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Por Raquel Corrêa, de Caxias do Sul, RS

 

Três importantes propósitos foram apresentados nesta terça-feira, 20 de

Paulo Tigre, presidente do Sebrae/RS

Paulo Tigre, presidente do Sebrae/RS

outubro, durante a abertura da 18ª Mercopar – Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, que segue até 23 de outubro, em Caxias do Sul, RS. Fortalecer e incrementar os negócios das pequenas e médias empresas, oferecer facilidades de compra e venda de produtos e serviços industriais e estreitar os laços com outros países, fortalecendo a economia nacional e internacional, foram os compromissos assumidos por Paulo Tigre, presidente do conselho deliberativo do Sebrae/RS, Marcelo Lopes, diretor superintendente da instituição, Andreas Gruchow, representante do grupo alemão Deutsche Messe, e Aman Chadha, CEO da Engineering Export Promotion Council, EEPC.

Motivos para que as perspectivas se cumpram se respaldam nos números estimados para o evento. Segundo Tigre, a feira, que este ano conta com 11% mais expositores do que em 2008, pretende movimentar R$ 50 milhões em negócios. São esperados 32 mil visitantes nos quatro dias, com média de 84 contatos potenciais por expositor.

A novidade desta edição, que ganha sua maioridade, é a parceria Brasil – Índia, que viabilizou a participação de mais de 130 empresas daquele país. O interesse dos indianos em fazer parte de uma feira na região Sul do Brasil surgiu em 2003, quando a EEPC, organização para a promoção do comércio na Índia, realizou uma exposição exclusiva de engenharia em São Paulo. Por conta do sucesso do evento, o conselho decidiu voltar ao Brasil para se integrar à Mercopar.

A Revista P&S acompanhou a coletiva de imprensa e perguntou ao representante da Índia qual a expectativa desta participação e o principal desafio a ser superado para que os negócios sejam positivos para ambos os lados. Aman Chadha respondeu que as expectativas são as melhores, e que a possibilidade de se fazer negócios com o Brasil está sendo recebida pela entidade que ele representa de forma bastante animadora: “O único desafio que enxergo é a barreira da língua. Se conseguirmos ultrapassá-la, o relacionamento será próspero para todos”, brincou.

Participantes da coletiva de imprensa durante a abertura da Mercopar 2009

Participantes da coletiva de imprensa durante a abertura da Mercopar 2009

A Mercopar 2009 conta com mais de 500 expositores provenientes, principalmente, do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Participam, também, as delegações de Alemanha, Argentina, África do Sul, China, Emirados Árabes e Holanda, que prometem movimentar os setores de automação industrial, de borracha, eletrônico, de energia, de meio ambiente, metalmecânico, de movimentação e armazenagem de materiais, de plástico e de serviços industriais.

Durante os quatro dias, serão realizadas palestras, seminários, rodadas de negócios, mostras e diversos atendimentos ao empresário comprador, fornecedor e distribuidor. A programação completa pode ser vista no www.mercopar.com.br.

E não deixe de acompanhar a cobertura da Mercopar 2009 aqui, no Blog Industrial.

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Na última semana, a Techmei 2010 – Feira Internacional de Tecnologia em Máquinas e Equipamentos Industriais enviou representantes ao “Engenharia Britânica Avançada: Parceria com o Brasil”, no Centro Brasileiro Britânico, na capital paulista.

Com a presença de palestrantes como Nick Fry, Brawn GP de Fórmula 1, Patrick Head, Williams F1, Mark Ridgway, presidente do grupo Rhodes, entre outros, o evento contou com seminários e uma rodada de negócios. O encontro teve como tema principal a eficiência, reflexo do movimento global rumo a uma utilização mais eficaz do tempo e dos recursos na indústria de manufatura, além da necessidade de criar uma economia de baixa emissão de carbono.
 “Com a nossa participação neste evento, tivemos a oportunidade de conhecer ainda mais a capacidade britânica em Engenharia Avançada, além de expandir a divulgação da Techmei”, declara Caito Alcântara Machado,diretor da AM3, empresa responsável pela organização da feira.

A Techmei 2010 abre o calendário de feiras do setor, como um evento totalmente direcionado à tecnologia em máquinas e equipamentos industriais. Em sua segunda edição, a Techmei ocupará 30 mil m2 do Expo Center Norte, na capital paulista, entre os dias 15 e 18 de março do próximo ano.

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Em comemoração aos 40 anos do Centro Paula Souza, a Festo, por meio de seu braço educacional, Didactic, realizou, de 5 a 9 de outubro, a 1º Competição de Mecatrônica do Centro Paula Souza. O evento, que contou com a participação de alunos de seis ETECs, teve seis etapas de provas aplicadas por experts em mecatrônica da Festo, nas quais foram utilizadas estações mecatrônicas desenvolvidas pela empresa.

As seis duplas de alunos competidores, orientadas por seus respectivos professores das escolas Julio de Mesquita, de Santo André; Jorge Street, de São Caetano do Sul; Lauro Gomes, de São Bernardo do Campo; Pedro Ferreira Alves, de Mogi Mirim; Martin Luther King e Getúlio Vargas, de São Paulo, realizaram a montagem e comissionamento do sistema mecânico, dos circuitos elétricos e pneumáticos, além da programação dos controladores lógicos programáveis do sistema de estações.

Todos os alunos e professores receberam certificados de participação, e as três duplas com melhores pontuações ganharam medalhas. O primeiro lugar, conquistado pela dupla Danilo Ferracini e Julio Gallinaro, da escola Jorge Street, foi premiado com um troféu. A escola vencedora recebeu como prêmio uma estação mecatrônica MPS da Festo Didactic, equipamento oficial da competição internacional de competências técnicas, o Worldskills.

Em discurso, o presidente da Festo do Brasil, Waldemar Modena, que foi aluno do Centro Paula Souza, afirmou que “é uma honra para a empresa estar engajada na formação de jovens, principalmente em parceria com uma instituição de renome e qualidade comprovada como o Paula Souza. A formação técnica fez toda a diferença em minha carreira profissional”.

O evento foi idealizado por Marcelo Biancão Crivelaro e Oscar Yukio Isayama, consultores de aplicação da Festo, e por Meire Yokota, coordenadora curricular do Centro Paula Souza, que acredita: “a competição aproxima o jovem do mercado de trabalho e aprimora a capacidade de agir em equipe”.

Fonte: Assessoria de imprensa da Festo

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O Brasil e a camada Pré-Sal

Icone Análise | Por em 15 de outubro de 2009

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Em artigo enviado para a Redação da P&S, João Sampaio, economista, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CONSEA), argumenta que a camada de pré-sal é um consistente diferencial competitivo no comércio exterior. Desde que seja bem trabalhada.

Segundo Sampaio, “o Brasil poderá ampliar cada vez mais o uso interno de fontes renováveis, menos poluentes e sem a mínima suscetibilidade às crises internacionais e se tornar exportador de petróleo para nações que não dispõem de reservas e não têm quaisquer condições de produzir cana-de-açúcar em larga escala, embora desejassem muito poder fazê-lo. Basta uma estratégia eficaz para tornar essa equação da matriz energética um dos trunfos de nosso desenvolvimento.” Confira o artigo na íntegra no site da Revista P&S.

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Quer ser um fornecedor da Petrobras? Então anote mais esta oportunidade de negócio que o Blog Industrial faz questão de informar aos seus leitores.

Durante os quatro dias da Santos Offshore 2009, que acontece de 20 a 23 de outubro, no Pavilhão de Exposições Mendes Convention Center, em Santos, SP, técnicos da Petrobras receberão empresários para reuniões de avaliações e orientações das fases de cadastramento para o sistema da companhia. Na oportunidade serão esclarecidas dúvidas sobre o processo de fornecimento

A iniciativa se tornou possível diante do grande crescimento previsto das atividades da companhia, tanto no pré-sal quanto nas demais áreas que já opera. Por conta disso, a Petrobras aumentou substancialmente os recursos programados em seu Plano de Negócios. Os investimentos contemplam a implantação de novas plataformas de produção, mais de uma centena de embarcações de apoio, além da maior frota de sondas de perfuração a entrar em atividade nos próximos anos.

Em compromisso assumido com foco no Conteúdo Local, a Petrobras fomentará o desenvolvimento da cadeia de suprimentos. Na iniciativa de atrair e preparar fornecedores que possam ofertar bens e serviços para as operações da companhia, em todas as unidades operacionais, seja nas atividades de exploração, nas refinarias e no transporte, a Petrobras quer utilizar mão de obra e produtos nacionais.

O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo, Gás Natural e Energia, Prominp, por meio dos Fóruns Regionais da Bacia de Santos e de Cubatão, co-responsáveis pelo Canal Fornecedor ao Sistema Petrobras, tem o objetivo de apoiar e desenvolver as empresas interessadas em transacionar bens ou serviços com as unidades operacionais da Petrobras.

Analisar e agilizar as fases de cadastramento via web, dar suporte a fornecedores são outros serviços que podem ser feitos pessoalmente no Posto Avançado de Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços ao Sistema Petrobras, promovido pelos Fóruns Regionais da Bacia de Santos e de Cubatão no espaço da Santos Offshore Oil & Gas Expo and Conference 2009.

Sobre o Canal Fornecedor

Extensas listas de bens e serviços de interesse da Petrobras estão disponíveis no portal da companhia no www.petrobras.com.br no link Canal Fornecedor. Em “Como se cadastrar”, o usuário pode conhecer as demandas e proceder ao credenciamento no formato de Registro Local ou Cadastro Corporativo.

No Registro Local podem-se escolher as unidades que a companhia deseja fornecer, conhecer as listas de interesses e iniciar o credenciamento direcionado ao abastecimento para determinado local.

No Cadastro Corporativo, as exigências e etapas do formulário de credenciamento são mais aprofundadas, porém a visibilidade do cadastro da empresa fornecedora é maior e disponibilizada para todos os órgãos e unidades da Petrobras. Qualquer dúvida diante do credenciamento pode ser esclarecida com o suporte direto pelo portal ou por telefone.

Canal Fornecedor na Santos Offshore

Interessados em fornecer bens ou serviços para o sistema Petrobras, e aproveitar a oportunidade de reuniões durante os dias da Santos Offshore 2009, devem solicitar previamente o atendimento pelo telefone 0800 282 1556.

O número da vagas é limitado e as reuniões terão duração média de 40 minutos a 2 horas, dependendo do modelo de cadastramento da empresa.

No mesmo espaço haverá atendimento por instituições financeiras integrantes do Programa Prominp Recebíveis, que tem por objetivo viabilizar o financiamento de capital de giro aos fornecedores de bens e serviços do Sistema Petrobras, a custos mais baixos do que os vigentes no mercado e é reconhecido pelo Conselho de Desenvolvimento Industrial como recurso de política industrial do país.

Serviço
Realização:
Fóruns Regionais da Bacia de Santos – UN-BS e de Cubatão – UN-RPBC
Data: de 20 a 23 de outubro – Durante o evento Santos Offshore 2009
Local: Pavilhão de Exposições Mendes Convention Center (AV. Gal. Francisco Glicério, 206 – Gonzaga, Santos, SP)
Horário: Das 13h às 21h30
Agendar atendimento pelo telefone: 0800 282 1556

Fonte: Fire Mídia

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O Brasil é considerado o 7º maior produtor mundial de fundidos e lidera a criação da Associação Latino Americana de Fundição (Alaif). A iniciativa é comandada por Devanir Brichesi, presidente da Associação Brasileira de Fundição (Abifa).

O início dos trabalhos da Alaif foi formalizado em setembro deste ano, com a participação de um representante das fundições argentinas, Ricardo Velasquez, e de um representante mexicano, Vicente Berlanga, no jantar em comemoração aos 40 anos da entidade brasileira, realizado durante a Feira Latino Americana de Fundição (Fenaf 2009).

 Segundo a Alaif, o setor de fundição faturou no Brasil cerca de US$ 11 bilhões em 2008, com produção de 3,35 milhões de toneladas, desempenho 3% superior que o volume produzido em 2007. Com cerca de 1.400 empresas, que geram 57 mil empregos, o mercado brasileiro de fundição exportou 614,5 mil toneladas para todo o mundo, em 2008, principalmente para os Estados Unidos e Europa, com faturamento de US$ 1,49 bilhão.

A nova associação permitirá a elaboração de novas normas, bem como sua adaptação para atender demandas provenientes dos três países inicialmente envolvidos, sem que haja predação na concorrência entre os mercados. Além disso, a nova organização viabilizará a formação de um banco de dados que permitirá pesquisar setores de outros países.

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A Diretoria Regional do Ciesp Campinas realiza Rodada de Negócios com cerca de 300 empresas da região. O evento deve movimentar até R$ 4 milhões em oportunidades às companhias participantes.

No modelo desenvolvido pelo Ciesp, empresas de pequeno e médio porte podem agendar reuniões com grandes compradoras. Os contatos com reais possibilidades de fechar negócio passam dos 90%, segundo pesquisas de satisfação da entidade.

Em reuniões programadas de 15 minutos, entre fornecedores e compradores, ou mesmo nos encaixes que acontecem durante o evento, os participantes estabelecem os primeiros contatos para futuras parcerias.

O formato foi inspirado na Feira Internacional de Córdoba (Fico), na Argentina, e deu os primeiros passos na regional do Ciesp Campinas, em 1993. Hoje, o modelo está consolidado em outras regiões paulistas: com uma pré-agenda, as empresas participantes montam sua pauta de reuniões para um único dia de contatos comerciais.

As companhias “âncoras”, indústrias compradoras de grande porte, são o principal atrativo do evento. Mas as mesas de negócios são combinadas de forma que todos os participantes conversem entre si.

Serviço

Rodada de Negócios Ciesp Campinas

Data: 15 de outubro, das 8h às 18h

Local: The Royal Palm Plaza – Casa de Campo, Campinas/SP

Informações: (19) 3743-2200 ou www.brasilrodadas.com.br

Fonte: Ciesp

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carteira_trabalhoA Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou na quarta-feira sua mais recente pesquisa sobre o emprego na indústria de transformação. A notícia é boa. Os postos de trabalho tiveram crescimento em agosto, depois de 10 meses de quedas consecutivas, o que demonstra o fortalecimento da recuperação da atividade no setor, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais

Em nota, a entidade comenta que além do emprego, o faturamento real e a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) tiveram crescimento em agosto ante julho. Na avaliação da CNI, o aumento de 1,1% do nível de emprego em agosto ante julho (0,7% no dessazonalizado, ou seja, livre de influências sazonais e de calendário) reforça a percepção de que o ajuste no mercado de trabalho industrial chegou ao fim. “Acreditamos que aquele movimento de demissões, que começou no fim do ano passado e perdurou por 10 meses, chegou ao fim. Ainda é cedo para dizer se teremos crescimento nos próximos meses ou uma estabilidade, mas queda não devemos mais ter”, analisou Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

O faturamento real cresceu pelo quarto mês consecutivo em agosto, 1,2% na comparação com julho. No dado dessazonalizado, o aumento foi de 1% ante julho. “A sequência de resultados favoráveis nos últimos meses, reforçada pelo crescimento do consumo das famílias, mostra que a indústria vem se recuperando mais fortemente”, disse Castelo Branco. De janeiro a agosto, o faturamento real cresceu 3%, fruto de crescimento em cinco dos oito meses do ano já captados pela pesquisa. A UCI cresceu de 79,9% em julho para 80,1% em agosto, segundo o índice dessazonalizado.

Apesar do crescimento, o segundo consecutivo, o indicador ainda está 2,6 pontos percentuais abaixo do verificado no mesmo mês do ano passado, que fora de 82,7%. “Ainda há uma folga grande na UCI, ou seja, uma grande ociosidade. Mas já há setores em que a utilização é mais alta e com certeza as empresas que estão mais próximas do limite retomarão os projetos de investimentos”, previu Flávio Castelo Branco. As horas trabalhadas na produção tiveram uma queda de 1,3% em agosto na comparação com julho.

Pelo dado dessazonalizado, a queda foi de 0,2%. “Isso pode ser o fim do uso de horas extras, por exemplo, mas não temos como ter certeza. O que se pode afirmar é que devemos esperar ainda uma retomada das horas trabalhadas antes de ver uma recuperação consistente do emprego”, ressaltou Castelo Branco. A massa salarial real teve, em agosto, uma retração de 3,3% ante julho, segundo a pesquisa Indicadores Industriais. No ano, a queda é de 1,7%. “Esse indicador só deverá ter recuperação mais forte quando o emprego estiver em firme trajetória de alta”, disse o gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

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Se existe algo que diferencia uma empresa hoje em dia no mercado,

Modelos da Tennant equipados...

Modelos da Tennant equipados...

independentemente de qual segmento seja, é o nível de investimento que realiza nas mais variadas tecnologias e meios de produção em busca da sustentabilidade plena e eficiente, para si e para o outro. Mais do que modismo – levando em conta o quanto se fala no tema nestes tempos –, ser sustentável é, de fato, fazer valer a essência do termo: “manter ao longo do tempo”.

Essa é a preocupação da Tennant Company, fabricante mundial de soluções de limpeza de ambientes internos e externos e revestimentos de piso, que, seguindo o conceito de criar um mundo mais limpo e seguro, colocou no mercado a ec-H2O™, tecnologia de limpeza que ativa eletricamente a água da torneira para agir como um potente agente de limpeza sem uso de produtos químicos.

“A limpeza de pisos na indústria muitas vezes é esquecida ou pouco explorada. Por isso, é muito importante mostrar essa nova ferramenta ao mercado. Até porque se trata de algo superinovador e no qual a empresa está investindo bastante, principalmente por sua posição sustentável”, afirma Juliana Mazziero, responsável pelo marketing da Tennant no Brasil.

...com a tecnologia ec-H2O

...com a tecnologia ec-H2O

Reconhecidamente inovadora – é o que atesta dois troféus faturados no ano passado: Prêmio Europeu de Negócios e Top 100 de Inovação –, a tecnologia ec-H2O oferece benefícios como economia de recursos (água, detergente e mão de obra), fácil utilização, aumento de segurança do operador, além de ser alternativa ambientalmente correta.

De acordo com a empresa, sua eficiência de limpeza é comprovadamente a mesma ou maior que os limpadores comuns, porém sem os impactos ao ambiental e à saúde associados à produção, embalagem, transporte, uso e descarte de químicos de limpeza tradicionais.

Introduzido em 2007 apenas nas lavadoras com operador a pé (T3, T5 e 5680), ao longo desse período o sistema ganhou tanta força e reconhecimento por parte do mercado, que hoje equipa diversos modelos Tennant.

E para entender tal sucesso, vamos ao funcionamento. Uma unidade especial instalada nas máquinas ativa a liberação de grande quantidade de energia que a molécula de água H2O possui. Dentro dessa unidade, dois passos transformam a água de torneira em potente solução de limpeza.

No primeiro estágio, a água passa por uma tela eletrificada na câmara de oxigenação, criando microbolhas. Em seguida, a água, já com maior quantidade de oxigênio, é conduzida para célula na qual uma corrente elétrica é aplicada e de onde já sai ativada, acidificada e alcalina com todos os atributos de um potente agente de limpeza.

Segundo a empresa, a água eletricamente ativada ataca a sujeira, quebrando-a em pequenas partículas e as retira da superfície do piso, facilitando o trabalho das escovas e discos, que removem a sujeira com mais eficiência. Aproximadamente 45 segundos depois de criada, a solução de limpeza retorna ao seu estado natural. O que sobra no tanque de recolhimento são somente água e sujeira. Nesse processo, a totalidade da água utilizada é revertida em água de torneira neutra, que pode ser manuseada e descartada com segurança.

Como benefício adicional, e deveras importante, está o fato de a tecnologia utilizar até 70% menos água que os métodos tradicionais de limpeza. Afinal, como nenhum produto químico é adicionado ao sistema, não existe a necessidade de enxágue, o piso não fica escorregadio por conta de resíduos e não há descarte de detergente no ambiente.

Desde 1870, a Tennant Company se dedica à “criação de um mundo mais limpo e seguro”, como consta em todo seu material de divulgação. Fabricante de equipamentos industriais e comerciais que abrangem lavadoras, varredeiras, soluções para carpetes, polidoras, enceradeiras, revestimentos, dentre outros, após adquirir a Alfa, a empresa expandiu sua oferta para o mercado, com assistência local em vendas, serviços, peças e consumíveis e atendimento ao cliente.

A Alfa possui unidade produtiva em Limeira, interior de São Paulo, e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, PR.

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Você acredita que a web pode ajudar seus colaboradores a promover novos negócios? Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT Consult, acredita que sim e disseca no artigo “TI2: é hora de resolver a equação para ampliar os negócios” como otimizar o uso da rede na empresa. “Atualmente um dos meios mais eficientes de comunicação é a Web 2.0. As diversas redes sociais, os inúmeros blogs, os sites que surgem a cada dia, tem tornado esse ambiente mais dinâmico e atrativo”, exemplifica Arevolo.

Confira parte do artigo: 

Como criar filtros de comunicação para monitorar e capturar informações realmente relevantes, confiáveis, e de qualidade para suportar as decisões de negócios? E mais, como organizar esse conteúdo e convertê-lo em valor quantificável para o business? Vale lembrar que toda a informação da internet ainda deve ser somada ao conteúdo gerado pelos veículos tradicionais, tais como rádio, TV e jornais. Embora eles utilizem uma abordagem mais unidirecional de comunicação com seus públicos, já apresentam exemplos práticos de interação, confirmando a tendência para um relacionamento mais colaborativo que une a combinação e a utilização integrada dos meios de comunicação.

Um número crescente de companhias em todo o mundo está adotando modelos híbridos para aproximarem-se dos clientes, potenciais clientes, parceiros e fornecedores com o objetivo de intensificar o processo de conversão das informações originalmente desestruturadas em conhecimentos valiosos, serviços mais completos e produtos ainda mais alinhados as expectativas e variáveis competitivas do mercado.

Todo esse avanço levanta outra dúvida para as empresas em relação as redes sociais . Liberá-las para o uso dos colaboradores internos ou não? A resposta afirmativa é inevitável, tanto sob o ponto de vista tático quanto estratégico para os seus negócios: Os funcionários, melhor dizendo: reais colaboradores, fazem parte do seu “ecossistema de negócios” e como parte importante do seu capital social, devem ser motivados a aproximarem-se ainda mais dos clientes, entender melhor o mercado e saber o que se passa com seus competidores.

Com a Web 2.0 todos os seus colaboradores internos, independentemente de seus cargos e títulos, devem ser encarados como parte ativa de sua força de venda, de campanhas de marketing, de recrutamento de novos talentos e de seu centro de inovação. Do contrário, como as empresas ganharão credibilidade e interatividade com seus clientes, se os seus próprios colaboradores são colocados a margem dessas iniciativas?

O primeiro passo é conscientizar todos os funcionários que a empresa realmente quer tê-los como reais colaboradores e co-responsáveis pelo sucesso da empresa. Na prática Isso significa orienta-los e motiva-los para que utilizem seus conhecimentos e propaguem informações em benefício da própria empresa assim, conseqüentemente beneficiarem-se financeiramente e socialmente com a empresa na quais colaboram. Com essa transição cultural a nível corporativo, todos os colaboradores se sentem responsáveis pelos resultados e pela reputação da imagem da empresa no mercado, ou seja, além das tradicionais políticas e procedimentos para proteger a reputação da empresa, a “monitoração dinâmica e colaborativa” das informações e interações geradas interna e externamente solucionará rapidamente qualquer comportamento inapropriado de um de seus colaboradores ou de qualquer evento externo, pois todos eles sentem-se realmente envolvidos nas situações que podem beneficiá-los ou prejudicá-los através dos resultados e da reputação da empresa.

O segundo passo, utilizando os colaboradores internos e externos (clientes, parceiros e provedores) é gerar contextos realmente interativos nos quais todos os participantes consigam rapidamente encontrar a razão pela qual estão colaborando, a importância de interagem com a empresa e o que realmente estão ganhando com essa ação. Desta forma, será muito mais fácil e natural converter as informações e conhecimentos obtidos nesses relacionamentos em produtos melhores, serviços mais eficientes e negócios inovadores e rentáveis. Lembre-se também que interatividade e contexto andam juntos, e que no caso da geração e organização do capital social em benefício dos negócios da sua empresa o “I” de informação será muito mais relevante que o “T” de tecnologia.

As pequenas, médias e grandes empresas que atraírem rapidamente clientes para essa realidade mais dinâmica e construtiva para ambos os lados (colaboradores e negócios) serão aquelas que ganharão maior competitividade e manterão a concorrência cada vez mais distante do seu mercado. Cabe resolver a equação da (TI2) e uma sugestão: Atraia e retenha melhor o capital social de seu ecossistema proporcionando informação com interatividade, antes que alguém faça isso por você.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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