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Índice elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, IFPE recuou em 2013

O Índice FIRJAN de Produção Exportada (IFPE), que mede a proporção de exportações sobre o total da produção da indústria de Transformação no país, apresentou queda depois de duas altas seguidas. Em 2013, o índice atingiu 22,2%, recuo de 0,3% em comparação com o ano anterior. O melhor desempenho foi observado em 2005, quando o índice atingiu 25%. O indicador é elaborado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

Entre os 20 segmentos da indústria de transformação analisados, nove apresentaram queda do IFPE no ano passado em comparação com 2012. A redução mais expressiva foi registrada no setor de Máquinas e equipamentos (-3,7 %), direcionado pelas menores vendas de tratores e de compressores para frigoríficos. O segundo maior recuo foi apresentado no setor de Metalurgia básica (-2,9%) por conta da queda das exportações de produtos semimanufaturados de ferro e aço.

Entre os setores industriais com aumento do IFPE em 2013, as indústrias de Couro/Artefatos de Couro e de Papel e Celulose foram os que apresentaram as maiores altas: o segmento de Couro destinou 89% da produção para as exportações (crescimento de 9,5%), enquanto Papel e Celulose vendeu para o mercado externo 44% (alta de 3,7%) do que produziu. Os dois setores foram os únicos com alto IFPE, ou seja, destinaram mais de 30% de sua produção a exportações.

Sobre o IFPE

O índice classifica os setores industriais em três categorias, de acordo com o volume da produção industrial exportada:

Baixo IFPE, quando menos de 10% da produção é destinada à exportação, caso dos seguintes setores: Confecção, Vestuário e Acessórios (1,7%); Farmacêutica (4,6%); Produtos de fumo (4,9%); Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (5,2%); Material eletrônico e equipamentos de comunicação (5,9%); Produtos de metal (6,9%); Artigos de mobiliário (8,2%); Minerais não metálicos (8,3%); Têxtil (9,3%) e Artigos de Borracha e Plástico (9,6%). Em comparação a 2012, quatro segmentos apresentaram recuo: Higiene; Produtos de metal; Têxtil e Artigos de borracha.

Médio IFPE, quando de 10% a 30% da produção é destinada à exportação, caso dos segmentos Refino de petróleo e álcool (11,8%); Veículos automotores (15,5%); Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (15,7%); Química (15,8%); Máquinas e equipamentos (17,1%) e Bebidas (22,2%). Desse grupo, Química e Bebidas apresentaram alta.

Alto IFPE, quando mais de 30% da produção industrial é destinada à exportação, caso de dois segmentos da indústria de Transformação: Couros/Artefatos de couro (88,5%) e Celulose e papel (44,3%).

O estudo Índice FIRJAN de Produção Exportada pode ser acessado no site da FIRJAN (www.firjan.org.br) ou pelo link http://ow.ly/tsM2h.

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Líderes empresariais do setor de Semicondutores no mundo inteiro apontam a expansão para um mercado mais amplo como forma de gerar um aumento de receita na indústria ao longo dos próximos três anos, indicando uma menor dependência dos três setores historicamente mais importantes: telefones celular, eletrônicos e computadores. Essa é a principal conclusão da Pesquisa Global do Setor de Semicondutores, realizada pela KPMG Internacional com 193 executivos.

“O que vimos na pesquisa global é que a ampliação do mercado, além do eletrônico e de telecomunicações, poderá resultar nas mais diversas fontes de receita e em uma menor oscilação entre os ciclos de fartura e escassez. Já aqui no Brasil, considerando que o conteúdo local deverá ser aumentado para 30% nos próximos anos os fabricantes locais de semicondutores serão beneficiados, afirma Marcelo Gavioli, sócio da KPMG. “Como a venda de computadores sofreu uma queda relativamente considerável para o setor de semicondutores, as empresas que identificam e investem em mercados alternativos, como o automotivo e o médico, e em os dispositivos com acesso à internet estarão bem posicionadas para aproveitar as vantagens competitivas”.

          Já com relação aos mercados classificados como impulsionadores de receitas, 55% dos respondentes apontaram como sendo os mais importantes: tecnologia móvel (69%); bens de consumo (66%); computadores (63%); energia alternativa e renovável (63%); industrial (62%); automotivo (60%); médico (55%); e comunicação convencional (telefonia fixa – 55%).
China ganha posição de destaque no setor

Os executivos do setor de semicondutores também esperam ampliar sua participação em mercados geográficos e reduzir a dependência de aumento de receita e de clientes com os Estados Unidos e a Europa. A China vem desempenhando um papel cada vez mais importante como um mercado final para o aumento de receita do setor de Semicondutores ao longo dos próximos três anos. Enquanto 56% elegeram os Estados Unidos como o mais importante, 55% (em comparação aos 46% em 2012), deram à China essa posição. O Brasil também é citado na pesquisa, mas tem uma participação inferior em relação aos outros países dos BRICs como a China e a Índia.

Quando questionados sobre as expectativas do setor em relação ao aumento de empregos, os executivos previram uma expansão moderada da força de trabalho em 2014.  Eles voltaram a mencionar a China (59%) e os Estados Unidos (48%) como os principais mercados para o aumento de número de funcionários, e um número maior de respondentes, em comparação às pesquisas anteriores, citou a Índia (31%) e a Coreia (24%) como os principais mercados.

Menor probabilidade de recuperação sustentável na indústria em 2014

Fazendo uma comparação com o cenário de um ano atrás, os líderes de empresas da área de Semicondutores vislumbram hoje em dia uma menor probabilidade de recuperação sustentável na indústria em 2014.   “Um otimismo atenuado é o termo que melhor descreve o cenário do setor de semicondutores para 2014, da mesma maneira que os baixos níveis de aumento de receita refletem uma maior incerteza a longo prazo em comparação ao ano anterior,” diz Marcelo Gavioli, sócio da KPMG. “Podemos observar recuos nas expectativas de crescimento, ainda que um alto percentual de respondentes tenha previsto melhorias quase imperceptíveis. Isso reflete a penetração do setor tanto em aplicativos mais abrangentes como em mercados geográficos, resultando em uma menor volatilidade combinada com um lento índice de crescimento para os dispositivos móveis.”

           Aproximadamente, 75% dos executivos do setor de semicondutores, de forma semelhante ao que aconteceu no ano passado, preveem que a receita de suas empresas aumentará no próximo ano. Contudo, o número de entrevistados que espera que a receita aumente mais de 10% caiu para um terço.

A pesquisa global do Setor de Semicondutores (em inglês, 2013 Global Semiconductor Survey) pode ser acessada através do link

             https://www.kpmg.com/US/en/IssuesAndInsights/ArticlesPublications/Documents/kpmg-2013-global-semiconductor-survey.pdf

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A demanda brasileira por alumínio tem crescido em média 8,6% ao ano, o setor de transportes é o segundo principal mercado consumidor do metal no país. Para a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), entidade realizadora da 5ª  ExpoAlumínio – Exposição Internacional do Alumínio, 2014 deverá ser um bom ano para o consumo do alumínio nesse mercado, entre outras razões, devido a criação do novo regime automotivo – Inovar Auto. Quem afirma é o coordenador da Comissão Técnica e do Comitê de Mercado de Transportes da associação, Ayrton Filleti. Entre 2017 e 2020, as montadoras ganharão desconto no IPI, caso os carros fabricados apresentarem redução de 18,84% na emissão de CO2 / Km. Como o alumínio é mais leve do que o aço, os carros consomem menos combustível.

“Em média, em um veículo nacional, utiliza-se 50 kg de alumínio, e isso é muito pouco quando comparado com a média norte-americana (154 kg) ou europeia (140 kg)”, explica Filleti. O alumínio consumido na produção de carros brasileiros em 2013 foi basicamente aquele das peças fundidas, 95% desse material. Entretanto, para os próximos anos, o executivo é confiante. “A previsão é otimista. A FIAT, por exemplo, tem divulgado que uma nova geração de motores, deverá utilizar blocos de motores de ligas de alumínio, no lugar do ferro fundido”, com uma reduçaõ substancial de peso, em torno de 50%. Estima-se que cerca de 70% do metal usado é oriundo da reciclagem.

O ganho na exportação do material na indústria automotiva também pode gerar saldo positivo para  balança comercial. “O Brasil vai produzir cinco milhões de carros em 2017. Esse número é grande demais para o mercado interno. Então um contingente será dirigido para exportação. Ou seja, esses carros precisam seguir padrões internacionais. E nesses padrões está o maior uso do alumínio”, analisa Filleti. Diante desses fatores, ele reforça a relevância da ExpoAlumínio. “A feira tem o propósito de unir toda a cadeia e vai trazer compradores e fornecedores de mercados fortes de todo mundo, especialmente da Europa e Oriente Médio.

A ExpoAlumínio, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e realizada pela ABAL, acontece de 1º a 3 de abril de 2014, no Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo. Entre as marcas confirmadas estão Alcast, Alumpar, CBA, CDA Metais, Fixadores Douglas, Giansun, Latasa, Miroglio-Sublitex, Hydro, Shockmetais, Tecbelt Feltros e Vesuvius.

Serviço – Mais informações sobre a 5ª Exposição Internacional do Alumínio pelo www.expoaluminio.com.br

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A reformulação da marca Menegotti trouxe consigo mudanças que foram além do visual. A empresa atua nos segmentos de mercado que abrangem máquinas para blocos e pavimentos, tubos para águas pluviais, tubos para esgoto sanitário, centrais de concreto, fôrmas metálicas para pré-moldados, equipamentos de movimentação de carga, betoneiras para caminhão e projetos especiais. Sua nova identidade foi desenvolvida de forma a comunicar ao mercado uma nova fase, marcada pela profissionalização de seus colaboradores, de sua gestão, ampliação de mercados e relacionamento com seus clientes e parceiros.

A Marca

Já reconhecida pela qualidade e confiabilidade presente no portfólio da empresa, a marca Menegotti passou por uma série de evoluções ao longo dos últimos 73 anos.

O Processo de Criação partiu do DNA da empresa. A nova marca Menegotti foi especialmente desenhada com o cuidado de transmitir através de formas, linhas e cores a Confiança e a Solidez de uma empresa tradicional, sem deixar de lado o Elemento Humano, característico da empresa que, desde sua fundação, preza pela transparência e pelo bom relacionamento com seus parceiros, clientes e colaboradores.

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30ª edição da Feira Internacional da Mecânica, a maior fábrica de bons negócios na América Latina. Evento bianual da indústria que reúne os principais lançamentos do setor, muita inovação e oportunidades para todos os segmentos industriais, com a maior variedade de máquinas e equipamentos voltados para a elaboração de projeto, produção, controle de qualidade e movimentação de carga.

De 20 a 24 de maio de 2014 Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo/SP

Antecipe-se e garanta a sua credencial!

Acesse www.mecanica.com.br/Visitar/Credenciamento-de-Negocios/

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Entidade prevê crescimento de 9% a 10% em segmentos como hidráulica e pneumática. Já o IBGE, apontou crescimento de até 20,4% na indústria de bens de capital ainda em 2013.

Se o sentimento geral é de que 2014 será um ano atribulado por conta do número de feriados, Copa do Mundo e eleições presidenciais no Brasil, então o empresário deve olhar mais adiante, e preparar seu parque industrial para 2015. É o que acredita Carlos Padovan, presidente do comitê da 30ª Feira Internacional da Mecânica, maior feira de máquinas e equipamentos da América Latina, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Abimaq – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, que acontecerá entre os dias 20 a 24 de maio de 2014.

“Na feira, os compradores e expositores vão projetar cenários para 2015. Se existe fôlego para crescimento, você precisa se preparar de um ano a seis meses antes. E a verdade é que precisamos melhorar ainda mais nosso parque industrial. Existem muitas máquinas que estão sendo desenvolvidas para lançamento na próxima Mecânica, e a NR-12 ainda será um dos maiores motivos de busca por novas máquinas”, prevê Padovan. A Norma Regulamentadora Nº 12 do Ministério do Trabalho define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

Para o executivo, o início de 2013 apresentou bons números de venda, mas de forma geral o ano se encerra estável em relação a 2012. “O último trimestre apresentou uma pequena melhora, sem falar nos setores que apostaram em certos nichos e surpreenderam. Por isso, acreditamos que em 2014 segmentos como hidráulica e pneumática devem crescer de 9% a 10%”. Ele também aposta no impulso dado por montadoras como Fiat, BMW e Mercedes-Benz, que têm investido de maneira intensa no país.

As previsões vão ao encontro à pesquisa recente do IBGE, que apontou crescimento, apesar do aparente marasmo da economia brasileira. Para o instituto, 21 dos 27 setores industriais registraram aumento na produção em outubro de 2013, na comparação com setembro. No acumulado dos dez meses analisados, a atividade industrial cresceu 1,6% frente a igual período de 2012. Apenas o setor de bens de capital avançou 18,8% na comparação com o mesmo mês de 2012, registrando o 10º resultado positivo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior. Os resultados positivos foram registrados por bens de capital para fins industriais (20,4%), para construção (58,5%), para uso misto (7,8%), agrícola (21,0%) e para energia elétrica (6,7%).

Em 2012, a Mecânica atingiu a marca de duas mil empresas expositoras e contemplou cerca de 25 setores da indústria, entre eles as áreas de automação e controle de processos, equipamentos para tratamento ambiental e refrigeração, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, entre outros. Lotados, os corredores do Anhembi, onde a feira acontece, receberam 109 mil visitantes únicos, número que bateu o recorde de 2010, de 105.851 visitantes, vindos de 60 países, entre eles Argentina, EUA, Itália, Alemanha, Espanha, França, Suíça, Canadá, Chile, Peru, Venezuela e Portugal. “Mais de 95% do espaço da feira está comercializado. Diante disso, a expectativa para a edição de 2014 só aumenta, tanto em número de expositores, países participantes, compradores e apoiadores distribuídos em 85 mil m² de área do Pavilhão de Exposições do Anhembi”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da feira.

Serviço:

30a FEIRA INTERNACIONAL DA MECÂNICA

Data: 20 a 24 de maio de 2014
Local:
Parque de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
http://mecanica.com.br

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Apesar da expectativa positiva, os Indicadores que medem o desempenho das MPIs não registram resultados expressivos em 2013

A pesquisa Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, encomendada pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo (Simpi), indica que os dirigentes das MPIs esperam que 2014 seja melhor que o ano anterior para a realização de negócios.

A 10ª rodada aponta que 48% dos entrevistados acreditam que esse ano o desempenho das suas empresas será mais positivo, em relação ao ano passado. Esse comportamento é reflexo dos resultados obtidos em 2013, que não foram expressivos em nenhum dos Indicadores da pesquisa Simpi.

Indicadores

Ao fazer um balanço dos Indicadores de Atividade Empresarial entre março, quando a pesquisa foi lançada, e dezembro de 2013 é possível detectar estabilidade, com média de 57,5 pontos. Na análise mês a mês, setembro registrou a melhor média, 59,4 pontos; enquanto que dezembro acusou o pior resultado, 57 pontos.

No que se refere ao indicador de Atividade Econômica, os negócios registrados durante o ano passado foram caracterizados por sua estabilidade e a média anual foi de 57,2 pontos. Março registrou a melhor média, 60,4 pontos; ao passo que junho ficou com o pior resultado, 52,1.

O Indicador de Empregos também permaneceu estável em 50,5 pontos e sinaliza para uma acomodação no ritmo de abertura e fechamento de vagas das micros e pequenas indústrias do Estado. A média mais alta registrada no período foi de 53,1 pontos, em novembro, enquanto que o pior resultado, 49,2, foi observado no mês de junho.

Por sua vez, o Indicador de Investimento vem registrando movimento de queda desde agosto de 2013. Seu melhor momento foi detectado em agosto, 26,7 pontos, ao passo que dezembro registrou o pior resultado do ano, 19 pontos.

O Indicador de Custos registra movimento de queda em dezembro 55,4, pontuação próxima à média anual, 54,4 pontos. O melhor desempenho foi verificado em março, que foi de 60,8, enquanto que o pior resultado, 49 pontos, foi observado no mês de agosto. O resultado indicador comprova que as condições de custos para as empresas se manteve favorável durante o ano.

Concorrência com importados

O estudo também mostra que 84% dos entrevistados que concorrem com produtos importados, considera a concorrência desfavorável, 10% superior ao registrado na rodada anterior. Apesar da visão negativa registrada em dezembro, a análise mês a mês revela que setembro foi índice para os empresários, com 87%.

A pesquisa

A pesquisa do Indicador de Atividade das Micros e Pequenas Indústrias de São Paulo, encomendado pelo SIMPI e efetuada pelo Datafolha, foi realizada entre os dias 4 e 23 de dezembro, com 305 micro e pequenas indústrias paulistas. São consideradas micros as indústrias que empregam até nove funcionários, e pequenas, de 10 a 50 trabalhadores registrados.

A íntegra das dez pesquisas realizadas pelo SIMPI e Datafolha, desde março, estão disponíveis no site da entidade (www.simpi.org.br).

Fonte SIMPI – COMUNICAÇÃO

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Desempenho da economia brasileira em 2014 deve ser melhor que em 2013, que fechou o PIB do ano com alta de 2,28%

O cenário internacional aponta para uma perspectiva mais favorável em 2014. A zona do euro deve sair da recessão, a economia americana aposta na recuperação e a China está estabilizando seu crescimento. Com a visibilidade da Copa do Mundo, o Brasil deve atrair mais turistas e fazer a roda da economia girar um pouquinho. Por outro lado, com as eleições brasileiras, a política fiscal deve se manter sem alteração em 2014.

Indústria

Nos últimos anos, o setor de serviços ganhou mais relevância do que a área industrial,  o prefeito paulistano Fernando Haddad chegou a anunciar IPTU zero para empresas de call center, informática, educação e hotelaria que se instalarem na zona Leste de São Paulo. Já a indústria teve de entrar com liminar na Justiça para impedir o reajuste de até 35% para os 500 mil imóveis comerciais da cidade em 2014.  Ricardo Martins, diretor do CIESP, distrital Leste, acredita que “o aumento atingiria drasticamente a indústria, que já padece com a enorme carga tributária”. Para ele, o que atrai as indústrias são incentivos sobre o ICMS, que podem ser concedidos apenas por governos estaduais, justamente o que acarretou a grande perda de indústrias de São Paulo para outros estados, a conhecida guerra fiscal.

“Deixando de lado a faceta perniciosa da concessão de incentivos, destaco que as indústrias também são atraídas por boas condições de logística, rodovias, ferrovias e terminais de carga, que não recebem a devida atenção das autoridades constituídas. Ao contrário, o poder público entende que muitas dessas regiões devam ser adensadas por residências, o que pode levar à expulsão das indústrias instaladas nesses locais num futuro próximo”, defende Martins.

Setor imobiliário

No setor imobiliário, movidas pelo crédito fácil, construtoras e incorporadoras pretendem desovar seus estoques e ampliar a média de lançamentos ainda no primeiro semestre de 2014. Para os financiamentos de imóveis serão disponibilizados R$ 172,8 bilhões em recursos provenientes da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, alerta que oito em cada dez famílias brasileiras pretendem realizar o sonho da casa própria nos próximos dois anos, o que equivale a 7,9 milhões de pessoas, conforme mostra levantamento do Instituto Data Popular. “Mas antes de fechar o negócio é fundamental organizar as contas. No momento da aquisição de um bem é importante que o consumidor deixe a emoção de lado e faça um bom planejamento, pois o pagamento do imóvel vai comprometer a renda da família por muitos anos”, avalia.

O presidente da AMSPA aconselha que antes de fazer o investimento, é fundamental reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis. “Somente assim é possível definir qual é a melhor solução, o que inclui avaliar o custo/benefício, além de verificar se as prestações não vão comprometer mais do que 30% da renda familiar. Outra precaução é pedir uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação.”, reflete.

Sobre problemas imobiliários, o advogado Antenor Batista prepara a 6ª edição ampliada do livro “Posse, Possessória, Usucapião e Ação Rescisória”, que chega à sexta edição em 2014. O autor revela que apenas 20% das fraudes documentais em processos de posse e invasões são descobertas ou apuradas. “Alertamos veementemente sobre a fraude documental. Muitas transações imobiliárias são realizadas por meio de documentação pré-fabricada ou forjada por talentosos trapaceiros e apenas 20% desses crimes são descobertos”, revela. Antenor Batista há muito estuda e pesquisa o tema, bem como os males da corrupção e seus malfeitos em geral. Deve lançar a 14ª edição do livro “Corrupção: o 5º Poder, Repensando a Ética”, no ano das eleições.

Comunicação

Já a área de comunicação deve crescer em 2014. Conforme Clarice Pereira, diretora da LINK Portal da Comunicação, “o ano de 2014 é um período de oportunidades de negócios que serão gerados a partir da Copa do Mundo e das eleições. “Lembremos que são as ferramentas de marketing as responsáveis pela colocação de produtos e serviços no mercado. E o que vende uma imagem, senão os instrumentos de comunicação? Existem muitos meios e formas de comunicação, basta adequá-los à realidade de cada organização”, complementa Clarice.

Fonte Link Portal

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Medida atende à reivindicação do setor de reparação de veículos e representa conquista na visão do Sindirepa-SP, entidade que representa 15 mil oficinas do Estado de São Paulo, pleiteou a lei e contribuiu com informações para a  elaboração do projeto de lei nº 322/2008, de autoria do deputado estadual Major Olímpio, aprovado, no dia 18 de dezembro, data próxima ao Dia do Mecânico, comemorado em 20 de dezembro, garantindo mais um motivo para o setor celebrar.

O Sindirepa – SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de SãoPaulo),  que representa 15 mil empresas de reparação de veículos, comemora a aprovação do projeto de lei  nº 322/2008, de autoria do deputado Major Olímpio (PDT), que aconteceu nesta quarta-feira (18 de dezembro), antevéspera do Dia do Mecânico, celebrado no dia 20 de dezembro.

A medida, que regulamenta a abertura e o funcionamento de empresas de reparação de veículos, representa um significativo avanço para o setor que emprega, hoje, no Estado de São Paulo, mais de 300 mil profissionais. “É um pleito antigo do Sindirepa-SP. Acompanhamos de perto o trâmite que durou quase cinco anos e, agora, se torna realidade. Com certeza, trará muitos benefícios ao setor de reparação de veículos”, afirma o presidente do Sindirepa-SP e Sindirepa Nacional, Antonio Fiola.

O projeto de lei de 2008 regulamenta e padroniza regras para abertura e funcionamento de oficinas e serviçosbaseados em normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. “Com esta regulamentação, o consumidor também será beneficiado, com a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas empresas”, revela Fiola.

De acordo com o projeto de lei, as oficinas mecânicas deverão manter um responsável operacional pelos serviços executados que atenda aos requisitos da ABNT ou que tenha passado por treinamento de 400 horas ou dois anos de experiência comprovada. Os estabelecimentos terão de exibir em local visível os certificados e o atestado de legalidade sindical.

O projeto de lei foi vetado pelo governador, Geraldo Alckmin, em julho de 2011, e foi reapresentado e aprovado, no dia 18 de dezembro último, na Assembleia Legislativa. Apenas foram vetados os artigos 6º, 7º 10º e 11º e a expressão “após o que ficarão sujeitas às penalidades nela previstas” constante do artigo 9º.“Com isto, basicamente, o que foi retirado do projeto de lei refere-se à aplicação de multas, cujos valores seriam variáveis segundo a natureza e o grau da infração, cometido pelo proprietário ou responsável pela oficina mecânica ou estabelecimento assemelhado”, explica o deputado Major Olímpio.

Na sua visão, a aprovação do projeto representa um avanço na legislação do Estado de São Paulo, que poderá ser aperfeiçoado com o passar dos anos, contribuindo sobremaneira para evitar que panes decorrentes da falta de conformidade dos consertos resultem na potencialização de acidentes graves e ajudará a prevenir a população de riscos coletivos, decorrentes de acidentes de origem tecnológica.

Fonte Verso Comunicação

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O Ministério do Meio Ambiente, o BNDES e a FINEP, lançaram o Plano Inova Sustentabilidade, com o objetivo de incentivar a realização de investimentos na área ambiental, com a promoção de soluções inovadoras capazes de mitigar impactos das atividades produtivas sobre o meio ambiente.

Com dotação orçamentária de R$ 2 bilhões, divididos igualmente entre Finep e BNDES, para operações contratadas no período de 2014 a 2016, o Inova Sustentabilidade terá quatro principais linhas temáticas: produção sustentável que engloba projetos de eficiência energética no setor industrial; recuperação de biomas brasileiros e fomento às atividades produtivas sustentáveis de base florestal; saneamento ambiental; e monitoramento de desastres ambientais. As empresas interessadas em desenvolver inovações nas linhas temáticas deverão enviar Carta de Manifestação de Interesse, em meio digital, até às 18h (horário de Brasília) do dia 17/01/2014. Os Planos de Negócios das empresas brasileiras candidatas ao financiamento serão submetidos ao processo de seleção pública conjunta.

Eles poderão ser apoiados pela combinação de linhas da Finep e do BNDES, que incluem Fundo Clima, Programa de Sustentação do Investimento (PSI), subvenção econômica para empresas e financiamento não reembolsável para pesquisas realizadas em Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), dentre outros instrumentos. O Inova Sustentabilidade poderá financiar Planos de Negócios acima de R$ 5 milhões, com prazo de execução de até 60 meses. O apoio do BNDES e da FINEP será de até 90% do valor de cada projeto.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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