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vitamina“Não é mais para dar antibiótico, é para dar vitamina.” Acredito que esta frase muito provavelmente não constava no discurso que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, proferiu durante a reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, CDES, na terça-feira, 15. Mas isso não é novidade. Entretanto, ela expressa muito bem – e até pelo tipo de linguagem – o desejo do chefe de estado: que os investimentos aconteçam.

Para ele, a crise financeira mundial está superada e, agora, depois da febre, o País precisa de vitamina para se fortalecer e continuar a ampliar o mercado interno e o montante de investimentos. “Esta é hora de investir. Quem parou por conta da crise recomece, pois quem estiver mais preparado sairá na frente”, alertou, cobrando ainda empenho dos empresários principalmente na discussão de uma cadeia produtiva para exploração do petróleo encontrado na camada pré-sal.

De acordo com Lula, o Brasil vive um momento impar para se fazer investimentos, com obras do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, e exploração da camada pré-sal, e por isso é preciso discutir e pensar como estruturar a cadeia produtiva. “Eis uma questão muito importante: não existe possibilidade de o governo sobreviver sozinho, de o empresário viver sozinho, de o trabalhador viver se as empresas estiverem enfraquecidas ou se houver um exército infinito de miseráveis.”

E o que fazer, então? Segundo ele, cuidar para que grande parte dos produtos relacionados à exploração do pré-sal seja fabricada no Brasil. “Isso alavancará a classe média, aumentará a formação profissional e qualificará o brasileiro para ser mais competitivo.”

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Quais são os incentivos à educação, inovação, infraestrutura e sustentabilidade que o Brasil oferece? Qual o papel do nosso País no novo cenário mundial? Como nossa indústria ajudará a nação nesse sentido?

As três perguntas acima devem ser respondidas durante o 3o Congresso da Indústria, organizado anualmente pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Neste ano, o evento será realizado no dia 28 de setembro, no WTC, em São Paulo.

O tema do congresso não poderia ser outro: “O Brasil após a crise”. Nesta terça-feira, 15, faz um ano que o mundo entrou em pânico assim que o banco Lehman Brothers anunciou que estava em concordata e que o governo dos EUA não ajudaria a resgatá-lo.

Muito tem se falado da crise nos últimos 12 meses. Segundo especialistas, o Brasil foi um dos poucos países que já desligaram o botão de emergência. No entanto, ainda estamos longe dos saudosos índices de 2008 – um ano considerado excepcional para a indústria e economia nacionais.

Por conta disso tudo, a Fiesp e a Ciesp colocam o tema em discussão e – de certa forma – põem em xeque nosso poder de recuperação. No congresso, especialistas e dirigentes de empresas nacionais e multinacionais discutirão o panorama da crise econômica mundial, destacando as políticas do País para frear a recessão. Governo, economistas e líderes empresariais também avaliarão as perspectivas do Brasil na nova composição do cenário internacional, com ênfase para os quatro aspectos fundamentais citados no começo deste post.

E você? Tem ideia de como sua empresa se comportará daqui para frente? Sabe como colaborar para a educação, inovação, infraestrutura e sustentabilidade brasileiras? Pense nisso.

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Abimaq Inova em outubro

Icone Divulgue esta notícia!,Evento | Por em 14 de setembro de 2009

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Acontecerá em outubro, no dia 21, a segunda edição do Abimaq Inova. Uma realização do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, e da própria Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, o evento, que ocorrerá na sede da entidade, tem como principal objetivo apresentar às associadas exemplos de cases de sucesso e diferenciação de mercado por meio da inovação tecnológica.

O Abimaq Inova, que conta com o patrocínio do Sebrae, mostrará nessa oportunidade quais foram os instrumentos utilizados pelas empresas para inovar, mesmo em meio à maior crise enfrentada pelo setor nos últimos 20 anos.

Como na edição passada, realizada em 2008, a questão da obtenção de recursos foi apontada como uma das principais dificuldades pelos empresários que adotaram o caminho da inovação, agora, a entidade busca justamente desmistificar o impasse com a participação de várias instituições, como Fapesp, BNDES, Abimaq Cred, Tecpar, Finep, dentre outras.

O evento contará ainda com a realização de oficinas e participação de convidados especiais.

Serviço

Data: 21 de Outubro

Local: Sede da Abimaq, em São Paulo, SP

Informações e inscrições: Disque Inovação 0800.7700897

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Na quarta-feira, 9, o Banco do Brasil anunciou a aplicação de R$ 6,4 bilhões na safra 2009/2010 desde o início de julho até o final de agosto. Este valor representa uma evolução de 143% em relação aos recursos liberados no mesmo período da safra anterior. Até o fechamento de julho, a participação do Banco no Sistema Nacional de Crédito Rural – SNCR era de 63,2%.

Em nota, o BB confirmou que desde o início do atual Plano Safra foram investidos mais de R$ 1,2 bilhão na agricultura familiar e R$ 5,2 bilhões na agricultura empresarial, crescimento de 164% e 137%, respectivamente, em relação ao mesmo período da safra 2008/2009. A maior parte desses recursos, R$ 4,2 bilhões, foi destinado a operações de custeio. Confira abaixo:

A expressiva evolução do volume de recursos liberados decorre das seguintes medidas:

1) disponibilidade de contratação, desde o 1º dia da safra, de todas as linhas de crédito rural e do Pronaf na rede de agências do Banco do Brasil;

2) aumento do teto de recursos controlados nas operações de custeio e EGF e do limite das operações de investimento com recursos obrigatórios de R$ 130.000,00 para R$ 200.000,00 por beneficiário/ano safra;

3) revisão da classificação de risco de operações de crédito, com base na resolução nº 3.749 do Conselho Monetário Nacional, que possibilitou a revisão do risco de crédito de 93 mil produtores.

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Até foi anunciado como certo, mas voltou-se atrás e a Agrishow não sai mesmo de Ribeirão Preto, SP, local onde é realizada há muito anos. Todo o esforço do prefeito de São Carlos, SP – onde a feira seria realizada a partir de 2010 –, Oswaldo Barba, no entanto, parece não foi em vão.

Denominada Cidade da Energia, o espaço em São Carlos que abrigaria a Agrishow, receberá, agora, uma feira de energias renováveis, prevista para acontecer em setembro de 2010, quando deve ser inaugurado o local, que deve receber, em breve, R$ 21,4 milhões do governo federal para as primeiras obras de infraestrutura, de um projeto total de R$ 87 milhões.

Hoje, no encontro entre entidades do Sistema Agrishow e o governo do Estado de São Paulo foi renovado convênio que garante a permanência da feira em Ribeirão Preto até 2014.

Por outro lado, a diretoria da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, uma das promotoras do evento, após o anúncio oficial dos investimentos para a Cidade da Energia, divulgou o seguinte comunicado:

A Diretoria da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, tendo em vista o anúncio da obtenção pela Prefeitura Municipal de São Carlos, junto ao Governo Federal, dos recursos financeiros (R$ 21,4 milhões) para realização da 1º etapa das obras de infra-estrutura da Cidade da Energia naquele município, parabeniza Excelentíssimo Senhor Prefeito Oswaldo Barba pelo trabalho realizado e manifesta o seu entusiasmo pela viabilização desta obra que elevará o patamar de participação do setor nos cenários nacional e internacional das energias renováveis, potencializando ainda mais o país na direção do desenvolvimento sustentável.

            Em decorrência, esta Associação comunica que:

1º) considerando os termos do Convênio 173/2008, a ABIMAQ, com a captação e geração dos recursos necessários, irá instalar o Parque de Exposições e demais instalações civis para a realização de feiras de negócios, congressos, cursos de capacitação e exposições permanentes de equipamentos, produtos e processos tecnológicos ligados à agroindústria e às diferentes cadeias produtivas de geração de energia;

2º) a ABIMAQ tem como meta inaugurar a Cidade da Energia em São Carlos, no segundo semestre de 2.010 com a realização da “1ª Feira de Energia Limpa e Renovável e 1º Congresso Internacional de Energia Limpa e Renovável” e;

3º) considerando a necessidade de comercialização imediata dos espaços de exposição da Agrishow/2.010 e as exigências contratuais da parceria estabelecida com a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, a ABIMAQ informa que as próximas edições desta feira serão realizadas na área da Fazenda Experimental de Ribeirão Preto, com as exigidas melhorias da infra-estrutura do local à cargo da Prefeitura do município.

Finalmente, a ABIMAQ enaltece todo esforço feito pela Prefeitura Municipal de São Carlos para cumprir, dentro do cronograma acordado, sua parte na parceria de implantação da Cidade da Energia e reafirma seus compromissos com este projeto estratégico para o Brasil.

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O vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, Carlos Pastorizza, falou, em entrevista exclusiva ao jornal DCI, sobre como o pacote de financiamento do governo está auxiliando o setor a retomar as vendas. E que podem, até, chegar aos níveis de 2008. Veja a seguir matéria na íntegra:

Setor de máquinas deve repetir venda de 2008 em dezembro

Os fabricantes de máquinas e equipamentos deverão atingir ainda em dezembro o faturamento médio anotado em 2008, ano fora da curva para o setor de bens de capital. O principal motivo da retomada, segundo o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastorizza, é o pacote de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Os primeiros sinais de melhora estão aparecendo. Os números de consultas nas empresas estão crescendo. Agora esperamos que isso se materialize no aumento do faturamento”, afirmou ao DCI o executivo da Abimaq.

A utilização da capacidade instalada do setor também já apresentou melhora, chegando a 79% em julho, de acordo com levantamento divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em junho, o indicador do setor marcou 78,5%. A média de uso da capacidade instalada em julho da indústria brasileira ficou em 79,1%. Em 2008 a média foi de 82,5%.

A produtora de máquinas de corte a laser, a alemã Trumpf, ainda verifica instabilidade em suas vendas, segundo o gerente de vendas da fabricante, Walter Mello. “Agosto, por exemplo, foi um mês muito bom. Mas nesse início de setembro já está diferente”, afirmou o executivo. A expectativa da fabricante é de um terceiro trimestre mais aquecido, mas a retomada real é aguardada para 2010. No Brasil, a fabricante produz ferramentas de máquinas pulsionadeiras, em Barueri (SP).

Segundo o vice-presidente da Abimaq, o pacote de incentivos para o setor deve apresentar mais resultados exatamente nos últimos meses do ano. “A expectativa é que haja um estímulo ao investimento por parte da indústria”, afirmou.

Relatório

Já o faturamento das fabricantes instaladas no Brasil, ainda de acordo com a CNI, cresceu 0,4% em julho, anotando elevação pelo terceiro mês consecutivo. Já no acumulado dos sete primeiros meses do ano, o recuo registrado foi de 8,1%.

Para a confederação, os números refletem melhora da atividade da indústria nacional, mas ainda não demonstram o fim da crise no País, já que a queda na comparação com 2008 ainda é substancial. Apenas no setor de bens de capital, segundo a Abimaq, o faturamento ainda registra queda de 20% nessa base de comparação.

Já o nível de emprego na indústria nacional se manteve praticamente estável no período, anotando crescimento de u 0,2% de junho para julho.

Os fabricantes de máquinas e equipamentos deverão atingir ainda em dezembro o faturamento médio anotado em 2008, ano fora da curva para o setor de bens de capital, segundo informações da Abimaq.

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fenasucro_logo_blog_industrialA edição 2009 da Fenasucro&Agrocana agitou Sertãozinho, no interior paulista, entre os dias 1º e 4 de setembro.

A Revista P&S esteve por lá e faz um balanço sobre o evento voltado para a agroindústria. Segundo os organizadores, a feira deve gerar mais de R$ 2 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.

Veja outros números da Fenasucro&Agrocana no site.

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Em outubro, a Revista P&S celebra 35 anos de mercado e a edição será especial.

Entre os assuntos do mês estão estatísticas de mercado, números da Abimaq e uma entrevista com expert de mercado para ajudar você a entender um pouco mais da produção industrial do Brasil em 2009.

A revista ainda trará as seções já conhecidas de seus leitores. Confira abaixo!

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carteira_trabalhoO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta terça-feira que o nível de emprego na indústria brasileira cresceu 0,4% em julho na comparação com o mês anterior. Essa é a primeira taxa positiva após nove meses de perdas. Na comparação com julho de 2008, há baixa de 7% em relação e queda de 5,4% no acumulado de 2009, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.

Outro número positivo divulgado pelo IBGE foi o valor da folha de pagamento real, que variou 0,1% em relação a junho de 2009, descontada a sazonalidade. Considerando os 18 setores da indústria pesquisados, o de papel e gráfica foi o único com impacto positivo (8,6%). Ainda na comparação com julho de 2008, no total do país, o emprego industrial recuou em dezessete setores, com meios de transporte (-12,9%), máquinas e equipamentos (-12,3%), produtos de metal (-11,7%) e vestuário (-8,7%) exercendo as principais pressões negativas na taxa global.

Segundo o IBGE, o contingente de trabalhadores reduziu-se 7% nas quatorze áreas investigadas. São Paulo (-5,2%); Minas Gerais (-12,2%); Região Norte e Centro-Oeste (-10,8%); Rio Grande do Sul (-9,1%).

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Mais boas notícias, felizmente. Desta vez foi o material divulgado pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial, Abemi, que trouxe uma pesquisa bastante otimista. Ao realizar enquete entre suas associadas, a entidade – que reúne 117 das maiores empresas de engenharia, indústrias e construção – obteve o seguinte resultado:

– 54,84% das empresas ouvidas estão contratando e registram um aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários;

– 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento dos negócios, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração;

– 77,42% das empresas consultadas responderam que há possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil: “O resultado é coerente com uma certa paralisia nos segmentos industriais de siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”.

Resumo das respostas

1. Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de nível superior tem aumentado, diminuído ou sido mantido? 
Aumento

54,84%

Diminuição

16,13%

Estabilidade

29,03%

2. A situação do seu negócio é de crescimento ou retração? Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração? 
Crescimento

51,61%

Retração

25,81%

Estabilidade

22,58%

3. Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim

77,42%

Não

22,58%

Setor de atuação das empresas

Consolidado

Engenharia Construção Civil Montagem

34,48%

20,69%

44,83%

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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