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Os riscos dos efeitos no país da crise econômica internacional não abalaram a confiança dos brasileiros. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) de setembro, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)  está praticamente estável, com crescimento de apenas 0,4% na comparação com agosto. Já na comparação com setembro de 2010, o índice está 5% menor. Mesmo com esta queda, o INEC de setembro está 1,5% acima da média histórica para o mês.

Dos seis componentes do INEC, somente os índices de expectativas em relação à inflação, renda pessoal e compras de bens de maior valor registraram melhora em setembro sobre agosto. As perspectivas sobre situação financeira e desemprego pioraram, enquanto as expectativas em relação ao endividamento se mantiveram estáveis no período.
De acordo com a pesquisa, apesar do crescimento de 1,5% no índice de expectativas sobre a inflação em setembro frente a agosto, trata-se do único indicador que continua abaixo da média histórica, sinalizando que os consumidores continuam pessimistas sobre a trajetória dos preços. Para se ter uma ideia das perspectivas negativas em relação à inflação, na comparação com setembro de 2010 o indicador registrou queda de 17,2%. Dos entrevistados neste mês, 68% responderam que a inflação vai “aumentar” ou “aumentar muito”.

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O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, elogiou a decisão do governo de elevar o IPI ( Imposto sobre Produtos Industrializados ) para veículos importados e, também, para montadoras instaladas no país que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica, como forma de proteger a indústria automotiva brasileira.

Segundo ele, medidas como esta deveriam ser estendidas a outros setores industriais que estão sofrendo com a exacerbada valorização do Real frente ao Dólar e com as importações de bens acabados, principalmente, vindas da China. “Este é o caso do nosso setor eletroeletrônico que vem há anos enfrentando um déficit em sua balança, que tem crescido em ritmo galopante, especialmente, nos últimos anos em função do desajuste cambial”, diz. Sustentando esta afirmação, dados da ABINEE apontam que, em 2010, o déficit do setor atingiu US$ 27 bilhões, e, neste ano, ultrapassará a casa dos US$ 33 bilhões.

As distorções provocadas pelo câmbio, que afetam a competitividade no mercado interno e externo, podem ser constatadas, também, pelo desempenho das exportações e das importações do setor nos últimos dois anos. “Enquanto as exportações de 2010 permaneceram no mesmo patamar de 2009, as importações superaram em 40% as realizadas no ano anterior”, salienta Barbato.

Ele lembra que a entidade já apresentou ao governo propostas para compensar o impacto nocivo causado pelo real valorizado. Entre as reivindicações está a elevação temporária da alíquota do Imposto de Importação para produtos que tenham similar nacional de segmentos da indústria eletroeletrônica, utilizando os limites permitidos pela OMC.

Outra proposta apresentada pela ABINEE trata da desoneração da contribuição patronal ao INSS da parcela exportada da produção dos bens do setor eletroeletrônico, nos moldes do setor de software. “O fato é que estamos num processo crescente de desindustrialização e precisamos urgentemente de ações que garantam a competitividade das nossas empresas, o desenvolvimento do país, e a manutenção dos empregos aqui no nosso território”, conclui Barbato.

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Realizada a cada dois anos, em Mumbai, na Índia, desde 1990, a ELECRAMA é a maior feira de negócios no setor elétrico e de eletrônicos industriais do mundo. Em sua última edição, hospedou 1.243 expositores de 23 países, incluindo a Índia, e atraindo visitantes de 120 países.

95% dos fabricantes da indústria elétrica indiana, advindos de todas as áreas de sua cadeia de Transmissão e Distribuição, se unem no evento para mostrar o seu desenvolvimento e a força de produção. A ELECRAMA oferece uma estrutura internacional para a exposição, debates e deliberações do setor em escala global, composto de empresários, líderes, técnicos e profissionais tanto da Indústria quanto da área acadêmica. Organizada pela IEEMA (Associação Indiana de Produtores Elétricos e de Eletrônicos), a décima edição acontecerá entre os dias 18 a 22 de janeiro de 2012.

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Os recursos para o financiamento da saúde devem vir das fontes existentes e não de novos impostos, propôs o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, no debate público do plenário da Câmara dos Deputados, na noite de terça-feira, 20.09, sobre a regulamentação da Emenda Constitucional 29.  A regulamentação, que deve ser votada nesta quarta-feira, 21.09, fixa percentuais mínimos a serem gastos na saúde pelo setor público.

Castelo Branco enfatizou que a ausência de regulamentação da Emenda 29 não impediu a ampliação dos recursos destinados à saúde. Segundo ele, os gastos federais com saúde passaram de R$ 43,6 bilhões em 2007 para R$ 61,9 bilhões em 2010,  um crescimento médio anual nominal de 12,4%. Acrescentou que, entre 2007 e 2010, com a CPMF já extinta, as despesas federais com  saúde subiram de 1,64% para 1,68% do Produto Interno Bruto (PIB).

O economista-chefe da CNI sublinhou que a extinção da CPMF foi compensada em outros tributos, como o aumento do IOF e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre as instituições financeiras, de tal forma que a carga tributária federal passou de 23,9% do PIB em 2007 para 24,1% em 2008. Sublinhou haver uma expectativa de aumento da receita líquida do governo federal superior a R$ 100 bilhões este ano.

“O crescimento da arrecadação não justifica nova tributação”, destacou Castelo Branco, acrescentando caber à legislação orçamentária definir as prioridades dos gastos. “O aumento dos recursos para a saúde deve vir do crescimento da economia e do PIB”, defendeu.

De acordo com o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a carga tributária é o maior problema das empresas.  “ Já temos uma tributação excessiva e de má qualidade, que reduz a competitividade das empresas”, pontuou.  

Lembrou que pesquisa CNI/Ibope divulgada em março último revelou que 63% da população acredita que a qualidade dos serviços de saúde depende mais de gestão eficiente do que da ampliação dos recursos. Disse ter a pesquisa informado ainda que 72% dos brasileiros são contra a recriação da CPMF.

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Empresa dissemina cultura de destinar resíduos sólidos de forma responsável, reduzindo os impactos ambientais das atividades empresariais

No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi sancionada pelo governo federal em 02 de Agosto de 2010. Entre outras providências, o documento estabelece diretrizes gerais sobre a responsabilidade das empresas pela correta destinação dos resíduos sólidos provenientes do serviço que executam. As normas seguem modelos europeus e incluem entre as empresas os fornecedores de outsourcing de impressão. “Na Low Cost, existe uma preocupação em seguir à risca esta determinação e incentivamos, inclusive, nossos clientes, para que adotem o mesmo tipo de atitude, ajudando a disseminar a cultura de destinar os resíduos sólidos de forma responsável, reduzindo os impactos ambientais das atividades empresariais”, revela Francis Safi, diretor da Low Cost.

A melhor forma de controlar a destinação dos resíduos sólidos em um operador de outsourcing de impressão é por meio da logística reversa. “Nossas operações e todos os controles são planejados e bem estabelecidos”, explica Francis Safi. Na Low Cost, a responsabilidade dos fabricantes na cadeia produtiva não cessa ao entregar o produto ou serviço, seguindo o conceito denominado EPR (Extended Product Responsibility). “Nossa responsabilidade só termina depois que os insumos são corretamente destinados, ao atingir o fim de sua vida útil”, complementa Francis Safi.

Trechos importantes da lei:

“XII – logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”

Art. 30.  É instituída a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, consoante as atribuições e procedimentos previstos nesta.

Art. 33.  São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Com apoio de governos e empresas de todo mundo, grandes progressos já foram atingidos para reduzir o impacto ambiental do lixo eletrônico. Há 10 anos atrás, o número de componentes reciclados em uma impressora girava em torno de 40%. Hoje, já ultrapassa os 85%, muitos dos quais utilizando plástico reciclado de antigos cartuchos de tinta. “Na Low Cost, fazemos questão de contribuir para que esse progresso continue e por isso, da mesma forma que temos SLA para a entrega dos insumos nos clientes, por exemplo, temos para o descarte dos mesmos, sempre que é preciso uma substituição”, finaliza Francis Safi.

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A decisão do Governo de elevar o IPI (Imposto sobre produtos industrializados estrangeiros e nacionais) para veículos importados e montadoras nacionais que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica desagradou o presidente da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Ennio Crispino: “Apesar de embutir um possível aumento de investimentos em máquinas-ferramenta, inclusive importadas, já que impacta diretamente na produção de mais automóveis e autopeças no país, a medida configura-se como a volta do protecionismo e a prática comum de aumento de impostos”, afirma.

Para Crispino, o Governo demonstrou falta de sensibilidade ao alterar as regras da importação de automóveis sem se preocupar com os importadores que estão com estoques elevados e veículos já embarcados para o país: “Quem nos garante que esta postura protecionista não será empregada para resguardar outros setores da competição dos produtos importados, já que a questão crucial do dólar barato é que está causando este desequilíbrio? Parece mais simples aumentar impostos e assim afetar o câmbio, artificialmente”.

Para o presidente da ABIMEI ainda não está claro como o Governo irá avaliar o índice de nacionalização de veículos fabricados no Brasil, além do que chamou de  “investimentos em inovação tecnológica”. “Sem máquinas e equipamentos importados de alta tecnologia, dificilmente as montadoras, grandes fabricantes de autopeças e seus principais fornecedores conseguirão oferecer veículos e componentes de qualidade, com custos competitivos. Somente a indústria nacional de bens de capital não é capaz de suprir essas necessidades”.

Segundo Crispino, a vocação brasileira é para produzir máquinas de média complexidade tecnológica. “É uma questão de escala, o Brasil não tem volume para fabricar máquinas de alta tecnologia ou de baixa complexidade, porque o preço destas máquinas é ditado pelo mercado internacional”. Ele lembra ainda que a manutenção das taxas especiais do programa Finame PSI já defende o fabricante nacional de bens de capital, dada à grande diferença para os juros de mercado que regulam financiamentos daqueles que necessitam adquirir equipamentos importados (taxas subsidiadas de 5,5% ao ano pelo Finame PSI contra 25% em média para máquina importada). E diz que quem fabrica bons equipamentos, com tecnologia aceitável, é capaz até de exportar os seus produtos: ”Não podemos esquecer que muitos componentes das máquinas feitas no Brasil são importados, o que melhora a qualidade tecnológica destes produtos”, comenta.

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Encontro abordou a modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, participou nesta segunda-feira (19/9) da reunião plenária do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), na capital paulista. Durante o encontro, foram debatidos assuntos como modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas de todos os setores varejistas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo e utilizarem recebíveis de cartão de crédito como garantia.

Gleisi Hoffmann ressaltou que a estabilidade econômica do Brasil é a grande meta da presidente Dilma Rousseff. “Não adianta fazermos inúmeros projetos se não houver desenvolvimento econômico. É preciso ter geração de empregos e distribuição de renda, mas para isso é preciso haver consumo. A presidente Dilma é muito preocupada com a retomada do crescimento, e a redução da pobreza foi fundamental para a elevação do consumo no Brasil. Ter um setor miserável da sociedade é muito vergonhoso para todos. Por isso, lançamos o Plano Brasil Sem Miséria, para tirar da linha da pobreza 16 milhões de brasileiros. A intenção da presidente é colocar o país na lista dos mais desenvolvidos do mundo”, explica a ministra, que também ressaltou a importância da educação para viabilizar este desenvolvimento. “Elaboramos diversos programas, inclusive com a distribuição de bolsas de estudos no exterior. A educação é um importante pilar que sustentará este desenvolvimento”.

Na reunião com os associados do IDV, a ministra afirmou que a presidente tem se dedicado muito à eficiência da gestão pública. “As áreas de saúde, justiça e transporte são focos importantes da atuação do governo. Além disso, a presidente Dilma tem desenvolvido várias ações no setor de infraestrutura, e grandes obras já estão sendo finalizadas”.

O presidente do IDV, Fernando de Castro, ressaltou a necessidade de haver um planejamento estratégico de longo prazo para o varejo. “O Programa Brasil Maior pode dar mais espaço para o varejo, e colocamos o IDV à disposição do governo”, finaliza Castro.

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Entidade pressiona Governo Federal por preços mais baixos nas contas de luz

A Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo) iniciou campanha “Energia a Preço Justo ” na mídia e redes sociais(Twitter e Facebook) para para pressionar o Governo Federal a realizar os leilões para a renovação das concessões do setor elétrico. A entidade alega que os brasileiros merecem pagar um preço mais justo pela energia elétrica. A Fiesp pretende arrecadar 1 milhão de assinaturas, alegando que a energia brasileira é uma das mais caras do mundo.

“No Brasil, 77% de toda a energia produzida vêm de usinas hidrelétricas, a fonte mais barata que existe. Mas a construção das usinas e sistemas de transmissão e distribuição é um investimento bilionário. Para viabilizar essa construção, o governo faz contratos de concessão com empresas e o investimento é recuperado cobrando-se um valor adicional nas contas de luz. Portanto, quem paga pela construção do sistema elétrico é o consumidor”, diz Paulo Scaf, presidente da Fiesp em campanha para a mídia.

Esta iniciativa de redução nas contas de luz resultaria em uma economia aproximada de 30 bilhões de reais por ano para o governo, empresas, hospitais, escolas.

Serviço:
Informações pelo http://www.energiaaprecojusto.com.br

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Uma delegação de empresários alemães do setor logístico desembarca no Brasil nesta semana buscando parceiros locais. A comitiva, liderada pelo vice-ministro federal de Transporte, Construção Civil e Desenvolvimento Urbano da Alemanha, Rainer Bomba, reúne-se nesta sexta-feira (16) em São Paulo (SP) com empresários brasileiros do setor, em encontro reservado às 13 horas no Clube Transatlântico (Rua José Guerra, 130 – Chácara Santo Antônio).

Na pauta, a discussão de possíveis parcerias e acordos de cooperação entre os dois países. A visita da delegação alemã é uma das ações da Logistics Alliance Germany, iniciativa do governo daquele país para apresentar produtos e soluções na área de logística e transporte. A Alemanha, de acordo com pesquisa realizada pelo Banco Mundial (World Bank) é líder global do setor.

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As exportações do agronegócio paulista cresceram 19,3%, para US$15,11 bilhões, nos meses de janeiro a agosto, quando comparados com o mesmo período de 2010. Mesmo as importações aumentando mais (35,5%), para US$6,76 bilhões, o saldo comercial do setor atingiu US$ 8,35 bilhões (acréscimo de 8,7%), de acordo com análise do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

As importações paulistas nos demais setores da economia somaram US$47,89 bilhões, para exportações de US$23,59 bilhões, o que resultou em déficit externo desse agregado de US$24,30 bilhões. Assim, o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujos saldos se mantiveram positivos, dizem os pesquisadores José Roberto Vicente e José Sidnei Gonçalves.

A participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado cresceu, no período janeiro-agosto, 0,2 ponto percentual, enquanto a participação das importações aumentou 0,9 ponto percentual.

Já as exportações paulistas do setor representaram 23,6% das vendas externas do agronegócio brasileiro, ou seja, 0,9 ponto percentual a menos que no mesmo período de 2010. Por sua vez, as importações paulistas do agronegócio representaram 32,0% do total setorial brasileiro, sendo 2,9 pontos percentuais inferior à verificada no ano passado.

As exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$64,01 bilhões (crescimento de 23,5% em relação ao mesmo período do ano anterior). Já as importações do setor somarram US$21,15 bilhões (elevação de 47,8%). Com isso, o superávit do agronegócio brasileiro nos primeiros oito meses do ano foi de US$42,86 bilhões (acréscimo de 14,3%). “Portanto, o desempenho dos agronegócios sustentou a balança comercial brasileira, uma vez que os demais setores, com exportações de US$ 102,70 bilhões e importações de US$125,60 bilhões, produziram no período um déficit de US$ 22,90 bilhões”, concluem os pesquisadores do IEA. (Elaborado pela Assessoria da Apta)

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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