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Para atender as demandas deste mercados, de 01 a 03 de outubro de 2013, será realizada a 7ª edição da Tubotech, considerada a principal vitrine do setor

De acordo com dados da ABITAM | Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal, em relação ao mercado de tubos, a projeção para 2013 da capacidade instalada é de 5.500.000 toneladas, com vendas de US$ 6,8 bilhões e geração de 28 mil empregos diretos. Para os próximos anos, as perspectivas são boas, já que projetos e investimentos em infraestrutura terão que ser acelerados para melhorar a logística e a competitividade do país. O setor de óleo gás também será beneficiado com a retomada de leilões de novos blocos. Essas obras vão necessitar de muitos equipamentos e materiais, movimentando a indústria como um todo e a produção de tubos e acessórios, em especial. Em relação ao aço inox, o consumo no mercado brasileiro será de 360 mil toneladas, com produção de 330 mil toneladas e cerca de 200.000 trabalhadores diretos e indiretos, com vendas de US$ 2 bilhões segundo projeção 2013 da ABINOX | Associação Brasileira de Aço Inoxidável.

Considerando o potencial de aumento de consumo de aço inoxidável no Brasil, se comparado com o consumo de países desenvolvidos ou em fase de desenvolvimento, acredita-se que o consumo aparente no Brasil deverá crescer em média de 4 a 5% ao ano nos próximos cinco anos.

Para atender as demandas deste mercados, de 01 a 03 de outubro de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, será realizada a 7ª edição da Tubotech | Feira Internacional de Tubos, Válvulas, Bombas, Conexões e Componentes, considerada a principal vitrine do setor e ponto de encontro dos países do Cone Sul.

Os principais fabricantes de máquinas e equipamentos para a indústria de tubos, válvulas industriais, bombas, motobombas e acessórios trarão alta tecnologia, inovações e as últimas tendências e soluções para o público formado por profissionais dos setores de petróleo, gás, automotivo, construção civil, químico, petroquímico, farmacêutico, bebidas e infraestrutura, entre outros.

Realizada pela ABITAM | Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal e promovida pelo Grupo Cipa Fiera Milano em parceria com a Tarcom Promoções, é considerada a maior feira do segmento da América Latina. Um local de negócios e ponto de encontro de expositores, profissionais e representantes do setor para troca de experiências e informações. Os visitantes poderão conferir as soluções e inovações dos principais fabricantes de máquinas e equipamentos para a indústria de tubos, válvulas industriais, bombas, motobombas e acessórios.

A feira é voltada para o público profissional dos setores de petróleo, gás, automotivo, construção civil, químico, petroquímico, farmacêutico, bebidas e infraestrutura, entre outros. Este ano, a feira ganhará mais espaço porque vai agregar novos eventos, com as estreias da Wire South America | Feira Internacional de Fios e Cabos, Smagua Brasil | Feira Internacional de Irrigação, Saneamento e Manejo de Água e, pela primeira vez, integrados à Tubotech, acontecem a 6ª Feinox | Feira de Tecnologia de Transformação do Aço Inoxidável e o 6º Congresso do Aço Inox (Coninox).

Os eventos conjuntos terão a participação de 750 expositores, dentre 650 marcas nacionais e 820 internacionais, em área expositiva de 32.000 m2, público estimado em 16 mil visitantes profissionais e previsão de volume de negócios em torno de R$ 900 milhões. A sinergia de eventos num mesmo ambiente proporciona aos visitantes uma multiplicidade de soluções.

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A Alstom ganhou um importante contrato para fornecer um sistema de despoeiramento de gás para a empresa brasileira Uni-Systems, responsável pela implantação completa da planta de etanol para a empresa americana Southeast Renewable Fuels (SRF), um produtor de etanol localizado na Flórida, Estados Unidos.

Esta conquista reforça a posição da Alstom como líder de mercado na América do Norte para sistemas de depuração de gases nos mercados industrial e de geração de energia. O projeto será executado pela equipe de Sistemas de Controle Ambiental da Alstom Brasil, especialista nesta tecnologia.

A Alstom fornecerá o precipitador eletrostático dedicado à captura de partículas de gás proveniente da queima de bagaço de sorgo, um tipo de gramínea. O precipitador, com o seu sistema integrado de manuseio de pó, inclui também o controlador avançado EPIC III, tecnologia patenteada pela Alstom, que proporciona maior eficiência na remoção de particulados.

“Esse projeto representa uma importante conquista, consolidando a presença da Alstom no mercado industrial americano para sistemas de controle da qualidade do ar. Além disso, nossa equipe é capacitada para atender as rigorosas normas ambientais americanas com uma solução que reduz ainda mais o nível de emissões de partículas”, diz Daniel Santos, Diretor Geral ECS (Environmental Control Systems) da Alstom na América Latina.

Como fornecedora número um de Sistemas de Controle Ambiental no mundo, a Alstom oferece soluções inovadoras para todos os tipos de gases e partículas poluentes – incluindo óxidos de enxofre e nitrogênio, mercúrio e particulados. Em todo o mundo, a Alstom tem aproximadamente 450 GW de sistemas de controle ambiental fornecidos para geração de energia e 2.800 sistemas fornecidos para o setor industrial.

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A Synatec, com sede próxima a Stuttgart, na Alemanha, oferece produtos e soluções para aprimoramento da flexibilidade e qualidade das operações de montagem em empresas de manufatura, orientação do operador, bem como coleta e análise de dados. A empresa tem 120 funcionários e teve receita em de 12 milhões de euros em 2012.
“A Synatec desempenha um papel fundamental em proporcionar às empresas da indústria automobilística a viabilização de sua ambição por uma produção mais flexível e mais ágil em relação aos novos modelos de automóveis, bem como uma resposta ao aumento das exigências em relação à qualidade”, afirma Mats Rahmström, presidente da área de negócios Industrial Technique. “Esta aquisição se encaixa em nossa estratégia de fortalecimento do portfólio de soluções de produtividade que oferecemos para indústria automobilística, e também para outros segmentos”.
A Synatec ficará sob propriedade da Atlas Copco Holding, na Alemanha. A Synatec fará parte da área de negócios Industrial Technique na Atlas Copco. A aquisição deverá ser concluída durante o quarto trimestre de 2013.

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Inscrições podem ser feitas neste mês por jovens de 16 a 18 anos e frequentando o ensino médio

Leão Engenharia, Instituto Robert Bosch, Eaton, Neumayer Tekfor e Magneti Marelli somam 100 vagas abertas para cursos gratuitos de capacitação profissional. As inscrições podem ser feitas neste mês por jovens residentes próximos às empresas, ter de 16 a 18 anos e renda per capita inferior a um salário mínimo. Os cursos, de Assistente de Serviços Comerciais, Assistente de Produção de Materiais para Obras de Infraestrutura e Construção Civil, Assistente de Produção e Montagem Mecânica, Operador de Processos de Conformação Mecânica e Operador de Produção de Equipamentos de Transmissão, têm duração média de 800 horas e serão ministrados nas empresas.
A iniciativa é fruto de um convênio firmado entre as empresas e o Formare, projeto social desenvolvido pela Fundação Iochpe que oferece cursos de formação inicial para o mercado de trabalho. Veja abaixo mais informações sobre as inscrições em cada companhia:
Empresa: Leão Engenharia
Local: Ribeirão Preto (SP) Av. Thomaz Alberto Whately – 5105
Quantidade de vagas: 20
Curso: Assistente de Produção de Materiais para Obras de Infraestrutura e Construção Civil
Período de inscrições: até 30 de setembro
Requisitos: Estar cursando o Ensino Médio (período noturno), renda per capita de até um salário mínimo, ter entre 16 e 18 anos e não estar trabalhando
Inscrição: entrar em contato com Sílvia Maria pelo telefone (16) 2101-5769 – (16)99185-1937- das 8:00 às 12horas   ou por e-mail: smfbarbosa@leaoengenharia.com
Benefícios: uniforme, material didático, café da manhã, almoço, convênio médico, odontológico, seguro de vida, vale transporte e meio salário mínimo.
Empresa: Instituto Robert Bosch
Local: Campinas (SP)
Quantidade de vagas: 20
Curso: Assistente de Serviços Comerciais – Administrativos e Logísticos
Período de inscrições: até 30 de setembro
Requisitos: ter 17 ou 18 anos, estar no terceiro ano do ensino médio em 2014, não ser filho de funcionário ou terceiro da Robert Bosch, residir no entorno da Bosch (o fretado tem restrição de bairros), ter renda familiar de meio salário mínimo por pessoa.
Inscrição: em escolas ou ONGs próximas à empresa ou pelo e-mail: juliana.teixeira@institutorobertbosch.org.br
Benefícios: Bolsa-auxilio de meio salário mínimo, transporte, alimentação no local, uniforme, assistência médica e odontológica, seguro de vida, material Escolar e cesta de Natal
Empresa: Eaton
Local: Caxias (RS)
Quantidade de vagas: 20
Curso: Operador de Produção de Equipamentos de Transmissão (OPET)
Período de inscrições: de 23/09 a 04/10/2013.
Requisitos: Estar cursando o Ensino Médio (período manhã ou noturno) de escolas da rede pública, ter renda per capita de até um salário mínimo,  ter entre 16 e 18 anos e não ser filho de colaborador Eaton.
Inscrição: nas secretarias das escolas ou na Consultoria Opus (Av. Itália 477, São Pelegrino. Telefone: 54 3214 11-41)
Benefícios: Bolsa-auxílio mensal de meio salário mínimo, convênio odontológico, plano de saúde, seguro de vida, transporte, material didático, uniforme e alimentação.
Empresa: Magneti Marelli
Local: Mauá (SP)
Quantidade de vagas: 21
Curso: Assistente de Produção e Montagem Mecânica
Período de inscrições: 9 de setembro a 4 de outubro
Requisitos: ter nascido em 1997, possuir renda máxima de R$ 678,00 por pessoa da família (um salário mínimo); estar cursando o ensino médio em 2014; não frequentar ou ter frequentado qualquer tipo de curso profissionalizante; não ser filho de colaborador de empresas do Grupo Magneti
Marelli; morar em Mauá, Santo André ou Ribeirão Pires.
Inscrição: retirar e entregar ficha de inscrição na recepção da Magneti Marelli, em Mauá: Av. Manoel da Nóbrega, 350 – Capuava (próximo à estação de trem Capuava).
Benefícios: Bolsa auxílio mensal de meio salário mínimo, convênio odontológico, transporte, material didático, uniforme e alimentação.
Empresa:  Neumayer Tekfor
Local: Jundiaí (SP)
Quantidade de vagas: 20
Curso: Operador de Processos de Conformação Mecânica
Período de inscrições: até 27 de setembro
Requisitos: Podem participar jovens de 16 a 18 anos, que não estejam trabalhando, residam na região de Jundiaí, estejam cursando o ensino médio, que não sejam filhos de funcionários da Neumayer Tekfor nem tenham tido acesso a escolas profissionalizantes e que tenham renda inferior a meio salário mínimo por pessoa da família.
Inscrição: As fichas podem ser retiradas na portaria da empresa (av. Arquimedes, 399, Distrito Industrial. Mais informações com Célia Regina Condini ( celia.condini@amtektekfor.com e 0/xx/11/2152 4863)
Benefícios: bolsa-auxílio de meio salário mínimo/mês, assistência médica e odontológica, material didático, seguro de vida, alimentação, transporte e uniforme.
Formare
O Formare é um projeto social desenvolvido pela Fundação Iochpe, em parceria com empresas de grande e médio porte, que oferece cursos de formação inicial para o mercado de trabalho a uma turma de, em média, 20 jovens de famílias de baixa renda residentes no entorno das empresas.
Os cursos são realizados em período integral dentro das empresas, por funcionários que se dispõem, como voluntários, a ministrar as aulas.
Ou seja, a empresa é transformada em um ambiente de aprendizagem e qualificação profissional, contínuas, tanto para os colaboradores como para os estudantes beneficiados.
Os cursos, com duração de, no mínimo, 800 horas/aula, são desenvolvidos pela equipe pedagógica do Formare de acordo com as características de cada empresa e a realidade do mercado de trabalho local, junto da Universidade Tecnológica. Eles são certificados por instituição federal de ensino vinculada ao MEC –a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)–, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.
::Números FORMARE
Escolas: 76 | Empresas parceiras: 47 | Alunos em formação: 1.520 Educadores voluntários atuando: 6.700 | Cobertura nacional: 60 municípios em 9 Estados do Brasil | Uma escola na Argentina
Perfil do aluno: Para ser aluno do Formare, o jovem deve ter entre 16 e 19 anos, cursar o ensino médio, ter renda per capita familiar de até um salário mínimo, não ter tido acesso a cursos profissionalizantes e nem ser filho de funcionário da empresa onde o curso será ministrado.

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Para celebrar seu cinquentenário, a Abinee realiza de 24 de setembro a 13 de outubro, no Espaço Fiesp, em São Paulo, a Exposição Abinee 50 Anos – A História do Setor Eletroeletrônico no Brasil. O evento trará uma mostra de produtos de valor inestimável para se compreender a importância desta indústria no País, com a exposição de bens eletroeletrônicos históricos. O espaço contará, além da mostra, com dois cinemas – retrô e contemporâneo – onde será exibido o Vídeo Abinee 50 Anos: Os Protagonistas, um documentário dividido em duas partes, contendo depoimentos de mais de sessenta personalidades que fizeram e fazem parte da história da entidade. O Memorial apresentará, ainda, documentos e fotos lembrando os acontecimentos marcantes da Abinee, as ações em defesa da indústria elétrica e eletrônica instalada no Brasil, e eventos que contribuíram para o fortalecimento da entidade e a discussão de temas importantes para o setor. Conheça a história da Abinee, que há meio século atua no fortalecimento da competitividade da indústria elétrica e eletrônica no Brasil.
Serviço:
Exposição Abinee 50 Anos – A História do Setor Eletroeletrônico no Brasil
24 de setembro a 13 de outubro
Local: Espaço Fiesp – Avenida Paulista, 1313 – térreo São Paulo – SP
Segunda a sexta, das 12h às 20h
Sábados e domingos, das 11h às 18h

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Uma missão de representantes da indústria embarcou no último domingo (15) para Washington, Estados Unidos, com o objetivo principal de discutir um acordo de livre comércio entre os dois países. A viagem, organizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), inclui visita a órgãos do Poder Executivo e ao Congresso norte-americano. A missão participará ainda da reunião anual do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, formado por representantes do setor privado dos dois países.

Um tema que estará em pauta será um acordo comercial envolvendo o mercado brasileiro e o norte-americano. Conforme CNI, o momento é oportuno para retomada da discussão, já que os EUA dão sinais de recuperação da crise econômica. Outro tema em pauta serão potenciais novas barreiras ao etanol brasileiro.

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Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a desvalorização do real frente ao dólar que vem ocorrendo nos últimos meses pode contribuir para a retomada da competitividade da indústria eletroeletrônica. Para ele, apesar de o momento ser de grande volatilidade, o patamar atual do câmbio possibilita que os produtos fabricados no país fiquem mais competitivos diante dos importados. “Isto ocorre em relação ao mercado interno, e também abre espaço para as nossas exportações”, diz. Ele acrescenta que, quanto maior a agregação de valor local, maior o benefício, como é o caso nas áreas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Equipamentos Industriais.

Barbato afirma, também, que, num primeiro momento, há uma fase de adaptação e ajustes no caso de produtos fabricados no país, com parcela significativa de componentes importados, notadamente, os voltados à área de TICs. “No entanto, em um segundo momento, estes bens também poderão ganhar competitividade”. O presidente da Abinee ressalta, ainda, que o novo cenário abre espaço para que o governo possa implementar uma política de exportações para o setor elétrico e eletrônico, como já proposto pela entidade, com o objetivo de reduzir o desequilíbrio da balança comercial através da ampliação das exportações. No médio e longo prazo, Barbato destaca que o câmbio mais equilibrado pode contribuir para atração de fabricantes no país e permitir que bens que tiveram a produção desnacionalizada voltem a ser fabricados.

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Por*Eric  Yu.

A utilização da videoconferência como ferramenta estratégica de colaboração para o mercado corporativo está se acelerando em todo o mundo. Enquanto as vendas estão em ritmo forte globalmente, a região de destaque é a América Latina, com ênfase para o Brasil. De acordo com o Business Technology Roundtable, as vendas de sistemas de videoconferência na América Latina e no Caribe quase dobraram em 2011.

Em 2010, o mercado de sistemas de videoconferência na América Latina, incluindo o Brasil, gerou uma  receita de 78 milhões de dólares. A consultoria Frost & Sullivan projeta uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20,9% para a região nos próximos anos. Isso poderá gerar uma receita total de até 294 milhões de dólares em 2017. A maior parte das vendas deverá ocorrer no Brasil, devido às taxas de crescimento anuais superiores a 100% no país.

Os sistemas de vídeo multiuso para salas de reunião representavam mais da metade do mercado de equipamentos de videoconferência corporativos em 2011 e continuarão a ser o maior gerador de receita entre as soluções corporativas de vídeo em geral. No entanto, em muitas das salas de reunião do crescente mercado corporativo brasileiro – de pequenas e médias empresas a grandes corporações – as soluções profissionais de videoconferência eram até agora muito complicadas e de alto custo de implantação. Além disso, a diferença entre as soluções para o consumidor final e os produtos corporativos deixou uma enorme lacuna no mercado para a qual não havia opções.

Empresas Brasileiras Conduzindo seus Negócios na Velocidade da Comunicação Digital

Para poderem competir na economia globalizada de hoje, as empresas brasileiras precisam conduzir seus negócios nacional e internacionalmente com a velocidade proporcionada pela tecnologia digital. O ágil processo decisório necessário para entrar rapidamente em novos mercados muitas vezes exige uma interação presencial com uma rede complexa de membros da equipe, parceiros, fornecedores e outras partes interessadas localizados remotamente. Nas principais regiões metropolitanas do Brasil, onde o trânsito é imprevisível, fazer várias reuniões presenciais em um único dia é um desafio e até contraproducente para empresas que possuam muitas filiais, parceiros e clientes espalhados por toda a região.

Por exemplo, trabalhamos recentemente com uma empresa de médio porte, cuja rápida expansão por vários escritórios nos EUA e no Caribe criou desafios logísticos para uma comunicação eficaz. As soluções de videoconferência a preços acessíveis da AVer permitiram que essa empresa conectasse suas salas de reunião em todas as regiões com um excelente custo-benefício. Como as soluções da AVer são interoperáveis ​​com outros serviços de telepresença, videoconferência, VoIP e serviços de nuvem, a conectividade não se limita ao interior da empresa. Para as empresas brasileiras que enfrentam graves desafios de trânsito, a eliminação de despesas de viagem e de tempo perdido de seus executivos em deslocamentos oferece um retorno imediato no investimento.

Da Sala de Reunião para a Sua Mesa

Observando-se as tendências gerais da videoconferência, o ganho mais forte é em videoconferência móvel e na mesa de trabalho. De acordo com estudo do Gartner, até 2015 mais de 200 milhões de trabalhadores em todo o mundo terão acesso à videoconferência corporativa em suas mesas de trabalho. Por que essa grande migração de caros sistemas de telepresença de “sala de reunião” para equipamentos mid-range a preços acessíveis? Em situações de insegurança econômica, as empresas são obrigadas a fazer mais com menos. E a tecnologia anterior de telepresença era muito dispendiosa para as empresas brasileiras de todos os portes.

A AVer entrou este ano no mercado brasileiro para atender às necessidades de videoconferência corporativa. Ao oferecer soluções de videoconferência em HD baseadas em salas de reunião que unem experiência de vídeo de alta qualidade com simplicidade e acessibilidade “plug-and-play”, o mercado corporativo brasileiro agora poderá otimizar sua infraestrutura geral de comunicação.

As soluções de videoconferência mid-range estão hoje mudando o cenário no Brasil, ao unir todas as peças a um custo limitado. A AVer torna a videoconferência um assunto simples, ao mover o melhor software de sua categoria para a nuvem e realizar remotamente o trabalho de TI para os nossos clientes, reduzindo custos e eliminando a necessidade de especialização interna em TI. Entendemos que quando os nossos clientes corporativos podem implantar facilmente instalações de qualidade utilizando os mais recentes codecs de vídeo a um décimo do preço, a economia proporcionada pode ser redirecionada para a geração de lucros.

Além disso, as últimas inovações em tecnologia móvel no Brasil ajudam a fortalecer o cenário da videoconferência. Por exemplo, as novas gerações de dispositivos móveis já suportam videoconferência HD. Aplicativos e serviços para compartilhamento em tempo real de conteúdo – de documentos a imagens – desenvolvidos recentemente para dispositivos móveis estão transformando as videoconferências em sessões de trabalho interativas que impulsionam a produtividade.

Olhando para o Futuro

Enquanto a economia brasileira continua a crescer e a economia mundial se recupera, o rápido avanço de redes de banda larga de alta velocidade em fibra ótica é uma indicação de que o mercado brasileiro de videoconferência corporativa deverá continuar em seu impulso atual. O estudo do Gartner também prevê que o mercado mundial de sistemas videoconferência ultrapassará os bilhões de dólares até 2015, resultando em concorrência acirrada no mercado.

Daqui para frente, o Brasil continuará a ser um mercado-chave de videoconferência para a região. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que acontecem no país, deverão trazer um aumento no investimento na infraestrutura de tecnologia da informação e de comunicações no país. O crescimento em geral dos sistemas de videoconferência deverá ajudar a melhorar as redes, impulsionando a produtividade e a mobilidade em todo o mercado corporativo brasileiro.

Em Suma

No mercado corporativo brasileiro as soluções de videoconferência estão evoluindo para superarem as diferenças de plataformas e permitir que diversos sistemas se comuniquem, inaugurando assim uma nova era de colaboração a qualquer hora e em qualquer lugar. À medida que alavancamos os padrões do setor para plataformas H.323 e habilitadas para SIP e continuamos a oferecer a economia de escala proporcionada pela hospedagem na nuvem, pode-se esperar no futuro próximo a presença de sistemas de videoconferência nas salas de reunião da grande maioria das empresas brasileiras.

Eric Yu é Diretor de Gestão do Produto da AVer Information. Inc., um premiado fornecedor de soluções de colaboração visual que melhoram a produtividade e enriquecem a vida.


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“Há necessidade de políticas públicas emergenciais estruturantes e permanentes, que tragam condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”, afirmou o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.

Com o objetivo de discutir políticas para reindustrializar o Brasil e dinamizar a economia, o Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promove o Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento, no dia 26 de agosto. O evento terá quatro painéis e contará com a presença de 33 renomados especialistas.
Em 2012 o PIB do Brasil cresceu somente 0,9%, muito pouco em comparação com o PIB mundial (crescimento de 3,2%) e da América Latina (3,0%), e, principalmente, ante as economias em desenvolvimento, que cresceram 5,1%.
“Um dos determinantes do baixo crescimento econômico brasileiro tem sido a estagnação da indústria de transformação, culminando com a retração de 2,5% do PIB do setor em 2012”, explica o diretor titular do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.
Por sua vez, o fraco desempenho da indústria de transformação brasileira pode ser atribuído fundamentalmente ao Custo Brasil e à valorização do real. Estudo do Decomtec apontou que, em função do Custo Brasil e valorização do real, um bem manufaturado nacional é, em média, 34,2% mais caro que similar importado dos principais parceiros comerciais. Esse percentual se refere à comercialização de produtos importados e nacionais no mercado brasileiro, inclusos todos os tributos aplicáveis, o que, no caso de importados, compreende alíquotas de importação, além dos demais custos de internalização.
Todavia, como salientou Roriz “o Custo Brasil e a valorização cambial têm determinantes sistêmicos, portanto, sua redução exige políticas de Estado, que proporcionem um ambiente de negócios com previsibilidade ao longo prazo, e condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”.

Serviço:
Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento
Data: 26 de agosto
Horário: 8h30 às 18h30
Local: Edifício-sede da Fiesp, em São Paulo – Av. Paulista, 1313 (Teatro do SESI)

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“Continuaremos alertas para evitar qualquer nova medida de exceção”, diz o presidente, Ennio Crispino

A ABIMEI recebeu com satisfação a decisão do Governo de não prorrogar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), que vence em setembro, e desistir de publicar uma nova listagem, como era esperado. O anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, feito na tarde de ontem, 1/8, trouxe alívio aos importadores de bens de capital e meios de produção, que tiveram o imposto de importação (II) aumentado em outubro passado, de 14% para 25% em média e estavam ameaçados de sofrer novo aumento, chegando a 35% em alguns produtos, o máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio. Com a decisão federal, o imposto de importação incidente sobre os 100 produtos integrantes da lista em vigor voltará ao patamar anterior, variando entre 8% e 12%, segundo Mantega.De acordo com o ministro, a decisão tem o objetivo de evitar que a alta do dólar eleve o preço dos insumos importados e pressione a inflação, além de ser uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento. “Passado um ano, temos condição de retornar a alíquotas anteriores, ou seja, reduzi-las para os patamares originais, de forma a reduzir os custos para a indústria de transformação que utiliza esses insumos”, disse.
“A decisão acertada do Governo vem corrigir a decisão errada, que foi incluir bens de capital e insumos necessários à produção em uma lista genérica, onde havia desde batatas, tijolos, vidros, resinas petroquímicas até medicamentos, centros de usinagem e pás escavadeiras, entre outras máquinas necessárias ao desenvolvimento do País. Não houve critério na
elaboração da lista, prejudicando o industrial que precisava de, por exemplo, centros de usinagem, para continuar produzindo”, diz Ennio Crispino, presidente da ABIMEI. Recentemente, o Governo acenou com a possibilidade de lançar uma nova lista de exceção, com mais uma centena de produtos para sofrerem aumento do Imposto de Importação. A ABIMEI criou um Grupo de Trabalho e contratou uma consultoria jurídico-econômica para organizar os pleitos de contestação e os levou ao Governo. Segundo Crispino, a revogação desta segunda lista, anunciada pelo ministro da Fazenda, traz novo ânimo à indústria em geral. “Esperamos que o Governo tenha percebido que medidas protecionistas não ajudam em nada a indústria nacional, ao contrário, impedem o seu crescimento. A primeira lista mostrou que, em certos casos, o produto nacional subiu de preço, por falta da concorrência internacional. Em outros, o industrial precisou atrasar os pedidos, por falta de máquinas”, afirmou. “A ABIMEI continuará alerta para evitar que sejam adotadas novas medidas de exceção”, afirmou o presidente da ABIMEI.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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