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Aproveitando o gancho da Erica Munhoz com seu mais recente post sobre sustentabilidade (Parceria em prol da sustentabilidade), quero comentar uma parceira muito interessante da Syngenta com a Fundação Abrinq. Na última semana, elas se reuniram em São Paulo para oficializar o Projeto Escola no Campo (PEC).

Com o objetivo de incentivar o aumento da prática da agricultura sustentável, através de atividades com estudantes da zona rural, esse projeto já existe há 18 anos e beneficiou mais de 460 mil crianças e jovens no período. Com o apoio da Fundação Abrinq, o PEC pretende alcançar o número de 50 mil crianças e jovens atendidos ao ano, em comparação aos 25 mil atendidos até 2008.

“O Projeto Escola no Campo foi desenvolvido para criar uma geração de agricultores mais consciente da necessidade de preservação ambiental e da importância do uso da tecnologia para a produção de alimentos saudáveis. Através de palestras e atividades nas escolas, conscientizamos as crianças e também os pais e a comunidade sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas”, comentou Antonio Carlos Guimarães, da Syngenta, em nota.

A partir dessa parceria, o conteúdo do projeto aplicado nas escolas passa a incluir também o tema “Direitos da Criança e do Adolescente”. “A partir de agora, participaremos do desenvolvimento das ações do Projeto Escola no Campo, como a formação dos professores e voluntários, sempre com foco nos temas relacionados aos Direitos da Criança”, completou Synésio Batista da Costa, da Fundação Abrinq.

Os resultados do Projeto Escola no Campo, associados a outras iniciativas, levaram a Syngenta a conquistar, neste ano, o selo Empresa Amiga da Criança, concedido pela Fundação Abrinq às empresas que promovem o exercício de cidadania entre crianças e adolescentes.

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Embora já tenham divulgado parceria para realizar os inventários de emissão de Gases de Efeito Estufa, GEE, das empresas associadas à Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o Brazilian Carbon Bureau, BCB, e a entidade só oficializarão a iniciativa durante a Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, XI Fimai / Simai, que acontece de 4 a 6 de novembro, no Pavilhão Azul do Expo center Norte, em São Paulo, SP.

Como lançamento da proposta, a Abimaq apresentará, entre outras novidades ligadas a área socioambiental, o projeto-piloto que foi desenvolvido para a RTS Ind. e Com. de Válvulas, por meio do Inventário Corporativo de Emissões de GEEs, das divisões válvulas e usinagem, com sede em Guarulhos, SP. Com este modelo, as empresas interessadas poderão verificar os procedimentos e os resultados alcançados por meio do projeto e como fazer a compensação voluntária das suas emissões.

Segundo Alessandra F. Bernuzzi, Diretora Estratégica de Responsabilidade Socioambiental da ABIMAQ, o objetivo dos inventários de GEEs, que serão realizados voluntariamente, é de que as empresas tenham a oportunidade de desenvolver ações gerais e localizadas em prol da sustentabilidade: “Aderindo aos inventários, as empresas demonstram que estão pensando no futuro do planeta”.

No estande da entidade na feita os associados contarão com o auxílio técnico de especialistas do BCB para tirar dúvidas e para demais informações técnicas sobre o tema.

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Você conhece o Sentimento dos Especialistas em Economia?
A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).
Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.
Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.
Para esses com o pé atrás, fica o alento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).
Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.
“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.
A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).
Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.
Qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos anos?

A sigla ISE, ou Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, retrata a visão de analistas de mercado sobre a situação econômica e financeira do País em relação aos demais. O índice é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB).

Para se ter uma ideia, em outubro, o ISE registrou alta de 3,1% em relação a setembro, chegando aos 111,5 pontos, mantendo-se no patamar de otimismo (acima de 100 pontos). Em comparação a igual mês do ano passado, a alta foi ainda maior de 29%.

Esses números só reforçam o que temos comentado aqui neste espaço em relação ao otimismo da nossa indústria. Alguns empresários levantam essa bandeira, outros continuam receosos.

Para esses com o pé atrás, fica o argumento: os economistas ainda continuam receosos com relação a três fatores: Gastos Públicos (14,1 pontos; +1,4%), Taxa de Inflação (81,9 pontos; -18%) e Taxa de Juros (78,6 pontos; -6,5%). Apesar do item Gastos Públicos apresentar uma pequena elevação este mês, está bem abaixo do patamar de otimismo (100 pontos).

Os economistas acreditam que a tendência da taxa de inflação atual e futura (daqui a um ano) é de alta, o que é atribuído ao forte aumento dos gastos públicos, principalmente os de custeio e que normalmente crescem em período eleitoral (2010), além da consequência dos estímulos que o governo ofereceu para resgatar a atividade econômica da crise financeira.

“O Banco Central deverá começar, a partir do início de 2010, a subir novamente a taxa básica de juros (SELIC) para tentar conter uma maior liquidez (excesso de moeda) no mercado”, analisa o economista da Fecomercio Guilherme Dietze. Na avaliação dele, a taxa de juros, tanto no contexto atual quanto para daqui a um ano, está inadequada para a economia.

A boa notícia fica por conta dos itens Nível de Atividade Interna – PIB (176,6 pontos, +7,5%), Cenário Internacional (168,6 pontos, +8,5%), Nível de Emprego (142,3 pontos, +15%), Salários Reais (119,8 pontos, +14,5%), Oferta de Crédito ao Consumidor (114,7 pontos, -5,6%) e Taxa de Câmbio (106,4 pontos, +1%).

Para a Fecomercio, o otimismo nesses indicadores se deve a dados positivos do cenário nacional e internacional, mostrando que a crise é coisa do passado e que a economia está entrando em uma nova fase de crescimento.

E qual é o seu “índice de sentimento” para os próximos meses?

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, divulgou recentemente a Carta de Conjuntura de setembro. Quem resume seu conteúdo é Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análise e Previsões, GAP, do instituto: “A economia brasileira atravessa um período de absoluta tranquilidade em vista da dimensão da crise internacional”.

Na carta estão os dados sobre a recuperação da economia no segundo trimestre de 2009. Com crescimento do período, a economia saiu da classificação técnica de uma recessão – dois trimestres de crescimento negativo, no caso, o último trimestre de 2008 e primeiro trimestre de 2009. A taxa de desemprego – em torno de 8% — em todo o período foi um dos destaques.

Veja a íntegra do estudo aqui

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Vamos direto aos fatos: a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, registrou recordes de geração de empregos por dois meses consecutivos. Na indústria, o saldo positivo de setembro foi de 990 vagas. Demissões diminuíram 21,85%. Uma boa notícia para o começo da semana, não?

A retomada de crescimento da atividade industrial em Guarulhos no mês de setembro aumentou as expectativas de que o setor termine o ano com saldo positivo de empregos. No acumulado do ano, a indústria perdeu 4.299 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Mas nos últimos três meses, o setor começou a dar sinais claros de recuperação. Em setembro, foram gerados 990 postos de trabalho no setor industrial, do total de 2.170 criados na cidade. Também houve queda significativa no número de demissões: -21,85% em relação ao mês anterior.

Essa recuperação já leva algumas empresas a investir na contratação de funcionários para trabalhar no terceiro turno. “Muitas fábricas estão retomando os níveis de produção com a volta à rotina pré-crise. Nossa expectativa é terminar o ano com saldo positivo de vagas ou então muito próximo disso”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Antonio Carlos Almeida.

Segundo ele, Guarulhos sofreu impacto menor devido à diversificação de seu parque industrial, que conta com concentrações empresariais nos segmentos têxtil, metal-mecânico, químico-farmacêutico, além dos serviços de logística.

A cidade tem atualmente a 2ª economia mais importante do Estado de São Paulo, atrás apenas da Capital, além de ser a 7ª economia industrial mais importante do país.

O primeiro sinal de retomada do emprego na indústria surgiu em julho, com saldo positivo, ainda que de 12 postos. No mês seguinte, o saldo positivo foi de 309 vagas. Em setembro, o Caged aponta 3.021 admissões na indústria contra 2.031 demissões, saldo de 990. Destaque para a indústria química que abriu 259 novos postos de trabalho no mês passado. Desde janeiro de 2008, o setor não apresentava um desempenho tão positivo.

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Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS

A 18ª edição da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, Mercopar, considerada a maior da América Latina, encerrou seu último dia, na sexta-feira, 23, com saldo bastante positivo, de acordo com os organizadores. Durante os quatro dias do evento, 573 expositores de Brasil, Argentina, Alemanha, África do Sul, China e Índia tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos e serviços para mais de 31 mil visitantes.

O volume de negócios gerados nos setores de automação industrial, borracha, eletroeletrônico, energia, metalmecânico, movimentação, armazenagem de materiais, plástico e serviços industriais, na contabilidade da organização, foi superior a R$ 57 milhões – isso sem contar os resultados da Rodada do Projeto Comprador de Petróleo, Gás e Energia da Serra Gaúcha, que aconteceu no último dia, antes da divulgação das expectativas.

O Projeto Comprador e Rodada Inversa (Eletrobras, Transpetro e Petrobras) coletiva ateve participação de 45 empresas compradoras e 172 vendedoras, com um total de 960 reuniões de negócios realizadas em dois dias. Já na Mostra Reversa, cinco empresas participaram alavancando um total de  60 contatos. Outros dados apresentados pelo diretor superintendente do Sebrae/RS, Marcelo Lopes, durante a coletiva de encerramento, mostram que a média de contatos realizada por expositor, com possibilidade de fechamento de negócios, chegou a 97, enquanto o número de novos negócios atingiu 27.

A Mercopar teve sua área ampliada em relação à edição anterior, passando de 11 500 m2 para 13 500 m2. Segundo o presidente da Hannover Fairs Sulamérica, Constatntino Bäumle, a pretensão é aumentar ainda mais em 2010: cerca de 2 mil m2. “A feira é uma oportunidade para a comunidade onde está inserida, pois colabora para o desenvolvimento de vários setores. Além disso, a internacionalização que acontece dentro do evento prepara as empresas para um mundo globalizado, sem fronteiras.”

Pesquisa – Uma pesquisa realizada pelo Sebrae/RS durante a feira revelou que os principais motivos da participação dos expositores estão ligados diretamente à possibilidade de conhecer novos mercados e ampliar o número de clientes (57%), à divulgação da própria empresa, do seu produto e lançamento de novos produtos (30%), e à ampliação e diversificação o número de fornecedores (13%). Para 77% dos expositores, a feira, nesta edição, superou e atendeu às expectativas. Por conta disso, 89% dos expositores já manifestaram a intenção de participar da Mercopar 2010.

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india aA 18ª da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial da América Latina, Mercopar, que aconteceu de 20 a 23 de outubro, em Caxias do Sul, RS, contou com a participação de mais de 130 empresas indianas, um diferencial em relação a outros anos. Uma parceria que, segundo Marcelo Lopes, diretor superintendente do Sebrae/RS, pretende se estender para as próximas edições:

“Sabemos da potência econômica que os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) terão nos próximos anos. Inclusive assinamos um acordo com a Índia para se tornar parceira não somente nesta edição da Mercopar, mas a médio e longo prazos também”, adiantou o executivo durante a coletiva de encerramento da feira.

Os empresários da Índia presentes no evento disseram que pretendem triplicar os negócios realizados com o mercado brasileiro até 2012. Ampliar o mercado importador é uma das expectativas da Engineering Export Promotion Council, EEPC, órgão que coordenaou a missão indiana na Serra Gaúcha.

Um dos diretores da entidade, Rakesh Shah, avaliou que as trocas comerciais entre Índia e Brasil chegam hoje a US$ 10 bilhões por ano, e prevê que esse número aumentará em três vezes até 2012. Ele vê a hospitalidade brasileira como um incentivo.

A comitiva indiana deixou a Mercopar satisfeita com os objetivos alcançados. Segundo o presidente da EEPC, Aman Chadha, o volume de negócios gerados na feira foi de aproximadamente US$ 10 milhões. “É um número muito bom, considerando que esta é a primeira vez que participamos da Mercopar.”

Na frente – Muito fortes na área de engenharia, Aman Chadha lembrou que a Índia forma 400 mil engenheiros por ano, enquanto os Estados Unidos colocam 70 mil no mercado neste mesmo período. No Brasil, apenas 23 mil engenheiros se formam por ano.

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Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS

A mais importante feira de subcontratação e inovação da América Latina, a Mercopar, trouxe duas propostas para este ano: expandir mercados e estimular negócios e parcerias entre empresas. Objetivos que, segundo alguns expositores, está sendo cumprido.
A Revista P&S conversou com a Powermig, empresa do ramo de máquinas de soldas e cortes, com a Autotravi, especializada em plástico de alto desempenho, e com a Ferramentas Gerais, empresa de máquinas e suprimentos industriais. Os três representantes destas organizações estão bastante satisfeitos com os contatos que estão sendo realizados na Mercopar.

“Como toda feira, geralmente os negócios são efetivados numa fase posterior, mas este contato direto, a apresentação e a troca de informações são fundamentais para a decisão de compra de qualquer organização”, comenta o gerente comercial da Powermig, Juarez Fochesatto.

Sheila Pichetti, do marketing da Ferramentas Gerais, também confirma a proposta. Ela explica que a feira serve para estreitar este relacionamento e estimular as vendas. “Nos próximos meses, colhemos os frutos desta ação”, declara, otimista.

Essas três empresas já confirmaram a participação na próxima edição da feira e prometem ainda mais novidades em 2010.

A Mercopar reúne 527 empresas dos setores de Automação Industrial, Borracha, Eletroeletrônico, Energia e Meio Ambiente, Metalmecânico, Movimentação e Armazenagem de Materiais, Plástico e Serviços Industriais, e espera receber mais de 32 mil visitantes.

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Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS

O segundo dia da 18ª Feira de Subcontratação e Inovação Industrial de DSC_8121Caxias do Sul, a Mercopar, foi marcado pelas rodadas de negócios. Os projetos Comprador Nacional e Comprador Internacional, organizados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), receberam mais de 300 pessoas apenas no primeiro dia.

Segundo o gestor responsável pelas rodadas, Jackson da Luz, a ação é uma ferramenta eficaz para aproximar empresas compradoras a empresas vendedoras. “Esse contato é importante para que, ao longo dos próximos meses, os negócios comecem a ser concretizados”. Jackson também informou que as empresas vendedoras foram selecionadas com a colaboração do catálogo do Sebrae e seguindo o perfil das organizações compradoras.

O analista de custo da Mult Stamp, Gabriel Morais Dias, contou que este é o segundo ano que a empresa participa. De acordo com o profissional, eles marcaram as rodadas de negócios  com as mesmas empresas do ano passado, pois sentiram a necessidade de avançar em alguns relacionamentos. “Nossa meta também é um trabalho de prospecção para longo prazo.”

Esta primeira rodada contou com a participação de 50 compradores e 170 empresas vendedoras. Amanhã, acontece uma nova sessão. Já na sexta-feira, os negócios são voltados para o mercado petrolífero. Estão confirmadas 24 empresas compradoras e 130 vendedoras.

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Seminario Gestao de Suprimentos

Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS

O Seminário de Gestão de Suprimentos foi uma das principais atividades do primeiro dia da Mercopar – Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, que acontece esta semana, em Caxias do Sul, RS. O ciclo de palestras é promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), com apoio da Braskem, Gerdau, Innova, Refap e Sulgas.

De acordo com o gestor setorial metalmecânico do Sebrae/RS, Guilherme Menezes, o objetivo da iniciativa é aproximar as áreas de suprimentos das grandes, micro, pequenas e médias empresas, discutir a cadeia produtiva e qualificar a mão-de-obra. Mas além do conteúdo técnico, o seminário apresentou também temas humanos e de gestão.

O consultor e escritor Eduardo Shinyashiki, proferiu a palestra “Estratégias dos Líderes Vencedores – Competências para a Liderança”. Com o tripé  – sentir, perceber e transformar – incentivou o público a notar a necessidade de transpor limites para atingir o crescimento profissional. “A maioria das dificuldades surgem dentro da nossa própria mente e sempre culpamos alguém, um cenário ou a economia pelos nossos fracassos”, ressaltou Shinyashiki.

Nesta quarta-feira, 21, o destaque da programação foram as Rodadas de Negócios – Projeto Comprador nacional e internacional. O objetivo do encontro é aproximar empresas expositoras e executivos de grandes grupos do Brasil e do exterior por meio de encontros pré-agendados.

A feira segue até sexta-feira, 23, e você acompanha aqui, no Blog Industrial, as principais novidades.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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