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Nossa parceira na Revista P&S, a Sideraço Industrial do Brasil, agora é Arxo (se pronuncia Arcso), palavra oriunda da raiz ARX, do latim guardar. Fabricante de tanques subterrâneos para armazenamento de combustíveis e de reservatórios para ar comprimido, a empresa, com 40 anos de atuação no mercado brasileiro, sentiu necessidade de mudar seu nome após expandir suas fronteira para além do Balneário Piçarras, SC, onde está instalada.

A partir do atendimento em nível nacional, a direção da empresa constatou outras empresas com o mesmo nome – o que certamente não agradou. Diante da situação, buscou como saída um novo. Durante mais de seis meses estudaram até chegarem em um que englobasse todos os pontos fortes e oportunidades para a empresa, inclusive no longo prazo, já que o nome escolhido pode ser pronunciado igualmente em outros idiomas.

Volnei Pereira, diretor executivo da empresa, explica que o processo de transição envolve três etapas, na ordem: o nome Sideraço aparece em evidência com a nova marca; Sideraço aparece como uma assinatura abaixo da nova marca; e apenas a marca Arxo será apresentada ao mercado, o que deve acontecer em aproximadamente um ano.

Também faz parte do processo de mudança a total remodelação do website da empresa (http://www.sideraco.ind.br/). Tudo será veiculado em anúncios publicitários em revistas especializadas dos segmentos de postos de combustíveis, de abastecimento (instalados em empresas de ônibus e transportadoras) e de aviação (aeroportos e aeroclubes), além do setor químico (tanques para armazenagem de tintas, vernizes etc), de ar comprimido, amônia e GLP (vasos de pressão para armazenagem desses produtos), e usinas de autoclave para tratamento de madeira.logo-arxo_planejamento01

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Duas gerações de motores

Icone Lançamento | Por em 20 de abril de 2009

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Primeiro motor elétrico do Brasil (Foto: Divulgação)

Primeiro motor elétrico do Brasil (Foto: Divulgação)

Como comentei em meu primeiro post neste blog (Uma nova leitura da indústria), a atividade industrial me surpreende. E nesta semana noticiei um fato histórico e curioso. Trata-se do lançamento de uma nova linha de motores trifásicos do Grupo Voges, que completa, em 2009, os 70 anos da produção do primeiro motor elétrico brasileiro. Um marco!
A imagem do recém-lançado motor Vtop me deixou curioso em saber como eram feitos os motores em 1939. Fabricados manualmente, os equipamentos não prezavam pelo design arrojado. À época, a preocupação era outra: funcionalidade. A Voges me encaminhou uma imagem da primeira linha de motores que fabricou (ao lado).

Motor trifásico VTop (Foto: Divulgação)

Motor trifásico VTop (Foto: Divulgação)

Hoje, além da funcionalidade, os motores trifásicos apresentam menor custo operacional, compromisso com a sustentabilidade e maior produtividade para a indústria. O modelo do Grupo Voges chega ao mercado em novembro próximo, marcando, de fato, a comercialização de uma nova geração destes equipamentos.

Confira as características do VTop aqui!

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A Danfoss do Brasil inaugurou oficialmente na quarta-feira, 16 de abril, sua nova fábrica nas instalações em Osasco, SP. Mas a boa notícia, além de ser daquelas que adoro divulgar e que certificam a crença das multinacionais no Brasil (a Danfoss é dinamarquesa), tem um apelo muito, muito interessante. Os R$ 17 milhões investidos na instalação contemplaram, também, a prática da sustentabilidade: diversos componentes produzidos pela própria empresa foram utilizados visando uma estrutura ecologicamente sustentável.

Variadores de freqüência VTL, que reduzem o consumo de energia, compressores modelo Apexx TM VSH com velocidade variável para garantir alta eficiência energética e sistema de ar-condicionado com gás ecológico R410A foram instalados. O conceito do ar-condicionado, segundo a empresa, é modular à capacidade de refrigeração, sendo utilizado o volume de carga técnica necessário. Desse modo, não há desperdício, já que o equipamento não fica ligando e desligando, como acontece em muitas instalações. A ação evita, também, picos de energia, reduzindo o consumo.

A direção da Danfoss afirma que utilizando seu software de seleção HVAC Tool a economia de energia pode chegar a 15%. Também as portas e janelas foram projetadas para aproveitar ao máximo a iluminação natural e ventilação, o que proporciona mais conforto aos funcionários. Sem dúvida, trata-se de uma iniciativa que merece os mais sinceros cumprimentos e que deve ser seguida.

Aqui na Editora Banas também estamos dando os primeiros passos rumo a uma empresa sustentável. Voluntariamente, quatro colaboradores – Kleber Pinto, Raquel Corrêa, Renata Oliveira e Tami Arita – montaram um projeto de tirar o chapéu, o Banas +, que conheci hoje em detalhes. Fiquei orgulhosa e ao mesmo tempo comovida ao vê-los falando com tanto entusiasmo e humildade, reforçando a todo o momento o quão necessária será a ajuda e a participação de todos da casa para que a ideia nascida pelas mãos deles cresça e apareça. Parabéns galera e contem comigo!

Em momento oportuno, eles falarão mais do projeto aqui no Blog Industrial.

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Nova diretoria ABM

Icone Opinião | Por em 16 de abril de 2009

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Karlheinz Pohlmann: desafios pela frente (Foto: Divulgação)

Karlheinz Pohlmann: desafios pela frente (Foto: Divulgação)

O engenheiro Karlheinz Pohlmann foi o principal dirigente da empresa Brasimet por mais de duas décadas (1979 a 2005), tendo atuado entre 2005 e 2007 como presidente do Conselho de Administração desta empresa. O executivo ainda é filiado da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM) há 32 anos. E é nesta entidade que ele assume no próximo dia 22 a presidência para o biênio 2009/2010.

Pohlmann venceu a eleição realizada no começo de abril com votação esmagadora (97%). Segundo a ABM, o engenheiro perdeu apenas oito votos (nulos) dos 259 apurados. Detalhe: a eleição contou com chapa única.

O novo presidente é figura conhecida da associação. Pohlmann dirigiu a entidade na gestão 2002/2003, foi presidente do Conselho em 2005/2006 e vice-presidente no biênio 2007/2008. Isso explica seu favoritismo.

O engenheiro e seus conselheiros terão um desafio pela frente: fazer com que micro e pequenas empresas ganhem espaço diante de um cenário que está abocanhando até mesmo os grandes players da  siderurgia nacional.

Como se tem dito, os momentos de tormenta são propícios para mudanças. Associados da ABM – e me refiro aos pequenos – devem aproveitar essa mudança na entidade para renovar seus apelos, pedir mais atenção e representação. Digo isso porque na lista de associados estão Grupo Usiminas, Grupo ArcelorMittal, CSN, Gerdau, Votorantim Metais, Vale, Siemens, entre outras.

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Embora meu post de hoje não esteja diretamente ligado ao setor de máquinas e equipamentos, resolvi publicá-lo por alguns motivos:

– O produto pode não estar diretamente ligado ao segmento de bens de capital, mas, em algum momento, faz parte da cadeia. Existe uma máquina que produz o para-brisa, fornecedores que abastecem a máquina que produz o para-brisa, empresas que fornecem para a indústria que produz o para-brisa e assim vai…

– Toda e qualquer movimentação na indústria automobilística representa, de modo geral, um comportamento de mercado. Então, poder divulgar que uma empresa do porte da Saint-Gobain Sekurit continua investindo em suas fábricas no Brasil e lançando produtos para o mercado interno diante da atual conjuntura é realmente muito animador.

– O Luiz Carlos Secco, mais conhecido como Seccão, uma sumidade em assessoria de imprensa, principalmente para a indústria automobilística, área na qual atua há muitos anos, me é uma figura muito querida e me deu a notícia com exclusividade. Como não publicar, não é mesmo?

Por essas e outras…segue o mail enviado a mim pelo Seccão:

Querida Erica:

Fiquei muito contente com o lançamento do Blog Industrial, o que mostra muita competência e criatividade de vocês.

Só que ainda não sei como enviar mensagens ao blog e, por isso, transmito esta diretamente ao seu e-mail.

Tenho uma notícia que ainda não divulgamos e que consideramos muito importante para o setor industrial e, principalmente, para este momento.

Há alguns dias, a Saint-Gobain Sekurit, fabricante de vidros para a indústria automobilística, produziu as primeiras unidades do para-brisa antiembaçante em sua fábrica, localizada em Mauá, região do Grande ABC.

São os primeiros para-brisas produzidos no Brasil, de projeto semelhante ao vidro traseiro com resistência elétrica para desembaçar em dias de baixa temperatura ambiente ou de chuva.

O destino desses para-brisas será as montadoras que tiverem interesse em submetê-los a testes e, em futuro breve, lançar nos carros brasileiros.

O para-brisa antiembaçante é produzido como um vidro laminado, com duas lâminas de vidro e uma camada intermediária de plástico, do tipo PVB (polivinil butiral), com uma resistência elétrica de filetes de tungstênio, com espessura de um fio de cabelo. Esses filetes são praticamente invisíveis e não alteram a visibilidde do motorista.

Esse tipo de vidro é utilizado principalmente em automóveis de luxo na Europa, Estados Unidos e países do Oriente para derreter o gelo formado no para-brisa em dias de baixa temperatura.

Aqui no Brasil o foco será para os automóveis básicos, que não contam com ar-condicionado e nos quais o desembaçamento é complicado, porque o sistema de ventilação forçada não é capaz de eliminar.

Os novos para-brisas foram produzidos na nova linha da Saint-Gobain Sekurit, inaugurada em novembro do ano passado, mas que teve início real de atividade em fevereiro último. De acordo com a direção da companhia, é a mais moderna linha de produção do Brasil, com tecnologias aplicadas somente nas mais modernas unidades industriais da empresa na Alemanha, na Coreia e no Japão.

Bom, espero que seja útil.

É que a notícia ainda não foi divulgada e eu reputo como muito importante para o segmento automobilístico.

Beijos

Luiz Carlos Secco

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Entre todos os assuntos políticos e econômicos que dominaram os principais portais  de comunicação nesta manhã, um chamou a atenção e serviu de alento para os industriais: Produção industrial deve subir 6,2% em março, aponta FGV.

Por volta das 10h de hoje, o Sinalizador da Produção Industrial (SPI) de São Paulo – um indicador elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a AES Eletropaulo – já tinha seus números divulgados em toda a rede mundial de computadores.

Vamos aos dados: o SPI aponta que a produção paulista deve subir 6,2% em março na comparação com o mês anterior. Em fevereiro, o índice teve alta de 5% em comparação com janeiro.

Estadão.com.br, às 12h desta terça-feira

Estadão.com.br, às 12h desta terça-feira

Outra notícia que me saltou aos olhos na leitura dos jornais se refere ao emprego.  A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) informou nesta terça que 7,5 mil postos de trabalho foram criados na indústria de transformação paulista em março. De acordo com a entidade, o nível de emprego nesse segmento cresceu 0,31% em março na comparação com fevereiro. O Estadão.com.br destacou a boa nova (imagem ao lado) e até mesmo a Folha de S. Paulo deixou seu ceticismo peculiar de lado e estampou o portal UOL com a manchete Indústrias abrem 7.500 vagas e nível de emprego sobe 0,31% em São Paulo. .

A contar por essas pequenas – e preciosas – informações, a indústria nacional indica que tempos melhores virão.

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De volta ao boletim Focus

Icone Economia,Opinião | Por em 13 de abril de 2009

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Conforme prometido em meu post de 06 de abril (Todo cuidado é pouco), cá está mais um resultado da pesquisa semanal realizada pelo Banco Central, com aproximadamente cem instituições financeiras, que dá origem ao boletim Focus. E, exatamente como comentado, a velocidade com que os números mudam realmente impressiona.

Vejam só: em apenas uma semana a expectativa de contração da economia brasileira – Produto Interno Bruto (PIB) – para este ano passou de 0,19% para 0,30%, de acordo com o relatório. O pormenor é que na semana retrasada a indicação era de estabilidade. Fico pensando o que leva esses analistas consultados a mudarem tão rapidamente de opinião. Quando descobrir ao certo, prometo comentar.

De qualquer modo, reforço aqui meu desejo de que o “mundo” pense muito bem, e com calma, ao tomar qualquer decisão importante. E que não seja com base em dados que mudam toda semana!

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A contar pelo título (“Emprego na indústria cai pelo 5º mês; em um ano, queda é recorde”), sem dúvida a notícia não trata de algo positivo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira pesquisa que aponta em fevereiro queda de 1,3%  no emprego da indústria nacional em comparação com o mês anterior. Como de costume, os principais jornais do País reproduzem a informação pela via alarmista.

Não quero ignorar os fatos. Mas notícias devem ser lidas e digeridas com cautela e sensatez. Nesta mesma pesquisa consta que setores como Minerais não-metálicos, Refino de petróleo e produção de álcool e Papel e gráfica tiveram alta do nível de emprego. E mais: a folha de pagamento real de toda a indústria voltou a crescer em fevereiro (1,9%) em relação ao mês anterior. O número quebra uma sequência de quatro resultados negativos seguidos.

Espera-se uma reação positiva da nossa indústria a partir deste segundo trimestre. Sugiro que, ao invés de sofrermos ao ler jornais, trabalhemos por dias melhores e resultados positivos. Para saber mais sobre a pesquisa, leia a versão da Reuters:

SÃO PAULO, 9 de abril (Reuters) – O emprego na indústria brasileira caiu 1,3% em fevereiro frente ao mês anterior, na quinta redução seguida nesse tipo de comparação, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o emprego recuou 4,2%, contabilizando a maior perda desde o início da série histórica, em 2001.

No primeiro bimestre do ano, ainda sob os efeitos da crise financeira global, o emprego na indústria do país acumulou baixa de 3,4%.

Na comparação com fevereiro do ano passado, 13 dos 14 locais e 13 dos 18 setores pesquisados reduziram o número de trabalhadores.

O destaque coube a São Paulo (-3,6%), Minas Gerais (-5,5%) e região Norte e Centro-Oeste (-6,7%).

Em termos setoriais, os principais destaques negativos foram Vestuário (-8,9%), Calçados e artigos de couro (-9,6%) e Madeira (-14,8%). Por outro lado, Minerais não-metálicos, Refino de petróleo e produção de álcool e o setor de Papel e gráfica tiveram alta do nível de emprego.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria caiu 0,4% ante janeiro e 5,7% em relação a fevereiro de 2008.

Já a folha de pagamento real voltou a crescer em relação ao mês anterior, em 1,9%, depois de quatro resultados negativos seguidos. Frente a igual mês do ano passado, a folha de pagamento também cresceu 1,9%.

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Inspector BR: a primeira máquina de medição tridimensional produzida pela Hexagon no Brasil

Inspector BR: a primeira máquina de medição tridimensional produzida pela Hexagon no Brasil

Em meu primeiro post (Um bom começo…) finalizei o texto desejando que outras boas notícias viessem. E veio, mais uma. Em menos de uma semana, em duas coletivas para as quais a Revista P&S foi convidada, dois anúncios de investimentos. É realmente animador, no meio de tantas manchetes desalentadoras, poder divulgar boas novas.

Na terça-feira, 7 de abril, foi a vez da Hexagon, empresa sueca especializada em soluções de metrologia, anunciar aporte da ordem de US$ 5 milhões na abertura de uma nova unidade fabril, que deve iniciar as atividades em meados de 2010. A ação dobrará não apenas a capacidade produtiva da empresa, que hoje fabrica 150 máquinas/ano, mas também o quadro de funcionários – atualmente são 120 colaboradores diretos e indiretos.

Também pela primeira vez em sua história no Brasil – aportou por aqui inicialmente apenas com escritório comercial –, a Hexagon produzirá uma máquina com 70% dos componentes nacionais. Hoje, os produtos da empresa contêm, em média, 30% de peças fabricadas nacionalmente. Isso significa nada menos do que mais uma oportunidade de fornecimento por parte da indústria brasileira. Motivo de comemoração.

A nova máquina, Inspector, será lançada durante a Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que acontecerá de 18 a 23 de maio, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo, SP.

Veja a matéria completa na edição de maio da Revista P&S.

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Mais conteúdo

Icone Revista P&S | Por em 7 de abril de 2009

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P&S edição de abril de 2009

P&S edição de abril de 2009

Ontem, segunda-feira, Erica e eu participamos de uma reunião que discutiu os rumos da revista P&S, uma das publicações da Editora Banas voltada para produtos e serviços industriais, como aponta sua sigla. Um dos questionamentos que tivemos foi o de que a revista está “engordando” editorialmente. Isso, ao meu ver, é muito bom. Desde sempre a Banas se preocupou em gerar negócios e oferecer ao leitor, usuário, uma vasta gama de soluções. Não à toa, a P&S é primordialmente um catálogo. Entretanto, como disse cima, ela está ganhando mais conteúdo.

Além das notas técnicas, a revista informa sobre as novidades das empresas, os cursos e feiras do mês, as medidas econômicas e políticas que influenciam a indústria nacional, entre outros fatos relevantes.

A edição de abril da P&S (número 412) ainda traz um panorama do setor de bombas, válvulas, tubos e conexões, além de um guia de fornecedores de logística. Tudo muito bem pesquisado e documentado nas páginas da publicação.

Para os próximos meses, queremos mais. Muitos de nossos leitores nos apoiam e  respondem positivamente quando levamos a eles informações que podem indicar um novo caminho, uma nova direção nos negócios e, obviamente, a mais vendas.

Sugestões são sempre bem-vindas e nos motivam a continuar nosso trabalho. E este espaço  nada mais é do que uma extensão da revista que há 35 anos ajuda a indústria brasileira a se movimentar.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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