à indústria 4.0.

Em relação aos sensores, vemos uma grande evolução com a tecnologia IO-Link, que é uma evolução natural da forma de conexão de sensores e atuadores com o sistema de controle, que até pouco tempo disponibilizava apenas sinais digitais ou analógicos.

Com esta nova tecnologia, temos como principal recurso um aumento significativo na quantidade de dados e informações disponibilizadas pelo sensor, que podem então ser usados para fins de manutenção preditiva, parametrização remota e diagnóstico em tempo real, tudo isso mantendo suas características de dimensão e custos.

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datafreteNos últimos dois anos a indústria vem se adaptando e se reinventando diante os desafios trazidos pela pandemia do Covid-19, com objetivo de manter o fluxo de vendas. Entres as tendências estavam: adentrar em processos de digitalização nas vendas e mudar o posicionamento no mercado. Com isso, muitas empresas investiram em abrir um e-commerce próprio ou entraram em um marketplace, atendendo ao consumidor final, o que pode ser chamado de D2C (direct to consumer) ou atendimento direto ao cliente.

A digitalização é o processo de se investir em novas tecnologias para melhorar os fluxos de trabalho. De acordo com Marcel Alessi Soccol, founder da DATAFRETE, D2C é um encurtamento da cadeia de distribuição convencional, ou seja, indústrias, franquias, distribuidores ou importadores realizam vendas direta ao cliente, sem passar pelos varejistas.

Soccol relata que com o crescimento do digital, as empresas começaram a identificar um potencial aumento de receita e diminuição de custos através da venda direta ao consumidor. De acordo com a pesquisa BDO Manufacturing CFO Outlook Survey, realizada em 2021, nos Estados Unidos, 30% dos fabricantes planejavam adotar um modelo de comércio eletrônico direto ao consumidor (D2C) ainda naquele ano. “Muitos clientes passaram a comprar pela internet durante a pandemia, o que oportunizou os fabricantes a aumentar suas operações de comércio eletrônico”, conta Soccol.

Com o movimento de digitalização do canal de venda das indústrias e distribuidores, as empresas passaram a encontrar uma necessidade de investir em tecnologia de qualidade para gestão e otimização de processos para gerir e ter controle de todos os canais de operação. Exemplo de empresa que viu oportunidade e os negócios se expandirem foi a DATAFRETE, que tem como foco o desenvolvimento de soluções para a gestão de fretes e logística de embarcadores.

A companhia destaca-se no mercado brasileiro como solução multicanal que acompanha todo esse processo de transformação. ’Atualmente podemos notar que as empresas possuem inúmeros canais de vendas, o que dificulta a gestão das operações. Através do sistema DATAFRETE a indústria pode fazer a gestão do frete de todas as suas operações, desde inbound, ou seja, recebimento de mercadoria, até outbound, destinada ao cliente final”, comenta.

Socool destaca que dentre as soluções propostas, o gateway de frete, que integra o processo de cotação de frete na plataforma e-commerce, é a mais indicada. “Ela dá a opção de o cliente final escolher o frete que melhor lhe atende, além de possibilitar que a empresa faça do frete uma estratégia de conversão de vendas”.

Desafios do D2C

Existem desafios a serem superados pela indústria, pois a dinâmica da logística no varejo eletrônico é um pouco diferente do modelo B2B e muitas vezes a indústria não está preparada para este modelo. Para mudar esta realidade, Soccol conta que é necessário apostar em tecnologia e automação da gestão. “Também é indicado oferecer atendimento de qualidade, com objetivo de gerar engajamento e fidelizar esse consumidor. Isso fará toda a diferença durante sua estratégia, somada, é claro, com a identidade criada para o seu produto”.

A gestão direct to consumer envolve uma mudança de mentalidade e operações no estoque, na entrega, e outros processos internos. “É necessário integrar dados em um sistema que permite que diferentes setores tenham um panorama da operação e possam agir de forma assertiva para solucionar eventuais problemas”, explica.

Vantagens do modelo de vendas

As indústrias que adotam o D2C têm uma série de vantagens. Soccol lista entre elas o controle de como o produto é exposto ao consumidor e o contato mais próximo ao público-alvo.  “Ao se aproximar do cliente final, a indústria pode construir um canal de comunicação direto, coletar feedback e dados”.

Como o envolvimento ocorre em todas as etapas do processo, Soccol acrescenta que é possível desenvolver estratégias voltadas exclusivamente para os clientes e estudar lançamentos de novos produtos. “São novas oportunidades de negócios, visto que a indústria obtém mais dados e um nível mais profundo de compreensão do motivo que leva um consumidor a necessitar de um determinado produto”.

“Uma outra vantagem é quanto à publicidade. Ao comprar o produto de uma marca em uma plataforma de comércio eletrônico, o cliente pode ver anúncios de produtos semelhantes, mas não necessariamente da mesma marca. Isto não ocorre se a empresa tiver o próprio e-commerce”, conclui.

DATAFRETE

Localizada em Blumenau, Santa Catarina, considerada cidade polo nacional da tecnologia, a DATAFRETE é uma empresa com foco no desenvolvimento de soluções para a gestão de fretes e logística de embarcadores. O sistema integra e-commerces e indústrias com as transportadoras, facilitando os processos de gestão dos transportes e monitoramento das entregas com mais de vinte soluções desenvolvidas.

Com oito anos de expertise na área, as principais soluções oferecidas são simulador de frete, gestão de despacho, rastreamento de entregas, auditoria de faturas, ferramentas de business intelligence (BI) e serviços de consultoria logística. Um software desenvolvido para entregar a melhor gestão dos fretes, com redução de custos, melhoria na visibilidade das entregas e aumento das vendas.

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indO índice de produção industrial foi de 53,6 pontos em maio de 2022, de acordo com a Sondagem Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nessa pesquisa, o indicador varia de 0 a 100 pontos, com uma linha de corte de 50 pontos, valores acima indicam crescimento e abaixo queda. Em abril, o índice de produção registrou 46,5 pontos. Foram entrevistadas 1,8 mil empresas, sendo 730 pequeno porte, 631 médio porte e 439 de grande porte, entre 1º a 9 de junho de 2022.

O emprego industrial também apresentou crescimento, acompanhando o impulso da produção. Em maio de 2022, o índice de evolução do número de empregados alcançou 51 pontos, aumentando 0,5 ponto em relação a abril. O índice mostra novo crescimento do emprego, maior e mais disseminado entre as empresas em maio.

Além disso, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) na indústria geral foi de 70% em maio, alta de um ponto percentual em relação ao mês de abril de 2022. Em relação a maio de 2021, a UCI se manteve inalterada. Destaca-se, contudo, que a UCI de maio de 2022 e a de 2021 são as maiores para o mês desde 2014, quando a UCI alcançou 71%.

Empresários seguem com expectativas otimistas em junho

O índice de expectativa de demanda para junho de 2022 foi de 59,1 pontos, maior valor desde setembro de 2021. Em relação ao mês anterior, o crescimento foi de 1,8 ponto. Esse indicador influenciou diretamente o índice de expectativa de compras de matérias-primas e de número de empregados, que também subiram entre um mês e outro.

Diante disso, o índice de intenção de investimento alcançou 56,4 pontos, o que representa um aumento de 0,3 ponto na comparação com maio.

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marciodelimaleite

Márcio de Lima Leite

Aos poucos a produção de autoveículos vai se recuperando das restrições impostas pela crise global dos semicondutores. Mesmo com paradas pontuais em algumas fábricas, o volume total produzido em maio pela primeira vez no ano superou a marca de 200 mil unidades, feito que não ocorria desde dezembro passado.

Foram 205,9 mil unidades produzidas no mês, crescimento de 10,7% sobre abril. Também pela primeira vez em 2022 houve crescimento sobre o mesmo mês do ano anterior, de 6,8% — coincidentemente, foi em maio do ano passado que a falta de componentes eletrônicos começou a gerar os primeiros impactos relevantes no setor automotivo brasileiro.

Com produção em alta e mais dias úteis, maio também registrou bons resultados nas vendas ao mercado interno, com crescimento pelo quarto mês consecutivo, de acordo com o balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). Os 187,1 mil autoveículos licenciados representaram uma elevação de 27% sobre abril, quase empatando com o resultado de maio de 2021 (aqui houve ligeira redução de 0,9%). A média diária de 8,5 mil unidades foi a maior do ano, crescendo 10% em relação a abril.

As exportações de 46,1 mil unidades em maio significaram alta de 2,8% sobre o mês anterior e de 24,6% sobre maio de 2021. No acumulado do ano, já se exportou 19,4% a mais em unidades que em 2021, e 27% a mais em valores, graças ao bom desempenho dos produtos brasileiros em mercados como Colômbia e Chile, entre outros países da América Latina.

“Chama a atenção a consistência do crescimento de mercado, um degrau a cada mês desde o início do ano, para vendas e produção. Exportações já largaram o ano em alta, e se mantêm assim. Como a tendência histórica do nosso setor é de um segundo semestre mais robusto que o primeiro, estamos muito otimistas quanto à manutenção desse bom ritmo de recuperação”, afirmou Márcio de Lima Leite, presidente da ANFAVEA.

Foto: GZH

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equipjnetO investimento em inovação é essencial para manter as indústrias em competitividade no mercado. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, 82% das pequenas indústrias já inovaram pelo menos uma vez nos últimos três anos.

Porém, apesar de entenderem a importância dessas iniciativas para o negócio, muitas delas não têm estrutura interna para inovar. Ainda segundo a pesquisa, cerca de 68% das pequenas empresas não possuem uma área de inovação e 76% não têm orçamento para inovação nem profissionais capacitados para isso.

Para driblar esses obstáculos, muitos executivos optam por parcerias estratégicas com outras empresas do setor, bancos e fornecedores.

Segundo Roberta Bosignoli, gerente de Operações e de Desenvolvimento de Negócios da EquipNet, uma gigante americana na gestão de equipamentos usados, investir em equipamentos usados pode ser também uma opção muito vantajosa nesse cenário, afinal, é uma forma de expandir a cadeia produtiva por um valor muito mais acessível.

“São diversos os benefícios na compra de equipamentos usados, um deles é a possibilidade do comprador adquirir equipamentos de marcas líderes e em ótimo estado de conservação. Ter acesso a um equipamento novo com essa qualidade nem sempre é possível para todas as empresas, já que o custo costuma ser muito alto e nem sempre cabe dentro do orçamento e a EquipNet oferece essa oportunidade”, ressalta.

Outra opção que também está disponível nos serviços oferecidos pela EquipNet é o processo inverso, a venda de equipamentos usados. Nesse caso, a empresa pode vender equipamentos que estão inativos ou em desuso para conseguir capital para investir em novas tecnologias, por exemplo.

A compra e venda de equipamentos usados é feita no marketplace da empresa, o maior site do mundo para a compra e venda de equipamentos industriais usados, que tem como objetivo facilitar esse processo e também trazer boas oportunidades de compra.

Para o comprador, uma das vantagens desse processo é a possibilidade de realizar uma visita e avaliar os equipamentos antes da compra, podendo tirar dúvidas sobre a parte operacional.

Estar alinhado às novidades do mercado é realmente um grande desafio, por isso é muito importante que as pequenas indústrias avaliem todas as possibilidades e oportunidades existentes para cada cenário, é possível não só se manter, como se destacar no mercado.

Conheça mais sobre a EquipNet: https://www.equipnet.com/pt/marketplace/

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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