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Uma missão de representantes da indústria embarcou no último domingo (15) para Washington, Estados Unidos, com o objetivo principal de discutir um acordo de livre comércio entre os dois países. A viagem, organizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), inclui visita a órgãos do Poder Executivo e ao Congresso norte-americano. A missão participará ainda da reunião anual do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, formado por representantes do setor privado dos dois países.

Um tema que estará em pauta será um acordo comercial envolvendo o mercado brasileiro e o norte-americano. Conforme CNI, o momento é oportuno para retomada da discussão, já que os EUA dão sinais de recuperação da crise econômica. Outro tema em pauta serão potenciais novas barreiras ao etanol brasileiro.

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Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, a desvalorização do real frente ao dólar que vem ocorrendo nos últimos meses pode contribuir para a retomada da competitividade da indústria eletroeletrônica. Para ele, apesar de o momento ser de grande volatilidade, o patamar atual do câmbio possibilita que os produtos fabricados no país fiquem mais competitivos diante dos importados. “Isto ocorre em relação ao mercado interno, e também abre espaço para as nossas exportações”, diz. Ele acrescenta que, quanto maior a agregação de valor local, maior o benefício, como é o caso nas áreas de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Equipamentos Industriais.

Barbato afirma, também, que, num primeiro momento, há uma fase de adaptação e ajustes no caso de produtos fabricados no país, com parcela significativa de componentes importados, notadamente, os voltados à área de TICs. “No entanto, em um segundo momento, estes bens também poderão ganhar competitividade”. O presidente da Abinee ressalta, ainda, que o novo cenário abre espaço para que o governo possa implementar uma política de exportações para o setor elétrico e eletrônico, como já proposto pela entidade, com o objetivo de reduzir o desequilíbrio da balança comercial através da ampliação das exportações. No médio e longo prazo, Barbato destaca que o câmbio mais equilibrado pode contribuir para atração de fabricantes no país e permitir que bens que tiveram a produção desnacionalizada voltem a ser fabricados.

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Por*Eric  Yu.

A utilização da videoconferência como ferramenta estratégica de colaboração para o mercado corporativo está se acelerando em todo o mundo. Enquanto as vendas estão em ritmo forte globalmente, a região de destaque é a América Latina, com ênfase para o Brasil. De acordo com o Business Technology Roundtable, as vendas de sistemas de videoconferência na América Latina e no Caribe quase dobraram em 2011.

Em 2010, o mercado de sistemas de videoconferência na América Latina, incluindo o Brasil, gerou uma  receita de 78 milhões de dólares. A consultoria Frost & Sullivan projeta uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20,9% para a região nos próximos anos. Isso poderá gerar uma receita total de até 294 milhões de dólares em 2017. A maior parte das vendas deverá ocorrer no Brasil, devido às taxas de crescimento anuais superiores a 100% no país.

Os sistemas de vídeo multiuso para salas de reunião representavam mais da metade do mercado de equipamentos de videoconferência corporativos em 2011 e continuarão a ser o maior gerador de receita entre as soluções corporativas de vídeo em geral. No entanto, em muitas das salas de reunião do crescente mercado corporativo brasileiro – de pequenas e médias empresas a grandes corporações – as soluções profissionais de videoconferência eram até agora muito complicadas e de alto custo de implantação. Além disso, a diferença entre as soluções para o consumidor final e os produtos corporativos deixou uma enorme lacuna no mercado para a qual não havia opções.

Empresas Brasileiras Conduzindo seus Negócios na Velocidade da Comunicação Digital

Para poderem competir na economia globalizada de hoje, as empresas brasileiras precisam conduzir seus negócios nacional e internacionalmente com a velocidade proporcionada pela tecnologia digital. O ágil processo decisório necessário para entrar rapidamente em novos mercados muitas vezes exige uma interação presencial com uma rede complexa de membros da equipe, parceiros, fornecedores e outras partes interessadas localizados remotamente. Nas principais regiões metropolitanas do Brasil, onde o trânsito é imprevisível, fazer várias reuniões presenciais em um único dia é um desafio e até contraproducente para empresas que possuam muitas filiais, parceiros e clientes espalhados por toda a região.

Por exemplo, trabalhamos recentemente com uma empresa de médio porte, cuja rápida expansão por vários escritórios nos EUA e no Caribe criou desafios logísticos para uma comunicação eficaz. As soluções de videoconferência a preços acessíveis da AVer permitiram que essa empresa conectasse suas salas de reunião em todas as regiões com um excelente custo-benefício. Como as soluções da AVer são interoperáveis ​​com outros serviços de telepresença, videoconferência, VoIP e serviços de nuvem, a conectividade não se limita ao interior da empresa. Para as empresas brasileiras que enfrentam graves desafios de trânsito, a eliminação de despesas de viagem e de tempo perdido de seus executivos em deslocamentos oferece um retorno imediato no investimento.

Da Sala de Reunião para a Sua Mesa

Observando-se as tendências gerais da videoconferência, o ganho mais forte é em videoconferência móvel e na mesa de trabalho. De acordo com estudo do Gartner, até 2015 mais de 200 milhões de trabalhadores em todo o mundo terão acesso à videoconferência corporativa em suas mesas de trabalho. Por que essa grande migração de caros sistemas de telepresença de “sala de reunião” para equipamentos mid-range a preços acessíveis? Em situações de insegurança econômica, as empresas são obrigadas a fazer mais com menos. E a tecnologia anterior de telepresença era muito dispendiosa para as empresas brasileiras de todos os portes.

A AVer entrou este ano no mercado brasileiro para atender às necessidades de videoconferência corporativa. Ao oferecer soluções de videoconferência em HD baseadas em salas de reunião que unem experiência de vídeo de alta qualidade com simplicidade e acessibilidade “plug-and-play”, o mercado corporativo brasileiro agora poderá otimizar sua infraestrutura geral de comunicação.

As soluções de videoconferência mid-range estão hoje mudando o cenário no Brasil, ao unir todas as peças a um custo limitado. A AVer torna a videoconferência um assunto simples, ao mover o melhor software de sua categoria para a nuvem e realizar remotamente o trabalho de TI para os nossos clientes, reduzindo custos e eliminando a necessidade de especialização interna em TI. Entendemos que quando os nossos clientes corporativos podem implantar facilmente instalações de qualidade utilizando os mais recentes codecs de vídeo a um décimo do preço, a economia proporcionada pode ser redirecionada para a geração de lucros.

Além disso, as últimas inovações em tecnologia móvel no Brasil ajudam a fortalecer o cenário da videoconferência. Por exemplo, as novas gerações de dispositivos móveis já suportam videoconferência HD. Aplicativos e serviços para compartilhamento em tempo real de conteúdo – de documentos a imagens – desenvolvidos recentemente para dispositivos móveis estão transformando as videoconferências em sessões de trabalho interativas que impulsionam a produtividade.

Olhando para o Futuro

Enquanto a economia brasileira continua a crescer e a economia mundial se recupera, o rápido avanço de redes de banda larga de alta velocidade em fibra ótica é uma indicação de que o mercado brasileiro de videoconferência corporativa deverá continuar em seu impulso atual. O estudo do Gartner também prevê que o mercado mundial de sistemas videoconferência ultrapassará os bilhões de dólares até 2015, resultando em concorrência acirrada no mercado.

Daqui para frente, o Brasil continuará a ser um mercado-chave de videoconferência para a região. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, que acontecem no país, deverão trazer um aumento no investimento na infraestrutura de tecnologia da informação e de comunicações no país. O crescimento em geral dos sistemas de videoconferência deverá ajudar a melhorar as redes, impulsionando a produtividade e a mobilidade em todo o mercado corporativo brasileiro.

Em Suma

No mercado corporativo brasileiro as soluções de videoconferência estão evoluindo para superarem as diferenças de plataformas e permitir que diversos sistemas se comuniquem, inaugurando assim uma nova era de colaboração a qualquer hora e em qualquer lugar. À medida que alavancamos os padrões do setor para plataformas H.323 e habilitadas para SIP e continuamos a oferecer a economia de escala proporcionada pela hospedagem na nuvem, pode-se esperar no futuro próximo a presença de sistemas de videoconferência nas salas de reunião da grande maioria das empresas brasileiras.

Eric Yu é Diretor de Gestão do Produto da AVer Information. Inc., um premiado fornecedor de soluções de colaboração visual que melhoram a produtividade e enriquecem a vida.


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“Há necessidade de políticas públicas emergenciais estruturantes e permanentes, que tragam condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”, afirmou o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.

Com o objetivo de discutir políticas para reindustrializar o Brasil e dinamizar a economia, o Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promove o Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento, no dia 26 de agosto. O evento terá quatro painéis e contará com a presença de 33 renomados especialistas.
Em 2012 o PIB do Brasil cresceu somente 0,9%, muito pouco em comparação com o PIB mundial (crescimento de 3,2%) e da América Latina (3,0%), e, principalmente, ante as economias em desenvolvimento, que cresceram 5,1%.
“Um dos determinantes do baixo crescimento econômico brasileiro tem sido a estagnação da indústria de transformação, culminando com a retração de 2,5% do PIB do setor em 2012”, explica o diretor titular do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.
Por sua vez, o fraco desempenho da indústria de transformação brasileira pode ser atribuído fundamentalmente ao Custo Brasil e à valorização do real. Estudo do Decomtec apontou que, em função do Custo Brasil e valorização do real, um bem manufaturado nacional é, em média, 34,2% mais caro que similar importado dos principais parceiros comerciais. Esse percentual se refere à comercialização de produtos importados e nacionais no mercado brasileiro, inclusos todos os tributos aplicáveis, o que, no caso de importados, compreende alíquotas de importação, além dos demais custos de internalização.
Todavia, como salientou Roriz “o Custo Brasil e a valorização cambial têm determinantes sistêmicos, portanto, sua redução exige políticas de Estado, que proporcionem um ambiente de negócios com previsibilidade ao longo prazo, e condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”.

Serviço:
Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento
Data: 26 de agosto
Horário: 8h30 às 18h30
Local: Edifício-sede da Fiesp, em São Paulo – Av. Paulista, 1313 (Teatro do SESI)

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“Continuaremos alertas para evitar qualquer nova medida de exceção”, diz o presidente, Ennio Crispino

A ABIMEI recebeu com satisfação a decisão do Governo de não prorrogar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), que vence em setembro, e desistir de publicar uma nova listagem, como era esperado. O anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, feito na tarde de ontem, 1/8, trouxe alívio aos importadores de bens de capital e meios de produção, que tiveram o imposto de importação (II) aumentado em outubro passado, de 14% para 25% em média e estavam ameaçados de sofrer novo aumento, chegando a 35% em alguns produtos, o máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio. Com a decisão federal, o imposto de importação incidente sobre os 100 produtos integrantes da lista em vigor voltará ao patamar anterior, variando entre 8% e 12%, segundo Mantega.De acordo com o ministro, a decisão tem o objetivo de evitar que a alta do dólar eleve o preço dos insumos importados e pressione a inflação, além de ser uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento. “Passado um ano, temos condição de retornar a alíquotas anteriores, ou seja, reduzi-las para os patamares originais, de forma a reduzir os custos para a indústria de transformação que utiliza esses insumos”, disse.
“A decisão acertada do Governo vem corrigir a decisão errada, que foi incluir bens de capital e insumos necessários à produção em uma lista genérica, onde havia desde batatas, tijolos, vidros, resinas petroquímicas até medicamentos, centros de usinagem e pás escavadeiras, entre outras máquinas necessárias ao desenvolvimento do País. Não houve critério na
elaboração da lista, prejudicando o industrial que precisava de, por exemplo, centros de usinagem, para continuar produzindo”, diz Ennio Crispino, presidente da ABIMEI. Recentemente, o Governo acenou com a possibilidade de lançar uma nova lista de exceção, com mais uma centena de produtos para sofrerem aumento do Imposto de Importação. A ABIMEI criou um Grupo de Trabalho e contratou uma consultoria jurídico-econômica para organizar os pleitos de contestação e os levou ao Governo. Segundo Crispino, a revogação desta segunda lista, anunciada pelo ministro da Fazenda, traz novo ânimo à indústria em geral. “Esperamos que o Governo tenha percebido que medidas protecionistas não ajudam em nada a indústria nacional, ao contrário, impedem o seu crescimento. A primeira lista mostrou que, em certos casos, o produto nacional subiu de preço, por falta da concorrência internacional. Em outros, o industrial precisou atrasar os pedidos, por falta de máquinas”, afirmou. “A ABIMEI continuará alerta para evitar que sejam adotadas novas medidas de exceção”, afirmou o presidente da ABIMEI.

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As soluções apresentadas na área de impressãoe digitalização 3D são conhecidas mundialmente, pela reprodução em alta fidelidade e riqueza de detal

A Anacom Eletrônica, tradicional empresa atuante no segmento de engenharia e tecnologia, em sua primeira participação na MD&M 2013 – a maior feira de design de equipamentos médicos e hospitalares da América Latina, apresenta o que há de mais avançado em tecnologia tridimensional.

A Anacom – empresa parceira da americana Stratasys e da canadense Creaform no mercado brasileiro de impressão e digitalização 3D, irá apresentar o que há de mais recente em tecnologia tridimensional para o segmento médico, odontológico e hospitalar.

Atualmente, a tecnologia 3D tem auxiliado profissionais atuantes na área da saúde na busca por alternativas que promovam melhorias em tratamentos médicos, tais como próteses, enxertos e etc. Tendo isso em vista, empresas, clínicas, hospitais e instituições de ensino têm investido pesado em tecnologia de ponta.

O scanner 3D Go!Scan é a melhor solução disponível no mercado para digitalização e inspeção utilizando tecnologia de luz branca. Equipamento leve e extremamente portátil, ele é capaz de adquirir metros de informação em segundos. Campeão em velocidade, o Go!Scan3D elimina tanto a necessidade de utilização de adesivos utilizando referencial dinâmico quanto o tratamento de nuvem de pontos, uma vez que ele gera uma malha de triângulos em diversos formatos, estando pronto até mesmo para inspeção, reengenharia e manufatura rápida.

A Objet Connex 260 é uma das impressoras tridimensionais com tecnologia polyjet da Stratasys. Ela é capaz de reproduzir peças e protótipos com camadas de 16 mícrons de espessura, utilizando até 147 materiais, rígidos e flexíveis, em um único produto.


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Por Ezequias Sena*

Numa época em que muito tem se falado em espionagem internacional, não se deve descartar a grande oportunidade de avaliar de que forma empresas e empregados estão contribuindo para que informações estratégicas e até mesmo sigilosas vazem no mercado – onde os concorrentes estão sempre ávidos pela oportunidade de estar um passo à frente dos demais. Segurança da informação é, assim, um dos atributos mais importantes hoje em dia, sendo fundamental entre os profissionais de TI (tecnologia da informação).

Diariamente, inúmeras empresas anunciam perda de dados, invasão de hackers. As pessoas nem se surpreendem mais com esse tipo de violência, embora os estragos possam ser tão grandes a ponto de provocar a falência dos negócios. Aumentar a vigilância e reduzir a vulnerabilidade é o primeiro passo entre organizações que precisam urgentemente compreender os mecanismos da informação e como sua proteção integra a gestão de risco.

Portanto, a mensagem é clara: qualquer programa de segurança da informação, para ser bem-sucedido, deve passar obrigatoriamente pela conscientização das equipes de trabalho, pela adoção de uma política interna de segurança, e pela aprendizagem de como as ferramentas tecnológicas podem contribuir para reforçar a guarda. Não adianta adotar um programa ‘perfeito’ se não houver uma comunicação adequada com todos os empregados, do mais simples ao presidente.

O nível de segurança ideal para cada empresa está estreitamente relacionado com o volume de usuários que acessam os sistemas e ao perfil do negócio. Soluções de segurança têm de ser personalizadas. Ao adotar um programa de segurança, não estamos levando em consideração apenas as determinações da política interna. É necessário fazer uma varredura para detectar onde estão os pontos mais vulneráveis, as falhas de segurança, e corrigir o problema. Além da possibilidade de haver falhas na implantação de produtos como firewalls, antivírus, detectores de invasões etc., também pode haver falta de manutenção e supervisão adequada do ambiente virtual.  Em alguns casos, se faz necessário aumentar ao máximo a vigilância e adotar monitoramento full time do ambiente em relação às vulnerabilidades existentes.

Das mais simples às mais sofisticadas, cada solução de segurança atende ao propósito de impedir a ação de ‘webintrusos’. O filtro de IP é uma solução de baixo custo para incrementar a segurança da rede, filtrando endereços de origem ou destino e inclusive bloqueando  o tráfego de alguns pontos de origem. Os antivírus e antispams são bastante populares, mas absolutamente necessários hoje em dia, sob pena de haver uma queda brusca na produtividade ou a perda total de informações. São soluções que repelem intrusos, evitando o acesso a informações estratégicas.

Outra medida importante para aumentar a segurança da rede é a inspeção de segurança. Neste caso, a empresa conta com um monitoramento ativo para identificar os inúmeros tipos de ameaças e consequente solução de controle. Vale ressaltar a importância, neste ponto, de se adotar um mecanismo de comunicação da política de segurança adotada, promovendo amplo entendimento das vulnerabilidades que devem ser evitadas. Esse processo deve ser revisado e retransmitido continuamente para melhor resultado.

Ao interromper o tráfego malicioso através de um sistema que controla o transporte de dados, a segurança da empresa é potencializada de um modo sem precedentes – já que a maioria classifica apenas velocidade e desempenho como prioridade. Outro ponto forte do controle da rede é aumentar a detecção do risco e da vulnerabilidade do negócio, fazendo com que o fluxo de informações esteja sempre bem protegido e seja o grande acelerador de negócios da empresa. Também os dispositivos móveis – cada vez mais integrados ao ambiente de trabalho – são alvos de preocupação. Ou seja, pendrives, smartphones, tablets e notebooks devem integrar o ‘perímetro de segurança’, evitando todo tipo de fraude e contaminação.

Por fim, deve-se levar em conta a possibilidade de se fazer um back-up na nuvem (cloud computing). Trata-se de uma solução que inclui volume de dados armazenados, software de gestão e replicação de informações para um local remoto, com um monitoramento efetivo dos processos de backup realizado por uma equipe em tempo integral, todos os dias do ano. Enfim, por mais que a segurança seja reforçada, sempre haverá quem tente insistentemente burlar o esquema. Mas nem por isso devemos baixar a guarda. Ao contrário, quanto mais protegidas estiverem as informações estratégicas da empresa, melhor para os negócios.

*Ezequias Sena é diretor comercial da Online Data Center, empresa de soluções de tecnologia e negócios – www.onlinedc.com.br

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Por meio de padronização global, a SCHUNK, líder em competência para a tecnologia de fixação e sistemas de garras, oferece uma solução muito econômica da tecnologia magnética de polos quadrados para pequenas e médias empresas. Os custos de investimento para placas de polos quadrados da linha MAGNOS Performance são 40% menores do que as placas convencionais, polivalentes e modificáveis MAGNOS de polos quadrados. De acordo com a SCHUNK, esta série MAGNOS-Performance foi desenvolvida principalmente para todos os usuários, que necessitam obter os benefícios proporcionados pela tecnologia de fixação magnética, pela primeira vez, ou que irão utilizar os dispositivos de aperto para aplicações específicas. Em comparação com placas magnéticas de polos quadrados, a linha MAGNOS Performance fornecida por uma inovadora empresa familiar é muito superior. A SCHUNK apenas consegue obter este ganho de eficiência através da redução da diversidade de opções. Portanto, a linha MAGNOS Performance é limitada ao tamanho de polo quadrado de 50 mm, na versão MFR-A1, e em três tamanhos, de 400 x 400 mm, 400 x 600 mm e 400 x 800 mm. Modificações individuais não são disponíveis para esta versão de preço / desempenho otimizados.

Usinagem de 5 lados sem interferências ao redor da peça a ser usinada

A Linha MAGNOS Performance oferece uma vasta gama de possibilidades para o usuário. Placas desgastadas ou danificadas em sua superfície podem ser retificadas em até 3 mm. Além disso, as placas de polos quadrados da Linha MAGNOS Performance podem ser combinadas com o sistema de troca-rápida SCHUNK VERO-S, que permite enorme redução no set-up das máquinas-ferramenta. A SCHUNK oferece também uma unidade de controle com preço competitivo, para fixar e soltar a peça, modelo KSS-01, para ser utilizada com esta nova linha. Além disso, todos os outros tipos de unidades de controle MAGNOS e o programa completo de acessórios MAGNOS estão disponíveis. As placas de fixação são adequadas para operações de fresamento, furação e retificação plana. A tecnologia de fixação magnética SCHUNK MAGNOS permite a usinagem nos cinco lados da peça a ser usinada, em uma única fixação, permitindo ainda que furos passantes, rasgos ou rebaixos sejam usinados, sem danificar a superfície de apoio da placa magnética. O design monobloco da placa magnética SCHUNK MAGNOS assegura elevada estabilidade e rigidez na fixação, minimizando-se vibrações e melhorando a qualidade da superfície usinada. Com o uso dos prolongadores de polos móveis, se possibilita uma fixação livre de tensões ou deformações.

Outras vantagens da MAGNOS Performance

Mais fina e mais competitiva, a linha MAGNOS Performance é desenvolvida com a mesma tecnologia das mesas superiores da SCHUNK, utilizadas em todo o mundo, além de possuir elevada força de fixação e altíssima durabilidade.

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A Holding Vedasempre lança no mercado um dispositivo bicomponentes de injeção de resinas impermeabilizantes no concreto. O dispositivo possui todos os dois cilindros de injeção em contato com o produto em inox, garantindo maior durabilidade. A Inject Pro Master proporciona facilidade para a utilização em plantas industriais e represas por ser uma máquina acionada por motor elétrico, sem a necessidade do uso de compressor para seu acionamento; versátil com sistema de limpeza incluso na própria. É muito flexível em vazões e pressões de 0 a 250 kg/cm2 e com 200l/h em baixa pressão.

A injetora é utilizada para vedantes bicomponentes como o Inject Max da Holding Vedasempre, que permite vedação contínua e flexível em qualquer tipo de trincas, fissuras ou rachaduras e penetra em trincas e seus capilares por ter sua viscosidade igual a da água.

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A PAEM, fabricante de bombas a vácuo, analisando as necessidades de seus clientes e do mercado, começa agora a trabalhar com locação de bombas. Caso o cliente tenha um equipamento que dê problemas e necessite de substituição com urgência, enquanto ele arruma o que esta quebrado, a Paem fornece uma bomba em aluguel para que o mesmo não venha a ter um prejuízo maior.

Desta maneira, não será necessário que o cliente estacione a sua produção. Com esta estratégia a empresa pretende trazer soluções que otimizem a produtividade de seus clientes.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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