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A Henkel, fornecedora henkelglobal em soluções de adesivos, selantes e tratamento de superfícies, realizará no próximo dia 15 o webinar “Aminas Aromáticas Primárias – Tudo o que você precisa saber”. Ministrado por Guilherme Fernandes, responsável por Pesquisa e Desenvolvimento para a área de Adesivos Industriais da Henkel, o seminário online será gratuito, com duração de uma hora e terá início às 11 horas.

No seminário digital serão abordadas questões como legislação atual e cenário futuro, origem da presença das aminas aromáticas em embalagens flexíveis, impacto em adesivos e soluções inovadoras. O evento é também uma oportunidade para profissionais da indústria de embalagens sanarem suas dúvidas e terem acesso à área premium da plataforma digital, que fornecerá materiais referentes a Food Safety Packing e ao calendário de novas discussões programadas para o ano que serão ministrados em inglês, português e espanhol.

A versão em espanhol do seminário será ministrada no dia 6 de abril, com apresentação de Carlos Motta, gerente de Desenvolvimento e Aplicação da área de Adesivos Industriais da Henkel.

Ao longo de 2017, a Henkel programa a realização de 18 webinars dedicados ao debate de Food Safety Packing, sendo seis deles em português.

Os interessados ​​em participar podem se inscrever pelo site http://www.henkel-adhesives.com/packaging/webinars-48155.htm.

Agenda:

Webinar “Aminas Aromáticas Primárias – Tudo o que você precisa saber”

Data: 15 de março em Português e 6 de abril em Espanhol

Horário: 11h – horário de Brasília

Inscrições: http://www.henkel-adhesives.com/packaging/webinars-48155.htm.

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esocialEvento objetivou preparar as empresas para o novo sistema de envio de informações sociais e previdenciárias que será obrigatório a partir de setembro deste ano

Cumprindo com a função de prestar informações que colaborem com o melhor preparo e a otimização da gestão interna das empresas, a ABIMAQ, em conjunto com a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), promoveu o Seminário eSocial, no dia 16 de fevereiro, na sede da ABIMAQ.

Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, na abertura do evento, externou a preocupação da ABIMAQ em esclarecer as empresas sobre o eSocial – Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas.

Para o vice-presidente do Conselho de Administração da ABINEE, André Saraiva, o trabalho em conjunto com a ABIMAQ endossa a expressão “juntos somos mais fortes” e proporciona a unificação do conhecimento: “Durante este ano, convocaremos reuniões objetivando a troca da experiência, o aprimoramento dos nossos conhecimentos e a maior agilidade nos processos no que tange às relações de trabalho e outros temas que porventura façam parte da nossa pauta”.

O eSocial

O auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, Paulo Roberto Magarotto, iniciou sua palestra explicando sobre o conceito do eSocial e os entes participantes do sistema – Receita Federal (RFB), Caixa Econômica Federal (CEF), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Ministério da Previdência Social (MPS).

“O eSocial é um projeto de grande vulto, que vai automatizar o processo, e as empresas precisam estar preparadas para essa mudança”, destacou Magarotto, esclarecendo que “atualmente, as empresas são obrigadas a preencher diversas declarações e documentos que possuem as mesmas informações, como GFIP, FGTS, CAGED, RAIS, RFB, PPP, CAT e Registro do Trabalhador. Para facilitar o processo e prestar informações com mais qualidade, foi criado o eSocial, banco de dados que substituirá todas as obrigações por uma única obrigação acessória”.

Como parte integrante do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), o eSocial exigirá que todos os contratantes de mão de obra remunerada enviem à Administração Pública Federal, por meio de um único documento digital, todas as informações trabalhistas, previdenciárias, fundiárias e tributárias relativas aos seus trabalhadores, sendo que esses dados estarão disponíveis para acesso e consulta aos órgãos competentes.

Benefícios do eSocial

A automação dos processos busca:

– Cortar custos, por meio da integração de aplicações;

– Redução do trabalho;

– Aceleração do tempo de execução das atividades;

– Substituição de processos manuais por aplicações de software.

“Como resultado, o eSocial visa gerar o direito garantido, processos simplificados, informações consistentes e transparência fiscal”, ressaltou Magarotto.

Além disso, o auditor-fiscal comentou sobre o processo de transmissão de arquivos e as obrigações acessórias que serão substituídas e simplificadas gradualmente.

Qualificação cadastral

Larissa Assoli Silva, coordenadora da Caixa Econômica Federal, apresentou a qualificação cadastral, que é a primeira etapa do eSocial e tem por objetivo identificar as inconsistências dos dados cadastrais dos trabalhadores, em relação às bases do CNIS e do Cadastro CPF.

Além disso, destacou a composição do cadastro NIS e a qualificação dos identificadores (NIS e CPF), citando os seguintes reflexos do eSocial no FGTS:

– Otimização de rotinas;

– Recolhimento mensal;

– Recolhimento rescisório;

– Fluxo de tratamento da informação.

Ao final das apresentações, o público presente enviou perguntas que foram respondidas pelos palestrantes.

Implantação

Setembro de 2016: Empresas com faturamento em 2014 superior a R$ 78 milhões. Exceto eventos SST: Janeiro de 2017

Janeiro de 2017: Todos os demais, inclusive: ME, EPP, MEI, Segurado Especial, Produtor Rural PF, através de Sistema Simplificado. Exceto eventos SST: Julho/2017

Outubro/2015 – Simples Doméstico

Serviço – Mais informações, acesse: www.esocial.gov.br

 

 

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softwareA ClickSoftware Technologies Ltda., líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho em campo, participa de 08 e 13 de novembro, no Mendes Convention Center, em Santos, do Sendi 2014 – XXI Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica, maior evento de distribuição de energia elétrica da América Latina. A companhia apresentará suas inovadoras soluções e recursos desenvolvidos para ajudar as empresas do setor elétrico a enfrentar os desafios da ineficiência na organização de serviços, aumentando a produtividade da força de trabalho em campo, a qualidade do serviço e reduzindo os custos. A ClickSoftware receberá os visitantes em seu estande nº 44.

A ClickSoftware vem desenvolvendo tecnologias para atender as necessidades do setor de energia e já é referência no fornecimento de soluções de gestão da força de trabalho em campo. Hoje, 75% das 100 maiores provedoras de serviços públicos líderes no mundo utilizam as soluções da companhia. Além disso, a ClickSoftware possui clientes do setor na América Latina e suas soluções já estão em fase de teste em algumas empresas brasileiras.

Os clientes da ClickSoftware conseguiram um aumento de até 33% na produtividade com as soluções de gestão da força de trabalho em campo da empresa. Além disso, as soluções da companhia proporcionam uma redução de 30% no tempo de resposta ao cliente e 24% no tempo de deslocamento dos profissionais. Já em relação à produtividade da força de trabalho, é possível otimizar as visitas de manutenção em 50% e aumentar em 20% os trabalhos dos técnicos por semana.

“O conjunto de soluções da ClickSoftware para o setor elétrico é completo o suficiente para lidar com todos os grandes desafios relacionados ao trabalho em campo que as empresas do setor enfrentam  hoje, com a completa otimização da cadeia de serviços, enfatiza Udi Geismar, vice-presidente da ClickSoftware para a América Latina.

Tecnologia Wearable

Além de suas reconhecidas soluções de agendamento automatizado, otimização e mobilidade empresarial, a ClickSoftware também saiu à frente e já incorporou a tecnologia Wearable (qualquer dispositivo eletrônico em miniatura utilizado pelo portador sob, com ou por cima da roupa) em seus produtos. Assim como a Apple Smart Watch, Sansung Gear e o Google Glass, os dispositivos wearables representam a nova fase na revolução de mobilidade, especialmente em aplicações corporativas. O software da ClickSoftware integrado a esses dispositivos, ShiftExpert, auxilia os técnicos em campo a solucionar problemas com maior agilidade, reduzindo custos.

O ClickSoftware ShiftExpert utiliza o dispositivo wearable para permitir que os funcionários insiram dados em planilhas,  enviem lembretes e atualizem a folha por exemplo.

 

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O Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou o Seminário da Micro e Pequena Indústria (MPI), na terça-feira (7). Durante todo o dia, foram realizadas palestras com diversos especialistas da área de vendas, estratégias e inovação.

No painel sobre “Gestão de vendas – como transformar estratégias e resultados”, os palestrantes destacaram a importância de estabelecer processos. “O brasileiro é muito bom em criatividade, mas precisa melhorar os processos”, afirmou a mediadora Martha Gabriel.

Para falar sobre os quatro “Cs” da gestão dos canais de vendas, foi convidado o presidente e fundador da Praxis Business, Adir Ribeiro, que ressaltou as mudanças cada vez mais rápidas do mercado. Ribeiro lembrou Darwin e afirmou que, também nas vendas, o que vai sobreviver é o que melhor se adapta.

“Temos que entender o comportamento do consumidor, que hoje é omni-channel, quer comprar do jeito dele. E tem muita opção de compra hoje”, afirmou, explicando a teoria dos quatro Cs para definir os canais de venda.

O primeiro “C” é o controle, ou seja, como ele vai negociar com o cliente, como vai aplicar sua política comercial. Em seguida vem o “C” de cobertura de mercado, que define a capilaridade. Custo é o terceiro “C”: quanto o empresário está disposto a gastar? E o último “C” é o de convencimento, que se refere às estratégias de engajamento por meio dos canais.

Segundo Ribeiro, o desafio é o equilíbrio entre esses Cs. “Geralmente as pessoas querem controle e cobertura altos e custo baixo, mas isso não existe. Toda decisão acarreta uma perda, o trade-off. É preciso abrir mão de alguma coisa”, explica o especialista.

Como orientações finais, o executivo salientou que a evolução do mercado é muito rápida, por isso o empresário precisa entender o que faz sentido para o seu consumidor. Para ele, também é fundamental o foco em relacionamento e processos.

“No Brasil, a gente tem muito a cultura do ‘deixa a vida me levar’, mas só teve um cara que ganhou dinheiro com isso”, brincou, referindo-se ao sucesso de Zeca Pagodinho.

Ferramentas

Ernesto Costa Santos, professor, palestrante e autor do livro “VAP! – Vendas de Alta Performance”, falou sobre o uso das ferramentas de gestão na realidade das empresas. Entre os exemplos, Santos apresentou o funil de vendas.

“Cerca de 90% das razões de estresse dos profissionais de vendas está na entrega final, na saída do funil. O desafio do líder é tentar olhar a entrada desse funil, conhecendo as etapas de cada um dos produtos, dos mercados e das soluções”, explica.

O palestrante ressalta que, além de fazer prospecção de clientes por meio da análise do funil de vendas, é possível também prospectar oportunidades. “Primeiro, é preciso definir o que é oportunidade, depois rastrear isso por canal, internalizar essa informação e acompanhar a evolução de cada uma delas. Essa é uma forma de buscar as metas da sua empresa.”

No passo a passo, as etapas do processo comercial, que segundo Santos devem ser analisadas e tabuladas, são: prospecção, programação, coleta e registro de informações, otimização das relações e ampliação dos negócios.

Além das informações, o professor também falou da importância da inovação e de agregar valor ao produto, adequando a cada cliente. “Tudo isso pode trazer maior volume de vendas cruzadas, maior incidência de vendas ampliadas, clientes com maior tempo de vida útil, campanhas mais assertivas, políticas comerciais mais competitivas, informação mais ágil e precisa e maiores índices de fidelidade”, garante.

Muito além da inovação

O diretor titular do Dempi/Fiesp, Milton Bogus, concordou com a necessidade de mudança de cenário econômico para estimular as MPIs. “Para sobreviver não basta inovar, produzir mais e reduzir custos, as indústrias devem também vender mais e melhor em um mercado cada vez mais competitivo”, ressaltou.

Para auxiliar nessa busca pela sobrevivência e excelência, o diretor destacou as ações desenvolvidas pelo Dempi/Fiesp para levar propostas e soluções aderentes à realidade das empresas. Segundo ele, foram realizados mais de 48 eventos, além da atuação junto ao poder federal, estadual e o poder legislativo, para buscar a melhoria do ambiente, com bons resultados como a aprovação da revisão da lei geral das MPs.

Bogus destacou ainda a necessidade de inovação, para estar conectado com o mercado de forma global. “Precisamos investir constantemente na inovação e na gestão visando o crescimento da micro para a pequena, da pequena para a média e desta para a grande.

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Com o intuito de reduzir tempo na tramitação de entrada e saída de mercadorias do País, diminuir custos para importadores e exportadores e aumentar a segurança na logística do comércio exterior, o Brasil deve adotar, em breve, o programa Operador Econômico Autorizado (OEA). Trata-se de uma recomendação da Organização Mundial das Aduanas (OMA) e, para entender como o programa funciona e quais os benefícios para as empresas e o Pais, o Procomex – Aliança Pró-Modernização Logística de Comércio Exterior promoverá, no dia 25 de agosto próximo, em São Paulo, o Seminário Procomex – Impactos do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) – A Experiência Internacional.

O evento contará com a participação do sueco Lars Karlsson, maior especialista mundial no tema da modernização aduaneira. Ele fará a palestra “A Experiência Internacional do Programa Operador Econômico Autorizado – OEA”, que abre o evento. Karlsson atuou em diversas áreas da administração aduaneira da Suécia e também na Organização Mundial das Aduanas, onde exerceu durante cinco anos o cargo de diretor de Capacity Building. Autor de livros sobre o tema, Karlsson criou o primeiro programa de Operador Econômico Autorizado do mundo, adotado na Suécia. Esse programa pioneiro delineou os princípios e serviu de modelo para o padrão utilizado pela OMA, C-TPAT (Customs-Trade Partnership Against Terrorism), dos Estados Unidos, e pelo AEO europeu.

Na sequência haverá a palestra “A Certificação de Empresas em Segurança no Comércio Exterior”, que será proferida por Firmin Cusa, presidente da BASC Business Alliance for Secure Commerce, organização privada que é pioneira na área de certificação de empresas em segurança. Por fim, o seminário do Procomex receberá como palestrante José Carlos de Araújo, coordenador-geral de Administração Aduaneira da Receita Federal do Brasil. Ele detalhará os preparativos para a entrada em funcionamento do programa OEA no Brasil, cuja previsão é no início do próximo ano.

Adotado já em 54 países, o programa possibilitará maior previsibilidade nos trâmites do comércio exterior, além de garantir confiabilidade ao fluxo logístico nas fronteiras, portos e aeroportos, assim como contribuirá para redução de custos para as empresas brasileiras importadoras e exportadoras. O Programa OEA é de adesão voluntária e é concedido pelas Aduanas a importadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas e demais agentes envolvidos com a cadeia de comércio exterior.

Para as autoridades aduaneiras, a principal vantagem das empresas ou órgãos com o Programa OEA é que elas conseguirão obedecer previamente aos padrões mínimos de segurança estabelecidos dentro dos programas específicos de cada país. Tais empresas, segundo análise das autoridades, comprovaram a confiabilidade e a previsibilidade de suas movimentações de cargas, fato que facilita e agiliza os trâmites de fiscalização.

Serviço

Seminário Internacional Procomex

Impactos do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) – a Experiência Internacional

Data – 25 de agosto de 2014

Horário – das 8h às 18h

Local – auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) – Rua Surubim, 504, 9º andar – Brooklin Novo – São Paulo

Mais informações: (11) 3812-4566 ou e-mail eprocomex@procomex.org.br

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O Evento:

Objetivo

Fomentar e desenvolver a cultura acadêmica e empresarial para a utilização da ciência, da engenharia e da tecnologia da automação e da informação em prol do desenvolvimento sustentável. Apresentar o panorama atual e tendências do que existe em engenharia, tecnologia, metodologias e casos de sucesso para o desenvolvimento sustentável. Promover a integração e troca de experiências entre as culturas acadêmicas e empresarial.

Público Alvo

Executivos, gestores e profissionais técnicos dos mais diversos setores produtivos da economia. Professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação e de graduação dos cursos de engenharia, tecnologia e administração.

Data: 25/10/2013

Local: Auditório Professor Paulo Ribeiro de Arruda
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Prédio de Engenharia Elétrica
Av. Prof. Luciano Gualberto, 158 – Trav. 3 – São Paulo – SP

Coordenação geral: Prof. Dr. Sergio Luiz Pereira

Organização: Elcio Brito (SPI), Maria Lídia Dias (GAESI), José Antonio Tosta (GAESI), Luzia Namiki (GAESI), Melissa Pokomy (GAESI), Guilherme Sortino (FAAP, SAE, GAESI)

Realização: USP, GAESI

Participação: OSIsoft, SAP, KPMG, CISCO, Siemens,. Emerson, SPI, Rockwell Automation

Apoio: ISA, ISPE, ABM, SAE Brasil

Inscrições: Kamila Araujo, Tel: (11) 3274-5100 R.138, inscricoes@seatis.org

Mais informações: www.seatis.org

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O uso da energia solar térmica e fotovoltaica cresceu 20% na última década em todo o mundo, impulsionado pela necessidade crescente das empresas e consumidores de substituírem combustíveis fósseis e pela melhora de qualidade e redução de custos. O aquecimento de água por meio da energia solar e a produção de eletricidade, além de serem uma alternativa ecológica, vêm se transformando em uma tecnologia economicamente atraente e competitiva.

Os dados são da Internacional Copper Association (ICA) que, junto com empresas do setor de energia solar, vem desenvolvendo diversas campanhas para promover o uso da energia solar na América Latina, por meio da promoção de novas aplicações tais como ‘telhados energéticos’ e por intermédio da difusão das propriedades, capacitando e promovendo seu uso em nível residencial, comercial e institucional. Hoje é possível encontrar no mercado uma variada oferta de aquecedores solares térmicos e fotovoltaicos principalmente em países como Austrália, Israel, Japão, Brasil, Chile e EUA.

Os avanços da energia solar como fonte renovável estão no centro dos debates do 3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética – Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos. O evento acontece nos próximos dias 14 e 15 de agosto, no Centro Empresarial Rio, com o objetivo de debater experiências, soluções e novas tecnologias para racionalizar o consumo de energia na indústria, comercio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o custo no processo de produção e no consumo deste insumo.

O debate é organizado pela Planeja & Informa Comunicação e pela Casa Viva Eventos, que entende que o momento de dificuldades por que passa o País é muito oportuno para exercitar a criatividade e, portanto, estratégico para uma mudança de posicionamento pelos setores produtivos, pois “em todos os segmentos é possível melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, ou substituir as fontes tradicionais por outras fontes renováveis, mais econômicas e menos poluentes.

As empresas de engenharia, tecnologia, fabricantes de materiais e equipamentos e prestadores de serviços interessados em patrocinar ou apresentar palestras técnicas sobre soluções e tecnologias para o setor nuclear podem entrar em contato com a área comercial da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2244-6211.

Avanços da energia solar

Segundo a ICA para América Latina, as vantagens desta fonte de energia são inúmeras: é limpa, inesgotável e é uma alternativa para a atual dependência do petróleo e outras fontes mais contaminantes (centrais térmicas e nucleares). Sua principal fraqueza é a menor radiação solar durante o inverno – época com maior necessidade de energia. Por outro lado, é essencial desenvolver novas tecnologias de captação, reserva e distribuição de energia solar para que esta possa ser competitiva frente às opções energéticas atuais.

A energia solar fotovoltaica registra forte crescimento, de 16,6 GW instalados em 2010 para 27,7 GW em 2011, um aumento de 70%, de acordo com relatório publicado pela Associação Europeia da Indústria Fotovoltaica (EPIA). Da capacidade mundial instalada, 21 GW correspondem à Europa, o que representa quase 76% do total. Este continente se caracteriza fundamentalmente por ser o único com 3 mercados que superam o GW instalado (Itália, Alemanha e França).

A Itália se tornou o primeiro líder mundial em capacidade instalada, tal como aconteceu com a Espanha em 2008.  Já a Alemanha segue em forte crescimento de mercado chegando a 7,5 GW. O mercado francês registrou aproximadamente 1,5 GW, principalmente como resultado de projetos iniciados em 2010. Por sua vez, a Inglaterra alcançou 700 MW em 2011. Outros mercados de menor importância na Europa registram margens iniciais como Bélgica (550 MW), Espanha (400 MW), Eslováquia (350 MW) e Grécia (350 MW), afirma a ICA.

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Vice-presidente da Aben ministrará palestra sobre segurança no IV Seminário Internacional de Energia Nuclear, programado para abril

Embora a proporção de acidentes no setor nuclear seja ínfima se comparada à proporção de outras áreas, eles tornam-se marcos para a evolução da segurança nuclear nacional e internacional. “Infelizmente, os acidentes são as referências de eras. Pode-se notar claramente nas publicações da AIEA a ênfase em emergência e proteção ambiental após o acidente de Chernobyl, em 1986, além da forte recomendação de defesa em profundidade. Após o acidente radiológico em Goiânia, a ênfase incluiu o controle de fontes radiativas e o reforço aos órgãos reguladores. Com o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001 (evento não nuclear), a segurança física aumentou de importância. Naturalmente, o Brasil acompanhou essas eras. Entretanto, falta ao país atualizar a legislação que rege a atuação regulatória da segurança nuclear”.

A análise é 1ª vice-presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Patricia Wieland, que vai representar a entidade no durante o IV Seminário Internacional de Energia Nuclear, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Rio de Janeiro, em parceria com a ELETROBRAS ELETRONUCLEAR, AREVA Brasil, GENPRO e outras empresas públicas e privadas do setor de energia. O evento conta com o apoio da ABEN como parceira institucional, além da ABDAN, CNEN, ABCE, apoio de mídia da Brasil Energia e Petronotícias e participação de diversos convidados e profissionais de organismos brasileiros e estrangeiros ligados ao setor nuclear.

Patricia Wieland, que é pesquisadora titular e Diretora Adjunta do Instituto de Engenharia Nuclear (IEN/Cnen), com experiência profissional na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), ministrará uma palestra sobre segurança nuclear, comunicação em situação de crise e a necessidade de articulação e cooperação entre agências reguladoras, órgãos e unidades de pesquisa.

Segundo a vice Presidente da ABEN “A partir do acidente na central nuclear japonesa de Fukushima Daii-chi, houve um grande interesse entre os órgãos reguladores de segurança nuclear de todo o mundo de extrair as lições para a melhora contínua da segurança nuclear. É importante analisar todas as questões importantes que falharam em Fukushima para garantir a atuação de dispositivos de segurança em qualquer situação de ameaças internas ou externas”, argumenta.

“Os acidentes nucleares podem ultrapassar fronteiras e, portanto, países colaboram mutuamente. Em junho de 2011, os representantes das autoridades regulatórias,  membros do Foro Iberoamericano de Organismos Reguladores Radiológicos y Nucleares (Foro) que possuem centrais nucleares (Brasil, Argentina e México), propuseram a realização de uma avaliação de resistência em suas centrais, considerando o acidente de Fukushima, para detectar eventuais debilidades e implementar as correspondentes melhorias. Para tal, tomaram por base os stress tests implementados pela Western European Nuclear Regulators Association (Wenra), European Nuclear Safety Regulatory Group (Ensreg) e Consejo de Seguridad Nuclear de España (CSN). O relatório do Brasil foi entregue ao Foro em maio de 2012”, completa.

Em relação ao Brasil, Patricia Wieland crê que a segurança nuclear é uma preocupação constante. “Segurança nuclear sempre foi um elemento estratégico no país.  Pode-se notar sua importância desde a criação da Cnen e pela escolha dos modelos e fabricantes das usinas nucleares brasileiras.  O Brasil ratificou todos os acordos e convênios internacionais que visam à segurança nuclear.  Atualmente, o Brasil tem representante em todos os comitês de segurança da AIEA e é convidado para ser perito em várias missões”, explica.

Ela também detalha os mecanismos utilizados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) para garantir a maior segurança possível de fontes e instalações radiativas e nucleares. “A Cnen está organizada em duas diretorias técnicas e uma administrativa. A Diretoria de Radioproteção e Segurança Nuclear (DRS) atua como a parte regulatória, no controle de materiais nucleares e de fontes radiativas; licenciamento de instalações; certificação de pessoas para determinados tipos de atividade, como operadores de reator nuclear e supervisor de proteção radiológica; inspeções; auditorias; atualização das normas nucleares; comunicações com os regulados sobre boas práticas e lições aprendidas; capacitação dos reguladores; e intercâmbio de informações com outros reguladores e com a AIEA. A outra diretoria técnica é a Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD), na qual sete instituições de pesquisa vinculadas realizam pesquisas em várias áreas, inclusive em segurança nuclear, proteção radiológica, dosimetria e metrologia das radiações. Várias delas possuem programas de pós-graduação stricto sensu e oferecem cursos de capacitação”, informa a 1ª vice-presidente da Aben.

“A Cnen-DRS segue acompanhando as ações pós Fukushima dentro do programa de licenciamento das instalações nucleares. Imediatamente após o acidente, a comissão abriu no site <www.cnen.gov.br> um espaço para atender à demanda de informações e esclarecimentos, principalmente dos milhares de brasileiros que moram no Japão. Além disso, o Brasil integra um seleto grupo de treze países que utilizam um sistema computacional (Argos) para o acompanhamento de situações de emergência com liberação de material radioativo. O Argos possibilita avaliar a intensidade e o deslocamento da radioatividade liberada e as possibilidades de liberações futuras, fazendo previsões sobre o nível de radioatividade ambiental. Com isso, permite um planejamento mais preciso das medidas a serem adotadas para proteção da população, restrições ao uso de áreas afetadas, cuidados na produção de alimentos, entre outras ações necessárias. Nesta atividade, a Cnen conta com a colaboração de especialistas do Inpe”, finaliza.

Com a construção de  Angra 3 em andamento e o consenso da necessidade da construção de novas centrais nucleares, o debate sobre novas tecnologias, soluções, equipamentos e mão de obra para atender o Programa Nuclear Brasileiro, se torna muito oportuno. O IV Seminário Internacional de Energia Nuclear prevê palestras, painéis e debates sobre gestão, prevenção de riscos e respostas rápidas a desastres naturais, com ênfase na comunicação e informação para a rápida mobilização, além de trazer experiências do Brasil e do exterior sobre planos de emergência, monitoramento climático etc.

Outra discussão importante que está programado no evento envolve a flexibilização do setor nuclear, já em estudo no governo, de forma a permitir uma participação maior do setor privado, com a possível quebra do monopólio estatal, e dessa forma suprir a carência de recursos externos ao programa de instalação de novas usinas nucleares brasileiro, que se acirrou depois do acidente de Fukushima.

SERVIÇO – As inscrições para participação no evento podem ser feitas pelo email inscricao.planeja@gmail.com, além dos telefones (21) 2262-9401 / 2215-2245. As empresas de engenharia, tecnologia, fabricantes de materiais e equipamentos e prestadores de serviços interessados em patrocinar ou apresentar palestras técnicas sobre soluções e tecnologias para o setor nuclear podem entrar em contato com a área comercial da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2244-6211.

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No ano de 2010, os resultados líquidos das atividades decorrentes da indústria de artefatos da borracha alcançaram US$ 2,49 bilhões, sem a inclusão de impostos. O valor representa um aumento de 84,5% em relação a 2001, quando o resultado foi de US$ 1,35 bilhão. Esse e outros dados do mercado estão reunidos no Perfil da Indústria Brasileira da Borracha, que será apresentado no seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha.

Realizado pelo PDS – Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região, o encontro acontecerá no dia 28 de junho (próxima terça-feira), das 19h às 22h, no auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema), com entrada gratuita. O seminário irá analisar os setores do plástico e da borracha tanto no cenário nacional quanto no plano internacional.

O estudo Perfil da Indústria Brasileira da Borracha foi desenvolvido com base em informações organizadas pelo Sindibor, o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo. A apresentação desse levantamento inédito permitirá que os participantes possam conhecer melhor as dimensões do setor em que atuam. O material inclui a estrutura da indústria da borracha (número de empresas e de funcionários, porte e distribuição das companhias por estado), produção e consumo de matérias primas e compostos de borracha, valor e volumes exportados e importados, capacidade instalada e indicadores de desempenho.

No seminário Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha serão apresentados painéis gerais sobre as alternativas e possibilidades de ampliação de mercados, destacando quem são os principais competidores e como desenvolver alternativas comerciais. Os palestrantes serão Gilmar do Amaral, gerente executivo do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast), e Élcio Morelli, consultor de inteligência de mercados e pós-graduado em marketing na ESPM, com especialização em administração na FGV.

As inscrições são limitadas e devem ser feitas pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou pelo telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

O PDS – Lançado em março de 2010, o Plano de Desenvolvimento Setorial do Plástico e da Borracha de Diadema e Região é uma ação realizada em parceria entre a Prefeitura de Diadema, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) e o Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha do Estado de São Paulo (Sindibor).

Serviço

Panorama dos Mercados do Plástico e da Borracha

Datas e horários: 28 de junho (terça-feira), das 19h às 22h

Local: Auditório do CIESP Diadema (av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, s/nº – Vila Mulford – Diadema)

Informações e inscrições: pelos e-mails desenvolvimento.empresarial@diadema.sp.gov.br / rosania.marques@diadema.sp.gov.br ou telefone (11) 4057-7426, com Ângela ou Sueli.

Entrada gratuita

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Fechando a programação de seminário e palestras do ABINEE TEC 2011, será realizado, no dia 1º de abril, às 9h, o seminário Sustentabilidade – Meio Ambiente.

 Na pauta, o secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Bruno Covas, analisa a Lei de Resíduos Eletroeletrônicos paulista; Ana Luci Grizzi, advogada da Veirano Advogados, faz uma exposição sobre Política Nacional de Resíduos Sólidos versus Política Estadual; Vanda Scartezini, Consultora da Sepin/MCT, no Projeto InfoDev/Banco Mundial, destaca Estratégias e Experiências em Políticas de Resíduos Eletrônicos.

Após as exposições iniciais, acontece uma mesa redonda, com a participação do diretor da área de responsabilidade Socioambiental da ABINEE, André Luís Saraiva, sobre A sustentabilidade diante do Mercado Cinza: Produtos Contrafeitos/Piratas.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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