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omronA OMRON anuncia o lançamento no Brasil do laboratório de inovação tecnológica Proof of Concept (PoC). Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da Indústria 4.0 no país, o PoC brasileiro conta com tecnologia de ponta para testar as últimas tendências em soluções integradas de automação industrial, incluindo robótica, redes industriais, segurança e controle de qualidade.

“A OMRON é reconhecida mundialmente por seu investimento em inovação impulsionada pelas necessidades sociais. Aumentar a segurança e eficiência na indústria são fatores cruciais para que nossos clientes se desenvolvam, sejam mais competitivos e se destaquem no mercado global. O conceito da Indústria 4.0 se apresenta como uma enorme oportunidade para o Brasil e o nosso laboratório Proof of Concept é mais uma forma de estimular este progresso”, destaca Carlos Neves, diretor da unidade de Automação Industrial da OMRON Brasil.

O Proof of Concept da OMRON está presente em países-chave entre os 117 em que a empresa possui operações. Por meio dele, a OMRON viabiliza testes e validações de sistemas que se comunicam em rede (EtherCAT, EtherNet/IP, OPC UA etc.), geram dados que ajudam na tomada de decisão e aplicações de inteligência artificial. Este processo minimiza riscos de falhas nas aplicações e garante o retorno do investimento em automação.

A estrutura do Proof of Concept da OMRON Brasil acomoda três células robotizadas capazes de trabalhar conectadas entre si no mesmo processo de fabricação ou separadas em aplicações independentes. “Esta flexibilidade é um elemento característico da Indústria 4.0. A partir da implementação das células robotizadas, as indústrias conseguem elevar a produtividade, reduzir custos e obter maior controle sobre o processo produtivo”, afirma o gerente de Marketing da OMRON Brasil, Edicley Machado.

Automatizadas 100% com produtos OMRON, as células são compostas por três robôs fixos desenvolvidos pela empresa: o Quattro 650H, o Viper 850 e o eCobra 800, além de um robô móvel colaborativo, o LD-90. O PoC da OMRON Brasil apresenta ainda uma integração completa da plataforma Sysmac, que reúne as tecnologias de automação industrial em um único software.

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image003A Braskem anuncia parceria com a empresa Dinâmica Ambiental para implementação do Programa de Logística Reversa de Copos Plásticos de Polipropileno (PP). O projeto, que já conquistou o apoio da Jaguar Transforma, da Altacoppo e Copobrás busca orientar e incentivar organizações a instituírem melhores procedimentos de logística para o destino correto de copos plásticos após o seu uso.

 O programa faz parte da Plataforma Wecycle, iniciativa da Braskem que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, e tem como objetivo disseminar informações e boas práticas sustentáveis junto a companhias de diferentes perfis e setores da economia. Para isso, a Dinâmica Ambiental disponibilizará o recolhimento apropriado para a coleta dos copos descartados por empresas e estabelecimentos comerciais.

 O material coletado será levado para recicladoras parceiras Wecycle e, posteriormente, transformado em resina pós-consumo, que será usada na fabricação de novos produtos, como tampas para cosméticos, utensílios domésticos, entre outros. Durante este processo também serão coletados dados sobre a geração de resíduos, índices de reciclagem e melhor valorização dos materiais.

 “Estudamos diversos meios para promover o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da cadeia de logística reversa de copos descartáveis, buscando conciliar isso com as demandas de nossos clientes. Esta é mais uma medida que reforça o compromisso da Braskem com a economia circular”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem.

 De acordo com o diretor corporativo da Dinâmica Ambiental, Helio Junior, o escopo do projeto possibilita também que as organizações que aderirem a ele possam expor a aplicação da iniciativa em uma plataforma especializada em sustentabilidade. “Essa é uma iniciativa que apoiará as companhias no descarte responsável. Todos os parceiros e apoiadores poderão disseminar a adesão. A plataforma terá seu conteúdo repercutido em mídias sociais visualizadas por leitores e influenciadores com interesse pelo tema, qualificando a percepção do público sobre sua atuação sustentável”, conclui.

 O programa já estreia com dois importantes participantes importantes, a Davines, fabricante internacional de produtos para cabelo, e a SICK Brasil, empresa de tecnologia industrial com sede na Alemanha e operação em 88 países, incluindo o Brasil. A meta é atuar junto a companhias de todos os segmentos, tanto produtoras e distribuidoras de copos descartáveis e plástico, quanto empresas que apenas os utilizam, engajando parceiros e apoiadores ao programa.

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economiaA Grossl  está ampliando sua área de atuação, com investimentos na região Sudeste, especialmente em São Paulo. A expectativa é de aumentar em 41% sua participação na região, com ênfase na comercialização de abrasivos, adesivos e selantes destinados aos segmentos de construção civil, metal mecânico, automotivo, indústria madeireira e moveleira. Para alcançar essa meta, investiu em novo design da marca, está ampliando o número de representantes e também buscando novas revendas.
A empresa catarinense conta com 35 anos de história e grande atuação na região Sul. Além da expectativa de crescimento no mercado paulista, a Grossl projeta também um incremento de 30% no faturamento para este ano. Os bons números acompanham o desempenho do setor moveleiro. De acordo com a pesquisa Desempenho do Mercado de Móveis, do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), o segmento apresentou alta em praticamente todas as áreas – produção e emprego industrial, produtividade, varejo e exportação – no comparativo com 2016.
A produção de móveis no acumulado do ano passado cresceu 4,6% em volume de itens fabricados e 11,2% em valores comercializados, com relação ao ano anterior. A empregabilidade na indústria moveleira também cresceu 2,2% em 2017. A produtividade média do setor evolui 5,7% na base anual.
“Temos uma ampla linha de produtos específicos para grandes indústrias e também pequenos marceneiros e estamos muito otimistas em levar nossas novidades para a região Sudeste, tendo em vista o cenário mais otimista deste ano”, destaca o presidente da empresa, Jair Grossl.

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feimecOs visitantes do estande exclusivo do Instituto Mauá de Tecnologia na FEIMEC 2018 – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 24 a 28 de abril, no São Paulo Expo, poderão vivenciar a demonstração do processo de integração de máquinas antigas com as mais modernas do mercado, robótica e equipamentos para controle de qualidade e gestão dos processos produtivos.

Para que a experiência dos participantes seja ainda mais completa, a linha de produção montada exclusivamente pela Mauá produzirá e personalizará uma caixa de ferramentas que será entregue aos convidados.

“Desmistificar a aplicação dos conceitos de manufatura avançada no âmbito nacional, inclusive para pequenas e médias empresas, é essencial para a economia do País. Acreditamos que esse estande na FEIMEC seja uma oportunidade de apresentar – de forma não comercial – esses recursos, bem como suas vantagens e os caminhos para implementar e obter os ganhos da adoção deles nos ambientes produtivos”, destaca o coordenador do curso de Engenharia de Controle e Automação do Instituto Mauá de Tecnologia e também, coordenador do projeto, prof. Fernando Silveira Madani.

O Instituto Mauá de Tecnologia participa também do Parque de Ideias, um espaço que reúne algumas das principais universidades do País. Com o projeto “Padrões de comunicação para manufatura inteligente”, em parceria com a AMT – American Manufacture Technology e Beckhoff, o instituto vai mostrar como uma empresa consegue visualizar e quantificar a produção de seu negócio de forma remota. Para isso, serão apresentados quais os padrões de comunicação utilizados pelos equipamentos nas fábricas, como utilizá-los e quais benefícios trazem para as companhias.

Além disso, a participação da Mauá na FEIMEC será uma oportunidade de deixar os alunos da instituição cada vez mais próximos das ações do mercado de trabalho. E, em ações conjuntas, alunos dos cursos das Engenharias e Design serão responsáveis por fases importantes da montagem do estande e programação dos equipamentos.

 

FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Horário: Das 10h às 19h (dia 28, das 9h às 17h)

Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Mais informações: www.feimec.com.br

 

 

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O conceito da Indústria 4.0 (ou manufatura avançada) precisa chegar às pequenas e médias empresas brasileiras para que possam ter sucesso em acompanhar esse processo de evolução que atinge o mundo todo. A opinião é do vice-presidente da Schneider Electric, Cristiano dos Anjos, que será um dos palestrantes durante o Encontro de Líderes da Indústria, que acontece entre os dias 24 e 27 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, durante a MECÂNICA  Manufacturing Experience.

“A Schneider fala há 50 anos sobre automação. Sempre estivemos atentos ao que ocorre no mundo e buscamos nos atualizar”, lembra o executivo. Cristiano defende  a “democratização” dessa evolução. “No Brasil, assim como nos demais países, uma parte considerável da produção industrial está concentrada nas médias e pequenas indústrias, sendo que em vários seguimentos é a maior parte. Então, não podemos pensar em Indústria 4.0 sem incluí-las nesse processo”, garante.

Para Cristiano, é preciso ter um plano de digitalização – olhando para dentro, “para o chão de fábrica”, antes de pensar na internet, nas conexões com o restante do mercado. “A digitalização, com a interconexão dos processos e equipamentos internos, é o primeiro passo”.

Por esse motivo que o executivo garante que é possível o engajamento de todos nestas mudanças. “Se olharmos o conceito como um todo ele pode demandar um grande investimento inicial, mas se houver um planejamento bem definido, a implantação poderá ser feita em etapas”, garante.

Para Cristiano, todo o processo se resume em sustentabilidade, conexão com o mundo digital e planejamento com cyber segurança. “Inovar não é só colocar um produto no mercado, mas também é a maneira como se faz gestão, a maneira que se controla. Utilizar um recurso e tecnologia de uma maneira diferente é algo inovador dentro da indústria”, afirma. Para ele, a gestão de pessoas também tem que ser incluída nessa discussão. “O tema é válido porque é extremamente relevante preparar a população que trabalha dentro das fábricas ou que está conectada à indústria de modo geral, para que saiba lidar com a inovação.  A inovação é necessária em nosso dia a dia, seja em termos de tecnologia ou de fazer novos negócios, novas maneiras, novos modelos de gestão. Orientar, preparar, treinar e capacitar o pessoal de indústria é fundamental.”

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quimicos indOs dados preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim apurados para os dois primeiros meses do ano indicam que as vendas internas de produtos químicos de uso industrial fabricados no Brasil cresceram 6,25% no bimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os índices também são positivos na comparação mensal: em janeiro o crescimento foi de 7,85% em relação a janeiro de 2016 e em fevereiro o índice subiu 4,53% em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o volume de importações dos produtos analisados exibiu recuo de 26,4%, sobre igual período do ano passado.

O efeito combinado da melhora das vendas e da queda das importações está refletido no ganho de share do produtor local no atendimento da demanda interna. Nos dois primeiros meses do ano, a participação das importações sobre o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção nacional mais a importação e menos a exportação, foi de 34,7%, no mesmo período do ano passado as importações representavam 40,9%.

O índice de produção, no entanto, apresentou resultados negativos no bimestre, acumulando recuo de 14,2% sobre o patamar de dezembro do ano passado. Na comparação com os dois primeiros meses de 2016 houve um recuo de 5,91%, que é creditado à ocorrência de paradas programadas para manutenção e pelo menor número de dias úteis de 2018, uma vez que o carnaval de 2017 ocorreu em março.

O menor volume de produção também está refletido no índice de utilização da capacidade instalada, que ficou em 68% em fevereiro de 2018 e em 72% na média do primeiro bimestre do ano, contra 77% nos dois primeiros meses do ano passado. Como resultado dos problemas recentes na produção e também do recuo da importação, ocorreu uma diminuição no crescimento do CAN, que subiu apenas 1% nos últimos 12 meses, contra 6% de janeiro a dezembro de 2017.

Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2018, o índice de produção cresceu 0,47%, enquanto o de vendas internas apresentou elevação de 0,49%, invertendo a trajetória negativa nas vendas internas. No mesmo período a parcela de vendas destinadas ao mercado externo, no entanto, exibiu recuo de 6,7%, após quase três anos consecutivos de elevação. No que se refere às importações, houve elevação de 5,8% no volume nos últimos 12 meses. Deve-se destacar que, no período, os números estão sendo impactados pelo grupo de produtos intermediários para fertilizantes, cujo peso é consideravelmente elevado, especialmente em volume de importações. Entre o final do ano passado e início deste ano, em razão de estoques esporádicos elevados, nas mãos de produtores agrícolas, houve forte recuo na parcela de importações

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreiro, infelizmente a indústria química vem perdendo espaço para o produto importado há algum tempo. Fátima alerta que o setor químico foi surpreendido pelo anúncio de “hibernação” das fábricas de fertilizantes das FAFENs em Sergipe e na Bahia. “O fechamento dessas plantas se soma aos demais que ocorreram, infelizmente, desde que a Abiquim, em 2009, conseguiu convencer o governo federal e o congresso nacional sobre a importância de se ter uma política para o uso do gás natural matéria-prima. A implantação de uma política poderia ter salvo essas unidades e as demais, mas não só isso, teria sido o exemplo positivo que o setor químico necessita para voltar a investir no País”, conclui.

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Os veículos elétricos são uma tendência sustentável e irreversível ao redor do mundo, graças ao seu sistema primário de energia e seu meio de locomoção não poluente, já que não emite gases nocivos ao meio ambiente, o que torna uma das grandes soluções na luta contra a poluição nos centros urbanos e consequentemente o aquecimento global. Além de apoiar a sustentabilidade, um modelo elétrico é também muito econômico. Na Europa, que é o lugar com a maior concentração de carros desse tipo, um veículo movido a gasolina gasta, no mínimo, quase 10 € por cada 100km; um movido a diesel fica em média de 7 €, enquanto o automóvel movido a eletricidade percorre os mesmos 100km por 2 € – convertendo para o real seriam apenas R$ 7,90. Uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro – cerca de 450 km – sairia por R$35,50.

Além disso, serviços de aplicativos de mobilidade – como táxi e Uber – ficariam mais baratos, se houvessem mais carros no modelo elétrico em circulação. Porém, de acordo com os dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), há apenas 2,5 mil veículos nesse modelo no Brasil, número muito baixo comparado ao total da frota nacional de 92 milhões, segundo Departamento Nacional de Trânsito.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), lidera a discussão no grupo de trabalho que trata de mobilidade elétrica e híbrida do Rota 2030. A agência defende incentivos ao setor automobilístico para pesquisa e desenvolvimento de modelos tecnologicamente mais avançados. O presidente da ABDI, Guto Ferreira, diz que a inserção dos carros elétricos no mercado é estratégica e deve estar na agenda do Brasil. “Depois da assinatura do acordo climático de Paris e várias nações anunciarem a extinção da produção de veículos movidos a combustíveis fósseis em um curto período de tempo, é impensável que o Brasil não vá participar dessa mudança”, explica Ferreira, que está fechando uma agenda de visitas a plantas que produzem veículos elétricos ao redor do mundo.

MDIC e ABDI têm defendido um regime tributário diferenciado para quem alcançar metas de eficiência energética. “O país precisa acelerar a produção dos carros elétricos e híbridos, tanto para maior desenvolvimento da indústria brasileira, como para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”, diz o presidente da ABDI.

O país com maior número de carros elétricos em relação ao total de veículos é a Noruega. Lá, um em cada quatro carros circulando nas ruas é elétrico. Na Holanda, segundo país da lista, 10% da frota já é elétrica. Outros quatro europeus  —  Suécia, Dinamarca, França e Reino Unido  — , mais a China, têm 1% dos veículos movidos a eletricidade. “O carro elétrico ainda tem preço alto no Brasil. O que mais onera a produção é a bateria, que representa de 30 a 50% do valor total do veículo. Mas a tendência é de queda à medida que a produção ganhe escala”, avalia Guto Ferreira.

As baterias de carros elétricos podem ser produzidas com alguns tipos de materiais, como níquel, lítio e sódio. Devido ao menor custo e melhor rendimento, o lítio é a liga mais utilizada. No Brasil, que possui reservas do mineral, os estudos para a produção de baterias de lítio já começaram.

 

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reuniao_mpiPesquisa anual da Desenvolve SP mostra que para 24% das pequenas e médias empresas paulistas a principal dificuldade encontrada para investir em inovação é obter linhas de crédito. Para mapear os entraves e dar o suporte necessário para que projetos inovadores saiam do papel, a instituição reuniu nesta terça-feira, 6/2, em sua sede, empreendedores que encaminharam pedidos de financiamento, mas não deram continuidade ao processo. Além dos empresários, participaram do encontro representantes da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

 “Esta é mais uma iniciativa da Desenvolve SP ligada ao Movimento pela Inovação, que leva conteúdo e atendimento a empresários em busca de recursos para inovar em seus negócios. Nosso objetivo, após identificar projetos de alto potencial que por algum motivo não seguiram adiante, é ajudar as empresas paulistas a repensarem a inovação de seus processos e produtos e a encontrar a melhor solução financeira para colocar em prática ideias que gerem desenvolvimento e riqueza para a sociedade”, diz Eduardo Saggiorato superintendente de negócios da Desenvolve SP.

O empresário Junior Ribeiro, da Aplud Serviços de Contact Center, conta que um dos principais problemas encontrados para tocar o seu projeto de inovação é a falta de garantias. “Não ter garantias reais para apresentar é uma grande barreira na hora de buscar crédito para investir”. Dificuldades no preenchimento de planilhas financeiras não ficam de fora dos apontamentos. “Às vezes é preciso uma melhor orientação técnica por parte das instituições”, avalia Allan Pires, da PA Lationamericana.

Na ocasião, Saggiorato explicou que a Desenvolve SP já oferece a possibilidade de contratação de Fundos de Garantidores. “Se uma empresa não tem acesso ao crédito por falta de garantias, com os fundos garantidores ela passa a ter. No entanto, muitos ainda desconhecem essa opção, que permite cobrir até 100% dos financiamentos para inovação”, diz.

Para Marco Francisco Almeida, superintendente da Finep, todos ganham com a troca de experiências nesses encontros. “O que estamos fazendo é inovador. Não estamos parados esperando os melhores projetos e, sim, indo até os empresários para conhecer suas necessidades e discutir as melhores soluções para que possam transformar suas ideias em realidade”, analisa.

 

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mecanicaUm dos espaços especialmente pensados para a visitação e experimentos na MECÂNICA – 32ª Feira Internacional de Mecânica e Sistemas integrados de manufatura– será a Arena da Robótica. Robôs industriais, e de outras aplicações, estarão à disposição dos visitantes para que estes conheçam suas variadas funcionalidades. O Instituto Avançado de Robótica (IAR), responsável pela Arena, dividiu as aplicações em cinco segmentos: educacional, móvel, industrial, colaborativa e aeronáutica. “Nesta edição estamos apresentando a pesquisa aplicada em aeronáutica, sendo que algumas das tecnologias podem ser usadas na indústria”, adianta Rogério Vitalli, diretor executivo do IAR. A MECÂNICA será realizada de 24 a 27 de abril de 2018, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A MECÂNICA 2018 oferecerá exposições e experiências que tragam atualizações tecnológicas nos processos de produção por meio de atividades interativas. A expectativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Feira, para a edição de 2018 da MECÂNICA é reunir mais de 400 marcas expositoras nacionais e internacionais. Além disso, associações de todo o país ligadas a visitantes/compradores também já manifestaram apoio ao evento, o que indica um grande interesse pelo seu novo formato, focado nas necessidades da indústria como um todo.

O uso de robôs inteligentes é uma das principais tecnologias aplicadas à Indústria 4.0, conceito que estará presente em vários setores da MECÂNICA. Diferentemente de países da Europa e EUA, no Brasil a implementação de tecnologias ligadas à Industria 4.0 ainda é incipiente, como revela pesquisa encomendada pela Reed Exhibitions com profissionais em cargos de liderança na indústria brasileira, em que 78% dos entrevistados nunca ouviram falar ou tem pouco conhecimento sobre o assunto.

De acordo com Vitalli, porém, um grupo de empresas está se organizando para começar a desenvolver condições de aplicação das ferramentas da Indústria 4.0 no país. E um dos primeiros passos será a criação de um protocolo de conectividade que permita a comunicação de dados entre máquinas diferentes nas plantas industriais. A integração de sistemas inteligentes que identificam falhas nos processos industriais para melhorar a qualidade da produção é fundamental para o bom funcionamento de uma planta no ambiente 4.0, ressalta Vitalli.

“A MECÂNICA se prepara para oferecer ao mercado soluções que levem nossas indústrias a um novo patamar. Como referência em inovação e conhecimento, a feira mantém-se e se renova para atender às necessidades mais importantes da indústria, com soluções voltadas à maior eficiência com menores custos, ou seja, o que o mercado precisa para enfrentar os desafios da globalização”, diz Augusto Andrade, gerente da MECÂNICA.
Serviço:
MECÂNICA –32ª Feira Internacional de Mecânica
Data: de 24 a 27 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.mecanica.com.br

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Empreendedores, empresas, imprensa e entidades de vários setores da economia segsi reunirão na solenidade de entrega do XX Prêmio Automação, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, no próximo dia 07 de novembro, quando serão conhecidos os trabalhos de maior relevância para a sociedade no ano de 2017. A premiação e as homenagens reconhecem os melhores projetos inovadores em processos automatizados com os padrões de tecnologia GS1. Durante a cerimônia de premiação, os vencedores recebem um troféu de reconhecimento pela iniciativa de aprimoramento dos processos de toda a cadeia de abastecimento.

Realizado no espaço Tom Brasil, em São Paulo, o evento completa vinte anos de valorização das iniciativas de boas práticas de empresas, entidades e imprensa. Nesse período, a entidade já privilegiou o trabalho de 324 companhias. “O Prêmio Automação é hoje uma referência quando se fala em empenho e pioneirismo na adoção de padrões para se atingir a excelência no mundo dos negócios”, afirma João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A comemoração já se incorporou à história da GS1 Brasil, que promove uma festa descontraída, sempre no mês de novembro, desde 1998. Para homenagear os vencedores, é entregue o Troféu Harpia, que representa a maior ave de rapina do mundo e faz parte da fauna brasileira. As categorias do Prêmio Automação são Negócios, Educação, Sustentabilidade e Imprensa. Mais detalhes em https://www.gs1br.org/premioautomacao.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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