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rafaelmoralesPor: Rafael Morales*

Segurança da informação tem ganhado espaço nos noticiários desde o ano passado,  quando o governo aprovou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Na última semana, o país cumpriu outra  importante etapa, o aceno positivo de apoio dos EUA ao Brasil para o ingresso na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, um organismo internacional formado por países que aceitam os princípios de democracia representativa e de economia de mercado) que pode ajudar o Brasil a cumprir um rito político-diplomático.

Um estudo global realizado pela Dimensional Research, com 631 profissionais de TI em empresas com mais de mil funcionários, identificou que 97% deles têm investido em soluções voltadas à transformação digital dos negócios, como mobilidade, aplicações e infraestruturas em cloud e IoT (internet das coisas). No entanto, apenas 18% dizem que a área de segurança tem sido envolvida desde o início nesses projetos.

O mesmo estudo revela ainda que 76% dos entrevistados afirmam acreditar que a segurança da informação foi implementada de forma tardia nas iniciativas de transformação digital e mais de 90% dos entrevistados dizem que as equipes de segurança da informação são capazes de melhorar os negócios da empresa se tiverem mais recursos.

Em um cenário corporativo, confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade são de fundamental importância para qualquer empresa. A proteção do conjunto de dados são fundamentais para as atividades do negócio, onde é possível preservar as empresa de ataques digitais, desastres tecnológicos ou falhas humanas.

Porém, qualquer tipo de falha, por menor que seja, abre brecha para problemas. Por esse motivo, gerir dados e informações relevantes nem sempre é tarefa fácil e a má gestão ou possível adulteração das informações pode trazer diversos riscos para uma administração corporativa saudável. É fundamental que os gestores compreendam a importância da segurança da informação, todos os aspectos envolvidos e técnicas e informações que auxiliam a aprimorar a segurança do negócio.

No que diz respeito especificamente às demandas exigidas pelo mercado de sustentabilidade, esse cuidado deve ser ainda maior, uma vez que o desempenho ambiental e social das empresas, são aspectos de valoração do negócio. Por esse motivo o SIS – Sistema de Indicadores da Sustentabilidade, uma solução para excelência na gestão criada pela TBL Manager, atua ‘blindando’ esses dados, otimizando recursos, reduzindo custos e oferecendo o maior número de informações para tomada de decisão por parte da alta gestão.

*Diretor da TBL Manager

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Por Ezequias Sena*

Numa época em que muito tem se falado em espionagem internacional, não se deve descartar a grande oportunidade de avaliar de que forma empresas e empregados estão contribuindo para que informações estratégicas e até mesmo sigilosas vazem no mercado – onde os concorrentes estão sempre ávidos pela oportunidade de estar um passo à frente dos demais. Segurança da informação é, assim, um dos atributos mais importantes hoje em dia, sendo fundamental entre os profissionais de TI (tecnologia da informação).

Diariamente, inúmeras empresas anunciam perda de dados, invasão de hackers. As pessoas nem se surpreendem mais com esse tipo de violência, embora os estragos possam ser tão grandes a ponto de provocar a falência dos negócios. Aumentar a vigilância e reduzir a vulnerabilidade é o primeiro passo entre organizações que precisam urgentemente compreender os mecanismos da informação e como sua proteção integra a gestão de risco.

Portanto, a mensagem é clara: qualquer programa de segurança da informação, para ser bem-sucedido, deve passar obrigatoriamente pela conscientização das equipes de trabalho, pela adoção de uma política interna de segurança, e pela aprendizagem de como as ferramentas tecnológicas podem contribuir para reforçar a guarda. Não adianta adotar um programa ‘perfeito’ se não houver uma comunicação adequada com todos os empregados, do mais simples ao presidente.

O nível de segurança ideal para cada empresa está estreitamente relacionado com o volume de usuários que acessam os sistemas e ao perfil do negócio. Soluções de segurança têm de ser personalizadas. Ao adotar um programa de segurança, não estamos levando em consideração apenas as determinações da política interna. É necessário fazer uma varredura para detectar onde estão os pontos mais vulneráveis, as falhas de segurança, e corrigir o problema. Além da possibilidade de haver falhas na implantação de produtos como firewalls, antivírus, detectores de invasões etc., também pode haver falta de manutenção e supervisão adequada do ambiente virtual.  Em alguns casos, se faz necessário aumentar ao máximo a vigilância e adotar monitoramento full time do ambiente em relação às vulnerabilidades existentes.

Das mais simples às mais sofisticadas, cada solução de segurança atende ao propósito de impedir a ação de ‘webintrusos’. O filtro de IP é uma solução de baixo custo para incrementar a segurança da rede, filtrando endereços de origem ou destino e inclusive bloqueando  o tráfego de alguns pontos de origem. Os antivírus e antispams são bastante populares, mas absolutamente necessários hoje em dia, sob pena de haver uma queda brusca na produtividade ou a perda total de informações. São soluções que repelem intrusos, evitando o acesso a informações estratégicas.

Outra medida importante para aumentar a segurança da rede é a inspeção de segurança. Neste caso, a empresa conta com um monitoramento ativo para identificar os inúmeros tipos de ameaças e consequente solução de controle. Vale ressaltar a importância, neste ponto, de se adotar um mecanismo de comunicação da política de segurança adotada, promovendo amplo entendimento das vulnerabilidades que devem ser evitadas. Esse processo deve ser revisado e retransmitido continuamente para melhor resultado.

Ao interromper o tráfego malicioso através de um sistema que controla o transporte de dados, a segurança da empresa é potencializada de um modo sem precedentes – já que a maioria classifica apenas velocidade e desempenho como prioridade. Outro ponto forte do controle da rede é aumentar a detecção do risco e da vulnerabilidade do negócio, fazendo com que o fluxo de informações esteja sempre bem protegido e seja o grande acelerador de negócios da empresa. Também os dispositivos móveis – cada vez mais integrados ao ambiente de trabalho – são alvos de preocupação. Ou seja, pendrives, smartphones, tablets e notebooks devem integrar o ‘perímetro de segurança’, evitando todo tipo de fraude e contaminação.

Por fim, deve-se levar em conta a possibilidade de se fazer um back-up na nuvem (cloud computing). Trata-se de uma solução que inclui volume de dados armazenados, software de gestão e replicação de informações para um local remoto, com um monitoramento efetivo dos processos de backup realizado por uma equipe em tempo integral, todos os dias do ano. Enfim, por mais que a segurança seja reforçada, sempre haverá quem tente insistentemente burlar o esquema. Mas nem por isso devemos baixar a guarda. Ao contrário, quanto mais protegidas estiverem as informações estratégicas da empresa, melhor para os negócios.

*Ezequias Sena é diretor comercial da Online Data Center, empresa de soluções de tecnologia e negócios – www.onlinedc.com.br

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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