Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

HoneywellA Honeywell (NASDAQ: HON) anuncia uma nova tecnologia de bateria de fluxo que funciona com fontes renováveis de geração ??- como eólica e solar – para atender a crescente demanda por armazenamento sustentável de energia. A nova bateria de fluxo usa um eletrólito seguro e não inflamável, que converte energia química em eletricidade para armazenar energia para uso posterior, atendendo aos padrões ambientais, de longevidade e de segurança das concessionárias de serviços públicos.

A solução oferece maior flexibilidade e duração estendida para concessionárias de serviços públicos. A bateria armazena energia que pode ser usada quando não há vento ou sol, em caso de queda de energia enquanto as redes elétricas estão em plena capacidade. Ela pode armazenar e descarregar eletricidade por até 12 horas, excedendo a duração das baterias de íon-lítio, que podem descarregar eletricidade por até 4 horas. A bateria foi projetada com componentes recicláveis ??e não se degrada com o tempo, garantindo o desempenho do sistema, e uma tecnologia confiável e de baixo custo por até 20 anos.

“Com esta bateria de fluxo, a Honeywell desenvolveu uma tecnologia inovadora para atender às necessidades futuras de armazenamento sustentável de energia que vão além das tecnologias atuais disponíveis no mercado. À medida que concessionárias e corporações buscam alternativas econômicas para usinas movidas a carvão com as soluções de armazenamento de energia de longa duração, elas estão mudando para metas de energia renovável que funcionam 24 horas por dia para reduzir as emissões de carbono, e a tecnologia da Honeywell pode ajudá-las a chegar lá”, disse José Fernandes, vice-presidente e gerente geral da Honeywell Performance Materials and Technologies para a América Latina.

O equipamento também pode ser combinada com outras tecnologias e fontes de geração renovável para fornecer uma solução de armazenamento de energia integrada e completa para concessionárias e produtores de energia independentes para atender às metas de neutralidade de carbono. O sistema geral também posicionará a Honeywell como um dos primeiros fornecedores de soluções de armazenamento de energia verticalmente integrados de ponta-a-ponta, desde a fabricação de baterias até a integração, controles, sistemas de gerenciamento de energia e contratos de desempenho.

“A Honeywell recentemente se comprometeu a alcançar a neutralidade de carbono em suas operações e instalações até 2035. Esse compromisso se baseia no histórico da empresa de reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa devido à nossa longa história de inovação tecnológica de décadas. Na verdade, cerca de metade do investimento em pesquisa e desenvolvimento de lançamento de novos produtos da Honeywell é direcionado a produtos que melhoram os resultados ambientais e sociais para os clientes e para as comunidades com as quais trabalhamos”, menciona José Fernandes.

A tecnologia de bateria de fluxo será testada nos EUA pela Duke Energy. A Honeywell entregará uma unidade de 400 quilowatts-hora (kWh) para as instalações da Duke Energy em Mount Holly, N.C. em 2022, com o objetivo de implantar um projeto piloto em escala de serviço público de 60 megawatts-hora a partir de 2023.

“Os testes com a Duke Energy nos permitirão implementar essa tecnologia inovadora de armazenamento de energia em escala e trazer ao mercado uma bateria de fluxo revolucionária para atender às crescentes demandas de armazenamento de energia enquanto auxilia as empresas a cumprirem suas metas de carbono neutro”, disse Fernandes.

Mais informações: https://www.honeywell.com/br/pt 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

absolarAcaba de ser sancionada e publicada a lei para a geração própria de energia renovável no Brasil. Com regras claras e bem definidas, o texto cria um marco legal estável e equilibrado para o uso de fontes limpas e sustentáveis, como a solar fotovoltaica, na geração própria de eletricidade em residências, pequenos negócios, terrenos, propriedades rurais e prédios públicos. Também reforça a atratividade da tecnologia fotovoltaica para todos os consumidores brasileiros.

A avaliação é do presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Segundo o dirigente, a nova Lei traz mais segurança jurídica ao setor e deve acelerar os investimentos em novos projetos fotovoltaicos pelo território nacional. “A geração própria de energia solar é atualmente uma das melhores alternativas para fugir das bandeiras tarifárias e, assim, aliviar o bolso do cidadão e do empresário neste período de escassez hídrica”, diz. “O crescimento do setor fotovoltaico é também fundamental para a retomada econômica e sustentável do País, pois trata-se de uma fonte que gera muitos empregos de qualidade, com uma energia limpa, abundante e acessível”, acrescenta.

O texto traz segurança jurídica ao manter as regras atuais até 2045 para os pioneiros e novos pedidos feitos nos próximos 12 meses. Também prevê um período de transição para quem entrar após os 12 meses com o pagamento escalonado da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD fio B). Além disso, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e a ANEEL têm 18 meses, a partir da publicação da Lei, para estabelecer as diretrizes e a valoração dos custos e benefícios da geração distribuída a serem implementados após o período de transição.

Segundo análise da entidade, as regras brasileiras a serem estipuladas após o período de transição, com base nas diretrizes do CNPE e nos cálculos da ANEEL, terão impacto positivo na continuidade do crescimento de sistemas de geração própria no Brasil, devendo considerar de forma correta todos os benefícios que a geração própria proporciona ao sistema elétrico nacional, à sociedade brasileira e ao meio ambiente.

Para os novos sistemas de geração própria que protocolarem a solicitação de acesso até janeiro de 2023, as regras de compensação atuais serão mantidas até o final de 2045. Caso a solicitação de acesso seja feita entre janeiro e junho de 2023, haverá uma regra de transição com a cobrança gradual e progressiva da componente Fio B da TUSD até 2030. Já os sistemas que protocolarem no período seguinte também passarão por uma cobrança progressiva da TUSD, uma transição que durará apenas até 2028. Nos anos subsequentes, serão aplicadas as regras estabelecidas pela ANEEL seguindo as diretrizes definidas pelo CNPE.

Como as cobranças das componentes que remuneram a distribuição serão menores nos primeiros anos, o impacto no tempo de retorno sobre o investimento (payback) é suavizado para sistemas com prazo de implantação mais próximos. Para um sistema de geração própria de energia solar com 8,5 kWp, por exemplo, a diferença percebida após a aprovação do marco legal é pequena, variando entre 5 e 6 meses apenas.

“Por mais de dez anos, as regras brasileiras permitiram a compensação integral dos créditos de energia da geração própria renovável. Quando comparamos as novas regras brasileiras com as boas práticas internacionais, o Brasil fica bem posicionado no apoio à geração própria a partir de fontes renováveis”, comenta a vice-presidente de geração distribuída da ABSOLAR, Bárbara Rubim.

 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

rockwellRockwell Automation apresentou, durante a Automation Fair, as principais novidades relacionadas à tecnologia e inovação na indústria. A 30ª edição da feira, aconteceu de maneira virtual e presencial, no George R. Brown Convention Center, e ainda está disponível sob demanda.

O estande de inovação trouxe os mais novos produtos, soluções e serviços em automação industrial e transformação digital. As tecnologias foram expostas por meio de demonstrações e atividades. Além disso, o evento contou com a expertise de especialistas disponíveis para debater as principais soluções disponíveis para aprimorar as operações e atender às exigências do ambiente de fabricação nos próximos anos.

Uma das inovações apresentadas na feira, foi a linha de contatores, utilizada normalmente para controlar cargas em um circuito de potência a partir de um circuito de comando. Ideal para aplicações industriais, essa linha realiza partida direta em motores trifásicos. Para ilustrar, foi exposto no evento, um grande display para demonstrar perfeitamente a aplicação desta tecnologia.

De acordo com o gerente comercial de Projeto da Rockwell Automation, Colton Gerling, o objetivo da tecnologia é manter o tempo de atividade alto, e o tempo de inatividade não planejado baixo. “Nossa linha de contatores cód. cat. 100-C oferece economia de espaço e design de alto desempenho em contatores de 9 a 97 A. Desta forma, os contatores de baixo consumo de energia são projetados para controlar motores e outras cargas”, explica.

Outra atração de destaque abordada durante a feira, foi a realidade virtual. A Rockwell Automation trouxe à tona a experiência de comissionamento virtual. Segundo Gerling, o comissionamento virtual permite realizar simulações realistas adiantando várias atividades de comissionamento antes mesmo da implantação física do sistema.

O comissionamento virtual permite acelerar a implantação de projetos de automação, por meio da validação dos sistemas com base em modelos 3D. “Podemos realmente nos colocar dentro da experiência dentro da falsa linha de manufatura virtualizada. Desta forma, é possível obter uma visão da fábrica, das máquinas funcionando, como se estivessem no plano real”, finaliza o executivo.

No total, a Automation Fair contou com 10 fóruns industriais, com painéis de discussão de líderes especialistas do setor, incluindo automotivo e de pneus; química; descarbonização e energias emergentes; alimentos e bebidas; ciências biológicas; metais, mineração e cimento; OEM; petróleo e gás; potência e energia, além de águas residuais. Para mais informações, acesse o site.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

clovisPrepare-se para conhecer um homem corajoso, inovador e apaixonado por futebol. Este é Clovis Tramontina, presidente da maior fabricante de cutelaria do ocidente. Em biografia inédita, é possível conhecer a trajetória de vida do executivo a partir de histórias que o tornaram uma das figuras empresariais mais emblemáticas do país.

Clovis Tramontina – Paixão, força e coragem, lançamento da Editora AGE, apresenta a visão do empreendedor para além do mundo dos negócios e relata que a aptidão de Clovis para ideias criativas começou ainda na infância.

Desde muito cedo, frequentou os corredores da companhia fundada pelo avô, Valentin, há 110 anos, na cidade de Carlos Barbosa, interior do Rio Grande do Sul. Com apenas oito anos, criou o time de futsal Real, que depois se tornou a premiada ACBF (Associação Carlos Barbosa de Futsal).

Em 1980, aos 25 anos, levou o talento para os negócios à Tramontina. Trabalhou com vendas por mais de uma década e, aos 36, foi promovido a presidente da empresa. Na época, a marca, que era conhecida apenas no Rio Grande do Sul, tinha grande número de concorrentes.

Clovis, com uma capacidade criativa ímpar, fez do marketing o maior aliado para expandir os negócios. Com forte investimento em propagandas na grande mídia, a Tramontina se tornou conhecida e admirada por milhões de brasileiros. Tornar a empresa da família uma das favoritas no país foi apenas um dos grandes desafios da vida do gaúcho.

Anos mais tarde, em 1986, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença degenerativa. Os sintomas, como a perda parcial da visão e a limitação da mobilidade, o motivaram ainda mais a expandir a multinacional. Hoje, a Tramontina é uma potência mundial presente em 120 países.

Com endossos de Luciano Huck, Luiza Helena Trajano, José Galló, Décio Lima e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, a obra retrata a visão de mundo de um homem apaixonado pela vida, que nunca se deixou abalar pelas dificuldades.

Ficha técnica

Livro: Clovis Tramontina – Paixão, força e coragem
Editora: AGE
Preço: R$ 58,00
ISBN: 978-65-5863-074-6
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 347
Onde encontrar: Editora AGEAmazonMagazine Luiza e Livraria Cultura

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

termotecnica1111A Termotécnica  expõe na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos com alta proteção. A companhia também está apresentando na feira toda a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reúne expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como principal opção na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem sido uma excelente alternativa de embalagens para produtos de alto valor agregado, como o mercado de vinhos premium por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

engereyPainéis elétricos certificados são fundamentais na gestão de energia e segurança de qualquer tipo de estabelecimento, sejam hospitais, shopping centers, condomínios residenciais ou canteiro de obras. Além de permitir a centralização, controle e otimização da energia elétrica, um painel elétrico tem uma série de dispositivos que pode evitar grandes acidentes oriundos de panes elétricas.

Porém, cada estabelecimento demanda um tipo de painel, com diferentes especificações e componentes de acordo com a capacidade e a necessidade de uso da energia. Assim, é fundamental que todas as informações técnicas sobre o painel estejam à disposição de engenheiros e técnicos que venham a lidar com esses equipamentos.

Essa demanda levou a Engerey a desenvolver uma solução inovadora no mercado de gestão de energia. Com muitos anos de mercado e inúmeros clientes, a empresa notou que muitas vezes era contraproducente a forma de documentar e disponibilizar todas as informações importantes sobre os painéis que produziam.

Desta forma, a Engerey investiu no desenvolvimento de um QR Code atrelado ao painel, que permite, a partir de um sistema automatizado e on-line, acessar informações específicas sobre aquele painel.

“Nós sempre documentamos todos os requisitos técnicos, assim como os ensaios realizados nos painéis. Porém, às vezes, o engenheiro não pode recorrer à documentação, pois não tem fácil acesso a esse material, que muitas vezes, por exemplo, está no local de instalação do painel”, explica Fábio Amaral, diretor da Engerey.

O QR Code é fixado na porta frontal externa do painel elétrico, que ao ser escaneado dá acesso, através de login e senha particulares, a uma área exclusiva. Ali, é possível verificar, por exemplo, o Databook com todas as informações técnicas sobre aquele produto. No material, é listado todo o catálogo dos componentes do painel, como, por exemplo, qual o DPS (dispositivo de proteção contra surtos) utilizado, de qual marca, quais os tipos de disjuntores usados no painel e quais componentes de reposição em caso de manutenção.

Além disso, é possível acessar todo o projeto do painel, com fotos das várias etapas de montagem, fotos das inspeções realizadas e do produto final. Ainda em relação às inspeções, todos os ensaios realizados, que sempre seguem os protocolos da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), também estão descritos e podem ser acessados via plataforma.

“Essa é uma solução inovadora no mercado e quem está na lida do dia a dia sabe o quanto é importante ter acesso a informações tão específicas na hora de solucionar um possível problema de energia a partir do painel elétrico”, reforça Fábio Amaral.

Os clientes também poderão acessar o portfólio da Engerey a partir do QR Code. Como a empresa trabalha com uma variedade grande de tipos de painéis e soluções em gestão de energia, é possível encontrar outros recursos que possam sanar os problemas dos técnicos e engenheiros.

Mais informações em: http://www.engerey.com.br/

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

tramontinaA Tramontina está ampliando o portfólio da fábrica de materiais elétricos, com o lançamento dos minidisjuntores de 70A nas configurações um, dois ou três polos, que ampliam a linha de disjuntores TR3kA da empresa. Essenciais para a segurança e proteção das instalações elétricas, os disjuntores garantem maior vida útil aos condutores e, em caso de sobrecarga ou curto-circuito, desarma a rede elétrica de determinado circuito, evitando possíveis acidentes e danos aos equipamentos e à instalação.

Os minidisjuntores TR3kA da Tramontina – agora disponíveis para correntes de 2A a 70A – possuem IP20, Classe 1 (mais proteção) e podem ser montados e desmontados individualmente no trilho EN/DIN 60715 (35 mm), sem a necessidade de desconectar todo o barramento.

Para tornar mais ágil a instalação do dispositivo no quadro, a conexão dos cabos ou dos barramentos de alimentação pode ser feita tanto nos bornes superiores como nos inferiores. A manopla pode ser travada com uso de acessórios específicos, impedindo a energização acidental. Contam com indicação do seu estado (ligado/desligado), por meio da marcação (ON/OFF).

Os disjuntores da Tramontina possuem Selo de Identificação de Conformidade do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e são produzidos conforme a norma NBR NM 60898 – disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares -, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A Tramontina possui uma linha completa para proteção de circuitos elétricos, que inclui disjuntores, Interruptores DR, dispositivo de proteção contra Surtos (DPS), caixas moldadas e acessórios para instalações residenciais, comerciais e industriais – com qualidade e excelente proteção. Vale ressaltar que todos os itens devem ser especificados por um profissional da área de eletricidade.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

pm50A Red Lion apresenta a próxima geração de medidores de painel, PM-50. Este medidor de painel gráfico, PM-50, expande o portfólio de medidores de painel premiado da Red Lion. O PM-50 está disponível como display gráfico touchscreen de 3,5 ou 4,3 polegadas. Usando a tecnologia de “swipe” simples, os usuários podem alternar facilmente entre as telas relevantes e receber dados operacionais abrangentes para monitorar equipamentos e produção. Alertas visuais notificam o usuário de que uma ação imediata é necessária, seja na própria unidade ou por meio do aplicativo PM-50, disponível no Google Play ou Apple Store.

O PM-50 oferece conectividade Wi-Fi integrada para que os usuários acessem remotamente o fluxo de trabalho crítico e processem dados dos limites do chão de fábrica para criar um chão de fábrica mais inteligente. A conectividade com fio também é uma opção via Ethernet e Modbus. Rod Smith, Diretor Sênior de Gerenciamento de Produtos da Red Lion propôs: “O ambiente de fabricação de hoje está mudando rapidamente e há uma necessidade maior de visibilidade, conectividade e coleta de dados.

Portanto, ao desenvolver este medidor de painel de próxima geração, a equipe da Red Lion se desafiou a criar um produto que ajudasse a resolver esses desafios e permitir que os fabricantes tomassem medidas adicionais para criar um chão de fábrica mais inteligente. O PM-50, com seu display gráfico inovador, faz exatamente isso – permitindo processos mais eficientes, tempo de atividade aprimorado e
custos operacionais mais baixos”.

O PM-50 é fácil de instalar, programar e expandir. O PM-50 pode substituir um medidor por um painel 1/8 ou 1/16 DIN recortado. Um assistente de programação no dispositivo, aplicativo móvel ou navegador da web fornece uma configuração fácil e intuitiva. Capacidade adicional está disponível com módulos instaláveis em campo para fornecer saídas, comunicações e funcionalidade de alimentação CA quando necessário.

Para saber mais sobre o medidor de painel gráfico da Red Lion, PM-50, visite www.redlion.net.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

 image001Hypertherm, uma fabricante de sistemas e softwares industriais de corte nos EUA, anunciou hoje três novos sistemas de plasma a ar chamados Powermax SYNC®. Com inteligência integrada e um revolucionário consumível de cartucho de peça única, essa próxima geração dos sistemas Powermax65/85/105 é diferente de qualquer outro plasma no mundo.

O sistema Powermax SYNC e sua tocha SmartSYNC® substituem a tradicional pilha de consumíveis de cinco peças por um único cartucho codificado por cor. A tecnologia incorporada em cada cartucho define automaticamente a corrente, pressão de ar e modo de operação corretos e permite que os operadores saibam quando um novo cartucho é necessário. Além disso, os controles da tocha SmartSYNC permitem que os operadores ajustem a corrente e troquem o cartucho sem retornar à fonte de alimentação.

“A série Powermax SYNC oferece uma incrível facilidade de uso, menor custo operacional e melhor desempenho do que qualquer outro plasma a ar anterior”, disse Erik Brine, gerente geral da equipe Powermax da Hypertherm. “Estamos entusiasmados em apresentar o que é realmente um produto inovador para o setor de fabricação. Esta operação simplificada serve para ajudar os fabricantes a resolver muitos dos desafios mais difíceis que enfrentam hoje, eliminando erros do operador, tempo de máquina parada, localização de defeitos, desperdício e tempo de treinamento, enquanto oferece a mesma confiabilidade líder do setor pela qual todos os sistemas Powermax são conhecidos.”

Para manter o compromisso da Hypertherm de oferecer atualizações de tecnologia aos proprietários de seus sistemas a plasma mais antigos, os engenheiros da Hypertherm desenvolveram um adaptador para tochas Duramax® e Duramax Lock. Isso permitirá que os proprietários dos sistemas Powermax45 XP e Powermax65/85/105 aproveitem alguns benefícios da plataforma de consumíveis de cartucho, como trocas mais rápidas, pedidos e rastreamento de estoque mais fáceis, vida útil mais longa e qualidade de corte aprimorada.

Acesse: https://www.hypertherm.com/pt/learn/about-our-products/powermax-plasma-cutting-and-gouging-systems/

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

magnetisAs empresas de tecnologia foram o motor de crescimento das bolsas norte-americanas e globais na última década. O componente tech do índice S&P500 subiu 555% nos últimos 10 anos, contra somente 214% do S&P500 excluindo o setor de tecnologia. No Brasil, este segmento vem crescendo rapidamente e diversas empresas tech estão listando suas ações em bolsa.

Por acreditar no imenso potencial deste segmento, a Magnetis está lançando o TECB11, ETF negociado na B3 que reúne mais de 23 empresas do setor, entre elas: Méliuz, Intelbras e Locaweb.

“O TECB11 permite que qualquer investidor tenha exposição às principais empresas de tecnologia do país de maneira simples, com baixo custo e alta liquidez. O ETF segue o Índice de Ações Tech Brasil, composto por empresas do setor de software, hardware, dados, e-commerce e serviços financeiros digitais, que têm o Brasil como seu principal mercado”, explica Daniel Jannuzzi, sócio, especialista em investimentos da Magnetis.

O ETF inclui tanto ações listadas na B3, como também em bolsas internacionais através de BDRs. O investidor poderá facilmente investir nessa cesta de ações de uma só vez, sem a necessidade de operar os 23 papéis individualmente ou ter que abrir conta no exterior. “É o primeiro ETF que combina ações locais e BDRs em sua composição.” completa Jannuzzi.

“Além disso, o TECB11 é uma opção de baixo custo em relação às demais alternativas de investimento, pois cobra uma taxa de administração de 0,6% ao ano, sem taxa de performance”, ressalta o especialista. O fundo também atuará ativamente no mercado de empréstimos de ações, gerando receita adicional para o fundo.

“As empresas de tecnologia foram as principais geradoras de retorno nos últimos anos e serão cada vez mais relevantes na transformação digital que estamos vivenciando. Apesar desse crescimento, os índices tradicionais brasileiros ainda oferecem uma baixa exposição ao setor de tecnologia, sendo dominados por empresas da “velha economia” como bancos e produtoras de commodities. Diversas empresas de tecnologia estão preferindo abrir o capital nas bolsas norte-americanas (Nasdaq e NYSE), deixando muitos investidores de fora desta oportunidade. Com o ETF pudemos trazer mais esta opção de diversificação para o investidor brasileiro”, conta Luciano Tavares, CEO e fundador da Magnetis.

O administrador do fundo é o BTG Pactual e o provedor do índice é a Teva Índices. O banco Credit Suisse foi contratado para atuar como formador de mercado (market-maker) garantido ordens de compra e venda a preços adequados.

Entenda melhor como funciona o ETF e todos os benefícios de tê-lo em sua carteira aqui: https://magnetis.com.br/etf/tecb11

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

infraestrutura Meio Ambiente Industrial máquinas exportação Perspectivas IBGE importação PIB CNI máquina Revista P&S Evento Feira Internacional da Mecânica Pesquisa inovação Artigo Investimento FIESP meio ambiente sustentabilidade Lançamento máquinas e equipamentos mercado Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial