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Chefe do Departamento de Economia da UFF e membro do grupo de economia de energia vê no Pré-Sal a chance de a indústria brasileira e o País darem um salto à frente no desenvolvimento

“A exploração do Pré-Sal, em especial do Campo gigante de Libra, vai gerar um dinamismo nas indústrias do País, que hoje passam por um período delicado. “A partir desse dinamismo que será empregado na indústria do petróleo, outros segmentos que dependem dessa indústria petrolífera certamente serão afetados, contribuindo para um maior crescimento da atividade industrial brasileira, que vem sofrendo queda nos últimos anos. “O Pré-Sal é a oportunidade de dar um passo à frente no desenvolvimento brasileiro”.

A aposta é do Chefe do Departamento de Economia da UFF, Luciano Dias Losekann,  membro do grupo de economia da energia, que vai traçar um panorama do impacto do Pré-Sal na indústria Brasileira e seus efeitos na economia brasileira diante do cenário mundial. Losekann fará palestra durante o III Seminário Nacional de Tecnologia e Mercado da Soldagem – SOLDA BRASIL 2013, marcado para os próximos dias 12 e 13 de novembro, no auditório do Centro Empresarial Rio (Praia de Botafogo, 228, 2º andar), às 10:30h do dia 12 de novembro (terça-feira).

Segundo o especialista, os números da exploração do Campo de Libra, parte da reserva brasileira de petróleo, que acaba de ser leiloado, apontam para uma guinada forte na economia do país. “Primeiramente, é o retorno que surge a partir dos investimentos para explorar e desenvolver o Campo de Libra, um campo gigantesco, com reservas estimadas de oito a 12 bilhões de barris. Isso envolve investimentos de até US$ 200 bilhões. O pré-sal como um todo soma US$ 700 bilhões de investimentos previstos a partir do seu desenvolvimento”, sentencia.

Na visão de Luciano Losekann, com a dependência econômica mundial em relação ao petróleo os impactos na economia do País a partir da exploração petrolífera do Campo de Libra são inúmeros: geração de investimentos estrangeiros e nacionais, aquecimento e desenvolvimento da indústria, além do papel de destaque do País no cenário econômico e político global. “É a mudança do papel do Brasil no cenário mundial. Antes, o Brasil tinha um papel marginal, e buscou a sua autosuficiencia. Com o pré-sal, passa a ser um grande produtor e exportador de petróleo”, lembra o especialista

A palestra do professor Luciano Losekann é parte da Agenda do O III Seminário SOLDA BRASIL 2013 que tem por objetivo aprofundar a discussão sobre alguns dos principais projetos em execução no país, potencializando os caminhos e diretrizes do setor de soldagem na busca de soluções para a indústria nacional enfrentar os obstáculos de crescimento do País, melhorando seu desempenho e sua competitividade, difundindo novas tecnologias e experiências no setor de soldagem.
O evento servirá também para debater e analisar o mercado de soldagem, com a participação de executivos e técnicos de empresas executoras e tomadoras de serviços, representantes dos diversos segmentos da engenharia, projetistas, governo, academia, instituições de pesquisa e empresas de Engenharia Industrial, fabricantes de consumíveis, máquinas, equipamentos e serviços de soldagem, além de entidades profissionais e empresariais de classe e instituições formadoras de mão-de-obra.
As empresas de engenharia, tecnologia, fabricantes e fornecedores de materiais, equipamentos e prestadores de serviços interessados em apresentar palestras técnicas sobre soluções e tecnologias para o setor de soldagem ou patrocinar o evento podem entrar em contato com a Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2244-6211.

Serviço

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo email inscricao.planeja@gmail.com<mailto:inscricao.planeja@gmail.com>, além dos telefones (21) 2262-9401<tel:%2821%29%202262-9401> / 2215-2245.
Estudantes têm 50% de desconto na inscrição.

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Atividade industrial sobe 1,3%

Icone balanço,Economia | Por em 30 de outubro de 2013

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Segundo pesquisa da Fiesp e do Ciesp, a atividade da indústria de São Paulo de janeiro a setembro deste ano cresceu 3,4%

A atividade da indústria paulista cresceu 1,3% em setembro na comparação com agosto, mostraram dados com ajuste sazonal da Fiesp e do Ciesp. Apesar do dado positivo, o panorama para a indústria de transformação este ano continua sendo de estagnação da produção e crescimento pouco expressivo.

A avaliação é de Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômico (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

“O crescimento de setembro já havia sido antevisto no mês passado, já que o número do sensor estava de certa forma agradável”, afirmou o diretor do Depecon.

Em setembro, a percepção do empresariado em relação ao cenário econômico registrou uma melhora para 51,8 pontos.

“Isso não muda, no entanto, o nosso panorama porque a previsão de final de ano não nos dá uma perspectiva de melhora para o último trimestre de 2013”, ponderou.

Francini projeta um crescimento de 2,5% da atividade industrial ao final do ano. Mas esse é um “crescimento baixo da indústria e que não vai repor a perda ocorrida em 2012”, alertou o diretor.

Na avaliação dele, o pior momento para a indústria foi no final do primeiro semestre de 2012, depois ocorreu certa recuperação, mas este ano “está patinando de novo”.

Quanto ao futuro, o diretor sugere cautela para mensurar o comportamento da indústria em 2014. Segundo Francini, a federação ainda está “construindo essa visão e não é a hora para anteciparmos quanto ao desempenho do próximo ano”.

Setores

O desempenho positivo de 1,3% em setembro foi puxado principalmente pela indústria automotiva. De acordo com o Indicador de Nível de Atividade (INA), o setor de Veículos Automotores registrou crescimento de 8,8% em setembro contra agosto, na leitura com ajuste sazonal.

“Há sempre uma pequena perturbação trazida pelo dissídio dos metalúrgicos do setor automotivo, que ocorre no interior do estado em setembro, então as fabricas se preocupam em aumentar sua produção para eventualmente fazer frente a uma paralisação ou algo do gênero”, explicou Francini.

Destaque de baixa, a indústria de Produtos Farmacêuticos registrou atividade estável em setembro ante agosto, mas despencou no acumulado de 12 meses com taxa negativa de 6,2% e na leitura de janeiro a setembro com queda de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A produção do setor farmacêutico sentiu a forte penetração de importados este ano. Segundo o Coeficientes de Exportação e Importação da Fiesp, a fatia de produtos importados no setor cresceu de 28,3% no segundo trimestre de 2012 para 35,6% no mesmo período em 2013.

Outro viés de baixa para o setor foi o aumento dos preços dos alimentos, que fez o consumidor deixar em segundo lugar a compra de medicamentos.

“O comportamento da inflação, especialmente em produtos alimentícios, estreitou a margem de consumo de medicamentos das famílias”, afirmou o diretor do Depecon.

Desempenho da indústria

No acumulado de 12 meses, o desempenho da indústria nos últimos 12 meses cresceu 2,6%. Já na leitura de janeiro a setembro, a atividade industrial acendeu 3,4%, mas essa variação positiva deve convergir em 2,5% até o final do ano, projeta Francini.

O indicador de Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) manteve-se em 81,4% em setembro versus 81% em agosto, indicando capacidade ociosa na produção.  Já o componente Horas Trabalhadas na Produção indicou queda de 1,3% em setembro contra agosto, com ajuste sazonal, enquanto as Vendas Reais cresceram 0,2% no mesmo período.

Francini explicou que o aumento da produtividade, maior produção em menos horas trabalhadas, reflete o cansaço do empresário na “espera de coisas melhores”.

“Se faz mais produtos com menos horas, então a venda vai continuar crescendo e as horas caindo por conta do aumento da produtividade. O empresário reduz o quadro de funcionários, o que também já está acontecendo”, afirmou.

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O Evento:

Objetivo

Fomentar e desenvolver a cultura acadêmica e empresarial para a utilização da ciência, da engenharia e da tecnologia da automação e da informação em prol do desenvolvimento sustentável. Apresentar o panorama atual e tendências do que existe em engenharia, tecnologia, metodologias e casos de sucesso para o desenvolvimento sustentável. Promover a integração e troca de experiências entre as culturas acadêmicas e empresarial.

Público Alvo

Executivos, gestores e profissionais técnicos dos mais diversos setores produtivos da economia. Professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação e de graduação dos cursos de engenharia, tecnologia e administração.

Data: 25/10/2013

Local: Auditório Professor Paulo Ribeiro de Arruda
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Prédio de Engenharia Elétrica
Av. Prof. Luciano Gualberto, 158 – Trav. 3 – São Paulo – SP

Coordenação geral: Prof. Dr. Sergio Luiz Pereira

Organização: Elcio Brito (SPI), Maria Lídia Dias (GAESI), José Antonio Tosta (GAESI), Luzia Namiki (GAESI), Melissa Pokomy (GAESI), Guilherme Sortino (FAAP, SAE, GAESI)

Realização: USP, GAESI

Participação: OSIsoft, SAP, KPMG, CISCO, Siemens,. Emerson, SPI, Rockwell Automation

Apoio: ISA, ISPE, ABM, SAE Brasil

Inscrições: Kamila Araujo, Tel: (11) 3274-5100 R.138, inscricoes@seatis.org

Mais informações: www.seatis.org

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É crescente o interesse do consumidor por produtos e serviços decorrentes de práticas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas. Essa tendência irreversível imposta pelo próprio mercado ganha força não só nas grandes empresas mas, inclusive, entre as de menor porte, como acontece na indústria de cosméticos Feitiços Aromáticos.

“Desde que iniciamos nossas atividades, em 2001, procuramos pensar em toda a cadeia produtiva, da compra de material dos fornecedores, até o transporte de nossos produtos, passando pelo impacto na comunidade e na economia”, enumera Raquel Cruz, sócia-fundadora da companhia.

O resultado dessa preocupação rendeu à companhia o segundo lugar  no ranking “As empresas mais sustentáveis segundo a mídia”, divulgado o ano passado. Atrás somente da Natura, a Feitiços Aromáticos é a  única micro empresa entre as primeiras colocadas. Além do “Prêmio de Sustentabilidade”, concedido em 2011 pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Pesaram para o reconhecimento iniciativas  como o apoio a uma cooperativa de catadores de lixo, a contratação dos colaboradores da região,  fábrica com maior iluminação natural,   compra de papeis somente com origem conhecida  e  a utilização de proteção de embalagens ecológica.

A luminosidade interna da empresa, por exemplo, garante que apenas 40% das lâmpadas instaladas precisem ficar acesas durante o horário de expediente, o que provoca bem-estar a quem  trabalha e economia na conta e dos recursos naturais. Outra medida é que mais de 90% dos funcionários são do bairro. Com isso os colaboradores chegam de bicicleta ou a pé ao serviço, em apenas  15 minutos. Consequencia: maior qualidade de vida e  menos pessoas apertadas nos ônibus e trens ou precisando tirar da garagem seus veículos particulares.

A embalagem também é um item prioritário na questão de sustentabilidade. “Usamos extrusado de milho como material de proteção de embalagem e amortecimento no transporte. Trata-se de uma solução biodegradável, orgânica, de baixíssimo custo e ecologicamente correta, enquanto que a maioria das empresas opta pelos sacos plásticos”, compara Raquel.

A saúde é outro item inegociável, por isso é que a empresa não inclui em suas formulações  conservantes à base de parabenos. . Embora ainda não seja proibida no Brasil, a substância  poderia apresentar reações adversas e colocar  em risco a saúde do consumidor. Segundo estudos internacionais, o parabeno não é seguro e está associado ao surgimento de câncer de mama.

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Pesquisadores da Universidade de Adelaide (Austrália) desenvolveram um processo para transformar sacos plásticos usados em um nanomaterial de alta tecnologia.

Eles conseguiram transformar sacos plásticos não biodegradáveis em “membranas de nanotubos de carbono”, um material altamente sofisticado e caro com uma variedade de potenciais aplicações avançadas, como filtragem, armazenamento de energia e uma série de inovações biomédicas.

Nanotubos de carbono são pequenos cilindros de átomos de carbono com nanômetros de diâmetro (1/10.000 o diâmetro de um fio de cabelo humano). Eles são os materiais mais fortes e firmes já descobertos – centenas de vezes mais fortes que o aço, mas seis vezes mais leves. Suas propriedades elétricas, térmicas e mecânicas únicas representam muitas oportunidades para pesquisa e desenvolvimento, e já são usadas em uma variedade de indústrias, incluindo a eletrônica, a de equipamentos esportivos, a de baterias de longa duração, a de dispositivos sensores e a de turbinas eólicas.

Os pesquisadores produziram os nanotubos em membranas de nanoporos de óxido de alumínio. Eles utilizaram peças de sacos plásticos vaporizadas em um forno para produzir camadas de carbono que se alinharam para formar os pequenos cilindros (os nanotubos de carbono).

O enorme mercado potencial para os nanotubos de carbono depende da capacidade da indústria de produzir grandes quantidades do material de forma mais barata e uniforme. Os métodos de síntese atuais geralmente envolvem processos e equipamentos complexos, e a maioria das empresas só produz alguns gramas por dia.

Essa não foi a primeira vez que cientistas construíram nanotubos de carbono a partir de sacos de plástico. Em 2009, uma equipe do Laboratório Nacional Argonne, em Illinois (EUA), criou um processo que convertia o material utilizando um catalisador de acetato de cobalto. O problema com este método, no entanto, é que o cobalto também é bastante caro, e apenas um quinto dos sacos plásticos foi efetivamente convertido em nanotubos.

“Em nosso laboratório, nós desenvolvemos um método novo e simplificado de fabricação com dimensões e formas controláveis, usando um produto residual como fonte de carbono”, explicou professor Dusan Losic, coautor do estudo. A ideia para essa técnica foi concebida e realizada pelo seu doutorando, Tariq Altalhi.

O processo é também catalisador e solvente, o que significa que os resíduos de plástico podem ser usados sem gerar compostos venenosos.

“Sacolas plásticas não biodegradáveis são uma séria ameaça aos ecossistemas naturais e apresentam um problema em termos de eliminação”, diz Losic. “Transformar estes resíduos através de reciclagem nanotecnologia oferece uma solução potencial para minimizar a poluição ambiental, criando ao mesmo tempo produtos de alto valor agregado”.

Fonte: [ScienceDailyGizmodo]

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O sistema de troca-rápida VERO-S é a nova referência em precisão e economia em máquina-ferramentas

O VERO-S oferece alta variedade adicional de funcionalidades, é livre de corrosão por ser de aço inoxidável, temperado, completamente vedado, sistema livre de manutenção, além do sistema de cunha dupla patenteado com função turbo para forças pull-down máximas de até 40kN, e tudo pelo mesmo preço.

Com um pino de fixação de único tamanho para todas as séries, o VERO-S NSE plus garante flexibilidade e é de uso universal para todos os paletes de troca-rápida da SCHUNK. Ao mesmo tempo, usuários beneficiam-se de mais de 500 variações combinadas com os dispositivos de fixação da SCHUNK e sua extensiva gama de morsas de fixação estacionária. As cunhas são fechadas por força de molas e automaticamente travam os pinos de fixação.

A função turbo usa por padrão ar comprimido para aumentar a força do conjunto de molas e do sistema de atuação. Isso aumenta a força pull-in em até 300%. O ar comprimido na pressão de 6 bar é suficiente para abrir os módulos.  Quando o módulo está sem alimentação de ar comprimido, o conjunto de molas trava o módulo automaticamente. O rasgo de atuação no pino fixador proporciona fixação rápida e segura mesmo com inclinação e excentricidade.

Entre suas principais vantagens está a flexibilidade para carregamento manual e automático. A forma cônica precisa no pino de fixação em conjunto com a forma em encaixe e o sistema de “autotravamento” descrevem o conceito do sistema de troca-rápida de paletes da SCHUNK.

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A Tubotech, Feira Internacional de Tubos, Válvulas, Bombas, Conexões e Componentes será realizada de 01 a 03 de outubro de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Realizada pela ABITAM | Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal e promovida pelo Grupo Cipa Fiera Milano em parceria com a Tarcom Promoções, é considerada a maior feira do segmento da América Latina. Cerca de 16.000 visitantes profissionais dos setores de petróleo, gás, automotivo, construção civil, químico, petroquímico, farmacêutico, bebidas e infraestrutura, entre outros, poderão conferir as soluções e inovações dos principais fabricantes de máquinas e equipamentos para a indústria de tubos, válvulas industriais, bombas, motobombas e acessórios.
Este ano, a feira irá agregar novos eventos, com as estreias da Wire South America | Feira Internacional de Fios e Cabos, Smagua Brasil | Feira Internacional de Irrigação, Saneamento e Manejo de Água e, pela primeira vez, integrados à Tubotech, acontecem a 6ª Feinox | Feira de Tecnologia de Transformação do Aço Inoxidável e o 6º Congresso do Aço Inox (Coninox).
Os eventos conjuntos terão a participação de 750 expositores, em área expositiva de 32.000 m2 e previsão de volume de negócios em torno de R$ 900 milhões.
Serviço
TUBOTECH | Feira Internacional de Tubos, Válvulas, Conexões e Componentes
Data: 1 a 3 de outubro 2013
ENTRADA GRATUITA – profissionais do setor das 14h às 20h30
Eventos Simultâneos: FEINOX | Feira de Tecnologia de Transformação do Aço Inoxidável; CONINOX | 6º Congresso do Aço Inox; WIRE SOUTH AMERICA | Feira Internacional de Fios e Cabos; SMAGUA Brasil | Feira Internacional de Irrigação, Saneamento e Manejo de Água
Local: Centro de Exposições Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 – São Paulo (SP)

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A Paem tem um setor especializado em manutenção de bombas de vácuo próprias e importadas. Além de fabricante de bombas de vácuo, a empresa destaca-se também pela assistência técnica permanente com peças de primeira linha para maior durabilidade das bombas e tranquilidade dos clientes. A empresa desenvolve com tecnologia a maioria das peças para as bombas importadas conforme a necessidade.
Possui amplo estoque de peças para reposição, no qual se incluem palhetas, filtros, válvulas, rolamentos, rotores, acoplamentos etc. e conta com profissionais altamente capacitados.

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A corrente Neptune® é o mais novo produto da Tsubaki para ambientes com alto grau de oxidação. Ela une a força de uma corrente de açocarbono com a maior resistência à oxidação jamais vista em correntes de transmissão.
É feita com três camadas de proteção: zinco, alumínio e um selante especial, sendo a melhor opção para ambientes agressivos. O grande diferencial é o preço, a corrente Neptune®
pode chegar a 50% do preços de uma corrente de aço inox 304. Além disso, oferece a capacidade de tensão como a de uma corrente de aço carbono, com excelente resistência a oxidação.

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Para atender as necessidades de seus clientes e do mercado, a PAEM iniciou os serviços de locação de bombas. A locação de bombas é ideal nos casos de substituição temporária de bombas em manutenção, sendo uma alternativa viável para evitar custos maiores
como atraso e parada total na produção.
Além disso, a empresa possui um setor especializado em manutenção de bombas de vácuo próprias e importadas e conta com peças
de primeira linha para maior durabilidade das bombas e tranquilidade dos clientes.

Serviço – Para informações a respeito da locação, entre em contato coom a empresa pelo (11) 2291-8622, ou pelo e-mail: paem@paem.com.br

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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