Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

07A Mitsubishi Electric do Brasil já entregou mais de 20 mil certificados em 23 cursos de sua plataforma de treinamentos gratuitos à distância, desde fevereiro de 2021. A organização já vinha investindo, desde 2017, na oferta de cursos presenciais, formando cerca de mil alunos por ano. Com a chegada da pandemia, o modelo foi adaptado para EAD, atraindo milhares de pessoas em busca de conhecimento sobre automação industrial.
Inicialmente, os cursos eram ministrados nas escolas técnicas e universidade e, posteriormente, passaram a ser feitos nas instalações da Mitsubishi Electric, em Barueri (SP).

Hélio Sugimura, gerente de marketing da Mitsubishi Electric Brasil, comenta que muitas pessoas, contudo, tinham interesse pelas formações e não conseguiam comparecer presencialmente. A possibilidade de realizar os cursos de forma on-line ampliou o acesso a engenheiros, técnicos e para o público geral.

“Ampliamos nossa cobertura geográfica, oferecemos flexibilidade de horário e recebemos diversos depoimentos de alunos de outros estados e até de outros países de língua portuguesa, como Portugal e Angola”, conta Sugimura.

Thiago Turcato, gerente de suporte técnico e de treinamentos, explica que os cursos surgiram da necessidade de transformar a teoria em prática e que, no estudo para o formato on-line, foram priorizadas as simulações. “A proposta é pegar uma máquina, embarcar uma simulação em um software e, a partir disso, desenvolver exercícios. Com isso, o aluno tem um software demo que simula o real e, em termos de aprendizado, tem uma experiência muito mais rica”, destaca Turcato.

O engenheiro mecânico Otávio Basílio, de Belo Horizonte, Minas Gerais, é um dos alunos que têm aproveitado a plataforma de cursos para se atualizar e aplicar o conhecimento. “Como consultor, a minha atuação é multidisciplinar. Com a experiência, você adquire conhecimento, mas sempre fica faltando informação. O primeiro curso que fiz foi o Inversor de Frequência e agora já fiz todos os cursos, tanto do módulo Iniciante quanto do Básico e do Intermediário. Também participo dos webinars e do Digital Talks”, comenta.

De olho no mercado de trabalho

Os cursos da plataforma EAD da Mitsubishi Electric Brasil também servem como atividades extracurriculares em muitas universidades e colégios técnicos. “Ainda existe uma grande dificuldade de inserção no mercado por falta de experiência. O que nós provemos para essas pessoas é uma certa experiência, é algo adicional, que vai contribuir para que elas tenham mais oportunidades no mercado de trabalho, com sucesso”, acrescenta Turcato.

Os cursos também são muito procurados por profissionais que buscam uma recolocação no mercado de trabalho. “Os cursos sempre foram abertos a todos os interessados, não importa se é um jovem aprendiz ou um profissional em busca de atualização. E o mercado também gosta muito, porque sabem que poderão contar com profissionais com conhecimento nos equipamentos”, aponta Sugimura.

Atualmente, a plataforma EAD disponibiliza 23 cursos gratuitos, entre os níveis Iniciante, Básico e Intermediário, com entrega de certificado após avaliação. A cada dois meses um novo curso é inserido na plataforma, e os temas são definidos a partir da demanda do mercado pelos produtos e lançamentos.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

irecAs mudanças climáticas são o maior desafio do nosso tempo. Para reverter essa situação, é indispensável a contribuição da sociedade civil na adoção de medidas que ajudem a mitigar esses efeitos no planeta. Diante desse cenário, e ciente de seu compromisso para com os princípios do ESG (sigla em inglês para Social, Ambiental e Governança), a BASF, cada vez mais, vem trabalhando em diversas frentes com foco na sustentabilidade, de processos produtivos a criação de soluções e produtos que desempenham papel crucial na redução das emissões. Frente a isso, a companhia dá mais um passo em direção à sustentabilidade e obtém um dos mais importantes certificados globais sobre matriz de energia renovável: I-REC.
Emitido no Brasil pelo Instituto Totum, o International Renewable Energy Certificate (I-REC), é uma plataforma internacional que possibilita a transação de certificados de utilização de energia renovável, sistema por meio do rastreamento de características ambientais relacionadas a energia. No Brasil, seis das oito unidades produtivas da BASF já possuem essa acreditação, além do site de Concón, no Chile. As unidades fabris passam a ter o selo de consumo de energia renovável em seus processos, incentivando a produção de energia elétrica na região com menor emissão de CO₂. As demais operações no Brasil e na Argentina seguem o mesmo caminho para obtenção dessa importante certificação.
“A obtenção do certificado I-REC, por meio de uma das ações da iniciativa da empresa que busca o alinhamento da América do Sul com as metas globais de emissão chamada Energy Transformation, assegura que estamos consumindo energia renovável para continuar crescendo em linha com nosso comprometimento em direção à neutralidade climática”, afirma Vera Felbermayer, vice-presidente de Gestão de Sites, Operações e Suporte Digital para a BASF América do Sul.
Em 2021, as energias renováveis representaram 16% da demanda mundial de energia da BASF. Até 2030, a empresa estima que 100% de sua demanda global de energia referente ao ano 2021 será obtida a partir de fontes renováveis e tem como meta reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 25% em comparação a 2018, mantendo sua outra meta de emissões líquidas de CO2 zero, globalmente, até 2050.
Para vivenciar na prática seu propósito de criar química para um futuro sustentável, a companhia se desafia diariamente para estabelecer e perseguir grandes e desafiadoras metas globais em toda a cadeia de valor. Frente a isso, 40% do investimento anual global da BASF em pesquisa e desenvolvimento é direcionado para evitar e reduzir emissões de gases de efeito estufa, melhorar a eficiência energética e de recursos e otimizar processos.
Entre as diversas iniciativas internas implementadas pela BASF na América do Sul para promover a eficiência energética está o programa Triple E (Excellence in Energy Efficiency), cujo objetivo é melhorar os níveis de consumo energéticos e de sustentabilidade, além de aumentar a competitividade da companhia. Essa iniciativa interna levou a empresa a ser a primeira indústria química certificada pela ISO 50.001 de Eficiência Energética no Brasil e a primeira grande indústria química do Chile.
“Já está em nosso DNA o foco em consumo consciente de energia. Sob o Triple E, foram mais de 450 oportunidades de melhoria identificadas resultando num expressivo aumento de eficiência energética; agora com o certificado I-REC, reforçamos nosso compromisso ambiental e asseguramos que o consumo de energia para os demais sites na América do Sul seja oriundo de fontes 100% renováveis”, reforça Patrick Silva, diretor industrial do Complexo Químico de Guaratinguetá & Infraestrutura para a BASF América do Sul.

Foto: WayCarbon

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

artecolaA Artecola completou 74 anos nesta quinta-feira, 5 de maio, com uma celebração vibrante. Clientes, fornecedores, líderes empresariais e políticos, imprensa e acionistas comemoraram em um evento com a energia do reencontro. Na ocasião, o presidente executivo, Eduardo Kunst, apresentou um breve panorama sobre a empresa hoje — que registrou crescimento de 38% em 2021 – e as projeções a longo prazo, para os 100 anos da companhia. A segunda geração da família Kunst, acionista da Artecola, também foi homenageada no evento, realizado na Matriz, em Campo Bom (RS).

O prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi, deu as boas-vindas a todos e enalteceu a trajetória da Artecola. Na sequência, Eduardo Kunst fez sua explanação. Ele destacou que a pandemia provocou distanciamento, mas na empresa, houve a compreensão de que o distanciamento físico não deveria significar distanciamento social. “E assim nos reorganizamos”, ressaltou, citando alguns dos efeitos do coronavírus para a economia mundial, como o colapso na logística internacional e a inflação global acelerada. “Mesmo com reflexos negativos no cenário internacional, crescemos 10% em 2020 e 38% em 2021, e ficamos na segunda colocação como empresa mais internacionalizada do Brasil.”
O executivo também abordou algumas das tendências identificadas no WAC 2022, a conferência mundial de adesivos e selantes de 2022, realizada de 25 a 27 de abril, em Chicago (EUA). “O três temas mais falados, nesta ordem, foram sustentabilidade, sustentabilidade e sustentabilidade”, brincou Eduardo, destacando que a Artecola já está bem alinhada a esse foco e seguirá evoluindo. “Por isso, estamos lançando hoje o nosso Relatório de Sustentabilidade 2021, divulgando de forma transparente o nosso desempenho ESG alinhado com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e com os 10 princípios do Pacto Global.” O relatório pode ser acessado no aqui, na aba sustentabilidade.

TRANSFORMAÇÃO – O momento de grande transformação da Artecola também foi ressaltado por Eduardo, que abordou a criação da nova identidade visual, lançada em outubro de 2021. “Resgatamos a nossa essência, que está vinculada aos conceitos de Artista e de Catalisador. E nesse processo, as Pessoas se mantiveram no primeira ordem de importância. Elas são o centro de tudo, pois somos uma empresa que prioriza as relações humanas”, reforça o Presidente.

HOMENAGEM — A noite teve ainda uma homenagem à segunda geração da Família Kunst, acionista da Artecola. Três dos cinco filhos do fundador Francisco Xavier Kunst estavam presentes: Renato, Livino e Marlene, que receberam lembranças de integrantes da terceira geração da família. Renato Kunst, que foi o presidente da empresa por várias décadas, foi homenageado também com uma placa junto ao “Espaço Fora da Caixa”, área no jardim da empresa usada para reuniões da equipe ao ar livre. Uma reprodução da obra de Ariadne Decker também foi instalada no local.

O arquétipo de Artista foi valorizado com a criação de uma obra pela artista plástica Ariadne Decker. “Reuni oito mãos, que representam as pessoas e, em numerologia, é um número muito especial”, explicou Ariadne. Essas mãos conduzem, na obra, o desenvolvimento de produtos e a energia criativa da empresa, nesse novo momento. “Fizemos questão de trazer a arte para essa data de celebração, porque o Artista é uma de nossas identidades. Já temos outras obras de grandes nomes da região representando períodos da Artecola. Agora queríamos demarcar esse novo momento também através da criação artística”, diz Eduardo.

A ARTECOLA - Com 74 anos, a Artecola se insere no grupo de menos de 0,5% das empresas brasileiras (dados do IBGE) que alcançam essa maturidade. Na atual estrutura, conta com três áreas de negócios – Indústria, Consumo e Extrusão — com um total de nove plantas produtivas, no Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, México e Peru. A empresa produz adesivos, selantes e laminados termoplásticos para uso industrial, profissional ou doméstico em diferentes setores: calçadista, moveleiro, automotivo, embalagem, gráfico, construção civil e agrobusiness. Mais informações sobre a Artecola e suas linhas de produtos Afix podem ser obtidas no site da Artecola.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Professional middle aged truck driver in casual clothes driving truck vehicle and delivering cargo to destination.Dedicada ao Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho e Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, a data é sinônimo de farol amarelo, um alerta para os recursos humanos das empresas.

Na área de logística não poderia ser diferente. Temos muitos motoristas que arriscam a vida nas vias brasileiras todos os dias e é necessário que as empresas invistam em tecnologias que atuem na prevenção dos acidentes. De acordo com dados do Observatório Nacional de Segurança Viária (Onsv), a cada 15 minutos uma pessoa perde a vida em acidentes de trânsito, além de ferimentos e sequelas em um indivíduo a cada 2 minutos.

Mas como a tecnologia pode ajudar? Segundo Nilson Brizoti, diretor de tecnologia e produtos da Pointer by PowerFleet Brasil – multinacional especializada em mitigar acidentes envolvendo frotistas, a Internet das Coisas (IoT) abre um novo mundo para instituições que trabalham com pessoas atrás do volante.

Como exemplo, ao aplicar uma solução como a Safety, o gestor de frotas conta com uma série de benefícios que chegam a reduzir em 35% a possibilidades de acidentes e avarias durante a rota da logística e em até 65% na gravidade casos.

- Direção responsável: curvas perigosas, freadas bruscas, velocidade acima do permitido. Todos esses comportamentos são um prato cheio para uma colisão. Isso pode ser revelado ao gestor, ou seja, o motorista tem cada passo seu registrado e corrigido, inclusive, com instruções em tempo real. Assim, o RH de uma empresa, por exemplo, pode até beneficiar os melhores motoristas, indicar cursos e reciclagens para aqueles que estão fora do compliance, ou seja, encontrar a melhor forma de incentivo aos motoristas.

- Gestão de fadiga: como monitorar sono ou cansaço de quem está atrás do volante? Existe uma câmera que, além de tirar uma foto, emite um alerta para os responsáveis. Desta forma, os gestores poderão analisar há quanto tempo aquele condutor está ao volante, se precisa descansar ou se há alternativas para prevenir um acidente.

- Manutenção: a tecnologia leva isso ao seu máximo potencial, já que permite uma visão completa sobre o estado físico do veículo: se a caixa de câmbio está comprometida, se a pressão do ar nos pneus está adequada ou até mesmo qual é a rotação do motor. Com esse tipo de informação, um gestor de frotas consegue, assertivamente, programar manutenções, evitar a troca constante de peças, prevenir panes e, com isso, reduzir os acidentes.

A IoT salva vidas, portanto, uma empresa não pode viver alheia às tecnologias que podem mudar todo um rumo de uma história que poderia ser fatal. Segurança e responsabilidade devem ser provenientes das mãos dos empresários, afinal, o exemplo começa de cima.

Sobre Nilson Brizoti: Como Diretor de Tecnologia e Produtos da Pointer by PowerFleet Brasil Nilson é responsável pelo Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento para criar tecnologias para redução de custos, prevenção de acidentes, minimizar riscos e controlar ativos móveis. Possui Pós Graduação em Administração de Sistemas Integrados pela FGV/Eaesp e MBA em Gestão de Operações, Produtos e Serviços pela POLI/USP – Escola Politécnica da USP.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

mitsubishi eletricA Mitsubishi Electric acaba de receber, pela quinta vez, nota máxima na categoria Mudanças Climáticas no ranking elaborado pela organização não-governamental CDP. O ranqueamento com a classificação máxima (A List) aponta o sucesso da política ambiental que norteia as nossas atividades e objetivos comerciais, assim como, a transparência das informações divulgadas pela companhia.

A CDP avalia iniciativas ambientais de empresas e governos com apoio de mais de 590 investidores, que administram fundos mundiais que totalizam US? 110 trilhões.
“Baseadas no documento Visão de Sustentabilidade Ambiental 2050 de 2019, nossas iniciativas ambientais visam proteger o meio ambiente através de ações e tecnologias para proporcionar um futuro melhor para todos. O objetivo é reduzir o impacto ambiental nas cadeias de valor globais, desenvolver produtos e sistemas que economizem energia, reduzindo a pegada de carbono e criando um ambiente global mais sustentável”, destaca Hiroyuki Mizutani presidente da Mitsubishi Electric do Brasil. Em 2021, a ONG também avaliou a nossa política para uso de água, classificada com a nota “A -“, apenas um ponto abaixo da categoria Mudanças Climáticas.

Iniciativas de mudança climática da Mitsubishi Electric:

.Reduzir gases de efeito estufa em todas as cadeias de valor da empresa, desde o desenvolvimento, projeto e aquisição de matérias-primas e produção até a venda, distribuição, uso e descarte, visando emissões líquidas zero de CO2 até 2050;

.Entregar sistemas operacionalmente mais sofisticados para fontes de energia distribuídas e baterias de armazenamento, maior estabilização da rede e transmissão de energia de energia renovável de alta capacidade e alta eficiência para ampla adoção de energia renovável na sociedade;

.Reduzir emissões na produção, introduzindo equipamentos de alta eficiência e IoT, aumentando a taxa de adoção de energia renovável e otimizando a operação de equipamentos, além de desenvolver modelos avançados de economia de energia.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

SILMARAA Fronius do Brasil, subsidiária da multinacional austríaca especializada em soluções para energia solar, soldagem e carregadores de bateria, foi apontada como uma excelente empresa para trabalhar, segundo a pesquisa Trust Index, da consultoria internacional Great Place to Work (GPTW). Este é o segundo o certificado conquistado pela subsidiária brasileira, que obteve o título também em 2019.

Na pesquisa de 2021, a Fronius do Brasil registrou ótimo desempenho nos cinco quesitos avaliados junto aos seus colaboradores: credibilidade, respeito, justiça, orgulho e espírito de equipe. E, apesar do ano apresentar condições de trabalho desafiadoras, foram registradas na empresa avaliações acima da média em algumas áreas.

Segundo Elisabeth Engelbrechtsmüller- Strauß, CEO mundial da companhia presente em mais de 30 países, a pesquisa deste ano, que contou com a participação de outras subsidiárias, surpreendeu pela alta taxa de aprovação dos funcionários. Na pesquisa global, cerca de 80% dos colaboradores consideraram a Fronius como a melhor empresa para trabalhar. No Brasil o índice de aprovação também foi similar, de 79%.

“A certificação Great Place to Work nos deixa muito orgulhosos e felizes de poder participar desse momento que faz parte de uma construção ao longo dos anos”, afirma Silmara Silva, gerente de recursos humanos da Fronius do Brasil. “Cada um dos nossos 107 colaboradores é responsável pelo ambiente de trabalho, pelos desafios vencidos e pelas conquistas”, ressalta a executiva.

“Ser GPTW não é a linha de chegada. É apenas o começo de uma constante jornada de planejamento, aprendizado e desenvolvimento”, conclui Silmara.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

MensagemOs próximos doze meses vão ser incríveis e nós da Editora B2B só podemos desejar a mesma companhia que temos tido ao longo dos últimos tempos!

Agradecemos aos familiares, clientes e amigos de longa data e também a quem sempre acreditou em nós.

Que no próximo ano possamos celebrar a vida sem medos, preconceitos e com
muita, alegria! Às vezes, o que precisamos está tão próximo…

Não basta apenas olhar. É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração.

O primeiro passo para existir é imaginar.

O segundo é nunca se esquecer de que querer fazer é poder fazer, basta acreditar.

Bem-Vindo 2022!!!

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

stemacFrente a um período desafiador para a economia nacional, a Stemac, completa 70 anos em dezembro com motivos para celebrar e projeções otimistas para 2022: nova sede em Porto Alegre (RS), que se consolidará como matriz tributária e de gestão centralizada de suas áreas administrativas, e operação fabril em um espaço de mais de 100 mil m² em Itumbiara (GO), local onde projeta a construção de uma usina fotovoltaica.

Para comemorar a data, a empresa preparou uma campanha especial para o mês, que resgata a trajetória da Stemac e convida seus colaboradores a participarem da celebração de aniversário. Na ocasião, os profissionais receberão um brinde com um convite para postar em suas redes sociais uma mensagem à aniversariante com as hashtags #Stemac70anos #AEnergiaQueNosMove #StemacGruposGeradores. Todas as mensagens postadas serão repostadas nas redes sociais da marca.

A companhia carrega, ao longo destes 70 anos, importantes marcos que a colocaram entre as 20 maiores fabricantes de grupos geradores do mundo. Com mais de 50 operações distribuídas em 24 estados do país e capacidade produtiva de 15 mil unidades por ano, a Stemac iniciou suas atividades em 1951, comercializando acessórios e peças para automóveis importados e pequenos motores a gasolina.

Com o crescimento da demanda por energia segura e confiável, a empresa se especializou na fabricação de grupos geradores de energia, oferecendo soluções eficazes, imediatas e acessíveis, que garantem autonomia energética e ainda permitem baixas emissões atmosféricas, e trazendo como aliados estratégicos os maiores players mundiais.

“Hoje em dia, a possibilidade de garantir autonomia energética para seu estabelecimento comercial, industrial, ou para sua residência, é muito acessível. Além da evolução tecnológica, que permite baixas emissões atmosféricas, o nível de ruído é insignificante. O preço e condições de financiamento dos equipamentos, combinados com os benefícios de ‘não parar’ a atividade empresarial e, acima de tudo, garantir a sua segurança pessoal e patrimonial, asseguram uma relação custo x benefício extremamente positiva”, destaca Valdo Marques, vice-presidente executivo da Stemac.

Movidos a diesel ou a gás, os grupos geradores da empresa entram como “back-up” no fornecimento de energia. É o caso da linha Minigen, disponível em 25 e 32 kVA. A solução é compacta e silenciosa não requer obras de instalação, sendo a opção ideal para proteger empresas ou condomínios de quedas ou grandes períodos de falta de energia, pois tem autonomia para fornecimento de energia por até cinco horas, sem necessidade de reabastecimento.

Já para cargas críticas, em locais onde é imprescindível a alimentação de energia contínua e ininterrupta, os grupos geradores estão disponíveis de 25 a 3125kVA. Também há a linha Duogen, uma opção segura e moderna com dois grupos geradores em um mesmo container que proporcionam maior flexibilidade, funcionando um como emergência do outro, ou em paralelo, compondo uma geração de 1000kVA a 1500kVA.

Entre os grupos geradores a gás, as linhas foram projetadas pensando na praticidade e na segurança. Todos os equipamentos fabricados pela Stemac podem ser controlados manualmente ou de forma automática, permitindo a alternância dos principais parâmetros e grandezas elétricas.

“Desenvolvemos diversos sistemas de controle e proteção que tornam a usabilidade mais eficaz, além de auxiliar o cliente na redução do consumo energético”, complementa Marques.

O vice-presidente ressalta que os geradores a gás funcionam com diversos tipos de gases, como o natural ou o gás de aterro sanitário e tratamento de efluentes, por exemplo, sendo de grande confiabilidade e com baixas emissões atmosféricas.

Sistemas de monitoramento remoto e controle

As soluções em sistemas de geração de energia da Stemac de baixa e média tensão foram criadas com tecnologia avançada, que incluem controles microprocessados integrados.

Empresas das mais diversas modalidades poderão optar pelo STR (Sistema de Transferência em Rampa), cuja tecnologia atua para garantir utilização em horário de pico, sem riscos de interrupção de energia; ou pelo PPR (Paralelismo Permanente com a Rede), para garantir que a manutenção da demanda não exceda o valor definido.

Entre as principais inovações do setor, a Stemac destaca o investimento em aplicativos de supervisão e sistemas de controle dos grupos de geradores, facilitando a monitoração de grandezas elétricas e térmicas.

As ferramentas mais modernas podem ser utilizadas em dispositivos diversos, até mesmo em tablets e smartphones, permitindo controle em tempo real e remoto. Além dessas vantagens, os sistemas desenvolvidos pela companhia realizam o mapeamento com locais estáticos e criam alertas automáticos, ampliando a segurança.

Marques destaca ainda que tais recursos são constantemente atualizados no sentido de acompanhar as diferentes demandas do mercado. “Todos os sistemas desenvolvidos na Stemac são frutos do investimento contínuo em tecnologia e da busca constante pelo aperfeiçoamento ao longo dos 70 anos da empresa, tendo em mente as necessidades particulares de cada cliente.”

Responsabilidade socioambiental

Todos os processos da marca são norteados pelos princípios da sustentabilidade, tendo como foco a oferta de soluções em energia de forma consciente e com responsabilidade social.

“Está em nosso DNA a utilização de tecnologias menos poluentes, bem como a promoção de ações que envolvam toda a comunidade, pois entendemos que atitudes geram mudanças e é fundamental que possamos dar nossa contribuição para as gerações futuras. Em breve, teremos novidades relevantes nesta área. Estamos projetando a construção de uma usina fotovoltaica no Centro-Oeste. O projeto ainda é embrionário, mas já nos orgulha muito”, frisa o executivo.

Com essa missão, em 2011, a Stemac investiu na construção de uma fábrica totalmente autônoma em água e energia. “Utilizamos telhas com lentes prismáticas, que aumentam a iluminação solar, inibindo o calor e os raios solares prejudiciais à saúde. Assim, reduzimos a necessidade de iluminação artificial. Aliada a um sistema natural de troca de ar, essa tecnologia também aumenta o conforto térmico”, afirma o executivo.

Além disso, a Stemac faz investimentos sociais relevantes para a comunidade, entre eles o Natal Luz, o Festival de Cinema de Gramado e o Projeto Pescar, onde jovens em situação de vulnerabilidade participam de atividades promovidas pela empresa, como acesso a cursos profissionalizantes e apoio escolar. Este último, no entanto, está em stand-by por conta da pandemia de Covid-19 e será retomado em 2022.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

gustavokleinPor Gustavo Klein*

Proporcionar uma boa experiência para o cliente. O que isso significa na prática? Significa ter o cliente no centro da operação da sua empresa. Significa ter uma visão do todo que envolve seu segmento e conhecer bem seus clientes. É o tal olhar de fora para dentro: você observa, conversa e ouve seus clientes para então colocar em prática seu plano de ação. Afinal, ele é o protagonista da sua empresa, hoje e sempre, e não somente no Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro.
Mas experiência onde, em qual momento? Em todos os canais e momentos. A experiência do cliente começa no primeiro contato com a sua marca, antes mesmo dele efetivar a primeira compra, seja nas redes sociais, seja em seu site, seja no cafezinho que você oferece na sua loja física – ele não pode estar frio. Tudo deve ser pensando: o que eu quero transmitir e entregar ao meu público?
A relação com o cliente é construída dia a dia. São as suas ações que ficarão marcadas na memória dele e o fará indicar ou denegrir e desistir da sua marca. Segundo um estudo da Deloitte Digital, os clientes costumam comentar suas boas experiências com 9 pessoas. Mas, ao ter uma experiência ruim, este número aumenta para 16. O pior disso tudo é que, além de ir embora, ele pode fazer propaganda ruim sobre sua empresa.
Por isso é tão importante investir em relacionamento e, também, ter enraizado na sua equipe a importância do bom atendimento. Todos, sem exceção, são responsáveis pela experiência do cliente. Não é só o vendedor ou atendente do Suporte.
Facilitar a vida do cliente também faz parte de proporcionar uma boa experiência. A pandemia nos mostrou que a tecnologia é uma grande aliada das empresas e de seus clientes. No seu dia a dia, por exemplo, adotar a assinatura digital pode abrir portas para você contratar fornecedores com muito mais facilidade e rapidez. Você faz tudo on-line.
Já a assinatura eletrônica pode ser usada para protocolar o recebimento de mercadorias. Em vez do seu entregador pedir que o cliente assine um papel, ao receber o produto, ele pode simplesmente assinar na tela de um celular ou tirar uma selfie. Muito mais simples e rápido, não é? E ainda facilita o controle da sua empresa, porque tudo passar a ser digital.
Por fim, vamos recapitular: você e o seu time devem: (1) olhar para fora, para o cliente. (2) Trazer as necessidades dele para dentro – lembre-se de que ele é o protagonista. (3) Resolver as questões e sempre trabalhar em melhorias… E, claro, medir a eficácia das ações. Uma das ferramentas que pode te ajudar nesta empreitada é pesquisa NPS (Net Promoter Score). Você, inclusive, já deve ter sido questionado por alguma empresa: “De 0 a 10, qual a probabilidade de indicar nossa empresa ou produto?
A metodologia do NPS dá a direção para resolver problemas e proporcionar uma melhor experiência. Ela vai te indicar quem são seus clientes promotores, neutros e detratores. E aí cabe a você e ao seu time ouvir todos os respondentes, realizar as tratativas e fazer o seu negócio decolar.

*Gerente de Comunicação e Experiência do Cliente da CertiSign

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Cummins_LinhaProducao21_bxA história da Cummins Engine Company no Brasil tem início da década de 1950, quando a empresa decidiu atuar na América do Sul, por meio de distribuição de seus produtos fabricados nos Estados Unidos. Em 1954, a Cummins abre a sua primeira oficina própria em São Paulo (SP).

Somente em 1971, a Cummins constituiu filial na cidade de São Paulo, adquiriu as fábricas de motores Otto Deutz, em Guarulhos (SP) por US$ 2,9 milhões e, no ano seguinte, a de chassis Magirus, em Simões Filho (BA), quando foi constituída a Cummins Nordeste SA. Em 1974, iniciou a produção de motores em Guarulhos (SP), inicialmente destinados a uso estacionário e de equipamentos de construção; no ano seguinte, a Cummins ingressou no mercado de motores veiculares ao lançar o N-855, de 14 litros, seis cilindros e 240 cavalos de potência. Ainda em 75, a empresa se associou à Caemi – Cia. Auxiliar de Empresas de Mineração, um dos maiores grupos brasileiros do setor de extração de minérios, e passou a deter 51% das ações da nova sociedade, a Caemi Cummins Motores S.A.

Em 1976, a Cummins já era fornecedora oficial (ou a principal) de diversos fabricantes nacionais de máquinas de construção (Clark, Komatsu, Tema Terra, Terex, Villares e Wabco; a estes se juntou a Müller, em 1978). Sua gama de motores industriais e veiculares (todos do ciclo Diesel com seis cilindros em linha) era apresentada em três versões: N, aspirado, com 240 cv; NT, turbo, com potências entre 250 cv e 340 cv; e NTA, turbo com aftercooler (pela primeira vez no Brasil), entre 350 cv e 406 cv.

Em 1980, a produção já ultrapassava 3 mil unidades, sendo 50% destinadas à exportação. Em junho de 1981 foi encerrada a participação da Caemi na Cummins. No mês seguinte, a empresa (agora denominada Cummins Brasil S.A.) iniciou um programa de exportação que propiciou seu primeiro salto de crescimento, elevando as vendas externas a 80% da produção total em 1984.

Em termos absolutos, porém, em função de sua estratégia inicial de concentrar-se na fabricação de unidades de elevada potência, era ainda muito reduzida a parcela do mercado ocupado pela empresa.

Com a introdução de nova família de motores médios e semipesados (Série C, de seis cilindros, 8,3 litros e potência entre 150 cv e 250 cv, dependendo da versão aspirada, turbo e turbo com aftercooler), em 1986, a empresa elevou radicalmente a sua participação no mercado brasileiro. E para acelerar o lançamento, a Cummins adquiriu da Fiat Diesel, que encerrava a sua fábrica de caminhões, a linha de produção de motores herdade da FNM. Também em 1986, iniciou a produção da Cummins Turbo Technologies.

Os primeiros veículos de série a utilizar os novos motores, lançados simultaneamente no Brasil e nos EUA e com 40% menos peças do que os equivalentes do mercado, foram os ônibus Mafersa.

Em ritmo acelerado expansão, a Cummins Brasil introduziu em 1989 a Série B para caminhões na faixa de 14 t – linha de motores médios com quatro ou seis cilindros (3,9 litros ou 5,9 litros) e potências entre 130 cv e 180 cv. Com estas duas famílias, a elevada dependência do mercado externo começou a reverter. Ainda naquele ano, a Cummins Brasil inaugurou o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, responsável por introduzir vários produtos para o mercado latino-americano e outras regiões mundo afora.

Essa tendência de acelerada expansão se consolidou no início da década seguinte, a partir do momento em que a Cummins passou a equipar a linha de caminhões Ford Cargo nacionais (1992), ano em que a empresa lançou a linha de motores movidos a gás natural, e iniciou a participação, como fornecedora de motores, no consórcio modular da Volkswagen Caminhões, em Resende (RJ).

A partir daí sua produção (com índice de nacionalização médio de 85%) avançou ainda mais, atendendo 10% do mercado brasileiro de caminhões em 1995, 12% no ano seguinte e 17% em 1997; em 2004 este indicador estaria em 35%.

Com apenas 25% de nacionalização, no ano 2000, a Cummins iniciou a produção nacional da série ISM, com 11 litros e gerenciamento eletrônico (Interact System M). Também em 2000, iniciou-se a produção da Cummins Filtration e inauguração de uma nova fábrica em Guarulhos (SP). Dois anos depois, a Cummins Brasil deu inicio à produção de geradores de energia, também em sua unidade fabril de Guarulhos.

Além de atender a normas mais rigorosas de controle de poluição, o motor “interativo” (que foi de imediato aplicado aos caminhões International para exportação) continha ferramentas de coleta de dados em tempo real, com 120 itens programáveis, permitindo autodiagnóstico, avaliação de desempenho do equipamento e até corte da potência do motor em casos de falhas graves.

Na sequência ao ISM, que gerava até 405 cv de potência, foi lançado o ISB, com 8,3 l e 330 cv. Na Fenatran de 2003, a eletrônica chegou aos motores médios e semipesados, que passariam a equipar os caminhões Ford e VW a partir do ano seguinte – a família Interact 4 e 6, com os mesmos 3,9 litros e 5,9 litros, porém com nova arquitetura, quatro válvulas por cilindro e o moderno sistema de injeção common rail.

Para 2004 a Cummins desenvolveu a série Euromec III, derivado da série B, um motor “mecânico” (isto é, sem gerenciamento eletrônico) mais barato, para aplicações leves (3,9 l e 120 cv), porém ainda atendendo às exigências das autoridades ambientais brasileiras. Em 2005, também na Fenatran, foram lançados o ISC, versão eletrônica da bem-sucedida série C, com potência elevada para 320 cv, e o Euromec C, o correspondente ao EuroMec II na família C.

Em 2004, ano de seu 30º aniversário como fabricante, a Cummins chegou à marca de 430 mil motores produzidos.

Na edição seguinte da Fenatran, em 2007, a empresa apresentou a série ISL, com 8,9 litros e 400 cv, importada da Inglaterra, com previsão de lançamento futuro no Brasil. Apta a atender as normas Conama previstas para 2009, dispunha do novo sistema de controle de emissões SCR (Selective Catalytic Reduction) a base de solução de água e ureia com catalisador; tinha módulo de controle eletrônico com velocidade de processamento duas vezes maior e opção de freio-motor integrado ao cabeçote, atuando diretamente sobre as válvulas de escape.

A década de 2010 ficou marcada para a Cummins Brasil com a decisão estratégica de diversificar suas atividades industriais e comerciais por meio de Unidades de Negócios, compostas em Motores, Turbocompressores, Geradores de Energia, Filtros (unidade fabril inaugurada em 2011) e Distribuição, sem se descuidar dos novos marcos regulatórios de emissões veiculares, oriundos da Europa, o Euro V, e, na sequência, o Euro VI.

Foi nesse cenário que a Cummins bateu recorde de produção e de vendas de motores, em 2011, ano que precedeu a entrada em vigor do Euro V, em janeiro de 2012. Com as vigorosas vendas em 2011, a Cummins Brasil chegava à marca de 1 milhão de motores em 2012.

Nessa fase, a Cummins inicialmente importava os motores ISF 2.8 litros e 3.8 litros, que – em 2016 – foram nacionalizados.

A partir da metade da década de 2010, a Cummins Brasil – mesmo com o fortalecimento das Unidades de Negócio, mas com céleres movimentações mundiais por sustentabilidade – passou a investir, não só mais em produtos, mas em soluções energéticas para a mobilidade, em especial em eletrificação veicular e células de combustível, lembrando que a companhia – no País – já está pronta para atender ao Euro VI, legislação que deve entrar em vigor no Brasil em 2023.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

novidade máquinas exportação IBGE Perspectivas importação PIB Meio Ambiente Industrial CNI Revista P&S máquina Evento Feira Internacional da Mecânica Pesquisa inovação Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade máquinas e equipamentos Lançamento mercado Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial