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“Há necessidade de políticas públicas emergenciais estruturantes e permanentes, que tragam condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”, afirmou o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.

Com o objetivo de discutir políticas para reindustrializar o Brasil e dinamizar a economia, o Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promove o Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento, no dia 26 de agosto. O evento terá quatro painéis e contará com a presença de 33 renomados especialistas.
Em 2012 o PIB do Brasil cresceu somente 0,9%, muito pouco em comparação com o PIB mundial (crescimento de 3,2%) e da América Latina (3,0%), e, principalmente, ante as economias em desenvolvimento, que cresceram 5,1%.
“Um dos determinantes do baixo crescimento econômico brasileiro tem sido a estagnação da indústria de transformação, culminando com a retração de 2,5% do PIB do setor em 2012”, explica o diretor titular do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.
Por sua vez, o fraco desempenho da indústria de transformação brasileira pode ser atribuído fundamentalmente ao Custo Brasil e à valorização do real. Estudo do Decomtec apontou que, em função do Custo Brasil e valorização do real, um bem manufaturado nacional é, em média, 34,2% mais caro que similar importado dos principais parceiros comerciais. Esse percentual se refere à comercialização de produtos importados e nacionais no mercado brasileiro, inclusos todos os tributos aplicáveis, o que, no caso de importados, compreende alíquotas de importação, além dos demais custos de internalização.
Todavia, como salientou Roriz “o Custo Brasil e a valorização cambial têm determinantes sistêmicos, portanto, sua redução exige políticas de Estado, que proporcionem um ambiente de negócios com previsibilidade ao longo prazo, e condições isonômicas de competição para o setor produtivo doméstico ante a produção estrangeira”.

Serviço:
Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento
Data: 26 de agosto
Horário: 8h30 às 18h30
Local: Edifício-sede da Fiesp, em São Paulo – Av. Paulista, 1313 (Teatro do SESI)

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“Continuaremos alertas para evitar qualquer nova medida de exceção”, diz o presidente, Ennio Crispino

A ABIMEI recebeu com satisfação a decisão do Governo de não prorrogar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), que vence em setembro, e desistir de publicar uma nova listagem, como era esperado. O anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega, feito na tarde de ontem, 1/8, trouxe alívio aos importadores de bens de capital e meios de produção, que tiveram o imposto de importação (II) aumentado em outubro passado, de 14% para 25% em média e estavam ameaçados de sofrer novo aumento, chegando a 35% em alguns produtos, o máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio. Com a decisão federal, o imposto de importação incidente sobre os 100 produtos integrantes da lista em vigor voltará ao patamar anterior, variando entre 8% e 12%, segundo Mantega.De acordo com o ministro, a decisão tem o objetivo de evitar que a alta do dólar eleve o preço dos insumos importados e pressione a inflação, além de ser uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento. “Passado um ano, temos condição de retornar a alíquotas anteriores, ou seja, reduzi-las para os patamares originais, de forma a reduzir os custos para a indústria de transformação que utiliza esses insumos”, disse.
“A decisão acertada do Governo vem corrigir a decisão errada, que foi incluir bens de capital e insumos necessários à produção em uma lista genérica, onde havia desde batatas, tijolos, vidros, resinas petroquímicas até medicamentos, centros de usinagem e pás escavadeiras, entre outras máquinas necessárias ao desenvolvimento do País. Não houve critério na
elaboração da lista, prejudicando o industrial que precisava de, por exemplo, centros de usinagem, para continuar produzindo”, diz Ennio Crispino, presidente da ABIMEI. Recentemente, o Governo acenou com a possibilidade de lançar uma nova lista de exceção, com mais uma centena de produtos para sofrerem aumento do Imposto de Importação. A ABIMEI criou um Grupo de Trabalho e contratou uma consultoria jurídico-econômica para organizar os pleitos de contestação e os levou ao Governo. Segundo Crispino, a revogação desta segunda lista, anunciada pelo ministro da Fazenda, traz novo ânimo à indústria em geral. “Esperamos que o Governo tenha percebido que medidas protecionistas não ajudam em nada a indústria nacional, ao contrário, impedem o seu crescimento. A primeira lista mostrou que, em certos casos, o produto nacional subiu de preço, por falta da concorrência internacional. Em outros, o industrial precisou atrasar os pedidos, por falta de máquinas”, afirmou. “A ABIMEI continuará alerta para evitar que sejam adotadas novas medidas de exceção”, afirmou o presidente da ABIMEI.

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As soluções apresentadas na área de impressãoe digitalização 3D são conhecidas mundialmente, pela reprodução em alta fidelidade e riqueza de detal

A Anacom Eletrônica, tradicional empresa atuante no segmento de engenharia e tecnologia, em sua primeira participação na MD&M 2013 – a maior feira de design de equipamentos médicos e hospitalares da América Latina, apresenta o que há de mais avançado em tecnologia tridimensional.

A Anacom – empresa parceira da americana Stratasys e da canadense Creaform no mercado brasileiro de impressão e digitalização 3D, irá apresentar o que há de mais recente em tecnologia tridimensional para o segmento médico, odontológico e hospitalar.

Atualmente, a tecnologia 3D tem auxiliado profissionais atuantes na área da saúde na busca por alternativas que promovam melhorias em tratamentos médicos, tais como próteses, enxertos e etc. Tendo isso em vista, empresas, clínicas, hospitais e instituições de ensino têm investido pesado em tecnologia de ponta.

O scanner 3D Go!Scan é a melhor solução disponível no mercado para digitalização e inspeção utilizando tecnologia de luz branca. Equipamento leve e extremamente portátil, ele é capaz de adquirir metros de informação em segundos. Campeão em velocidade, o Go!Scan3D elimina tanto a necessidade de utilização de adesivos utilizando referencial dinâmico quanto o tratamento de nuvem de pontos, uma vez que ele gera uma malha de triângulos em diversos formatos, estando pronto até mesmo para inspeção, reengenharia e manufatura rápida.

A Objet Connex 260 é uma das impressoras tridimensionais com tecnologia polyjet da Stratasys. Ela é capaz de reproduzir peças e protótipos com camadas de 16 mícrons de espessura, utilizando até 147 materiais, rígidos e flexíveis, em um único produto.


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Por Ezequias Sena*

Numa época em que muito tem se falado em espionagem internacional, não se deve descartar a grande oportunidade de avaliar de que forma empresas e empregados estão contribuindo para que informações estratégicas e até mesmo sigilosas vazem no mercado – onde os concorrentes estão sempre ávidos pela oportunidade de estar um passo à frente dos demais. Segurança da informação é, assim, um dos atributos mais importantes hoje em dia, sendo fundamental entre os profissionais de TI (tecnologia da informação).

Diariamente, inúmeras empresas anunciam perda de dados, invasão de hackers. As pessoas nem se surpreendem mais com esse tipo de violência, embora os estragos possam ser tão grandes a ponto de provocar a falência dos negócios. Aumentar a vigilância e reduzir a vulnerabilidade é o primeiro passo entre organizações que precisam urgentemente compreender os mecanismos da informação e como sua proteção integra a gestão de risco.

Portanto, a mensagem é clara: qualquer programa de segurança da informação, para ser bem-sucedido, deve passar obrigatoriamente pela conscientização das equipes de trabalho, pela adoção de uma política interna de segurança, e pela aprendizagem de como as ferramentas tecnológicas podem contribuir para reforçar a guarda. Não adianta adotar um programa ‘perfeito’ se não houver uma comunicação adequada com todos os empregados, do mais simples ao presidente.

O nível de segurança ideal para cada empresa está estreitamente relacionado com o volume de usuários que acessam os sistemas e ao perfil do negócio. Soluções de segurança têm de ser personalizadas. Ao adotar um programa de segurança, não estamos levando em consideração apenas as determinações da política interna. É necessário fazer uma varredura para detectar onde estão os pontos mais vulneráveis, as falhas de segurança, e corrigir o problema. Além da possibilidade de haver falhas na implantação de produtos como firewalls, antivírus, detectores de invasões etc., também pode haver falta de manutenção e supervisão adequada do ambiente virtual.  Em alguns casos, se faz necessário aumentar ao máximo a vigilância e adotar monitoramento full time do ambiente em relação às vulnerabilidades existentes.

Das mais simples às mais sofisticadas, cada solução de segurança atende ao propósito de impedir a ação de ‘webintrusos’. O filtro de IP é uma solução de baixo custo para incrementar a segurança da rede, filtrando endereços de origem ou destino e inclusive bloqueando  o tráfego de alguns pontos de origem. Os antivírus e antispams são bastante populares, mas absolutamente necessários hoje em dia, sob pena de haver uma queda brusca na produtividade ou a perda total de informações. São soluções que repelem intrusos, evitando o acesso a informações estratégicas.

Outra medida importante para aumentar a segurança da rede é a inspeção de segurança. Neste caso, a empresa conta com um monitoramento ativo para identificar os inúmeros tipos de ameaças e consequente solução de controle. Vale ressaltar a importância, neste ponto, de se adotar um mecanismo de comunicação da política de segurança adotada, promovendo amplo entendimento das vulnerabilidades que devem ser evitadas. Esse processo deve ser revisado e retransmitido continuamente para melhor resultado.

Ao interromper o tráfego malicioso através de um sistema que controla o transporte de dados, a segurança da empresa é potencializada de um modo sem precedentes – já que a maioria classifica apenas velocidade e desempenho como prioridade. Outro ponto forte do controle da rede é aumentar a detecção do risco e da vulnerabilidade do negócio, fazendo com que o fluxo de informações esteja sempre bem protegido e seja o grande acelerador de negócios da empresa. Também os dispositivos móveis – cada vez mais integrados ao ambiente de trabalho – são alvos de preocupação. Ou seja, pendrives, smartphones, tablets e notebooks devem integrar o ‘perímetro de segurança’, evitando todo tipo de fraude e contaminação.

Por fim, deve-se levar em conta a possibilidade de se fazer um back-up na nuvem (cloud computing). Trata-se de uma solução que inclui volume de dados armazenados, software de gestão e replicação de informações para um local remoto, com um monitoramento efetivo dos processos de backup realizado por uma equipe em tempo integral, todos os dias do ano. Enfim, por mais que a segurança seja reforçada, sempre haverá quem tente insistentemente burlar o esquema. Mas nem por isso devemos baixar a guarda. Ao contrário, quanto mais protegidas estiverem as informações estratégicas da empresa, melhor para os negócios.

*Ezequias Sena é diretor comercial da Online Data Center, empresa de soluções de tecnologia e negócios – www.onlinedc.com.br

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Por meio de padronização global, a SCHUNK, líder em competência para a tecnologia de fixação e sistemas de garras, oferece uma solução muito econômica da tecnologia magnética de polos quadrados para pequenas e médias empresas. Os custos de investimento para placas de polos quadrados da linha MAGNOS Performance são 40% menores do que as placas convencionais, polivalentes e modificáveis MAGNOS de polos quadrados. De acordo com a SCHUNK, esta série MAGNOS-Performance foi desenvolvida principalmente para todos os usuários, que necessitam obter os benefícios proporcionados pela tecnologia de fixação magnética, pela primeira vez, ou que irão utilizar os dispositivos de aperto para aplicações específicas. Em comparação com placas magnéticas de polos quadrados, a linha MAGNOS Performance fornecida por uma inovadora empresa familiar é muito superior. A SCHUNK apenas consegue obter este ganho de eficiência através da redução da diversidade de opções. Portanto, a linha MAGNOS Performance é limitada ao tamanho de polo quadrado de 50 mm, na versão MFR-A1, e em três tamanhos, de 400 x 400 mm, 400 x 600 mm e 400 x 800 mm. Modificações individuais não são disponíveis para esta versão de preço / desempenho otimizados.

Usinagem de 5 lados sem interferências ao redor da peça a ser usinada

A Linha MAGNOS Performance oferece uma vasta gama de possibilidades para o usuário. Placas desgastadas ou danificadas em sua superfície podem ser retificadas em até 3 mm. Além disso, as placas de polos quadrados da Linha MAGNOS Performance podem ser combinadas com o sistema de troca-rápida SCHUNK VERO-S, que permite enorme redução no set-up das máquinas-ferramenta. A SCHUNK oferece também uma unidade de controle com preço competitivo, para fixar e soltar a peça, modelo KSS-01, para ser utilizada com esta nova linha. Além disso, todos os outros tipos de unidades de controle MAGNOS e o programa completo de acessórios MAGNOS estão disponíveis. As placas de fixação são adequadas para operações de fresamento, furação e retificação plana. A tecnologia de fixação magnética SCHUNK MAGNOS permite a usinagem nos cinco lados da peça a ser usinada, em uma única fixação, permitindo ainda que furos passantes, rasgos ou rebaixos sejam usinados, sem danificar a superfície de apoio da placa magnética. O design monobloco da placa magnética SCHUNK MAGNOS assegura elevada estabilidade e rigidez na fixação, minimizando-se vibrações e melhorando a qualidade da superfície usinada. Com o uso dos prolongadores de polos móveis, se possibilita uma fixação livre de tensões ou deformações.

Outras vantagens da MAGNOS Performance

Mais fina e mais competitiva, a linha MAGNOS Performance é desenvolvida com a mesma tecnologia das mesas superiores da SCHUNK, utilizadas em todo o mundo, além de possuir elevada força de fixação e altíssima durabilidade.

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A Holding Vedasempre lança no mercado um dispositivo bicomponentes de injeção de resinas impermeabilizantes no concreto. O dispositivo possui todos os dois cilindros de injeção em contato com o produto em inox, garantindo maior durabilidade. A Inject Pro Master proporciona facilidade para a utilização em plantas industriais e represas por ser uma máquina acionada por motor elétrico, sem a necessidade do uso de compressor para seu acionamento; versátil com sistema de limpeza incluso na própria. É muito flexível em vazões e pressões de 0 a 250 kg/cm2 e com 200l/h em baixa pressão.

A injetora é utilizada para vedantes bicomponentes como o Inject Max da Holding Vedasempre, que permite vedação contínua e flexível em qualquer tipo de trincas, fissuras ou rachaduras e penetra em trincas e seus capilares por ter sua viscosidade igual a da água.

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A PAEM, fabricante de bombas a vácuo, analisando as necessidades de seus clientes e do mercado, começa agora a trabalhar com locação de bombas. Caso o cliente tenha um equipamento que dê problemas e necessite de substituição com urgência, enquanto ele arruma o que esta quebrado, a Paem fornece uma bomba em aluguel para que o mesmo não venha a ter um prejuízo maior.

Desta maneira, não será necessário que o cliente estacione a sua produção. Com esta estratégia a empresa pretende trazer soluções que otimizem a produtividade de seus clientes.

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Tecnologia e equipamentos do Grupo Air Liquide farão a purificação e liquefação do gás


A Air Liquide acaba de colocar em operação a maior unidade de purificação e liquefação de gás hélio do mundo, um projeto “chave na mão” localizado na cidade industrial de Ras Laffan, no Catar. A capacidade de produção da nova unidade é de aproximadamente 38 milhões de metros cúbicos de gás hélio por ano. As tecnologias de ponta utilizadas pela Air Liquide para purificação e liquefação de gás hélio a temperaturas muito baixas (-269°C) são patenteadas pela Air Liquide. O equipamento de liquefação é o maior do mundo, medindo 20 metros de comprimento e mais de 8 metros de altura. Esta liquefatora de gás Hélio é operada pela RasGas.

A soma da capacidade de produção desta nova unidade com a da unidade já existente no local será de aproximadamente 58 milhões de metros cúbicos por ano, posicionando o Catar como o segundo maior produtor de gás hélio, com 25% da produção mundial atual.

Conforme os termos do contrato de longo-prazo firmado com as empresas RasGas e Qatargas, a Air Liquide irá adquirir 50% do volume de gás hélio produzido por ambas as unidades, a nova e a já existente. O acesso a esta importante fonte de gás hélio posicionará o Grupo como um dos principais players no mercado mundial deste gás.

O início desta operação constitui o próximo passo rumo à estabilidade do mercado de gás hélio. A demanda mundial por gás hélio vem se mantendo em elevados patamares pelos últimos dez anos devido à escassez deste gás no mundo todo. O gás hélio é um produto indispensável para a fabricação de uma ampla variedade de produtos. Dentre os principais, citamos os aparelhos de ressonância magnética, os semicondutores, os cabos de fibra ótica. O gás hélio também é utilizado na exploração espacial, em pesquisas científicas, na produção de air-bags e em mergulhos profissionais em condições hiperbáricas.

Hamad Rashid Al Mohannadi, Presidente CEO e Vice Presidente da empresa Qatar Petroleum (QP) comentou: “A unidade Helium 2, cuja construção teve início em Maio de 2010, é o segundo projeto de gás hélio construído no Catar e estamos felizes de poder relatar que nas mais de 5 milhões de horas-homem trabalhadas para a conclusão deste projeto, mantivemos em zero o índice de horas perdidas por motivo de acidente de trabalho. Alcançar um marco tão notável é a prova evidente do comprometimento assumido pela RasGas de proporcionar e de  manter um ambiente de trabalho seguro num projeto complexo de construção que envolveu milhares de empreiteiros e funcionários.”

François Darchis, Vice Presidente Sênior do Grupo Air Liquide e membro do Comitê Executivo, comentou: “Quero agradecer à RasGas pela sua confiança, bem como agradecer a todas as pessoas dedicadas que serviram de exemplo e contribuíram com a proeza tecnológica de levar o projeto de produção de gás hélio no Catar até a fase em que se encontra hoje. A Air Liquide orgulha-se de poder ter contribuído para este sucesso que vem fortalecer de forma significativa a nossa posição como fornecedores mundiais de gás hélio, bem como a nossa liderança no Oriente Médio.”

Após a descoberta de uma extensa reserva de gás no Campo Norte no início dos anos 70 e da inauguração da Ras Laffan Liquefied Natural Gas Company Limited RL na cidade Industrial de Ras Laffan na década de 90, o Catar deu  inicio ao  desenvolvimento de uma unidade de recuperação de gás hélio a partir das unidades de liquefação de gás natural. Mesmo presente a níveis tão baixos quanto 0,05%, a recuperação do gás hélio é econômica devido à extensão da  reserva do Campo Norte. As empresas Qatargas e RasGas são importantes players nos mercados mundiais de gás natural e gás hélio liquefeitos.

A  Air Liquide emprega 600 pessoas no Oriente Médio. A região oferece crescentes oportunidades de desenvolvimento como resultado dos projetos relacionados a energia e das demandas por novas tecnologias.

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O uso da energia solar térmica e fotovoltaica cresceu 20% na última década em todo o mundo, impulsionado pela necessidade crescente das empresas e consumidores de substituírem combustíveis fósseis e pela melhora de qualidade e redução de custos. O aquecimento de água por meio da energia solar e a produção de eletricidade, além de serem uma alternativa ecológica, vêm se transformando em uma tecnologia economicamente atraente e competitiva.

Os dados são da Internacional Copper Association (ICA) que, junto com empresas do setor de energia solar, vem desenvolvendo diversas campanhas para promover o uso da energia solar na América Latina, por meio da promoção de novas aplicações tais como ‘telhados energéticos’ e por intermédio da difusão das propriedades, capacitando e promovendo seu uso em nível residencial, comercial e institucional. Hoje é possível encontrar no mercado uma variada oferta de aquecedores solares térmicos e fotovoltaicos principalmente em países como Austrália, Israel, Japão, Brasil, Chile e EUA.

Os avanços da energia solar como fonte renovável estão no centro dos debates do 3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética – Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos. O evento acontece nos próximos dias 14 e 15 de agosto, no Centro Empresarial Rio, com o objetivo de debater experiências, soluções e novas tecnologias para racionalizar o consumo de energia na indústria, comercio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o custo no processo de produção e no consumo deste insumo.

O debate é organizado pela Planeja & Informa Comunicação e pela Casa Viva Eventos, que entende que o momento de dificuldades por que passa o País é muito oportuno para exercitar a criatividade e, portanto, estratégico para uma mudança de posicionamento pelos setores produtivos, pois “em todos os segmentos é possível melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, ou substituir as fontes tradicionais por outras fontes renováveis, mais econômicas e menos poluentes.

As empresas de engenharia, tecnologia, fabricantes de materiais e equipamentos e prestadores de serviços interessados em patrocinar ou apresentar palestras técnicas sobre soluções e tecnologias para o setor nuclear podem entrar em contato com a área comercial da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2244-6211.

Avanços da energia solar

Segundo a ICA para América Latina, as vantagens desta fonte de energia são inúmeras: é limpa, inesgotável e é uma alternativa para a atual dependência do petróleo e outras fontes mais contaminantes (centrais térmicas e nucleares). Sua principal fraqueza é a menor radiação solar durante o inverno – época com maior necessidade de energia. Por outro lado, é essencial desenvolver novas tecnologias de captação, reserva e distribuição de energia solar para que esta possa ser competitiva frente às opções energéticas atuais.

A energia solar fotovoltaica registra forte crescimento, de 16,6 GW instalados em 2010 para 27,7 GW em 2011, um aumento de 70%, de acordo com relatório publicado pela Associação Europeia da Indústria Fotovoltaica (EPIA). Da capacidade mundial instalada, 21 GW correspondem à Europa, o que representa quase 76% do total. Este continente se caracteriza fundamentalmente por ser o único com 3 mercados que superam o GW instalado (Itália, Alemanha e França).

A Itália se tornou o primeiro líder mundial em capacidade instalada, tal como aconteceu com a Espanha em 2008.  Já a Alemanha segue em forte crescimento de mercado chegando a 7,5 GW. O mercado francês registrou aproximadamente 1,5 GW, principalmente como resultado de projetos iniciados em 2010. Por sua vez, a Inglaterra alcançou 700 MW em 2011. Outros mercados de menor importância na Europa registram margens iniciais como Bélgica (550 MW), Espanha (400 MW), Eslováquia (350 MW) e Grécia (350 MW), afirma a ICA.

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O ar comprimido de baixa pressão é o pilar de sustentação de muitos processos de produção como já abordado anteriormente. No tratamento de esgoto, no transporte pneumático, na dessulfurização de gás de combustão e nas aplicações industriais, o soprador de parafuso isento de óleo ZS, da Atlas Copco, mantém a produção em plena atividade ao mesmo tempo em que reduz os custos de energia.

Optando por utilizar tecnologias mais sustentáveis, na indústria alimentícia Frito Lay, do grupo PepsiCo, as instalações da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) contam com sopradores de parafuso isentos de óleo da Atlas Copco, modelo ZS para realizar a aeração dos tanques.

Nível de ruído inferior a 72 dB a uma distância de 1 metro
Atualmente, nenhum isolamento acústico é necessário dentro da sala onde está instalado o soprador na ETAR da Frito Lay, pois o nível de ruído, a uma distância de 1 metro, não atinge a 72 dB. Tal fato está de acordo com a normatização da segurança no trabalho e conformidade com leis ambientais. As antigas tecnologias de aeração, que foram substituídas, operavam com níveis superiores de ruídos e exigiam gastos com isolamento acústico.

30% mais eficiente: unindo o útil ao sustentável
Ao substituir a antiga tecnologia de lóbulo pelo novo soprador de parafuso, a ETAR da Frito Lay alcançou uma média de 30% de eficiência energética em sua produção. O soprador contribuiu para reduzir significativamente os custos de funcionamento da ETAR mesmo com operação contínua de, no mínimo, 7 dias por semana, sendo 18 horas por dia. O soprador de parafuso Atlas Copco modelo ZS gera, em média, economia de energia maior em comparação com um soprador de lóbulos tradicional do tipo “Roots”. Isso pode ser visto no diagrama a seguir, que relaciona a Pressão e o Volume de um soprador de lóbulos, na qual o trabalho de compressão é representado pela área azul e é proporcional à energia consumida.

Conforme mostrado no diagrama a seguir, ainda, que relaciona a Pressão e o Volume de um soprador de parafusos, o trabalho de compressão é representado pela área azul e é proporcional à energia consumida. A área verde representa a economia de energia de um soprador de parafusos em comparação com um soprador de lóbulos rotativos tradicional, do tipo “Roots”. Isso ocorre devido à compressão interna, ou seja, à medida que os rotores se deslocam um em direção ao outro, o volume de ar diminui.

O resultado é o que pode ser constatado na Frito Lay. Investindo em inovação tecnológica no processo de tratamento de águas residuais e uso de fontes alternativas de energias, a indústria conseguiu atingir valores de eficiência energética acima do padrão europeu.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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