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A 16ª edição da Feira Internacional de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento do Ar, Febrava, começou na terça-feira, 22, em São Paulo, e já trouxe boas notícias para o setor. Durante a abertura do evento, João Roberto Minozzo, presidente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento, Abrava, anunciou a previsão de crescimento de 5% no faturamento do segmento em 2009, totalizando R$ 19,1 bilhões, sendo R$ 14,9 bilhões vindos da indústria, R$ 2,4 bilhões do comércio e R$ 1,8 bilhão do setor de serviços.

A notícia também é boa quanto aos postos de trabalho deste setor. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar do Estado de São Paulo, Sindratar/SP, José Rogelio Medela, os segmentos de engenharia e instalação foram os que mais ofereceram vagas, com alta de 5,34% e 8,66%, respectivamente, no País, entre setembro de 2008 e julho deste ano. O Estado de São Paulo teve desempenho ainda melhor com crescimento de 13,16% no setor de instalação e 6,16% em engenharia.

Quer saber mais sobre a Febrava? Leia matéria sobre a abertura da feira aqui!

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Pelo que indica o boletim Focus – resultado da pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com aproximadamente cem instituições financeiras – desta segunda-feira, 21, a onda de pessimismo que vinha assolando os pesquisados está realmente diminuindo. A prova disso é que pela primeira vez em seis meses eles esperam variação zero para o Produto Interno Bruto brasileiro em 2009 – e a terceira semana seguida de melhora. Na semana passada a estimativa ainda era de queda de 0,15%. Para 2010, as expectativas, felizmente, apontam para números bem melhores: de 4% na semana anterior para 4,20% nesta.

Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, que monitora a inflação, se manteve praticamente estável, fechando o ano em 4,31%, contra aposta anterior de 4,30%. A do indicador serve como meta para a o BC. Em 2009, a meta de inflação é de 4,50%, podendo chegar a 6,5% — teto da meta. Para o próximo ano, o mercado reduziu a previsão de 4,35% para 4,30%.

Veja outros indicadores:

– Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna, IGP-DI, passou de queda de 0,26% para redução de 0,20%;

– Índice Geral de Preços – Mercado, IGP-M, passou de 0,64% para 0,61%;

– Índice de Preços ao Consumidor, IPC, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômica, Fipe, passou de 4,21% para 4,20%;

*Para 2010, as previsões para os IGPs ficou em 4,5% e para o IPC-Fipe em 4,45%.

– Dólar em R$ 1,80 para o fim de 2009, abaixo dos R$1,81 previstos na semana passada;

– Superávit da balança comercial se manteve em US$ 25 bilhões e em US$ 15 bilhões para o déficit nas transações correntes;

– Investimentos estrangeiros diretos ficou em US$ 25 bilhões; – Relação dívida/PIB passou de 43,10%;

– Produção industrial continua com perspectiva de retração. A estimativa de queda passou de 7,28% para 7,25%. Para o ano que vem, foi mantida a previsão de recuperação, com crescimento de 6%.

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Você sabe inovar?

Icone Opinião,Perspectivas | Por em 18 de setembro de 2009

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Quando a pauta das reuniões é inovação, o primeiro pensamento dos executivos é: inovação = novos produtos. Mas, inovação se resume mesmo apenas à criação de novos produtos?

Valter Pieracciani, MSc (Master of Science), sócio-diretor da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas e autor do livro “Usina de Inovações – Guia Prático para Transformação da sua Empresa”, coloca dez questões para você e sua equipe pensarem.

Para Pieracciani, seguindo este pequeno roteiro, ao desenvolver uma gestão de inovação integrando as quatro dimensões, produtos, processos, negócios e gestão, a organização se transformará em uma “Usina de inovações”, capaz de transformar ideias em negócios.

Confira abaixo e boa reflexão!

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Os sentidos humanos também são importantes

Icone Análise | Por em 17 de setembro de 2009

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Os Cinco SentidosNeste espaço, estamos constantemente falando sobre máquinas, equipamentos e novas tecnologias. No entanto, vejo a necessidade de abrir espaço para o lado humano de nossa indústria. De tempos em tempos é bom lembrar que por trás do maquinário existe um ser de carne e osso.

Abro essa discussão depois de receber um texto que chamou minha atenção. Meu colega de profissão, o jornalista Fabio Riesemberg, da Enfoque Comunicação, nos enviou o case da Imcopa, processadora de soja não transgênica localizada em Araucária, região de Curitiba, que adotou os sentidos humanos no controle de qualidade.

Veja que interessante: a empresa paranaense treinou uma equipe de 17 funcionários para que possam avaliar a qualidade dos produtos antes de chegarem ao mercado, sem fazer uso de equipamentos ou alta tecnologia. O conhecido controle de qualidade, geralmente realizado por meio de processos físico-químicos, agora ganhou o reforço da análise sensorial humana, explicou Rafael Dambros, gerente de qualidade da Imcopa. “O método convencional utiliza processos de laboratório para definir os graus de acidez e índices de determinados elementos, por exemplo, mas tem seus limites”.

O treinamento da equipe foi feito pela consultora do Senai Isabela Ferrari. Segundo ela, alguns parâmetros não podem ser medidos em laboratórios, então se usa a memória sensorial, que envolve os cinco sentidos humanos (visão, olfato, tato, paladar e audição). No treinamento, o grupo de futuros avaliadores ficou exposto a odores, sabores, cores e texturas naturais ou provocadas por outras substâncias adicionadas, para que desenvolvam a sensibilidade.

Profissionais de várias áreas da empresa, desde o administrativo até a linha de envase, foram capacitados. “O envolvimento de pessoas de diferentes áreas contribui para a manutenção da qualidade e ainda incita um maior envolvimento dos funcionários com a empresa”, observou Isabela.

A análise sensorial implantada na Imcopa foi baseada em uma norma americana para esta atividade. Os funcionários foram condicionados a identificar odores amanteigados, de ranço, mofo e solvente.

O que se ganha com isso? O equilíbrio entre máquina e homem e maior produtividade. Afinal, não há indústria que funcione sem um colaborador. No caso acima, um ser humano de sentidos bem treinados.

Agora pergunto: a balança máquina-homem da sua empresa está equilibrada?

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vitamina“Não é mais para dar antibiótico, é para dar vitamina.” Acredito que esta frase muito provavelmente não constava no discurso que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, proferiu durante a reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, CDES, na terça-feira, 15. Mas isso não é novidade. Entretanto, ela expressa muito bem – e até pelo tipo de linguagem – o desejo do chefe de estado: que os investimentos aconteçam.

Para ele, a crise financeira mundial está superada e, agora, depois da febre, o País precisa de vitamina para se fortalecer e continuar a ampliar o mercado interno e o montante de investimentos. “Esta é hora de investir. Quem parou por conta da crise recomece, pois quem estiver mais preparado sairá na frente”, alertou, cobrando ainda empenho dos empresários principalmente na discussão de uma cadeia produtiva para exploração do petróleo encontrado na camada pré-sal.

De acordo com Lula, o Brasil vive um momento impar para se fazer investimentos, com obras do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, e exploração da camada pré-sal, e por isso é preciso discutir e pensar como estruturar a cadeia produtiva. “Eis uma questão muito importante: não existe possibilidade de o governo sobreviver sozinho, de o empresário viver sozinho, de o trabalhador viver se as empresas estiverem enfraquecidas ou se houver um exército infinito de miseráveis.”

E o que fazer, então? Segundo ele, cuidar para que grande parte dos produtos relacionados à exploração do pré-sal seja fabricada no Brasil. “Isso alavancará a classe média, aumentará a formação profissional e qualificará o brasileiro para ser mais competitivo.”

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Quais são os incentivos à educação, inovação, infraestrutura e sustentabilidade que o Brasil oferece? Qual o papel do nosso País no novo cenário mundial? Como nossa indústria ajudará a nação nesse sentido?

As três perguntas acima devem ser respondidas durante o 3o Congresso da Indústria, organizado anualmente pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Neste ano, o evento será realizado no dia 28 de setembro, no WTC, em São Paulo.

O tema do congresso não poderia ser outro: “O Brasil após a crise”. Nesta terça-feira, 15, faz um ano que o mundo entrou em pânico assim que o banco Lehman Brothers anunciou que estava em concordata e que o governo dos EUA não ajudaria a resgatá-lo.

Muito tem se falado da crise nos últimos 12 meses. Segundo especialistas, o Brasil foi um dos poucos países que já desligaram o botão de emergência. No entanto, ainda estamos longe dos saudosos índices de 2008 – um ano considerado excepcional para a indústria e economia nacionais.

Por conta disso tudo, a Fiesp e a Ciesp colocam o tema em discussão e – de certa forma – põem em xeque nosso poder de recuperação. No congresso, especialistas e dirigentes de empresas nacionais e multinacionais discutirão o panorama da crise econômica mundial, destacando as políticas do País para frear a recessão. Governo, economistas e líderes empresariais também avaliarão as perspectivas do Brasil na nova composição do cenário internacional, com ênfase para os quatro aspectos fundamentais citados no começo deste post.

E você? Tem ideia de como sua empresa se comportará daqui para frente? Sabe como colaborar para a educação, inovação, infraestrutura e sustentabilidade brasileiras? Pense nisso.

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Abimaq Inova em outubro

Icone Divulgue esta notícia!,Evento | Por em 14 de setembro de 2009

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Acontecerá em outubro, no dia 21, a segunda edição do Abimaq Inova. Uma realização do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, e da própria Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o evento, que ocorrerá na sede da entidade, tem como principal objetivo apresentar às associadas exemplos de cases de sucesso e diferenciação de mercado por meio da inovação tecnológica.

O Abimaq Inova, que conta com o patrocínio do Sebrae, mostrará nessa oportunidade quais foram os instrumentos utilizados pelas empresas para inovar, mesmo em meio à maior crise enfrentada pelo setor nos últimos 20 anos.

Como na edição passada, realizada em 2008, a questão da obtenção de recursos foi apontada como uma das principais dificuldades pelos empresários que adotaram o caminho da inovação, agora, a entidade busca justamente desmistificar o impasse com a participação de várias instituições, como Fapesp, BNDES, Abimaq Cred, Tecpar, Finep, dentre outras.

O evento contará ainda com a realização de oficinas e participação de convidados especiais.

Serviço

Data: 21 de Outubro

Local: Sede da Abimaq, em São Paulo, SP

Informações e inscrições: Disque Inovação 0800.7700897

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Na quarta-feira, 9, o Banco do Brasil anunciou a aplicação de R$ 6,4 bilhões na safra 2009/2010 desde o início de julho até o final de agosto. Este valor representa uma evolução de 143% em relação aos recursos liberados no mesmo período da safra anterior. Até o fechamento de julho, a participação do Banco no Sistema Nacional de Crédito Rural – SNCR era de 63,2%.

Em nota, o BB confirmou que desde o início do atual Plano Safra foram investidos mais de R$ 1,2 bilhão na agricultura familiar e R$ 5,2 bilhões na agricultura empresarial, crescimento de 164% e 137%, respectivamente, em relação ao mesmo período da safra 2008/2009. A maior parte desses recursos, R$ 4,2 bilhões, foi destinado a operações de custeio. Confira abaixo:

A expressiva evolução do volume de recursos liberados decorre das seguintes medidas:

1) disponibilidade de contratação, desde o 1º dia da safra, de todas as linhas de crédito rural e do Pronaf na rede de agências do Banco do Brasil;

2) aumento do teto de recursos controlados nas operações de custeio e EGF e do limite das operações de investimento com recursos obrigatórios de R$ 130.000,00 para R$ 200.000,00 por beneficiário/ano safra;

3) revisão da classificação de risco de operações de crédito, com base na resolução nº 3.749 do Conselho Monetário Nacional, que possibilitou a revisão do risco de crédito de 93 mil produtores.

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Até foi anunciado como certo, mas voltou-se atrás e a Agrishow não sai mesmo de Ribeirão Preto, SP, local onde é realizada há muito anos. Todo o esforço do prefeito de São Carlos, SP – onde a feira seria realizada a partir de 2010 –, Oswaldo Barba, no entanto, parece não foi em vão.

Denominada Cidade da Energia, o espaço em São Carlos que abrigaria a Agrishow, receberá, agora, uma feira de energias renováveis, prevista para acontecer em setembro de 2010, quando deve ser inaugurado o local, que deve receber, em breve, R$ 21,4 milhões do governo federal para as primeiras obras de infraestrutura, de um projeto total de R$ 87 milhões.

Hoje, no encontro entre entidades do Sistema Agrishow e o governo do Estado de São Paulo foi renovado convênio que garante a permanência da feira em Ribeirão Preto até 2014.

Por outro lado, a diretoria da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, uma das promotoras do evento, após o anúncio oficial dos investimentos para a Cidade da Energia, divulgou o seguinte comunicado:

A Diretoria da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, tendo em vista o anúncio da obtenção pela Prefeitura Municipal de São Carlos, junto ao Governo Federal, dos recursos financeiros (R$ 21,4 milhões) para realização da 1º etapa das obras de infra-estrutura da Cidade da Energia naquele município, parabeniza Excelentíssimo Senhor Prefeito Oswaldo Barba pelo trabalho realizado e manifesta o seu entusiasmo pela viabilização desta obra que elevará o patamar de participação do setor nos cenários nacional e internacional das energias renováveis, potencializando ainda mais o país na direção do desenvolvimento sustentável.

            Em decorrência, esta Associação comunica que:

1º) considerando os termos do Convênio 173/2008, a ABIMAQ, com a captação e geração dos recursos necessários, irá instalar o Parque de Exposições e demais instalações civis para a realização de feiras de negócios, congressos, cursos de capacitação e exposições permanentes de equipamentos, produtos e processos tecnológicos ligados à agroindústria e às diferentes cadeias produtivas de geração de energia;

2º) a ABIMAQ tem como meta inaugurar a Cidade da Energia em São Carlos, no segundo semestre de 2.010 com a realização da “1ª Feira de Energia Limpa e Renovável e 1º Congresso Internacional de Energia Limpa e Renovável” e;

3º) considerando a necessidade de comercialização imediata dos espaços de exposição da Agrishow/2.010 e as exigências contratuais da parceria estabelecida com a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, a ABIMAQ informa que as próximas edições desta feira serão realizadas na área da Fazenda Experimental de Ribeirão Preto, com as exigidas melhorias da infra-estrutura do local à cargo da Prefeitura do município.

Finalmente, a ABIMAQ enaltece todo esforço feito pela Prefeitura Municipal de São Carlos para cumprir, dentro do cronograma acordado, sua parte na parceria de implantação da Cidade da Energia e reafirma seus compromissos com este projeto estratégico para o Brasil.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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