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A notícia do dia não poderia ser outra: a produção industrial cresceu 1,3% em maio na comparação com abril. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta quinta-feira, esta é a quinta alta consecutiva.

Certamente o número serve de incentivo para nossa indústria, porém, é preciso noticiar que a produção da indústria brasileira acumula queda de 5,1% nos últimos 12 meses encerrados em maio. E este é o pior resultado desde o início da série histórica, em 1991. De qualquer maneira, a recuperação está a caminho.

O que mais me surpreende é a maneira como as notícias chegam aos ouvidos de quem trabalha para levar nossa indústria adiante. Compare a mesma notícia veiculada por diferentes portais da internet nesta manhã:

UOL:  Produção industrial tem pior resultado anual desde 1991

G1: Produção industrial sobe pelo quinto mês seguido, diz IBGE

Estadão: Indústria cresce 1,3% em maio, a 5ª alta seguida

Terra: Produção industrial sobe em maio, mas cai 11,3% ante 2008

IG: Produção Industrial cresce pelo quinto mês

Todos trazem informações verídicas e bem apuradas. No entanto, é preciso apelar para o negativismo? Eu acredito que não. E você?

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Os bons sinais da Fispal Tecnologia

Icone Análise | Por em 22 de junho de 2009

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Ainda comentando sobre a Fispal Tecnologia, que terminou na sexta-feira, 19, em São Paulo, divido aqui algumas impressões sobre o evento voltado para a indústria alimentícia.

Em sua 25ª edição, a feira se mostrou estável e recebeu público qualificado em seus quatro dias no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Lá, gerentes de compras, engenheiros, técnicos e outros especialistas do setor puderam ver as novidades em automação, maquinário e insumos. E claro, fechar negócios.

Paulo Donizetti, gerente de marketing da empresa de motores elétricos WEG, me disse que a participação da empresa na feira era apenas institucional. “Se você olhar para os outros estandes, verá nossos motores em muitos deles. Estamos vendendo bem e o segundo semestre promete”, relatou, entre um sorriso e outro.

Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo Brasil, também me recebeu com seu otimismo peculiar e contou que a empresa está muito otimista e que a Fispal era um dos motivos. “Pelo que rodei pela feira, os negócios estão melhorando e as negociações também”.

A SEW-Eurodrive Brasil  foi outra que contabilizou bons frutos na Fispal. Segundo os expositores, há bastante interessados em novos equipamentos e máquinas.

A Fispal Tecnologia terminou com um cenário bem parecido ao que presenciei na Feimafe em maio passado: muitos equipamentos carregavam o aviso de “vendido”. Os expositores, felizes com o evento, celebraram as vendas com uma happy hour em seus estandes. Alguns até com direito a música ao vivo. Sinais de bons tempos…

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O otimismo de Waldomiro

Icone Análise,Opinião | Por em 16 de junho de 2009

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Waldomiro Modena Filho: ele conteve o sorriso apenas para a foto

Waldomiro Modena Filho: ele conteve o sorriso apenas para a foto

É muito gratificante encontrar executivos que defendem nossa indústria independentemente do momento em que o País vive. Não vou falar sobre a crise. Quero apenas comentar meu reencontro com Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo do Brasil, nesta terça-feira, na Fispal Tecnologia.

Tive o prazer de conversar com o executivo pela primeira vez durante a Feimafe 2009, no mesmo pavilhão, em São Paulo. À época, Modena Filho disse que acreditava muito no capital humano brasileiro e apostar nele era ganhar mercado. “Foi assim que a Festo se tornou líder”, pontuou o presidente.

No reencontro de hoje, Waldomiro, sempre sorridente, repetiu a frase e me deu mais argumentos para acreditar no que ouvia. “Olhe para a Fispal e veja como ela está cinza e azul. É a tecnologia brasileira que está na maioria dos estandes”. Modena Filho se referia às soluções em automação da empresa que estão sendo aplicadas em muitas das máquinas expostas no evento.

“De janeiro para cá, estamos crescendo mês a mês. Isso é fruto de muito trabalho e constante atendimento face a face com o cliente. Esse é o nosso diferencial, o porquê do nosso sucesso”, explicou.

A Festo também tem trabalhado em muitas parcerias com a Petrobrás, que, segundo Waldomiro Modena Filho, é uma grande desafiadora. “A Petrobrás demanda muitas soluções e isso nos faz buscar profissionais gabaritados no mercado e produzir tecnologia de ponta constantemente”.

Segundo o executivo, a alta demanda deve fazer com que a Festo cresça de 2% a 3% neste ano em relação a 2008. “Sou bastante otimista. Mas não é só isso, nossos números têm me dado motivo”, brincou, fazendo o seguinte comentário: “Nossa paixão é ser desafiado”.

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Quer inovar? Mude sua pergunta

Icone Análise | Por em 9 de junho de 2009

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logo_anpei_blog_industrialKip Garland, da Innovation Seed, provocou os conferencistas na manhã desta terça-feira, 9, durante a palestra “Inovando Conceitos e Negócios”. O executivo questionou a todos sobre o que viam nas figuras que apresenta no telão. Foram imagens abstratas, fotos de bombas nucleares e retratos do universo.

Depois de receber como resposta o óbvio, Garland bradou: “é preciso mudar a perspectiva como vemos as coisas. Só assim se inova”.

Ele propõe que empresários, executivos, engenheiros e preocupados com o planeta em geral parem de reinventar respostas e refaçam suas perguntas. Na visão de Kip Garland, “é preciso mudar as perguntas para se encontrar as respostas corretas”.

Kip Garland em sua palestra (Foto: Dudu Leal)

Kip Garland em sua palestra (Foto: Dudu Leal)

Um exemplo usado por ele foi o trânsito na capital de São Paulo. “Vemos sempre engenheiros e políticos discutindo como transportar mais pessoas e criar mais alternativas para o tráfego”. Na visão dele, a pergunta deveria ser diferente: “Por que se transporta tanto em São Paulo? Por que uma pessoa gasta seis horas diárias no transporte?”. E conclui: “neste caso, é preciso rever não a quantidade de transporte oferecido, mas o porquê das pessoas precisarem se transportar tanto. Por que não criar meios das pessoas fazerem suas atividades em locais próximos, ou mesmo soluções mais racionais e sustentáveis?”

Fica a dica – e a dúvida – para os pensadores de plantão.

A IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica será realizada até esta quarta-feira, 10, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS).

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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logo_anpei_blog_industrial“Inovação sustentando sua empresa e seu planeta”. Essa é a ideia divulgada na IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, realizada aqui em Porto Alegre (RS) desde a segunda-feira, 8. Neste ano, o evento trouxe uma série de cases de inovação tecnológica que primam pelos cuidados com o meio ambiente.

De acordo com a organização da conferência, mais de 90 cases foram apresentados quando a Anpei começou a receber projetos para a conferência. Destes, 48 foram selecionados e serão apresentados desta tarde até a manhã de quarta-feira, 10. São empresas dos setores automotivo, metal mecânico, químico e energético apresentando soluções sustentáveis e possíveis. Empresas como Fiat, Braskem, Vale e Pirelli estão na lista. Quatro cases foram destacados: Rhodia, Dedini, Fiat e Celulose Irani.

Somente no primeiro dia foram 662 conferencistas, mas a organização espera chegar a marca de 700 participantes.

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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logo_anpei_blog_industrialNa opinião do presidente do Grupo Ultra, Pedro Wongtschowski, o Governo Federal avançou significativamente em seu papel de gerar recursos para a inovação, pesquisa e desenvolvimento, especialmente, com a Lei da Inovação e a Lei do Bem. Porém, o setor produtivo usa de maneira limitada esses mecanismos. A conclusão foi feita pelo executivo durante painel na segunda-feira, 8, na IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, em Porto Alegre.

“Quem efetivamente usa os instrumentos governamentais são as grandes indústrias e as micro e pequenas empresas que nasceram a partir de tecnologia avançada”, afirmou Wongtschowski. “Os motivos que ocasionam esse uso limitado são: desconhecimento, complexidade das leis e pelo grau de desarticulação entre diversos setores do governo”, finalizou.

A IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica será realizada até esta quarta-feira, 10, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS).

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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Como todos os meses, hoje foi realizada a coletiva para a imprensa na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, para divulgação dos números do setor. E como – de novo – todos os meses o encontro foi marcado por reclamações e apelos da diretoria da entidade aos governos.

Confesso que quando peguei o release para ler, fiquei meio down, ainda mais depois do clima positivo que saí da Feimafe. Os números (veja abaixo) estão praticamente todos negativos e em porcentuais de dois dígitos. Ouvimos, eu e os demais jornalistas, várias explicações do vice-presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, sobre os números em queda, até que comecei a reparar nos gráficos mostrados durante a apresentação do balanço.

Levando em conta muito do que ouvimos, eu e Kleber, nas entrevistas com executivos durante a Feimafe e em outros lugares, e vendo as barrinhas dos gráficos, pensei ser realmente difícil que as indústrias mantenham os mesmo volumes de 2008. Claro, porque 2008 foi um ano excepcional. É o que todos dizem, e foi mesmo.

Então, não quero desmerecer a preocupação do segmento, ao contrário. Mas também não quero “comprar” toda e qualquer ideia que me vendam. Os níveis deste ano, até agora, são muito semelhantes aos de 2006 e 2007. Agora resta acompanhar como se comportarão daqui para frente.

Para voltar ao patamar de 2008, considerado um bom ano pela entidade, Pastoriza afirma ser preciso que o governo federal desonere urgentemente os investimentos em, pelo menos, 25%, porcentual referente aos impostos federal e estaduais pagos na compra de máquinas e equipamentos. “Não estamos pedindo renúncia, mas antecipação da devolução do dinheiro dos impostos, que hoje leva até 48 meses para voltar às mãos do comprador. Se retornar antes, antes ele terá fluxo de caixa. Haverá um “desengavetamento” do dinheiro.”

Balanço – Depois de aumentar 30,1% de fevereiro para março, o faturamento nominal da indústria de bens de capital voltou a cair no mês passado, para R$ 4,72 bilhões, volume 17,2% inferior comparado a março. Sobre a receita de abril de 2008, a baixa foi de 25%. No quadrimestre, o faturamento somou R$ 18,7 bilhões, retração nominal de 20% diante do mesmo período anterior.

Segundo a Abimaq, o consumo aparente do setor (produção – exportação + importação) caiu apenas 1,9% no primeiro quadrimestre, ao totalizar R$ 27,61 bilhões. No mesmo comparativo, as importações cresceram 3,6%, para US$ 6,458 bilhões, e as exportações decresceram 26,7%, a US$ 2,554 bilhões.

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Nova realidade

Icone Análise,Opinião,Pesquisa | Por em 15 de maio de 2009

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Não há como esconder os fatos: quando a indústria diminui a produção, os investimentos secam e as empresas iniciam cortes de pessoal, essas notícias estampam as manchetes dos jornais e viram chamada na TV. Isso tem acontecido com certa frequência nos últimos oito meses, é verdade. No entanto, muitos ainda não perceberam que o mundo mudou. Os lucros exorbitantes e os números cheios de zeros estão bem mais escassos. Por que estou escrevendo isso? Simplesmente porque o noticiário está constantemente comparando qualquer número recém-divulgado a uma realidade totalmente diferente. E mais: quando esse número é positivo, mesmo que timidamente, o lado bom da história fica em segundo plano.

fiesp_150509

Exemplifico: na quinta-feira, 14, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou um estudo que mostra a criação de 19 mil postos de trabalho na indústria paulista – um crescimento de 0,80% em abril em relação a março. No site da entidade, essa é a notícia.

estadao_150509Entretanto, o mesmo fato foi noticiado de outra maneira pelo “Estadão” de hoje: “Emprego na indústria paulista tem pior abril desde 2006”. Respeito “O Estado de S. Paulo” e o tenho como referência em jornalismo sério e competente. Porém, como queremos que a indústria reaja se estamos constantemente “vendendo” este tipo de informação? Não defendo “tapar o sol com a peneira”, muito menos ignorar os fatos. No entanto, há maneiras e maneiras de se contar uma história. O próprio “Estadão” informa no texto que recheia esta manchete:

“Na variação sem ajuste sazonal, o emprego na indústria paulista subiu, pelo segundo mês consecutivo. Em abril, a alta foi de 0,80%, ante março, o que representou a contratação de 19 mil trabalhadores. Esse resultado está totalmente relacionado ao setor de açúcar e álcool, uma vez que esse saldo positivo de 19 mil contratações reflete a admissão, principalmente, de 28.207 pessoas nestes setores, enquanto houve demissões de 9.207 empregados nos demais segmentos industriais.”

Percebe?

Voltando a questão da nova realidade que mencionei acima, é preciso entender, no meu ponto de vista, que qualquer reflexo positivo da indústria é um sinal de que tempos melhores estão a caminho. Se não pensarmos assim, que parem as máquinas! Vamos todos então  sentar no gramado da fábrica e esperar o sinal para voltar para casa.

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É importante saber

Icone Análise,Economia,Pesquisa | Por em 14 de maio de 2009

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Como lidar com os efeitos da crise econômica mundial? Esta foi a pergunta que a consultoria Ernst & Young fez, em março, a 15 executivos de empresas com faturamento anual de até R$ 1,5 bilhão. As respostas, e demais considerações sobre o tema, gerou o material Empreendedorismo em Tempos de Crise, que traz indicações de como se comportar em momentos turbulentos, e também uma lista de medidas de curto, médio e longo prazos para minimizar os efeitos da crise. Acompanhe:

A pesquisa revela que, em um primeiro momento, 100% das empresas ouvidas adotaram medidas internas para evitar demissões como a revisão do nível de estoque, o congelamento de vagas, programas de treinamento e férias antecipadas. Mas para os próximos 12 meses as previsões não são tão animadoras, já que 47% das companhias consultadas planejam cortar o número de vagas.

Ao longo do mês de março, foram ouvidos 15 executivos lideres em suas empresas, de diferentes setores da economia e com faturamento anual de até R$ 1,5 bilhão. Desse total, 73% acreditam que a crise durará de um a dois anos. O levantamento traz ainda medidas apontadas pelos executivos como as mais eficazes para minimizar os impactos da crise no curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, 53% dos entrevistados planejam reduzir seus investimentos nos próximos 12 meses, enquanto 87% dos executivos pretendem cortar custos no próximo ano. “A crise econômica global trouxe mudanças na forma de gestão das empresas em todo mundo. Procuramos entender como as empresas brasileiras esperam lidar com os efeitos da crise e quais as atitudes mais importantes para um empreendedor em momentos turbulentos, além de apontar as expectativas para o futuro”, afirma o sócio da Ernst & Young, Carlos Miranda.

Os empresários também indicaram as cinco características ou atitudes mais importantes em um empreendedor em momentos turbulentos: criatividade e inovação (67%); encorajar o diálogo na empresa, saber ouvir idéias e sugestões (60%); transmitir idéias com entusiasmo e simplicidade (53%); saber reter talentos (47%); e transparência, ética e honestidade (47%).

Medidas apontadas como as mais adequadas     

Curto Prazo

Médio Prazo

Longo Prazo

 

Redução de Juros

 

Racionalização da máquina pública

 

Combate severo à corrupção

 

Incentivo a política de crédito

 

Redução de juros

 

Investimento em educação

 

Redução de gastos do governo

 

Reforma tributária

 

Redução de carga tributária

 

Aumentos dos Investimentos

 

Disponibilidade de crédito

 

Oferta de crédito

 

Incentivo ao mercado consumidor interno

 

Taxas de câmbio realistas

 

Redução do custo Brasil

 

Realização do PAC

 

Prioridades aos investimentos públicos

 

Aumento do investimento público (infra-estrutura)

 

Redução da carga tributária

 

Reforma trabalhista: redução de custos para concorrer com mercado internacional

 

Redução do tamanho do Estado (privatizações)

 

Centralização das decisões

 

Melhorar análise dos investimentos das empresas

 

Aumento do valor agregado de bens e serviços

 

Gerenciamento de pontos críticos da operação

 

Melhorar processos (aumento da produtividade)

 

Fortalecimento das instituições e contratos

 

Engajamento de funcionários para melhorias

 

Controle sobre custos

 

Planejamento estratégico, considerando cenários de crise

Flexibilização na contratação de empregados

 

Ampliar Negócios

 

 

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A última grande notícia que se teve da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) foi em fevereiro passado, quando os representantes da entidade foram procurados por todos sobre a criação – e morte súbita – da licença prévia, criada pelos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Três meses depois da polêmica (caso você não recorde o fato, o convido a ler mais sobre o assunto aqui), a Abimei volta à cena, mas desta vez divulgando seu trabalho e tentando colher novos associados.

Na última edição da Brasil Plast, por exemplo, coordenadores e membros da presidência da entidade foram vistos circulando pelos corredores do evento, em conversas e reuniões fechadas com empresas e médio e grande portes.

Roberto Guarnieri, da Abimei: um bom articulista

Roberto Guarnieri, da Abimei: um bom articulista

A feira ainda marcou a primeira ação da recém-criada Câmara Setorial de Plásticos, sob coordenação de Roberto Guarnieri. Ele defende com unhas e dentes a qualidade e tecnologia de ponta das injetoras asiáticas.

Em nota pós-evento, a Abimei comentou que “a feira trouxe um novo ânimo para os negócios e marcou uma nova fase para a associação que, a partir de agora, vai unir além do setor metalmecânico, os importadores de máquinas para transformação de plástico.”

A Abimei conta hoje com 80 associados e atua no País há seis anos. Em entrevista exclusiva na Brasil Plast, Roberto Guarnieri comentou comigo sobre sua dificuldade em unir empresas importadoras. “Elas ainda se olham como concorrentes. Não entendem que, juntas, podemos lutar por um bem maior”.

O bem maior a que ele se refere é o financiamento de máquinas por instituições como o BNDES. Nessa seara, a Abimei disputa espaço com outra associação,  a Abimaq. Sobre a “briga”, Guarnieri me disse: “Teremos de nos defender desse outro lado (a indústria nacional), que vem nos atacando.”

Quem conseguirá mais benefícios? Só mesmo as conversas em estandes de feiras, articulações políticas e, obviamente, o tempo responderão.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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