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A Fenasucro 2014 atingiu as expectativas de público, geração de negócios e, principalmente, de troca de conhecimento a que se propôs. A Feira, em sua 22ª edição, promoveu debates e apresentou soluções em inovações, equipamentos, tecnologia e pesquisa para toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, recebendo grandes nomes em conferências e palestras que apontaram os rumos e os desafios da retomada de crescimento do setor.

Foram 33.240 visitantes, 9% superior à edição passada, entre brasileiros e estrangeiros de mais de 50 países como Arábia Saudita, Dinamarca, Costa Rica, Inglaterra, Estados Unidos, Islândia, Itália, Suíça, Venezuela, entre outros, que geraram um volume de negócios cuja projeção indica alcançar R$ 2,2 bilhões nos próximos 12 meses.

Isto porque, segundo o presidente do Ceise Br, Antonio Eduardo Tonielo Filho, a recente implantação da mecanização da colheita da cana-de-açúcar, com a finalidade de gerar maior produtividade e ligada a questões sustentáveis, foi primordial para uma sequência de outras inovações tecnológicas dentro da indústria de base, responsável pela fabricação de máquinas e equipamentos às usinas. “A própria utilização da biomassa como fonte de energia no processamento da cana estimulou o desenvolvimento de caldeiras cada vez mais eficientes, contribuindo com a redução de custos. Se hoje o Brasil é o principal produtor de derivados da cana-de-açúcar, é graças aos altos investimentos dessa indústria que produz máquinas e equipamentos cada vez mais eficientes, para que as unidades produtoras tenham maior produção e produtividade. O desenvolvimento da indústria sucroenergética brasileira é genuinamente nacional e conquistou o mercado externo pela produção de açúcar, do etanol com eficiência e custos competitivos, e geração de energia”, destacou Tonielo.

A movimentação dos negócios da Fenasucro também atingiu as micro e pequenas empresas que estavam presentes no evento em uma parceria estabelecida com o Sebrae. “Participar de uma feira tão importante como a Fenasucro é fundamental para as micro e pequenas empresas do setor que querem mostrar seus produtos e serviços, estando em contato com os grandes players do mercado. Na edição da feira deste ano, tivemos ainda mais certeza de que apoiar os pequenos negócios é o caminho para manter a cadeia produtiva fortalecida como um todo, ajudando prestadores de serviços e fornecedores a se manterem competitivos”, comenta Rodrigo Matos do Carmo, gerente regional do Sebrae-SP.

Além de ser um vetor de soluções e plataforma de novos negócios para as indústrias, a Fenasucro também trouxe alternativas que impactam no ganho de eficiência e redução dos custos no campo. “A Feira apresentou uma vitrine de produtos e serviços à disposição dos produtores rurais. Nela, encontramos o que há de mais moderno e os principais lançamentos do mercado. São as novas tecnologias que podemos utilizar nas lavouras, ajudando na redução de custos e aumento de produtividade. Esse é o principal impacto da feira para as lavouras de cana-de-açúcar, os benefícios que ela apresenta e que podemos utilizar para melhorar o nosso rendimento”, considera o presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana), Manoel Ortolan.

De acordo com o diretor do evento, Gabriel Godoy, a apresentação de soluções para o momento vivido pelo setor foi o principal destaque da Feira neste ano e o fomentador dos negócios gerados. “A Fenasucro trouxe soluções customizadas para cada necessidade dos compradores e contribuiu com oportunidades de negócios e de financiamentos para que muitas usinas se preparem para os cenários que se desenham na economia mundial para o setor sucroenergético”, completa.

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Considerado o maior evento do setor sucroenergético do mundo, a Fenasucro chega em 2014 à sua 22ª edição e com uma expectativa positiva com relação à geração de negócios durante a Feira e à intenção de investimentos dos visitantes. Os organizadores anunciaram que, faltando pouco mais de três meses para a realização da Fenasucro – 26 a 29 de agosto – 90% dos espaços disponíveis para a Feira já foram comercializados. A expectativa é que 550 expositores integrem os pavilhões do evento que somam mais de 75 mil metros quadrados.

“Esta grande adesão à Fenasucro mesmo em um cenário considerado difícil para o setor, mostra que há o interesse em investir em produtividade, aumento de eficiência e alternativas no mercado. E é exatamente este o objetivo do evento: apresentar soluções para os diferentes setores que compõem a cadeia produtiva da cana, com alternativas reais que podem colaborar muito para superarmos este momento”, explica Gabriel Godoy, Diretor da Fenasucro. A feira deve estar completamente vendida em meados de julho.

Godoy destaca ainda que a adesão de novas empresas e a presença de gigantes do setor mostram que existe uma expectativa geral de que o evento seja realmente um vetor de soluções neste momento. Outro ponto positivo apontado pelo diretor é a perspectiva de público internacional e a intenção de compra dos visitantes em geral. “Temos a confirmação de visitantes/compradores da América do Sul, Caribe e até África. Além disso, cerca de 60% dos pré-credenciados apontam intenção de compra nesta edição do evento”, afirma Godoy, tendo como base pesquisa aplicada durante a solicitação de credenciamento dos visitantes.

Setores

Atenta às novas possibilidades e demandas na cadeia produtiva da cana, a feira também traz neste ano um novo setor (Transporte e Logística) e sub-setores inéditos (Armazenagem, Equipamentos de Proteção Individual e Segurança Eletrônica). No geral, a Fenasucro é setorizada em Agrocana (setor agrícola voltado para a lavoura), Forind (Fornecedores Industriais), Indústria e, o novo Transporte e Logística. “A cadeia produtiva da cana é bastante extensa e novos setores estão despontando e temos que trazer isso para o nosso visitante/comprador”, diz o diretor do evento.

Espaço Conhecimento e Gestão Profissional: palestras e conteúdo inédito exclusivo para o setor

Para receber um público estimado em aproximadamente 33 mil visitantes/compradores, a Fenasucro estreia o Espaço Conhecimento  e Gestão Profissional, que irá centralizar todas as palestras, debates, conferências, entre outros eventos de conteúdo da feira. Neste espaço, que fica em anexo ao pavilhão dos expositores, ocorrerá o debate de soluções do setor com eventos como o Congresso Datagro, reunião Gerhai, Seminário Agroindustrial STAB Fenasucro, Seminário GEGIS, 2º Congresso de Automação e Inovação Tecnológica Sucroenergética, Encontro de Produtores Canaoeste/Orplana, Rodada de Negócios Internacional Apla/Apex e Rodada de Negócios organizada pelo FIESP e SEBRAE.  Além disso, serão realizados no Centro Cultural a abertura e o fechamento do evento.

A Fenasucro também terá um espaço totalmente dedicado às pequenas e médias empresas através de uma parceria com o Sebrae. “Serão cerca de 30 empresas que terão a oportunidade de estar na Fenasucro, próximas de grandes fornecedores e compradores”, explica Gabriel Godoy.

Outra novidade, integrando o setor de Transporte e Logística, é a possibilidade de realizar em plena feira Test Drive de caminhões. A ação é uma parceria da Fenasucro com a TT Editora.

A Fenasucro é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, em conjunto com o CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis).

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Mais de 12 mil visitantes, entre compradores e congressistas, tiveram contato com 170 marcas expositores nacionais e internacionais.

Entre os dias 1 e 3 de abril, o Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo, tornou-se a capital mundial do Alumínio, quando mais de 12 mil visitantes/compradores participaram da Expoalumínio 2014 -5ª Exposição Internacional do Alumínio, que também sediou o 6º Congresso Internacional do Alumínio e 12ª Seminário Internacional de Reciclagem do Alumínio. Congresso e seminário somaram 600 inscritos entre profissionais, acadêmicos e estudantes, que participaram de 120 apresentações e 50 trabalhos técnicos.  A Expoalumínio 2014 foi promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e realizada pela Abal – Associação Brasileira do Alumínio.

Para a diretora da exposição, Liliane Bortoluci, a edição 2014 confirmou a posição dessa indústria brasileira na vanguarda da inovação. “Recebemos um time especial de palestrantes no congresso e seminários, além de representantes da indústria com tecnologia de ponta nos estandes da feira, de países como Canadá, Alemanha, EUA, França, Irlanda e Itália e nossas empresas não devem nada a nenhum mercado estrangeiro”.

“Aprendi muito nestes três dias, com as apresentações nacionais e internacionais – relatou o presidente executivo da Abal, Adjarma Azevedo – tivemos uma visão da indústria para o futuro próximo, informações que a Abal utilizará para se articular com o governo. Todos os setores trouxeram conhecimento novo, áreas como tecnologia ambiental, novas técnicas, entre outras. Também me surpreendi com o interesse dos estudantes, em todos os painéis, mas com destaque para apresentações sobre automóveis, inovação e embalagens. Na exposição, particularmente, observei visitantes ainda mais qualificados do que na edição passada”.

Além de atualização profissional e divulgação de conhecimento, a feira rendeu bons negócios para as mais de 170 marcas. Mário Di Caterina, diretor de vendas de Frohn explica que essa foi a primeira participação da empresa na Expoalumínio, e a experiência já rendeu frutos. “Os novos negócios que concretizamos durante a feira devem movimentar R$ 800 mil reais anuais nos próximos cinco anos. Além disso, consideramos que o evento foi uma oportunidade para reafirmar a qualidade de nosso produto”. Para a Conemag, os resultados também foram positivos. “Viemos aqui prospectar negócios e já conseguimos engatar alguns pedidos durante a feira. A meta para este ano é dobrar a venda de equipamentos para reciclagem de metais. Em 2013, comercializamos 57 equipamentos”, disse o diretor executivo Eduardo Bueno.

BRASIL ESTÁ ATENTO A TENDÊNCIAS MUNDIAIS DO MERCADO DE ALUMÍNIO

Uma das tendências mais fortes reforçadas por executivos da Abal foi a crescente utilização do metal em automóveis. Ayrton Filleti, por exemplo, coordenador do Comitê de Mercado e Transportes, apresentou o estudo Redução de Peso e Eficiência Energética. “A cada 10% de redução do peso, o consumo de combustível fica, em média, 7% menor. Existem também hoje ligas de alumínio para peças fundidas consagradas há tempos na indústria automotiva que permitem redução de peso em até 60% quando comparadas aos modelos em aço”. Essa tendência foi corroborada por Mike Kelley, vice-presidente para desenvolvimento de negócios internacionais da Metal Exchagen Corporation (MEC). Entre as principais previsões do executivo da MEC para os 10 ou 15 anos seguintes, está a próxima grande transformação do mercado de sucata, causada pela indústria automotiva, que tem buscado material reciclado e por conseguinte, elevado seu preço. “Façamos uma conta rápida, porque as montadoras agora querem montar carrocerias de alumínio. Seriam adotados por volta de 300 kg em cada carro. Imaginem cerca de 5 milhões de carros, o que não é muito, é menos de 30% da frota total da Europa. Seriam necessárias 1,5 mil toneladas de alumínio para produzi-los. De onde isso vai vir? Se o mercado [de sucata] está apertado agora, vai ficar ainda mais”.

ENCERRAMENTO TEM AMYR KLINK E HOMENAGEM A PRESIDENTE DA ABAL

“Valeu a pena ver e ouvir, e quem veio, falou de negócio”. Essa foi a impressão que o presidente executivo da Abal, Adjarma Azevedo teve no encerramento da Expoalumínio 2014 que também incluiu a entrega de prêmios para melhores trabalhos expostos no Congresso e Seminário e o prêmio João Valiante de jornalismo. O navegador Amyr Klink fez uma apresentação explicando o porquê de escolher o alumínio em seus projetos. “Era muito difícil falar em alumínio 30 anos atrás. Mas conversando com navegadores experientes no início dos anos 1980, entendi o que eles gostariam de fazer, se livrar do aço e madeira e ter uma embarcação justamente de alumínio, pois ele é um material inteligente”. Klink explicou que o custo operacional do seu barco atual, o Paratii 2, é equivalente àquele de uma embarcação 10 vezes menor.

Ao final da solenidade, o Azevedo recebeu homenagem de amigos e familiares por seus anos dedicados à indústria de alumínio.

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Painel realizado durante a ExpoAlumínio 2014 ilustra os principais desafios para que setores diferentes da economia se adequem às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos

O Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) esteve representado pelo seu diretor executivo, André Vilhena, no painel Acordo setorial de embalagens na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que faz parte do 12º Seminário Internacional de Reciclagem de Alumínio. A palestra tratou dos impactos já trazidos pelo acordo tanto para os empresários quanto para sociedade em geral e como os setores estão trabalhando para se adequar ao modelo proposto.

A indústria do alumínio sempre foi referência para outros setores da economia em processos de logística reversa, uma das principais exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos que começou a vigorar em 2014. Acontece que as exigências do acordo englobam setores altamente representativos para economia nacional com interesses e processos diversos, por isso a Coalizão Empresarial, apoiada pelo CEMPRE e formada por 22 associações, apresentou projeto ao Ministério do Meio Ambiente em março para que se estabeleça o acordo setorial. Pela tamanha representatividade da logística reversa no setor de alumínio, a ABAL (Associação Brasileira do Alumínio) goza de grande prestígio entre as associações que participam da coalizão.

“A grande parte das ações que propusemos já estão em prática e estamos em via de ter o primeiro relatório preliminar que mostra o impacto delas na sociedade, o que nos faz acreditar que nossa proposta será aceita pelo Ministério do Meio Ambiente em breve. O texto que apresentamos equacionou necessidades de adaptação de todos os setores envolvidos. Dessa forma a cadeia do alumínio também teve seus interesses defendidos”, afirmou Vilhena.

Outro ponto importante apontado na palestra faz relação com o trabalho das prefeituras que não será substituído de maneira nenhuma pelo projeto apresentado, “a PNRS exige que as prefeituras dos municípios também se responsabilizem pela gestão compartilhada de resíduos promovendo a coleta seletiva, sob o risco de problemas com o repasse de verbas. Nós queremos melhorar os processos de reciclagem desde a qualidade das cooperativas, até aspectos tributários, o que de maneira nenhuma interfere nas responsabilidades das prefeituras”, finaliza.

Vilhena ainda apontou o crescimento considerável de municípios que passaram a promover a coleta seletiva que passaram de 445 para 766 entre 2010 e 2012 e a expectativa é que em 2014 contabilizem mais de mil.

5ª Exposição Internacional do Alumínio. mais informações no site www.expoaluminio.com.br

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Abimaq prevê crescimento de 9% a 10% em segmentos como hidráulica e pneumática

O grande número de feriados,o evento da Copa do Mundo e as eleições presidenciais no Brasil, deverão fazer então o empresariado brasileiro olhar mais adiante, e preparar seu parque industrial para 2015. Essa é a opinião de Carlos Padovan, presidente do comitê da 30ª Feira Internacional da Mecânica, maior feira de máquinas e equipamentos da América Latina, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), que acontecerá entre os dias 20 a 24 de maio de 2014.

“Na feira, os compradores e expositores vão projetar cenários para 2015. Se existe fôlego para crescimento, você precisa se preparar de um ano a seis meses antes. E a verdade é que precisamos melhorar ainda mais nosso parque industrial. Existem muitas máquinas que estão sendo desenvolvidas para lançamento na próxima Mecânica, e a NR-12 ainda será um dos maiores motivos de busca por novas máquinas”, prevê Padovan. A Norma Regulamentadora Nº 12 do Ministério do Trabalho define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

Para o executivo, o início de 2013 apresentou bons números de venda, mas, de forma geral, o ano se encerra estável em relação a 2012. “O último trimestre apresentou uma pequena melhora, sem falar nos setores que apostaram em certos nichos e surpreenderam. Por isso, acreditamos que em 2014 segmentos como hidráulica e pneumática devem crescer de 9% a 10%”. Ele também aposta no impulso dado por montadoras como Fiat, BMW e Mercedes-Benz, que têm investido de maneira intensa no país.

As previsões vão ao encontro à pesquisa recente do IBGE, que apontou crescimento, apesar do aparente marasmo da economia brasileira. Para o instituto, 21 dos 27 setores industriais registraram aumento na produção em outubro de 2013, na comparação com setembro. No acumulado dos dez meses analisados, a atividade industrial cresceu 1,6% frente a igual período de 2012.Apenas o setor de bens de capital avançou 18,8% na comparação com o mesmo mês de 2012, registrando o 10º resultado positivo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior. Os resultados positivos foram registrados por bens de capital para fins industriais (20,4%), para construção (58,5%), para uso misto (7,8%), agrícola (21,0%) e para energia elétrica (6,7%).

Máquinas brasileiras – A indústria de bens de capital brasileira é uma das mais tradicionais e resilientes do país e surpreende a economia, ano após ano, conquistando novos clientes e garantindo qualidade, mesmo com os desafios que encontra. A Feira Internacional da Mecânica é um reflexo dessa força. Para Carlos Pastoriza, secretário da presidência da Abimaq, 2013 foi um ano desafiador para o setor de bens de capital. “Recuperamos um pouco da produção no segundo semestre. As razões são os suspeitos de sempre: custo Brasil, taxa de câmbio e a profusão de regimes tributários com viés importador”.

Mesmo assim, o empresário exalta as conquistas da entidade neste ano, como a prorrogação da linha PSI do BNDES e a desoneração da folha de pagamento para as indústrias. Ainda de acordo com a Abimaq, de janeiro a setembro de 2013, o consumo de produtos dessa indústria foi de R$ 90,909 bilhões, 7,1% superior ao mesmo período de 2012. Mesmo eliminando o efeito cambial, o resultado permanece positivo com alta de 1,2%. Em setembro as exportações chegaram ao valor de US$ 1 bilhão. Ao longo do ano até setembro, as exportações corresponderam a 32% do faturamento.

Fato é que a indústria brasileira não deve em qualidade para nenhuma parte do mundo. Prova disso são os principais clientes importadores de produtos nacionais. “Entre nossos principais destinos das exportações, apesar das dificuldades, estão Estados Unidos, Alemanha, Itália, ou seja, países altamente industrializados e com tradição na produção de maquinário”, diz Pastoriza. Em setembro de 2013, os Estados Unidos voltaram a ocupar a segunda posição no ranking dos principais compradores de máquinas e equipamentos do Brasil.

Em 2012, a Mecânica atingiu a marca de duas mil empresas expositoras e contemplou cerca de 25 setores da indústria, entre eles as áreas de automação e controle de processos, equipamentos para tratamento ambiental e refrigeração, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, entre outros. Lotados, os corredores do Anhembi, onde a feira acontece, receberam 109 mil visitantes únicos, número que bateu o recorde de 2010, de 105.851 visitantes, vindos de 60 países, entre eles Argentina, EUA, Itália, Alemanha, Espanha, França, Suíça, Canadá, Chile, Peru, Venezuela e Portugal. “Mais de 95% do espaço da feira está comercializado. Diante disso, a expectativa para a edição de 2014 só aumenta, tanto em número de expositores, países participantes, compradores e apoiadores distribuídos em 85 mil m² de área do Pavilhão de Exposições do Anhembi”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da feira.

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Representatividade do Salão Internacional da Construção leva principais nomes do setor no país para a cerimônia de abertura do evento que acontece dia 18 de março, às 10h no Hotel Holiday In, anexo ao Pavilhão de Exposições do Anhembi

Serão 85 mil metros quadrados de exposição, 130 mil compradores e mais de dois mil lançamentos. Pilar estratégico para o crescimento do país, a Feicon Batimat terá em sua solenidade de abertura a presença do Ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, que falará sobre as novas oportunidades e expectativas para que a construção civil nacional continue em ritmo de crescimento. Entre outras autoridades, o setor será representado por Cláudio Conz, presidente da ANAMACO – Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, e Walter Cover, presidente da ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção. O presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Juan Pablo De Vera e a diretora da Feicon, Liliane Bortoluci também participam da solenidade.

Muitos indicadores ajudam a construir o cenário positivo do setor para este ano e reforçam a aposta no sucesso desta edição. De acordo com a ANAMACO, o comércio de materiais de construção deve crescer, em 2014, 7,5% sobre os R$ 54 bilhões faturados pelo varejo em 2013. O termômetro mensal divulgado pela ABRAMAT em fevereiro apontou que 68% das empresas entrevistadas pretendem realizar investimentos nos próximos 12 meses. Essas tendências positivas baseiam-se, entre outros fatores, no crescimento do financiamento imobiliário, programas habitacionais com o Minha Casa Minha Vida e os grandes eventos que acontecem no país, “Por isso temos expectativas muito positivas e devemos superar todos os números alcançados na última edição. Serão aproximadamente 2 mil lançamentos que trarão o que há de mais moderno no setor em nível mundial”, afirma Liliane Bortoluci.

Entre as novidades deste ano está a primeira Conferência sobre automação residencial, realizada pela AURESIDE – Associação Brasileira de Automação Residencial. De acordo com associação segmento tem crescido 30% ao ano nos últimos três anos. Haverá também o Bairro de Compósitos é realizado por 30 empresas associadas à Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco). A ideia surgiu pelo excelente desempenho dessa cadeia produtiva em 2013 que faturou R$ 3,2 bilhões e pretende atuar em novos segmentos neste ano. É um bairro inteiro feito exclusivamente de plástico.

E pela primeira vez o evento contará com o Salão Internacional da Construção terá a “Casa dos Portugueses”, um espaço onde cerca de 25 companhias lusitanas apresentarão seus produtos e novidades ao público

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A demanda brasileira por alumínio tem crescido em média 8,6% ao ano, o setor de transportes é o segundo principal mercado consumidor do metal no país. Para a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), entidade realizadora da 5ª  ExpoAlumínio – Exposição Internacional do Alumínio, 2014 deverá ser um bom ano para o consumo do alumínio nesse mercado, entre outras razões, devido a criação do novo regime automotivo – Inovar Auto. Quem afirma é o coordenador da Comissão Técnica e do Comitê de Mercado de Transportes da associação, Ayrton Filleti. Entre 2017 e 2020, as montadoras ganharão desconto no IPI, caso os carros fabricados apresentarem redução de 18,84% na emissão de CO2 / Km. Como o alumínio é mais leve do que o aço, os carros consomem menos combustível.

“Em média, em um veículo nacional, utiliza-se 50 kg de alumínio, e isso é muito pouco quando comparado com a média norte-americana (154 kg) ou europeia (140 kg)”, explica Filleti. O alumínio consumido na produção de carros brasileiros em 2013 foi basicamente aquele das peças fundidas, 95% desse material. Entretanto, para os próximos anos, o executivo é confiante. “A previsão é otimista. A FIAT, por exemplo, tem divulgado que uma nova geração de motores, deverá utilizar blocos de motores de ligas de alumínio, no lugar do ferro fundido”, com uma reduçaõ substancial de peso, em torno de 50%. Estima-se que cerca de 70% do metal usado é oriundo da reciclagem.

O ganho na exportação do material na indústria automotiva também pode gerar saldo positivo para  balança comercial. “O Brasil vai produzir cinco milhões de carros em 2017. Esse número é grande demais para o mercado interno. Então um contingente será dirigido para exportação. Ou seja, esses carros precisam seguir padrões internacionais. E nesses padrões está o maior uso do alumínio”, analisa Filleti. Diante desses fatores, ele reforça a relevância da ExpoAlumínio. “A feira tem o propósito de unir toda a cadeia e vai trazer compradores e fornecedores de mercados fortes de todo mundo, especialmente da Europa e Oriente Médio.

A ExpoAlumínio, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e realizada pela ABAL, acontece de 1º a 3 de abril de 2014, no Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo. Entre as marcas confirmadas estão Alcast, Alumpar, CBA, CDA Metais, Fixadores Douglas, Giansun, Latasa, Miroglio-Sublitex, Hydro, Shockmetais, Tecbelt Feltros e Vesuvius.

Serviço – Mais informações sobre a 5ª Exposição Internacional do Alumínio pelo www.expoaluminio.com.br

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30ª edição da Feira Internacional da Mecânica, a maior fábrica de bons negócios na América Latina. Evento bianual da indústria que reúne os principais lançamentos do setor, muita inovação e oportunidades para todos os segmentos industriais, com a maior variedade de máquinas e equipamentos voltados para a elaboração de projeto, produção, controle de qualidade e movimentação de carga.

De 20 a 24 de maio de 2014 Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo/SP

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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