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EpsonA Seiko Epson Corporation (TSE: 6724, “Epson”) lançou uma parceria internacional de três anos com o WWF, organização mundial de conservação focada na restauração e na conservação de florestas em todo o mundo. É a primeira vez que uma empresa japonesa do setor de eletrônica e instrumentos de precisão faz este tipo de parceria, a qual é baseada no relacionamento existente entre as duas organizações, que começou em março de 2022 com o trabalho na conservação marinha no Sudeste Asiático.

Com base na ambição compartilhada por tratar questões ambientais de interesse comum, a parceria vai abranger três objetivos:

1. atender a pegada ambiental da Epson;

2. apoiar os projetos de restauração e de conservação de florestas do WWF em sete países de quatro regiões; e

3. fornecer informações sobre assuntos ambientais.

Para isso se tornar possível, a Epson planeja contribuir com 240 milhões de ienes japoneses (aproximadamente 1,6 milhões de euros) durante os próximos três anos a partir de março de 2023, que serão alocados para projetos florestais do WWF.

Através da parceria, a Epson vai apoiar as atividades de conservação florestal, bem como os esforços de recuperação da natureza implementados pelo WWF em várias “frentes de desmatamento”1, e visará à melhoria da sustentabilidade em sua cadeia de fornecimento enquanto participante do programa Forests Forward2 do WWF. A fim de atingir juntos um mundo positivo para a natureza, a parceria também vai promover o uso responsável dos recursos florestais (papel) nas empresas, além das futuras considerações sobre a preservação dos ecossistemas de água doce e sobre as atividades que contribuem para uma economia circular3.

“Ficamos muito contentes pela assinatura deste acordo com o WWF”, comenta Yasunori Ogawa, presidente executivo da Epson. “O mundo enfrenta uma catástrofe ambiental, e nossa atuação atual é essencial para preservarmos a biodiversidade do nosso planeta antes de que seja tarde demais. Esta parceria reflete o compromisso da Epson com a conservação do meio ambiente, a diminuição dos resíduos e a garantia de sustentabilidade na utilização dos recursos naturais. Visando à conquista de um futuro onde as pessoas possam viver em harmonia com a natureza, o WWF coincide perfeitamente com a Epson”.

Em 2021, a Epson anunciou sua Visão Ambiental, segundo a qual a empresa fez o compromisso de se tornar carbono negativo e de eliminar o uso de recursos subterrâneos não renováveis até o ano de 2050. A fim de atingir tais objetivos, a Epson está implementando uma série de iniciativas que visam à descarbonização, ao fechamento do ciclo de recursos, ao oferecimento de produtos e serviços que reduzem o impacto ambiental, e ao desenvolvimento de tecnologias ambientais. A Epson reconhece que é preciso participação de toda a comunidade para alcançar uma sociedade sustentável, e está trabalhando com parceiros que compartilham seus ideais, tais como o WWF, a fim de criar consciência e adotar medidas firmes com o intuito de resolver os problemas ambientais enfrentados pelo nosso planeta.

“O WWF aprecia esta ambiciosa parceria com a Epson para o futuro da floresta”, declara TOBAI, Sadayosi, diretor-geral do WWF-Japão. “Não é apenas o compromisso de um empresa só, mas também representa um passo importante para a aceleração dos esforços do setor privado e para o impedimento da degradação da natureza, particularmente das florestas, de que todos nós dependemos”.

A proteção e a gestão responsável dos ecossistemas florestais ocuparam um lugar destacado na pauta de debates mundiais recentes, como a conferência COP27 das Nações Unidas sobre o clima e a conferência COP15 das Nações Unidas sobre a biodiversidade. É fundamental aproveitarmos este impulso assumindo um forte compromisso e implementando mudanças transformadoras urgentes, necessárias para reverter a perda de biodiversidade e construir uma sociedade mais sustentável.

Através da parceria e da participação no programa Forests Forward, a Epson e o WWF comprometem-se juntos a salvar as florestas ameaçadas em paisagens vitais, tanto dentro quanto fora da cadeia de fornecimento da Epson, mediante o aprimoramento da gestão florestal e a restauração da natureza.

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abb2A ABB tem trabalhado com a Boliden, empresa sueca de mineração e fundição, para desenvolver uma cooperação estratégica para usar cobre com baixo carbono em seus equipamentos de agitação eletromagnética (EMS) e motores elétricos de alta eficiência. O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) enquanto impulsiona a transição para uma economia mais circular.

A parceria com a Boliden é parte integrante do objetivo estratégico da ABB de reduzir o impacto ambiental das matérias-primas utilizadas em seus produtos, substituindo-as por alternativas de baixo carbono. Além de usar cobre reciclado, a ABB se comprometeu a aumentar o uso de aço elétrico reciclado (e-steel) e alumínio reciclado. A mudança também é um passo importante para fechar o ciclo de circularidade que já visualizou a ABB projetando seus motores para serem até 98 por cento recicláveis, com os dois por cento restantes dos materiais disponíveis para serem incinerados para recuperação de calor. A reciclagem de cobre, alumínio e aço oferece economia de energia entre 75 e 95 por cento em comparação com a produção virgem.

“Como parte da estratégia de sustentabilidade da ABB para 2030, nossa meta é que 80% de nossos produtos e soluções sejam cobertos por uma abordagem de circularidade. O trabalho com a Boliden é um passo importante em direção a esse objetivo”, afirmou Ola Norén, chefe de Produtos de Metalurgia, Indústrias de Processo da ABB. “Ao fazer um balanço da entrega até o final deste ano, garantiremos que todos os nossos produtos de metalurgia usem condutores ocos de cobre reciclado a partir de 2023.”

“Queremos possibilitar um futuro mais sustentável e eficiente em termos de recursos e, com essa colaboração, nossos clientes podem não apenas descarbonizar, atualizando para motores com eficiência energética, mas também instalar a tecnologia ABB que tem uma pegada ambiental melhorada, graças ao cobre da Boliden,” afirmou Ulf Hellstrom, diretor administrativo da ABB Motion, na Suécia. “Este é um excelente exemplo de economia circular na prática.”

Com a cooperação, a ABB fez o primeiro pedido de cobre reciclado certificado da Boliden através da Luvata, especialista finlandesa em fabricação de metais. O fio condutor oco feito do material será usado nos produtos EMS da ABB para fabricação de aço e alumínio.

Além disso, a partir de 2023, a ABB comprará cobre reciclado e de baixo carbono da Boliden para cobrir a demanda por seus motores IE5 Ultra-Premium Efficiency SynRM e e-mobility produzidos na Europa. As duas empresas também assinaram um memorando de entendimento que permitirá à ABB auxiliar a Boliden na identificação de motores de baixa tensão ineficientes em suas unidades operacionais. Esses motores podem então ser substituídos por motores de alta eficiência dentro da estrutura de reciclagem da ABB, com os motores antigos reciclados para fornecer matéria-prima para o cobre reciclado da Boliden.

O cobre é um material vital para a fabricação de equipamentos elétricos industriais, mas sua produção requer consumo energético elevado. Para resolver isso, a Boliden desenvolveu cobre de baixo carbono que é extraído usando energia livre de fósseis e também produz cobre usando matéria-prima secundária de produtos reciclados. A pegada de carbono desses produtos é 65% menor do que a média do setor. Um motor típico de 75 kilowatts (kW) pesando 650 kg pode incluir 80 kg de cobre. O uso do cobre da Boliden economiza aproximadamente 200 kg de emissões de CO₂ para cada um desses motores fabricados. Cada agitador tem até 2.700 kg de cobre, economizando até 6.700 kg de CO2 por agitador.

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SingkhamSchneider Electric, anunciou o recrutamento de 2.500 especialistas em Field Service em todo o mundo, reforçando a economia verde global.

O último relatório do IPCC observa que as emissões de gases de efeito estufa devem atingir o pico até 2025. Para dar ao planeta a chance de limitar o aquecimento futuro a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais, são necessárias em nível industrial, sugere o documento.

Os especialistas em ‘field service’ influenciarão positivamente as decisões de energia dos clientes

A função do engenheiro de serviços combina operações baseadas em ferramentas para corrigir e manter a infraestrutura do cliente com tecnologias digitais, que simplificam o desempenho do trabalho e fornecem informações e serviços adicionais aos clientes.

Eles usarão o poder das plataformas IoT e EcoStruxure para digitalizar e descarbonizar instalações, além de fornecer conselhos sobre estratégias de sustentabilidade e aquisição de energia, bem como segurança cibernética e desempenho. Esses profissionais trabalharão ao lado dos clientes para projetar e implementar estratégias de gestão de energia e circularidade, fornecer eficiência em suas instalações e sustentar os resultados ao longo do tempo. Acelerando na contribuição na economia de CO2, as equipes de serviços visam reduzir a pegada dos clientes em mais de 10 milhões de toneladas de CO2 até 2025.

Os engenheiros de serviço sustentável da Schneider Electric já economizaram 1 milhão de toneladas de CO2 para os clientes em 2021, melhorando a segurança e a confiabilidade do equipamento para fontes de alimentação ininterruptas (UPS).

Isso inclui o trabalho com a Danone Evian, no qual 315 toneladas métricas de CO2 equivalente e 372 m3 de água foram economizados pelos engenheiros. Eles simultaneamente reduziram o consumo de energia em 34% por litro de água e melhoraram a continuidade de energia. Isso ajudou o cliente a receber a certificação de neutralidade de carbono do Carbon Trust.

Para Frederic Godemel, vice-presidente executivo de Power Systems e Services da Schneider Electric, o crescimento da economia verde está desempenhando um papel significativo no combate às mudanças climáticas em grande escala. “Criar empregos verdes que influenciam as organizações a usar tecnologias mais verdes e fazer a diferença para o planeta, ao mesmo tempo que atendem aqueles que trabalham neles, é uma das melhores maneiras de atingir metas críticas.

“Os novos engenheiros de serviço da Schneider Electric devem ser poderosos influenciadores e facilitadores de soluções verdes no coração das organizações que mais precisam deles. Estamos entusiasmados em apoiar essas 2.500 pessoas e muitas outras que ajudarão, visto que todos trabalhamos para um futuro mais verde com melhor uso da eletricidade. Como afirmam os princípios da Electricidade 4.0, um mundo mais elétrico e digital é a chave para um futuro sustentável e resiliente” afirma Godemel.

As próprias iniciativas de sustentabilidade da Schneider Electric incluem um suporte para ajudar os clientes a reduzir o uso futuro do gás de efeito estufa mais potente do mundo, o hexafluoreto de enxofre (SF6). A companhia desenvolveu um conjunto inovador de tecnologias digitais e ambientalmente superiores para o mercado que evitam o uso de SF6, substituindo-o por ar puro.

Para se candidatar a uma posição  de ‘Field Service expert’ na Schneider Electric, acesse:

https://brpcareers-se.icims.com/jobs/42171/campanha-get-real—consultor-de-vendas/job?mode=view&mobile=false&width=1263&height=500&bga=true&needsRedirect=false&jan1offset=-120&jun1offset=-180

https://brpcareers-se.icims.com/jobs/42181/campanha-get-real—t%C3%A9cnico-de-campo/job?mode=view&mobile=false&width=1263&height=500&bga=t

Foto: Singkham

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laudeliaA Cummins Brasil, em parceria com a ONG Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos e a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), promoveu no dia 17 de novembro,  no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, em Porto Alegre (RS), o lançamento da nova versão 2.0 do App Laudelina – Versão WEB.
O Laudelina, app voltado às trabalhadoras domésticas, é parte integrante dos trabalhos impulsionados pela área dedicada de Responsabilidade Corporativa da Cummins Brasil e ação pertencente ao Programa Cummins Powers Women (CPW), lançado no Brasil em junho de 2020. O CPW tem como foco a equidade de gênero e é apoiado em quatro pilares: educação, direitos legais, autonomia econômica e segurança pessoal, que visam o empoderamento feminino, para que mulheres e meninas ganhem mais espaço na sociedade em que vivem.
Para Soraia Senhori Franco, gerente de Responsabilidade Corporativa da Cummins, “apoiar o desenvolvimento de uma plataforma mais robusta, voltada às trabalhadoras domésticas, dentro do pilar direitos legais, é mais um avanço do nosso programa na região aplicado diretamente para impulsionarmos esta categoria com pouca formalização”.
Desenvolvido pela Be220 e também apoiado pelo programa Igual Valor, Iguais Direitos da CARE e pelo Ministério Público do Trabalho, o app Laudelina agora contará com espaço para vídeos, podcasts, redes de contatos e órgãos de proteção que podem ser acessados sempre que necessário. É a chamada tecnologia PWA, na qual as usuárias conseguem acessá-lo desde o navegador do celular e do desktop. “Esta nova versão também está mais leve, mais intuitiva e amigável”, reforça a gerente.
Até então, a ferramenta oferecia um guia com perguntas e respostas sobre direitos trabalhistas e uma ferramenta para o cálculo de salário, férias e rescisões de contrato. Também era possível acessar a lista de todos os sindicatos da categoria no País e realizar denúncias, assim como a criação de grupos de contatos de trabalhadoras domésticas de uma mesma região, o que possibilitava a troca de informações e a criação e o fortalecimento de uma rede de apoio. Essa funcionalidades, além de serem mantidas, foram aprimoradas.
Em novembro de 2020, o APP Laudelina foi vencedor do prêmio Equals in Tech Awards, na “Categoria Acesso – Melhorando o acesso, a conectividade e a segurança de mulheres e meninas à tecnologia digital”. O prêmio foi oferecido por uma coalizão formada por instituições como ONU Mulheres, ITU (a agência de telecomunicações da ONU), GSMA (que representa operadoras e companhias de telefonia móvel ao redor do mundo), Universidade das Nações Unidas e Centro de Comércio Internacional (ITC – International Trade Center).
Laudelina – Pioneira na luta por direitos de trabalhadores domésticos, a ativista Laudelina de Campos Melo liderou um movimento sindical na cidade de Santos (SP) em 1936, em busca de melhores condições de trabalho. Fundou no início daquela década a primeira Associação de Trabalhadores Domésticos do Brasil, impulsionando ainda o surgimento de outras entidades da categoria na região. A atuação de Laudelina foi essencial para este grupo, com extensão para as mulheres negras, uma vez que as trabalhadoras domésticas não tinham direito à sindicalização e nem eram protegidas pela legislação vigente.

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close-up-environment-sign-collectionA Gerdau acaba de estabelecer novas cláusulas ESG para contratações realizadas pelo time de suprimentos no Brasil. A partir de dezembro de 2022, os fornecedores poderão incorporar novas ações de comprometimento social e ambiental à consolidação da parceria com a companhia. O objetivo é mobilizar e incentivar a cadeia de fornecedores da Gerdau a consolidar as melhores práticas no tema.

No pilar social, a cláusula de Diversidade e Inclusão visa incluir a valorização de um ambiente diverso e inclusivo, a promoção de um ambiente de respeito às pessoas, coibindo todas as formas de preconceito e discriminação, e a disponibilização de um canal ou meio de denúncia. Além disso, a cláusula de Investimento Social possibilita que os fornecedores, voluntariamente, tenham ações direcionadas para deixar um legado positivo para a sociedade, investindo um percentual do valor contratado em projetos sociais, ambientais, culturais ou científicos. A preferência é para ações já existentes na área onde o escopo da contratação seja executado.

Na esfera ambiental, o compromisso inclui o incentivo ao uso de energias renováveis ou biocombustíveis, a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa, bem como uma gestão do consumo de água e da geração de resíduos.

“A agenda ESG está no centro do nosso planejamento e das nossas tomadas de decisão. Seguimos trabalhando para ser uma produtora de aço cada vez mais sustentável, diversa e inclusiva, e reafirmamos o nosso compromisso de engajar todo o ecossistema em que estamos presentes na construção de um novo futuro. Queremos utilizar nosso papel como agente transformador para impactar positivamente as regiões onde atuamos”, ressalta Flávia Souza, diretora global de Suprimentos da Gerdau.

As principais contratações conduzidas pelo time de suprimentos no Brasil abrangem as áreas de materiais produtivos e gases industriais utilizados no processo produtivo, materiais não produtivos para manutenção, reparo e operação, serviços industriais e administrativos, equipamentos e serviços referentes a investimentos, energia elétrica e gás natural.

Além das novas cláusulas, valem ainda as medidas já exigidas nos processos de contratação: comprometimento contra o trabalho escravo e infantil, cumprimento de obrigações legais ambientais, e atendimento às cláusulas de anticorrupção, compliance e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Foto: Freepik

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scheiderA Schneider Electric, destacou que governos, empresas e pessoas em todo o mundo devem tomar medidas a fim de desempenhar um papel na construção de um futuro mais elétrico, digital e resiliente em termos de energia.

“É essencial que o mundo se afaste dos combustíveis fósseis, mas levará tempo, que está se esgotando quando se trata de mudanças climáticas”, disse Gwenaelle Avice-Huet, vice-presidente Global de Estratégia e Sustentabilidade da Schneider Electric. “A boa notícia é que existem soluções que podemos aproveitar hoje. Em primeiro lugar, podemos fazer muito mais para otimizar a forma pela qual a energia é consumida, já que a demanda energética é uma poderosa ferramenta, que merece muito mais ação e atenção do que está recebendo.”

A  Climate Week New York 2022  (19 a 25/09)  Reuniu líderes influentes, incluindo representantes da Schneider Electric e outras empresas, governos e a comunidade climática.

“A insegurança energética é uma realidade global e crescente que não podemos ignorar”, alertou Avice-Huet, membro do comitê executivo da Schneider Electric. “Como uma empresa de impacto, temos plena consciência de que não estamos aqui simplesmente para alertar sobre os problemas, mas precisamos utilizar o nosso conhecimento e experiência para oferecer soluções reais e conduzir para o caminho da sustentabilidade.”

A Schneider Electric é uma empresa amplamente reconhecida como líder e capacitadora ambiental, social e de governança corporativa. Tanto que foi duplamente reconhecida pela Vancouver Economic Commission e pela Climate Leadership  durante o International Global Handprint Awards na Climate Week New York 2022.

Em um dos reconhecimentos, o Altivar Variable Speed Drive (VSDs) foi escolhido o produto com pegada de carbono mais positiva para o clima. Ele aumenta a eficiência energética, assegurando que os motores funcionem na velocidade ideal para cada condição de carga, ajudando a reduzir em até 30% o consumo de energia nos processos industriais.

Além disso, o AirSeT recebeu um certificado honorário pela “High Potential Carbon Handprint Innovation”. Esse produto é completamente livre de SF6, um potente gás de efeito estufa. A instalação do AirSeT elimina a necessidade de até 3 kg de gás SF6, o equivalente a mais de 75 mil kg de CO2. Ambas soluções estão disponíveis no Brasil.

Esses reconhecimentos, junto com a fundação do seu Instituto de Pesquisa em Sustentabilidade em 2020, demonstram ainda mais o compromisso da empresa com a sustentabilidade. Reforçam as contribuições para o debate sobre o clima e a energia e os esforços para fornecer tecnologias verdes e digitais da próxima geração.

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honeywellUma das principais líderes globais no fornecimento de tecnologia para a indústria de O&G, a Honeywell (NASDAQ: HON) apresenta na Rio Oil & Gas novas soluções avançadas para a produção de biocombustíveis e para o futuro da refinaria. A Rio Oil & Gas é o maior evento do setor da América Latina, reunindo 350 expositores, durante quatro dias, no Rio de Janeiro, entre os dias 26 e 29 de setembro.

A Honeywell está presente no processo de refino de mais da metade da gasolina consumida diariamente no mundo. Por isso, vem reforçando seu comprometimento com a maximização da eficiência energética, aliada a uma constante preocupação em minimizar emissões e criar ferramentas para que seus clientes atinjam maior sustentabilidade em suas operações.

Por meio do processo Honeywell UOP EcofiningTM é possível transformar ativos subutilizados em lucro, desenvolvendo combustíveis verdes. Já a Honeywell UOP SeparexTM permite maximizar a monetização do gás natural com menor custo de implementação e operação. São exemplos de uma série de soluções que vêm moldando a evolução do setor num mundo sustentável.

“A refinaria do futuro só pode existir com digitalização integrada à segurança e sustentabilidade aliada à alta tecnologia, e a Honeywell está equipada para impulsionar seus parceiros nessa direção, de forma integrada”, diz Jose Fernandes, presidente da Honeywell Materias de Performance e Tecnologias para a América Latina.

No Brasil há mais de 50 anos, a Honeywell acompanhou a história da indústria de O&G e hoje está presente nas operações mais avançadas do setor na América Latina. A Petrobras é responsável por cerca de 25% de todo o carbono capturado anualmente no planeta, usando tecnologia Honeywell. Já o Grupo ECB, que constrói a biorrefinaria Omega Green, no Paraguai, com 100% tecnologia Honeywell, já tem contratos para fornecimento de biocombustíveis avançados para a BP e a Shell.

“Graças a décadas de expertise global, a Honeywell pode hoje oferecer aos maiores players da indústria de O&G soluções que geram aumento de eficiência, segurança e rentabilidade e, ao mesmo tempo, reduzem impacto ambiental por meio de tecnologias avançadas de redução de emissões e captura de carbono”, complementa Fernandes.

As soluções criadas pela Honeywell em suas diferentes unidades de negócios somaram USD 34,2 bilhões em vendas globais no ano passado, sendo as operações no setor de energia responsáveis por USD 10 bilhões deste total. Comprometida com o ambiente, a Honeywell tem hoje 60% de seus investimentos em desenvolvimento de novos produtos e soluções direcionados a valores de ESG. Desde 2004, a Honeywell já reduziu a sua emissão de carbono em mais de 90%.

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basfA BASF, em parceria com a Jungheinrich — fornecedora de equipamentos intralogísticos – implementa projeto para troca de empilhadeiras e rebocadores de combustão por máquinas elétricas, em busca de uma logística interna mais eficiente, sustentável e segura. As unidades Demarchi, localizada em São Bernardo do Campo (SP), e Jaboatão dos Guararapes (PE) receberam os novos equipamentos com zero emissões diretas de CO2.

Movidas à bateria de lítio, as máquinas contribuem para o meio ambiente por meio do uso de energia limpa uma vez que não utilizam combustível fóssil. Os 78 equipamentos distribuídos entre as fábricas Demarchi e Jaboatão dos Guararapes contribuirão para redução de emissão de mais de 600 toneladas de CO2 ao ano nas operações, segundo a Fundaço Espaço ECO, consultoria em sustentabilidade instituída e mantida pela BASF desde 2005. As empilhadeiras têm capacidade para carregar até 2 toneladas de material e os rebocadores, 12 toneladas de carga em inclinações de até 9%.

“Esse investimento faz parte da iniciativa Demarchi&Jaboatão+Ecoeficiente, que nos move a buscar soluções que combinem eficiência e produtividade. Com a mensuração de dados realizados pela Fundação Espaço ECO com base na análise de ciclo de vida, conseguimos tomar melhores decisões considerando tanto os impactos ambientais, sociais como econômicos”, explica Ricardo Gazmenga, diretor de operações de tintas da BASF para a América do Sul.

Nas unidades Demarchi e Jaboatão dos Guararapes são produzidas tintas decorativas das marcas Glasu! e Suvinil. A unidade Demarchi também produz tintas automotivas utilizadas pelas maiores montadoras do país.

As empilhadeiras possuem componentes de automação inteligentes, como a tecnologia de telemetria, um sistema de monitoramento que armazena todos os dados da operação e que possibilita comandar, medir ou rastrear um equipamento remotamente. Por serem mais ergonômicas, com menor trepidação e geração de ruídos, oferecem mais segurança e contribuem para a saúde dos operadores.

Benefícios ambientais para além das fronteiras da BASF

O investimento nas novas máquinas também incentiva a revitalização ambiental por meio do projeto “O Meio Ambiente Ganha em Dobro”. Para cada empilhadeira elétrica comercializada em substituição a um equipamento de combustão, a BASF e a Jungheinrich irão plantar 20 mudas de árvores com a ajuda da Associação Ambientalista Copaíba, organização sem fins lucrativos, que atua na preservação da Mata Atlântica. Ao todo, serão plantadas 1.120 árvores para a BASF na Mata Atlântica.

“O compromisso efetivo da BASF com os seus objetivos focados na redução da emissão de gases e na busca da eficiência energética são diferenciais cada vez mais valorizados pelo mercado” afirma Vigold Georg VP da Jungheinrich para a América Latina, “e ficamos muito orgulhosos de sermos escolhidos como parceiro para esta iniciativa” finaliza.

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Mike Klinker, CTO e cofundador da REGENT e Billy Thalheimer, CEO e cofundador da REGENT.

Mike Klinker, CTO e cofundador da REGENT e Billy Thalheimer, CEO e cofundador da REGENT.

A Siemens Digital Industries Software anunciou hoje que a REGENT adotou o portfólio Siemens Xcelerator de software e serviços baseados na nuvem para ajudar a criar uma nova categoria de veículo chamada seaglider, ou planador marinho. O seaglider é um veículo de alta velocidade e zero emissão de carbono que voa exclusivamente logo acima da superfície da água para reduzir consideravelmente o tempo e o custo do transporte de pessoas e mercadorias entre cidades costeiras.

Com 40% da população mundial vivendo em comunidades costeiras, os seagliders elétricos da REGENT serão os primeiros veículos deste segmento a oferecer maior segurança, baixo custo, alta velocidade e zero emissão. Os clientes de lançamento do seaglider da empresa incluem operadoras da aviação, de balsas e do setor de logística.

O planador marinho da REGENT é um veículo totalmente elétrico que voa exclusivamente acima da superfície da água (efeito WIG – wing-in-ground), percorrendo o mar de três maneiras: flutuando quando está perto do cais, deslizando em seus hidrofólios a até 40 nós (kts) ao entrar e sair do porto, ou voando acima das ondas a 160 nós enquanto navega rumo ao seu destino.

O seaglider voa a poucos metros acima da superfície da água sobre uma “almofada de ar”, devido ao efeito WIG, combinando alta velocidade e conforto de um avião com o baixo custo operacional de um veículo elétrico. Os seagliders diferem dos veículos WIG anteriores devido aos seus hidrofólios, propulsão elétrica distribuída e controles aeroespaciais do tipo fly-by-wire. Esses elementos permitem operações seguras no porto, maior tolerância às ondas e uma experiência confortável para os passageiros.

No coração do seu conjunto de ferramentas de projeto, engenharia e desenvolvimento está o portfólio Siemens Xcelerator, que tem sido fundamental para a REGENT desde a sua fundação em 2020.

“A ideia da REGENT é trazer um novo veículo revolucionário para o mercado de transporte com o potencial de mudar a forma como as pessoas e as cargas são transportadas sobre a água”, disse Mike Klinker, diretor de tecnologia e cofundador da REGENT. “Enquanto nossos planadores aguardam a certificação e a produção comercial em larga escala, precisamos de uma plataforma robusta e moderna de ferramentas digitais que atenda ao ritmo dos nossos ciclos de inovação com rigor para um produto tão complexo quanto o nosso. O Siemens Xcelerator as a Service é perfeito para uma startup digital como a nossa. As soluções nativas da nuvem, como o Teamcenter X, minimizam os custos administrativos e nos permitem focar 100% no projeto, engenharia, fabricação e inovação. A colaboração valiosa da Siemens e o modelo de assinatura oferecem benefícios significativos de fluxo de caixa que são vitais para qualquer startup.”

O planador principal da REGENT, o Viceroy para 12 passageiros, será construído com os mais altos padrões de segurança. Ele poderá operar rotas de até 180 milhas com a tecnologia de bateria atual e rotas de até 500 milhas com baterias da próxima geração, tudo por meio da infraestrutura atual no cais. Além disso, sua operação como veículo WIG acima da superfície da água permite testes e certificações marítimas. Este é um caminho eficiente para começar a operação comercial, permitindo que os clientes aproveitem a mobilidade costeira de alta velocidade e emissão zero antes que as opções de aviação elétrica, mantendo níveis de segurança semelhantes.

“A revolução da mobilidade e eletrificação continua em um ritmo empolgante em todo o espectro do setor, mas não é sempre que esses dois elementos são combinados a um projeto tão inovador para tratar de um desafio específico como esse enfrentado pelas comunidades costeiras do mundo todo”, disse Dale Tutt, vice-presidente de estratégia da indústria da Siemens Digital Industries Software. “A REGENT é pioneira no transporte costeiro inovador de alta velocidade, visando zero emissão líquida desde o início. Nosso portfólio Xcelerator as a Service é fundamental para ajudá-los a atingir esse objetivo de forma mais rápida.”

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Um homem corajoso, inovador e apaixonado pela vida. Este é Clovis Tramontina, que por 30 anos esteve à frente de um negócio que produz mais de 22 mil itens para facilitar a vida das pessoas. Considerado uma das figuras empresariais mais emblemáticas do país, Clovis demonstrou aptidão para ideias criativas ainda na infância.

O-vencedor-da-Dona-LauraDesde muito cedo, frequentou os corredores da empresa fundada pelo avô, Valentin, há 111 anos, na cidade de Carlos Barbosa, interior do Rio Grande do Sul. Com apenas oito anos, criou o time de futsal River, que mais tarde ganhou o nome de Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF), se tornou reconhecido mundialmente e concedeu à cidade o título de Capital Nacional do Futsal.

Em 1980, aos 25 anos, levou o talento para os negócios à Tramontina. Trabalhou com vendas por mais de uma década e, aos 36, foi promovido como presidente do empreendimento. Na época, a marca, que era conhecida apenas no Rio Grande do Sul, tinha grande número de concorrentes.

Clovis, com uma capacidade criativa ímpar, fez do marketing o maior aliado para expandir os negócios. Com forte investimento em propagandas na grande mídia, a Tramontina passou a ser conhecida e admirada por milhões de brasileiros. Tornar a empresa da família uma das favoritas no país foi apenas um dos grandes desafios da vida do gaúcho.

Anos mais tarde, em 1986, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença degenerativa autoimune que compromete o sistema nervoso. Os sintomas o motivaram ainda mais a expandir a multinacional. Hoje, a Tramontina é uma potência mundial presente em mais de 120 países.

Em 2021, o empresário lançou sua biografia Clovis Tramontina: Paixão Força e Coragem, que reúne memórias de sua trajetória pessoal e profissional. A obra, disponível em lojas virtuais como a Amazon e em livrarias de todo o país, retrata a visão de mundo de um homem apaixonado pela vida, que nunca se deixou abalar pelas dificuldades.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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