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De volta a 2008

Icone Divulgue esta notícia!,Economia | Por em 10 de setembro de 2009

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O vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, Carlos Pastorizza, falou, em entrevista exclusiva ao jornal DCI, sobre como o pacote de financiamento do governo está auxiliando o setor a retomar as vendas. E que podem, até, chegar aos níveis de 2008. Veja a seguir matéria na íntegra:

Setor de máquinas deve repetir venda de 2008 em dezembro

Os fabricantes de máquinas e equipamentos deverão atingir ainda em dezembro o faturamento médio anotado em 2008, ano fora da curva para o setor de bens de capital. O principal motivo da retomada, segundo o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastorizza, é o pacote de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Os primeiros sinais de melhora estão aparecendo. Os números de consultas nas empresas estão crescendo. Agora esperamos que isso se materialize no aumento do faturamento”, afirmou ao DCI o executivo da Abimaq.

A utilização da capacidade instalada do setor também já apresentou melhora, chegando a 79% em julho, de acordo com levantamento divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em junho, o indicador do setor marcou 78,5%. A média de uso da capacidade instalada em julho da indústria brasileira ficou em 79,1%. Em 2008 a média foi de 82,5%.

A produtora de máquinas de corte a laser, a alemã Trumpf, ainda verifica instabilidade em suas vendas, segundo o gerente de vendas da fabricante, Walter Mello. “Agosto, por exemplo, foi um mês muito bom. Mas nesse início de setembro já está diferente”, afirmou o executivo. A expectativa da fabricante é de um terceiro trimestre mais aquecido, mas a retomada real é aguardada para 2010. No Brasil, a fabricante produz ferramentas de máquinas pulsionadeiras, em Barueri (SP).

Segundo o vice-presidente da Abimaq, o pacote de incentivos para o setor deve apresentar mais resultados exatamente nos últimos meses do ano. “A expectativa é que haja um estímulo ao investimento por parte da indústria”, afirmou.

Relatório

Já o faturamento das fabricantes instaladas no Brasil, ainda de acordo com a CNI, cresceu 0,4% em julho, anotando elevação pelo terceiro mês consecutivo. Já no acumulado dos sete primeiros meses do ano, o recuo registrado foi de 8,1%.

Para a confederação, os números refletem melhora da atividade da indústria nacional, mas ainda não demonstram o fim da crise no País, já que a queda na comparação com 2008 ainda é substancial. Apenas no setor de bens de capital, segundo a Abimaq, o faturamento ainda registra queda de 20% nessa base de comparação.

Já o nível de emprego na indústria nacional se manteve praticamente estável no período, anotando crescimento de u 0,2% de junho para julho.

Os fabricantes de máquinas e equipamentos deverão atingir ainda em dezembro o faturamento médio anotado em 2008, ano fora da curva para o setor de bens de capital, segundo informações da Abimaq.

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fenasucro_logo_blog_industrialA edição 2009 da Fenasucro&Agrocana agitou Sertãozinho, no interior paulista, entre os dias 1º e 4 de setembro.

A Revista P&S esteve por lá e faz um balanço sobre o evento voltado para a agroindústria. Segundo os organizadores, a feira deve gerar mais de R$ 2 bilhões em negócios nos próximos 12 meses.

Veja outros números da Fenasucro&Agrocana no site.

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Em outubro, a Revista P&S celebra 35 anos de mercado e a edição será especial.

Entre os assuntos do mês estão estatísticas de mercado, números da Abimaq e uma entrevista com expert de mercado para ajudar você a entender um pouco mais da produção industrial do Brasil em 2009.

A revista ainda trará as seções já conhecidas de seus leitores. Confira abaixo!

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carteira_trabalhoO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta terça-feira que o nível de emprego na indústria brasileira cresceu 0,4% em julho na comparação com o mês anterior. Essa é a primeira taxa positiva após nove meses de perdas. Na comparação com julho de 2008, há baixa de 7% em relação e queda de 5,4% no acumulado de 2009, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário.

Outro número positivo divulgado pelo IBGE foi o valor da folha de pagamento real, que variou 0,1% em relação a junho de 2009, descontada a sazonalidade. Considerando os 18 setores da indústria pesquisados, o de papel e gráfica foi o único com impacto positivo (8,6%). Ainda na comparação com julho de 2008, no total do país, o emprego industrial recuou em dezessete setores, com meios de transporte (-12,9%), máquinas e equipamentos (-12,3%), produtos de metal (-11,7%) e vestuário (-8,7%) exercendo as principais pressões negativas na taxa global.

Segundo o IBGE, o contingente de trabalhadores reduziu-se 7% nas quatorze áreas investigadas. São Paulo (-5,2%); Minas Gerais (-12,2%); Região Norte e Centro-Oeste (-10,8%); Rio Grande do Sul (-9,1%).

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Mais boas notícias, felizmente. Desta vez foi o material divulgado pela Associação Brasileira de Engenharia Industrial, Abemi, que trouxe uma pesquisa bastante otimista. Ao realizar enquete entre suas associadas, a entidade – que reúne 117 das maiores empresas de engenharia, indústrias e construção – obteve o seguinte resultado:

– 54,84% das empresas ouvidas estão contratando e registram um aumento no número de profissionais de nível superior em seus quadros de funcionários;

– 50% das empresas pesquisadas informaram crescimento dos negócios, 23,34% estão estáveis e 26,66% já sofrem alguma retração;

– 77,42% das empresas consultadas responderam que há possibilidade de crescimento no biênio 2009/2010.

Para Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da Abemi, o objetivo da pesquisa era verificar como andam os negócios da engenharia industrial no Brasil: “O resultado é coerente com uma certa paralisia nos segmentos industriais de siderurgia e papel e celulose, muito afetados pela crise mundial, e refletem, por outro lado, a continuidade de investimentos brasileiros nas áreas de óleo e gás”.

Resumo das respostas

1. Neste momento, em sua empresa, o número de profissionais de nível superior tem aumentado, diminuído ou sido mantido? 
Aumento

54,84%

Diminuição

16,13%

Estabilidade

29,03%

2. A situação do seu negócio é de crescimento ou retração? Seria possível dizer de quanto (em %) foi o crescimento ou retração? 
Crescimento

51,61%

Retração

25,81%

Estabilidade

22,58%

3. Em sua opinião, há possibilidade de crescimento para os anos 2009/2010?
Sim

77,42%

Não

22,58%

Setor de atuação das empresas

Consolidado

Engenharia Construção Civil Montagem

34,48%

20,69%

44,83%

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fenasucro_logo_blog_industrialDesde março deste ano, a Areva Koblitz, divisão de bioenergia do grupo Areva, trabalha numa iniciativa desenvolvida a partir de uma necessidade dos usineiros: conseguir crédito para manter as usinas sucroalcooleiras funcionando.

O modelo Retrofit visa uma sociedade entre o usineiro e a sede brasileira do grupo francês para levantar uma central de cogeração de energia, investimento que toma, em média, 30% do capital investido numa indústria da cana.

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Romero Rêgo, diretor comercial da Areva (Foto: Kleber Pinto)

Segundo José Romero Rêgo, diretor comercial da Areva no Brasil, a parceria se faz por meio de uma sociedade de propósito específico (SPE), onde o grupo detém 40% do empreendimento. “Cuidamos de 100% do financiamento da usina por meio dos bancos de fomento do governo (BNB ou BNDES). Para o usineiro, que fica com 60% do negócio, nossa proposta o deixa tranquilo para desenvolver outras áreas”, argumenta Rêgo.
A Areva tem como meta conseguir até o ano que vem 10 Memorandos de Entendimento – nome dado à negociação antes da assinatura da SPE – somente no nordeste. “Até o momento já temos seis em andamento”, gaba-se o diretor comercial.
A primeira SPE de cogeração de energia começará a funcionar em setembro de 2010. Trata-se da Usina Seresta, em Alagoas. “Estamos falando em cerca de R$ 100 a R$ 120 milhões em investimento para produção de 50 mega watts. Esse valor pode ser financiado em 12 meses, por exemplo”, pontua Rêgo.

Assim que fechar os 10 memorandos no nordeste, a Areva formatará o modelo de negócio para sul e sudeste do País, “mas isso só deve acontecer por volta de 2011”, acredita o representante do grupo francês.

De olho na América Latina, a Areva abriu recentemente um escritório no Panamá para levar o Retrofit para países vizinhos.

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fenasucro_logo_blog_industrialO Projeto RenovAção, programa de treinamento e requalificação do setor sucroenergético, ganhou apoio financeiro com o leilão de um trator da Case IH, arrematado pela usina São Martinho. A entrega foi feita na quinta-feira, 3, no stand da empresa na Fenasucro & Agrocana, em Sertãozinho (SP).

O leilão foi realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), na primeira semana de agosto. Lançado no Ethanol Summit, em junho de 2009, o RenovAção  é coordenado pela UNICA e a Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo (Feraesp).

O RenovAção treinará e requalificará sete mil trabalhadores e integrantes de comunidades por ano para atividades dentro das usinas e em outros setores. Farão parte do Projeto as regiões de Ribeirão Preto, Piracicaba, Bauru, Araçatuba, São José do Rio Preto e Presidente Prudente.

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Carbono Lorena: de visitante a expositora

Icone Feira | Por em 3 de setembro de 2009

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fenasucro_logo_blog_industrialOs técnicos e executivos da Carbono Lorena, filial brasileiro da francesa Carbone Lorraine, há tempos visitavam a Fenasucro& Agrocana. Isso até julho deste ano, quando então foram convidados pela organização a participar da feira de Sertãozinho (SP). “Ficamos em uma fila de três anos, mas agora estamos aqui do outro lado, conhecendo um pouco mais de outros mercados”, conta Jorge Lopes, gerente de produto da divisão de equipamentos para aplicações químicas.

Estande da Carbono Lorena (Foto: Kleber Pinto)

Estande da Carbono Lorena (Foto: Kleber Pinto)

Além deste setor, a Carbono trabalha ainda com outras cinco linhas: escovas industriais, escovas automotivas, proteção elétrica e soluções para aplicações mecânicas de alta temperatura. “Neste momento estamos mostrando nosso portifólio de soluções voltadas para a indústria sucroalcooleira”, pontua Lopes. Segundo ele, a Carbono Lorena quer ampliar sua atuação nesse segmento nos próximos anos.

Há 120 anos no mercado mundial – 70 somente no Brasil -, a empresa tem forte participação nos segmentos mecânico e químico e na siderurgia. Entre os produtos mais procurados estão fusíveis, tubulação revestida, trocador de placa e escovas.

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fenasucro_logo_blog_industrialA Bracol, empresa de EPIs com sede em Lins (SP), está reforçando sua presença de mercado na Fenasucro & Agrocana 2009, em Sertãozinho (SP). Um dos destaques do estande da empresa é a bota Ultra Rubber (foto abaixo), novo calçado com o solado inovador. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida na Alemanha, que injeta e vulcaniza a borracha direto no cabedal do calçado. Na América Latina, somente a Bracol detém esta tecnologia e tem os equipamentos para a produção deste tipo de calçado.

ultra_rubber_bracol_blog_industrial“EPI não é custo, é investimento no trabalhador e consequentemente gera lucro para a empresa, pois mexe com a produtividade e a segurança”, argumenta Jorge Augusto, superintendente regional de vendas da Bracol.

Segundo ele, o ultra rubber tem o dobro de vida útil de qualquer outra botina do mercado – um calçado comum de proteção dura, em média, 180 dias – e oferece proteção superior devido à borracha reforçada.

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fenasucro_logo_blog_industrialA SMV, fabricante nacional de válvulas industriais com sede em Rio das Pedras (SP), está lançando na Fenasucro & Agrocana 2009 a válvula borboleta de alta performance Steam Seal. Segundo Erfides Bortolazzo Soares, presidente da empresa, “essa era a peça que faltava para o nosso portifólio”.

Bortolazzo conta que o equipamento pode ser encontrado em versões de 2 a 48 polegadas, atendendo a diversos setores industriais.

Quanto ao diferencial do produto, o presidente da empresa gaba-se do sistema de produção. “Nossas oito famílias de válvulas são produzidas aqui, o que torna nosso produto muito mais atrativo para o mercado”. Ele ainda destaca o prazo de entrega – “ou mesmo a pronta entrega, dependendo da válvula” – e a assistência técnica.

A SMV tem 30 anos de experiência em tecnologia de válvulas e participa há 12 da Fenasucro & Agrocana. “Aqui nossa intenção é receber os clientes ativos e os ex-clientes. E claro, amarrar alguns negócios”, comenta Botolazzo.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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