Está chegando a Semana Rio Industrial
Evento,Feira,Oportunidade,Sem categoria | Por em 15 de junho de 2010

Evento,Feira,Oportunidade,Sem categoria | Por em 15 de junho de 2010
Sem categoria | Por em 18 de fevereiro de 2010A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, CSMIA, da
Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, importará aço por meio de um pool formado pelas associadas. O motivo: a indústria brasileira de máquinas agrícolas está perdendo competitividade devido à valorização excessiva do real em comparação ao dólar e ao alto preço do aço no mercado interno, principal insumo para a cadeia produtiva.
Após ver o faturamento do setor retrair 28,2% em 2009 e as exportações 52,6%, a câmara pensou em um meio de tornar seus produtos mais competitivos. A iniciativa é um dos principais focos de atuação da CSMIA neste início de ano.
Com o esperado crescimento da demanda para este ano a tendência que já se observa é o aumento de preços pelas indústrias de aço para recuperar margens. “O aço aqui é muito mais caro que na Europa, China e Estados Unidos. E isso não é devido somente à alta carga de impostos no país”, afirma Celso Casale, presidente da CSMIA.
Em outros mercados, é possível encontrar chapas de aço com qualidade semelhante ao produto brasileiro até 50 % mais barato, chegando aqui com valor pelo menos 20% inferior ao produzido no Brasil, mesmo incluindo os custos com transporte, impostos e demais despesas com importação.
Em 2009, o governo brasileiro impôs uma barreira alfandegária de 12% para a maioria dos tipos de aço comercializados aqui. A medida ainda vigora sob alegação de garantia dos empregos do setor durante a crise econômica sem considerar os efeitos adversos nos setores dependentes do aço para produzir bens com alto valor agregado.
“O aço no mercado externo continua sendo mais barato que no Brasil o que não deveria acontecer já que somos o maior produtor de minério de ferro no mundo. Não podemos ficar reféns das siderúrgicas nacionais e devemos buscar alternativas para acelerar a recuperação do setor no pós-crise.”
Até o momento cerca de 30 empresas se cadastraram para fazer parte do pool para importação em conjunto. O setor de máquinas e implementos agrícolas, excluído o segmento de tratores e colheitadeiras, usa aproximadamente 60 mil toneladas de aço/mês.
Perspectivas,Sem categoria | Por em 23 de dezembro de 2009Caros leitores, internautas, empresários e seguidores deste blog,
Erica Munhoz e eu estamos entrando em férias nas próximas duas semanas.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer sua presença por aqui nesses oito meses de trabalho. Foram 269 posts e 147 comentários ao longo deste ano.
Esperamos que 2010 seja repleto de ótimas oportunidades e boas notícias para todos aqueles que fazem nossa indústria crescer e ganhar reconhecimento internacional.
Retornamos no dia 4 de janeiro de 2010.
Um abraço e feliz 2010!
Balanço e Perspectivas Câmaras Abimaq,Sem categoria | Por em 11 de novembro de 2009Conforme divulgado na edição 419, de novembro, da Revista P&S, segue abaixo as entrevistas, na íntegra, de algumas das câmaras setoriais que compõem o Sistema Abimaq, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Esta iniciativa tem como objetivo proporcionar aos nossos leitores um panorama dos principais setores que compõem a indústria de bens de capital. Solicitamos às câmaras que respondessem a perguntas que consideramos de interesse do mercado. O intuito é posicionar e dar diretrizes a todos que nos acompanham em seus planejamentos para o próximo ano.
Caso queria acessar todas as entrevista de uma só vez, clique na Categoria Balanço e Perspectivas Câmaras Abimaq, ou em cada link abaixo:
Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura – CSMF
Câmara Setorial de Equipamentos Navais e de Offshore – CSEN
Câmara Setorial dos Fabricantes de Ferramentas – CSFF
Câmara Setorial de Válvulas Industriais – CSVI
Câmara Setorial dos Fabricantes de Vedações – CSVED (criada em outubro de 2009)
Câmara Setorial de Movimentação e Armazenagem – CSMAM
Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para Indústria do Plástico – CSMAIP
Câmara Setorial dos Fabricantes de Motores – CSMOTORES (criada em outubro de 2009)
Câmara Setorial de Máquinas Rodoviárias – CSMR
Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas – CSMIA
Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação – CSEI
Economia,Feira,Oportunidade,Pesquisa,Sem categoria | Por em 26 de outubro de 2009Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS
A 18ª edição da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, Mercopar, considerada a maior da América Latina, encerrou seu último dia, na sexta-feira, 23, com saldo bastante positivo, de acordo com os organizadores. Durante os quatro dias do evento, 573 expositores de Brasil, Argentina, Alemanha, África do Sul, China e Índia tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços para mais de 31 mil visitantes.
O volume de negócios gerados nos setores de automação industrial, borracha, eletroeletrônico, energia, metalmecânico, movimentação, armazenagem de materiais, plástico e serviços industriais, na contabilidade da organização, foi superior a R$ 57 milhões – isso sem contar os resultados da Rodada do Projeto Comprador de Petróleo, Gás e Energia da Serra Gaúcha, que aconteceu no último dia, antes da divulgação das expectativas.
O Projeto Comprador e Rodada Inversa (Eletrobras, Transpetro e Petrobras)
teve participação de 45 empresas compradoras e 172 vendedoras, com um total de 960 reuniões de negócios realizadas em dois dias. Já na Mostra Reversa, cinco empresas participaram alavancando um total de 60 contatos. Outros dados apresentados pelo diretor superintendente do Sebrae/RS, Marcelo Lopes, durante a coletiva de encerramento, mostram que a média de contatos realizada por expositor, com possibilidade de fechamento de negócios, chegou a 97, enquanto o número de novos negócios atingiu 27.
A Mercopar teve sua área ampliada em relação à edição anterior, passando de 11 500 m2 para 13 500 m2. Segundo o presidente da Hannover Fairs Sulamérica, Constatntino Bäumle, a pretensão é aumentar ainda mais em 2010: cerca de 2 mil m2. “A feira é uma oportunidade para a comunidade onde está inserida, pois colabora para o desenvolvimento de vários setores. Além disso, a internacionalização que acontece dentro do evento prepara as empresas para um mundo globalizado, sem fronteiras.”
Pesquisa – Uma pesquisa realizada pelo Sebrae/RS durante a feira revelou que os principais motivos da participação dos expositores estão ligados diretamente à possibilidade de conhecer novos mercados e ampliar o número de clientes (57%), à divulgação da própria empresa, do seu produto e lançamento de novos produtos (30%), e à ampliação e diversificação o número de fornecedores (13%). Para 77% dos expositores, a feira, nesta edição, superou e atendeu às expectativas. Por conta disso, 89% dos expositores já manifestaram a intenção de participar da Mercopar 2010.
Economia,Feira,Oportunidade,Sem categoria | Por em
A 18ª da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial da América Latina, Mercopar, que aconteceu de 20 a 23 de outubro, em Caxias do Sul, RS, contou com a participação de mais de 130 empresas indianas, um diferencial em relação a outros anos. Uma parceria que, segundo Marcelo Lopes, diretor superintendente do Sebrae/RS, pretende se estender para as próximas edições:
“Sabemos da potência econômica que os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) terão nos próximos anos. Inclusive assinamos um acordo com a Índia para se tornar parceira não somente nesta edição da Mercopar, mas a médio e longo prazos também”, adiantou o executivo durante a coletiva de encerramento da feira.
Os empresários da Índia presentes no evento disseram que pretendem triplicar os negócios realizados com o mercado brasileiro até 2012. Ampliar o mercado importador é uma das expectativas da Engineering Export Promotion Council, EEPC, órgão que coordenaou a missão indiana na Serra Gaúcha.
Um dos diretores da entidade, Rakesh Shah, avaliou que as trocas comerciais entre Índia e Brasil chegam hoje a US$ 10 bilhões por ano, e prevê que esse número aumentará em três vezes até 2012. Ele vê a hospitalidade brasileira como um incentivo.
A comitiva indiana deixou a Mercopar satisfeita com os objetivos alcançados. Segundo o presidente da EEPC, Aman Chadha, o volume de negócios gerados na feira foi de aproximadamente US$ 10 milhões. “É um número muito bom, considerando que esta é a primeira vez que participamos da Mercopar.”
Na frente – Muito fortes na área de engenharia, Aman Chadha lembrou que a Índia forma 400 mil engenheiros por ano, enquanto os Estados Unidos colocam 70 mil no mercado neste mesmo período. No Brasil, apenas 23 mil engenheiros se formam por ano.
Economia,Feira,Oportunidade,Sem categoria | Por em 21 de outubro de 2009Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS
O segundo dia da 18ª Feira de Subcontratação e Inovação Industrial de Caxias do Sul, a Mercopar, foi marcado pelas rodadas de negócios. Os projetos Comprador Nacional e Comprador Internacional, organizados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), receberam mais de 300 pessoas apenas no primeiro dia.
Segundo o gestor responsável pelas rodadas, Jackson da Luz, a ação é uma ferramenta eficaz para aproximar empresas compradoras a empresas vendedoras. “Esse contato é importante para que, ao longo dos próximos meses, os negócios comecem a ser concretizados”. Jackson também informou que as empresas vendedoras foram selecionadas com a colaboração do catálogo do Sebrae e seguindo o perfil das organizações compradoras.
O analista de custo da Mult Stamp, Gabriel Morais Dias, contou que este é o segundo ano que a empresa participa. De acordo com o profissional, eles marcaram as rodadas de negócios com as mesmas empresas do ano passado, pois sentiram a necessidade de avançar em alguns relacionamentos. “Nossa meta também é um trabalho de prospecção para longo prazo.”
Esta primeira rodada contou com a participação de 50 compradores e 170 empresas vendedoras. Amanhã, acontece uma nova sessão. Já na sexta-feira, os negócios são voltados para o mercado petrolífero. Estão confirmadas 24 empresas compradoras e 130 vendedoras.
Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS
O Seminário de Gestão de Suprimentos foi uma das principais atividades do primeiro dia da Mercopar – Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, que acontece esta semana, em Caxias do Sul, RS. O ciclo de palestras é promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), com apoio da Braskem, Gerdau, Innova, Refap e Sulgas.
De acordo com o gestor setorial metalmecânico do Sebrae/RS, Guilherme Menezes, o objetivo da iniciativa é aproximar as áreas de suprimentos das grandes, micro, pequenas e médias empresas, discutir a cadeia produtiva e qualificar a mão-de-obra. Mas além do conteúdo técnico, o seminário apresentou também temas humanos e de gestão.
O consultor e escritor Eduardo Shinyashiki, proferiu a palestra “Estratégias dos Líderes Vencedores – Competências para a Liderança”. Com o tripé – sentir, perceber e transformar – incentivou o público a notar a necessidade de transpor limites para atingir o crescimento profissional. “A maioria das dificuldades surgem dentro da nossa própria mente e sempre culpamos alguém, um cenário ou a economia pelos nossos fracassos”, ressaltou Shinyashiki.
Nesta quarta-feira, 21, o destaque da programação foram as Rodadas de Negócios – Projeto Comprador nacional e internacional. O objetivo do encontro é aproximar empresas expositoras e executivos de grandes grupos do Brasil e do exterior por meio de encontros pré-agendados.
A feira segue até sexta-feira, 23, e você acompanha aqui, no Blog Industrial, as principais novidades.
Feira,Revista P&S,Sem categoria | Por em 8 de setembro de 2009
A edição 2009 da Fenasucro&Agrocana agitou Sertãozinho, no interior paulista, entre os dias 1º e 4 de setembro.
A Revista P&S esteve por lá e faz um balanço sobre o evento voltado para a agroindústria. Segundo os organizadores, a feira deve gerar mais de R$ 2 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.
Sem categoria | Por em 13 de agosto de 2009A Panduit, fabricante mundial de soluções para infraestrutura física, acaba de completar 20 anos de atividades na América Latina já de olho nos próximos 20, amparada, principalmente, em seu conceito denominado Infraestrutura Física Unificada, ou UPI – Unified Physical Infrastructure. “Projetamos um futuro promissor no qual a Panduit se consolida tanto na região como globalmente como o principal fornecedor UPI”, aposta Neil Corradine, diretor da empresa para a América Latina.
De acordo com o executivo, uma tecnologia inovadora que minimiza o risco, simplifica a complexidade da integração e interdependência para edifícios conectados, automação industrial e Data Centers – e é aplicável a empresas de todas as verticais e portes, incluindo governo – terá como uma das áreas foco para sua implementação a América Latina nos próximos anos. A tecnologia será oferecida para alinhamento e otimização dos sistemas críticos (comunicação, computação, segurança, energia e controle) e o gerenciamento de risco.
No Brasil – Respondendo hoje por 38% dos negócios da América Latina, a subsidiária brasileira da Panduit – inaugurada 1996 – deve crescer essa participação para 50% do total nos próximos 5 anos. “Há mais ou menos 3 anos o Brasil superou o México, até então o maior mercado na região.” A empresa possui duas unidades produtivas na região: México e Costa Rica.
Por aqui funciona um escritório comercial, no qual trabalham 20 funcionários, mas a perspectiva de produção local é bem latente, percebe-se no tom de voz de Corradine: “Existe mercado para isso. Ter produção no Brasil, com o tratado de livre-comércio, muito ajudaria no abastecimento dos países da América do Sul”.
Hoje, todo o volume comercializado na região é importado da matriz da Panduit nos Estados Unidos.
UPI – A definição da Panduit para sua Infraestrutura Física Unificada é de uma nova visão que permite a qualquer empresa desenvolver uma plataforma física de comunicação escalável e flexível garantindo maior disponibilidade da rede e um menor TCO.
Mais informações sobre UPI, clique em:
http://www.panduit.com/stellent/groups/marketing-corp/documents/whitepaper/cmscont_034730.pdf
O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.
Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.