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Metas de sustentabilidade, novas regulações e a busca por previsibilidade estão mudando a forma como a indústria de embalagens escolhe seus materiais, aponta relatório .

Em 2026, entra em vigor no Brasil o Programa Selo Verde Brasil, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que cria critérios nacionais para a certificação voluntária de produtos e serviços sustentáveis. O objetivo é fortalecer a economia circular, ampliar a transparência e aumentar a competitividade das empresas capazes de demonstrar, de forma verificável, seus atributos de sustentabilidade.

O programa é um dos sinais de um movimento maior, que o relatório Pense Negativo ,  iniciativa de I’m green™ bio-based, ajuda a entender. A pesquisa, feita com 2.250 tomadores de decisão de empresas que usam ou produzem embalagens em 14 países, identifica as forças que estão levando as empresas a reconsiderar seus materiais.

Metas de sustentabilidade cada vez mais próximas

Para 49% dos entrevistados, as metas de sustentabilidade são o principal fator para considerar alternativas aos plásticos tradicionais. A pressão é interna, mas afeta a reputação: segundo o relatório, nove em cada dez consumidores dizem confiar mais em empresas que demonstram progresso ambiental, e 73% estão dispostos a mudar seus hábitos de compra para reduzir o impacto ambiental.

Para as empresas que conseguem implementar e comprovar melhorias concretas, isso significa atrair novos clientes e fortalecer a lealdade dos atuais.

O relógio regulatório está correndo

82% consideram importante ou muito importante o cumprimento da legislação. As regulamentações europeias estão entre as mais avançadas e influentes no tema, com destaque para o Regulamento sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens (PPWR) e os esquemas de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR), que atribuem aos fabricantes a responsabilidade financeira pela gestão das embalagens após o uso.

Segundo o relatório, essas medidas vêm orientando o desenvolvimento de políticas semelhantes em diversas partes do mundo, e o Selo Verde Brasil mostra que o país acompanha esse movimento.

Diversificação e previsibilidade

Para planejar a longo prazo, confiabilidade no fornecimento e previsibilidade de custos tornaram-se prioridades cada vez mais importantes. O relatório mostra que as empresas que diversificam suas fontes de matéria-prima ganham mais segurança no planejamento.

Nesse ponto, os materiais de origem renovável têm uma característica própria: seu abastecimento pode ser renovado a cada ciclo de cultivo. No caso do I’m green™ bio-based, a matéria-prima é a cana-de-açúcar.

“O setor precisa comunicar melhor as vantagens dessas alternativas, incluindo o fato de que algumas delas podem ser incorporadas às cadeias de abastecimento existentes com disrupção mínima – ou nenhuma.”
Alex Duarte, líder comercial de I’m green™ bio-based para a América do Sul

Da intenção à ação

A disposição já existe: 69% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por alternativas que contribuam para seus objetivos de sustentabilidade. O relatório mostra que parte das barreiras pode ser superada com a escolha do material. Por ser uma solução drop-in, o I’m green™ bio-based pode ser incorporado às linhas de produção existentes com interrupção mínima e é quimicamente idêntico aos equivalentes de origem fóssil, sem comprometer qualidade ou desempenho.

Baixe o relatório Pense Negativo e descubra por que este é o melhor momento de pensar negativo.

https://www.braskem.com/imgreen/pense-negativo

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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