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Você conhece o Sentimento dos Especialistas em Economia?
A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).
Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.
Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.
Para esses com o pé atrás, fica o alento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).
Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.
“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.
A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).
Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.
Qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos anos?

A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).

Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.

Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.

Para esses com o pé atrás, fica o argumento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).

Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.

“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.

A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).

Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.

E qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos meses?

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, divulgou recentemente a Carta de Conjuntura de setembro. Quem resume seu conteúdo é Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análise e Previsões, GAP, do instituto: “A economia brasileira atravessa um período de absoluta tranquilidade em vista da dimensão da crise internacional”.

Na carta estão os dados sobre a recuperação da economia no segundo trimestre de 2009. Com crescimento do período, a economia saiu da classificação técnica de uma recessão – dois trimestres de crescimento negativo, no caso, o último trimestre de 2008 e primeiro trimestre de 2009. A taxa de desemprego – em torno de 8% — em todo o período foi um dos destaques.

Veja a íntegra do estudo aqui

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O Brasil e a camada Pré-Sal

Icone Análise | Por em 15 de outubro de 2009

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Em artigo enviado para a Redação da P&S, João Sampaio, economista, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CONSEA), argumenta que a camada de pré-sal é um consistente diferencial competitivo no comércio exterior. Desde que seja bem trabalhada.

Segundo Sampaio, “o Brasil poderá ampliar cada vez mais o uso interno de fontes renováveis, menos poluentes e sem a mínima suscetibilidade às crises internacionais e se tornar exportador de petróleo para nações que não dispõem de reservas e não têm quaisquer condições de produzir cana-de-açúcar em larga escala, embora desejassem muito poder fazê-lo. Basta uma estratégia eficaz para tornar essa equação da matriz energética um dos trunfos de nosso desenvolvimento.” Confira o artigo na íntegra no site da Revista P&S.

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Os sentidos humanos também são importantes

Icone Análise | Por em 17 de setembro de 2009

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Os Cinco SentidosNeste espaço, estamos constantemente falando sobre máquinas, equipamentos e novas tecnologias. No entanto, vejo a necessidade de abrir espaço para o lado humano de nossa indústria. De tempos em tempos é bom lembrar que por trás do maquinário existe um ser de carne e osso.

Abro essa discussão depois de receber um texto que chamou minha atenção. Meu colega de profissão, o jornalista Fabio Riesemberg, da Enfoque Comunicação, nos enviou o case da Imcopa, processadora de soja não transgênica localizada em Araucária, região de Curitiba, que adotou os sentidos humanos no controle de qualidade.

Veja que interessante: a empresa paranaense treinou uma equipe de 17 funcionários para que possam avaliar a qualidade dos produtos antes de chegarem ao mercado, sem fazer uso de equipamentos ou alta tecnologia. O conhecido controle de qualidade, geralmente realizado por meio de processos físico-químicos, agora ganhou o reforço da análise sensorial humana, explicou Rafael Dambros, gerente de qualidade da Imcopa. “O método convencional utiliza processos de laboratório para definir os graus de acidez e índices de determinados elementos, por exemplo, mas tem seus limites”.

O treinamento da equipe foi feito pela consultora do Senai Isabela Ferrari. Segundo ela, alguns parâmetros não podem ser medidos em laboratórios, então se usa a memória sensorial, que envolve os cinco sentidos humanos (visão, olfato, tato, paladar e audição). No treinamento, o grupo de futuros avaliadores ficou exposto a odores, sabores, cores e texturas naturais ou provocadas por outras substâncias adicionadas, para que desenvolvam a sensibilidade.

Profissionais de várias áreas da empresa, desde o administrativo até a linha de envase, foram capacitados. “O envolvimento de pessoas de diferentes áreas contribui para a manutenção da qualidade e ainda incita um maior envolvimento dos funcionários com a empresa”, observou Isabela.

A análise sensorial implantada na Imcopa foi baseada em uma norma americana para esta atividade. Os funcionários foram condicionados a identificar odores amanteigados, de ranço, mofo e solvente.

O que se ganha com isso? O equilíbrio entre máquina e homem e maior produtividade. Afinal, não há indústria que funcione sem um colaborador. No caso acima, um ser humano de sentidos bem treinados.

Agora pergunto: a balança máquina-homem da sua empresa está equilibrada?

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vitamina“Não é mais para dar antibiótico, é para dar vitamina.” Acredito que esta frase muito provavelmente não constava no discurso que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, proferiu durante a reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, CDES, na terça-feira, 15. Mas isso não é novidade. Entretanto, ela expressa muito bem – e até pelo tipo de linguagem – o desejo do chefe de estado: que os investimentos aconteçam.

Para ele, a crise financeira mundial está superada e, agora, depois da febre, o País precisa de vitamina para se fortalecer e continuar a ampliar o mercado interno e o montante de investimentos. “Esta é hora de investir. Quem parou por conta da crise recomece, pois quem estiver mais preparado sairá na frente”, alertou, cobrando ainda empenho dos empresários principalmente na discussão de uma cadeia produtiva para exploração do petróleo encontrado na camada pré-sal.

De acordo com Lula, o Brasil vive um momento impar para se fazer investimentos, com obras do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, e exploração da camada pré-sal, e por isso é preciso discutir e pensar como estruturar a cadeia produtiva. “Eis uma questão muito importante: não existe possibilidade de o governo sobreviver sozinho, de o empresário viver sozinho, de o trabalhador viver se as empresas estiverem enfraquecidas ou se houver um exército infinito de miseráveis.”

E o que fazer, então? Segundo ele, cuidar para que grande parte dos produtos relacionados à exploração do pré-sal seja fabricada no Brasil. “Isso alavancará a classe média, aumentará a formação profissional e qualificará o brasileiro para ser mais competitivo.”

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Matéria publicada, nesta terça-feira, 25 de agosto, no site da BBC Brasil, com base em relatório da consultoria Economist Intelligence Unit, EIU, braço de pesquisas da revista Economist, dá conta de que o Brasil sairá relativamente ileso da crise. Quer saber o porque? Veja abaixo a integra da matéria:

Brasil sairá da crise ‘relativamente ileso’, diz consultoria

A economia brasileira deve sair da crise global “relativamente ilesa” graças às reformas feitas nesta década e o impacto “altamente benéfico” dos preços mais altos das commodities, segundo afirma um relatório divulgado nesta terça-feira pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da revista Economist.
A EIU revisou para cima sua projeção para o crescimento do PIB brasileiro em 2010, para 3,3%. No mês passado, a empresa havia estimado em 2,7% o crescimento da economia brasileira no próximo ano.
A EIU manteve, porém, sua previsão de retração de 1% no PIB do Brasil para este ano.
Segundo o relatório, o crescimento da demanda da China por commodities e o estímulo ao consumo interno devem impulsionar a economia brasileira a partir do ano que vem.
“Muitos países da América Latina foram gravemente atingidos pela crise financeira e econômica global, mas alguns sinais de recuperação já começam a aparecer, particularmente entre aquelas economias (principalmente na América do Sul) que têm uma maior exposição aos mercados asiáticos”, afirma o documento.
Recuperação
A EIU vê o Brasil como “uma das economias mais resistentes da região em 2009-2010, graças a uma base industrial e exportadora altamente diversificada e um grande mercado interno”.
Segundo o relatório, “há indícios claros de que a economia está se recuperando do choque externo, ajudada pela força do sistema financeiro doméstico, baixa inflação e programas antipobreza efetivos”.
“A recuperação relativamente rápida deve ser considerada um grande feito, já que choques externos anteriores eram frequentemente amplificados pela fragilidade financeira doméstica”, diz a EIU.
Para o relatório, as eleições presidenciais de 2010 não devem trazer instabilidade financeira ao Brasil, já que “ambos os principais partidos estão comprometidos com a solidez financeira”.
Previsões
As previsões da EIU sobre o PIB brasileiro são próximas às de vários organismos internacionais, muitos dos quais também revisaram para cima suas previsões recentemente.
Em junho, o Banco Mundial previu que a economia brasileira deve se contrair 1,1% neste ano e crescer 2,5% em 2010, enquanto a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) previu 0,8% de retração em 2009 e 4% de crescimento em 2010.
No mês passado, o FMI (Fundo Monetário Internacional) previu uma retração de 1,3% em 2009 e um crescimento de 2,5% no próximo ano.
Também em julho, a Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe) previu uma queda de 0,8% no PIB brasileiro em 2009 e um crescimento de 3,5% no ano que vem.
Clique Leia mais na BBC Brasil: Comércio na América Latina sofrerá queda ‘sem precedentes’, diz Cepal
O relatório semanal Focus, do Banco Central do Brasil, que reúne a média das previsões de cerca de cem instituições financeiras instaladas no país, mostra nesta semana uma expectativa de queda de 0,3% no PIB neste ano e um crescimento de 4% em 2010.

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Os cenários pintados pela Abimaq

Icone Análise,Economia | Por em 4 de agosto de 2009

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Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), recebeu jornalistas na sede da entidade em São Paulo na segunda-feira, 3, para divulgar os números mais recentes do setor.

O balanço pode ser conferido no site da Revista P&S. Em linhas gerais, o presidente informou que o faturamento acumulado do setor no primeiro semestre de 2009 registrou queda de 19,4% em relação ao mesmo período de 2008.

Aubert ainda pintou alguns cenários para os próximos meses (vide quadro abaixo do DEE – Departamento de Economia e Estatística da Abimaq).

Mesmo num cenário otimista – termo usado pela Abimaq para classificar a hipotética situação -, o faturamento terá queda. Menor, é verdade. Mas deve-se levar em conta, como cansamos de repetir aqui no blog, que 2008 foi um ano atípico, excelente. Pense nisso ao analisar o quadro abaixo.

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Na próxima segunda-feira, 3, o Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) reúne-se para discutir um tema aparentemente descolado da preocupação real das indústrias: a sustentabilidade.

Convidado pela entidade, Antonio Divino Moura, diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), falará sobre aquecimento global. Mas não se trata apenas de teoria. Durante o debate, serão levantadas as responsabilidades que indústria, governo e sociedade civil têm em relação às constantes mudanças climáticas que o mundo vem sofrendo. Assim, a discussão que se coloca é o que cada um destes setores da sociedade pode fazer para amenizar, inicialmente, e cessar, a longo prazo, fenômenos como o aumento do nível dos oceanos; a expansão e o surgimento de desertos; a intensificação de furacões, tufões e ciclones e as crescentes ondas de calor.

Em nota, a Fiesp informa que “além disso, o tema está inserido em importantes pautas da geopolítica internacional.”

Mas será o momento ideal para esse tipo de discussão, com tantos outros temas urgentes em pauta? Acredito que sim. Coincidentemente, nesta semana tivemos uma reunião aqui na Editora Banas sobre como a sustentabilidade é uma realidade de mercado e como podemos promover ações que façam a diferença para o mundo e para nossos negócios. As respostas ainda não vieram, mas devem pipocar em breve.

Uma coisa é certa: estamos fomentando a responsabilidade social e ambiental em nosso planejamento e, mais, ajudando nossos parceiros e pensar dessa mesma forma. Debates, como o que acontecerá na Fiesp na próxima semana, só provam que discutir o futuro do meio ambiente não é somente uma questão de marketing institucional, mas também uma obrigação. A Fiesp deve anunciar o resultado deste evento na seqüência. Então, cabe a nós aproveitar a informação da melhor forma.

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Festo e a filosofia corporate design

Icone Análise | Por em 6 de julho de 2009

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No último dia 30 de junho foi realizada primeira edição do evento Competindo com Design, promovida pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Ipdmaq). Executivos da Festo, multinacional alemã e líder no mercado de automação industrial presente no Brasil desde 1968, participaram da reunião.

Weeney Bolfaine, gerente de marketing da empresa, iniciou a palestra “Design como Diferencial Competitivo” falando sobre a importância da identidade visual da Festo e como a empresa traduz isso em qualidade, tecnologia e inovação para seus clientes.

“A filosofia do Corporate Design, como é conhecida, está presente desde a arquitetura da sede e das filiais até o extenso portfólio de produtos e soluções, reconhecidos mundialmente por suas linhas limpas e pelo inconfundível ‘azul e cinza'”, explicam os executivos.

Já Paulo Roberto dos Santos, diretor de engenharia, explorou o diferencial do design dos produtos desenvolvidos pela alemã não só na aparência, mas também no desempenho e na modularidade, agregando ainda mais valor às soluções para seus clientes.

O evento Competindo com Design aconteceu na sede da Abimaq em São Paulo e reuniu mais de 200 pessoas no local e outras 250 mundialmente por meio de videoconferência, pelo site da associação.

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“São cada vez mais claros os sinais de que a recessão mundial está sendo superada, mas o ritmo de recuperação das economias maduras será provavelmente mais lento do que nos episódios precedentes de recessão. É provável que os emergentes tenham uma recuperação mais dinâmica: a crise não chegou a desarranjar suas contas fiscais e externas (com poucas exceções, concentradas no leste europeu); e a China vem reagindo às medidas de estímulo. (…) Num comparativo internacional, Brasil foi uma das economias que menos sofreu no início de 2009”.

As informações acima fazem parte do estudo apresentado por Fernando Sampaio, economista da LCA Consultores, durante a reunião da diretoria plenária da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Abinee, realizada no dia 2 de julho em São Paulo, SP. Intitulado Cenário Macroeconômico e Político Brasileiro 2009/2010, o estudo, composto por 51 eslaides, considerou indicadores como o de nível de confiança dos empresários – que historicamente caminham a par e passo com o desempenho do PIB – e a redução do IPI sobre materiais de construção, vários bens da linha branca e automóveis – que estimularam o consumo no período. Até porque os números do PIB no segundo trimestre ainda não foram divulgados.

Par o economista, após a indústria passar por um ajuste de estoques no primeiro trimestre deste ano, a sinalização é de que a economia deve entrar em rota ascendente a partir do segundo trimestre, apresentando crescimento forte nos próximos meses.

Veja a apresentação completa no site da Abinee.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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