Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

 

Os recursos para o financiamento da saúde devem vir das fontes existentes e não de novos impostos, propôs o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, no debate público do plenário da Câmara dos Deputados, na noite de terça-feira, 20.09, sobre a regulamentação da Emenda Constitucional 29.  A regulamentação, que deve ser votada nesta quarta-feira, 21.09, fixa percentuais mínimos a serem gastos na saúde pelo setor público.

Castelo Branco enfatizou que a ausência de regulamentação da Emenda 29 não impediu a ampliação dos recursos destinados à saúde. Segundo ele, os gastos federais com saúde passaram de R$ 43,6 bilhões em 2007 para R$ 61,9 bilhões em 2010,  um crescimento médio anual nominal de 12,4%. Acrescentou que, entre 2007 e 2010, com a CPMF já extinta, as despesas federais com  saúde subiram de 1,64% para 1,68% do Produto Interno Bruto (PIB).

O economista-chefe da CNI sublinhou que a extinção da CPMF foi compensada em outros tributos, como o aumento do IOF e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre as instituições financeiras, de tal forma que a carga tributária federal passou de 23,9% do PIB em 2007 para 24,1% em 2008. Sublinhou haver uma expectativa de aumento da receita líquida do governo federal superior a R$ 100 bilhões este ano.

“O crescimento da arrecadação não justifica nova tributação”, destacou Castelo Branco, acrescentando caber à legislação orçamentária definir as prioridades dos gastos. “O aumento dos recursos para a saúde deve vir do crescimento da economia e do PIB”, defendeu.

De acordo com o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a carga tributária é o maior problema das empresas.  “ Já temos uma tributação excessiva e de má qualidade, que reduz a competitividade das empresas”, pontuou.  

Lembrou que pesquisa CNI/Ibope divulgada em março último revelou que 63% da população acredita que a qualidade dos serviços de saúde depende mais de gestão eficiente do que da ampliação dos recursos. Disse ter a pesquisa informado ainda que 72% dos brasileiros são contra a recriação da CPMF.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Empresa dissemina cultura de destinar resíduos sólidos de forma responsável, reduzindo os impactos ambientais das atividades empresariais

No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi sancionada pelo governo federal em 02 de Agosto de 2010. Entre outras providências, o documento estabelece diretrizes gerais sobre a responsabilidade das empresas pela correta destinação dos resíduos sólidos provenientes do serviço que executam. As normas seguem modelos europeus e incluem entre as empresas os fornecedores de outsourcing de impressão. “Na Low Cost, existe uma preocupação em seguir à risca esta determinação e incentivamos, inclusive, nossos clientes, para que adotem o mesmo tipo de atitude, ajudando a disseminar a cultura de destinar os resíduos sólidos de forma responsável, reduzindo os impactos ambientais das atividades empresariais”, revela Francis Safi, diretor da Low Cost.

A melhor forma de controlar a destinação dos resíduos sólidos em um operador de outsourcing de impressão é por meio da logística reversa. “Nossas operações e todos os controles são planejados e bem estabelecidos”, explica Francis Safi. Na Low Cost, a responsabilidade dos fabricantes na cadeia produtiva não cessa ao entregar o produto ou serviço, seguindo o conceito denominado EPR (Extended Product Responsibility). “Nossa responsabilidade só termina depois que os insumos são corretamente destinados, ao atingir o fim de sua vida útil”, complementa Francis Safi.

Trechos importantes da lei:

“XII – logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”

Art. 30.  É instituída a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, consoante as atribuições e procedimentos previstos nesta.

Art. 33.  São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:

VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Com apoio de governos e empresas de todo mundo, grandes progressos já foram atingidos para reduzir o impacto ambiental do lixo eletrônico. Há 10 anos atrás, o número de componentes reciclados em uma impressora girava em torno de 40%. Hoje, já ultrapassa os 85%, muitos dos quais utilizando plástico reciclado de antigos cartuchos de tinta. “Na Low Cost, fazemos questão de contribuir para que esse progresso continue e por isso, da mesma forma que temos SLA para a entrega dos insumos nos clientes, por exemplo, temos para o descarte dos mesmos, sempre que é preciso uma substituição”, finaliza Francis Safi.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

A decisão do Governo de elevar o IPI (Imposto sobre produtos industrializados estrangeiros e nacionais) para veículos importados e montadoras nacionais que não atenderem à exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica desagradou o presidente da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Ennio Crispino: “Apesar de embutir um possível aumento de investimentos em máquinas-ferramenta, inclusive importadas, já que impacta diretamente na produção de mais automóveis e autopeças no país, a medida configura-se como a volta do protecionismo e a prática comum de aumento de impostos”, afirma.

Para Crispino, o Governo demonstrou falta de sensibilidade ao alterar as regras da importação de automóveis sem se preocupar com os importadores que estão com estoques elevados e veículos já embarcados para o país: “Quem nos garante que esta postura protecionista não será empregada para resguardar outros setores da competição dos produtos importados, já que a questão crucial do dólar barato é que está causando este desequilíbrio? Parece mais simples aumentar impostos e assim afetar o câmbio, artificialmente”.

Para o presidente da ABIMEI ainda não está claro como o Governo irá avaliar o índice de nacionalização de veículos fabricados no Brasil, além do que chamou de  “investimentos em inovação tecnológica”. “Sem máquinas e equipamentos importados de alta tecnologia, dificilmente as montadoras, grandes fabricantes de autopeças e seus principais fornecedores conseguirão oferecer veículos e componentes de qualidade, com custos competitivos. Somente a indústria nacional de bens de capital não é capaz de suprir essas necessidades”.

Segundo Crispino, a vocação brasileira é para produzir máquinas de média complexidade tecnológica. “É uma questão de escala, o Brasil não tem volume para fabricar máquinas de alta tecnologia ou de baixa complexidade, porque o preço destas máquinas é ditado pelo mercado internacional”. Ele lembra ainda que a manutenção das taxas especiais do programa Finame PSI já defende o fabricante nacional de bens de capital, dada à grande diferença para os juros de mercado que regulam financiamentos daqueles que necessitam adquirir equipamentos importados (taxas subsidiadas de 5,5% ao ano pelo Finame PSI contra 25% em média para máquina importada). E diz que quem fabrica bons equipamentos, com tecnologia aceitável, é capaz até de exportar os seus produtos: ”Não podemos esquecer que muitos componentes das máquinas feitas no Brasil são importados, o que melhora a qualidade tecnológica destes produtos”, comenta.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Encontro abordou a modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, participou nesta segunda-feira (19/9) da reunião plenária do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), na capital paulista. Durante o encontro, foram debatidos assuntos como modernização das relações de trabalho e a possibilidade de empresas de todos os setores varejistas terem acesso a financiamentos do BNDES com taxas de juros de longo prazo e utilizarem recebíveis de cartão de crédito como garantia.

Gleisi Hoffmann ressaltou que a estabilidade econômica do Brasil é a grande meta da presidente Dilma Rousseff. “Não adianta fazermos inúmeros projetos se não houver desenvolvimento econômico. É preciso ter geração de empregos e distribuição de renda, mas para isso é preciso haver consumo. A presidente Dilma é muito preocupada com a retomada do crescimento, e a redução da pobreza foi fundamental para a elevação do consumo no Brasil. Ter um setor miserável da sociedade é muito vergonhoso para todos. Por isso, lançamos o Plano Brasil Sem Miséria, para tirar da linha da pobreza 16 milhões de brasileiros. A intenção da presidente é colocar o país na lista dos mais desenvolvidos do mundo”, explica a ministra, que também ressaltou a importância da educação para viabilizar este desenvolvimento. “Elaboramos diversos programas, inclusive com a distribuição de bolsas de estudos no exterior. A educação é um importante pilar que sustentará este desenvolvimento”.

Na reunião com os associados do IDV, a ministra afirmou que a presidente tem se dedicado muito à eficiência da gestão pública. “As áreas de saúde, justiça e transporte são focos importantes da atuação do governo. Além disso, a presidente Dilma tem desenvolvido várias ações no setor de infraestrutura, e grandes obras já estão sendo finalizadas”.

O presidente do IDV, Fernando de Castro, ressaltou a necessidade de haver um planejamento estratégico de longo prazo para o varejo. “O Programa Brasil Maior pode dar mais espaço para o varejo, e colocamos o IDV à disposição do governo”, finaliza Castro.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Entidade pressiona Governo Federal por preços mais baixos nas contas de luz

A Fiesp (Federação da Indústria do Estado de São Paulo) iniciou campanha “Energia a Preço Justo ” na mídia e redes sociais(Twitter e Facebook) para para pressionar o Governo Federal a realizar os leilões para a renovação das concessões do setor elétrico. A entidade alega que os brasileiros merecem pagar um preço mais justo pela energia elétrica. A Fiesp pretende arrecadar 1 milhão de assinaturas, alegando que a energia brasileira é uma das mais caras do mundo.

“No Brasil, 77% de toda a energia produzida vêm de usinas hidrelétricas, a fonte mais barata que existe. Mas a construção das usinas e sistemas de transmissão e distribuição é um investimento bilionário. Para viabilizar essa construção, o governo faz contratos de concessão com empresas e o investimento é recuperado cobrando-se um valor adicional nas contas de luz. Portanto, quem paga pela construção do sistema elétrico é o consumidor”, diz Paulo Scaf, presidente da Fiesp em campanha para a mídia.

Esta iniciativa de redução nas contas de luz resultaria em uma economia aproximada de 30 bilhões de reais por ano para o governo, empresas, hospitais, escolas.

Serviço:
Informações pelo http://www.energiaaprecojusto.com.br

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Uma delegação de empresários alemães do setor logístico desembarca no Brasil nesta semana buscando parceiros locais. A comitiva, liderada pelo vice-ministro federal de Transporte, Construção Civil e Desenvolvimento Urbano da Alemanha, Rainer Bomba, reúne-se nesta sexta-feira (16) em São Paulo (SP) com empresários brasileiros do setor, em encontro reservado às 13 horas no Clube Transatlântico (Rua José Guerra, 130 – Chácara Santo Antônio).

Na pauta, a discussão de possíveis parcerias e acordos de cooperação entre os dois países. A visita da delegação alemã é uma das ações da Logistics Alliance Germany, iniciativa do governo daquele país para apresentar produtos e soluções na área de logística e transporte. A Alemanha, de acordo com pesquisa realizada pelo Banco Mundial (World Bank) é líder global do setor.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

As exportações do agronegócio paulista cresceram 19,3%, para US$15,11 bilhões, nos meses de janeiro a agosto, quando comparados com o mesmo período de 2010. Mesmo as importações aumentando mais (35,5%), para US$6,76 bilhões, o saldo comercial do setor atingiu US$ 8,35 bilhões (acréscimo de 8,7%), de acordo com análise do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

As importações paulistas nos demais setores da economia somaram US$47,89 bilhões, para exportações de US$23,59 bilhões, o que resultou em déficit externo desse agregado de US$24,30 bilhões. Assim, o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujos saldos se mantiveram positivos, dizem os pesquisadores José Roberto Vicente e José Sidnei Gonçalves.

A participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado cresceu, no período janeiro-agosto, 0,2 ponto percentual, enquanto a participação das importações aumentou 0,9 ponto percentual.

Já as exportações paulistas do setor representaram 23,6% das vendas externas do agronegócio brasileiro, ou seja, 0,9 ponto percentual a menos que no mesmo período de 2010. Por sua vez, as importações paulistas do agronegócio representaram 32,0% do total setorial brasileiro, sendo 2,9 pontos percentuais inferior à verificada no ano passado.

As exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$64,01 bilhões (crescimento de 23,5% em relação ao mesmo período do ano anterior). Já as importações do setor somarram US$21,15 bilhões (elevação de 47,8%). Com isso, o superávit do agronegócio brasileiro nos primeiros oito meses do ano foi de US$42,86 bilhões (acréscimo de 14,3%). “Portanto, o desempenho dos agronegócios sustentou a balança comercial brasileira, uma vez que os demais setores, com exportações de US$ 102,70 bilhões e importações de US$125,60 bilhões, produziram no período um déficit de US$ 22,90 bilhões”, concluem os pesquisadores do IEA. (Elaborado pela Assessoria da Apta)

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança nesta quarta-feira, 14 de setembro, em Brasília, a Rede Clima da Indústria Nacional, que reunirá federações estaduais de indústrias, associações setoriais e empresas para aprimorar a articulação do setor nas questões referentes às mudanças climáticas. A criação da rede ocorrerá durante a reunião do Grupo de Mobilização Empresarial sobre Mudança do Clima, a partir das 10h.

A Política Nacional sobre Mudança do Clima determina que sejam publicados, até 15 de dezembro deste ano, os Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima. Todos os setores da indústria de transformação, construção civil e extrativa mineral terão de apresentar esses planos. “A Rede Clima da Indústria Nacional terá o importante papel de tornar mais ágeis e consistentes as trocas de informações e tomadas de decisão dos diversos setores industriais”, antecipa Paula Benatti, especialista da CNI em mudanças climáticas.  

A expectativa é que a Rede Clima da Indústria Nacional auxilie o setor na promoção de práticas de baixo carbono e na identificação de temas prioritários, tendências, riscos e oportunidades na agenda de mudança do clima.

A reunião do Grupo de Mobilização Empresarial sobre Mudança do Clima terá a presença de representantes da CNI, dos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de federações estaduais de indústrias, associações setoriais e empresas, como Camargo Correa, Braskem e Vale.

A reunião será aberta a jornalistas desde o início e até o intervalo para o almoço.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

A Bozza acaba de lançar a nova linha G2 de propulsoras pneumáticas para lubrificação, produto 100% nacional desenvolvido a partir de estudos e análises das necessidades do mercado. A nova linha, voltada para a aplicação de óleo e graxa, é indispensável em serviços de veículos, em atividades industriais, agrícolas e comerciais como, por exemplo, nas oficinas mecânicas, postos de abastecimento e de serviços.

Como principais vantagens para o cliente a nova linha G2 incorpora características técnicas como, bloco do motor construído em alumínio anodizado, para maior proteção e resistência à corrosão e desgaste; mais leveza, com maior vazão e pressão (rateio); aumentando a eficiência dos pontos a serem lubrificados; conjunto formado com menor quantidade de peças, o que facilita a manutenção; silenciador de ar compacto, para a segurança contra impactos e quebras, baixo consumo de ar oferecendo maior vazão de graxa/óleo, proporcionando mais economia,entre outras qualidades.

As propulsoras G2 também fazem parte do conjunto de equipamentos instalados nos comboios de lubrificação usados para a manutenção de tratores, colheitadeiras e máquinas empregadas em frentes de trabalho na construção civil, mineração, agricultura, indústria de papel e celulose e usinas de açúcar e álcool.

A empresa mantém um departamento de engenharia dedicado ao desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuo da sua linha de produtos com o objetivo atender as expectativas dos clientes na busca pelo aumento da produtividade de suas máquinas com redução dos custos operacionais.

*foto Propulsoras G2 Bozza

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

 Durante a 18ª edição do Festival de Publicidade de Gramado, que acontece entre os dias 31 de agosto, 1 e 2 de setembro, o Vice- Presidente de Operações da ESPM e Presidente do Conselho Nacional de Propaganda, Hiran Castello Branco, será laureado pela segunda vez com o prêmio “Publicitário Latino Americano”, concedido pela Alap – Associação Latino Americana de Publicidade.

O reconhecimento é resultado do seu engajamento, estudos e trabalhos que buscam a responsabilidade social na propaganda, tema que defende há anos no mercado.

Em 2011, o assunto avança com a sua colaboração para a construção dos indicadores de sustentabilidade. O projeto desenvolvido pela ESPM e Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) tem como objetivo difundir o conceito entre as agências e contribuir para a conscientização das práticas sustentáveis nas mensagens publicitárias.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial Lançamento máquinas e equipamentos mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial