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peppersTodos os que quiserem travar as alterações climáticas não poderão evitar o hidrogênio. O primeiro elemento da tabela periódica é um fator-chave na descarbonização do transporte e da indústria – desde que o gás seja extraído sem emissões de CO2. A cadeia de valor desde a turbina eólica até à estação de abastecimento de hidrogênio é longa e está repleta de desafios técnicos.

A descarbonização trará inúmeras alterações, particularmente na forma como geramos, armazenamos, distribuímos e consumimos energia. O hidrogênio “verde” desempenhará um papel fundamental na produção de energia e na descarbonização da indústria e dos veículos pesados no futuro. Para garantir que os processos automatizados são seguros, são necessários componentes e sensores protegidos contra explosão com uma variedade de diferentes funções.

A Pepperl+Fuchs tem muitos anos de experiência na área da tecnologia de sensores industriais e proteção contra explosão, tornando-a no parceiro certo e num elemento unificador na cadeia do hidrogênio – desde a produção de energias renováveis, compressão de alta pressão após eletrólise, transporte e armazenamento até à utilização industrial em grande escala e estações de abastecimento de hidrogênio.

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avbUm dos fóruns mais importantes do setor siderúrgico será realizado pela primeira vez no Brasil na próxima semana. A 4ª edição da EMECR, International Conference on Energy and Material Efficiency and CO2 Reduction in the Steel Industryterá como um de seus principais temas a implantação de soluções tecnológicas que contribuam para reduzir as emissões de carbono e o consumo de energia. Primeira siderúrgica carbono neutro do mundo, a Aço Verde do Brasil, AVB, estará presente no congresso para apresentar seu processo de produção de aço verde bem como suas estratégias de sustentabilidade ESG. Ricardo Carvalho, conselheiro da AVB, foi convidado para falar sobre as tecnologias e inovações utilizadas na empresa.

A AVB, possui o melhor indicador brasileiro para emissões de CO2 por tonelada de aço bruto produzido nos anos de 2018, 2019, 2020 e 2021. No último ano a empresa atingiu seu Inventário anual de gases efeito estufa (GEE) o valor de 0,02 tCO2 e/t aço.

Para conseguir chegar ao atual nível, a AVB adotou diversas medidas que reduzem os impactos ao meio ambiente. Como exemplo, a escolha pela rota de produção integrada à base de carvão vegetal reflorestado no lugar no coque (carvão mineral), principal matéria-prima empregada nos altos-fornos e que possui emissão zero de carbono. Além disso, outras tecnologias foram utilizadas, como reuso dos gases de processo, para eliminar a utilização de combustíveis fósseis, e a reutilização dos resíduos do processo.

“Enquanto diversas empresas do ramo siderúrgico estão em começo do planejamento de descarbonização, com previsões de neutralidade para até 2060, a AVB já atingiu esse patamar no ano de 2020. Essa conquista foi fruto de muito trabalho e planejamento durante toda a fase de engenharia da usina de aços longos, quando se vislumbrou, há mais de dez anos, a importância do tema da sustentabilidade para os nossos produtos” reforça Ricardo.

Serviço: Palestra Aço Verde do Brasil, primeira indústria de aço carbono neutro do mundo, 7 de junho, às 11h. Inscrições

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carterA Caterpillar Inc. divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2021. O relatório descreve o progresso da empresa ajudando os clientes a construir um mundo melhor e mais sustentável.

“Nosso compromisso de longo prazo com a sustentabilidade nos inspira a continuar reduzindo as emissões de gases de efeito estufa de nossas operações, ao mesmo tempo em que desenvolvemos produtos, tecnologias e serviços inovadores para ajudar nossos clientes a alcançar seus objetivos relacionados ao clima”, disse Jim Umpleby, ceo da Caterpillar. “Temos a satisfação de demonstrar nosso progresso à medida que contribuímos para um futuro com redução de carbono”, completa.

O Relatório de Sustentabilidade de 2021, publicado em inglês, descreve a abordagem da Caterpillar para questões ambientais, sociais e de governança (ESG). O relatório também relata o foco da empresa na sustentabilidade como parte de sua estratégia de crescimento lucrativo de longo prazo.

Os destaques do relatório incluem:

. O anúncio de que a Caterpillar divulgará as emissões estimadas de gases de efeito estufa (GEE) de Escopo 3 a partir de 2023.
. O compromisso de utilizar a estrutura do time de Força-Tarefa para Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD) para aprimorar ainda mais os relatórios de sustentabilidade da empresa a partir de 2023.
. O progresso nas metas de sustentabilidade da Caterpillar para 2030, bem como gestão de produtos em apoio aos objetivos relacionados ao clima de seus clientes.

O Relatório de Sustentabilidade de 2021 também estabelece uma supervisão aprimorada do Conselho de Administração sobre a sustentabilidade e a ESG, incluindo a criação do novo Comitê de Sustentabilidade e Outras Políticas Públicas, detalhado na página 22 da declaração de procuração da empresa disponível aqui.

O Relatório Financeiro Anual da Caterpillar referente a 2021 também está disponível para consulta aqui.

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lizasummer

foto: Liza Summer

A recomendação desse modelo de segurança foi feita pelo Gartner em 2019, após o início do distanciamento social — decorrente da Covid-19 — no momento em que as empresas adotaram o modelo home office. Com esta nova arquitetura, a combinação do uso de Cloud com home office, as redes ficaram vulneráveis a ataques hackers. Por isso o Gatner criou um conceito de segurança abrangendo as novas topologias do novo normal.

Atualmente, as redes tradicionais envolvendo LAN, WAN, WLAN, Firewalls etc. não atende as topologias pós-pandemia pois não foram desenvolvidas para aplicação de redes multiclouds e usuários remotos. Além disto, o usuário que busca atender os “buracos” na segurança dessas novas redes, começam a construir uma rede com várias tecnologias, fabricantes, Dashboards, SLA´s e profissionais especializados em diversas tecnologias.

Sem contar que os decisores de tecnologia nas empresas, enfrentam outros problemas como a necessidade de aumentar o headcount, para ter profissionais especializados em várias tecnologias ou aumentar os ganhos destes profissionais se houver algum profissional que se especializou durante a pandemia e ainda criar políticas de retenção num mercado extremamente contratante.

Ou seja, a vida do CISO ou do CTO no pós-pandemia, se tornou ainda mais desafiador. Para atender a transformação da empresa que começa a operar com multiclouds e colaboradores remotos, das diversas tecnologias aplicadas para proteger esta transformação com segurança, escassez de profissionais experientes nestas novas topologias, estamos diante da maior crise de abastecimento de microchip na história da tecnologia. Os fabricantes atualmente, não informam os prazos de entrega dos hardwares devido ao desabastecimento de microchip, interrompendo o fornecimento de hardwares para o mercado mundial.

Resumidamente, os executivos de tecnologia enfrentam hoje as suas empresas se movendo para um novo cenário, necessidade de segurança deste cenário, aumento significativo de ataques nestes ambientes, uma mescla de tecnologias e fabricantes para proteger o ambiente, falta de profissionais preparados para este novo cenário e agora desabastecimento de hardware.

O conceito SASE, desenvolvido pelo Gartner, resolve todos os desafios dos executivos comentado anteriormente. Sendo este, baseado em nuvem, contendo todas as funções de segurança para topologias que utilizam multicloud, usuários remotos em qualquer lugar do Mundo (Work From Anywhere), configuração de segurança com várias funções feitas pelos fabricantes, plug&play e independente do uso de hardwares. Em resumo, SASE foi desenvolvida para solucionar problemas da cibersegurança, sendo uma estrutura que acompanha as evoluções de tecnologias de segurança e conectividade de rede em uma única plataforma entregue na nuvem para uma conectividade segura, rápida e escalável. Um conceito que traz para empresas menos complexidade e uma considerável redução de custos, incluindo dashboards completos e unificados.

“A pandemia impôs às empresas, a necessidade de serem rápidas e escaláveis e a tecnologia Cloud conseguiu atender estas demandas e ainda com colaboradores
remotos. Estes dois pontos, cloud e uso remoto em larga escala, dificilmente foi contemplado nestas estratégias. Isto nos leva a crer que as empresas em sua maioria, estão com brechas de segurança em suas redes, prova disto é o aumento expressivo de ataques com sucesso ocorrido nos últimos meses. Somos parceiros de uma das maiores empresas especializada em SASE, a Versa Networks, portanto estamos prontos para apoiar o mercado nesta transformação da segurança das empresas.” Diz Paulo Cezar (PC) sócio diretor Secmon Tecnologia.

Em 2021 grandes empresas começaram a sofrer ataques hackers, como por exemplo a Renner, Americanas, Porto Seguro, EMS, CVC, Sebrae, e outras empresas não anunciaram as invasões em suas redes. A tendência de crescimento segundo o Gartner é que até 2025, pelo menos 60% das empresas no Mundo tenham estratégias, cronogramas ou já estão de acordo com o SASE.

A Secmon já está preparada para este novo cenário e em conjunto com a Versa Networks, que conta com 90 pontos de presença inclusive no Brasil, uma Cloud atendendo o conceito SASE já está configurada contemplando Secure Web Gateway, Security Access, Zero Touch Networking Access e Firewall as a Services. Sem hardware, sem equipes maiores, sem falha na configuração, único SLA, segurança para devices em todo o Mundo, escalável e econômico.

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nordDesde o início da década de 1980, a NORD Electronic DRIVESYSTEMS produz componentes eletrônicos na cidade de Aurich, distrito de East Friesian, especialmente inversores de frequência. “A demanda por dispositivos configurados personalizados aumentou enormemente nos últimos anos”, explicou o gerente do site Gerhard Harms. Portanto, a empresa decidiu expandir significativamente a fábrica em Aurich.

Dois estágios de expansão

O espaço para montagem dos projetos dos clientes será ampliado para 3.000 metros quadrados, distribuídos em dois pavimentos. A capacidade de produção está prevista para aumentar de 140.000 para mais de 400.000 unidades na fase final de expansão. O primeiro aumento de capacidade de 50% será colocado em ação no segundo trimestre de 2022.

Compromisso com a localidade

Toda a expansão em Aurich exige um esforço financeiro da ordem de 3,2 milhões de euros. “Este investimento não se deve apenas à crescente importância dos componentes eletrônicos para a NORD”, enfatizou Gerhard Harms. “É também um claro compromisso da empresa com a cidade de Aurich”.

 

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petsNão é novidade para ninguém que a pandemia de Covid-19 provocou inúmeras mudanças no cotidiano das pessoas. No entanto, ao observar toda a movimentação ocasionada no mundo por conta da crise sanitária, a Adventures, aceleradora de marcas e uma das mais promissoras startups brasileiras, decidiu reunir as principais informações sobre o mercado e analisar as possibilidades para as marcas explorarem seus segmentos nos próximos meses. Para isso, a empresa anuncia o lançamento do report “Mudanças de Hábitos”, com foco no comportamento dos consumidores e seus impactos.

“Com esse estudo, queremos trazer um novo olhar para as empresas que estão buscando por melhores caminhos para o cenário pós-pandêmico. Pudemos observar diversos fatores que impactaram diretamente no consumo das pessoas, como o uso de delivery, o consumo de alimentos naturais e o crescimento do setor de cosméticos, por exemplo”, explica Bruno Novaes, sócio e diretor executivo de estratégia da Adventures. “Acreditamos que teremos muitas opções para serem exploradas daqui para frente, basta analisarmos o que os dados nos mostram para trilharmos o caminho certo”, complementa.

 

Segundo o levantamento, durante a pandemia os consumidores passaram a valorizar ainda mais as experiências de compra, deixando de consumir sem propósito efetivo. Por isso, a expectativa é que o público continue optando por marcas que prezam pela excelente experiência do cliente e, para isso, o uso de novas tecnologias será o suporte ideal. Enquanto antes a experiência de consumo era levada em conta por uma menor parcela da população, no novo cenário ela passa, muitas vezes, a ser o fator mais importante numa decisão de compra.

“Não por acaso, a área de CX nas empresas teve um crescimento exponencial. Não existe mais compra sem conexão com a marca e, não levar isso em conta pode significar que a empresa não sobreviverá nesse mercado”, explica Novaes. “E para conseguir atender essa nova demanda dos consumidores, o uso da tecnologia tornou-se indispensável, quanto menos burocrático e mais rápido for o processo, maiores são as chances de conversão”, completa.

O papel do digital, a importância da omnicanalidade e os setores de destaque

A pesquisa realizada pela Adventures também destaca que as redes sociais e o comércio eletrônico tiveram um papel fundamental durante a pandemia e ajudaram as marcas a criarem conexões ainda mais próximas com os seus clientes. O faturamento do e-commerce, que já vinha crescendo no Brasil nos últimos anos, teve um aumento de 41%, chegando a R$ 87,4Bi em 2020. Já no 1º trimestre de 2021, o número foi 72% maior do que o mesmo período no ano anterior, mostrando uma clara tendência de crescimento para os próximos anos.

 

Ao olhar para os setores que mais tiveram mudanças, positivas e negativas, no e-commerce durante a pandemia, o estudo destaca os seguintes números: entre os que mais tiveram crescimento estão o de petshop (+108%), lojas de departamento (+55%), casa e decoração (+53%), e perfumaria (+44%). Por outro lado, o ramo automotivo e de bebidas enfrentaram queda em seus faturamentos, com -37% e -21% respectivamente.

Ainda segundo o report, a omnicanalidade deverá ser uma das grandes apostas das empresas para os próximos anos, isso porque os consumidores buscam cada vez mais por companhias que ofereçam a possibilidade de integração entre os diferentes canais de comunicação. “As pessoas não aceitam mais serem tratadas como um índice de vendas, elas buscam por marcas que reconheçam o seu valor e estejam presentes em todos os meios de comunicação possíveis. Investir em omnicanalidade é um grande passo para quem deseja atrair ainda mais a atenção dos consumidores”, explica Novaes.

De olho na saúde e bem-estar

 

As mudanças durante a pandemia também contribuíram para o aumento dos gastos com bem-estar, chegando a US$ 4.4 trilhões em 2021. De acordo com o levantamento, os cuidados com emagrecimento, exercícios físicos e beleza são os mais relevantes a nível global, com um número em constante crescimento.

 

Além disso, o bem-estar corporativo também é um dos pilares que cresce ano após ano, isso porque as empresas estão compreendendo a importância de investir na saúde mental de seus colaboradores. Segundo a pesquisa, em 2021 o crescimento de aplicativos ligados à saúde, bem-estar e fitness multiplicaram a receita ao adotar o modelo de assinatura.

Mudanças na alimentação e no setor de beleza e cosméticos

A pandemia também foi responsável por provocar mudanças nas tarefas básicas do dia a dia, como a alimentação dos brasileiros. Segundo o estudo, 57% das pessoas mudaram ou pretendem mudar o estilo de alimentação para ingerir menos carne animal, enquanto 44% têm o hábito de consumir alimentos plant-based com alguma frequência.

 

Esse movimento no ramo alimentício fez com que muitas empresas investissem em novos formatos de lojas e canais de distribuição para impulsionarem suas vendas. Com isso, as expectativas são de que o delivery se mantenha em alta, já que 80% das pessoas têm a intenção de manter o uso no dia a dia. Para 51% das classes A e B, isso ajuda a variar a alimentação, enquanto para 30% das classes C, D e E torna-se opção pela falta de tempo.

Outro dado que chama atenção é sobre a movimentação no setor de beleza e cosméticos, que mesmo com o PIB do Brasil caindo -4,1%, manteve sua tendência de alta em 2020, com +4,7%, mostrando que o mercado cresceu na pandemia, chegando ao faturamento de R$ 122 bilhões. Além disso, o Brasil manteve a quarta posição no ranking mundial e, junto com a China, foram os únicos países que mantiveram os resultados positivos em vendas no setor entre os cinco maiores mercados globais, naquele ano.

Para as marcas que pretendem investir no segmento, será importante efetuar mudanças éticas, inclusivas e sustentáveis, pois os consumidores estão valorizando cada vez mais a transparência das empresas. Dados do estudo mostram, por exemplo, que é importante agregar valor ao serviço para além do produto. É preciso criar conexão entre o hábito de consumo dos clientes, por um olhar cada vez mais holístico, o que a empresa vende.

Foto: Vladimir Konoplev

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evonikA linha de negócios Active Oxygens da Evonik divulgou uma nova estratégia de sustentabilidade cujo objetivo é ampliar o handprint benéfico e reduzir a pegada ambiental do peróxido de hidrogênio, do ácido peracético e dos persulfatos. A estratégia inclui etapas concretas para a redução das emissões de carbono e o aumento da eficiência de recursos na produção desses produtos químicos, com o objetivo de atingir a neutralidade climática da linha de negócios até 2040. A Active Oxygens também pretende promover esses produtos químicos como alternativas amigáveis do ponto de vista ambiental em diversos setores de crescimento para a empresa.

Peróxido de hidrogênio, ácido peracético e persulfatos são poderosos oxidantes que encontram aplicação em amplo leque de setores. Como os produtos se decompõem rapidamente, formando substâncias inofensivas – basicamente só oxigênio e água –, eles são vistos como alguns dos produtos químicos mais limpos que existem.0} No entanto, a produção convencional dessas substâncias versáteis costuma deixar uma pegada de carbono na fase inicial.

“A demanda global pelo peróxido de hidrogênio está crescendo à taxa de 7-8% ao ano, impulsionada por áreas de crescimento como síntese química, aplicações ambientais e nutrição e eletrônicos”, diz Robert Katzer, responsável por Strategic Marketing na linha de negócios Active Oxygens. “Em razão disso, é especialmente urgente reduzir a pegada ambiental desse produto. Felizmente, a tecnologia existe e nós desenvolvemos um plano passo a passo para atender essa crescente demanda de uma maneira limpa e mais verde.

Uma possibilidade é o uso de materiais renováveis. No final de 2021, mais de 80% da eletricidade usada nas unidades de produção da linha de negócios Active Oxygens no mundo inteiro já era derivada de fontes renováveis. Pretendemos aumentar essa participação para 90% em 2023. A estratégia também prevê a implementação de novas soluções em substituição às bombas de calor e o reúso eficiente da energia nos próximos dez anos. A linha de negócios pretende começar a operar a sua primeira fábrica totalmente neutra do ponto de vista climático até 2032.

Além disso, Active Oxygens está traçando planos ambiciosos para substituir matérias-primas fósseis em seus processos de produção por, por exemplo, ácido acético de origem biológica e hidrogênio verde. O hidrogênio verde é criado por meio da eletrólise da água alimentada por eletricidade renovável. A linha de negócios está atualmente explorando opções para adquirir o hidrogênio sustentável de fornecedores locais em cada um de seus parques químicos espalhados pelo mundo. A primeira unidade de produção está programada para utilizar hidrogênio verde em 2026, e as restantes, um pouco depois.

Do lado do cliente, o uso de peróxido de hidrogênio, ácido peracético e persulfatos pode contribuir para deixar os processos industriais mais verdes. “À medida que a população aumenta, as megatendências globais, como, por exemplo, a urbanização, estão ocasionando enormes mudanças”, explica Robert Katzer. “É aqui que os nossos produtos podem contribuir para soluções mais sustentáveis”, acrescenta. Por exemplo, o tratamento de efluentes com peróxido de hidrogênio ou ácido peracético resulta em muito menos resíduos lançados ao ambiente do que com o uso de produtos químicos. E também pode economizar energia: o peróxido de hidrogênio pode tratar previamente os efluentes industriais, oxidando contaminantes não biológicos que, de outro modo, precisariam ser incinerados em um processo dispendioso do ponto do consumo de energia. Estamos trabalhando junto com os clientes no mundo inteiro para implementar e ampliar o uso dessas tecnologias.

A eficiência de recursos também está em foco quando se trata de outra aplicação importante para o peróxido de hidrogênio: a síntese química. A produção convencional do óxido de propileno e do propilenoglicol, por exemplo, pode criar subprodutos desnecessários. Ao usar o peróxido de hidrogênio na síntese direta desses produtos em demanda, a tecnologia exclusiva da Active Oxygens da Evonik oferece uma alternativa inovadora, sustentável e eficiente.

Como linha de negócios dentro da divisão Smart Materials da Evonik, as metas de sustentabilidade da Active Oxygens apoiam especialmente a área de crescimento “Eco Solutions”. Eco Solutions são aplicações que economizam recursos e viabilizam processos ambientalmente amigáveis. A divisão Smart Materials projeta vendas da ordem de 900 milhões de euros nessas aplicações até 2027.

A nova estratégia também contribui para o enfoque sustentável em geral do grupo Evonik. Essa estratégia se baseia em metas ambiciosas e atividades importantes para convertê-las em ações mensuráveis. A sustentabilidade é parte integrante da estratégia e das atividades comerciais de todas as linhas de negócios da Evonik, e a empresa enfoca de maneira sistemática o impacto de suas atividades ao longo de toda a cadeia de valor, tendo como base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A Evonik é uma das principais empresas da indústria química do ponto de vista da sustentabilidade, condição ratificada pelas análises de algumas das agências de rating e ranking mais importantes do mundo como MSCI, Sustainalytics, EcoVadis e CDP.

Conheça a recém-divulgada estratégia de sustentabilidade da linha de negócios Active Oxigens da Evonik em: www.active-oxygens.com/sustainability  

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totvsA TOTVS Consulting — braço de consultoria estratégica em gestão da maior empresa de tecnologia do Brasil — apoiou o processo de diagnóstico e amadurecimento da agenda ESG na unidade brasileira da Owens-Illinois (O-I), maior fabricante de embalagens de vidros do mundo. Num trabalho conjunto, foram diagnosticadas as práticas positivas e mapeadas as oportunidades de melhoria da companhia americana com relação aos pilares ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) em suas operações no Brasil.

A TOTVS é signatária do Pacto Global da ONU desde 2014 e a consultoria estratégica ESG, lançada em 2021, foca sua operação no âmbito de sustentabilidade no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura, investindo em tecnologia para criar produtos, serviços e modelos de negócios que promovam uma infraestrutura sustentável, moderna e resiliente, sempre focando em promover uma produtividade também sustentável.

A imersão da equipe da TOTVS Consulting para fazer o diagnóstico do estágio de amadurecimento do ESG na O-I envolveu várias áreas e um trabalho profundo de análises e avaliações. “Nos baseamos na Jornada Digital da Sustentabilidade, materializada em um trabalho de engajamento, com webinars e workshops. Na sequência, iniciamos o trabalho de mapeamento de questões, que deu origem a um questionário de quase 300 perguntas para entender exatamente o que O-I já faz e identificar acertos, lacunas e pontos de melhoria”, explica Valdemir Marques, diretor da TOTVS Consulting.

A Jornada Digital da Sustentabilidade tem como objetivo ajudar empresas que querem iniciar ou avançar suas práticas de sustentabilidade empresarial, de forma estruturada e estratégica para o seu negócio, ampliando o conceito prático do ESG e estabelecendo uma agenda importante e contínua sobre o tema. No processo com a O-I, também foram realizadas entrevistas para definir o que deveria ser priorizado no momento de aplicar o questionário e para engajar a equipe a respeito da importância do tema para o desenvolvimento sustentável da empresa. O trabalho deu origem a um relatório com o diagnóstico final, apontando alternativas para aprimoramento.

A O-I produz vidro, que tem reciclagem infinita. A coleta de cacos para aumentar a reciclagem diminui a necessidade de extrair recursos naturais. Esse processo pode se integrar diretamente ao pilar ambiental e também ao pilar social do ESG, já que impacta tanto as comunidades onde estão instaladas as plantas da companhia, quanto os lugares onde há o consumo do produto final embalado em vidro. Essa visão fez com que o tema da sustentabilidade fosse naturalmente relevante para a O-I. Neste sentido, uma das recomendações da TOTVS Consulting foi a estruturação dessa atuação em alinhamento aos ODS definidos pela ONU.

“A TOTVS Consulting trabalhou lado a lado com o time da O-I em todo o processo. Durante a aplicação do questionário, nós já conseguimos refletir sobre o que fazíamos certo e os pontos que precisavam de atenção para aprimorarmos e criarmos indicadores locais alinhados às metas globais da empresa”, destaca destaca Hugo Ladeira, presidente da O-I. “Felizmente, constatamos que temos indicadores em nível avançado, que caminham juntos a outros players do mercado e estão alinhados ao que os nossos clientes têm aplicado”, prossegue.

Com quatro plantas espalhadas pelo país e mais de 70 em todo o mundo, a O-I tem o desafio de aplicar as práticas a unidades com culturas e realidades diferentes. O trabalho de consultoria da TOTVS ajudou a multinacional justamente nesse sentido, para definir diretrizes e nortear o trabalho que será feito do zero em duas novas unidades a serem inauguradas no Brasil.

Como próximos passos, a O-I utilizará os dados coletados durante a realização da Jornada Digital da Sustentabilidade para definir um plano de ação, estruturar sua agenda ESG no Brasil e contribuir para o desenvolvimento sustentável de suas operações no país, materializando o trabalho em negócios reais. “O amadurecimento da cultura ESG em uma empresa é uma jornada que demanda resiliência, engajamento e investimento, mas com resultado muito compensador”, pontua Valdemir Marques. Clique aqui para saber mais sobre a TOTVS Consulting.

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LauraA ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) estará presente no próximo dia 27 de abril, no webinar “Promovendo edificações de baixo carbono”. O evento marca o lançamento, para o mercado brasileiro da construção civil, do Sistema de Informação do Desempenho Ambiental da Construção (Sidac), uma plataforma web inovadora, que permitirá calcular a pegada de energia e de carbono de produtos de construção fabricados no Brasil.

Laura Marcellini, diretora técnica da ABRAMAT e que integra o Comitê Consultivo do projeto, estará presente no webinar que destacará as funcionalidades da plataforma e a importância da mesma para o setor.

“Como parte integrante do Conselho Consultivo, nos sentimos honrados em participar do lançamento do Sidac. Com toda certeza a plataforma irá contribuir para o desenvolvimento da indústria de materiais de construção, aplicando práticas sustentáveis e potencializando o setor”, comentou Laura Marcellini.

O Sidac foi concebido a partir de uma visão holística e participativa, que envolveu diferentes atores, entre eles, o MME, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Eletrobras-Procel, associações de fabricantes de materiais, projetistas e construtoras, entidades ligadas à pesquisa e inovação, entre outros. A ferramenta poderá ser utilizada para elaborar políticas públicas de incentivo à construção sustentável e de baixo carbono.

O sistema permitirá ao usuário conhecer a demanda de energia primária e emissão de CO2, do berço ao portão, ou seja, desde a extração dos recursos naturais necessários para fabricar o material de construção até a porta da fábrica. O Sidac é baseado em uma abordagem simplificada da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), focada nas questões ambientais mais importantes para a cadeia de valor da construção.

Serviço

Webinar – Promovendo edificações de baixo carbono”.

Data: 27 de abril de 2022

Horário: 09h

Local: Remoto — Via Teams Webinar

Inscrições: Site no Ministério de Minas e Energia

 

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basfUm ano após seu anúncio inicial, a BASF reafirmou suas ambiciosas metas climáticas. Em uma atualização para investidores e analistas financeiros sobre seu roteiro de transformação, a BASF confirmou que até 2030 pretende reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 25% em comparação a 2018 e está mantendo sua meta de emissões líquidas zero globalmente até 2050. Em seu caminho para reduzir as emissões globais para 16,4 milhões de toneladas métricas até 2030, a BASF está publicando uma previsão anual de emissões de CO2 para o Grupo BASF como parte de suas perspectivas de mais ou menos 0,5 milhões de toneladas métricas.
“Há uma guerra em curso na Europa, com extensas consequências tanto para as pessoas quanto para a economia. Entretanto, não devemos perder de vista o maior desafio global de nosso tempo – a mudança climática”, disse Martin Brudermüller, presidente da Junta Diretiva da BASF SE. “Em toda a BASF, estamos trabalhando intensamente para implementar muitos projetos para reduzir ainda mais nossas emissões de CO2 significativamente e alcançar nossas ambiciosas metas climáticas. Ao cooperar com fornecedores de matérias-primas, estamos também tomando medidas para reduzir nossas emissões relacionadas aos produtos. Desta forma, estamos impulsionando nossa transformação e apoiando os clientes em seus esforços para reduzir as emissões em seus portfólios de produtos”, acrescentou ele.

Energia renovável como principal motor da redução de emissões
Em 2021, a BASF reduziu as emissões de CO2 em cerca de 3% em comparação a 2020, apesar dos volumes de produção significativamente maiores. Em grande parte, isso se deveu ao aumento do uso de energia renovável. A mudança para energia renovável será o principal motor da redução de emissões até 2025. Em 2021, as energias renováveis representavam 16% da demanda mundial de energia do Grupo BASF. Até 2030, a empresa projeta que 100% de sua demanda global de energia de 2021 será obtida a partir de fontes renováveis.

Para cobrir sua demanda por energia renovável, a BASF está seguindo uma estratégia de fabricar e comprar. Isso inclui investir em ativos próprios de energia renovável e comprar energia verde de terceiros. Em 2021, a BASF adquiriu uma participação no parque eólico de Vattenfall Hollandse Kust Zuid (HKZ). Uma vez totalmente operacional, será o maior parque eólico offshore do mundo com uma capacidade total instalada de 1,5 gigawatt. Espera-se que o projeto se torne totalmente operacional em 2023. Além disso, a BASF assinou contratos de compra de energia (PPAs) para 25 anos com ENGIE e Ørsted para o fornecimento de quantidades significativas de eletricidade renovável de energia eólica e solar na Europa. Nos Estados Unidos, a BASF concluiu contratos de fornecimento a longo prazo de energia eólica e solar para seus locais de Freeport e Pasadena. Na China, a BASF assinou acordos com fornecedores para a compra de energia renovável para uma unidade Verbund (sistema de produção integrado) em Zhanjiang.

Em seu evento Investor Update, a BASF forneceu uma visão geral das várias medidas que a empresa está implementando em diferentes locais para alcançar suas metas climáticas corporativas. Tais medidas dependem em grande parte das condições específicas de cada local.

Ludwigshafen: Desenvolvimento de novas tecnologias e implementação de um novo conceito de fornecimento de vapor
Atualmente, cerca de 50% da demanda por vapor na unidade BASF de Ludwigshafen, na Alemanha, se baseia em processos de geração de vapor que produzem emissões de CO2. Uma nova abordagem aqui é gerar vapor usando eletricidade. A BASF está trabalhando com a Siemens Energy em um primeiro projeto na fábrica de acetileno que utiliza bombas de calor e recompressão de vapor para atualizar o calor residual de forma que possa ser usado como vapor para a rede de vapor no local. A integração deste projeto de bomba de calor permitirá não apenas a produção de cerca de 60 toneladas métricas de vapor por hora, mas também evitará cerca de 160.000 toneladas métricas de emissão de CO2 por ano e reduzirá em mais de 20 milhões de metros cúbicos o consumo anual de água de refrigeração. O início do uso desta tecnologia está planejado para o segundo trimestre de 2024. O projeto também serve para coletar experiências operacionais do dia a dia e para simplificar a implantação em outros locais no futuro.

Outro projeto em andamento nas instalações de Ludwigshafen é o desenvolvimento de uma fornalha de craqueamento a vapor eletricamente aquecida. Atualmente, fornalhas de craqueamento são aquecidas com gás e produzem cerca de 1 tonelada métrica de CO2 por tonelada métrica de olefina. A BASF assinou um acordo com a SABIC e a Linde para desenvolver e pilotar fornalhas de craqueamento a vapor eletricamente aquecidas. O projeto de uma planta piloto multimegawatt em Ludwigshafen está progredindo como planejado e está no caminho certo para começar em 2023, sujeito a uma decisão positiva de financiamento público. Para a produção de hidrogênio livre de CO2, a BASF está desenvolvendo novos processos, como a pirólise do metano.

Antuérpia: pretende se tornar o primeiro local Verbund a se aproximar das emissões líquidas zero em 2030O novo local Verbund (sistema de produção integrado) da BASF em Antuérpia é o maior local de produção química da Bélgica e a segunda maior unidade integrada da BASF depois de Ludwigshafen. A BASF pretende reduzir as emissões no local de 3,8 milhões de toneladas métricas em 2021 para perto de emissões líquidas zero até 2030. Isso pode se tornar possível por meio da importação de energia verde de parques eólicos offshore em combinação à implantação de novas tecnologias de baixa emissão e um projeto de CCS (Captura e Armazenamento de Carbono) planejado de larga escala no porto de Antuérpia. Se essa aspiração for alcançada, a unidade de Antuérpia poderá se tornar o primeiro local petroquímico a se aproximar de zerar as emissões líquidas em 2030. Dado o curto período envolvido, estes esforços constituem um desafio, e é necessário apoio político para estabelecer as condições estruturais corretas.
Zhanjiang: Planejado como pioneiro em sustentabilidade desde o início
Zhanjiang, na China, está para se tornar a terceira maior unidade Verbund da BASF. Um conceito avançado de integração e o uso de energia renovável desempenharão o papel fundamental na redução significativa das emissões de CO2 do local em comparação a uma unidade petroquímica operada a gás. Substituir energia de combustíveis fósseis por eletricidade de fontes renováveis é uma alavanca principal.
Há alguns dias, a BASF assinou um segundo acordo estrutural ao longo de 25 anos com a State Power Investment Corporation Limited (SPIC) nos termos das novas regras de comércio de energia renovável na província de Guangdong, China, para a compra de fornecimento de eletricidade renovável para as próximas fases da unidade de Zhanjiang na província de Guangdong. Este é o acordo estrutural de compra de eletricidade verde mais longo e de maior volume que já foi assinado na China. Apoiada por este acordo e pelas parcerias com outros fornecedores de energia, a BASF está acelerando ainda mais seu plano de energizar toda a unidade de Zhanjiang com eletricidade renovável e metas para atingir 100% em 2025 – mais cedo do que planejado originalmente. Com o uso de eletricidade renovável, a BASF é pioneira na indústria do processo na China.
Schwarzheide: Protótipo para a transformação em locais de porte médio
Em fevereiro de 2022, a BASF Schwarzheide GmbH e a empresa enviaM estabeleceram uma joint venture para um parque solar que tem uma produção de eletricidade esperada de 25 gigawatts-hora por ano, cerca de 10% da atual demanda anual de eletricidade do local. Será a primeira grande usina de energia solar na qual a BASF está diretamente envolvida. A energia solar pode ser utilizada para a produção de materiais de bateria para eletromobilidade, que serão produzidos em Schwarzheide, na Alemanha, a partir do final de 2022. A modernização da usina de energia de turbinas combinadas a gás e a vapor própria do local está quase completa. Uma vez iniciada mais tarde em 2022, produzirá 10% mais eletricidade com 16% menos emissão de CO2, graças à maior eficiência do combustível.

América do Sul: soluções para compensação e redução de CO2
Na região da América do Sul, a BASF atua com foco em eficiência energética e redução de emissões mesmo antes da estratégia global de redução da companhia. Os processos de eficiência energética na região que se baseiam-se em reduzir o consumo de energia elétrica e a emissão de CO2 nos sites de plantas produtivas.

Entre as diversas iniciativas implementadas na região para reduzir ao máximo os impactos ambientais está projeto Triple E (Excellence in Energy Efficiency), cujo objetivo é melhorar os índices energéticos e de sustentabilidade, além de aumentar a competitividade da companhia na América do Sul. Com a implementação de mais de 100 projetos desde 2015, essa iniciativa permitirá a economia de 2,8 milhões de euros e a redução de 6,9 mil toneladas de CO2 equivalentes/ano, o que levou a BASF a ser a primeira indústria química certificada pela ISO 50001 de Eficiência Energética no Brasil.

Por meio do programa Demarchi+Ecoeficiente, a companhia aplica o conceito de ecoeficiência para medir e otimizar os processos de produção do Complexo Industrial de Tintas e Vernizes em São Bernardo do Campo (SP, Brasil). A iniciativa tem foco na melhoria contínua e na implementação de uma gestão cada vez mais sustentável, com ações para incentivar a prática de valores socioambientais e o uso eficiente de recursos por todos os colaboradores. Desde o início de sua implementação em 2010, o programa contribuiu para reduzir 3,29 mil de toneladas de CO2, o equivalente a 62 voltas com um caminhão ao redor da Terra. No período, houve aumento nas produções e, ao mesmo tempo, redução do consumo de energia do Complexo, que diminuiu 16%, contribuindo para a diminuição em 21% de gases de efeito estufa. Além disso, em 10 anos, a iniciativa melhorou sua ecoeficiência em 20%, isto é, combinando o melhor desempenho ambiental e econômico.

Na Argentina, a companhia compensou suas emissões de CO2 combinando o cuidado com o meio ambiente com a contribuição para o desenvolvimento das comunidades locais. Com a compra de ligações de carbono certificadas, 100% da pegada de carbono gerada durante o ano de 2020 nas plantas produtivas e na frota de veículos foi compensada, o que representa 5.376 Tn CO2eq. Além disso, 1.330 árvores foram plantadas em áreas desmatadas do país (Tucumán e Corrientes).

Em 2021, foi compensada a Pegada de Carbono da frota de veículos da companhia na Colômbia e Equador nos anos de 2019 e 2020, totalizando 795,82 ton CO2eq.

Próximo passo: A BASF está pronta para oferecer aos clientes os primeiros produtos tenham emissões líquidas zero e baixa pegada de carbono
“A BASF está fazendo progressos significativos em seu caminho para atingir suas metas de redução de emissões. E estamos prontos para o próximo passo – alcançar crescimento sustentável através de produtos com pegadas de carbono reduzidas”, disse Brudermüller. Ao utilizar energia verde, vapor de baixo carbono, matérias-primas biológicas e processos altamente eficientes, a BASF é capaz de oferecer a seus clientes produtos que tenham emissões líquidas zero e produtos com uma baixa pegada de carbono (PCF).

A empresa espera que a demanda por tais produtos exceda a oferta a médio prazo e que seu valor de mercado mais do que compensará os custos mais altos de produção. A BASF acredita que os consumidores finais impulsionarão a transformação em direção a produtos de consumo que tenham emissões líquidas zero e baixa pegada de carbono, uma vez que eles estão cada vez mais solicitando alternativas aos produtos de consumo convencionais e querem fazer uma contribuição pessoal para reduzir as emissões. A BASF, portanto, pretende estar entre as primeiras empresas a fornecer grandes volumes do maior número possível de produtos com pegadas de carbono reduzidas.

Muitos dos clientes da BASF estão ansiosos para reduzir a pegada de carbono de seus produtos para atingir suas próprias metas de emissão. Para isso, é necessário um novo nível de transparência.

Assim, a BASF desenvolveu uma solução digital interna para calcular a pegada de carbono para aproximadamente 45.000 produtos de venda. Nesta ferramenta, a BASF atualmente tem que usar médias e valores industriais de bancos de dados comerciais como base para incluir as emissões do Escopo 3 a ma, a
Abordagem estruturada das despesas de capital empresa está contribuindo para a padronização dos cálculos de pegada de carbono (PCF).

Durante o período de 2021 a 2025, a BASF continua a esperar que sejam necessários gastos de capital de menos de €1 bilhão para desenvolver as tecnologias de baixa emissão e expandi-las em fábricas piloto. Esse valor está incluído no orçamento da BASF. Para alguns projetos, o financiamento público já foi concedido, para outros espera-se uma decisão em breve. No período de 5 anos de 2026 a 2030, espera-se que as despesas de capital aumentem para cerca de € 2 a € 3 bilhões.
Neste prazo, a BASF planeja trazer as primeiras novas tecnologias de Gestão de Carbono para escalar e acelerar a mudança para energia renovável. montante. A fim de criar mais transparência sobre as emissões do Escopo 3, a BASF está trabalhando intensamente com os fornecedores para melhorar os dados para as matérias-primas que compra deles. A BASF apoia os fornecedores compartilhando o conhecimento de métodos de avaliação e cálculo. Desta forEspera-se, então, investimentos significativamente maiores para a construção de fábricas de produção em escala mundial utilizando as novas tecnologias, e para aumentar ainda mais o uso de energia renovável após 2030.
1 Com base nas emissões de Escopo 1 e Escopo 2 do Grupo BASF; outros gases do efeito estufa são convertidos em equivalentes de CO2 de acordo com o Protocolo de Gases do Efeito Estufa

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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