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energiaComo uma alternativa para suprir a necessidade energética nacional, reduzindo os impactos ambientais de degradação, poluição e uso abusivo de recursos naturais, resultantes da utilização de combustíveis fósseis, as energias renováveis seguem em plena expansão no Brasil. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, as opções sustentáveis, renováveis e limpas já representam 83% da matriz energética brasileira, lideradas pela hidrelétrica (com mais de 63%), eólica (9,3%), biomassa e biogás (8,9%) e solar (1,4%); índices que posicionam o país como terceiro maior do mundo neste segmento.

Fator preditivo para frear os desdobramentos da ação humana no aquecimento global, o cenário positivo arquitetado pelo uso das energias renováveis chama a atenção do mercado e potenciais investidores. Segundo um estudo setorial realizado pela Redirection International, empresa especializada em fusões e aquisições, o volume dessas movimentações envolvendo empresas de energia renovável no Brasil deve crescer 19% em 2022, quando comparado a 2021. Panorama favorável, consequentemente, para a criação de novos postos de trabalho e expansão de indústrias de base da economia brasileira, como as fornecedoras de soluções em aço inoxidável.

“Considerado um material sustentável e ecológico, podendo ser reciclado em sua totalidade, o aço inox é uma alternativa de ótimo custo-benefício, resistente e durável, principalmente quando pensamos em grandes projetos como os que compõe a estrutura para geração de energia. Turbinas, exaustores, placas de captação de energia solar, reservatórios, tubulações – especialmente nas usinas de biomassa – são algumas das estruturas que contam com os benefícios deste material. Por isso, é importante que a indústria do aço esteja preparada para a demanda crescente por estas soluções”, destaca Marcos Barbosa, CEO da Krominox, líder nacional na produção de tubos em aço inoxidável.

Com um investimento de R$6,250 milhões, divididos entre a compra e reestruturação do negócio, a Krominox prevê um crescimento na casa dos 25% para os próximos anos, a partir da expansão dos negócios para novas vertentes da indústria que passarão a ser atendidas.  Diante da crescente demanda sustentável e a evolução do mercado de energias renováveis e limpas, a Krominox, que já conta com três unidades fabris em operação, investiu, além da aquisição, cerca de R$10 milhões em maquinários, ferramentas e fornos térmicos dedicados à produção de tubos de aço com costura para suprir as necessidades específicas do setor. Até o final de 2023, outros R$15 milhões estão previstos sob a mesma estratégia.

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Fabio MeloFabio Melo*

O consumidor está cada vez mais exigente e de olho no comportamento das empresas e de suas ofertas; no setor alimentício não poderia ser diferente. E o que mais vem chamando atenção é a busca das novas gerações por conveniência: um relatório da McKinsey mostrou que mais de 84% dos consumidores no Brasil mudaram seu comportamento de compra durante a Covid-19 e (adivinhem só) a conveniência foi citada como uma das principais razões para isso.

 

Neste contexto, a tecnologia empregada nas embalagens nunca foi tão importante para a indústria alimentícia. Ela tem sido um recurso fundamental para avançar e atender as expectativas de consumo das novas gerações – tanto dos millennials, quanto da geração Z. Anos atrás, por exemplo, o consumidor estava habituado a comprar peças de carnes de três a quatro quilos, sobretudo porque se fazia muito mais refeições em casa.  Hoje, os novos consumidores preferem comprar carnes em menor quantidade, visando mais praticidade e menos desperdício.

 

A inovação, sem dúvida, acaba sendo a mola propulsora desta mudança. Ela é base para a criação de embalagens cada vez mais práticas e funcionais, trazendo quantidades porcionadas e proporcionando alta durabilidade ao alimento, o que possibilita que dure mais tempo na geladeira. Tudo em nome da conveniência.

 

Para exemplificar, os sistemas a vácuo representam uma das soluções da indústria capazes de manter todas as propriedades do produto. Fomos pioneiros na utilização de sacos a vácuo que garante vida útil de até 90 dias para cortes de carnes refrigerados e no chamado efeito SKIN, que melhora o apelo visual do produto.  São sistemas tão inovadores que aumentam a vida útil da carne bovina e ainda possibilitam a maturação da carne, elevando sua maciez e sua suculência, uma vez que tais embalagens evitam a fuga de líquidos.

 

Atualmente, as soluções de mercado são capazes de produzir embalagens que diminuem as perdas por avaria em até 24%, e estendendo a validade do produto em 44%. Sabemos que as carnes que estão expostas sem embalagens nos açougues perdem umidade e peso. Isso não é interessante para ninguém: nem para o consumidor, nem para os supermercadistas. Afinal os açougues localizados dentro dos supermercados possuem peso importante no faturamento das lojas, e ninguém deseja arcar com esse prejuízo.

 

Mais um ponto positivo para as embalagens tecnológicas: o potencial de faturamento dos supermercados tende a aumentar, uma vez que, com menos perdas, os preços tendem a cair. Ou seja, preços mais em conta nas gôndolas é mais uma conveniência – ainda mais quando falamos em proteínas, principalmente a bovina, que apresentam preços mais elevados.

 

Muitos lojistas já perceberam a importância de oferecer embalagens de alto valor agregado, conquistando a confiança de quem compra e garantindo fidelização. Podemos citar redes como o Oba Hortifruti, que estão desenvolvendo uma vasta linha de produtos com embalagens completamente inovadoras, visando praticidade com fácil abertura, sem precisar de um objeto cortante (além de promover maior vida útil, maturação e suculência para o produto). São histórias de empresas que já perceberam o comportamento do consumidor e desejam estar um passo à frente.

 

O varejo de alimentos, como qualquer business nos tempos atuais, tem que estar em constante renovação, buscando experiências que se traduzam em conveniência ao consumidor. Ao longo do tempo, a embalagem se tornou responsável pela potencialização das vendas, e como especialistas, precisamos enfatizar isso. No varejo do futuro, não há como ser diferente. Se hoje embalar é tão estratégico quanto qualquer outra forma de impulsionar o consumo, daqui para a frente esta tendência só tende a crescer. Estamos preparados para evoluir neste desafio.

Diretor de marketing Brasil da Sealed Air * 

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EmauriSe automação de processos (o uso de robotização e inteligência artificial) pode soar algo caro, distante, para pequenas e médias empresas, um novo conceito em voga, o da hiperautomação, tende a parecer inacessível para elas. Mas não é. Na verdade, não raro a hiperautomação está presente em empreendimentos menores. O que falta é incorporar esse entendimento e implementar ações de maneira estratégica.

A avaliação é do pós-graduado em Tecnologia da Informação (TI) e em Análise e Projetos de Sistemas Emauri Gomes Gaspar Junior, que acumula experiência de mais de 25 anos na área. Investidor em empresas de Tecnologia e Cofundador da Run2biz, fabricante de software com unidade nos Estados Unidos e desenvolvedora de soluções em gestão de serviços de TI para empresas, Emauri Gaspar defende a simplificação do conceito e a importância de se construir uma nova mentalidade sobre o assunto.

“Podemos definir ‘hiperautomação’ como o uso de um conjunto de tecnologias combináveis, voltadas a eliminar, ou minimizar, o trabalho manual. Com isso, acelerando e intensificando tarefas, e diminuindo o risco de erros”, define o especialista. “E a hiperautomação não é algo caro, absurdo, inacessível a pequenas e médias empresas”, acrescenta.

Para Emauri Gaspar, o que precisa haver é a compreensão de que gastar com boas tecnologias deve ser entendido como investimento que dá resultados. Assim, para pequenas e médias empresas, que dispõem de menor potencial de aportes, o recomendável é partir para a hiperautomação de forma estratégica e, gradativamente, por etapas.

“Não é de uma hora para outra. É aos poucos. Identificar aquelas tarefas prioritárias, que podem ter sua execução manual ou operacional substituídas para serem incrementadas por soluções em robotização e inteligência artificial. Ir combinando as tecnologias, as soluções, de acordo com as necessidades imediatas”, afirma.

O passo seguinte na estratégia de se tornar um empreendimento hiperautomatizado é aplicar o retorno do investimento inicial na hiperautomação de uma outra tarefa ou setor dentro do negócio. “Então, o pequeno empresário investe numa primeira etapa, alcança resultados, e com esses resultados investe mais”, orienta o especialista.

Com a hiperautomação implementada, o pequeno e médio empresário pode direcionar os funcionários encarregados das antigas tarefas burocráticas, manuais ou repetitivas, para atribuições estratégicas. “Por exemplo, um colaborador deixar de ter o tempo tomado por essas tarefas ‘chatas’ e poder se dedicar à fidelização de clientes por contatos diretos e personalizados”, ilustra Emauri Gaspar.

Outro ponto a ser ressaltado, sublinha o executivo: a incorporação de tecnologias combináveis não demanda a presença de programadores, experts em TI. “Exceto para grandes corporações, com atuação e negócios muito específicos, as ferramentas costumam ser adaptáveis a empresas diferentes.” Além disso, muitas ferramentas geralmente têm funcionamento autoexplicativo.

Na prática, aponta o fundador e sócio da Run2biz, muitos pequenos negócios já lidam com certo grau de hiperautomação. Por exemplo, quando usam pacotes de software baseados em nuvem, que fazem integração de dados e operações. Os chamados SaaS (Software como Serviço), já bastante recorrentes, representam esse passo rumo à hiperautomação.

“Antes de mais nada, é preciso romper com a cultura de que investir em tecnologia da informação em uma empresa menor é ‘gastar demais’, ou seja, representa uma grande despesa. Não. É preciso mudar o olhar, como um investimento que diminui tarefas repetitivas, diminui erros e reduz o tempo das atividades que fazem a empresa funcionar. Ou seja, tem retorno”, sintetiza Emauri Gaspar.

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FernandoPor Fernando Caprioli*

Já sabemos que a pandemia impôs uma nova realidade às nossas vidas em diferentes âmbitos – pessoal, profissional, social e mais. O necessário distanciamento social criou uma demanda por novos modelos de comunicação e trabalho – especialmente para a indústria, tradicionalmente muito calcada no formato presencial. Capacitação e retenção de talentos, manutenção da produtividade e oferta de novas tecnologias que viabilizem um modelo remoto de trabalho são apenas alguns dos tantos desafios enfrentados por empresas do mundo todo neste cenário.

Os modelos remotos – ou híbridos – vieram para ficar. Para citar alguns dados, o número de ofertas de trabalho no modelo home office cresceu mais de 300% durante a pandemia, de acordo com um estudo realizado pelo Vagas.com, site especializado em recrutamento. As vagas remotas correspondem hoje a cerca de 41% das oportunidades abertas na plataforma.

Hoje, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 11% de todos os trabalhadores do país (8 milhões de pessoas) trabalham de forma exclusivamente remota, índice expressivo em um país em que a maior parte das oportunidades compõem a chamada economia de base e são presenciais – trabalho doméstico, varejo, obras e a própria indústria são alguns exemplos.

Nesses quase dois anos de pandemia, a indústria foi particularmente impactada, atravessada por desafios específicos que até recentemente sempre foram endereçados por dinâmicas presenciais, como por exemplo – os treinamentos e capacitações necessários aos operadores e manutentores dos maquinários. A importância destes processos para a continuidade da atividade industrial está mais relevante do que nunca e, como tudo no mercado, está tendo de se adaptar à nova realidade: como garantir a qualidade e segurança da operação industrial remotamente?

Neste contexto, muitas indústrias têm investido em formatos remotos de capacitação profissional. Diferentes ferramentas têm sido colocadas em prática como forma de viabilizar sessões online ou virtuais de capacitação. E isso tem ocorrido por meio de ferramentas digitais em que é possível a realização de treinamentos virtuais ao vivo, gravados ou ainda de maneira híbrida, onde uma parte do treinamento é feita de maneira remota e a outra parte de maneira presencial.

Os benefícios dessas novas ferramentas são evidentes, especialmente para a indústria de alimentos e bebidas, cujas fábricas muitas vezes se localizam em lugares distantes, o que demanda uma logística complexa, aumentando o tempo necessário de todos os envolvidos para a realização dos treinamentos, sejam eles os instrutores ou “alunos”. O treinamento virtual otimiza, de maneira eficaz, o tempo do operador e/ou manutentor da fábrica, que pode aprender sem ter que se deslocar e de acordo com a sua necessidade, visto que a customização é uma das vantagens dessa ferramenta.

Além disso, quando pensamos que as máquinas instaladas na indústria exigem um conhecimento aprofundado e especializado, temos nas ferramentas de capacitação remota uma forma de acelerar a curva de aprendizado dos profissionais, minimizando impactos na produtividade das plantas, especialmente nas fábricas que possuem altos índices de turnover – e que a partir das ferramentas remotas podem capacitar seus novos times com mais agilidade e eficiência.

Fato é que, cada vez mais, as empresas precisarão se adaptar – e seus colaboradores também – a um cenário em constante transformação, criando processos, serviços e tecnologias otimizadas, que alcancem remotamente um público amplo, permitindo reduzir custos e contribuindo para a autonomia e produtividade dos colaboradores, muitas vezes espalhados em diferentes praças.

Podemos ser mais produtivos e manter relações profissionais construtivas e saudáveis trabalhando remotamente. Para isso, precisamos estar dispostos a aprender com as novas tecnologias para aumentarmos nosso nível de conhecimento e diminuir distâncias.

 Diretor de Serviços da Tetra Pak Brasil*

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gerdaoA Gerdau  publica (21/07) seu Relatório Anual 2021, com informações sobre suas iniciativas de sustentabilidade, estratégia de negócios e desempenho financeiro. Pelo terceiro ano, os dados são baseados nas normas da Global Reporting Initiative (GRI), reforçando o compromisso da companhia com a transparência com seus públicos de interesse. Neste ano, a empresa também aderiu ao padrão da Sustainability Accounting Standards Board (Sasb) Iron & Steel Producers e Metal & Mining e submeteu o relatório a uma auditoria externa, a Bureau Veritas, com o objetivo de evoluir em nossa prestação de contas com transparência e equilíbrio.

O documento reúne dezenas de indicadores, entre conteúdo geral e desempenhos específicos, para orientar o leitor na análise do desempenho econômico, social, ambiental e de governança em 2021 da empresa. O material traz também a matriz de materialidade da Gerdau faz correlação entre os indicadores e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

“Com nosso esforço coletivo de olhar para o que importa, nos tornamos mais ágeis e eficientes nas soluções que o mundo pede, o que nos permitiu estar em áreas que antes não atuávamos. A Gerdau Next é o exemplo mais consistente nesse sentido. Ao apostar em segmentos como energia renovável, grafeno, logística e construtechs, estamos moldando um futuro melhor na perspectiva social e de sustentabilidade aliado ao sucesso empresarial e desempenho financeiro”, afirma Gustavo Werneck, diretor-presidente (CEO) da Gerdau. “Em 2021, por exemplo, anunciamos nossos planos para a construção de dois parques solares, um no Texas, nos Estados Unidos, e outro no Brasil, em Minas Gerais, que abastecerão nossos processos industriais com energia limpa.”

“Cada vez mais a agenda ESG está sendo levada em consideração no planejamento e nas nossas tomadas de decisão. Um exemplo é que, em 2021, fizemos dois importantes anúncios de investimentos em projetos de matriz energética limpa: a construção de parques solares no Brasil e nos Estados Unidos. Também acredito que nossa indústria deve avançar em suas iniciativas de diversidade e inclusão. Nesse contexto, estabelecemos a meta de chegarmos a 30% de mulheres em posições de liderança em 2025. Começamos com 17%, em 2017, e agora estamos com 23%”, afirma Gustavo Werneck, diretor-presidente (CEO) da Gerdau.

“Acredito que 2021 ficará marcado na história da Gerdau não só pelo aniversário de 120 anos, o que já é um marco extraordinário para uma organização empresarial, mas por mostrar que os alicerces dos próximos 120 anos da companhia estão fortes, sólidos e também flexíveis, assim como o aço”, completa Werneck.

O conteúdo completo do Relatório Anual 2021 da Gerdau pode ser acessado neste link. Abaixo, destacamos alguns dados ESG:

.R$ 638 milhões investidos na melhoria de práticas de ecoeficiência, em tecnologias para a proteção do ar, da água e do solo;

.Redução nas emissões de gases de efeito estufa de 0,93 tCO2e/t para 0,90 tCO2e/t de aço produzido, o que representa aproximadamente a metade da média global da indústria do aço; compromisso de reduzir as emissões para 0,83 tCO2e/ até 2031.

.Retomada das atividades em viveiro próprio a fim de potencializar a produtividade florestal;

.11 milhões de toneladas de sucata ferrosa reciclada pela Gerdau no mundo – 71% do aço produzido nas usinas da Gerdau é a partir de sucata (cada tonelada de aço produzida com sucata ferrosa equivale a deixar de emitir 1,5 tonelada de gases de efeito estufa);

.R$ 128 milhões investidos em programas sociais, para projetos de educação empreendedora, habitação e reciclagem, com mais de 4,2 milhões de pessoas beneficiadas, incluindo ações voltadas à pandemia da covid-19;

.Lançamento do G.Future, maior programa de trainees de todos os tempos, com 221 vagas em diversas áreas — sendo 46% preenchidas por mulheres e 33% por negros e negras — e recorde de 42 mil pessoas inscritas;

.Superação das metas de mulheres na operação (de 5% para 8% do contingente) e de mulheres em cargos de liderança (de 23% para 23,6%). A porcentagem de negros e negras em cargos de liderança ao fim de 2021 foi de 26%;

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abiPensar em indústria 4.0 e sustentabilidade é pensar não somente no presente, como também no futuro, principalmente diante de uma era voltada para automação industrial e integração de tecnologias como jamais visto. É impossível não falar sobre gestão de energia na indústria, uma vez que a automação pneumática é uma fonte tão presente em todas as funcionalidades do parque fabril e representa, em média, cerca de 20% do consumo elétrico na indústria de forma geral.

Apesar do fato dos sistemas pneumáticos serem responsáveis por uma grande fatia do consumo de energia elétrica das empresas, e que medidas de eficiência energética para sistemas de ar comprimido normalmente oferecerem grandes oportunidades para economia de energia e de seus custos, pouca atenção tem sido dada ao uso deste recurso. Há um grande potencial inexplorado para as indústrias.

A ABII – Associação Brasileira de Internet Industrial conversou com dois profissionais da empresa associada SMC: Marcos Silva, especialista de produto, e Waldemar Nicolau Junior, especialista do segmento de Energy Saving, para esclarecer algumas dúvidas sobre mensuração do consumo de ar comprimido e também sobre as soluções voltadas para o monitoramento e redução do consumo de energia propostas pela SMC.

A SMC nasceu no Japão pós-guerra em 1959, com a intenção de trabalhar de acordo com a sustentabilidade, além de propor a redução de custos e quantidade de material utilizado para fabricação dos produtos. Já na era da digitalização, o programa Energy Saving da SMC surgiu com a intenção de auxiliar os clientes a entender o seu consumo de energia na planta, tratar os dados coletados de forma adequada, e propor soluções para reduzir o consumo ineficiente.

Em síntese, isso acontece, por exemplo, ao mensurar o quanto o usuário gasta em quilowatts (kW) para gerar 1m³ de ar comprimido — unidades de medida referentes aos custos de geração e operações nas unidades de produção de qualquer segmento da indústria.

De acordo com Waldemar Nicolau Junior, a SMC dispõe de sensores de vazão, pressão e temperatura, que possibilitam monitorar o consumo de ar comprimido e as variáveis de processos em qualquer etapa. O objetivo é identificar aumentos na curva de consumo dos equipamentos, gerenciar seu número de ciclos, reduzir paradas de produção indesejadas e tomar rapidamente medidas para melhorar a eficiência e elevar os níveis dos processos, como por exemplo, nas manutenções preditivas, preventivas e corretivas.

Por meio de seu Programa de Gestão Sustentável das emissões de CO2, a SMC tem como compromisso utilizar como base a metodologia de “Processo de Projeto de Topologia Otimizada”, desenvolvendo assim produtos menores, mais compactos e com menor consumo de energia. Independentemente da aplicação e do tempo de existência das fábricas, os resultados dos clientes acabam sendo as reduções de consumo de energia e de emissões de CO2.

Case de sucesso com o gerenciamento do consumo de ar comprimido

Para exemplificar de forma prática, usaremos como exemplo um case de sucesso da SMC com um cliente da indústria automotiva no ano de 2021. No processo de manufatura automotiva existem diversas etapas que utilizam a tecnologia de vácuo para realizar a manipulação e movimentação das peças conforme necessidades.

Os geradores de vácuo utilizados nesta aplicação trabalham com o princípio de funcionamento do tipo Venturi Multiestágio, em que o ar comprimido é utilizado como fonte de energia para gerar vácuo. O desgaste dos componentes internos ao longo do tempo tem como consequência o aumento do consumo de ar comprimido, resultando em custos maiores no processo de fabricação.

A SMC atuou em conjunto com o cliente na substituição dos geradores de vácuo ineficientes e na análise da redução de custos que este trabalho resultaria. O trabalho constituiu-se da mensuração do volume de ar comprimido necessário para realizar a operação antes e depois desta substituição e, para isto, foram utilizados os sensores de monitoramento de vazão e pressão de ar comprimido.

Como resultado, houve uma redução de consumo elétrico anual de 372.812 KW/h, equivalente à diminuição de cerca de 28 toneladas de CO2e, e o retorno do investimento (ROI) ao final do projeto foi atingido em apenas seis meses.

A lição desse exemplo é que quando existe o monitoramento dos equipamentos e dos pontos de uso nas fábricas, é possível observar desvios no padrão de funcionamento, o que facilita a tomada de decisão para solucionar um problema que não estava tão evidente, evitando assim o aumento dos custos dos processos.

Relação entre a sustentabilidade e a indústria 4.0

Embora os CLPs, que marcaram a Terceira Revolução Industrial, desempenhem uma função crucial no processo, existem funções que são complexas de serem realizadas com este tipo de componente, como por exemplo a análise de uma quantidade massiva de dados, a definição de padrões desses dados obtidos e até mesmo a visualização gráfica de informações que possuam uma grande quantidade de informações.

A indústria 4.0 vem para aprimorar conceitos que já existiam na sua versão anterior, mas que não resolviam muitos problemas. Dentre suas características podemos destacar a integração entre as tecnologias de automação (OT), provenientes do chão de fábrica, com as tecnologias de informação (IT), como banco de dados e computação em nuvem.

Esta integração entre os dois sistemas permite elevar o nível de automação das fábricas e desempenhar funções que até então eram complexas de serem realizadas utilizando os conceitos da então indústria 3.0. Com todos esses recursos provenientes da indústria 4.0, existe um grande potencial no desenvolvimento de práticas que podem atuar diretamente nos problemas ambientais e de economia de energia.

Com a possibilidade de monitorar em tempo real as condições e variáveis dos processos, é possível proporcionar maior competitividade às indústrias e, ao mesmo tempo, auxilia-las no cumprimento de metas estratégicas relacionadas ao meio ambiente, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A indústria 4.0 influencia no desenvolvimento de produtos no sentido de que os fabricantes estão cada vez mais se preocupando em facilitar a disponibilização de dados desses produtos e a integração deles com os sistemas de TI. O que se vê é o surgimento e a adoção de inúmeras novas tecnologias de comunicação entre os dispositivos, como o IO-Link, OPC/UA e o MQTT, que por sua vez está cada vez mais sendo utilizado nas aplicações relacionadas à indústria 4.0.

Em relação aos sensores, vemos uma grande evolução com a tecnologia IO-Link, que é uma evolução natural da forma de conexão de sensores e atuadores com o sistema de controle, que até pouco tempo disponibilizava apenas sinais digitais ou analógicos.

Com esta nova tecnologia, temos como principal recurso um aumento significativo na quantidade de dados e informações disponibilizadas pelo sensor, que podem então ser usados para fins de manutenção preditiva, parametrização remota e diagnóstico em tempo real, tudo isso mantendo suas características de dimensão e custos.

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alfomedeirosMas qual é a base para o medo de que partículas da embalagem contaminem os alimentos? Luisa Kristina Murer, estudante da Universidade Técnica de Munique (TUM), dedicou seu projeto de último ano a essa questão. O seu compromisso com a segurança alimentar foi distinguido pela MULTIVAC com o Prémio Hans Joachim Boekstegers 2022.

Seja salsicha, queijo ou carne picada, os alimentos embalados em plástico são uma parte inevitável de nossas vidas diárias. E isso por um bom motivo: a embalagem protege os produtos contra a sujeira e prolonga sua vida útil usando uma atmosfera modificada, reduzindo o desperdício de alimentos e melhorando o balanço de carbono do setor de alimentos. Os contentores são compostos por materiais reciclados numa percentagem crescente. Então não há problema? Sim e não. Conjecturas estão circulando na mídia sobre a possibilidade de pequenas partículas de plástico serem transferidas da embalagem para o alimento e assim chegarem ao corpo do consumidor. Estas são suposições com quase nenhuma base científica, pois faltam dados e conclusões sobre o papel desempenhado pelo processo de fabricação de embalagens. Luisa Kristina Murer desenvolve novos métodos para determinar a quantidade de partículas microplásticas Com a sua tese, esta aluna de “Tecnologia Alimentar e Biotecnologia” da Universidade Técnica de Munique analisa, do ponto de vista científico, os receios sobre a presença de resíduos plásticos nos alimentos.

Especificamente, em seu trabalho ele analisa os fatores que influenciam o aparecimento do microplástico na fabricação de embalagens plásticas para alimentos. Em seu trabalho, a autora desenvolveu um método padronizado para determinar a quantidade de partículas microplásticas em diferentes folhas de plástico. Tomando como modelo os alimentos padronizados, investigou se os microplásticos podem atingir os alimentos. “Pessoalmente, foi importante para mim lidar com esse tema sensível de forma imparcial, porque muitas vezes é mal interpretado e informações errôneas sobre ele aparecem na mídia”, diz Luisa Kristina Murer. “Por esta razão, no meu trabalho não me limito a dar números absolutos, mas também valores comparativos com partículas naturais para contextualizar as quantidades de microplástico.”

Embora ainda sejam necessários mais trabalhos de pesquisa para consolidar o significado das estatísticas e poder fazer afirmações confiáveis ​​sobre a importância das partículas de plástico, este trabalho, de qualquer forma, já produziu a seguinte conclusão: o processo de fabricação das embalagens plásticas influencia a quantidade de partículas microplásticas. “Um dos meus maiores objetivos na vida é deixar este mundo um pouco melhor do que o encontrei” O júri do Prêmio Hans Joachim Boeksteger ficou impressionado com a pesquisa realizada por Luisa Kristina Murer. Professores das Universidades Técnicas de Munique e Dresden, bem como representantes da MULTIVAC, concordaram: a dissertação de Murer foi a melhor de todas as teses e dissertações sobre engenharia de embalagens e tecnologia de alimentos relevantes para a indústria. duas universidades e do Instituto Frauenhofer de Engenharia de Processos e Embalagem nas unidades de Freising e Dresden. Por isso, o comitê reconheceu o trabalho de Murer com um prêmio de 1.000 euros. “Estou honrado por ter recebido este prêmio”, diz Murer, para quem é muito mais do que um prêmio para si mesma. “Na minha opinião, a questão dos microplásticos é uma questão altamente atual. Significa muito para mim que agora, graças ao Prêmio Hans Joachim Boeksteger, esteja no centro das atenções. Isso me mostra que inovações que levem em conta aspectos ecológicos são importantes”. Agora Murer se sente ainda mais motivada para iniciar sua vida profissional no setor de Pesquisa e Desenvolvimento.

Foto: Alfo Medeiros

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datafreteNos últimos dois anos a indústria vem se adaptando e se reinventando diante os desafios trazidos pela pandemia do Covid-19, com objetivo de manter o fluxo de vendas. Entres as tendências estavam: adentrar em processos de digitalização nas vendas e mudar o posicionamento no mercado. Com isso, muitas empresas investiram em abrir um e-commerce próprio ou entraram em um marketplace, atendendo ao consumidor final, o que pode ser chamado de D2C (direct to consumer) ou atendimento direto ao cliente.

A digitalização é o processo de se investir em novas tecnologias para melhorar os fluxos de trabalho. De acordo com Marcel Alessi Soccol, founder da DATAFRETE, D2C é um encurtamento da cadeia de distribuição convencional, ou seja, indústrias, franquias, distribuidores ou importadores realizam vendas direta ao cliente, sem passar pelos varejistas.

Soccol relata que com o crescimento do digital, as empresas começaram a identificar um potencial aumento de receita e diminuição de custos através da venda direta ao consumidor. De acordo com a pesquisa BDO Manufacturing CFO Outlook Survey, realizada em 2021, nos Estados Unidos, 30% dos fabricantes planejavam adotar um modelo de comércio eletrônico direto ao consumidor (D2C) ainda naquele ano. “Muitos clientes passaram a comprar pela internet durante a pandemia, o que oportunizou os fabricantes a aumentar suas operações de comércio eletrônico”, conta Soccol.

Com o movimento de digitalização do canal de venda das indústrias e distribuidores, as empresas passaram a encontrar uma necessidade de investir em tecnologia de qualidade para gestão e otimização de processos para gerir e ter controle de todos os canais de operação. Exemplo de empresa que viu oportunidade e os negócios se expandirem foi a DATAFRETE, que tem como foco o desenvolvimento de soluções para a gestão de fretes e logística de embarcadores.

A companhia destaca-se no mercado brasileiro como solução multicanal que acompanha todo esse processo de transformação. ’Atualmente podemos notar que as empresas possuem inúmeros canais de vendas, o que dificulta a gestão das operações. Através do sistema DATAFRETE a indústria pode fazer a gestão do frete de todas as suas operações, desde inbound, ou seja, recebimento de mercadoria, até outbound, destinada ao cliente final”, comenta.

Socool destaca que dentre as soluções propostas, o gateway de frete, que integra o processo de cotação de frete na plataforma e-commerce, é a mais indicada. “Ela dá a opção de o cliente final escolher o frete que melhor lhe atende, além de possibilitar que a empresa faça do frete uma estratégia de conversão de vendas”.

Desafios do D2C

Existem desafios a serem superados pela indústria, pois a dinâmica da logística no varejo eletrônico é um pouco diferente do modelo B2B e muitas vezes a indústria não está preparada para este modelo. Para mudar esta realidade, Soccol conta que é necessário apostar em tecnologia e automação da gestão. “Também é indicado oferecer atendimento de qualidade, com objetivo de gerar engajamento e fidelizar esse consumidor. Isso fará toda a diferença durante sua estratégia, somada, é claro, com a identidade criada para o seu produto”.

A gestão direct to consumer envolve uma mudança de mentalidade e operações no estoque, na entrega, e outros processos internos. “É necessário integrar dados em um sistema que permite que diferentes setores tenham um panorama da operação e possam agir de forma assertiva para solucionar eventuais problemas”, explica.

Vantagens do modelo de vendas

As indústrias que adotam o D2C têm uma série de vantagens. Soccol lista entre elas o controle de como o produto é exposto ao consumidor e o contato mais próximo ao público-alvo.  “Ao se aproximar do cliente final, a indústria pode construir um canal de comunicação direto, coletar feedback e dados”.

Como o envolvimento ocorre em todas as etapas do processo, Soccol acrescenta que é possível desenvolver estratégias voltadas exclusivamente para os clientes e estudar lançamentos de novos produtos. “São novas oportunidades de negócios, visto que a indústria obtém mais dados e um nível mais profundo de compreensão do motivo que leva um consumidor a necessitar de um determinado produto”.

“Uma outra vantagem é quanto à publicidade. Ao comprar o produto de uma marca em uma plataforma de comércio eletrônico, o cliente pode ver anúncios de produtos semelhantes, mas não necessariamente da mesma marca. Isto não ocorre se a empresa tiver o próprio e-commerce”, conclui.

DATAFRETE

Localizada em Blumenau, Santa Catarina, considerada cidade polo nacional da tecnologia, a DATAFRETE é uma empresa com foco no desenvolvimento de soluções para a gestão de fretes e logística de embarcadores. O sistema integra e-commerces e indústrias com as transportadoras, facilitando os processos de gestão dos transportes e monitoramento das entregas com mais de vinte soluções desenvolvidas.

Com oito anos de expertise na área, as principais soluções oferecidas são simulador de frete, gestão de despacho, rastreamento de entregas, auditoria de faturas, ferramentas de business intelligence (BI) e serviços de consultoria logística. Um software desenvolvido para entregar a melhor gestão dos fretes, com redução de custos, melhoria na visibilidade das entregas e aumento das vendas.

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indO índice de produção industrial foi de 53,6 pontos em maio de 2022, de acordo com a Sondagem Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nessa pesquisa, o indicador varia de 0 a 100 pontos, com uma linha de corte de 50 pontos, valores acima indicam crescimento e abaixo queda. Em abril, o índice de produção registrou 46,5 pontos. Foram entrevistadas 1,8 mil empresas, sendo 730 pequeno porte, 631 médio porte e 439 de grande porte, entre 1º a 9 de junho de 2022.

O emprego industrial também apresentou crescimento, acompanhando o impulso da produção. Em maio de 2022, o índice de evolução do número de empregados alcançou 51 pontos, aumentando 0,5 ponto em relação a abril. O índice mostra novo crescimento do emprego, maior e mais disseminado entre as empresas em maio.

Além disso, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) na indústria geral foi de 70% em maio, alta de um ponto percentual em relação ao mês de abril de 2022. Em relação a maio de 2021, a UCI se manteve inalterada. Destaca-se, contudo, que a UCI de maio de 2022 e a de 2021 são as maiores para o mês desde 2014, quando a UCI alcançou 71%.

Empresários seguem com expectativas otimistas em junho

O índice de expectativa de demanda para junho de 2022 foi de 59,1 pontos, maior valor desde setembro de 2021. Em relação ao mês anterior, o crescimento foi de 1,8 ponto. Esse indicador influenciou diretamente o índice de expectativa de compras de matérias-primas e de número de empregados, que também subiram entre um mês e outro.

Diante disso, o índice de intenção de investimento alcançou 56,4 pontos, o que representa um aumento de 0,3 ponto na comparação com maio.

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Woman is shopping in supermarket and scanning barcode with smartphoneO código de barras – uma marca onipresente em quase todos os produtos.

Desde que entrou em uso comercial nos anos setenta, a marcação e codificação evoluiu significativamente. Tanto que hoje estamos à beira de uma nova era de marcação de produtos que pode usar a serialização como uma plataforma fundamental para fornecer rastreabilidade, conformidade regulatória e agora até mesmo um engajamento valioso com o consumidor.

Em pouca palavras, o que começou como um meio de identificar um produto para estoque e uso no ponto de venda, agora se tornou a base de um programa completo para proteção da marca. As marcas marcam produtos para identificar lotes, serializar itens individuais e fornecer datas de validade há décadas. Mais recentemente, indústrias como a farmacêutica ficaram na vanguarda do uso de diferentes métodos de codificação para identificação de unidades, lideradas pela necessidade de facilitar a segurança e o recall de produtos.

Para algumas, as necessidades de proteção da marca se estendem à proteção contra o desvio e falsificação, um problema que continua a crescer. Nesse caso, usando tecnologia inovadora, um QR Code ou código de barras existente na embalagem atual de um produto pode ser transformado em um identificador digital exclusivo – ou e-Fingerprint®. Essa solução permite que os inspetores de campo e outros parceiros usem um simples aplicativo de smartphone para autenticar instantaneamente um produto em qualquer lugar da cadeia de suprimentos. Onde isso for adequado para a marca, a mesma oportunidade está disponível para aproveitar essa tecnologia para que os consumidores também possam confirmar a autenticidade do produto.

Rótulos mais inteligentes

Levando esse progresso um passo à frente, com o uso de um rótulo mais inteligente, temos agora o início de uma experiência interativa que pode transmitir ao consumidor informações sobre um produto. Isso oferece um meio valioso de engajamento com um usuário final. Podemos pegar um exemplo de um produto com um QR Code serializado, agregado com produtos similares serializados em caixas e paletes codificados. À medida que os produtos e caixas percorrem a cadeia de suprimentos e seus paletes são escaneados em cada etapa, as marcas podem coletar todos esses dados. Imagine esse mesmo processo para cada uma das principais matérias-primas que compõem esse item, para que você rastreie cada componente. Uma vez que todas essas informações são consolidadas, de repente você tem uma visão completa do caminho do seu produto quando ele chega ao mercado.

A grande perspectiva do cenário

Com esses dados detalhados como base, um QR Code com um número de série dentro dele pode ser escaneado por qualquer smartphone e revelar ao consumidor um nível de percepção que nunca foi alcançado antes. As possibilidades de usar isso para enriquecer o engajamento de uma marca com o consumidor são infinitas. Essa experiência vai muito além do que uma típica página de destino estática para a qual um QR Code normalmente é direcionado. À medida que a demanda do consumidor por transparência cresce, paralelamente a uma maior conscientização sobre o impacto ambiental e social do fornecimento de matérias-primas, essas ferramentas se tornarão inestimáveis.

Os programas de proteção da marca e engajamento do consumidor variam de acordo com os objetivos específicos de um produto. Na Markem-Imaje, trabalhamos em conjunto com nossos clientes para desenvolver uma estratégia sob medida usando o conjunto completo de soluções padrão do nosso portfólio. O que começou há seis décadas como meio de identificação, hoje pode ser usado como uma ferramenta muito mais sofisticada e multifacetada em benefício da proteção da marca.

https://www.markem-imaje.com/pt-br

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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