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CSGINPresidente: Ricardo Castiglioni

Trace um panorama sobre o setor em 2009, inclusive com perspectivas para o fechamento do ano.

A crise econômica mundial complicou muito o segmento. No primeiro trimestre não tivemos novos pedidos, o setor ficou travado, só trabalhamos com os pedidos que estavam em carteira. Agora é que o mercado está começando a se estabilizar. novamente.

E como o segmento se comportará em 2010?

Se o ambiente mercadológico continuar neste ritmo, 2010 será um bom ano para o segmento. Nossa perspectiva é que já no meio do ano que vem conseguiremos atingir patamares próximos aos índices de 2008.

Sabemos que 2008 foi ano excelente para a indústria. Quando o Sr. imagina que o setor retorne aos níveis daquele ano?

O ano de 2008 foi atípico, mas se a economia continuar reagindo acreditamos que em julho de 2010 o setor já consiga atingir resultados próximos aos obtidos no ano passado. 

Até que ponto a crise econômica mundial afetou o segmento?

A crise mundial paralisou o segmento. Nunca tínhamos parado desse jeito. Não tivemos novos pedidos desde o inicio da crise. No primeiro trimestre de 2009 só entregamos os pedidos que já estavam em carteira.

Fale sobre a competitividade do setor nos mercados interno e externo.

O descaminho na importação faz com que percamos a nossa competitividade. Por isso, estamos lutando para combater esse mal e fazer com que nosso setor fique mais competitivo.

Qual o maior problema enfrentado pelo setor hoje?

Os grandes problemas do setor é a baixa do dólar e o descaminho na importação.

Quais as soluções que a câmara busca para solucionar esse problema?

A solução que a CSGIN busca é a união entre os fabricantes nacionais e a otimização do relacionamento com o sistema S (Sesc, Sesi, Senai). Assim, o nosso setor fica mais fortalecido para combatermos o descaminho.

Quais os próximos passos para sustentação do segmento?

O setor precisa continuar investindo em qualidade, tecnologia, inovação e novo design de máquinas e assessórios.

O que tem sido feito para fomentar esse setor?

Nosso setor será beneficiado com os três grandes eventos esportivos que ocorrerão no Brasil: as Olimpíadas Militar em 2011, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Por isso, estamos pleiteando e buscando junto ao governo uma linha de financiamento para os nossos consumidores finais. 

No tocante a novas políticas e a regulamentação para o setor, o que tem sido feito?

A CSGIN está buscando junto ao INMETRO e outros órgãos competentes entendimento para que possamos implantar uma linha de regulamentação voltada para o nosso setor.

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Nesta terça-feira, 10, o Expo Center Norte, em São Paulo, recebe a 13ª edição do maior evento de Instrumentação, Sistemas e Automação da América Latina, o Brazil Automation ISA 2009

Além de apresentar tendências tecnológicas e os mais expressivos lançamentos do mercado mundial , o Brazil Automation ISA 2009 proporciona capacitação técnica e uma ampla integração entre usuários, fabricantes, distribuidores, pesquisadores, estudantes,  prestadores de serviços e demais profissionais do setor

Segundo Jorge Ramos, diretor da ISA no Brasil, “o setor ficou estagnado em 2009, mas a expectativa a partir de agora é de grandes volumes de vendas devido ao grande número de projetos em curso.” Os cerca de 130 expositores devem receber 15 mil visitantes em três dias de evento. Confira entrevista do executivo ao Blog Industrial:

Qual a expectativa para a esta edição da ISA?

Jorge Ramos: Para 2009, esperamos um maior público do quem em 2008. No ano passado, a feira aconteceu exatamente no início da crise mundial, fase em que as grandes empresas usuárias estavam em total contenção de gastos. Esse ano, com a retomada do crescimento e final da crise, esperamos um público maior e uma frequência maior também nos congressos e cursos.

O que mudou em relação às outras edições? Quais as novidades?
JR:
O esquema casado de congresso + cursos + feira continua o mesmo. No entanto, todo o conteúdo programático foi atualizado e ainda incluímos a mesa redonda, que é de suma importância na atual conjuntura.
 

Qual a importância da mesa redonda no evento?
JR:
Mostrar a relevância da automação industrial nos mais diversos setores, como meio ambiente, aviação civil, petróleo e outras diversas áreas nas quais a utilização dessa tecnologia é estratégica. A idéia é mostrar o quanto a automação é imprescindível para o mundo e para a economia e um fator preponderante para qualquer projeto.

 

Sobre o ISA
O ISA Distrito 4 é coligada à “ISA – International Society of Automation”, principal organização mundial do setor de Automação Industrial,  que reúne cerca de 30 mil membros em mais de 50 países. É o terceiro maior Distrito dentre os 14 que constituem a sociedade e suas atividades abrangem os países da América do Sul e Trinidad & Tobago.

O principal objetivo da ISA é desenvolver e estimular iniciativas relacionadas à Automação, Sistemas e Instrumentação, além de maximizar o valor dos profissionais da área, contribuindo para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas carreiras. A ISA oferece como principais serviços o Treinamento, a Capacitação Técnica e a Certificação dos Profissionais do segmento de Automação Industrial. Suas Normas, Padrões, Livros, Artigos e Recomendações são reconhecidos mundialmente e adotados pelas principais entidades normalizadoras e indústrias.

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Os eventos de meio ambiente e sustentabilidade voltados para a indústria estão crescendo a passos largos – surgem novos a cada ano, o que é muito positivo, diga-se. Efeito da globalização (leia-se competitividade, produtividade), as empresas têm percebido a importância de se “encaixar” nesse contexto, por isso o aumento na quantidade de acontecimentos referentes ao tema.

Bom exemplo é a Feira de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, Fimai, que termina hoje, 6 de novembro, em São Paulo, SP. Em sua 11ª edição, os organizadores trabalharam para reforçar a posição de destaque e referência do Brasil no cenário internacional em gestão de resíduos, multiplicando não só o aprendizado como a importância da valorização ambiental e, principalmente, a interatividade dos visitantes que puderam ver, por meio do projeto Estação de Reciclagem, como é feito um processo de reciclagem.

A atração, que foi operada na feira pela primeira vez, é comandada por uma Cooperativa de Catadores, associada ao Compromisso Empresarial para a Reciclagem, Cempre, que faz o processo de triagem, operação de prensa e encaminhamento do material e se tornou responsável por realizar a gestão dos resíduos gerados durante os dias da feira. Todo o material arrecadado será doado para a Cooperativa Vila Maria, a qual também é responsável pela operacionalização da Estação.

O diretor executivo do Cempre, André Vilhena, ressaltou a importância da iniciativa no evento: “É muito importante termos ações como esta da Estação de Reciclagem numa feira do porte da Fimai. O resultado disso é um projeto que acaba sendo ambiental, econômico e social. E, além de ser importante para divulgar o trabalho que está sendo feito pela cooperativa, todos querem saber como funciona, o que acaba fazendo parte da vida de todo mundo”.

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Uma recente pesquisa realizada pela Organização Mundial do Comércio, OMC, aponta que o Brasil ocupa o quarto lugar na preferência dos investidores internacionais, depois dos Estados Unidos, China e Índia, colocando-se à frente de potências como Japão, Alemanha e Reino Unido.

No mercado interno brasileiro, a Itália é considerada um dos maiores parceiros econômicos do País, no 13º lugar, como um dos principais investidores estrangeiros no Brasil.  Prova disso são grandes nomes como Fiat, Pirelli e TIM Brasil

Segundo Giovanni Sacchi, diretor no Brasil do Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE),  acordos comerciais entre os dois países sempre estiveram na pauta de prioridades, havendo promissoras relações comerciais a serem exploradas. “Convidamos as empresas italianas a olhar o Brasil como um parceiro estratégico”.
Hoje, aproximadamente 300 empresas italianas têm presença direta no Brasil, número duplicado ao longo dos últimos dez anos.

Outro lado

As compras de produtos italianos pelo Brasil, em 2008, cresceram 30%, sobretudo em bens de capital, que representam mais de 60% das compras brasileiras provenientes da Itália. Entre os principais produtos exportados para a Itália estão frutas, flores, ferro, couro, papel, produtos siderúrgicos, carne, metais e peças para automóveis. Já o Brasil importa da Itália principalmente máquinas e componentes mecânicos, produtos químicos e farmacêuticos.

Acordos entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil e o Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico, consolidados na última visita do presidente Lula à Itália, em novembro de 2008, vieram fortalecer as relações comerciais entre os dois países, com destaque para as áreas de defesa, infra-estrutura, tecnologias espaciais, ciências médicas e saúde.

Outros setores de interesse são: têxtil, alimentício, couro e calçados, madeira e produção de móveis, beneficiamento de mármores e granitos, componentes eletrônicos e eletro-técnicos, agropecuário, álcool, papel-papelão, energia e mineração.

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A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, divulgou nesta quarta-feira, 4 de novembro, o balanço do setor de bens de capital mecânicos até setembro, que atrasou por questão de agenda, conforme justificou o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto: “Por isso, logo mais, em no máximo 20 dias, apresentaremos os dados de outubro”.

O faturamento nominal nos nove primeiros meses deste ano acumulou queda de 20% sobre igual período do ano passado, para R$ 46,64 bilhões. Analisando apenas setembro, a receita atingiu R$ 6,25 bilhões, baixa de 25,2% ante o mesmo mês de 2008, mas alta de 4,6% na comparação com agosto.

A queda no acumulado do ano é justificada, de acordo com o executivo, e não por outro motivo que a crise financeira mundial, que causou o cancelamento dos investimentos na maioria dos setores. As retrações mais acentuadas se deram nos segmentos de máquinas e equipamentos para madeiras (-63,8%), máquinas-ferramenta (-48,5%), máquinas e acessórios têxteis (-40,7%) e máquinas e implementos agrícolas (-38,6%). Na contramão, setores ligados primordialmente à Petrobras apresentaram crescimento no mesmo período, como bombas e motobombas (15,4%) e bens sob encomenda (6,6%).

No comparativo de setembro com agosto, entretanto, oito dos onze segmentos citados registraram incrementos, com destaque para máquinas para plásticos (67,6%), máquinas agrícolas (37%), máquinas têxteis (19,2%), válvulas (12,8%) e bombas e motobombas (12,8%).

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Aproveitando o gancho da Erica Munhoz com seu mais recente post sobre sustentabilidade (Parceria em prol da sustentabilidade), quero comentar uma parceira muito interessante da Syngenta com a Fundação Abrinq. Na última semana, elas se reuniram em São Paulo para oficializar o Projeto Escola no Campo (PEC).

Com o objetivo de incentivar o aumento da prática da agricultura sustentável, através de atividades com estudantes da zona rural, esse projeto já existe há 18 anos e beneficiou mais de 460 mil crianças e jovens no período. Com o apoio da Fundação Abrinq, o PEC pretende alcançar o número de 50 mil crianças e jovens atendidos ao ano, em comparação aos 25 mil atendidos até 2008.

“O Projeto Escola no Campo foi desenvolvido para criar uma geração de agricultores mais consciente da necessidade de preservação ambiental e da importância do uso da tecnologia para a produção de alimentos saudáveis. Através de palestras e atividades nas escolas, conscientizamos as crianças e também os pais e a comunidade sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas”, comentou Antonio Carlos Guimarães, da Syngenta, em nota.

A partir dessa parceria, o conteúdo do projeto aplicado nas escolas passa a incluir também o tema “Direitos da Criança e do Adolescente”. “A partir de agora, participaremos do desenvolvimento das ações do Projeto Escola no Campo, como a formação dos professores e voluntários, sempre com foco nos temas relacionados aos Direitos da Criança”, completou Synésio Batista da Costa, da Fundação Abrinq.

Os resultados do Projeto Escola no Campo, associados a outras iniciativas, levaram a Syngenta a conquistar, neste ano, o selo Empresa Amiga da Criança, concedido pela Fundação Abrinq às empresas que promovem o exercício de cidadania entre crianças e adolescentes.

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Embora já tenham divulgado parceria para realizar os inventários de emissão de Gases de Efeito Estufa, GEE, das empresas associadas à Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o Brazilian Carbon Bureau, BCB, e a entidade só oficializarão a iniciativa durante a Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, XI Fimai / Simai, que acontece de 4 a 6 de novembro, no Pavilhão Azul do Expo center Norte, em São Paulo, SP.

Como lançamento da proposta, a Abimaq apresentará, entre outras novidades ligadas a área socioambiental, o projeto-piloto que foi desenvolvido para a RTS Ind. e Com. de Válvulas, por meio do Inventário Corporativo de Emissões de GEEs, das divisões válvulas e usinagem, com sede em Guarulhos, SP. Com este modelo, as empresas interessadas poderão verificar os procedimentos e os resultados alcançados por meio do projeto e como fazer a compensação voluntária das suas emissões.

Segundo Alessandra F. Bernuzzi, Diretora Estratégica de Responsabilidade Socioambiental da ABIMAQ, o objetivo dos inventários de GEEs, que serão realizados voluntariamente, é de que as empresas tenham a oportunidade de desenvolver ações gerais e localizadas em prol da sustentabilidade: “Aderindo aos inventários, as empresas demonstram que estão pensando no futuro do planeta”.

No estande da entidade na feita os associados contarão com o auxílio técnico de especialistas do BCB para tirar dúvidas e para demais informações técnicas sobre o tema.

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Você conhece o Sentimento dos Especialistas em Economia?
A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).
Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.
Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.
Para esses com o pé atrás, fica o alento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).
Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.
“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.
A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).
Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.
Qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos anos?

A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).

Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.

Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.

Para esses com o pé atrás, fica o argumento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).

Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.

“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.

A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).

Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.

E qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos meses?

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, divulgou recentemente a Carta de Conjuntura de setembro. Quem resume seu conteúdo é Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análise e Previsões, GAP, do instituto: “A economia brasileira atravessa um período de absoluta tranquilidade em vista da dimensão da crise internacional”.

Na carta estão os dados sobre a recuperação da economia no segundo trimestre de 2009. Com crescimento do período, a economia saiu da classificação técnica de uma recessão – dois trimestres de crescimento negativo, no caso, o último trimestre de 2008 e primeiro trimestre de 2009. A taxa de desemprego – em torno de 8% — em todo o período foi um dos destaques.

Veja a íntegra do estudo aqui

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Vamos direto aos fatos: a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, registrou recordes de geração de empregos por dois meses consecutivos. Na indústria, o saldo positivo de setembro foi de 990 vagas. Demissões diminuíram 21,85%. Uma boa notícia para o começo da semana, não?

A retomada de crescimento da atividade industrial em Guarulhos no mês de setembro aumentou as expectativas de que o setor termine o ano com saldo positivo de empregos. No acumulado do ano, a indústria perdeu 4.299 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Mas nos últimos três meses, o setor começou a dar sinais claros de recuperação. Em setembro, foram gerados 990 postos de trabalho no setor industrial, do total de 2.170 criados na cidade. Também houve queda significativa no número de demissões: -21,85% em relação ao mês anterior.

Essa recuperação já leva algumas empresas a investir na contratação de funcionários para trabalhar no terceiro turno. “Muitas fábricas estão retomando os níveis de produção com a volta à rotina pré-crise. Nossa expectativa é terminar o ano com saldo positivo de vagas ou então muito próximo disso”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Antonio Carlos Almeida.

Segundo ele, Guarulhos sofreu impacto menor devido à diversificação de seu parque industrial, que conta com concentrações empresariais nos segmentos têxtil, metal-mecânico, químico-farmacêutico, além dos serviços de logística.

A cidade tem atualmente a 2ª economia mais importante do Estado de São Paulo, atrás apenas da Capital, além de ser a 7ª economia industrial mais importante do país.

O primeiro sinal de retomada do emprego na indústria surgiu em julho, com saldo positivo, ainda que de 12 postos. No mês seguinte, o saldo positivo foi de 309 vagas. Em setembro, o Caged aponta 3.021 admissões na indústria contra 2.031 demissões, saldo de 990. Destaque para a indústria química que abriu 259 novos postos de trabalho no mês passado. Desde janeiro de 2008, o setor não apresentava um desempenho tão positivo.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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