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Procuramos reproduzir aqui a entrevista cedida ao Brasil Econômico, ao podcast da gestora de recursos Rio Bravo Investimentos, de Luiz Guilherme Schymura por sua relevância ao setor industrial.

O economista comenta o impacto da crise financeira na indústria mundial, além da concorrência que os produtos manufaturados do Brasil enfrentarão com a China durante os próximos anos na América Latina.

Confira os pontos principais desta entrevista:

A última carta do IBRE (que é publicada na Revista Conjuntura Econômica) debate se existe ou não um processo de desindustrialização da economia brasileira. Em primeiro lugar, desindustrialização é sempre vista como uma coisa ruim. Existe alguma circunstância em que ela pode ser um sinal de saúde econômica?

O processo de desindustrialização que aconteceu no Brasil até o ano de 2008 está em linha com o que vem acontecendo no mundo todo.

O setor de serviços cresceu muito por aqui, especialmente na medida em que o país começou a ficar mais rico. A tendência agora é que a população consuma menos bens e passe a consumir mais serviços. E isso tudo gera a desindustrialização.

A dificuldade que a gente tem hoje com relação ao Brasil de 2009 é tentar entender esse processo e averiguar se haverá ou não aceleração da desindustrialização, maior até que o resto do mundo.

Nós temos hoje um player importante a nível global: a China, que é um grande produtor de produtos manufaturados.

Nossas exportações deste tipo de produtos sofreram um baque com a crise – até porque o comércio mundial deu uma parada durante o final de 2008 e início de 2009 -, mas, na retomada, as nossas manufaturas não avançaram conforme o esperado ao nível anterior a crise.

Se nós fizermos uma análise mais detalhada da indústria brasileira, observaremos que o setor de manufaturas ainda está aquém do que se esperaria dele nesse momento de recuperação. Muito disso se deve à China, que está entrando nesse mercado.

Uma curiosidade é que nós exportávamos muitas manufaturas para os nossos parceiros da América Latina, e há fortes indícios de que o gigante asiático já começou a competir com o Brasil na região.

Hoje a gente pensa no PIB como agricultura, indústria e serviços. Essa divisão por categorias ainda é válida num mundo com uma economia tão diferente do que era, por exemplo, há 30 ou 40 anos atrás?

Esta é uma questão que temos que repensar no Brasil. Quando falamos em primarização da pauta de produção, de exportação, de produtos exportáveis e indústria, a impressão que fica é que o setor de agricultura é uma área muito pouca intensiva em capital. É uma área que possui mais mão-de-obra.

Nossa agricultura não tem inovações tecnológicas. Já a agricultura moderna, o agribusiness, é totalmente industrializado.

Um grande exemplo disso é que vemos atualmente apenas uma máquina e um ser humano controlando quase que a produção inteira de hectares e hectares de soja.

Nesse novo contexto, precisamos repensar um pouco o que significa a indústria que nós entendíamos antigamente.

Devemos compreender agora qual é a importância dessa indústria do passado, o que significa esse agronegócio e o que vai significar o setor de serviços neste novo cenário.

Enfim, eu acho que é uma discussão bastante interessante, bastante rica que nós vamos engajar brevemente.

Mas o que poderia ser colocado no lugar, por exemplo, dessas três categorias com as quais a gente lida até hoje?

Eu acho que ficaríamos mais com a discussão dos setores tradables (com produtos comercializáveis que, de modo geral, têm uma dinâmica independente, pois se complementam com o mercado externo, tanto na importação como na exportação) e não-tradables (produtos que, em face de suas características, têm pouca ou nenhuma viabilidade no comércio internacional. São denominados não-comercializáveis).

Perderemos um pouco o sentido dessa caracterização conforme mais tradable for a economia como um todo, incluindo o setor de serviços – o que pode acontecer num momento não muito distante.

Tradable e não-tradable, no fundo, é importante para que nós possamos entender a taxa de câmbio que, por sua vez, é a relação de preços dos produtos comercializáveis e dos não-comercializáveis.

Assim sendo, acredito que é esta separação que começará a fazer sentido, e que já faz sentido hoje em dia.

Vocês fizeram uma análise estatística de vários países para mostrar o que aconteceu no mundo entre 1970 e 2007. O resultado foi que diversas nações se desindustrializaram no sentido em que o setor de serviços cresceu, ou seja, houve uma diluição da participação da indústria nisso. A observação de 2008 pra cá é bem mais recente, mas os sinais empíricos que existem aí são de que o industrial brasileiro deva ficar preocupado?

Eu já começo a sentir um pouco isso e o setor de manufatura também. Não podemos esquecer o processo de crescimento da China de 10% ao ano – onde em três anos o Produto Interno Bruto (PIB) praticamente aumenta 50%.

Se nós imaginarmos a China de três anos atrás, o país era 2/3 do que é atualmente. Então, o impacto da China em 2007, em termos de comércio, era significativamente menor do que o atual. Na margem, já podemos dizer que a China afeta fortemente o mercado de manufaturas.

Os chineses importam minério de ferro e soja, mas eles são superavitários na balança comercial. O superávit deles vem muito das manufaturas, e vai vir também da produção e exportação de automóveis.

A China está ainda muito forte na parte de siderurgia, além de entrar também no fornecimento de equipamentos de telecomunicações.

Enfim, os chineses estão invadindo vários segmentos e, naturalmente, vão tomar um mercado que era cativo do Brasil aqui na América Latina.

Nós temos um estudo que desenvolvemos internamente. Uma professora fez um levantamento sobre quanto nós perdemos de mercado para a China entre 2005 e 2008. Ela calculou algo na faixa de US$ 5 bilhões.

Nós deixamos de exportar porque nossos produtos foram substituídos por manufaturas chinesas, e a tendência é que isso se intensifique, inclusive porque o PIB da China vem crescendo na faixa de 10% ao ano, seus produtos são competitivos e eles querem estar presentes no mercado latino-americano.

No tema de poupança, o governo Lula nos últimos anos abraçou a política industrial com uma intensidade crescente. O BNDES dobrou de tamanho, adquiriu participação em várias empresas e financiou uma série de aquisições. Existe um debate sobre se esse modelo de capitalismo de estado, que alguns chamam até de modelo chinês, é eficiente para a economia brasileira. O que você vê de oportunidades e problemas com esse modelo?

Eu não tenho uma preocupação tão grande com relação ao desequilíbrio das contas públicas. Acredito que isso é uma agenda já conquistada.

O processo hiperinflacionário já foi debelado. A inflação está sob controle. É bom sempre manter a atenção sobre as variações de preços, mas não devemos concentrar todo nosso pensamento nisso. Em relação ao equilíbrio fiscal que ocorre desde 1998, também considero uma conquista do governo.

Já sobre a questão do BNDES, embora tenham sido concedidos recursos significativos – algo na faixa de R$ 180 bilhões, isso é algo que não nos preocupa.

Se imaginarmos que essa conta não será paga, estaremos falando de uma dívida bruta da União que não chega atualmente a 70% do PIB.

O que nos preocupa um pouco é que os empréstimos do BNDES não têm a transparência que nós encontramos nos gastos públicos.

No processo de abertura da democracia, desenvolvemos um fato muito positivo: temos uma transparência nas contas públicas que é fantástica. O Brasil é um dos países mais transparentes em termos de contabilidade do setor público.

Então, gostaríamos que o BNDES deixasse de uma forma mais explícita as razões de um empréstimo ter sido concedido. Falta uma clareza melhor de que tipo de política de incentivo é aquela que está sendo implementada.

As vezes empréstimos são dados e não há uma explicação sobre o propósito do financiamento. Isso é importante para que possamos fazer um debate rico sobre diversas contas e despesas do governo.

Fonte: /www.brasileconomico.com.br

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Durante evento em São Paulo, Miguel Jorge diz que não adotará medida para barrar as compras externas no setor da siderurgia

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, nega elevação das alíquotas de importação de aço até dezembro, quando termina o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

“O presidente Lula não quer um país protecionista. Ele tem defendido que não haja protecionismo no mundo inteiro. Isso tem sido uma bandeira do presidente”, comentou o ministro durante evento organizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave),São Paulo.

Miguel Jorge afirmou que o ministério já comunicou aos representantes do setor siderúrgico que não adotará medida para barrar as compras externas de aço. O ministro ligou o grande número de produtos importados em vários setores às vantagens dadas por governos estaduais (ex. Santa Catarina, Pará, Pernambuco e Espírito Santo) na cobrança de ICMS, imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços.

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Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nível de emprego na indústria subiu pela sétima vez consecutiva, avançando 0,3% em julho, em comparação a junho.

O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria cresceu 1,9% em relação a junho. Na comparação com julho de 2009, verificou-se aumento de 11,2%. No acumulado em 12 meses, houve elevação de 1,2%. De janeiro a julho, verificou-se incremento de 5,6%.

Entre os setores, houve avanço em 14 dos 18 ramos industriais. As maiores contribuições vieram das produções de máquinas e equipamentos (11,7%), meios de transporte (8,8%), produtos de metal (10,5%), e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,5%). Por outro lado, houve retração entre os setores de madeira (-3%) e vestuário (-1,3%).

Em termos setoriais, as principais contribuições vieram das indústrias de metalurgia básica (16,6%), máquinas e equipamentos (12,4%) e meios de transporte (10,4%).

Fonte Folha de São Paulo

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A Teknia Tecnotubo, do setor automotivo, deve gerar 400 empregos diretos após sua implantação

A Teknia Manufacturing Group, atuante no segmento automotivo, iniciou os trabalhos de terraplenagem para construção de uma unidade em Jacareí, a 80 km de São Paulo. A unidade será instalada  em uma área de 145.200 m², às margens da rodovia Presidente Dutra, no sentido Rio de Janeiro e com previsão de conclusão até 2015. De acordo com a diretoria da empresa, o investimento nesta primeira fase é de R$ 20 milhões. A fábrica deverá gerar 400 empregos diretos com sua instalação no município, além dos 220 funcionários atuais.

“Levaremos os quatro segmentos de atuação (peças de conjuntos tubulares, injetadas de plástico, estampadas e usinados para automóveis, caminhões, ônibus, máquinas pesadas e motores) para a nova unidade gradativamente”, explicou José Carlos Golin, diretor de Estratégia Corporativa da empresa. Cada atividade terá seu prédio, sendo que o primeiro a ser construído será o de plástico, que deve começar a produzir já no segundo semestre de 2011.

Golin destacou que a localização estratégica para abastecimento dos clientes e a proximidade com as unidades da capital paulista foram os diferenciais para a escolha do terreno em Jacareí. “Depois de analisarmos vários municípios no Estado de São Paulo, optamos por Jacareí pela boa localização. Isso porque temos clientes no Vale do Paraíba e na região de Campinas; então se torna mais fácil para acomodar funcionários, fornecedores e clientes”, explicou o diretor.

Jacareí ganhou uma nova Lei de Incentivos que representa o bom momento socioeconômico vivido pelo município, além de ser bastante atrativa para novos empreendimentos. Voltada ao desenvolvimento e progresso regionais, respeitando tanto o empreendedor quanto todos os demais municípios, a nova lei visa atrair novos investimentos para Jacareí, a exemplo do que vem acontecendo com o Brasil.

O grupo espanhol Teknia Manufacturing Group tem um total de 17 plantas pelo mundo (na Espanha, Polônia, Brasil, República Tcheca e Marrocos), além de sete escritórios (Espanha, Alemanha, China e Brasil).

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A Editora Banas completa 60 anos de história, dedicados à prática de jornalismo econômico no país.

Para celebrar esta data a Banas lança seu vídeo institucional que conta a trajetória ao longo de mais de meio século de história, especificando seus produtos e serviços e divulgando o lançamento do novo projeto gráfico da revista P&S. Mais leve, arejada e atual.

Acesse o link abaixo e confira:

http://www.youtube.com/watch?v=-7VIdzGS6jA

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Avanço de investimentos e contratação de pessoal atestam para clima favorável na economia brasileita

Em alta de 1,2 % no Produto Interno Bruto(PIB) no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano mostram que, em 2010, o avanço do PIB deve atingir 8 %, número maior desde os 10,2 % registrados em 1976. Segundo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e assessor do BNDES, Francisco Eduardo Pires de Souza,o avanço dos investimentos e contratação de pessoal atestam para crescimento econômico brasileiro considerável.

Souza enxerga o ritmo atual como seguro e explica que ajustes deverão ser realizados enquanto a economia se desenvolve rapidamente . “É muito mais fácil se equilibrar em uma bicicleta em movimento do que quando está parada, na economia é a mesma coisa”.

O professor também sinaliza alguns problemas que afetam esta boa maré econômica. Como é o caso da falta de mão de obra especializada para setores específicos, como construção civil e engenharia para operação do petróleo, por exemplo.

Fato é que o ritmo de crescimento continuará forte. Souza indica que no Brasil é muito caro demitir trabalhadores e manter máquinas paradas. Sendo assim, se há contratação e investimento é porque o empresário está em condições favoráveis para tais ações.

As obras da Copa do Mundo e Jogos Olímpicos abrem um leque de oportunidades para vários setores. O ramo de construção civil foi um dos responsáveis para o aumento do PIB nos últimos seis meses e também será, provavelmente, nos próximos anos por conta das construções ligadas ao esporte. Outros responsáveis pelo crescimento acelerado, além das obras de infraestrutura, são habitação e projetos de captação do pré-sal, no qual acontecerão indução indireta e/ou investimentos do poder público.

Fonte Jornal Valor Econômico 6 e 7 de setembro de 2010

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Retorno das negociações, previsto para novembro deste ano poderá ser o início de um acordo de livre comércio, segundo ministro indiano

O ministro da Indústria e Comércio da Índia, Jyotiraditya Scindia, afirmou nesta quinta-feira (2) que estuda, junto ao governo dos países do Mercosul, uma ampliação no acordo sobre redução de tarifas comerciais entre seu país e o bloco do Cone Sul.

O ministro deseja nova lista com produtos que ficaram de fora das negociações por serem considerados sensíveis.

“A ideia é aumentar a lista de preferências tarifárias […] Esperamos que até o final do ano avancemos nas negociações”, disse o ministro durante o Encontro Empresarial Brasil-Índia, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O primeiro Acordo de Preferências Tarifárias (APTF) foi negociado em 2005 e firmado somente em 2009. O acordo beneficia a importação e exportação de 452 produtos com redução ou isenção tarifária.

Alguns produtos, basicamente do setor agrícola, que ficaram de fora das negociações, como o açúcar, poderão entrar na nova lista. Em contrapartida, o Brasil também deverá abrir mais seu mercado aos indianos.

Scindia não afirmou, mas deu sinais de que as novas conversas, marcadas para o mês de novembro, serão tendenciosas a um acordo de livre comércio. Desde a criação do Mercosul, em 1991, o bloco só expandiu sua parceira de livre comércio com Israel.

O ministro indiano declarou que está empenhado para tirar o acordo do papel. Segundo ele, o governo indiano abriu mão de parcerias estratégicas com países desenvolvidos, particularmente os da Europa e Estados Unidos, e direcionou o foco na América Latina, especialmente no Brasil.

“Atualmente, após a crise financeira internacional, o fluxo comercial mais competitivo ficou concentrado nos países em desenvolvimento”, pontuou Scindia.

Para o ministro, a ampliação do acordo tarifário é estratégico para aumentar as trocas comerciais entre a Índia e os países membros do Mercosul.

Segundo ele, com o acordo em vigor, o fluxo comercial entre seu país e o bloco poderá alcançar US$ 30 bilhões, até 2030.

O diretor do Departamento de Relações Comerciais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, ressaltou que a entidade industrial é uma entusiasta a um acordo de livre comércio e explicou que o Brasil pode se tornar um grande parceiro dos indianos no fornecimento de comida e energia.

Fonte:Agência Indusnet Fiesp

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Com objetivo de expansão comercial fora do país, a Equilíbrio tem mantido nos últimos meses de forma incisiva contatos em toda América Latina com negociações concluídas em países como México, Colômbia, e Venezuela.

A Equilíbrio, fabricante de peneiras rotativas para o setor sucroenergético, já possui parceiros no Chile e Inglaterra e agora aproveita a oportunidade na Fenasucro&Agrocana 2010 para estabelecer contatos também com a França.

A empresa teve o convite para visitar o estande francês apresentando sua tecnologia na separação de sólido/líquido e também em ventiladores e exaustores industriais, sobretudo para setor sucroenergético. “Estivemos com um grupo francês especializado em consórcios para o setor. A empresa vende projetos turn key e busca parceiros e novos fornecedores. Foi uma reunião proveitosa e acredito que ficaram entusiasmados com os nossos produtos e tecnologia para o segmento”, disse Danilo Daniel dos Santos, gerente administrativo da Equilíbrio. A fabricante brasileira já planeja a entrada dos equipamentos no mercado europeu e o interesse de novos grupos estrangeiros demonstra as chances de êxito neste plano de ação.

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Foto: Barbara Crivelaro


Foram 20 reuniões em um único dia entre cerca de 200 empresas. Oportunidade única para os participantes

Após muito trabalho do time da editora Banas, em parceria com as entidades apoiadoras , Abimaq, CIESP Sul e SENAI, participação dos alunos da Universidade Metodista do Curso de Comunicação Social e , principalmente, com a presença e  atuação dos âncoras e ofertantes, uma média de 200 empresas do mercado industrial brasileiro, o evento Rodada 10 foi um sucesso de público e satisfação entre os participantes em sua primeira edição. A RODADA 10 é um evento de relacionamento e formação de parcerias entre as principais empresas compradoras e fornecedoras do mercado industrial nacional, que ocorreu no Esporte Clube Banespa, dia 31 de agosto de 2010.

A abertura do evento foi marcada com o pronunciamento de Cristina Banas, diretora executiva da editora, que desejou bons negócios a todos oficializando o início da 1ª rodada do dia. A dinâmica de troca de mesas realizada pelos ofertantes e o tempo de cada apresentação, controlado pelos moderadores, foram respeitados por todos, fazendo com que as rodadas fossem objetivas e a contento. Depois da pausa para o almoço o mestre de cerimônias Manoel Costa anuncia a 2ª parte das rodadas.

Antes da finalização da 19ª rodada o público assistiu, de antemão, o vídeo institucional da Editora Banas que este ano completa 60 anos de atuação no mercado, sempre priorizando um jornalismo econômico de qualidade e a melhor forma de auxilar a indústria .

Os convidados puderam presenciar também o lançamento da nova identidade visual da Revista P&S, apresentada pelo diretor comercial da Banas Paulo Galante. Dentre as alterações do projeto gráfico estão a padronização, harmonização e leveza à revista, por conta do formato das colunas, cores e fonte, proporcionando também mais clareza nas informações.

A disposição do editorial, notas técnicas, entrevistas também passaram por mudanças, para que tenham o devido destaque. A logomarca da revista muda de azul para laranja, cor que remete sucesso, estímulo, criatividade e produtividade. A edição de outubro já estará no novo formato. O vídeo institucional da empresa cita uma frase que resume o conceito destas mudanças – “Inovamos e criamos a revista do presente”.

Após tantas novidades, o Coquetel de Confraternização fechou um evento inovador em sua essência, que se consolida como pioneiro por ser a primeira ocasião em que uma Editora promove esse tipo de encontro para a indústria de máquinas e equipamentos.

O principal objetivo da Rodada 10 era fomentar negócios, aproximando empresários da indústria. Este objetivo foi alcançado, conforme opinião dos âncoras Peugeot e IMAB, que representaram os outros 18 quando solicitados para comentarem o evento pelo consultor de novos produtos do CIESP, Arnaldo Wirthmann Filho.

Martin De Haan, key account manager da Peugeot, enfatizou “Temos ótimas perspectivas. Minha preocupação durante as rodadas era atender a todos bem”.

“Foi a primeira vez que presenciei no Brasil tanta gente próxima com o mesmo objetivo,com tanta visibilidade.Parabéns à Editora Banas por não ter deixado o evento regional e sim nacional”,  disse Leonardo Ugolini, diretor presidente da IMAB.

O evento contou com as empresas âncoras A Bronzinox , Alptec , Art des Caves, Bambozzi, Blantech, Bodycote , Alpargateria,  De Angelis, Debony Usinagem e Precisão, Dystray, Extramatic, Farat, Giroflex, HGK, IMAB, Inarco, Kron Medidores, Oxigel, Peugeot, Sprimag e SEW.

Rodada 10 foi prestigiada com a presença do Candidato a Deputado Estadual Chico Feitosa, que há 14 anos se dedica a vida política prestando assessoria às campanhas como a de Geraldo Alckmin e Ricardo Tripolli. Diretamemte ligado ao empresariado, Feitosa é autor do projeto de lei que solicita isenção do ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços) na compra de veículos para representantes comerciais, cuja função já exerceu antes da política.

O evento também teve a participação do diretor titular da CIESP Sul, Jorge Lehm Muller.

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Com novo projeto gráfico, a Editora Banas reafirma seu compromisso em melhorar continuamente seus produtos e serviços acompanhando as tendências e tecnologias

“Garantir a melhoria contínua dos nossos produtos e serviços, preservando os três princípios que norteiam a empresa desde a sua fundação: honestidade, verdade na informação e ética”. A política de qualidade da Editora Banas norteia todas as mudanças que aconteceram e acontecem ao decorrer destes 60 anos de comprometimento com o jornalismo econômico, pois o objetivo de superar expectativas dos clientes (leitores e anunciantes) só é alcançado com ações arrojadas, criativas, versáteis e atuais. Um verdadeiro legado da Editora para a história da imprensa do país.

A Banas, sempre conhecida pela sua postura inovadora, criou em seu início o Boletim Econômico, a primeira revista em formato de boletim com visão macroeconômica do cenário mundial, que se tornaria Revista Banas. Fazendo uma breve retrospectiva, desde então surgem os Anuários Setoriais com títulos como: Brasil Industrial, Brasil Financeiro, Imagem do Brasil e América Latina, Anuário de Química e Petroquímica, Anuário Metalmecânico além de Quem é Quem na Indústria.

Na década de 70, conforme as tendências mundiais, a Banas lança a revista tablóide P&S Produtos e Serviços voltada ao setor de bens de capital. Nos anos 80 surge a revista Controle de Qualidade, Banas de Qualidade, seguida pela Pack, Metrologia e Instrumentação e a Pack Agroindústria. E na década de 90 a Pack Embalagens.

Em 2010 a Banas consolida sua característica vanguardista anunciando ao mercado a nova identidade visual de sua publicação P&S. O lançamento deste projeto aconteceu durante a Rodada 10, rodada de negócios voltada ao setor industrial brasileiro, ocorrida ontem no Clube Banespa, São Paulo, anunciado por Cristina Banas,diretora executiva da Editora e também por Paulo Galante,diretor comercial. Um evento inovador, realizado pela primeira vez por uma editora, que contou com o apoio da Abimaq, Cies Sul e Senai.

Dentre as alterações do projeto gráfico estão a padronização, harmonização e leveza à revista, por conta do formato das colunas, cores e fonte, proporcionando também mais clareza nas informações. A disposição do editorial, notas técnicas, entrevistas também passarão por mudanças, para que tenham o devido destaque. A logomarca da revista muda de azul para laranja, cor que remete sucesso, estímulo, criatividade e produtividade. A edição de outubro já estará no novo formato.

Uma nova marca denota novo posicionamento. Esta é a mensagem que a revista P&S deixa ao mercado e ao público, no ano em que completa seus 60 anos. Diretamente ligada ao aperfeiçoamento e adequação ao mundo globalizado atual, a Banas respeita e acompanha as  tendências e resume o conceito destas mudanças em uma frase: Inovamos e criamos a revista do presente.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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