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gustavokleinPor Gustavo Klein*

Proporcionar uma boa experiência para o cliente. O que isso significa na prática? Significa ter o cliente no centro da operação da sua empresa. Significa ter uma visão do todo que envolve seu segmento e conhecer bem seus clientes. É o tal olhar de fora para dentro: você observa, conversa e ouve seus clientes para então colocar em prática seu plano de ação. Afinal, ele é o protagonista da sua empresa, hoje e sempre, e não somente no Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro.
Mas experiência onde, em qual momento? Em todos os canais e momentos. A experiência do cliente começa no primeiro contato com a sua marca, antes mesmo dele efetivar a primeira compra, seja nas redes sociais, seja em seu site, seja no cafezinho que você oferece na sua loja física – ele não pode estar frio. Tudo deve ser pensando: o que eu quero transmitir e entregar ao meu público?
A relação com o cliente é construída dia a dia. São as suas ações que ficarão marcadas na memória dele e o fará indicar ou denegrir e desistir da sua marca. Segundo um estudo da Deloitte Digital, os clientes costumam comentar suas boas experiências com 9 pessoas. Mas, ao ter uma experiência ruim, este número aumenta para 16. O pior disso tudo é que, além de ir embora, ele pode fazer propaganda ruim sobre sua empresa.
Por isso é tão importante investir em relacionamento e, também, ter enraizado na sua equipe a importância do bom atendimento. Todos, sem exceção, são responsáveis pela experiência do cliente. Não é só o vendedor ou atendente do Suporte.
Facilitar a vida do cliente também faz parte de proporcionar uma boa experiência. A pandemia nos mostrou que a tecnologia é uma grande aliada das empresas e de seus clientes. No seu dia a dia, por exemplo, adotar a assinatura digital pode abrir portas para você contratar fornecedores com muito mais facilidade e rapidez. Você faz tudo on-line.
Já a assinatura eletrônica pode ser usada para protocolar o recebimento de mercadorias. Em vez do seu entregador pedir que o cliente assine um papel, ao receber o produto, ele pode simplesmente assinar na tela de um celular ou tirar uma selfie. Muito mais simples e rápido, não é? E ainda facilita o controle da sua empresa, porque tudo passar a ser digital.
Por fim, vamos recapitular: você e o seu time devem: (1) olhar para fora, para o cliente. (2) Trazer as necessidades dele para dentro – lembre-se de que ele é o protagonista. (3) Resolver as questões e sempre trabalhar em melhorias… E, claro, medir a eficácia das ações. Uma das ferramentas que pode te ajudar nesta empreitada é pesquisa NPS (Net Promoter Score). Você, inclusive, já deve ter sido questionado por alguma empresa: “De 0 a 10, qual a probabilidade de indicar nossa empresa ou produto?
A metodologia do NPS dá a direção para resolver problemas e proporcionar uma melhor experiência. Ela vai te indicar quem são seus clientes promotores, neutros e detratores. E aí cabe a você e ao seu time ouvir todos os respondentes, realizar as tratativas e fazer o seu negócio decolar.

*Gerente de Comunicação e Experiência do Cliente da CertiSign

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luizribeiroPor Luiz Ribeiro*

O Brasil tem passado por uma intensa crise hídrica e subsequente crise energética nos últimos meses. A situação acomete desde grandes indústrias até pequenas e médias empresas e seus consumidores finais. De acordo com levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae , a conta de energia representava em 2019, 15% dos custos operacionais das micro e pequenas empresas, mas desde 2020, este gasto já passou a ser a principal despesa para 28% dos pequenos empreendedores. É preciso lembrar ainda de um agravante: a maior parte dos negócios estão faturando menos do que antes em decorrência do isolamento social.

Uma pesquisa realizada em junho pelo Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo – Simpi , apurou que 62% das micro e pequenas indústrias paulistas arcaram com aumentos sucessivos em suas contas de energia elétrica ao longo de 2021, sendo que em maio, a proporção de empresas que relataram esse problema era de 51%. A partir de julho, a bandeira tarifária foi reajustada para o patamar 2, o que deve piorar ainda mais os resultados, agravando a crise atual.

O fato é que a crise energética chega exatamente no momento em que as indústrias deveriam estar se recuperando economicamente da crise ocasionada pelo Covid-19 em 2020 e retomando suas atividades no mercado. Pela primeira vez desde o início de 2021, mais da metade das empresas industriais paulistas (52%) voltaram plenamente com suas atividades, segundo o estudo do Simpi. Das empresas que estão em funcionamento, 69% afirmaram que seus gastos com produção, como matérias-primas, água e energia elétrica aumentaram.

As diversas fontes de energia disponíveis no país

Dentro deste cenário, o Brasil, que ainda é um país muito dependente da energia hidrelétrica, a qual é responsável por mais de 60% de sua capacidade elétrica, precisa se reinventar para que as pequenas e médias empresas não sejam obrigadas a parar suas operações por falta de energia. O país passa por uma escassez de chuva, principalmente em áreas de mananciais, impulsionando a crise hídrica, além de falta de investimentos em outras matrizes energéticas, como a eólica, que só ocorrem em tempos de instabilidade, sendo suspensos na sequência. No caso da energia solar, o governo estuda tributar sua geração, inclusive doméstica, e nesse caso, o investimento fica menos atrativo.

A pesquisa do Simpi apontou que, como consequência da crise hídrica, 59% das pequenas e médias indústrias brasileiras parariam totalmente sua produção por falta de energia elétrica. Em caso de racionamento de energia, oito em cada dez PMEs teriam prejuízos, sendo que em 48% delas o dispêndio seria considerado alto. Apenas 20% não seriam prejudicadas, exatamente por utilizarem outra fonte de energia na linha de produção, não dependendo da energia hidrelétrica.

É possível estabelecer que uma maior tranquilidade em relação ao abastecimento de energia apenas acontecerá quando a representatividade hídrica no Brasil for inferior a 40%. A energia solar não é mais uma novidade e, com o avanço da tecnologia, tornou-se mais acessível, inclusive para uso doméstico. Existem, por exemplo, grandes empresas investindo em fazendas de geração de energia solar ou eólica. A biomassa foi outra diversificação importante que avançou consideravelmente na última década. Outrora a geração de energia pelo bagaço de cana era um sub-produto do etanol e utilizado apenas para manter usinas trabalhando, atualmente já existe muita oferta de venda dessa energia gerada em usinas.

Como lidar com a crise energética?

A economia de energia é o preceito básico neste momento de crise energética, a fim de manter a produtividade e os custos sob controle, evitando desta maneira um apagão . Na mesma direção, é essencial a economia de água por parte da população e das empresas, a fim de que o período de recomposição dos reservatórios seja menor. Além disso, um investimento e incentivo público maior destinado à área de energias renováveis, como biomassa, energia solar e eólica, torna-se imprescindível para mitigar a dependência da matriz hidrelétrica.

Esta não é a primeira e não será a última crise energética no país. Ainda falta planejamento de longo prazo, uma vez que só é pensado nessa questão quando uma nova crise aparece. As empresas sempre buscam produtividade e redução de custos de modo geral. Agora, com a tarifa extra de energia, o investimento em eficiência energética torna-se mais necessário, uma vez que os custos deste recurso serão inflacionados, impactando os orçamentos atuais.

O estudo do Sebrae indica que os setores que usam máquinas e equipamentos na produção, especialmente na pequena e média indústria, tendem a ser os mais afetados. Portanto, com o crescimento inevitável nos custos de energia, a saída é avançar em eficiência energética. Para isso, é fundamental diagnosticar os pontos de desperdício para identificar onde realizar as manutenções, ampliar o uso de luz natural, utilizar geração própria de energia, dividir o sistema de iluminação em circuitos, entre outros.

Atualmente já existe tecnologia capaz de medir a qualidade de energia, totalmente acessível para as pequenas e médias indústrias. As empresas brasileiras estão atentas aos novos desafios do mercado e, por isso, têm desenvolvido equipamentos cada vez mais sofisticados para realizar medições complexas de forma rápida, precisa e segura. Além de equipamentos, a cada dia são disponibilizados novos conjuntos de acessórios e softwares para auxiliar no trabalho com as próprias ferramentas, facilitando assim o uso desses instrumentos em qualquer situação de medição de qualidade de energia .

Somente entendendo e atuando na origem do desperdício de energia é possível tomar decisões inteligentes sobre formas eficientes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos. No final das contas, a melhor maneira de lidar com a crise energética e utilizar a energia de forma eficiente, por meio da conscientização, do investimento em conhecimento na divulgação dos benefícios da aplicação das energias renováveis e inovação tecnológica. Com isso, será possível projetar um crescimento de mercado sustentável no país.
General Manager Latin America da Fluke do Brasil*

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Antonio-BritoPor Antonio Carlos Brito*

A pandemia impactou a economia de forma heterogênea. Enquanto vários setores sofreram perdas, o e-commerce brilhou. Uma pesquisa realizada pela Neotrust, mostra que o segmento continua em um ritmo de crescimento no Brasil. O levantamento indica que foram realizadas 78,5 milhões de compras online no primeiro trimestre de 2021, representando um aumento de 57,4% em comparação ao mesmo período de 2020. Em termos de receitas, o comércio eletrônico registrou um faturamento de R$ 35,2 bilhões entre janeiro e março de 2021, aumento de 72,2% na comparação com o ano passado.

A necessidade do isolamento social como medida para evitar o contágio do novo coronavírus promoveu uma procura ainda maior pelas compras virtuais. Mas essa não é a única explicação para o crescimento dessa modalidade de compra.

Os consumidores têm buscado atendimento personalizado, instantâneo, previsível, livre de obstáculos e claro, que tudo seja “bom, bonito e barato”. Eles querem entregas no mesmo dia e em poucas horas. É natural que seja assim para quem está habituado a ler e receber filmes com apenas um clique. Aliás, esse comportamento foi identificado pelos bastiões do comércio eletrônico brasileiro. Não à toa, temos visto uma corrida no mercado para ver quem é o melhor na estratégia “entrego no mesmo dia e sem custo”.

Essa mudança de hábito dos clientes vem obrigando as empresas a se reinventarem, a fim de garantir um nível maior de eficiência do e-commerce, assegurando assim, a satisfação do usuário. Mais do que colocar o produto na vitrine (mesmo que no ambiente virtual), as companhias precisam criar meios para que o produto chegue até a alma do consumidor. Para atingir esse objetivo, as organizações podem seguir os princípios presentes na Logística 4.0, fazendo da tecnologia o centro das suas estratégias de negócios para otimizar os processos logísticos: rede, capacidade analítica e inteligência artificial, integração, IoT, gêmeos digitais, entre outras.

Maior agilidade e eficiência operacional

Dentre os principais objetivos de implementar os conceitos de Logística 4.0, posso destacar o uso de big data para análise e predição de demanda e IoT para rastreamento de cargas dentro e fora dos armazéns, do momento que a mercadoria deixa o fornecedor até o instante em que o produto chega na mão do consumidor.

A gestão dos armazéns é um ponto crítico do processo logístico e graças à tecnologia, os gestores agora podem ser mais ágeis na execução das suas tarefas. Por exemplo, eles podem usar leitores de RFID para identificar, contar ou separar produtos. Podem também fazer uso de Digital Twin (conceito que consiste na representação virtual de um objeto, produto ou processo) para realizar simulações de armazenamento nas dependências da empresa, no embarque e despacho, além de cenários de entregas para as transportadoras.

De olho da logística reversa

Quem, nessa pandemia, não recebeu um produto errado ou com defeito em casa? Com recomendação para que a população não saia de casa, trocar um produto que não agradou se tornou um desafio extra para clientes e empresas. Neste contexto, a cadeia logística adaptou-se para receber itens de volta.

Enquanto a logística possibilita que produtos e mercadorias sejam enviados aos consumidores em qualquer parte do mundo,  a logística reversa faz o caminho inverso: leva da casa do consumidor ao centro de distribuição aquele produto que não corresponda com a aquisição, ou que tivesse sofrido avaria no transporte, ou ainda, que o consumidor não queira mais. Os centros de distribuição, por sua vez, também precisam de reformulação e o primeiro passo é ceder espaço para centros menores e mais próximos aos consumidores, promovendo entregas mais ágeis, feitas por entregadores a pé, em bicicleta, motocicleta ou por veículos menores (VUCs) e integrados com a estratégia de logística reversa para coletar produtos e objetos.

Por fim, não é uma jornada simples. Há obstáculos nesse caminho, mas a evolução está sendo construída. O digital e o físico convergem no novo Varejo. A tríade processo-organização-sistemas é o ponto de partida. A tecnologia embarcada na Logística 4.0 habilitará um novo e mais elevado nível de eficiência, produtividade e serviço para atender as mutantes demandas dos clientes inseridos neste novo Varejo.

Sr. Principal, Digital & Value Engineering Latam na Infor*

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IMG-20200622-WA0010Por Sivaldo Nascimento*

Medida judicial assegura Redução do Débito Tributário já acumulado e Menor Carga Tributária sobre o faturamento.Julgamento recente do STF – RE 574.706 – trouxe importante ferramenta que permite expressivos benefícios aos contribuintes.-Para os devedores, permite importante ferramenta para redução do débito.

-Àqueles que não têm débito junto à Receita Federal é possível cobrar valores pagos à maior em razão do reconhecimento de erro no cálculo dos Tributos.

-Para TODOS no Lucro Presumido e Lucro Real, assegura a redução da Carga Tributária

Referido julgamento permite:Com o Julgamento do RE 574.706, o STF reconheceu erro da Fazenda Nacional em alargar a base de incidência de tributos cobrando, indevidamente, imposto sobre imposto e, com isso, viabilizou a revisão de débitos em aberto ou a restituição de pagamento à maior.

Para o faturamento Local:

-Exclusão do ICMS das bases de Cálculo do Pis e da Cofins

 -Exclusão do PIS e da Cofins das próprias bases de cálculo

-Exclusão do ICMS das bases de cálculo do IRPJ e da CSLL (lucro presumido)

-Exclusão do ISS das bases de cálculo do PIS e da Cofins

Para Importadores:

-Exclusão do ICMS-importação das bases de Cálculo do Pis e da Cofins-importação

 -Exclusão do PIS e da Cofins-importação das próprias bases de cálculo

É possível restituir valores pagos à maior desde 02/2017, sendo importante ferramenta para reforço de caixa.

Tais medidas permitem ainda a redução da Carga Tributária sobre o faturamento melhorando assim a margem de contribuição da Empresa.

Importante mencionar que, para os devedores, já está pacificada no STJ matéria que determina a exclusão dos juros de mora de 1% a.m. sobre a atualização do débito, mantendo exclusivamente a Taxa Selic para juros e correção monetária e ainda a limitação de multa de mora ao percentual de 20%, permitindo expressiva redução do débito.

Mais informações: www.advnascimento.com.br

CEO da Gonçalves & Nascimento*

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image006Por Erick Rodrigues*

Se antes os fatores por trás do fracasso de uma empresa estavam muito associados a questões econômicas, agora, com a mudança de comportamento da sociedade, os aspectos sociais ou ambientais de uma organização tornaram-se extremamente importantes para o sucesso e a solidez de qualquer companhia. Empresas que não contam com propósitos visíveis, tornam-se referências negativas ao seu público-alvo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Union e Webster, 87% da população brasileira prefere adquirir produtos e serviços de empresas sustentáveis. Mas, como promover a sustentabilidade nas empresas?

De modo geral, toda empresa precisa priorizar objetivos sociais, ambientais e econômicos. Quando falamos sobre questões ambientais nas empresas, por exemplo, precisamos ter em mente as boas práticas internas de redução e reutilização de insumos, a reciclagem no descarte e a redução do consumo de energia e de água.  Desta forma, é muito comum que as companhias correlacionem os seus objetivos com a agenda 2030 das Nações Unidas, documento criado em 2015, centrado em 17 objetivos para formar uma sociedade globalmente sustentável. Esses objetivos reúnem temas como fome, pobreza, educação, igualdade, clima, consumo, entre outros.

A relevância dessas metas traçadas pelas empresas está muito conectada a sua sobrevivência no mercado. Se os aspectos sociais ou ambientais de uma organização não são claros para todos os clientes, fornecedores, entidades governamentais, colaboradores e outros stakeholders, a sua empresa pode se tornar uma referência negativa no mercado.

Primeiros passos para a sustentabilidade nas empresas

Para que uma empresa se posicione como socialmente responsável, é preciso conhecimento, realização de autoanálise social (quem são os funcionários, entorno, clientes), ambiental (aspectos e impactos significativos), recursos e boa intenção. Além disso, o conhecimento é a chave para otimizar as ações sociais e ambientais.

A FUCHS, por exemplo, conta com um programa, o FUCHS 2025, que apresenta seis iniciativas, sendo uma delas específica para a sustentabilidade. Essa iniciativa está desdobrada em 10 projetos conduzidos por especialistas de diversas unidades. Os projetos têm objetivos claros e ajudam a conhecer a empresa em nível global, mapear a esfera de influência e oportunidades sociais, ambientais e econômicas. Existe ainda um projeto chamado sistemática do cálculo de emissões de CO2 e sua gestão, que não somente padroniza as métricas de cálculo, mas também a sua gestão, possibilitando compartilhar boas práticas e ações de melhoria na empresa.

Desta forma, é importante que as ações sociais, depois de traçadas pelas companhias, sejam organizadas para facilitar sua replicação em outras unidades. Aos poucos, é possível promover o autoconhecimento para potencializar ações internas e externas dentro das empresas. Lembrando que, essas diretrizes funcionam em caráter de orientação e dependem de engajamento de toda a cadeia a fim de promover o impacto desejado.

Como mensurar os impactos de sustentabilidade nas empresas?

Empresas que traçaram ações de sustentabilidade, a longo prazo, conseguem colher resultados muito positivos. Existem impactos menos mensuráveis como os sociais, mas, alguns como o de sustentabilidade ambiental, por exemplo, podem ser medidos com mais facilidade. Ao entrar no detalhe de cada ação, a diferença está no planejamento. Quando a decisão de agir é tomada, é necessário definir se trata de uma ação pontual ou contínua, se a iniciativa busca o engajamento máximo e está direcionada a quem mais precisa de fato. Isso não somente ajuda na motivação de participar, como permite, no final de um período, medir de fato o que foi alcançado.

No entanto, não é simples avaliar o cenário brasileiro nesse aspecto. Além de ser um país de dimensões continentais, cada setor no Brasil conta com a sua particularidade. Mas, o que muitas empresas têm em comum, é a demanda pela especialização no tema. Atualmente, podemos contar com setores que demonstram e enfatizam a sustentabilidade como o de cosméticos e automotivo, uma vez que o mercado passa a identificar esses aspectos como relevantes para enxergar valor nos produtos comercializados.

O tamanho do Brasil conta com a vantagem de atrair empresas multinacionais, o que possibilita um nivelamento do tema por meio do “intercâmbio de especialização”. De fato, está cada vez mais comum as organizações criarem uma estrutura interna para focar em sustentabilidade. Quando uma empresa se dispõe a mapear os aspectos e impactos, os colaboradores e a sociedade como um todo são afetados por meio do consumo racional de recursos, que, automaticamente, criam uma gama de efeitos que estão interrelacionados. O papel dessa estrutura é estudar esse inter-relacionamento direto ou indireto. A questão da sustentabilidade nas empresas comprova que, além de potencializar ganhos econômicos, também auxilia na reputação, conhecimento e evolução como empresa.

Coordenador da Qualidade e Meio Ambiente da FUCHS*

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Fernando Sandri_baixaFernando Wagner Sandri*

 A preferência pelo papel pode ser relacionada ao contato ancestral do ser humano com a árvore, que sempre foi a base para seu aquecimento, proteção, manutenção da biodiversidade e ajuda na sua própria sobrevivência. Todo esse ciclo e o aprendizado histórico continuam em nossa mente. Sabemos, intuitivamente, que tudo que vem da árvore é bom – incluindo as embalagens de papel.

Para nosso setor, como em tantos outros, é em momentos de crise – como nesta pandemia – que surgem as melhores soluções para atender novas necessidades, e de forma urgente. As formulações típicas dos materiais começam a sofrer pressões na busca por alternativas: onde havia fibra de pinus, passa a entrar fibra de eucalipto. Onde havia fibra química, entra a mecânica. No lugar da fibra virgem, entra a fibra reciclada e a fibra originada no pós-consumo. Felizmente, o papel tem a capacidade de atender uma gama múltipla de utilizações em embalagens, por meio de um conjunto de formulações de fibras e aditivos que podem reforçar determinadas características necessárias a cada projeto.

Com suas propriedades físicas, químicas e visuais, ele permite aplicações tão amplas que o conjunto de soluções se torna impressionante. As fibras de eucalipto estão cada vez mais presentes em papéis para embalagens e praticamente todas as embalagens de papel coletadas são recicladas prontamente no Brasil. Com isso, a reciclabilidade de embalagens tem favorecido projetos de economia circular e logística reversa, e, atendendo à crescente demanda, surgem novos produtos em papel com material reciclado e de alta performance nos processos de impressão e envase.

Entenda o ciclo do papel

Para ampliar a capacidade de reutilização do papel em um novo ciclo produtivo, as unidades industriais têm se preparado cada vez mais para receber e processar materiais pós-consumo com eficiência na recuperação de fibras. Embalagens de papel podem ser recuperadas em sua grande maioria.  Embalagens tipo longa vida, copos de papel, sacolas de papel, caixas papel de presentes, diversos artefatos de papel como tubetes, entre outros, podem ser reciclados. A separação de fibras celulósicas de embalagens de múltiplas camadas que contenham plásticos hoje é uma realidade.

A inovação em novos sistemas de captura de embalagens de papel para um viável caminho de logística reversa é um imenso desafio. O Brasil é um país continental com 5.568 municípios com características regionais distintas, e por isso há a necessidade de um diálogo contínuo com os diversos atores da cadeia de embalagens para dar continuidade ao processo de retorno do papel à indústria.

Inovar no design de embalagens de papel é desafio

Por fim, destaco o desafio de prover soluções que permitam inovar no design das embalagens. Hoje, a indústria gráfica trabalha com sistemas de impressão offset, corte e vinco, dobradeiras e coladeiras integradas, oferecendo um portfólio de embalagens ao mercado nacional, em sua maioria, em formato de hexaedro, com raríssimas variações em outros tipos de poliedros. Sair do “quadrado” exige um esforço maior.

Ao pensarmos em fazer algo redondo, por exemplo, percebe-se que os processos industriais não estão preparados para fazê-los em grande escala. Somente com projetos integrados, com participação de múltiplas empresas participantes da cadeia de valor da embalagem, será possível superar essa barreira da geometria e propor inovações.

Creio que a nossa tarefa é melhorar a eficiência do papelcartão em novas faixas de gramatura, com ganho de rigidez, uso de material reciclável quando aplicável, propondo novas barreiras, novas estruturas, inovando e aperfeiçoando o ciclo de vida das embalagens em prol de um mercado futuro sustentável em que todo potencial de utilização da árvore demonstre seu valor.

*Engenheiro químico, conselheiro da ABTCP, diretor Técnico do Sinpacel/PR, conselheiro da ABRE e diretor de Tecnologia da Ibema.

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unnamed (2)Por Rilson Silva*

Assim como o mercado agroindustrial, a mineração é uma locomotiva econômica para o Brasil, uma vez que o país é um forte exportador de commodities e o minério se faz presente nas mais diversas áreas. Para se ter uma ideia, somente no primeiro trimestre de 2021, o setor teve um faturamento de R$ 70 bilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). O que poucos sabem, no entanto, é que os lubrificantes exercem um papel fundamental para o desenvolvimento da atividade mineradora.

Quando falamos em mineração, nos referimos a equipamentos de grande porte, com desgaste excessivo e cargas extremas. Neste sentido, a utilização de lubrificantes de alta performance, além de reduzir custos operacionais, garante a vida útil, evita a deterioração do maquinário e previne graves acidentes, mantendo maior disponibilidade operacional.

As principais aplicações dos lubrificantes na atividade mineradora

No segmento de mineração, as aplicações de lubrificantes vão desde equipamentos móveis, na extração do minério, passando pelos motores elétricos e à combustão, até nos equipamentos estacionários que transformam o minério no produto final. Entre todas estas opções, existem lubrificantes específicos para cada uma delas e usar produtos de performance corretamente significa aumentar confiabilidade e eficiência do equipamento e até mesmo reduzir o intervalo de lubrificação e disponibilidade. Seja para engrenagens, motores, transmissões, correias, cabos de aço, sistemas hidráulicos, pinos, buchas, juntas ou até mesmo fluídos de refrigeração, os diferentes tipos de lubrificantes exercem funções particulares que possibilitam o funcionamento de cada equipamento.

Na atividade mineradora, além de exercer a função tradicional de reduzir o atrito entre as peças, os lubrificantes são responsáveis, em alguns casos, por auxiliar na refrigeração de peças, fazendo a troca de calor entre equipamento e ambiente. Estas funções são essenciais para garantir que o equipamento não sofra uma deterioração precoce e, consequentemente, exija gastos superiores durante o processo de mineração.

O impacto da manutenção preventiva para o processo produtivo

Maquinário quebrado é sinônimo de prejuízo em todos os setores da indústria. No segmento de mineração isso não é diferente. Na verdade, é ainda maior, dado o alto custo dos equipamentos. Por conta disso, realizar a manutenção preventiva das máquinas evita, não só que o processo de produção seja interrompido por possíveis danos a estes equipamentos, mas gastos elevados com consertos desnecessários.

Desta forma, a manutenção preventiva e correta dos equipamentos se faz necessária para execução da atividade mineradora. Optar por produtos de qualidade com o suporte técnico do fabricante do lubrificante é sempre a melhor maneira de evitar problemas maiores. Ou seja, utilizar lubrificantes de performance adequada faz com que o processo produtivo seja mais econômico e sustentável e os valores iniciais transformem-se em investimentos a médio e longo prazo.

Coordenador da Divisão de Mineração da FUCHS*

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Antonio-Wrobleski.foto-de-LucasDantasGueiros*Antonio Wrobleski

Com todos os desafios enfrentados no ano da pandemia, alguns setores se sobressaíram e seguem em projeção de crescimento, como é o caso do e-commerce. Segundo pesquisa realizada pela DHL, líder mundial em transporte expresso e logística, o segmento deve crescer 17% ao ano no Brasil até 2021, aumentando significativamente os processos de logística. Ao mesmo tempo, profissionais da área acreditam que os avanços tecnológicos são as principais tendências nas entregas, facilitando as operações e simplificando o mercado.

De acordo com dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), publicada em agosto deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da receita total de R$1,6 trilhão, o setor de ‘Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio’ representam a maior fatia, cerca de 30% do total. Em contrapartida, existem algumas questões relacionadas à sustentabilidade nas perspectivas para 2021, principalmente com relação à mobilidade. As empresas logísticas precisam rever seus impactos, repensar seus modelos de atuação, optar por meios viáveis aos envolvidos e escolher formas mais acessíveis e sustentáveis.

Nós somos uma empresa verde, economizamos, no mínimo, 12% de óleo diesel. Quando você roteiriza, busca as melhores formas. Evita passar por determinados lugares que não precisa e faz economia em consumo. A logística verde ou logística ambiental deve fazer parte da expansão do setor para o próximo ano, a partir de medidas e políticas sustentáveis que visam reduzir o impacto ambiental causado pelas atividades do setor. Uma moto polui mais que duas vezes e meia que um automóvel. Agora bike não, bike é tudo. Então mobilidade é isso. Como você implementa? Olha que interessante, como eu sigo essa bike? Com o celular, aplicativo. Eu tenho um app que faz o tracking na bike, a partir da tecnologia. Isso é mobilidade, economia verde e menos floresta derrubada e assim por diante.

A partir de cada contexto e das necessidades de cada empresa logística, o mais importante para 2021 é focar na redução de emissões e optar por transportes e combustíveis menos poluentes. Esse é o conflito existente entre expansão do mercado logístico e a necessidade de planejar e executar ações mais sustentáveis, soluções que favorecem tanto o segmento quanto a natureza. Não há crescimento sem conscientização ambiental, ainda mais no atual momento. A união entre as novas tecnologias, economia e consciência ambiental é uma necessidade urgente da década, além de proporcionar vantagem competitiva frente aos concorrentes, alinhada às tendências e projeções do mercado.

*Presidente do Conselho de Administração da Pathfind.

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Alessandra-Zambaldi*Por Alessandra Zambaldi

O plástico filme é extremamente prático e serve como um verdadeiro aliado na rotina dentro do lar, principalmente na cozinha, sendo ideal para embalar alimentos e conservá-los por mais tempo – com o uso de produtos que contém ativo bactericida – além de também ser muito utilizado em embalagens para preservar a qualidade de alimentos frescos nos supermercados.

Além disso, aditivos que inativam o Sars-Cov-2 inseridos ao material permitiram que diversos objetos e superfícies com as quais as pessoas têm contato diário em lugares públicos e em suas casas oferecessem uma barreira extra de segurança contra a doença. Este é o caso do Alpfilm Protect® que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas graças à presença de micropartículas de prata e que, com a pandemia, passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus.

Com os diversos usos desse material, principalmente neste último ano, é fácil associá-lo ao montante de outros que contribuem para a poluição do meio ambiente, entretanto poucos sabem que o plástico filme PVC, como é chamado, pode ser reciclado em pontos de coleta seletiva e retornar ao dia a dia em forma de solas de sapato, tapetes, pisos, mangueiras, manoplas e vários outros produtos.

Com isso, apesar da alternativa viável e positiva de reciclagem, hoje ainda não é possível que o plástico PVC retorne ao dia a dia em forma de um novo plástico filme, pois, o produto possui contato direto com alimentos. Isso ocorre porque, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é autorizado somente o uso de material totalmente novo (também chamado de “virgem”) para confecção de embalagens que terão contato direto com os alimentos, exceto o polietileno tereftalato, conhecido como PET.

Ainda assim, vale lembrar que os aspectos positivos da reciclagem do plástico filme vão além da reciclagem única, já que o PVC é um material flexível, podendo ser reciclado diversas vezes sem nenhum problema, retornando ao dia a dia.

Principal gargalo

O alto número de indivíduos no mundo nos coloca em situação grave frente aos recursos naturais e revela um esgotamento próximo nas próximas décadas. Uma das maiores soluções para o excesso de resíduos gerados por esse alto consumo é a reciclagem.

Apesar disso, o número de reciclagem do plástico PVC no Brasil ainda é distante do ideal. Segundo pesquisas encomendadas pelo Instituto do PVC nos últimos anos, o percentual de reciclagem foi em torno de 18%.

E o problema é bem maior quando analisamos o índice da simples coleta de lixo no Brasil. Segundo a pesquisa realizada pela Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), veiculado na Agência Brasil, cerca de 18 milhões de brasileiros não têm coleta de lixo próximo às suas casas e apenas 3,85% dos resíduos são reciclados.

Outro problema que impede o maior uso de recicláveis é a tributação às indústrias que utilizam plásticos pós-consumo, já que seus produtos apresentam uma carga tributária maior do que aqueles fabricados com matérias-primas “originais”.

O que não faz sentido, no momento em que tais empresas deveriam receber incentivos por atuar juntamente com propostas sustentáveis.

Tudo isso evidencia que um dos principais gargalos ambientais do Brasil é a pouca administração dos resíduos, pouco incentivo à reciclagem e má distribuição de postos de reciclagem e coleta seletiva, estas, ainda em falta na grande maioria dos municípios do país.

*Diretora de Comércio Exterior na Alpfilm

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pexels-tima-miroshnichenko-5717512Por Camila Sass e Letícia Gheno Baldissarelli*

O tema DIVERSIDADE se tornou um dos mais importantes dentro das organizações. Cada vez mais os stakeholders ficam de olho nas atualizações das empresas quanto às tendências e atualizações do mercado, uma delas sendo o engajamento em incorporar mais diversidade dentro das companhias.

Uma pesquisa feita pela Page Executive mostrou que a presença das mulheres em cargos de liderança cresceu 20% em 2020, saltando de 30% em 2019 para 37% ano passado. Mas afinal, como incentivar as mulheres a conquistarem, cada vez mais, as posições de liderança?

Para isso, é importante se apoderar de alguns conceitos e práticas. Abaixo, listamos quatro das mais importantes.

Liderando a si mesma

Liderar a si mesma significa entender os pontos positivos e negativos e abraçar ambos. É saber suas fortalezas e também lutar com nossa impostora interna, que nos impede de chegar em lugares que desejamos ou fazer coisas que gostaríamos de fazer.

Seja dona da sua carreira

O que queremos oferecer de bom para o mundo e para nós mesmas? No caminho para tentar identificar esse propósito, temos a necessidade de autoconhecimento, desta vez seguindo a abordagem de olhar para nós mesmas quando crianças, tentando identificar possíveis talentos, coisas que fazíamos muito bem e com muita facilidade e que, se desenvolvidas através da prática, poderiam se tornar habilidades importantes na vida adulta.É preciso ter clareza sobre nossos pontos mais fortes, valorizar nossa trajetória, compartilhar as vitórias que temos ao longo do caminho e comemorar cada pequena conquista. É importante fazer bom uso das redes sociais, identificando em qual rede nosso público-alvo está, não esperar feedback para melhorar e pensar em nós mesmas como uma marca.

Seja líder

Em um estudo realizado para entender gestores e suas ações, o Google concluiu que líderes têm papel determinante no desempenho, satisfação e retenção de colaboradoras(es). Logo, se a pessoa colaboradora não produz como esperado, nem sempre a culpa deve recair exclusivamente sobre os seus ombros.Ser líder é influenciar e desenvolver pessoas, conduzindo-as na busca da solução de algum problema. A diferença entre uma pessoa líder e uma pessoa gestora, é que a gestora foca muito mais em desenvolver processos enquanto a líder foca no desenvolvimento de pessoas. Seja líder!

Invista na imagem profissional

A imagem profissional é tão importante quanto a carreira em si. E, para isso, as mídias sociais são um dos melhores caminhos. A primeira dica para isso é investir em uma boa foto de perfil, que mostre todo o seu rosto, e reflita quem você é profissionalmente. A outra é escrever um texto que traga os principais pontos da sua trajetória profissional. Além de ter um perfil 100% preenchido, o que apresenta mais chances de reconhecimento.Aposte também nas recomendações. No LinkedIn é possível escrever recomendações sobre colegas de trabalho assim como recebê-las. Os depoimentos ajudam a rede a saber melhor sobre você como profissional “da boca” de quem já trabalhou com você.

Ao olhar para todos os tópicos, notamos que ser líder é muito além do que apenas gerenciar um time, mas sim, ter conhecimento próprio, do que queremos fazer, de quem queremos ser e entender como tudo isso se conecta, para então, ser possível desenvolver as pessoas da melhor forma possível.

Desenvolvedoras e membros do Comitê de Diversidade e Inclusão na BossaBox*

Imagem: Tima Miroshnichenko

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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