Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança nesta quarta-feira, 14 de setembro, em Brasília, a Rede Clima da Indústria Nacional, que reunirá federações estaduais de indústrias, associações setoriais e empresas para aprimorar a articulação do setor nas questões referentes às mudanças climáticas. A criação da rede ocorrerá durante a reunião do Grupo de Mobilização Empresarial sobre Mudança do Clima, a partir das 10h.

A Política Nacional sobre Mudança do Clima determina que sejam publicados, até 15 de dezembro deste ano, os Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima. Todos os setores da indústria de transformação, construção civil e extrativa mineral terão de apresentar esses planos. “A Rede Clima da Indústria Nacional terá o importante papel de tornar mais ágeis e consistentes as trocas de informações e tomadas de decisão dos diversos setores industriais”, antecipa Paula Benatti, especialista da CNI em mudanças climáticas.  

A expectativa é que a Rede Clima da Indústria Nacional auxilie o setor na promoção de práticas de baixo carbono e na identificação de temas prioritários, tendências, riscos e oportunidades na agenda de mudança do clima.

A reunião do Grupo de Mobilização Empresarial sobre Mudança do Clima terá a presença de representantes da CNI, dos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de federações estaduais de indústrias, associações setoriais e empresas, como Camargo Correa, Braskem e Vale.

A reunião será aberta a jornalistas desde o início e até o intervalo para o almoço.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

A Bozza acaba de lançar a nova linha G2 de propulsoras pneumáticas para lubrificação, produto 100% nacional desenvolvido a partir de estudos e análises das necessidades do mercado. A nova linha, voltada para a aplicação de óleo e graxa, é indispensável em serviços de veículos, em atividades industriais, agrícolas e comerciais como, por exemplo, nas oficinas mecânicas, postos de abastecimento e de serviços.

Como principais vantagens para o cliente a nova linha G2 incorpora características técnicas como, bloco do motor construído em alumínio anodizado, para maior proteção e resistência à corrosão e desgaste; mais leveza, com maior vazão e pressão (rateio); aumentando a eficiência dos pontos a serem lubrificados; conjunto formado com menor quantidade de peças, o que facilita a manutenção; silenciador de ar compacto, para a segurança contra impactos e quebras, baixo consumo de ar oferecendo maior vazão de graxa/óleo, proporcionando mais economia,entre outras qualidades.

As propulsoras G2 também fazem parte do conjunto de equipamentos instalados nos comboios de lubrificação usados para a manutenção de tratores, colheitadeiras e máquinas empregadas em frentes de trabalho na construção civil, mineração, agricultura, indústria de papel e celulose e usinas de açúcar e álcool.

A empresa mantém um departamento de engenharia dedicado ao desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo da sua linha de produtos com o objetivo atender as expectativas dos clientes na busca pelo aumento da produtividade de suas máquinas com redução dos custos operacionais.

*foto Propulsoras G2 Bozza

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

 Durante a 18ª edição do Festival de Publicidade de Gramado, que acontece entre os dias 31 de agosto, 1 e 2 de setembro, o Vice- Presidente de Operações da ESPM e Presidente do Conselho Nacional de Propaganda, Hiran Castello Branco, será laureado pela segunda vez com o prêmio “Publicitário Latino Americano”, concedido pela Alap – Associação Latino Americana de Publicidade.

O reconhecimento é resultado do seu engajamento, estudos e trabalhos que buscam a responsabilidade social na propaganda, tema que defende há anos no mercado.

Em 2011, o assunto avança com a sua colaboração para a construção dos indicadores de sustentabilidade. O projeto desenvolvido pela ESPM e Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) tem como objetivo difundir o conceito entre as agências e contribuir para a conscientização das práticas sustentáveis nas mensagens publicitárias.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Subsidiária do grupo Thales foi homenageada durante 4o Prêmio Top Engenharias

 Engenheiros, altos executivos de empresas líderes do mercado e formadores de opinião elegeram a Omnisys, empresa de alta tecnologia sediada em São Bernardo do Campo (SP), a melhor do Brasil em 2011 nas categorias Engenharia Mecânica (Mecânica, Aeroespacial, Aeronáutica, Industrial) e Tecnologia em Proteção de Vôo/Radares/Telecomunicações. Desde 2005, a Omnisys vem se destacando extraordinariamente no mercado nacional, com a crescente participação do grupo Thales, integrando-se por total em julho deste ano.

“É um orgulho para a Thales que o talento de sua equipe brasileira seja reconhecido desta forma. Para nós, o capital humano é o nosso maior patrimônio. Com uma equipe de engenheiros de reputação incontestável, a Omnisys já integra nossa rede internacional de centros de excelência em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Além disso, a Omnisys será responsável pela transferência de tecnologia prevista para os grandes programas a serem lançados no Brasil nos próximos anos”, explica Laurent Mourre, diretor geral da Thales no Brasil.

A escolha da Omnisys foi feita a partir de pesquisa conduzida pela Associação dos Ex-Alunos da Escola de Engenharia da UFMG (AEAEE). Com presença do governador do estado de Minas Gerais, Antônio Anastasia, e principais empresários do setor, a cerimônia de entrega do prêmio aconteceu ontem, dia 25 de agosto. Trata-se da quarta edição do Prêmio Top Engenharias, que reconhece pessoas e empresas que contribuem para o desenvolvimento da engenharia do país.

A premiação da AEAEE abrange profissionais e empresas fornecedoras dos setores de Construção Civil, Construção Pesada, Metalurgia, Telecomunicações, Automotivo, Infraestrutura, Energia, Naval, Indústria de Base, entre outras.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

A decisão divulgada segunda-feira, dia 29 de agosto, pelo governo federal, de aumentar o controle fiscal e provisionar um superávit primário de R$ 90,8 bilhões para o governo central ainda este ano, foi recebida com satisfação por empresários brasileiros. Conforme depoimento para o Estado de São Paulo hoje,os executivos enxergam essas medidas como condizentes com o momento da economia mundial e que podem contribuir para a redução das taxas de juros.

Os executivos acreditam que tal ação promova a continuidade do crescimento da economia, situação que permitirá às companhias manter inalterados os planos de investimentos e projeções de crescimento para 2011.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

  Devido ao crescente número de instrumentos, trocas e mercados, assim como a crescente granularidade dos dados, participantes nos segmentos de mercado de energia e serviços públicos precisam enfrentar o crescimento impressionante dos volumes de informação. Além disso, precisam preparar suas infraestruturas para as mudanças na supervisão dos envolvidos e nas regulamentações, em uma época de grandes incertezas. Os traders, produtores e concessionárias de serviços públicos de energia precisam mitigar o risco e o custo do negócio hoje, focando o gerenciamento de informações de modo mais eficiente para garantir uma maior precisão e qualidade dos dados e oferecer avaliações oportunas de posições e risco.

 Existem dez principais tendências direcionando as iniciativas de gerenciamento de negociações, risco e dados no segmento de mercado de energia e serviços públicos.

 Na área de negociações, as empresas de energia precisam de um melhor acesso à liquidez para melhorar as margens e reduzir os riscos; a demanda global e mudanças importantes nos mercados de energia aumentam os desafios de negócio em termos de crescimento, investimento e recrutamento; o custo e a competitividade crescentes exigem maior transparência e eficiência e um melhor gerenciamento das informações. Além disso, a necessidade de controlar custos e otimizar o capital está tornando a eficiência operacional uma prioridade máxima.

 Em relação a risco e regulamentos, devem ser destacados os regulamentos da Dodd-Frank, CFTC e outros órgãos reguladores de ação global, que estão impactando de forma significativa os participantes do segmento de mercado ao elevar a supervisão regulatória e os requisitos de relatórios. Novos requisitos propostos de relatórios e liberação de capital também afetarão um grande número de participantes ao exigir comportamentos modificados nas negociações. A volatilidade dos preços e as infraestruturas envelhecidas, por sua vez, estão tornando o gerenciamento de risco mais desafiador, levando a um maior reinvestimento em tecnologia.

 Na área de gerenciamento de dados, as crescentes complexidades no segmento de mercado causaram uma explosão de sistemas e dados; os volumes e a complexidade crescentes dos dados estão levando à demanda de uma mineração mais inteligente de dados para reduzir o custo e aumentar a precisão. Com isso, os produtores e concessionárias estão buscando tecnologias mais inteligentes para aumentar a eficiência, do campo à administração.

 Os agentes do segmento de energia estão enfrentando desafios sem precedentes, inclusive uma recuperação econômica lenta, preços achatados de energia e informações confusas sobre os regulamentos. Com isso, o gerenciamento das informações, as tecnologias de smart grid (rede inteligente de energia) e outras abordagens de inteligência de negócios podem ajudar os participantes a melhorar sua capacidade de gerenciar mudanças, reduzir custos e risco e melhorar a eficiência nas operações, entrega e serviços.

 Sobre as soluções para Energia e Commodities da SunGard

 As soluções para energia e commodities da SunGard ajudam as empresas de energia, corporações que compram hedge e empresas de fundos hedge e de serviços financeiros a competirem de forma eficiente nos mercados globais de energia e commodities, otimizando e integrando as negociações, o gerenciamento de risco e as operações de commodities físicas e seus instrumentos financeiros associados. Por meio de dados, conectividade e análise em tempo real, as soluções da SunGard para energia e commodities ajudam os clientes a obterem transparência e conformidade regulatória, abordarem transações de ponta a ponta e ciclos de vida operacionais e atenderem às necessidades de tempo de colocação no mercado com opções flexíveis de implementação.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Tendo por objetivo a ampliação do comércio de agroquimicos na América Latina e Oceania, o governo chinês estabeleceu um programa para os próximos dez anos, visando aumentar a fabricação de seus produtos e reduzir ainda mais os preços. A estratégia é fomentar e incentivar as fusões entre grandes empresas do setor, para formar líderes do segmento no mundo, afirmou a vice-presidente da empresa CCPIT Sub-control of Chemical Industry, Ma Chunyan, durante a IV China-Brasil Agrochemshow, realizado nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo.

Durante o evento, alguns representantes de empresas chinesas, interessados em fechar novas parcerias para a comercialização de agroquímicos, reafirmaram o interesse no Brasil, que pode passar de quarto maior importador desses insumos para segundo, até 2020.

Maior fabricante de defensivos e fertilizantes agrícolas do mundo, a China tem planos ambiciosos para os próximos 10 anos.  Segundo a Ma Chunyan, o país definiu três diretrizes para ampliar e melhorar as suas produções. A primeira é a criação de quatro ou cinco parques industriais em regiões costeiras ou ribeirinhas, para melhorar a eficiência e a segurança ambiental. A segunda é a redução do número de empresas atuantes no setor, para minimizar os custos e aumentar a competitividade interna e externa de seus produtos. “A terceira diretriz inclui a reestruturação das empresas, para torná-las mais eficientes, mais competitivas, com marcas próprias, maior valor agregado e com preços adequados aos níveis internacionais” .

De acordo com levantamento da AllierBrasil Consulting, os fabricantes de defensivos agrícolas chineses são listados como os principais fornecedores nos registros de produtos técnicos aprovados pelo Ministério da Agricultura nos últimos três anos, de 2008 a 2010.  Dos 122 registros de produtos técnicos aprovados neste período, os fabricantes chineses aparecem como fornecedores em pelo menos 82 vezes. Em seguida vêm os fabricantes da Europa e Estados Unidos que juntos somam 24 vezes, seguidos das empresas indianas que aparecem 15 vezes. Israel, Brasil, Japão e Peru, somados, aparecem 7 vezes apenas.

Enquanto traders, distribuidores e não fabricantes de agrotóxicos estão registrando estes produtos no Brasil, as empresas chinesas demoraram para acessar diretamente o mercado brasileiro. Para os chineses o principal meio de acesso sempre foi até então através da construção de parcerias com empresas já estabelecidas no país e que tenham profundo conhecimento do mercado. Para os fabricantes chineses é muito difícil conceder prazos de pagamento que superem 90 dias. Como as margens praticadas pelos chineses são muito baixas, eles não conseguem embutir taxas de juros, seguro e risco de inadimplência nos preços de seus produtos.

Mas, por outro lado, recentemente foram aprovados dois registros de agrotóxicos de propriedade de fabricantes da China continental.  “Em maio, a empresa YongNong teve aprovado o registro do herbicida picloram. Em julho, foi o glifosato da registrante JM Chemicals” ,  diz Flávio Hirata, engenheiro da AllierBrasil, que fez consultoria para ambas. Para Hirata, que assessorou estas duas empresas, os chineses estão aprendendo a legislação brasileira de agrotóxicos, que é muito diferente de outros países.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

O estoque na indústria ficou muito acima do planejado em julho, com 53,9 pontos. O aumento nos estoques, registrado desde janeiro e que se intensificou em julho, com 53,4 pontos, tem provocado desaceleração no ritmo da produção industrial. No mês passado, a atividade do setor ficou estável, com 50,4 pontos. As informações são da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira, 23.08. Os indicadores variam de zero a cem. Valores acima de 50 mostram evolução positiva, estoque acima do planejado ou utilização da capacidade instalada (UCI) acima do usual.

Segundo a pesquisa, a indústria operou em média com 75% de UCI, registrando 45,2 pontos no indicador. É o oitavo mês consecutivo de recuo no uso da capacidade instalada.

De acordo com o economista da CNI Marcelo de Ávila, mesmo com a desaceleração na atividade industrial, registrada desde o início do ano, os estoques indesejados tiveram um crescimento elevado em julho. “Como esses estoques precisam ser desovados, a produção industrial não deve crescer”, prevê. “Soma-se a isso o cenário desfavorável às vendas, pois tanto o mercado externo quanto o interno estão desaquecidos, os juros e a inflação estão em alta e há escassez de crédito”, completa Ávila.

Dos 26 setores da indústria de transformação, 22 operam com atividade abaixo do usual. Em relação ao porte das empresas, as pequenas registram queda na produção, as médias mostram estabilidade e as grandes apresentam crescimento. Entretanto, mesmo com produção crescente, as grandes indústrias também estão com a UCI em julho abaixo do usual para o mês. A evolução do número de empregados na indústria também está estável, com 50,1 pontos.

Expectativas – Apesar da desaceleração da indústria, os empresários do setor continuam confiantes na demanda do mercado interno, no número de empregados e nas compras de matérias-primas para os próximos seis meses, embora esse otimismo esteja menor.

As expectativas sobre a demanda recuaram de 61,9 para 61,3 pontos de junho para julho. O indicador de compra de matérias-primas diminuiu de 58,2 para 57,6 pontos e o de evolução do número de empregados foi de 54,2 a 53,2 pontos no período. Somente o índice de expectativas sobre as exportações ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos em julho, com 49,1 pontos, indicando pessimismo.

A pesquisa Sondagem Industrial foi realizada de 1º a 16 de agosto com 1.892 empresas, das quais 988 são pequenas, 638 médias e 266 de grande porte.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

Soja baiana é exportada em contêiner para o Japão através da Tecon

 A Tecon Salvador, empresa portuária do grupo Wilson, Sons Terminais, responsável pela operação da Unidade de Contêiner do Porto de Salvador, acaba de realizar o primeiro embarque de soja em contêiner do Nordeste para o Japão. Para o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, “este é sem duvida um marco para novas possibilidades do comércio do agronegócio baiano com a Ásia”. Foram dois contêineres, com o total de 37 toneladas de soja, produzida pela Agrícola Xingu, do município de São Desidério, no Oeste baiano, produto que geralmente saía em navios graneleiros. O embarque foi feito no porta-contêineres CMA CGM ONYX, navio que faz parte do novo serviço lançado em maio deste ano, ligando a Bahia diretamente à Ásia sem escalas. Agora a Tecon trabalha para ampliar a exportação de algodão de menos de 1% para pelo menos 30%. Segundo maior produtor de algodão do País, a Bahia vê 99% da exportação do produto ser feita pelo Porto de Santos.

 O secretário Eduardo Salles lembrou que a criação da linha direta com a Ásia representa uma grande conquista para incrementar as relações de negócios com a Ásia, e um fator importante no processo de agroindustrialização do Estado. De acordo com Márcio Marques, analista de negócios da Tecon, a Seagri é um parceiro valioso, que teve grande participação na implantação da linha direta com a China. Salles analisa que a operação de exportação em contêiner representa rapidez e economia.

 Márcio Marques explica que, enquanto o embarque em navio graneleiro exige carga mínimia, (5 mil a 10 mil toneladas, a depender do tamanho da embarcação), não há exigência de carga mínima para a operação em contêiner, que pode ser concluída em até 12 horas. Esse tempo, em navio graneleiro, é muito maior, podendo chegar a uma ou duas semanas, segundo informações da Tecon.

 Além disso, a operação traz vantagens para os produtores e para os compradores, como a facilidade na logística de distribuição, acesso a mercados alternativos e embarques semanais. O transporte por contêiner permite ainda que a exportação ocorra independentemente das condições climáticas e mesmo em períodos de entressafra.

 Esta modalidade de exportação é ideal para clientes que tem a necessidade de comprar as commodities em menores quantidades, optando por maior freqüência nos embarques reduzindo os investimentos em estoque e limitando o envolvimento de vários intermediários, possibilitando a negociação direta com o produtor

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

 A Acetecno do Brasil entregou no último mês a Klabin S.A unidade de Otacilio Costa/SC, uma nova Estação de Tratamento de Água.

 Estação de Tratamento de Água, é a parte do sistema de abastecimento onde ocorre o tratamento da água captada na natureza visando a potabilização para posterior distribuição à população.

 O processo convencional de tratamento de água é dividido em fases. Inicialmente acontece a pré-cloração, etapa onde o cloro é dosado no momento em que a água chega à estação. Tem como finalidade facilitar a remoção de material orgânico e metais pesados.

 Após a aplicação do cloro, a água passa pela pré-alcalinização, etapa onde acontece a adição de cal ou soda, esse procedimento visa o ajuste do pH, para que o mesmo se aproxime dos valores necessários para um bom prosseguimento no tratamento. O fator pH divide-se em três categorias, quando possui valor inferior a 7 é chamado de básico, quando tem valor igual a 7 chamamos de neutro e no caso de ter valor superior a 7 é chamado de ácido ou alcalino. Para o consumo humano, recomenda-se pH entre 6,0 e 9,5.

 Por sequência, a água passa pela coagulação, nesta fase aplica-se Sulfato de Alumínio, Cloreto Férrico ou outro coagulante, seguido de uma agitação rápida na água. Assim, os particulados de sólidos suspensos ficam eletricamente desastibilizadas e mais fáceis de agregarem-se. Após a coagulação, a água passa pelo processo de Floculação, nessa etapa acontece uma mistura lenta da água, com a finalidade de agregar o máximo às partículas sólidas formando então os flocos.

 Após os flocos formados, a água passa pelo processo de Decantação. Nessa etapa, a água é conduzida por grandes tanques onde grande parte dos flocos fica depositada no fundo desse decantador. Os sólidos que por acaso não se depositarem no fundo desse tanque, segue com a água para os filtros. Após decantar, a água finalmente passa pelo processo de Filtração. Nesses tanques, existem camadas de pedriscos, areia e carvão antracito. Esses materiais são responsáveis pela remoção de qualquer partícula remanescente no processo.  

 Vencidas todas essas etapas, a água passa pela Pós-Alcalinização, onde acontece a correção do pH para evitar a corrosão e incrustações na tubulação. Passando na sequência pela Desinfecção, etapa onde acontece a última adição de cloro na água antes de sua saída da Estação de Tratamento. Ela garante que a água fornecida chegue isenta de bactérias e microorganismos na casa dos consumidores. Finalmente acontece a Fluoretação, a adição de Flúor ajuda na prevenção de cáries.

 A nova ETA faz parte da ampliação do Tratamento de Água na empresa, serão mais 150 mil litros de água tratada por hora para atender a demanda de produção de uma importante indústria do ramo Papeleiro do País com os padrões de qualidade da Acetecno do Brasil.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial Lançamento máquinas e equipamentos mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial