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Eventos discutem a importância da prevenção dos acidentes no trabalho e apresentam as últimas novidades do setor


A 9ª edição da Braseg | Feira Brasileira de Segurança e Saúde no Trabalho e Proteção Contra Incêndios acontecerá de 21 a 23 de agosto de 2013, no Expominas, em Belo Horizonte – MG.

Voltada para discutir a prevenção de acidentes e doenças no trabalho e apresentar produtos e serviços relacionados a esse mercado, o encontro deve reunir mais de 11.000 visitantes e 130 empresas expositoras. Com entrada gratuita, o evento é exclusivo para profissionais do setor, a maioria formada por bombeiros, gerentes, engenheiros, médicos e auxiliares de enfermagem do trabalho, inspetores de riscos, compradores e técnicos em segurança do trabalho, entre outros.

Ainda, simultâneo à feira, acontece o CONSIN | XVII Congresso Nacional de Segurança Integral, com o objetivo de discutir as últimas tendências para o negócio, o crescimento profissional e troca de experiências, atraindo mais profissionais prevencionistas.

A Braseg é promovida pelo Grupo Cipa Fiera Milano em parceria com a Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho (ABRASEG), a Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG) e o Sindicato da Indústria de Material de Segurança (SINDISEG).

Acidentes de trabalho no Brasil

Segundo dados do Ministério da Previdência Social, por ano, são registrados cerca de 700 mil acidentes de trabalho (média dos últimos anos). Os números se referem ao setor formal do mercado de trabalho. Números do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho do Ministério da Previdência (AEAT) indicam que a maioria dos acidentes acontece na região Sudeste (387 mil), seguida pelas regiões Sul (153 mil), Nordeste (91 mil), Centro-Oeste (48 mil) e Norte (31 mil).

Somente ano passado 2.717 trabalhadores perderam a vida em serviço, segundo dados dos registros da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). O Brasil é o quarto colocado mundial em número de acidentes fatais do trabalho. De acordo com o governo, é registrada, no País, cerca de uma morte a cada 3,5 horas de jornada diária.

Os riscos estão presentes em todo local de trabalho e as causas das ocorrências são diversas como riscos ergonômicos, acidentes de trajeto, maquinário antigo e desprotegido, tecnologia ultrapassada, falta de uso ou ausência de EPI e quedas de alturas, entre outros. Portanto, é essencial que haja estratégias para a proteção dos trabalhadores. O uso de EPI’s é apenas uma delas de um programa de segurança total, que inclui uma variedade de estratégias para minimizar os acidentes. Desde 2008 o setor vem recebendo certificações do INMETRO nos produtos de proteção individual EPI’s, o que garante maior qualidade e procedência dos produtos. São exemplos de EPI’s: máscaras, luvas, aventais, proteções contra quedas, proteção para a cabeça, olhos e pés.

Serviço

Braseg | Feira Brasileira de Segurança e Saúde no Trabalho e Proteção Contra Incêndios

Data: 21 a 23 de agosto 2013

ENTRADA GRATUITA – profissionais do setor
das 13h às 20h

Eventos Simultâneos: CONSIN | XVII Congresso Nacional de Segurança Integral

Local: Expo Minas – Av.Amazonas, 6.030 – Belo Horizonte/ MG

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Projeção da Fiesp e do Ciesp é de crescimento de 1% no índice de  emprego; número de vagas, porém, ainda não é expressivo

A indústria paulista criou 3,5 mil empregos em maio em comparação com as contratações ocorridas em abril, mostra pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), nesta quinta-feira (13/06). O quadro de funcionários do setor manufatureiro deve aumentar em até 30 mil funcionários em 2013, de acordo com projeção das entidades, que mantêm a estimativa de crescimento de 1% para indicador até o final deste ano.

O prognóstico, no entanto, continua indicando que a indústria patina em sua esperada trajetória de recuperação. Se comparado ao desempenho de 2012, quando a indústria demitiu ao menos 50 mil trabalhadores, a previsão para 2013 aponta para uma tímida melhora.

O diretor-adjunto do Departamento Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Walter Sacca, argumenta que apesar da melhora de produtividade no setor manufatureiro, a indústria ainda parece estar longe de retomar sua competitividade.

“O crescimento de produtividade ainda não é suficiente para compensar os problemas de competitividade da indústria”, afirmou Sacca ao comentar os números em entrevista coletiva.

O diretor acredita que o próximo passo é priorizar aumento da competitividade para que a indústria se recupere das fortes perdas ocorridas nos últimos três anos. “Além de outros fatores que esperamos que continuem sendo corrigidos, como juros mais baixos e o equilíbrio cambial”, completou.

Nível de Emprego

O levantamento da Fiesp e do Ciesp apontou ainda, uma variação negativa para o emprego no mês de maio em 0,37%, considerado os efeitos sazonais. A pesquisa revelou que nos últimos 12 meses foram fechados 30,5 mil postos de trabalho, uma queda de 1,14% no mês passado na comparação com maio de 2012.

No acumulado do ano, a indústria paulista criou 64 mil empregos, com uma variação positiva de 2,48%.

Do total de empregos gerados em maio deste ano, o setor de açúcar e álcool foi responsável pela criação de 2.176 vagas, o equivalente a uma taxa praticamente estável de 0,09% na comparação com abril. Já os outros setores da indústria de transformação geraram 1.324 postos de trabalho, ou seja, uma variação, também perto da estabilidade, de 0,05%.

No acumulado do ano, a indústria sucroalcooleira criou 37.003 vagas. Já os outros segmentos do setor manufatureiro geraram 26.997 novos empregos.

Segundo a pesquisa, no acumulado até maio de 2007 o setor de açúcar e álcool era responsável por 64,7% das contratações. Já no acumulado até maio de 2013, o setor é responsável por 21,2% das contratações.

“O setor continua sendo mais influente nessa época do ano no nível de emprego, mas com um peso que diminui como tempo. Os indícios são de que o processo esta muito próximo do fim no que diz respeito à automação da colheita, principalmente no estado de São Paulo”, explicou Sacca.

Setores e regiões

Das atividades analisadas no levantamento, 12 computaram alta, seis fecharam o mês em queda e quatro ficaram estáveis. O emprego no setor de Fabricação de Coque de Produtos Derivados do Petróleo e de Biocombustíveis registrou a maior alta do mês com 2,3%, o que representa a contratação de 1.108 novos empregados. Outro desempenho positivo foi o da indústria de Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos, que encerrou o mês com ganhos de 1,6% ao contratar 1.110 trabalhadores em maio.

Já o emprego nas indústrias de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos e de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Artigos de Viagem e Calçados teve perdas no mês de 1,5% e 1,1%, respectivamente. O setor de máquinas e materiais elétricos demitiu 1.613 empregados, enquanto o segmento de artigos de couro fechou 802 postos de trabalho.

A pesquisa da Fiesp e do Ciesp mostrou ainda que das 36 regiões analisadas, 19 apresentaram quadro positivo, nove ficaram negativas e oito regiões encerraram o mês estáveis.

Matão foi a cidade que apresentou a maior alta com taxa de 3,35% em maio, impulsionada por Produtos Alimentícios (6,54%) e Máquinas e Equipamentos (2,65%). A região de São José do Rio Preto registrou ganho de 2,37%, sob influência positiva dos setores de Coque, Petróleo e Biocombustíveis (11,08%), Produtos Alimentícios (4,07%). Santa Bárbara do Oeste subiu 1,43%, influenciado por Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (12,12%) e Produtos Alimentícios (8,88%).

Entre as cidades com desempenho negativo, destaque para Jaú, que computou a queda mais expressiva do mês com 3,43%, abatida pelas perdas em Produtos de Minerais não Metálicos (-15,70%) e Produtos de Metal, Exceto Máquinas e Equipamentos (-12,12%). Indaiatuba fechou o mês com baixa de 2,65%, pressionada pelo desempenho ruim dos setores de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (-44,56%) e Máquinas e Equipamentos (-2,28%). O emprego em Araçatuba caiu 0,82%, com perdas mais expressivas em Produtos de Minerais não Metálicos (-26,67%) e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (-7,25%).

Fonte: Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP


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Balanço parcial apurado até esta sexta-feira, 7, aponta volume de negócios na faixa de R$ 28 milhões. Até o dia 12, a organização do evento divulga os números finais

A indústria, com ânimo para investimentos de retomada, foi protagonista da FEIMAFE 2013 – 14ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que termina amanhã no Anhembi, São Paulo. Dentre as empresas que já divulgaram o balanço da participação no evento, até sexta-feira, 7, penúltimo dia de evento, o total de negócios consolidados ultrapassou os R$ 28 milhões. Nos 85 mil m² do Anhembi, os visitantes puderam conhecer lançamentos e inovações da indústria de bens de capital de 1.466 marcas expositoras. Dentre as participantes, 37 foram empresas participando pela primeira vez na FEIMAFE.  De acordo com Liliane Bortoluci, diretora da feira, foi destaque desta edição a participação internacional.  “Recebemos 776 marcas nacionais e 690 internacionais, oriundas de países como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, entre outros. Isso demonstra a solidez da economia brasileira, e como o mercado internacional está interessado em negociar com o público brasileiro”, explica.

Foi a melhor edição de todos os tempos” – acredita Alfredo Ferrari, Presidente da Comissão da organização da feira pela Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos)  e diretor da Ergomat – a cada edição notamos um crescimento qualitativo de expositores, visitantes e de negócios”. Roberto Ferraretto de Mello, diretor da Mello, aproveita o bom desempenho da empresa na FEIMAFE para apresentar a amplitude de trabalhos efetuados pelas máquinas-ferramenta. “Desenvolvemos uma retificadora plana com capacidade de 850 mm de transversal, única no mundo, a partir de um pedido de um cliente que produz copinhos para brigadeiros e cupcakes. Estamos concretizando vendas na feira todos os dias, incluindo contratos de equipamentos de grande porte. Apostamos na retomada da indústria”.

Essa recuperação da indústria de base também ganha reforço do BNDES. A evolução dos financiamentos do banco federal para o setor de máquinas-ferramenta foi de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A perspectiva é que até o fim do ano os investimentos cheguem a R$ 100 bilhões, 30% a mais que 2012. “Não existe nenhuma economia industrial moderna que possa prescindir da consistência deste setor”, afirmou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na abertura da FEIMAFE.  Já a Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento Paulista, firmou 117 acordos operacionais até hoje (7), penúltimo dia de evento.

Outra característica sempre presente na feira confirmou-se mais uma vez: a capacidade de proporcionar para expositores negócios que fazem diferença ao longo do ano. É o que comprova André Chiumento, da Ajan. “Ao final de cada dia de feira, contabilizamos 20 bons contatos. Falo de contatos sólidos, que têm boas chances de virar negócio. Participamos de feiras menores e essa é nossa primeira FEIMAFE que,  posso dizer, é um divisor de águas”. Para Rodolfo José de Souza, diretor da MSL Prensas, o impacto da feira é crucial. “Alavanca 50% da nossa produção anual, o que significa de R$ 7 milhões a R$ 8 milhões”.

Os números parciais da FEIMAFE confirmam também dados de crescimento divulgados pelo IBGE em junho. Segundo o instituto, o crescimento acumulado da indústria de bens de capital em 2013 chegou a 13,4% de janeiro a abril, dado observado na prática quando expositores se impressionaram com o interesse de visitantes na aquisição de máquinas. “Foi uma surpresa – diz Renato Campello, diretor da P/A Brasil geralmente fazemos apenas contatos, e as vendas se desenrolam no pós-feira. Parece que vai haver uma reação do mercado”. A opinião é compartilhada por Alessandro Penna, gerente da Iscar. “Vendemos na feira, o que não era esperado. Nossa presença foi focada para geração de contatos, e isso também fizemos bastante. Temos muitos negócios projetados para as próximas semanas”.

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A MELLO S. A. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, empresa de São Paulo que produz máquinas-ferramenta para trabalhar metais, atendendo os mercados nacional e internacional, dá foco a Retificadora Plana Tangencial MELLO modelo P812, durante a Feimafe 2013 (No Centro de exposições Anhembi, Em São Paulo, de 03 a 08 de junho de 2013).
A Retificadora Tangencial MELLO apresenta a excelente capacidade de retificação no sentido transversal de 850mm para um curso longitudinal de 1.250mm. Isto vem atender a necessidade do mercado para retificação de moldes onde a largura requerida cada vez é maior.

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A IMAG, fundada em 1973, é uma empresa fabricante de viradeiras manuais para chapas, calandras, guilhotinas e prensas viradeiras de diversas capacidades e dimensões, além da linha de fabricação as calandras, guilhotinas e máquinas de dobra e corte.
Nesta edição da Feimafe (de 03 a 08 de junho, no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo,a Imag leva ao estande suas principais máquinas de dobra e corte.
O grande destaque será a Prensa dobradeira sincronizada CNC com mesa compensadora. Uma máquina utilizada para dobras de pequenas a grandes espessuras onde se faz necessária extrema precisão na geometria do processo.

A IMAG, fundada em 1973, é uma empresa fabricante de viradeiras manuais para chapas, calandras, guilhotinas e prensas viradeiras de diversas capacidades e dimensões, além da linha de fabricação as calandras, guilhotinas e máquinas de dobra e corte.
Nesta edição da Feimafe (de 03 a 08 de junho, no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo,a Imag leva ao estande suas principais máquinas de dobra e corte. O grande destaque será a Prensa dobradeira sincronizada CNC com mesa compensadora. Uma máquina utilizada para dobras de pequenas a grandes espessuras onde se faz necessária extrema precisão na geometria do processo.

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A Dhalmar Bauru Indústria e Comércio de Máquinas, empresa no ramo Metalúrgica, fabricantes de máquinas para conformar e endireitar aços e tubos,marca presença na Feimafe 2013 (03 a 08 de junho, no Centro de Exposições Anhembi).
Com o foco na qualidade dos processos de fabricação e manutenção de máquinas nacionais, importadas e máquinas especiais, a Dhalmar expõe na Feira sua máquina para Conformação de Tubo MODELO DHT 32 S 3D. Esta máquina possui 5 eixos servo controlados que proporcionam movimentação precisa, monitor TouchScreen, simulação da peça em 3D e possibilidade de importação de arquivos.

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A Andorinha Comercial Ltda. especializou-se em máquinas de serra de fita, máquinas de serra de disco, além das lâminas de serra fita e discos de corte que compõem as máquinas para setor e, após longo período de estudos e pesquisas, iniciou parceria com a Cosen, uma das maiores fabricantes de máquinas de corte do mundo, com mais de 60 modelos entre manuais, semi-automáticas, automáticas e NC.

Para a edição de 2013 da Feimafe( de 03 a 08 de junho, Anhembi, São Paulo), a empresa apresenta a linha Cosen C-TECH de máquinas de serra de fita, com carenagem de proteção ao operador e com o exclusivo sistema V-Drive que permite cortar materiais difíceis como titânio, inox e aços ligados.

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Apesar de sancionada ontem e com vetos ainda não divulgados, MP dos Portos prevê grandes investimentos para construção e modernização de estaleiros

A presidente Dilma Roussef sancionou ontem (4) a Medida Provisória dos Portos. Apesar dos trechos vetados ainda não terem sido divulgados pelo Planalto, a expectativa é que o novo texto traga medidas que estimulem investimentos nas áreas portuárias. O principal gargalo desse setor ainda é o escoamento de carga, e sob esse prisma, é de se imaginar que parte considerável dessas novas aplicações privilegie a modernização e construção de novos estaleiros. Esse cenário, apesar de extremamente recente, já se reflete na FEIMAFE 2013, onde empresários do setor de máquinas-ferramenta acreditam no crescimento da demanda do setor naval por seus produtos.

Há dois anos, a Condor iniciou uma joint-venture com a ESAB e até então não fornecia para o mercado naval. Após a parceria, a empresa começou a adaptar sua linha de produtos para atender este segmento e, de lá pra cá, esse nicho já representa 5% do volume de negócios da marca. “Tivemos um crescimento muito rápido nessa área, tendo em vista nosso pouco tempo de atuação. Ainda há muito espaço para preencher e a MP dos Portos veio para aumentar ainda mais essas possibilidades, em proporções que ainda nem conseguimos mensurar”, afirma Dalton Andrade, gerente de vendas e marketing da Condor.

A principal inovação para o setor de estaleiros da marca é a válvula antirretrocesso de chama que impede acidentes e diminui efetivamente os riscos para quem manuseia o maçarico, reduzindo perdas patrimoniais para o estaleiro. Ainda de acordo com Andrade, “a demanda de corte e solda dentro dos estaleiros é específica, pois a central de gás é muito distante e demanda grandes vazões. Não havia nada anteriormente neste mercado que evitasse o retrocesso de chamas, o que gerava muitos acidentes.” A Condor também apresenta máquinas de corte, reguladores, entre outros produtos.

Serviço:

14ª FEIMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 3 a 8 de junho de 2013
Horário:
Segunda a sexta – das 10h às 19h, Sábado – das 9h às 17h
Local:
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
Mais informações em http://www.feimafe.com.br/

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O país exporta mais de 85% da produção de máquinas e espera encontrar na Feira representantes e novos clientes

Com 7,8 milhões de habitantes e uma área menor que o Estado de São Paulo, a Suíça não tem um mercado interno capaz de manter a economia local. Por isso, a saída é exportar. Para se ter uma ideia, o setor de máquinas vende para mercados externos mais de 85% de sua produção. A vinda de 34 empresas suíças para a FEIMAFE 2013 confirma o interesse em encontrar parceiros, tornar suas marcas famosas e aumentar o comércio com o Brasil, um mercado ainda pouco explorado.

O pavilhão suíço é patrocinado pela Elotrans, uma transportadora brasileira que tem entre seus principais clientes companhias suíças que comercializam máquinas, muitas das quais transportadas em contêineres por navios. Exatamente por isso há interesse em que as empresas de lá aumentem seus negócios por aqui. A recíproca por parte dos suíços é verdadeira: “Duas das empresas que estão aqui na feira vieram só para tentar localizar um parceiro, um representante”, conta Douglas Duarte, executivo de vendas da Elotrans.

A Baltec já tem seu representante no Brasil, a Zello, que nos últimos anos percebeu uma atenção maior por parte dos parceiros da Europa. “Depois da crise eles passaram a nos procurar muito mais. Isto é um ótimo sinal, porque quando você diz que é tecnologia suíça as portas se abrem”, afirma Marcos Guarda Cirigliano, gerente da empresa.

Outra situação é a vivida pela Suhner, que produz unidades de usinagem autônoma e programável. Hans Stamm, gerente de vendas da empresa, acha que há protecionismo demais no Brasil, mas mesmo assim é um mercado muito promissor. “Viemos aqui com a perspectiva de fazer negócios. Estamos conhecendo clientes, possíveis representantes e, a partir daí, vamos decidir melhor a nossa estratégia comercial para o mercado brasileiro”, declara o executivo.

De acordo com a SwissMEM, associação formada por mais de mil empresas dos setores de mecânica e engenharia elétrica da Suíça, o país é especialista em exportação. “O Brasil compra 1,1% do que os membros da MEM exportam. Só que o mercado brasileiro é enorme, queremos e podemos aumentar esse número”, garante Pascal Streiff, secretário geral da associação, que sozinha representa mais de 9% da economia local. Somente a associação responde por 35% das vendas para o mercado externo.

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Eixo linear hidráulico e bomba de engrenagem interna podem ser empregados em inúmeras aplicações industriais

Voith, por meio da divisão Voith Turbo – líder mundial em soluções para transmissão de potência –, está entre os expositores da FEIMAFE 2013 – 14ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que acontece de 3 a 8 de junho no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Durante o evento, a empresa vai destacar duas soluções, o Eixo Linear Hidráulico CLDP (Closed Loop Differential Pump) e a Bomba de Engrenagem Interna de Alta Pressão IPVP (High-pressure Internal Gear Pumps for Variable Speed Drives). Com inúmeras aplicações no setor industrial, essas soluções garantem alto desempenho e confiabilidade, além de mínima interferência para manutenções.

Composto por servomotor, bomba de engrenagem interna e cilindro hidráulico diretamente acoplado, o CLDP é compacto e independente. Conta ainda com servobomba integrada, dimensionada para a área do cilindro, e pode ser acionado tanto por controle de posição como por controle de pressão e força.

Além de proporcionar alta eficiência energética e segurança contra sobrecarga hidráulica, o novo eixo linear hidráulico da Voith possibilita a integração de sistema de mediação de curso, sensores de pressão e força. A instalação, que pode ser feita em equipamentos novos ou já em operação, requer apenas a conexão elétrica do servomotor.

Outro diferencial é que os custos para colocar o sistema em funcionamento, para o treinamento e a manutenção são muito baixos. O aumento de produtividade, obtido com o aumento de velocidade do acionamento, assim como uma maior segurança de operação graças ao relé automático de proteção de sobrecarga, são características atrativas para o operador do equipamento.

Líder mundial em bombas de alta pressão

A Voith Turbo também agregou ao seu portfólio a solução IPVP, uma bomba de engrenagem interna para aplicação em acionamentos de velocidade variável, ou seja, que funcionam com servomotores com rotação que varia entre 400 a 3600rpm.

O funcionamento da bomba se dá seguinte forma: a rotação de suas engrenagens gera pressão, que faz com que o fluído (geralmente óleo hidráulico) que fica entre o pinhão e as engrenagems internas seja aspirado. Desta forma, as câmaras de engrenagem permanecem fechadas na direção radial e, na direção axial, a vedação garante o mínimo espaço possível. Com isso, quando as engrenagens giram, os dentes da correia ocupam esses espaços e deslocam o fluído sob pressão, minimizando perdas e aumentando a eficiência da máquina.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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