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Está marcado para 10 de novembro próximo, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, o II Fórum Econômico Brasil-Itália. Durante o evento acontecerão seminários, palestras e rodada de negócios. A Iniciativa do Instituto Italiano para o Comércio Exterior, ICE, em conjunto com os Ministérios Italianos do Desenvolvimento Econômico e das Relações Exteriores, com a Confederação Italiana das Indústrias, Cofindustria, e com a Associação de Bancos Italianos, ABI, tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico e reforçar o interesse da indústria italiana em fomentar negócios, parcerias e joint ventures no Brasil. A comitiva contará com a participação de mais de 400 empresários, entidades e representantes do governo da Itália.

As oportunidades de negócios abrangem as seguintes áreas da indústria:

– infraestrutura

– construção civil

– energia, ambiente

– bens de consumo

– agroindústria

– máquinas, equipamentos e componentes mecânicos

– indústria têxtil

– química e tecnologia

– diversos consórcios e associações de empresas multisetoriais e prestadores de serviço na área de gestão e internacionalização

Atenção!

As empresas brasileiras interessadas em conhecer e desenvolver novas parcerias de negócios com a Itália poderão se credenciar para a rodada de negócios através do site www.ice-sanpaolo.com.br/missao2009. A participação é gratuita e as vagas limitadas.

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A partir da próxima segunda-feira, 5, São Paulo sedia por três dias a Feira de Corte e Conformação de Metais. Esse mercado movimenta cerca de US$ 1,36 bi por ano no Brasil.

Mesmo em ano de crise, 250 expositores levarão a mais alta tecnologia aos pavilhões verde e branco do Expo Center Norte.

Segundo os organizadores, o número de empresas cresceu 40% ante a última edição, realizada em 2007, período de fortes investimentos do setor industrial. 

A exposição figura como quarta maior deste setor no mundo, perdendo apenas para a Euroblech, na Alemanha, a Fabtech, nos EUA e para a italiana Lamiera.

“A Corte e Conformação deve injetar ânimo nas companhias que já planejavam a compra de máquinas mas estavam aguardando a situação econômica se estabilizar”, analisa Thomas Lee, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei).

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A Confederação Nacional da Indústria, CNI, reviu para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2009. No Informe Conjuntura, divulgado na quarta-feira, 30 de setembro, a instituição prevê que o PIB deste ano empatará com o de 2008, ou seja, crescimento zero. A previsão anterior, feita em junho, era de retração de 0,4%.

O principal motivo para a melhora da previsão da CNI foi o desempenho do consumo das famílias, que cresceu 2,1% no segundo trimestre do ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, mais do que o previsto anteriormente. Segundo a instituição, o consumo das famílias no segundo trimestre já superou por completo os impactos da crise e atingiu patamar recorde quando considerado o índice dessazonalizado –sem os efeitos de calendário e sazonais.

O consumo interno é alimentado, na avaliação da CNI, pela maior concessão de crédito para pessoa física, pelo aumento da massa salarial – principalmente do setor público –, a política assistencialista do governo federal, que garantiu o consumo das famílias de baixa renda, e as desonerações tributárias, notadamente de IPI de bens duráveis. Para a CNI, o consumo das famílias crescerá 2,4% em 2009 ante 2008.

De acordo com o texto do Informe Conjuntural, a previsão da CNI para o crescimento econômico neste ano só não é melhor por conta dos investimentos, que não apresentaram reação. A formação bruta de capital fixo caiu 20,3% no acumulado do quarto trimestre do ano passado e no primeiro deste ano, tendo se estabilizado no segundo trimestre de 2009. “Mesmo com o crescimento da demanda, os investimentos ainda não se recuperaram”, diz o texto.

Para a CNI, “os bons resultados recentes não significam que a crise está superada”. O PIB industrial, mesmo tendo crescido no segundo trimestre ante o primeiro, ainda teve queda de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, a queda foi de 8,6% ante igual intervalo de 2008. Por isso, a previsão da CNI para o PIB industrial é de recuo de 4%. A projeção anterior, de junho, era de queda de 3,5%.

Emprego

Para a CNI, o ajuste no mercado de trabalho já foi feito e as vagas começam a ser reabertas. A previsão da instituição para a taxa de desemprego, em porcentagem da População Economicamente Ativa, PEA, saiu de 9% em junho para 8,1% na atual edição.

A CNI manteve a previsão da inflação medida pelo IPCA em 2009: 4,2%. A instituição avalia que a inflação está contida e, por isso, o Banco Central não tinha motivos para interromper a queda da taxa básica de juros, a Selic, que está em 8,75% ao ano. A CNI acredita que o BC não retomará os cortes da taxa nas próximas duas reuniões do Comitê de Política Monetária, Copom, deste ano e, portanto, a Selic terminará 2009 em 8,75% ao ano.

A CNI manteve a projeção das exportações em US$ 151,5 bilhões, mas diminui a previsão das importações, de US$ 130 bilhões na previsão de junho para US$ 123 bilhões na atual. Com isso, o saldo da balança comercial passa de US$ 21,5 bilhões para US$ 28,5 bilhões.

Fonte: CNI

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Recente pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), aponta que as empresas brasileiras do segmento de engenharia industrial, em especial do setor de óleo e gás, continuam a crescer e a gerar empregos, e vêem o ano de 2010 com muito otimismo.

De acordo com a associação, o panorama é resultado de uma enquete realizada entre as associadas da Abemi, que ouviu empresas atuantes em projetos, construção, montagem e fabricantes.

Segundo a enquete, 54,84% das empresas ouvidas estão contratando pessoal e registram aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários.

Em relação à situação dos negócios, 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração.

O indicador mais otimista foi a resposta sobre a possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010: 77,42% das empresas consultadas responderam positivamente e acreditam que o período será de melhora nos negócios.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil. “O resultado é coerente com certa paralisia nos segmentos industriais de mineração, siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”, analisa.

Confira um resumo das respostas:

Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de Profissionais tem sido mantido?
Aumento 54,84%
Diminuição 16,13%
Estabilidade 29,03%

Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração?
Crescimento 51,61%

Retração 25,81%
Estabilidade 22,58%

Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim 77,42%
Não 22,58%

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Material divulgado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo, Fecomercio, nesta sexta-feira, 25 de setembro, aponta que o Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia, ISE, voltou a crescer: alcançou 108,1 pontos, incremento de 10,1% sobre o realizado em agosto e de 9,5% perante o de igual mês de 2008. De julho para agosto houve queda de 6,8%. O ISE é calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil.

“Além de ter voltado para o patamar de otimismo que já havíamos visto em julho, o índice deste mês superou o nível dos meses que antecederam a crise e mostra, junto com a confiança do consumidor, que o cenário negativo já passou”, analisa Guilherme Dietze, economista da Fecomercio.

Nove itens compõem o ISE, dos quais sete ficaram acima dos 100 pontos em setembro (a variação é comparada a agosto):

• Nível de Atividade Interna – PIB: 164,5 pontos (+1,2%)
• Cenário Internacional: 155,4 (-3,05%)
• Nível de Emprego: 123,8 (+ 7,5%)
• Oferta de Crédito ao Consumidor: 121,5 (+11,5%)
• Taxa de Câmbio: 105,5 (+6,13%)
• Salários Reais: 104 (+18,9%)
• Taxa de Inflação: 100,3 (+19,7%)

Os quatros últimos já estavam no patamar otimista no mês passado.

Os indicadores vêm mostrando sinais de recuperação rápida da economia e alguns setores até decretando o final da crise. Os destaques vão para: melhora no emprego e renda, comprovados pelo IBGE, recuperação mais acentuada nas concessões de crédito e arrefecimento nos preços gerais (IPCA), o que dá um maior poder de compra a população.

Além destes destaques, o Nível de Atividade Interna e o Cenário Internacional que já estavam com as avaliações mais otimistas do ISE ficaram praticamente estáveis em setembro. “A economia mundial não apresenta grandes mudanças e sinaliza para uma recuperação gradual lenta, principalmente em relação aos EUA, Europa e Japão. Já a atividade interna vem apresentando resultados cada vez melhores”, explica Dietze.

Como exemplo dessa melhoria estão as vendas no varejo no Brasil que, em julho, tiveram elevação de 5,9% e já acumulam no ano alta de 4,7%. Resultado este que seria difícil de imaginar no início do ano.

Fonte: Fecomercio

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A 16ª edição da Feira Internacional de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento do Ar, Febrava, começou na terça-feira, 22, em São Paulo, e já trouxe boas notícias para o setor. Durante a abertura do evento, João Roberto Minozzo, presidente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento, Abrava, anunciou a previsão de crescimento de 5% no faturamento do segmento em 2009, totalizando R$ 19,1 bilhões, sendo R$ 14,9 bilhões vindos da indústria, R$ 2,4 bilhões do comércio e R$ 1,8 bilhão do setor de serviços.

A notícia também é boa quanto aos postos de trabalho deste setor. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar do Estado de São Paulo, Sindratar/SP, José Rogelio Medela, os segmentos de engenharia e instalação foram os que mais ofereceram vagas, com alta de 5,34% e 8,66%, respectivamente, no País, entre setembro de 2008 e julho deste ano. O Estado de São Paulo teve desempenho ainda melhor com crescimento de 13,16% no setor de instalação e 6,16% em engenharia.

Quer saber mais sobre a Febrava? Leia matéria sobre a abertura da feira aqui!

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Pelo que indica o boletim Focus – resultado da pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com aproximadamente cem instituições financeiras – desta segunda-feira, 21, a onda de pessimismo que vinha assolando os pesquisados está realmente diminuindo. A prova disso é que pela primeira vez em seis meses eles esperam variação zero para o Produto Interno Bruto brasileiro em 2009 – e a terceira semana seguida de melhora. Na semana passada a estimativa ainda era de queda de 0,15%. Para 2010, as expectativas, felizmente, apontam para números bem melhores: de 4% na semana anterior para 4,20% nesta.

Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, que monitora a inflação, se manteve praticamente estável, fechando o ano em 4,31%, contra aposta anterior de 4,30%. A do indicador serve como meta para a o BC. Em 2009, a meta de inflação é de 4,50%, podendo chegar a 6,5% — teto da meta. Para o próximo ano, o mercado reduziu a previsão de 4,35% para 4,30%.

Veja outros indicadores:

– Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna, IGP-DI, passou de queda de 0,26% para redução de 0,20%;

– Índice Geral de Preços – Mercado, IGP-M, passou de 0,64% para 0,61%;

– Índice de Preços ao Consumidor, IPC, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômica, Fipe, passou de 4,21% para 4,20%;

*Para 2010, as previsões para os IGPs ficou em 4,5% e para o IPC-Fipe em 4,45%.

– Dólar em R$ 1,80 para o fim de 2009, abaixo dos R$1,81 previstos na semana passada;

– Superávit da balança comercial se manteve em US$ 25 bilhões e em US$ 15 bilhões para o déficit nas transações correntes;

– Investimentos estrangeiros diretos ficou em US$ 25 bilhões; – Relação dívida/PIB passou de 43,10%;

– Produção industrial continua com perspectiva de retração. A estimativa de queda passou de 7,28% para 7,25%. Para o ano que vem, foi mantida a previsão de recuperação, com crescimento de 6%.

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Você sabe inovar?

Icone Opinião,Perspectivas | Por em 18 de setembro de 2009

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Quando a pauta das reuniões é inovação, o primeiro pensamento dos executivos é: inovação = novos produtos. Mas, inovação se resume mesmo apenas à criação de novos produtos?

Valter Pieracciani, MSc (Master of Science), sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor do livro “Usina de Inovações – Guia Prático para Transformação da sua Empresa”, coloca dez questões para você e sua equipe pensarem.

Para Pieracciani, seguindo este pequeno roteiro, ao desenvolver uma gestão de inovação integrando as quatro dimensões, produtos, processos, negócios e gestão, a organização se transformará em uma “Usina de inovações”, capaz de transformar ideias em negócios.

Confira abaixo e boa reflexão!

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Os sentidos humanos também são importantes

Icone Análise | Por em 17 de setembro de 2009

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Os Cinco SentidosNeste espaço, estamos constantemente falando sobre máquinas, equipamentos e novas tecnologias. No entanto, vejo a necessidade de abrir espaço para o lado humano de nossa indústria. De tempos em tempos é bom lembrar que por trás do maquinário existe um ser de carne e osso.

Abro essa discussão depois de receber um texto que chamou minha atenção. Meu colega de profissão, o jornalista Fabio Riesemberg, da Enfoque Comunicação, nos enviou o case da Imcopa, processadora de soja não transgênica localizada em Araucária, região de Curitiba, que adotou os sentidos humanos no controle de qualidade.

Veja que interessante: a empresa paranaense treinou uma equipe de 17 funcionários para que possam avaliar a qualidade dos produtos antes de chegarem ao mercado, sem fazer uso de equipamentos ou alta tecnologia. O conhecido controle de qualidade, geralmente realizado por meio de processos físico-químicos, agora ganhou o reforço da análise sensorial humana, explicou Rafael Dambros, gerente de qualidade da Imcopa. “O método convencional utiliza processos de laboratório para definir os graus de acidez e índices de determinados elementos, por exemplo, mas tem seus limites”.

O treinamento da equipe foi feito pela consultora do Senai Isabela Ferrari. Segundo ela, alguns parâmetros não podem ser medidos em laboratórios, então se usa a memória sensorial, que envolve os cinco sentidos humanos (visão, olfato, tato, paladar e audição). No treinamento, o grupo de futuros avaliadores ficou exposto a odores, sabores, cores e texturas naturais ou provocadas por outras substâncias adicionadas, para que desenvolvam a sensibilidade.

Profissionais de várias áreas da empresa, desde o administrativo até a linha de envase, foram capacitados. “O envolvimento de pessoas de diferentes áreas contribui para a manutenção da qualidade e ainda incita um maior envolvimento dos funcionários com a empresa”, observou Isabela.

A análise sensorial implantada na Imcopa foi baseada em uma norma americana para esta atividade. Os funcionários foram condicionados a identificar odores amanteigados, de ranço, mofo e solvente.

O que se ganha com isso? O equilíbrio entre máquina e homem e maior produtividade. Afinal, não há indústria que funcione sem um colaborador. No caso acima, um ser humano de sentidos bem treinados.

Agora pergunto: a balança máquina-homem da sua empresa está equilibrada?

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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