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premioceonipponO presidente global da Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation (NSSMC), Kosei Shindo, foi condecorado com o prêmio “Personalidade do Ano 2017″, pela Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ), na semana passada, em cerimônia em Tóquio. O evento contou com a presença do embaixador do Brasil no país, André Corrêa Lago, e do diretor para as Américas da multinacional, Kazuhiro Egawa. O troféu foi entregue pelas mãos do presidente do CCBJ, Celso Guiotoko, em homenagem a contribuição por vários anos no desenvolvimento industrial e econômico do Brasil.

“A nossa empresa tem dado apoio ao Brasil desde a construção da Usiminas, na década de 60. Promovemos ainda o comércio de minério de ferro com empresas como a Vale, além de termos participação na Vallourec Soluções Tubulares do Brasil, no empreendimento voltado a tubos sem costura. Através do seu fornecimento de produtos de aço de alta qualidade e competitivos no mercado, a Nippon tem contribuído com o desenvolvimento da indústria e economia brasileira. Particularmente estou muito feliz por receber este honrado prêmio”, afirmou Kosei Shindo.

O Brasil é o décimo destino dos investimentos externos japoneses. A Câmara de Comércio Brasileira no Japão foi fundada em 2001 com o objetivo de promover o intercâmbio econômico entre os dois países. A instituição, sem fins lucrativos, atua com o apoio da Embaixada do Brasil no Japão. A escolha do premiado, que acontece desde 2009, foi feita pelos mais de seus 100 associados. Segundo Guiotoko, a NSSMC “é uma empresa que acompanha a evolução tecnológica mundial e ao mesmo tempo se preocupa com o desenvolvimento sustentável”.

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Tecnologia e equipamentos do Grupo Air Liquide farão a purificação e liquefação do gás


A Air Liquide acaba de colocar em operação a maior unidade de purificação e liquefação de gás hélio do mundo, um projeto “chave na mão” localizado na cidade industrial de Ras Laffan, no Catar. A capacidade de produção da nova unidade é de aproximadamente 38 milhões de metros cúbicos de gás hélio por ano. As tecnologias de ponta utilizadas pela Air Liquide para purificação e liquefação de gás hélio a temperaturas muito baixas (-269°C) são patenteadas pela Air Liquide. O equipamento de liquefação é o maior do mundo, medindo 20 metros de comprimento e mais de 8 metros de altura. Esta liquefatora de gás Hélio é operada pela RasGas.

A soma da capacidade de produção desta nova unidade com a da unidade já existente no local será de aproximadamente 58 milhões de metros cúbicos por ano, posicionando o Catar como o segundo maior produtor de gás hélio, com 25% da produção mundial atual.

Conforme os termos do contrato de longo-prazo firmado com as empresas RasGas e Qatargas, a Air Liquide irá adquirir 50% do volume de gás hélio produzido por ambas as unidades, a nova e a já existente. O acesso a esta importante fonte de gás hélio posicionará o Grupo como um dos principais players no mercado mundial deste gás.

O início desta operação constitui o próximo passo rumo à estabilidade do mercado de gás hélio. A demanda mundial por gás hélio vem se mantendo em elevados patamares pelos últimos dez anos devido à escassez deste gás no mundo todo. O gás hélio é um produto indispensável para a fabricação de uma ampla variedade de produtos. Dentre os principais, citamos os aparelhos de ressonância magnética, os semicondutores, os cabos de fibra ótica. O gás hélio também é utilizado na exploração espacial, em pesquisas científicas, na produção de air-bags e em mergulhos profissionais em condições hiperbáricas.

Hamad Rashid Al Mohannadi, Presidente CEO e Vice Presidente da empresa Qatar Petroleum (QP) comentou: “A unidade Helium 2, cuja construção teve início em Maio de 2010, é o segundo projeto de gás hélio construído no Catar e estamos felizes de poder relatar que nas mais de 5 milhões de horas-homem trabalhadas para a conclusão deste projeto, mantivemos em zero o índice de horas perdidas por motivo de acidente de trabalho. Alcançar um marco tão notável é a prova evidente do comprometimento assumido pela RasGas de proporcionar e de  manter um ambiente de trabalho seguro num projeto complexo de construção que envolveu milhares de empreiteiros e funcionários.”

François Darchis, Vice Presidente Sênior do Grupo Air Liquide e membro do Comitê Executivo, comentou: “Quero agradecer à RasGas pela sua confiança, bem como agradecer a todas as pessoas dedicadas que serviram de exemplo e contribuíram com a proeza tecnológica de levar o projeto de produção de gás hélio no Catar até a fase em que se encontra hoje. A Air Liquide orgulha-se de poder ter contribuído para este sucesso que vem fortalecer de forma significativa a nossa posição como fornecedores mundiais de gás hélio, bem como a nossa liderança no Oriente Médio.”

Após a descoberta de uma extensa reserva de gás no Campo Norte no início dos anos 70 e da inauguração da Ras Laffan Liquefied Natural Gas Company Limited RL na cidade Industrial de Ras Laffan na década de 90, o Catar deu  inicio ao  desenvolvimento de uma unidade de recuperação de gás hélio a partir das unidades de liquefação de gás natural. Mesmo presente a níveis tão baixos quanto 0,05%, a recuperação do gás hélio é econômica devido à extensão da  reserva do Campo Norte. As empresas Qatargas e RasGas são importantes players nos mercados mundiais de gás natural e gás hélio liquefeitos.

A  Air Liquide emprega 600 pessoas no Oriente Médio. A região oferece crescentes oportunidades de desenvolvimento como resultado dos projetos relacionados a energia e das demandas por novas tecnologias.

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A situação conflituosa no Oriente Médio e as pressões sobre a cotação de petróleo indicam ganhos temporários para o setor da energia alternativa e em especial, o do etanol. Essa avaliação passou a ser realizada pelos produtores do combustível no Brasil quando os protestos nos países árabes, e em particular na Líbia, começaram a empurrar com mais força a cotação do barril e a alimentar temores de que a crise política se dissemine para outros grandes produtores de petróleo do mundo árabe.

Segundo especialistas, na última sexta-feira, dia 25 de fevereiro, o barril de petróleo fechou em US$ 97,00 em Nova York e em US$ 112,14 em Londres.

Quem produz e comercializa etanol no Brasil prevê que se os preços do barril continuarem subindo, os EUA tendem a demandar o etanol brasileiro – algo que só aconteceu duas vezes nos últimos anos, em situações de emergência.

A tarifa de importação de US$ 0,54 por galão em vigor há uma década, que quase veta desembarques do etanol do Brasil, ajudam os fazendeiros americanos que produzem etanol à base de milho e garantem a eles mercado sem a concorrência do Brasil. O País fabrica etanol mais barato à base de cana de açúcar.

Vantagem brasileira

A vantagem do Brasil é que no País as usinas usam bagaço de cana para cogeração de energia, o que torna o etanol nacional mais competitivo nos EUA. Em especial nesses momentos de alta do etanol de milho dos EUA, quando o produto brasileiro também se valoriza no mercado americano.

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No período de julho a setembro a Índia teve crescimento de 8,9% em ritmo anual, o que resulta o segundo trimestre do ano fiscal do país, segundo os números oficiais divulgados hoje (30 de novembro), superando previsões anteriores dos analistas.

Os economistas projetavam um índice de crescimento de 8,2%. A alta trimestral foi motivada por um salto de 9,8% em ritmo anual da produção manufatureira e de 8,8% no setor de construções.

A terceira maior economia asiática também registrou um salto na produção agrícola, que foi de 4,4%, segundo as estatísticas oficiais divulgadas pela Folha de São Paulo.

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Que tipo de gestão é essa?

Icone Economia,Opinião | Por em 23 de abril de 2009

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O “The Wall Street Journal” desta quinta-feira reporta o que parece uma tendência nos Estados Unidos: o corte de benefícios dos funcionários das indústrias. Algumas empresas pararam de pagar seguro-saúde para seus empregados, diminuíram o vale-refeição e aumentaram a contribuição do colaborador no restante do pacote. O resultado disso ainda não foi mensurado, mas, honestamente, vejo queda na produtividade.

No Brasil, notícias desse tipo ainda não pipocaram na imprensa, mas certamente essa discussão já acontece no chão-de-fábrica. Pelo pouco que pesquisei esses dados ainda não foram levantados por aqui.

Lá, onde  a crise começou, uma pesquisa feita pela Hewitt Associates com 518 grandes empresas americanas constatou que: 32% estão considerando aumentar a contribuição dos empregados no seguro-saúde, e 19% podem reduzir esses benefícios.

Outro estudo americano feito pela Sociedade para Administração de Recursos Humanos com 467 participantes mostrou que 24% dos consultados muito provavelmente farão demissões coletivas nos próximos seis meses.

E mais: uma pesquisa divulgada no começo desta semana pela Watson Wyatt Worldwide Inc. e feita com executivos de recursos humanos de 141 empresas dos EUA mostrou que 26% dos respondentes esperam que suas empresas aumentem as contribuições dos funcionários para os seguros-saúde durante o próximo ano.

As próprias empresas americanas – e todo o mundo – vislumbram tempos melhores já a partir do segundo semestre de 2009. A própria pesquisa da Hewitt mostra que 54% das 518 empresas acreditam que a recuperação econômica vai começar no fim de 2009 ou começo de 2010.

A pergunta que não quer calar: faz sentido fazer novas demissões coletivas com a possibilidade de recuperação tão próxima? No dia primeiro de maio “festejamos” do Dia Mundial do Trabalho. Muitos não terão o que comemorar, é verdade, mas espero que as organizações, entidades de classe e empresas reflitam sobre suas ações e economias porcas.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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