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nordDesde o início da década de 1980, a NORD Electronic DRIVESYSTEMS produz componentes eletrônicos na cidade de Aurich, distrito de East Friesian, especialmente inversores de frequência. “A demanda por dispositivos configurados personalizados aumentou enormemente nos últimos anos”, explicou o gerente do site Gerhard Harms. Portanto, a empresa decidiu expandir significativamente a fábrica em Aurich.

Dois estágios de expansão

O espaço para montagem dos projetos dos clientes será ampliado para 3.000 metros quadrados, distribuídos em dois pavimentos. A capacidade de produção está prevista para aumentar de 140.000 para mais de 400.000 unidades na fase final de expansão. O primeiro aumento de capacidade de 50% será colocado em ação no segundo trimestre de 2022.

Compromisso com a localidade

Toda a expansão em Aurich exige um esforço financeiro da ordem de 3,2 milhões de euros. “Este investimento não se deve apenas à crescente importância dos componentes eletrônicos para a NORD”, enfatizou Gerhard Harms. “É também um claro compromisso da empresa com a cidade de Aurich”.

 

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Hadailton Sousa, gerente de Pessoas & Cultura da O-I.

Hadailton Sousa, gerente de Pessoas & Cultura da O-I.

Para melhorar o processo de comunicação entre equipes em suas fábricas e reforçar ações de inclusão, a Owens Illinois  amplia a capacitação de seus colaboradores por meio de treinamento na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Atualmente, a companhia conta com 31 pessoas aptas a se comunicarem com a comunidade com deficiência auditiva e, para 2022, estão previstas duas novas turmas para capacitar mais 40 colaboradores. O programa tem duração mínima de seis meses, com 40 horas de treinamento e, após passar por avaliação, o aluno está apto a entender a linguagem de sinais primária, permitindo que ele se comunique com seus colegas surdos.
A iniciativa surgiu quando funcionários da fábrica do Rio de Janeiro refletiram sobre como melhorar a comunicação com os colegas, durante um treinamento sobre diversidade. Hoje a O-I conta com mais de 30 pessoas deficientes auditivas nas equipes das quatro fábricas. O programa de ensino em LIBRAS está alinhado aos valores de diversidade, trabalho em equipe e integridade da O-I e, com ele, a companhia tem percebido melhora significativa no engajamento dos times, na qualidade das tarefas executadas e no clima organizacional como um todo.
“O interesse dos funcionários por esse programa cresce à medida que as conversas sobre diversidade e inclusão continuam dentro da fábrica. Ações que tratam de pluralidade geram bastante engajamento e, por isso, nós nos dedicamos a torná-la realidade no nosso dia a dia”, diz Hadailton Sousa, gerente de Pessoas & Cultura da O-I.
Além de habilitar as equipes para aprenderem LIBRAS, a companhia também está investindo na adaptação de sua plataforma de treinamentos internos, traduzindo todos os cursos para a língua de sinais, além de oferecer intérprete para treinamentos e palestras presenciais. “Outro ponto positivo do treinamento em LIBRAS é a percepção de valor dessas ações nos processos seletivos. Muitos candidatos — com deficiência ou não — mencionam que se inscreveram para vagas na O-I por conta das iniciativas realizadas em prol da integração. “A Owens Illinois no Brasil está bastante avançada em relação a outros países no que se refere a essas práticas. Isso é motivo de muito orgulho para toda a companhia e nos motiva ainda mais a investir em novos projetos”, conclui Hadailton.

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Alex Marson_fábrica (2)Provedor de soluções para sistemas mecânicos, com forte presença no setor automotivo, a Rudolph Investimentos e Participações, de Timbó (SC), cresceu 74,4% entre 2020 e 2021, atingindo receita operacional líquida de R$ 178,9 milhões. Em seu balanço, anunciou ter superado todos os recordes históricos, nos quase 50 anos da companhia. Sobre 2019, período anterior à pandemia, o incremento foi de 49%. “A expressiva marca é reflexo de crescimento sólido e consistente da receita em todas as empresas do grupo ao longo do ano”, registra o balanço divulgado na semana passada. A média anual de evolução do resultado, nos últimos cinco anos, chega a 18,8%.

 No período de 2017 a 2021, a receita deu um salto de 137%, enquanto o mercado automotivo, segundo dados da Anfavea, que reúne as indústrias do setor, registrou aumento de apenas 3%. “A Rudolph se destaca, superando a cada ano os níveis de crescimento da produção automotiva brasileira e seu planejamento estratégico”, analisa a diretoria da indústria catarinense. Entre as alavancas para os avanços registrados, estão a contratação de novos negócios com clientes estratégicos – em volume anualizado de R$ 30,7 milhões – e o desenvolvimento de novos produtos. Os principais segmentos beneficiados com a expansão são o automotivo pesado e a agroindústria. Para 2022, a empresa planeja investimentos de R$ 18,7 milhões, em vários projetos, com ênfase para a inovação tecnológica.

O CEO da Rudolph, Alex Marson, avalia que um dos alicerces para esse incremento foi redirecionar o foco na indústria automotiva pesada e, mais recentemente, no agronegócio, que estariam mais blindados a oscilações conjunturais. “O automotivo pesado já superou, para nós, o automotivo leve, em distribuição de receitas. É uma alteração significativa na carteira de produtos da Rudolph, do ponto de vista dos segmentos em que opera.” Outro fator foi concentrar a oferta de valor da companhia no desenvolvimento de soluções completas com especialização em usinagem, indo além da competência primária, o fornecimento de produtos usinados. Na avaliação do CEO, os resultados de 2021 demonstram a eficácia na integração do grupo, abrindo caminho para a evolução e expansão dos negócios. “A potência do nosso propósito, de inspirar e desenvolver pessoas para a excelência, impulsionou a transformação que nos fortalece para os desafios e oportunidades de um mundo cada vez mais complexo e não-linear.”

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igreenA produção de polietileno I’m green™ bio-based da Braskem, plástico de origem renovável, feito a partir da cana-de-açúcar, foi reconhecida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global, nesta terça-feira, 26/5, como um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil, na categoria Indústria & Energia. O reconhecimento foi oficializado durante a participação da Braskem no webinar sobre “Big Push para a Sustentabilidade”, aberto ao público e organizado pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL), em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global, ambas entidades ligadas à ONU.

A produção de plástico de origem renovável da Braskem completa uma década neste ano e é resultado de anos de dedicação da empresa à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos sustentáveis. Produzido em escala industrial a partir da inauguração da unidade fabril de eteno verde na cidade e Triunfo (RS), em 2010, a iniciativa conferiu à companhia liderança mundial no mercado de biopolímeros, com capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas do material.

O avanço das pesquisas e o desenvolvimento de produtos sustentáveis, como o polietileno verde, EVA verde e etileno glicol verde, integram práticas de sustentabilidade, um conceito que faz parte do DNA da Braskem desde a sua fundação, em 2002. No caso do polietileno I’m green™ bio-based, um dos principais diferenciais é a contribuição para a redução de emissão dos gases do efeito estufa, ao capturar mais de 3 toneladas de CO2 para cada tonelada produzida. O material mantém, ainda, as mesmas propriedades, desempenho e versatilidade do plástico convencional, de origem fóssil, podendo ser inserido nas mesmas cadeias de produção e reciclagem existentes.

Graças às parcerias que a Braskem tem firmado ao longo dos últimos 10 anos com clientes da cadeia do plástico e brand owners para estimular o uso de um plástico ainda mais sustentável e que minimiza impactos ambientais, hoje o polietileno I’m green™ bio-based já está presente em mais de 150 marcas no mundo, incluindo embalagens e produtos para os mais diversos segmentos, como alimentos e bebidas, de higiene pessoal e de bens duráveis.

“É fundamental que todos, setores público e privado e a sociedade em geral, revejam suas formas de atuar, produzir e consumir. O mundo tem questões urgentes que colocam em risco a existência humana, como o aquecimento global e o uso desenfreado de recursos naturais. A partir do nosso propósito de melhorar a vida das pessoas, nós buscamos constantemente inovar e conscientizar toda a nossa cadeia de valor para estas questões. Acreditamos no potencial da economia circular para o avanço da sustentabilidade e o plástico de origem renovável é uma das nossas entregas nesse sentido. A iniciativa da ONU é um importante reconhecimento da jornada que estamos construindo, que reforça que estamos no caminho certo e amplia a mensagem de que o plástico pode contribuir muito para o desenvolvimento sustentável do planeta”, afirma Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis.

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eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

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westNo ano em que completa 75 anos de atividades no Brasil e na sequência de uma série de investimentos realizados nos últimos sete anos que totalizam, até o momento, mais de US$ 600 milhões, a WestRock reafirma seu compromisso com o Brasil, confirmando o novo investimento de mais de US$ 125 milhões para a construção de uma das maiores, mais inovadoras e modernas unidades de produção de papelão ondulado, no município paulista de Porto Feliz (a 132 quilômetros da capital). As obras têm início ainda em 2017 e previsão de conclusão no segundo trimestre de 2019.

A multinacional reafirma com isso o compromisso com o sucesso dos clientes, reforçando sua visão de ser o principal parceiro e fornecedor único de soluções inovadoras e vencedoras em embalagens.

A confirmação deste investimento é um marco histórico para todos nós. Muito mais do que ser uma das maiores fábricas de embalagens de papelão ondulado do mundo, a unidade de Porto Feliz foi desenhada para tornar-se o estado da arte da produção e oferta de serviços em embalagens e assim impulsionar os negócios de nossos clientes. Quando ela estiver funcionando, estabelecerá novos parâmetros em relação à eficiência e à produtividade de suas operações e mudará a forma como eles entendem o significado em relação a produtos e serviços diferenciados” explica Jairo Lorenzatto, presidente da WestRock no Brasil.

A nova unidade apresentará uma configuração operacional inovadora, contará com equipamentos de última geração – incluindo novas onduladeiras e impressoras – e será gerida com cultura diferenciada, com profissionais altamente capacitados. Totalmente integrada às operações florestais e da produção de papel da unidade de Três Barras, a nova planta terá condições de processar aproximadamente 100 mil toneladas de HyPerform®, linha de papéis de alta performance WestRock. A operação de Porto Feliz, em sua capacidade plena, produzirá mais de 400 milhões de metros quadrados de papelão ondulado, anualmente.

A megaplanta oferecerá ainda recursos de impressão de alta qualidade, bem como maior flexibilidade para atender tanto a demanda crescente quanto as diferentes necessidades de clientes localizados na Região Sudeste. A localização, próxima à Rodovia Castelo Branco, privilegia ainda a otimização logística e agilidade nas entregas. A nova planta tem também objetivos significativos em termos de sustentabilidade em todos os aspectos, desde energia, uso de recursos naturais, ambiente diferenciado para funcionários e trabalho social com a comunidade.

Para encontrar o local ideal para a expansão, a WestRock contou com o apoio da Investe São Paulo, Agência de Promoção de Investimentos e Competitividade ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo. “Esse é um dos exemplos de projetos que demandaram uma grande mobilização da nossa equipe. Realizamos estudos de áreas e o levantamento de informações estratégicas sobre diversas cidades, visitando terrenos e colocando a empresa em contato com todas as entidades públicas e concessionárias de serviços envolvidos no processo. Um dos fatores pela escolha de Porto Feliz foi o suporte e a prontidão da equipe municipal em nos atender”, afirmou Sérgio Costa, diretor de novos negócios da agência paulista.

“Porto Feliz está muito orgulhosa com a escolha da WestRock. É um alto investimento e que trará emprego e renda para a nossa cidade, proporcionando uma verdadeira transformação na vida de muitos porto-felicenses. A Prefeitura estará sempre de portas abertas e disposta a colaborar para que a WestRock possa atingir todos os seus objetivos”, afirma Dr. Cássio Habice Prado, prefeito de Porto Feliz.

75 anos comprometida com o Brasil

A WestRock está e sempre esteve presente na vida de milhões de brasileiros e brasileiras. Desde 1942, a empresa dedica-se à produção de papel e embalagens de papelão ondulado que facilitam a vida das pessoas e agregam valor aos negócios dos clientes. Somos mais de 45.000 funcionários no mundo e mais de 2.200 no Brasil, incansáveis em buscar soluções únicas e vencedoras para impulsionar o seu negócio de nossos clientes.

Por isso, no ano em que completa 75 anos no Brasil, a WestRock renova o seu compromisso com o seu sucesso, anunciando o investimento para a construção de uma nova fábrica de Papelão Ondulado no país, com a aspiração de ser um centro de excelência e referência em tudo que faz. Tudo para continuar vencendo junto com nossos clientes nos próximos 75 anos.

Confira os principais eventos ao longo dos anos:

1942 – Campinas – Criação da Fábrica de Papelão Campinas no distrito de Souzas pela empresa Gerin, Focesi & Cia.

1943 – Campinas – Mudança das instalações para o então distrito de Valinhos, onde estabelece produção de papel e papelão ondulado.

1948 –  Campinas – Gerin e Focesi & Cia funde-se com o Grupo Parada de Limeira, da família Ribeiro. Surge a Ribeiro Gerin & Cia. Ltda.

1953 – West Virgínia, dos Estados Unidos, assume o controle e adota a razão social Rigesa Ltda.

1955 – Criação primeiro laboratório de embalagens da América Latina.

1956 – Aquisição das primeiras terras para operação florestal em Santa Catarina.

1958 – Início das atividades da Fazenda Experimental em Três Barras.

1965 – Início do plantio de florestas comerciais.

1974 – Três Barras (SC) – Início produção de celulose e papel.

1978 – Blumenau (SC) – Inauguração fábrica de embalagens

1996 – Pacajus (CE) – Inauguração fábrica de embalagens.

2002 – Fusão global entre West Virginia e Mead Corporation, surgiu a Mead Westvaco – MWV

2011 – Araçatuba (SP) – Inauguração fábrica de embalagens.

2012 – Três Barras (SC) – Início da linha de produção de papel kraft HyPerform®, após investimentos de US$ 480 milhões.

2013 – Pacajus (CE) – aquisição de uma nova onduladeira da BHS Corrugated (já está em operação desde maio de 2015).

2013 – Araçatuba (SP) – Implantação duas novas impressoras Martin e DRO
2015 – Surgimento da WestRock, a partir da fusão das americanas MWV e RockTenn.

2017 – Pacajus (CE) – Anúncio do investimento em duas novas impressoras e um novo sistema de movimentação de materiais operantes a partir de agosto/17)

2017 – Anúncio da nova Fábrica de Embalagens de Papelão Ondulado em Porto Feliz (SP)

 

 

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Com o objetivo de concentrar esforços na melhoria do ambiente de negócios o Expo Center Norte, conta com uma nova subestação de energia com alimentação em alta tensão com 88 KV.

“Com a solução, o center passa a ser alimentado pela rede de alta tensão da distribuidora local, com uma estrutura mais robusta e com maior resistência a intempéries e este foi um dos fatores analisados por nossa equipe técnica para recomendar que a próxima FEIMAFE fosse realizada no Expo Center Norte” explica o Vice-Presidente de Operações da Reed Exhibition Antonio Bucci.

“Este sistema oferece maior confiabilidade para o abastecimento de energia dos pavilhões. Recebemos as maiores feiras e eventos do país que trazem inovações para grandes públicos. A nova estrutura é importante para expositores que trazem grandes equipamentos e precisam de suporte para colocá-los em funcionamento. Buscamos trazer soluções positivas aos nossos parceiros, pois muitos deles estão conosco há mais de 15 anos”, explica o diretor superintendente do Expo Center Norte, Paulo Ventura.

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joaoA partir dessa premissa, João Carlos Marchesan assume a presidência do Conselho da Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ,  com o compromisso de dar continuidade a todas as ações que defendem o setor de máquinas e equipamentos do país

Em meio a um cenário caótico vivenciado pela economia do país e, especificamente, pela indústria de máquinas e equipamentos, João Carlos Marchesan assume a presidência do Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ com o desafio de atuar junto às esferas política do país no sentido de recuperar os investimentos para manter a representatividade e força política que a entidade conquistou ao longo de sua existência.

Nas vésperas de completar 80 anos, a ABIMAQ continua trabalhando incansavelmente na luta pela retomada da competitividade do setor de bens de capital mecânicos, diminuição da ociosidade das fábricas e aumento da participação da indústria nacional no mercado externo.

Devido às ações, conquistas e aos eficientes serviços que a entidade presta, a ABIMAQ tem mantido o número de associadas e empresas representadas, mesmo com o cenário adverso da economia. Este é um dos objetivos de Marchesan, que concedeu entrevista ao jornal Informaq apresentando sua visão sobre a atual conjuntura, os propósitos de sua gestão e as ações em curso que dará prosseguimento, em defesa da indústria de máquinas e equipamentos:

Informaq: Quais os problemas decorrentes do atual cenário econômico? 

Marchesan: Estamos em um país onde o setor público paga quase 10% do PIB ao ano em juros e o setor privado, outros 10%, enquanto o “grosso” da indústria está endividada, com problemas fiscais e legais, com passivos trabalhistas em montantes difíceis de avaliar, inserida em uma enorme cadeia de inadimplência e convivendo com um governo que está pensando em aumentar impostos e com um setor bancário que não percebeu ainda que está matando sua galinha de ovos de ouro.

Informaq: Qual deverá ser o caminho adotado pelo poder público para a retomada do crescimento do país?

Marchesan: A saída para o Brasil voltar a crescer é o investimento na indústria de transformação por conta de seu maior valor agregado e pelos maiores ganhos de produtividade. O país não vai crescer com serviços ou comércio. Temos em nossa agenda de Política Industrial o plano de renovação do parque industrial brasileiro. Somente será possível com financiamentos competitivos em um ambiente de retomada do crescimento. Mas, para isso, precisamos resolver dois temas incluídos na agenda da ABIMAQ: (1) a ampliação dos prazos de recolhimento de impostos e contribuições, e (2) a escassez e o custo do capital de giro vigente no mercado (dois grandes fatores que levam as empresas à inadimplência fiscal). O refinanciamento dos débitos tributários é igualmente importante porque somente com a regularidade fiscal as empresas (do setor e suas clientes) têm acesso aos financiamentos oficiais como os do BNDES, condição indispensável para quando houver demanda.

Informaq: No âmbito macroeconômico, quais são as políticas de desenvolvimento que a ABIMAQ entende serem recomendadas para o Brasil?

Marchesan: Políticas que tenham foco no desenvolvimento tecnológico, na inovação, na produtividade e em uma maior competitividade da indústria brasileira precisam de um ambiente macroeconômico favorável ao investimento produtivo ou, ao menos, de um ambiente que não lhe seja hostil.

Informaq: Quais são as condições para tornar viável esse tipo de política?

Marchesan: É necessário que o governo atue sobre quatro pilares: Câmbio com baixa volatilidade e mantido competitivo. Nós defendemos que o governo defina a política cambial por meio de um órgão específico (COPOC – Comitê de Política Cambial), explicitando as metas e os objetivos capazes de assegurar a competitividade da produção e o consequente equilíbrio das contas externas, delegando ao Banco Central apenas a execução desta política.

Outro pilar é a manutenção da inflação baixa e estável, fator indispensável para o ambiente de negócios. A ABIMAQ acredita que o governo deve adotar uma política fiscal responsável, com limitação de gastos públicos em relação ao PIB, e eliminar todos os resquícios de indexação ainda existentes em tarifas ou preços administrados, em salários e em todos os contratos públicos e privados.

O terceiro é a implementação de juros adequados. Enquanto se ganha 15 a 16% ao ano sem qualquer risco, não teremos investimento no setor produtivo. A ABIMAQ defende a necessidade de mudanças na atual política monetária para torná-la eficaz, sendo que o Banco Central precisa eliminar a SELIC adotando uma taxa de juros de curto prazo, neutra ou negativa em relação à inflação e deixando ao mercado a definição da taxa de juros de longo prazo.

O último fator é a adoção de carga tributária menor, pois nós estamos, pelo menos, dez pontos percentuais acima da média dos países em estágio de desenvolvimento semelhantes ao Brasil. A ABIMAQ acredita que uma reforma tributária que reduza a carga e simplifique o modelo tributário melhorará consideravelmente a competitividade sistêmica do país.

Informaq: Quais são as propostas da ABIMAQ para que o país adote uma efetiva Política Industrial?

Marchesan: Recentemente, entregamos às diversas instâncias do governo uma agenda com apontamentos de temas relacionados à competitividade, mercado externo e tecnologia, com a respectiva fundamentação e propostas, que devem ser trabalhadas pelo poder público para a definição de uma Política Industrial que realmente colabore com a retomada dos investimentos e o crescimento do país.

Informaq: Em relação ao mercado externo, quais são as propostas da ABIMAQ?

Marchesan: Câmbio competitivo, ou seja, acima de 3.80 R$/US$, é essencial, bem como a disponibilidade de financiamentos em volume e custos adequados, tanto para a produção como para a venda ao cliente. O REINTEGRA (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras), em valores que compensem os impostos não recuperáveis, embutidos em nossos preços, deve ser mantido enquanto a reforma tributária não eliminar sua necessidade. Defendemos ainda a revisão dos Regimes Especiais, excluindo os que não mais se justificam e eliminando, nos restantes, seu viés importador; a necessidade do fortalecimento dos instrumentos de inteligência artificial, a revisão do modelo de concessão de Ex-tarifários e das alíquotas do imposto de importação para adequá-las à sua função de garantir uma proteção efetiva à produção nacional.

Informaq: No que tange tecnologia, quais os pontos contidos na agenda apresentada pela ABIMAQ?

Marchesan: Nós defendemos o desenvolvimento do Programa Inova Máquinas, integrando e aprimorando os instrumentos de apoio disponibilizados pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), para promover o aumento da competitividade de produtos, serviços e soluções em máquinas e equipamentos e a integração com as empresas brasileiras em áreas prioritárias e estratégicas da Política Industrial; fomento à inovação, de modo a rever o Estatuto dos Fundos Setoriais, transformando-os de Fundos Orçamentários (sujeitos a contingenciamentos) para Fundos Financeiros (garantindo recursos financeiros para projetos de inovação aprovados nas várias modalidades); e fortalecimento das empresas de engenharia nacional.

No documento, também apontamos a necessidade da elaboração de agendas tecnológicas setoriais para os setores estratégicos da cadeia de bens de capital. Outro item importante é a elaboração de diretrizes para políticas e estratégias sobre o desenvolvimento da Manufatura Avançada no Brasil, fator este que mudará a realidade do país e alterará o eixo do desenvolvimento das indústrias nacionais.

Em resumo, precisamos tratar como prioritário o planejamento do Brasil que queremos para as próximas gerações, sendo que a indústria de bens de capital e as sugestões elencadas na nossa agenda serão os pilares para a recuperação dos investimentos e a retomada da competitividade da indústria de máquinas e equipamentos.

 

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industriaSegundo reportagem do JC On Line, o Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic) aprovou 36 projetos, incluindo 23 indústrias, dez importadoras e três centrais de distribuição. Os projetos industriais investirão R$ 97,1 milhões em 11 projetos de ampliação (com novas linhas fabris) e nove de implantação de empreendimentos. Os projetos vão gerar 838 postos de trabalho, dos quais 556 ficarão no interior e 282 na Região Metropolitana do Recife. Todos terão descontos no pagamento do ICMS.

Os 10 maiores projetos industriais aprovados preveem a produção de cerveja artesanal, pallets, produtos químicos, colchões, parafusos, produtos de limpeza, acessórios para veículos, medicamentos, entre outras coisas.

Já as importadoras aprovadas pelo Condic vão comprar de azeite de oliva a produtos químicos (como polímeros, ácidos, entre outros), equipamentos para uso industrial, entre outros. Elas devem movimentar, anualmente, cerca de R$ 174,7 milhões na aquisição de mercadorias que vão trazer mais cargas para os portos do Estado.

 

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advogadoInvestimento na franquia criada pela empresa Selem & Bertozzi, especializada na área de gestão e marketing jurídico, gira em torno de R$ 45 mil

 

Abrir o próprio escritório é o desejo de muitos advogados. Mas lidar com a gestão da empresa não é uma atividade fácil para quem não estudou ou tem experiência com empreendedorismo. Com o objetivo de auxiliar na administração de escritórios, a Selem & Bertozzi Consultoria lança a primeira franquia de gestão de negócios de advocacia do país.

De acordo com Lara Selem, franqueadora da empresa, a Selem & Bertozzi cria planos de negócios para escritórios advocatícios, elaborando estratégias de marketing e fazendo toda a gestão financeira e de pessoas para escritórios contratantes. Os projetos elaborados pela empresa duram, em média, de oito a 12 meses.

A consultoria tem sua própria metodologia de gestão de negócios na área jurídica, a qual os franqueados devem seguir na execução dos projetos.

Segundo Lara, a ideia de criar a franquia surgiu porque as faculdades de direito no País não preparam os futuros advogados para serem empreendedores. “Essa ideia tem quase 20 anos, sempre atuamos com consultoria em escritórios de advocacia. A demanda no Brasil inteiro é tão grande que percebemos que não estávamos dando conta sozinhos”, diz.

De acordo com a consultoria, há 835 mil advogados atuando no Brasil e a previsão é que, em 2018, esse número ultrapasse 1 milhão de profissionais. Para a empresa, essa perspectiva faz com que o tipo de franquia nasça com um grande número de potenciais novos clientes.

O negócio também inaugura um novo setor de franquias no País. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), não há outras empresas licenciadas atuando no mesmo ramo atualmente.

O investimento inicial para abrir uma franquia da Selem & Bertozzi é, em média, de R$ 45 mil – variando de R$ 25 mil a R$ 75 mil, conforme a demanda de escritórios na região. De acordo com Lara, o franqueado tem retorno do investimento em cerca de nove meses.

As primeiras franquias da consultoria devem ser lançadas no início de maio, em Santa Catarina e no Mato Grosso do Sul. A expectativa da empresa é ter 40 unidades em todo o País até 2018 e, em seguida, expandir os negócios para países como Argentina e Chile.

A franquia tende a atrair, por exemplo, advogados que se interessam por gestão em seu próprio setor e administradores que queiram atuar no mercado jurídico.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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